Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

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Após nova investida dos Bolsonaros, os EUA rotulam gangues brasileiras como grupos terroristas

Após nova investida dos Bolsonaros, os EUA rotulam gangues brasileiras como grupos terroristas

Após nova investida dos Bolsonaros, os EUA rotulam gangues brasileiras como grupos terroristas Dando sequência às ameaças, a administração Trump designou as duas maiores gangues de drogas do Brasil como grupos terroristas. Por Ana Ionova | The New York Times 28/05/2026 Membros do Comando Vermelho sendo presos no ano passado no Rio de Janeiro. Os EUA designaram a gangue como grupo terrorista na quinta-feira.Crédito…Mauro Pimentel/Agence France-Presse — Getty Images Os Estados Unidos designaram as duas maiores gangues de drogas do Brasil como grupos terroristas na quinta-feira, após meses de lobby agressivo dos filhos do ex-presidente preso, Jair Bolsonaro, aliado próximo do presidente Trump. A medida ocorre poucos dias depois de dois dos filhos de Bolsonaro, um dos quais planeja concorrer à presidência ainda este ano, terem visitado Trump na Casa Branca. Após a reunião de terça-feira, Flávio Bolsonaro, que buscará a presidência em substituição de seu pai, disse aos repórteres que havia novamente pedido a Trump que rotulasse as gangues brasileiras como grupos terroristas. A administração Trump pareceu conceder esse pedido com a designação na quinta-feira. Em comunicado, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que as gangues brasileiras, o Comando da Primeira Capital e o Comando Vermelho, seriam rotulados como grupos terroristas a partir de 5 de junho.  “Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, por toda a região e até o nosso país”, afirmou o comunicado. O Departamento de Estado não respondeu às perguntas enviadas por e-mail sobre o momento da decisão ou a visita de Flávio Bolsonaro, mas afirmou que os grupos brasileiros atuavam em mais de uma dúzia de estados dos EUA e representavam “uma ameaça à nossa segurança pública.” A designação de terrorista ameaça novamente tensionar os laços entre as duas maiores nações do Hemisfério Ocidental, que só recentemente começaram a reparar as relações. Isso levantou preocupações entre autoridades brasileiras de que os Estados Unidos possam estar tentando influenciar sua próxima eleição ajudando outro Bolsonaro. Flávio Bolsonaro disse que desafiará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um esquerdista, em outubro e acusou o Sr. Lula de ser brando com o crime.  Nas redes sociais, Flávio Bolsonaro foi rápido em celebrar a designação de terrorista, assumindo o crédito por influenciar a decisão do governo Trump e criticando duramente a forma como Lula lidou com o crime. A administração Trump rotulou mais de uma dúzia de gangues latino-americanas como organizações terroristas desde o ano passado, como parte de uma campanha para atacar grupos criminosos que, segundo autoridades americanas, ameaçam os Estados Unidos. Essas designações significam que o governo dos EUA pode impor amplas sanções econômicas aos grupos e entidades a eles ligados. As gangues brasileiras exportam grandes quantidades de cocaína para a Europa e outras partes do mundo, mas especialistas dizem que elas não desempenham um papel importante no tráfico de drogas para os Estados Unidos. O Sr. Lula se opôs à designação, apresentando-a como uma intromissão nos assuntos internos de seu país e argumentando que existem formas melhores de combater o crime organizado, como empoderar a polícia, coordenar melhor operações internacionais e atacar os ativos financeiros das gangues. Pouco antes da designação, Celso Amorim, principal assessor de política externa do Sr. Lula, disse que o governo brasileiro estava trabalhando arduamente para desmantelar redes criminosas organizadas, mas novamente descartou as designações como uma ferramenta nessa luta. “O crime organizado deve ser combatido com a máxima energia e determinação”, disse o Sr. Amorim em um fórum de segurança em Moscou. “Equiparar crime organizado ao terrorismo, no entanto, não é útil.” Redes criminosas tornaram-se uma grande preocupação para os eleitores brasileiros antes das eleições, e a designação dos EUA pode destacar a questão da segurança. Isso pode ajudar Flávio Bolsonaro, justamente quando o apoio dos eleitores parece vacilar após um escândalo que o liga a um banqueiro desonrado que está sob investigação em um vasto esquema envolvendo fraude. A designação dos EUA pode causar um grande problema para o setor bancário porque pode permitir que os Estados Unidos imponham sanções a instituições brasileiras que possam ter feito negócios com as gangues. Especialistas dizem que esse é um risco importante porque as gangues brasileiras conseguiram infiltrar a economia formal, acumulando participações em distribuição de gás, imóveis, commodities e criptomoedas. Isso deixa as instituições financeiras brasileiras vulneráveis. No ano passado, Trump usou tarifas e sanções para tentar manter Jair Bolsonaro, ex-presidente, fora da prisão sob acusações de supervisionar um golpe após perder a última eleição em 2022, para Lula. O Sr. Bolsonaro foi finalmente condenado e sentenciado à prisão. O Sr. Trump posteriormente retirou muitas das tarifas e sanções, aliviando as tensões diplomáticas.  Mas a questão do crime organizado voltou a tensionar as relações nos últimos meses, depois que o secretário de Estado Marco Rubio disse ao ministro das Relações Exteriores do Brasil que o governo Trump planejava rotular as gangues como grupos terroristas e pediu ao Brasil que fizesse o mesmo, segundo autoridades com conhecimento da conversa. O Sr. Lula visitou o Sr. Trump em Washington no início deste mês, mas o líder brasileiro disse que a questão das designações não havia sido discutida. Adam B. Ellick contribuiu com a reportagem. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Varredura encontra grampos no gabinete do governador Ricardo Couto no Palácio Guanabara 29/05/2026 Após nova investida dos Bolsonaros, os EUA rotulam gangues brasileiras como grupos terroristas 28/05/2026 Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan

Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan

Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan União e GDF fecharam acordo para viabilizar operação de crédito ao banco nesta quinta (28) Por Elis Barreto | CNN Brasil 28/05/2026 Dario Durigan, ministro da Fazenda • Reprodução/CNN Brasil Brasília – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que uma eventual liquidação do BRB (Banco de Brasília) geraria um rombo de R$ 17 bilhões no FGC (Fundo Garantidor de Créditos). A fala foi feita em entrevista ao jornal Valor Econômico, e confirmada ao CNN Money pelo Ministério da Fazenda nesta quinta-feira (28). “O FGC hoje, segundo informações trazidas pelo Banco Central, já teria, em caso de liquidação do BRB, um déficit de R$ 17 bilhões, um rombo de R$ 17 bilhões que teria que ser arcado pelos bancos, que são os associados do FGC”, disse Dario. Mais cedo nesta quinta, a União e o Governo do Distrito Federal fecharam um acordo para viabilizar uma operação de crédito para o BRB, em meio à crise de liquidez após a tentativa de compra do liquidado Banco Master. A proposta prevê um empréstimo ao governo do DF com recursos do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), com garantia de um sindicato de bancos públicos e privados, e com contragarantias do FPE (Fundo de Participação dos Estados e Distrito Federal) e do FPM (Fundo de Participação dos Munícipios. O valor do empréstimo deverá ser de até R$ 6,5 bilhões, o equivalente a 16% da receita corrente líquida (RCL) do Distrito Federal (DF). A ajuda da União ocorre justamente na ampliação do limites para operações. O Distrito Federal está no PAF (Programa de Ajuste Fiscal) da STN (Secretaria do Tesouro Nacional), e segundo o termo assinado entre os entes, o limite para operações seria apenas de 3% da RCL, cerca de R$ 961 milhões. O Governo do Distrito Federal informou que o empréstimo será de 15 anos, com 2 anos de carência. A garantia será concedida por bancos S1, que são as instituições financeiras de grande porte cujo tamanho é igual ou superior a 10% do PIB (Produto Interno Bruto). Não haverá transferência de recursos federais nem garantia da União. Notícia anterior Banco Central BCBanco de Brasília BRBBanco MasterGDF Governo do Distrito FederalPIB Produto Interno Bruto Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master

Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master

Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master A ex-presidente do Instituto de Previdência do Município de Itaguaí (Itaprevi), Fernanda Pereira da Silva Machado, um dos alvos das investigações sobre as aplicações de cerca de R$ 1 bilhão do Rioprevidência em fundos sem garantias no Banco Master, teria assinado atestado falso para que as operações pudessem ser feitas, quando ela respondia pelo controle interno do órgão previdenciário dos servidores do estado do Rio de Janeiro, segundo apontou a Polícia Federal ao STF. Por Elizeu Pires 28/05/2026 Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master Em relação a Fernanda, segundo consta do despacho do ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, que autorizou a 8ª fase da Operação Compliance Zero, da qual o ex-governador Claudio Castro também foi alvo, a Polícia Federal atribui a ela “o papel de ter assinado o atestado de credenciamento fraudulento” do Banco Master e da operadora de valores Planner, “além de viabilizar operações irregulares mediante credenciamento meramente burocrático, sem as análises técnicas obrigatórias”. De acordo com o despacho do ministro, a representação feita contra Fernanda “enfatiza que sua atuação, em vez de concretizar o controle interno exigido por sua função, teria contribuído para legitimar formalmente investimentos sem suporte técnico idôneo, em afronta ao dever funcional de evitar resultados danosos ao patrimônio previdenciário”. Preocupação em Itaguaí Fernanda foi nomeada para presidir o Itaprevi pelo então prefeito Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão, dias antes de a previdência dos servidores de Itaguaí fazer o primeiro aporte  no Banco Master. Ela foi exonerada em janeiro de 2025 pelo prefeito interino Haroldo Jesus, mas foi reconduzida ao cargo no dia 18 de julho, assim que Rubão se sentou na cadeira por força de uma liminar do ministro Dias Toffoli, sendo novamente demitida por Haroldo em novembro. A primeira aplicação do Itaprevi no Banco Master aconteceu no dia 28 de junho de 2024, quando foi aportado valor de R$ 29,6 milhões. Cinco dias depois, em 3 de julho, o Itaprevi investiu mais R$ 30 milhões em Letras Financeiras, as chamadas LFs, que não tem cobertura do Fundo Garantidor. O Instituto de Previdência do Município de Itaguaí é responsável pelo pagamento de 1.600 aposentadorias e pensões, e não há nenhuma garantia que o os cerca de cerca de R$ 60 milhões investidos pela gestão anterior serão recuperados, e isso tem sido causa de muita preocupação entre os servidores, aposentados e pensionistas. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorItaguaí RJPL Partido LiberalPodemosPolícia Federal PFPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRioPrevidênciaSTF Supremo Tribunal Federal Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder

‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos

‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos

‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Conversas obtidas pela GloboNews mostram proximidade entre ex-governador do Rio e dono do Banco Master antes de aportes milionários do Rioprevidência. Por Marcelo Gomes, Narayanna Borges e Gabriela Pavão | GloboNews 28/05/2026 Vorcaro mandou endereço do evento em Nova York a Castro — Foto: Reprodução/TV Globo Mensagens obtidas com exclusividade pela GloboNews revelam detalhes da relação entre o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Um dos encontros destacados pelos investigadores aconteceu em 11 de maio de 2023, durante uma viagem a Nova York, nos Estados Unidos. “Experiência incrível”, escreveu o ex-governador ao banqueiro após um jantar que teria custado mais de R$ 60 mil, segundo investigadores. Segundo a investigação, as mensagens mostram encontros entre Castro e Vorcaro no Brasil e no exterior antes de investimentos milionários do Rioprevidência — o fundo de aposentadorias e pensões dos servidores estaduais — no Banco Master. Os documentos foram enviados ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator dos inquéritos que investigam supostas fraudes financeiras envolvendo o banco. Após analisar o material, Mendonça autorizou a operação de busca e apreensão contra Castro, realizada pela Polícia Federal (PF) na terça-feira (26). 🔎 A PF investiga suspeitas de gestão fraudulenta, créditos falsos e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master. Daniel Vorcaro está preso em Brasília. Jantar de R$ 60 mil Segundo o documento da PF, em 11 de maio daquele ano, o então governador do Rio de Janeiro mandou mensagem para Vorcaro se identificando: “Cláudio Castro”. O banqueiro respondeu imediatamente: “Opa”. E enviou o endereço de um restaurante em Nova York onde os dois se encontrariam naquela noite. No dia seguinte ao jantar, Castro voltou a procurar Vorcaro para agradecer pelo encontro. “Amigo, foi uma experiência incrível. Muito obrigado.” Vorcaro respondeu: “Bom dia, meu caro. Que bom que deu certo.” De acordo com a Polícia Federal, a conta do jantar passou de US$ 13 mil — mais de R$ 60 mil na cotação atual — e teria sido integralmente paga por Vorcaro. Segundo a PF, seis meses depois o Estado do Rio começou a investir no Banco Master. Em 1º de novembro de 2023, o Rioprevidência aplicou R$ 40 milhões na instituição. Encontro na casa de Vorcaro e nos palácios do governador Dias depois, em 6 de novembro, Castro e Vorcaro voltaram a se reunir, desta vez em São Paulo. A investigação aponta que os dois marcaram um encontro na capital paulista. Quatro dias depois da reunião, o Rioprevidência fez um novo aporte: R$ 80 milhões no Banco Master. Em dezembro do mesmo ano, houve outro investimento de R$ 200 milhões em Letras Financeiras do banco. As mensagens reproduzidas pela PF mostram ainda encontros em locais oficiais do governo estadual. Em março de 2024, Vorcaro e Castro combinaram uma reunião no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador. Segundo o documento, o banqueiro escreveu: “Fala, amigo, tudo bem? Tô na entrada aqui.” Antes desse encontro, a PF afirma que Vorcaro perguntou a um funcionário quanto o Estado do Rio tinha investido junto ao banco. “Quanto o fundo do Rio — Estado — tem conosco?” O funcionário respondeu: “320 milhões aplicados, RioPrev.” Vorcaro então perguntou sobre outro fundo estadual, e ouviu: “Cedae, companhia de saneamento? Aplicaram 200.” Dias depois, segundo a investigação, Vorcaro marcou um novo encontro com Castro no Palácio Guanabara, sede do governo estadual. Degustação de uísque milionária um dia antes de aporte A PF também cita uma degustação exclusiva de uísque em Nova York, em maio de 2024, restrita a apenas dez convidados. “Haverá um evento pequeno, degustação de uísque (…) Só homens, serão 10 pessoas apenas”, disse Vorcaro. “Eu vou”, respondeu prontamente Castro. Segundo os investigadores, o evento custou mais de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5 milhões), pago por Vorcaro. No dia seguinte, o Rioprevidência aplicou outros R$ 80 milhões no Banco Master. Segundo a Polícia Federal, já foram identificados R$ 3,691 bilhões do Rioprevidência em investimentos ligados ao Banco Master. A defesa de Cláudio Castro nega irregularidades. O Banco Master afirma que todas as operações seguiram critérios técnicos e legais. Notícia anterior Banco MasterGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFRioPrevidênciaSTF Supremo Tribunal Federal ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo

Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo

Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Imóvel alvo de buscas da Polícia Federal foi comprado em 2023 por R$ 3,5 milhões por empresa controlada por ex-integrantes da gestão estadual, como revelou O Globo. Defesa do ex-governador afirma que apartamento é alugado. Por Gabriel Barreira | RJ2 27/05/2026 Cláudio Castro em cobertura na Barra da Tijuca. Ex-governador é alvo de buscas da Polícia Federal — Foto: Charles Júnior/ TV Globo A cobertura onde o ex-governador Cláudio Castro mora atualmente, e que foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal nesta semana, pertence a uma empresa controlada por um ex-secretário de seu governo. A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pela reportagem do RJ2. O imóvel está registrado em nome da empresa J3 Real State Participações. Segundo dados da Receita Federal, a companhia foi aberta em 24 de abril de 2023. Menos de dois meses depois, em junho daquele ano, a empresa comprou a cobertura onde Cláudio Castro passou a morar recentemente. A J3 Real State Participações tem como sócios o ex-secretário estadual de Transformação Digital, Ronaldo Tormenta Pereira, e outro empresário ligado ao setor. A pasta comandada por Tormenta durante o governo Castro administrou contratos de grande porte e movimentou cifras bilionárias. Além da empresa proprietária do imóvel, os sócios também participam de outros negócios com capital social milionário. A cobertura foi alvo de buscas da Polícia Federal na operação realizada nesta semana. A ação investiga possíveis irregularidades relacionadas ao Banco Master. Segundo a defesa de Cláudio Castro, o ex-governador não é dono do imóvel. Em nota enviada ao jornal O Globo, o advogado Carlos Gutone afirmou que, até a publicação da reportagem, sabia apenas que se tratava de um imóvel alugado. A defesa também informou que Castro morava anteriormente em um apartamento localizado em outro condomínio, que também foi alvo de buscas em investigação anterior relacionada ao Rioprevidência. Depois disso, ele teria se mudado para a cobertura onde ocorreu a nova operação. O que dizem os citados O advogado de Cláudio Castro foi procurado novamente, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem. Em nota, Mauro Farias afirmou que há um “contrato de locação registrado legalmente entre a empresa J3 Real Estate e o locatário Cláudio Castro, que mantém o aluguel e as cotas condominiais pagas devidamente”. “A empresa J3 Real Estate faz parte do planejamento patrimonial do empresário Mauro Farias, que atua no mercado privado há mais de 20 anos, e possui imóveis e contratos de locação legalmente ativos no Rio de Janeiro. Este imóvel em questão é um deles”, diz o texto. Notícia anterior Banco MasterGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFReceita Federal Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA A mansão de Eduardo (VIDEO) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder

MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder

MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder O Ministério Público Eleitoral (MPE) obteve decisão judicial que cassou os mandatos de Lucas Dutra dos Santos e Vandréa dos Santos Steffan, prefeito e vice-prefeita do município de Seropédica, por abuso de poder político e econômico nas eleições municipais de 2024. Por MPRJ 27/05/2026 MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder A decisão acolheu Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) proposta pela 225ª Promotoria Eleitoral, que apontou aumento abrupto e desproporcional de contratações temporárias pelo executivo municipal, com a admissão de milhares de servidores sem concurso público, sob alegação de excepcional interesse público. A prática teve potencial para comprometer a igualdade entre candidatos e a legitimidade do pleito. Segundo a ação, o número de contratados quase dobrou em 2024, saltando de 2.734 em janeiro para 5.266 em julho. Após as eleições, foram realizadas demissões em massa, o que evidenciou desvio de finalidade e uso indevido da máquina pública. Além da cassação, a Promotoria requereu a inelegibilidade dos acusados e a suspensão dos contratos firmados em 2024. Na decisão, o Juízo da 225ª Zona Eleitoral reconheceu o abuso de poder, determinou a cassação dos diplomas do prefeito e da vice-prefeita e declarou Lucas Dutra dos Santos inelegível por oito anos, a contar do pleito de 2024. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJMPE Ministério Público EleitoralPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSeropédica RJVice-prefeita Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política

Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política

Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Ex-governador declarou patrimônio modesto durante todo seu período em cargos públicos, mas vive em cobertura de luxo Por Igor Mello | ICL Notícias 27/05/2026 Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política | Divulgação Pela segunda vez em menos de um mês, o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL-RJ) acordou com a Polícia Federal (PF) na porta de sua casa. Imagens da operação desta terça-feira (26) chamaram atenção para a residência luxuosa dele, uma cobertura em um dos endereços mais caros do Rio de Janeiro. O governador mora na Península, sub-bairro da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, que é um dos endereços preferidos de milionários e celebridades na cidade. O fato de morar em um endereço nobre contrasta com as declarações de bens de Castro ao longo de sua carreira política: ao se eleger pela primeira vez para um cargo eletivo, em 2016, ele declarou à Justiça Eleitoral não possuir qualquer bem . Castro conquistou o primeiro mandato, como vereador do Rio de Janeiro, na eleição daquele ano. Pouco depois, em 2018, foi candidato à vice-governador na chapa encabeçada pelo ex-juiz federal Wilson Witzel. Na disputa pelo Palácio Guanabara, declarou um patrimônio de R$ 270 mil, composto por um apartamento avaliado em R$ 150 mil e um veículo de R$ 120 mil. O ICL Notícias confirmou o endereço de Castro com base no cadastro preenchido por ele na Justiça Eleitoral em 2022. O ex-governador chegou a informar o endereço no Península como a sede de seu CNPJ de campanha, mas depois solicitou a alteração do local para o Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador do Rio de janeiro. Salário de governador x despesas do imóvel De acordo com sites especializados em negociações de imóveis, uma cobertura similar a do ex-governador no mesmo condomínio pode custar R$ 5,6 milhões. Além disso, a taxa de condomínio é estimada em R$ 4 mil mensais, enquanto o IPTU é de mais de R$ 13 mil por ano. Nos sites consultados pela reportagem não há coberturas para alugar disponíveis nas quatro torres que integram o condomínio onde Castro vive com a família. No entanto, imóveis semelhantes na mesma região não são alugados por menos de R$ 15 mil mensais. Em alguns casos, o custo do aluguel ultrapassa a marca dos R$ 20 mil. Castro deixou o governo do estado em março deste ano recebendo um salário bruto de R$ 21.868,14 –com os descontos, o valor que caía na conta do ex-governador girava em torno de R$ 16 mil. O valor é similar ao recebido por Castro entre 2017 e 2018, quando ocupou uma cadeira na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Lá, ele assumiu o cargo com um salário bruto de R$ 18.991,68. Recentemente, o ICL Notícias revelou com exclusividade que o ex-governador usou uma brecha na lei para solicitar o pagamento de R$ 142 mil dos cofres do Rio de Janeiro a título de férias não gozadas no exercício dos cargos de governador e vice-governador do estado. O valor equivale ao 206 dias de férias, segundo o governo do Rio de Janeiro –praticamente todo o tempo que Castro teria direito durante todo o período em que esteve na cúpula do Executivo. Apesar disso, a reportagem apurou que em diversos momentos Castro deixou de exercer suas funções como governador para curtir férias com a família no Brasil e no exterior. Na mais recente delas, em junho de 2025, Cláudio Castro passou quase um mês nos Estados Unidos acompanhando os jogos do Flamengo, seu time do coração, no Mundial de Clubes da Fifa. O ICL Notícias perguntou ao ex-governador se ele é dono da cobertura e sobre sua renda atual, mas não obteve resposta até o momento. Notícia anterior GovernadorIPTUPL Partido LiberalPolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA 27/05/2026 A mansão de Eduardo (VIDEO) 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA A mansão de Eduardo (VIDEO) Fim da escala 6×1: a hipocrisia de Sóstenes Cavalcante, líder do PL, ao propor 4×3 Encontros, viagens e nomeações: elo pessoal entre Castro e Vorcaro facilitou aporte de R$ 3,7 bi no Master pelo Rioprevidência, diz PF Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões

Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (27/5), operação contra associações envolvidas no esquema de descontos indevidos do INSS Por Rodrigo Tammaro | Metrópoles 27/05/2026 KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES Quatro associações alvos de uma operação da Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (27/5) faturaram R$ 700 milhões com a farra dos descontos indevidos do INSS, revelada pelo Metrópoles. A PF cumpre mandados de busca e apreensão em São Paulo, Pernambuco, Paraíba e Distrito Federal. Entre os alvos estão as entidades Brasil Clube de Benefícios, Master Prev, ANDAPP e AASAP. Documentos internos dessas entidades e relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostram como dirigentes desviavam para suas próprias empresas o dinheiro arrecadado por essas associações e como elas criaram um sistema próprio de biometria para fraudar assinaturas dos aposentados que filiavam. Os mesmos documentos revelam como chefes das entidades pagaram parentes de dirigentes do INSS por meio de suas empresas. Também mostram gastos em concessionárias de carros esportivos, joalherias de luxo e com embarcações. Conforme revelado pelo Metrópoles, as quatro associações faturaram, juntas, R$ 700 milhões com descontos de mensalidade de aposentados. Como funcionava a Farra do INSS A farra dos descontos sobre os pagamentos feitos pelo INSS a idosos e pensionistas levou à exoneração do diretor de Benefícios do órgão, André Fidelis. O escândalo movimentou mais de R$ 2 bilhões entre 2023 e 2024. O dinheiro, que saía da conta de aposentados, foi destinado a pelo menos 29 entidades, que ofereciam serviços como planos de saúde e seguros. O caso foi revelado pelo Metrópoles em dezembro de 2024. Em muitos casos, os aposentados que tinham os valores descontados sequer sabiam que eram associados às empresas por meio de “acordos de cooperação técnica”. As entidades enfrentam mais de 60 mil processos judiciais em todo o país por descontos indevidos, com indícios de fraude para filiar milhares de aposentados sem autorização. Fidelis era o responsável por assinar termos de cooperação entre o INSS e as entidades. Mesmo diante de denúncias de irregularidades na filiação de idosos, sete novos termos de cooperação foram assinados em 2024. Como mostrou o Metrópoles, por trás dessas associações, há empresários donos de empresas de seguros e planos de saúde. Além das denúncias de fraudes, parte dessas associações é ligada a um mesmo grupo de empresários e havia até associação que não passava de uma sala vazia em São Paulo quando obteve seu termo de cooperação para poder efetuar os descontos. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha PF apreende dinheiro dentro de livro falso Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Eduardo Bolsonaro e Go Up procuraram empresa da Hungria para pagamentos de Dark Horse 

Eduardo Bolsonaro e Go Up procuraram empresa da Hungria para pagamentos de Dark Horse 

Eduardo Bolsonaro e Go Up procuraram empresa da Hungria para pagamentos de Dark Horse  Documentos apontam tentativa de contratação de “escrow account” e pagamento de US$ 57,5 mil ao diretor Cyrus Nowrasteh Por Natalia Viana e Ken Silverstein | Agência Pública 27/05/2026 Matheus Pigozzi/ Agência Pública- Mario Agra/ Câmara dos Deputados/ Wikimedia Commons/ Divulgação Dark Horse Eduardo Bolsonaro e Karina Ferreira da Gama buscaram uma empresa com braços na Hungria e na Holanda para mover fundos para o filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro, segundo documentos obtidos e analisados pela Agência Pública. A empresa Go Up chegou a formular uma minuta de contrato com a empresa Freeway Cam B.V para que essa servisse como “escrow agent” do filme Dark Horse. Um agente ou conta escrow (ou “conta de custódia”) funciona como uma terceira parte que retém fundos temporariamente em uma negociação e libera o pagamento de acordo com autorização da parte pagante. Geralmente, trata-se de um banco ou instituição financeira, mas na indústria do cinema existem empresas que se especializam em fazer este serviço, pelos altos valores e complexa mecânica de financiamento. Segundo apuração da Pública junto a fontes que acompanharam as negociações, os produtores da obra buscavam uma maneira de permitir que investidores do filme permanecessem anônimos. A minuta do contrato, datado de 7 de fevereiro de 2024, tem como partes Eduardo Bolsonaro, descrito como “financiador” do filme e Karina Ferreira da Gama, dona da Go Up Entertainment, como produtora, além da Freeway Cam BV, uma empresa de origem holandesa cujo endereço principal é Budapeste, na Hungria. Trata-se de um adendo a outro contrato de produção, assinado em 30 de janeiro do mesmo ano, autorizando a Freeway a realizar pagamentos ao diretor e roteirista do filme, Cyrus Nowrasteh. O contrato foi elaborado quando o filme, agora chamado de Dark Horse (“O Azarão”, em tradução livre) ainda tinha o título provisório de “Capitão do Povo”, e não tem assinaturas. A existência do documento foi revelada pelo The Intercept, em reportagem que afirmava que Eduardo teria poder de decisão sobre as verbas para o filme. Fundada pelo holandês Gadi Wildstrom, a empresa opera na Hungria sob o nome Freeway Entertainment e tem como especialidade “exploração internacional de propriedade intelectual, gestão de ativos de entretenimento e direitos autorais, bem como a coleta, administração e distribuição transparentes, imparciais e seguras das receitas de royalties.” Segundo postagens no Linkedin, ela atende diversas produções cinematográficas nomeadas a prêmios como Bafta e Golden Globes. Como outras empresas, a Freeway Entertainment aposta no vibrante mercado do audiovisual na Hungria. Eduardo teria assumido risco de perder investimento O contrato estabelece que Eduardo “se compromete a financiar parcialmente a produção cinematográfica intitulada ‘Capitão do Povo’, sob a gestão da produtora Go Up Entertainment” e autoriza a Go Up a dar instruções sobre os pagamentos a serem feitos para Cyrus Nowrasteh. Eduardo assumiria, segundo a minuta, risco de perder o investimento se o resto dos fundos para produzir o filme não fossem captados. O documento traz ainda um diagrama sobre como os contratos de pagamento deveriam ser realizados, até 1 de março de 2024, a partir das autorizações feitas por Eduardo Bolsonaro. Outro documento obtido pela Pública indica que a Go Up Entertainment buscou outra entidade ligada ao mesmo grupo, o Freeway Entertainment, para realizar um pagamento no valor de US$ 57,5 mil para o diretor do filme. Trata-se de uma ordem de pagamento, no papel timbrado da Go UP Entertainment. Nela, Karina Ferreira da Gama instrui um agente da empresa de nome “David” a emitir o pagamento a Cyrus Nowrasteh por meio da empresa New Path Pictures Inc, sediada na Califórnia. “Estamos num momento em que estamos prontos para dar seguimento ao pagamento à New Path Pictures Inc. pelos inestimáveis serviços de desenvolvimento de roteiro prestados por Cyrus Nowrasteh”, escreveu ela. O destinatário da ordem é a Stichting Freeway Custody, uma fundação registrada na Holanda que administra o dinheiro da Freeway Cam B.V. O pedido de pagamento teria sido enviado em 5 de fevereiro de 2023. Co-CEO da Freeway confirmou contatos mas diz que “declinou” Procurado pela Pública, Martijn Meerstadt, co-CEO da Freeway e diretor corporativo da Stichting Freeway Custody, negou ter qualquer relação com Dark Horse, mas confirmou os contatos. “Verifiquei internamente e fui informado que, embora tenhamos sido contatados para prover soluções de partilha de receitas e relatórios para essa produção, nós declinamos da oportunidade. Não temos envolvimento com este projeto e não há nada mais que eu possa declarar”. Especialistas citam “sinal de alerta” em transação financeira Especialistas ouvidos pela Pública sinalizam que a arquitetura do pagamento por meio de outras empresas é um sinal de alerta sobre a transparência das transações. Casey Michel, um reconhecido especialista em paraísos fiscais e sigilo bancário, autor do livro “United States of Oligarchy” (Estados Unidos da Oligarquia, em português), afirmou que “essa não é uma transação de negócios tradicional”. “Parece um arranjo financeiro montado para propositadamente esconder as origens dos fundos e a identidade do financiador”, disse. Já Monte Friesner, um operador que chegou a ser condenado por lavar dinheiro e depois trabalhou para a CIA e montou sua própria empresa para orientar corporações sobre como mover verbas em contas offshore, afirma que o uso de uma fundação na Holanda, um paraíso conhecido para sigilo corporativo e bancário, é mesmo um “sinal de alerta”. “A pessoa que enviou o dinheiro não queria deixar um rastro documental, seja por motivos de taxação, porque o dinheiro era sujo, ou porque não queriam que ninguém soubesse que estava envolvida”, afirma Friesner. Segundo revelações recentes do The Intercept, o banqueiro Daniel Vorcaro fez aportes de R$ 61 milhões para Dark Horse por meio de um fundo sediado nos Estados Unidos, o Havengate Development Fund LP, com sede no Texas. Eduardo Bolsonaro foi contactado por WhatsApp, mas não respondeu até a publicação. O espaço segue aberto e a reportagem será atualizada se houver um posicionamento. Em um vídeo postado nas redes sociais, Eduardo disse ter investido US$ 50 mil no filme Dark Horse para garantir a contratação do diretor – quantia inferior à que teria sido paga a Cyrus apenas na ordem

Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA

Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA

Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA Ex-deputado orientou sobre envio de dinheiro ao país para produção sobre Jair Bolsonaro; procurados, citados na reportagem do site Intercept Brasil não responderam Por O Estado de S.Paulo 27/05/2026 Eduardo Bolsonaro tratou sobre financiamento para filme sobre pai com Vorcaro Foto: @SBT News via YouTube BRASÍLIA – O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) tratou sobre o financiamento do filme “Dark Horse” com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, por intermediação de Thiago Miranda, sócio do Portal Leo Dias. De acordo com mensagens divulgadas nesta quarta-feira, 27, pelo site Intercept Brasil, ele deu orientações sobre como facilitar o envio de dinheiro aos Estados Unidos para a produção sobre a vida do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “O ideal seria haver os recursos já nos EUA. Que dos EUA para o EUA é tranquilo. Se a empresa brasileira a enviar aos EUA não tiver aquele grande orçamento que mencionamos como exemplo, será problemático, vai ser necessário fazer as remessas aos poucos e isto tardaria cerca de 6 meses, calculamos”, disse Eduardo em mensagem para Miranda, conforme publicou o site. “Meu receio é que você seja solícito, bom coração, mas tenha essa dificuldade. Solução: enviar o máximo possível ainda neste sistema atual, com o remetente atual e etc. Será que conseguimos?”, escreveu. Eduardo também disse a Miranda que o corretor de Imóveis Altieris Santana estava à disposição para se reunir “com quem quer que seja”. Santana é um dos controladores do Havengate Development Fund LP (fundo sediado no Texas), ao lado advogado Paulo Calixto – ligado a Eduardo. Parte do valor de R$ 134 milhões negociado para filme entre a família Bolsonaro e Vorcaro foi transferida para esse fundo pela Entre Investimentos e Participações, que atuava em parceria com empresas do dono do Master. O Intercept Brasil procurou Altieris Santana, Paulo Calixto, Thiago Miranda e a defesa de Daniel Vorcaro, mas não recebeu respostas.Eduardo está nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado, quando foi ao país para tentar uma interferência do governo de Donald Trump no julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro foi condenado na Corte a 27 anos e três meses de prisão. A reportagem do Intercept esteve na casa em que o ex-deputado está morando nos EUA. O imóvel está localizado em Southlake, no Texas. O repórter foi atendido na residência por Heloísa, mulher de Eduardo Bolsonaro. Ela disse que o marido não estava em casa e que eles não dariam entrevista. Na semana passada, Eduardo gravou um vídeo dizendo que havia comunicado à polícia sobre um homem que estava rondando a casa dele. Ainda segundo o site, a residência tinha um anúncio de aluguel no valor de cerca de R$ 30 mil por mês até fevereiro de 2025. O imóvel, que tem quatro quartos e piscina, pertence o Bunce Family Trust, um fundo familiar privado registrado em nome dos administradores legais Christopher Bunce e Natalie Bunce, desde 2019. Eles não foram localizados pela reportagem. PF investiga repasses de Vorcaro Como mostrou o Estadão, a Polícia Federal investiga os acertos de pagamento entre Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, que pediu dinheiro ao banqueiro para o filme. Uma das linhas de apuração a ser verificada é se os recursos foram desviados para um fundo sediado no Texas ligado ao ex-deputado e usado para custear a permanência dele no país, já que o STF havia bloqueado contas e dificultado o recebimento de recursos nos EUA. No último dia 14, Eduardo negou ter aplicado dinheiro no projeto e ser produtor-executivo da produção. “Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo, apenas cedi meus direitos de imagem”, declarou, numa nota nas redes sociais. No dia seguinte, num vídeo publicado também nas redes sociais, admitiu ter investido R$ 350 mil (cerca de 50 mil dólares) no longa, provenientes da receita obtida com a venda de um curso, e que posteriormente recebeu de volta essa quantia. Eduardo não esclareceu como e quem lhe pagou a restituição dos valores inicialmente destinados ao projeto. Ele também reconheceu ter constado como produtor-executivo num contrato antigo com a produtora responsável pelo filme “Dark Horse”, posição da qual teria saído posteriormente, ao se mudar para os Estados Unidos, limitando-se a ceder os direitos autorais – uma vez que foi representado por um ator no longa. Notícia anterior Banco MasterDeputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA 27/05/2026 Encontros, viagens e nomeações: elo pessoal entre Castro e Vorcaro facilitou aporte de R$ 3,7 bi no Master pelo Rioprevidência, diz PF 26/05/2026 Rachadinha e lavagem de dinheiro: as acusações contra Mario Frias denunciadas à PGR 26/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA Encontros, viagens e nomeações: elo pessoal entre Castro e Vorcaro facilitou aporte de R$ 3,7 bi no Master pelo Rioprevidência, diz PF Rachadinha e lavagem de dinheiro: as acusações contra Mario Frias denunciadas à PGR Kits da Lei Seca com desenhos de Ziraldo, comprados a R$ 25 milhões, estão parados em galpão Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes de R$ 3,7 bilhões pelo Rioprevidência em fundos do Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

