Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

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Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro

Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro

Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro O Banco Master pagou diretamente à Entre Investimentos R$ 2,329 milhões de reais em 2025, empresa que teria sido utilizada para repasses de dinheiro entre Daniel Vorcaro e a produção de um filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, o “Dark Horse”. Por Rafael Moraes Moura e Johanns Eller | O Globo 13/05/2026 O pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master — Foto: Fotos de Brenno Carvalho/O Globo e Ana Paula Paiva/Valor Brasília e Rio – A informação está nas declarações de Imposto de Renda do banco. Reportagem do The Intercept Brasil desta quarta-feira (13) descreve um acerto de R$ 134 milhões entre o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Vorcaro para o financiamento da obra, usando a Entre Investimentos como veículo. A equipe da coluna confirmou com fontes da investigação a existência dos diálogos. Os dados sobre pagamentos à Entre constam no material entregue pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado e obtido pela equipe da coluna. O pagamento para a Entre pelo Master demonstra a relação entre a empresa e o banco. A articulação teria envolvido o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL), o deputado federal Mario Frias (PL-SP), creditado como um dos roteiristas do filme, e o dono da agência Mithi, Thiago Miranda, sócio e fundador do Portal Léo Dias. Miranda confirmou à equipe da coluna que participou da negociação e que Vorcaro aportou R$ 62 milhões no filme de Bolsonaro. De acordo com o publicitário, o valor previsto seria maior, mas os repasses foram suspensos com a crise no Master. Miranda afirmou ainda que a ligação do banqueiro com o filme não apareceria publicamente. Segundo a reportagem, o dono do Master deixou claro em mensagens que os repasses eram prioridade absoluta. O Intercept exibiu ainda um áudio e mensagens trocadas por Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro sobre o filme. Nas mensagens, o senador e agora pré-candidato ao Planalto pelo PL marca reuniões com Vorcaro e chega a enviar um vídeo do local da gravação do filme. Por fim, em 16 de novembro, na véspera da primeira prisão do banqueiro, Flávio envia um áudio em que cobra Vorcaro por repasses atrasados: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”. A Entre Investimentos tem como sócio-administrador Antonio Carlos Freixo Júnior. Ambos são os controladores da revista IstoÉ, que, segundo Thiago Miranda afirmou à equipe da coluna, foi adquirida indiretamente por Vorcaro ao lado de outros veículos de comunicação com o objetivo de formar um conglomerado midiático. Ainda de acordo o site, o pagamento dos R$ 134 milhões se daria através de 14 parcelas. Em nota, Flávio confirmou os contatos com Vorcaro, mas disse que o conheceu depois do final do governo Jair Bolsonaro e alegou que se trata de um financiamento privado (leia a íntegra ao final da matéria). A reportagem do Intercept reproduz mensagens trocadas em janeiro de 2025 entre Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, tido pelos investigadores como seu operador financeiro, na qual o CEO do Master reclama de atrasos no pagamento das parcelas para o filme de Bolsonaro. Zettel, então, relata entraves para concluir os repasses, que seriam feitos em dólar por meio de remessas internacionais. O banqueiro, então, orienta o cunhado a realizar o pagamento por meio da Entre Investimentos. Dias depois, Zettel pergunta se poderia “pedir pro Minas” – referência a Freixo Júnior, cujo contato foi salvo no celular de Vorcaro como “Mineiro”. De acordo com o site, Fabiano Zettel pouco tempo depois um comprovante do repasse de US$ 2 milhões para um fundo ligado à produção do filme pela Entre Investimentos. Procurada, a assessoria de Vorcaro ainda não se manifestou. O banqueiro e Zettel estão presos desde a segunda fase da Operação Compliance Zero em março. Produção reúne estrelas de Hollywood O filme “Dark Horse” tem estreia prevista para 11 de setembro e deverá servir de munição da tropa de choque bolsonarista na guerra de narrativas da disputa eleitoral, ao recontar a trajetória do ex-presidente, com destaque para o episódio do atentado à faca na campanha de 2018. O longa-metragem é estrelado pelo ator americano Jim Caviezel, que interpreta Bolsonaro e se tornou célebre no papel de Jesus Cristo no filme “A paixão de Cristo”, de Mel Gibson. Caviezel passou cerca de três meses no Brasil gravando cenas da produção, que conta com outros nomes hollywoodianos, como Esai Morales, que interpretou o vilão de “Missão: Impossível – O acerto final”. Segundo a ficha técnica do filme no site IMDb, o ator brasileiro Marcus Ornellas interpretará Flávio. A produção também escalou outros artistas para viver Eduardo e Carlos Bolsonaro, além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Leia abaixo a nota do senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro: Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCPI Comissão Parlamentar de InquéritoDeputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaReceita FederalSenador Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro 13/05/2026 Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro 13/05/2026 ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) 13/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results

‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO)

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PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro R$ 134 milhões para bancar filme sobre Jair Por Paulo Motoryn, Eduardo Goulart, Laís Martins, Andrew Fishman, Cecília Olliveira, Leandro Becker e Mauricio Moraes | Intercept Brasil 13/05/2026 ÁUDIO: Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro R$ 134 milhões para bancar filme sobre Jair “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”, escreveu o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em uma mensagem enviada pelo WhatsApp em 16 de novembro de 2025. Um dia após a mensagem de Flávio, Vorcaro foi preso enquanto tentava fugir do país por operar um esquema de fraude que gerou um rombo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito, o FGC. No dia seguinte, 18 de novembro, seu banco foi liquidado pelo Banco Central. A frase escrita pelo hoje pré-candidato à Presidência da República é parte de uma série de registros que indicam a existência de uma negociação em que Vorcaro se comprometeu a repassar um total de 24 milhões de dólares (na época equivalentes a cerca de R$ 134 milhões) para financiar a produção de “Dark Horse”, o filme biográfico sobre Jair Bolsonaro. Documentos e mensagens obtidos com exclusividade pelo Intercept Brasil indicam que pelo menos 10,6 milhões de dólares — cerca de R$ 61 milhões, considerando a cotação do dólar nos períodos das transferências — haviam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações, para financiar o projeto cinematográfico ligado à família Bolsonaro.  Os registros incluem um cronograma de desembolso, um comprovante bancário e cobranças relacionadas às parcelas previstas para a produção. Não há evidências nas mensagens de que Vorcaro tenha feito os outros oito pagamentos previstos para o projeto. O envolvimento de Vorcaro foi negociado diretamente por Flávio Bolsonaro, mas teve outros intermediários, como o irmão e deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, e o deputado federal Mario Frias, também do PL paulista, que foi secretário da Cultura no governo Bolsonaro. As conversas privadas e os documentos de Vorcaro revelam os profundos laços financeiros e a estreita relação entre o clã Bolsonaro e o banqueiro que se tornou o homem mais radioativo de Brasília. Flávio já havia negado tais conexões, da sua família e da extrema direita, chegando a dizer que isso era uma “narrativa falsa que o Lula tem criado”.  Quando foi noticiado, em março deste ano, que o cunhado de Vorcaro – o pastor Fabiano Zettel – havia feito uma doação de R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, Flávio disse à CNN que isso aconteceu “sem nenhuma vinculação, sem nenhuma contrapartida, sem nenhum contato pessoal, inclusive”.  “Essa conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”, afirmou o senador. Em evento da pré-campanha em João Pessoa, na Paraíba, dois dias antes, ele classificou o caso como um “grande esquema de roubalheira que está dando nojo a todo o país”. Na manhã desta quarta-feira, 13, Flávio Bolsonaro foi questionado presencialmente pelo Intercept sobre o financiamento de Vorcaro ao filme e respondeu: “De onde você tirou essa informação? É mentira”. Em seguida, deu uma gargalhada e se retirou de onde concedia entrevista à imprensa, próximo ao Supremo Tribunal Federal, o STF – antes, o senador havia se reunido com o ministro Edson Fachin, presidente da corte. Flávio já havia sido contatado sobre o assunto – por telefone, WhatsApp e e-mail, mas não retornou até a publicação da reportagem. A defesa de Daniel Vorcaro foi acionada, mas não houve resposta. Eduardo Bolsonaro também não respondeu aos questionamentos enviados pelo Intercept. O espaço segue aberto e, caso haja resposta, o texto será atualizado. Em nota enviada ao Intercept após a publicação da reportagem, a defesa do deputado federal Mario Frias confirmou os contatos entre o parlamentar e Vorcaro, mas disse que as mensagens “refletem apenas uma relação legítima entre idealizador do projeto e um potencial apoiador privado da iniciativa”. Também destacou que Frias não exerceu papel de articulador político ou financeiro em nome de Vorcaro. Ainda negou qualquer uso do mandato parlamentar para “promoção de lobby privado ou favorecimento empresarial”. O advogado do deputado informou, ainda, que, na época da troca de mensagens, Vorcaro era conhecido como um empresário do mercado financeiro e “não havia qualquer informação pública que indicasse eventual irregularidade financeira” atribuída ao banqueiro. “Conversas privadas envolvendo exibição de conteúdo audiovisual ou encontros sociais entre pessoas públicas e empresários não configuram irregularidade”, destacou a defesa do parlamentar. Sobre o filme, a defesa pontuou que Frias participou do desenvolvimento criativo e institucional do projeto audiovisual e que “o entusiasmo manifestado nas mensagens privadas decorre da dimensão artística e cultural do projeto, considerado por sua equipe como uma produção inédita dentro do cinema nacional independente”. Vorcaro bancou filme do clã Bolsonaro Os diálogos, um comprovante de uma ordem de pagamento de 2 milhões de dólares e uma tabela com previsão de valores a serem pagos analisados pelo Intercept indicam que pelo menos parte do dinheiro foi transferida pela Entre Investimentos e Participações, que atuava em parceria com empresas de Vorcaro, para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, nos Estados Unidos, e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro. Os registros ainda sinalizam a participação direta nas operações de outros dois intermediários: o empresário Thiago Miranda – fundador e sócio do Portal Leo Dias –, e Fabiano Zettel, apontado pela Polícia Federal como o principal operador financeiro de Vorcaro. As mensagens obtidas pelo Intercept abrangem o período de dezembro de 2024 a novembro de 2025 e incluem diálogos do banqueiro com diversos interlocutores. O conteúdo do vazamento foi verificado por meio de cruzamento de informações contidas nos diálogos com dados públicos e sigilosos. Entre os elementos que confirmaram a autenticidade do material estão dados bancários e telefônicos, inquéritos policiais, registros do Congresso Nacional e de redes sociais. De acordo com as conversas a que tivemos acesso, o relacionamento entre Flávio Bolsonaro e Daniel

PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda

PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda

PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Segundo a investigação, recursos foram direcionados para investimentos de altíssimo risco entre agosto de 2023 e março de 2024. O prefeito da época era Danilo Joan, atual vice-presidente estadual do PP em SP. Por g1 SP 13/05/2026 O ex-prefeito de Cajamar Danilo Joan atualmente é vice-presidente estadual do PP em São Paulo e pré-candidato a deputado estadual — Foto: Reprodução/Redes Sociais A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (13) a Operação Off-Balance para investigar supostas irregularidades na aplicação de recursos do Instituto de Previdência Social dos Servidores da cidade de Cajamar (IPSSC), na Grande São Paulo, em fundos podres de alto risco. Segundo a investigação, cerca de R$ 107 milhões do patrimônio do fundo previdenciário municipal foram direcionados para investimentos considerados de altíssimo risco entre agosto de 2023 e março de 2024. Desse total, aproximadamente R$ 87 milhões foram aplicados em Letras Financeiras ligadas ao Banco Master, enquanto cerca de R$ 20 milhões foram destinados ao Banco Daycoval. À época, o prefeito de Cajamar era Danilo Joan, atualmente vice-presidente estadual do PP em São Paulo e pré-candidato a deputado estadual. Ele é ligado ao presidente nacional do partido, Ciro Nogueira, também investigado por favorecer o banco de Daniel Vorcaro. Apesar disso, o ex-prefeito não é alvo da operação da PF. A principal suspeita da PF é de gestão temerária dos recursos previdenciários, com possíveis falhas de governança, ausência de análise técnica adequada, deficiência na avaliação de riscos e eventual direcionamento das aplicações financeiras, especialmente em favor do Banco Master. O que é investigado? A investigação apura possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) de Cajamar, responsável pela aposentadoria dos servidores municipais. Segundo a PF, aproximadamente R$ 107 milhões foram aplicados em quatro Letras Financeiras emitidas por dois bancos privados. Os investigadores suspeitam que as operações tenham ocorrido sem critérios técnicos adequados e com exposição excessiva do patrimônio previdenciário a investimentos de risco. Quando os investimentos foram feitos? As aplicações no Banco Master ocorreram em três etapas: outubro de 2023; dezembro de 2023; março de 2024.   O prefeito da época era Danilo Joan (PP). O político é aliado de primeira ordem do senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, que participou do evento de filiação de Danilo Joan ao partido em março deste ano. Segundo fontes da investigação, as apurações neste momento se concentram nos gestores do instituto previdenciário. O que a PF fez? A Operação Off-Balance cumpriu: seis mandados de busca e apreensão; medidas cautelares de afastamento de função pública; indisponibilidade de bens. As ordens foram expedidas pela 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo. As ações também ocorrem nos municípios de Cajamar, Boituva e São Paulo. Todos os alvos foram afastados das funções por decisão judicial. Quem são os alvos? Entre os investigados estão integrantes da direção e do comitê de investimentos do IPSSC. Luiz Henrique Miranda Teixeira, ex-diretor executivo do IPSSC Nomeado em julho de 2023 durante a gestão de Danilo Joan e exonerado a pedido em dezembro de 2025. Milton Marques Dias, advogado Diretor administrativo e financeiro do IPSSC desde dezembro de 2022 e integrante do Comitê de Investimentos. Marcelo Ribas de Oliveira, advogado; Diretor do Departamento de Benefícios do instituto e presidente do Comitê de Investimentos. Rafael Petrozziello, advogado Subsecretário municipal de Governo em Cajamar e integrante do Comitê de Investimentos do IPSSC. A defesa deles não foi localizada pela reportagem. A operação tem relação com outra investigação? Segundo a PF, a Operação Off-Balance não é um desdobramento da operação realizada anteriormente em Santo Antônio de Posse. Embora as investigações tenham características semelhantes e envolvam as mesmas instituições bancárias, os procedimentos tramitaram em paralelo, segundo os investigadores. O que diz a Prefeitura de Cajamar? A Prefeitura de Cajamar esclarece à população, que o Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar (IPSSC) possui personalidade jurídica própria, sendo uma autarquia municipal com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, responsável pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos servidores públicos municipais. Os investimentos financeiros realizados pelo Instituto seguem regras específicas da legislação aplicável aos regimes próprios de previdência, bem como a Política Anual de Investimentos e as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), não cabendo à Prefeitura de Cajamar participação direta, autorização ou execução das aplicações financeiras realizadas pela autarquia. Ressalta-se ainda que as aplicações realizadas ocorreram, à época, dentro das normas e parâmetros legais vigentes, considerando que a instituição financeira mencionada possuía autorização de funcionamento pelo Banco Central do Brasil e atendia aos critérios técnicos exigidos para este tipo de operação. Até o presente momento, não há confirmação de prejuízo efetivo aos pagamentos de aposentadorias e pensões dos servidores públicos municipais, que seguem garantidos normalmente. A atual administração municipal reforça que acompanha os desdobramentos do caso com transparência e responsabilidade, colaborando integralmente com as autoridades competentes sempre que solicitado. A Prefeitura de Cajamar reafirma seu compromisso com a legalidade, responsabilidade na gestão pública e respeito às instituições. Prefeitura Municipal de Cajamar Notícia anterior Banco Central BCBanco MasterCajamar SPConselho Monetário Nacional CMNPolícia Federal PFPP ProgressistasPrefeitoPrevidência Social PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda 13/05/2026 Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel 12/05/2026 Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF 12/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais Kassio convida Bolsonaro e

Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel

Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel

Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro Publicação no Diário Oficial ocorreu após a casa informar que cumprimira determinação do STF de afastar o parlamentar. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu semana passada manter o deputado estadual preso sem que a assembleia possa votar sua soltura. Por André Coelho Costa | TV Globo 12/05/2026 O deputado Thiago Rangel foi preso pela PF — Foto: Divulgação A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) publicou, na noite desta terça-feira (12), em edição extra do Diário Oficial, a exoneração de 40 assessores parlamentares e da chefe de gabinete do deputado Thiago Rangel (Avante). Considerando só os assessores, soma dos salários brutos da equipe de Rangel custava R$ 222.706,22, sem eventuais benefícios como auxílio educação e auxílio alimentação. Com o salário do deputado somado, a assembleia gastava R$ 257.481,39 por mês. A Alerj informou mais cedo que está cumprindo as determinações do Supremo Tribunal Federal (STF) e afastou o deputado estadual Thiago Rangel, preso durante a quarta fase da Operação Unha e Carne da Polícia Federal, que investiga fraudes na compra de materiais e contratação de serviços pela Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu semana passada manter o deputado estadual preso sem que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) possa votar sua soltura. O plenário da corte deliberou sobre o caso depois que o relator, o ministro Alexandre de Moraes, tinha determinado a manutenção da prisão preventiva do deputado. Segundo a Alerj, o parlamentar já está afastado e seu gabinete será destituído: “A Mesa Diretora vai cumprir na íntegra as determinações do STF. O parlamentar está afastado de suas funções e seu gabinete será destituído. O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Alerj abrirá um processo disciplinar para apurar o caso”. O suplente que ocupará a vaga é Wellington José, que já foi deputado entre 2021 e 2022. Ele recebeu 22.817 votos em 2022 quando concorreu pelo Podemos. Hoje está no União Brasil, e nas redes sociais publica fotos ao lado de Douglas Ruas (PL), presidente da Alerj e pré-candidato a governador. Em 2025 fez diversas postagens em apoio ao ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar. Em dezembro do ano passado, a Alerj chegou a derrubar em votação a prisão do ex-presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (PL). Na época, ele foi preso na quarta fase da Operação Unha e Carne, suspeito de vazar dados sobre a operação que investigava o também deputado estadual Tiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias. Bacellar foi preso novamente em março, depois que o TSE cassou seu mandato, por envolvimento com o chamado escândalo do Ceperj. Notícia anteriorPróxima notícia AGU Advocacia-Geral da UniãoPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano 12/07/2026 ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino 12/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões 12/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões Master: PF vê troca de celular e fim da empresa em risco de fuga de Miranda E agora, Valdemar? Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Justiça determina que Prefeitura de Nova Friburgo regularize abrigo após denúncias

Justiça determina que Prefeitura de Nova Friburgo regularize abrigo após denúncias