A mansão de Eduardo (VIDEO)

A mansão de Eduardo

A mansão de Eduardo (VIDEO) EXCLUSIVO: Eduardo Bolsonaro mora em casa de luxo de R$ 6 milhões no Texas Por Cecília Olliveira, Eduardo Goulart e Steven Monacelli | Intercept Brasil 27/05/2026 Eduardo Bolsonaro mora em casa de luxo de R$ 6 milhões no Texas Eduardo Bolsonaro tem seus bens bloqueados pela justiça brasileira. Ele não diz publicamente se trabalha de forma remunerada nos Estados Unidos, apenas que “mora de aluguel” e tem dificuldade para pagar contas. Ao mesmo tempo, o deputado federal cassado no Brasil mora em uma mansão no Texas que oferece “uma vida de resort”, de acordo com anúncios imobiliários.  O Intercept Brasil localizou o refúgio luxuoso do filho de Jair Bolsonaro na cidade de Southlake, entre as comunidades mais ricas do país. E tocamos a campainha. Fomos recebidos pela esposa de Eduardo, a coach e influencer Heloísa Bolsonaro, que confirmou educadamente que sua família morava ali e se recusou a conceder uma entrevista. Avaliada em torno de R$ 6 milhões, a casa já foi colocada para alugar por cerca de R$ 30 mil por mês, segundo anúncios imobiliários ativos até fevereiro deste ano. O luxo e os custos do imóvel evidenciam um alto padrão de vida e levantam dúvidas sobre como Eduardo se sustenta desde que se mudou para os Estados Unidos, em fevereiro de 2025.  A Polícia Federal já investiga se o ex-deputado federal pelo PL de São Paulo está sendo bancado com o dinheiro sujo do banqueiro Daniel Vorcaro, de acordo com G1. Na sua última prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, antes das eleições de 2022, Eduardo declarou um patrimônio de R$ 1,76 milhão, do qual R$ 1 milhão corresponde a um imóvel financiado. Ainda declarou R$ 160 mil de um imóvel quitado e R$ 600 mil depositados no banco que foram obtidos, segundo ele, pela venda de um curso online. Em um vídeo publicado no Instagram em 17 de maio, Eduardo Bolsonaro negou ser dono de uma outra casa nos Estados Unidos, em Arlington, que foi o foco de várias reportagens na imprensa brasileira nas últimas semanas. Ele também afirmou que mora “de aluguel” e, inclusive, revelou que tem dificuldades para “honrar as parcelas” do financiamento de um imóvel “parcelado em décadas” no Brasil. Em uma live com o amigo Paulo Figueiredo divulgada no mesmo dia 17, Eduardo afirmou que se mantém nos Estados Unidos com “renda passiva” e citou que recebeu R$ 2 milhões de uma campanha feita pelo pai. Jair Bolsonaro revelou, em junho de 2025, ter feito uma transferência via pix neste valor.  O ex-deputado federal não citou na conversa, entretanto, outros repasses ou fontes de dinheiro nem explicou por que ele não conseguiria pagar as prestações da casa financiada no Brasil se recebeu R$ 2 milhões. O Intercept confirmou o endereço onde Eduardo vive em Southlake a partir de registros públicos do estado do Texas, dados comerciais de inteligência, do cruzamento de publicações da própria família Bolsonaro nas redes sociais e reportagem de campo.  O próprio Eduardo Bolsonaro também ajudou a confirmar nossa apuração ao registrar um boletim de ocorrência na polícia após um repórter do Intercept ir até a residência para verificar a informação e pedir uma entrevista, na sexta-feira passada, 22. Ao chegar até a mansão, em uma rua que tem acesso público e livre, ele caminhou pela calçada e tocou a campainha. Heloísa, esposa de Eduardo, abriu. O repórter informou que trabalhava para o Intercept, perguntou se o ex-deputado estava e se o casal estava disponível para uma entrevista. Após a negativa, agradeceu e foi embora. Minutos depois, Eduardo acionou a polícia local alegando que um indivíduo estava batendo na porta e rondando a casa. Os policiais estiveram no local para atender o chamado. No boletim de ocorrência, ao qual tivemos acesso, e em resposta ao Intercept, a polícia de Southlake informou que não há investigação aberta sobre o caso – ou seja, não houve crime. Nos Estados Unidos, o exercício livre da imprensa está garantido pela Primeira Emenda da Constituição.  No entanto, o clã Bolsonaro e seus aliados passaram o fim de semana acusando falsamente o Intercept de crimes e proferindo ameaças em antecipação a esta reportagem. O Intercept tentou um novo contato com Eduardo nesta quarta-feira, 27, para questioná-lo sobre os pontos citados nesta reportagem. Não houve resposta até a publicação. O espaço segue aberto. Mansão à beira lago foi alugada em fevereiro A mansão onde mora Eduardo Bolsonaro pertence, desde 12 de setembro de 2019, ao Bunce Family Trust, um fundo familiar privado registrado em nome dos trustees, os administradores legais, Christopher Bunce e Natalie Bunce. O Intercept tentou contatá-los, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Trust, no direito dos Estados Unidos, é uma figura sem equivalente exato no Brasil, mas com lógica próxima à de uma holding familiar. Até fevereiro passado, a mansão estava disponível para alugar e foi listada pela corretora Sotheby’s, conhecida pela atuação no segmento de imóveis de alto padrão. O valor anunciado era de 5.950 dólares por mês – cerca de R$ 30 mil mensais. Um anúncio em outra plataforma de locação informa que a casa foi alugada em 4 de fevereiro de 2026. Com quatro quartos e piscina, a mansão onde Eduardo mora no Texas tem 424 metros quadrados de área total construída em um terreno de 1.366 metros quadrados. Também desfruta de acesso a um clube com quadras de tênis e a uma lagoa.  No Zillow, o principal portal imobiliário dos Estados Unidos, a propriedade é avaliada em 1,22 milhão de dólares (mais de R$ 6 milhões) – quatro vezes maior do que a média do estado. Eduardo vive fora do Brasil há mais de um ano O paradeiro de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos é rodeado de mistério desde que ele saiu do país, em fevereiro de 2025, e começou a articular à distância medidas contra o Brasil – o que o tornou alvo de uma investigação aberta pelo Supremo Tribunal Federal, o STF.  Os registros oficiais da Câmara dos Deputados mostram que Eduardo, então deputado pelo PL de São Paulo, entrou com pedidos de licença de 122 dias, em 20 de março

‘Foi muito tiro’, diz prima de um dos pedreiros mortos em São Gonçalo, RJ; moradores dizem que PM confundiu homens com bandidos

'Foi muito tiro', diz prima de um dos pedreiros mortos em São Gonçalo, RJ; moradores dizem que PM confundiu homens com bandidos

‘Foi muito tiro’, diz prima de um dos pedreiros mortos em São Gonçalo, RJ; moradores dizem que PM confundiu homens com bandidos Testemunhas dizem que Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos, e Edivan Felipe de Assis, de 46, eram pedreiros e estavam com ferramentas e marmitas para começar obra na região da Ipuca. Por Erick Rianelli, Guilherme Santos, Marco Antônio Martins e Rafael Nascimento | g1 Rio e TV Globo 27/05/2026 Dois trabalhadores são mortos durante ação da PM no Jardim Catarina — Foto: O São Gonçalo A prima de um dos homens mortos a tiros pela Polícia Militar na manhã desta quarta-feira (27) em São Gonçalo defende que o parente não era bandido e que morreu de maneira covarde. Testemunhas dizem que Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos, e Edivan Felipe de Assis, de 46, eram pedreiros e estavam com ferramentas e marmitas para começar obra na região da Ipuca, no bairro Jardim Catarina. “Meu primo saindo para trabalhar, não sei se foi Bope, se foi Core, só sei que deram uma rajada de tiro para cima dele. Não foi pouco, não, foi muito tiro”, lamenta a prima, que preferiu não se identificar. “Morreu de maneira covarde, e eu lamento muito pela morte do meu primo. Eu cuidei dele, eu posso dizer, ele não era bandido, não era, porque se fosse eu colocava a cara aqui para falar, mas ele não era, morreu na covardia”, completa. Em nota, a PM lamentou as mortes. “A corporação lamenta a morte do Marcelo da Cruz Silva e do Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações colaborando integralmente com as investigações do caso.” (Veja a nota na íntegra no final da reportagem). Segundo relatos de testemunhas, os dois foram baleados no momento em que saíam de casa para trabalhar. Moradores contaram que os disparos aconteceram entre 7h e 7h30. Não está claro de onde os tiros partiram. Mas, testemunhas contam que os agentes estavam no local em apoio a uma operadora de telefonia. Não se sabe se os agentes estavam portando as câmeras corporais. Um dos homens também seria o dono de um bar na região da Ipuca e, naquele momento, teria ido ajudar o amigo como ajudante de pedreiro em uma obra para complementar a renda. Os dois homens foram encontrados caídos no chão ao lado de ferramentas de obra. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga o caso. BR fechada e aulas suspensas Por conta das mortes, moradores do Jardim Catarina fecharam a BR-101, na altura do KM 306, no sentido Rio. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), manifestantes atearam fogo em pneus por volta das 9h20, e, apesar de a situação ter sido inicialmente controlada, o grupo permaneceu às margens da rodovia. Às 9h55, a pista chegou a ser totalmente fechada, sendo parcialmente liberada às 10h02. Segundo a concessionária Autopista Fluminense, a faixa da direita ficou bloqueada, causando cerca de 1 km de congestionamento. Equipes da PRF, Corpo de Bombeiros e da concessionária atuam no local. Por sua vez, a Prefeitura de São Gonçalo informou que a Unidade de Saúde Familiar Agenor José da Silva está fechada. Já a Unidade Municipal de Educação Infantil Augusto de Freitas Lessa e o CIEP 051 Municipalizado Anita Garibaldi tiveram as aulas suspensas nesta manhã. O que dizem os citados “A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que , de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), um procedimento apuratório segue em curso para averiguar todas as circunstâncias na qual policiais militares atingiram dois homens em uma motocicleta, durante ocupação na localidade de Ipuca, na manhã desta quarta-feira (27/05). O local foi isolado e a Delegacia de Homicídios da região foi acionada. A Corporação lamenta a morte do Marcelo da Cruz Silva e do Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações colaborando integralmente com as investigações do caso.” Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Militar PMPRF Polícia Rodoviária FederalRegião Metropolitana e Baixada Fluminenserodovia BR-101São Gonçalo RJ ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

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