Justiça determina que Prefeitura de Nova Friburgo regularize abrigo após denúncias Decisão determina obras emergenciais, reforço na equipe técnica e medidas contra superlotação na Casa de Acolhimento Vila Sorriso. Por Nathalia Rebello | g1 12/05/2026 Justiça determina que Prefeitura de Nova Friburgo regularize abrigo — Foto: Nathalia Rebello/g1 Nova Friburgo – A Justiça determinou que a Prefeitura de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, regularize o funcionamento da Casa de Acolhimento Institucional Vila Sorriso, unidade responsável pelo acolhimento de crianças e adolescentes no município. A decisão liminar foi obtida pela Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude e expedida pela 1ª Vara de Família, da Infância, da Juventude e do Idoso. Entre as determinações, o município terá prazo de 90 dias para obter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e o Certificado de Fiscalização da Vigilância Sanitária. A decisão também obriga a prefeitura a realizar obras emergenciais imediatas para garantir condições mínimas de higiene e segurança na unidade. Entre as medidas previstas estão reparos nos banheiros utilizados pelos acolhidos, correção de infiltrações e vazamentos, além da retirada ou substituição de móveis que ofereçam risco. Além disso, o município deverá reforçar a equipe técnica da instituição em até 60 dias, com a contratação de dois psicólogos e dois assistentes sociais, e apresentar um plano emergencial para adequação da estrutura física e redução da superlotação. Segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), os problemas na Casa Vila Sorriso são acompanhados há pelo menos dez anos. Em inspeções realizadas desde 2016, o órgão já apontava falhas relacionadas ao número insuficiente de cuidadores e à escala de trabalho dos funcionários. Em 2024, a Justiça já havia determinado o aumento do número de profissionais na unidade após o Ministério Público identificar deficiência no atendimento, problemas estruturais e ausência de projeto pedagógico adequado. A nova ação civil pública foi motivada por uma inspeção realizada em setembro de 2025. De acordo com o MPRJ, a vistoria constatou superlotação e diversas irregularidades no abrigo. A capacidade oficial da unidade é de 20 vagas, mas havia 26 acolhidos no local durante a fiscalização. Em março deste ano, segundo o órgão, o número teria subido para 31 crianças e adolescentes. O Ministério Público informou ainda que, antes da ação judicial, expediu recomendações administrativas à prefeitura para correção das irregularidades. Como as medidas não teriam sido cumpridas, o órgão pediu tutela de urgência à Justiça. Em caso de descumprimento da decisão, foi fixada multa diária de R$ 500, limitada inicialmente a R$ 20 mil. O que diz a Prefeitura Em nota, a Prefeitura de Nova Friburgo informou que recebeu a decisão judicial “com serenidade e respeito às instituições” e afirmou que já vem adotando medidas para regularizar e aprimorar o funcionamento da unidade. Segundo o município, providências administrativas e estruturais estão em andamento para obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e do certificado da Vigilância Sanitária, além da realização gradual de melhorias no abrigo. A prefeitura afirmou ainda que solicitou acesso integral ao procedimento administrativo que embasou os apontamentos do Ministério Público, mas não teria recebido resposta. Segundo o município, a questão deverá ser discutida judicialmente com base no direito ao contraditório e à ampla defesa. Sobre a equipe técnica, a administração municipal informou que a unidade chegou a contar com quadro completo em 2025, mas parte dos profissionais deixou os cargos após aprovação em concursos públicos em outros municípios. A prefeitura disse que já adota medidas para recompor a equipe. O município declarou também que não teve acesso ao relatório técnico da inspeção realizada em setembro de 2025, o que teria dificultado a adoção imediata de medidas específicas, embora sustente que melhorias estruturais e operacionais já tenham sido implementadas nos últimos meses. Por fim, a Prefeitura reafirmou o compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes e informou que seguirá trabalhando no fortalecimento da rede de acolhimento institucional e na melhoria contínua dos serviços prestados. Notícia anteriorPróxima notícia Corpo de BombeirosMP-RJNova Friburgo RJRegião Serrana e Centro Sul FluminenseTJ-RJ Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ 19/05/2026 ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) 19/05/2026 Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Justiça suspende licitação de R$ 84 milhões da Prefeitura de Petrópolis

Justiça suspende licitação de R$ 84 milhões da Prefeitura de Petrópolis

Justiça suspende licitação de R$ 84 milhões da Prefeitura de Petrópolis Decisão aponta indícios de substituição de concursados por terceirizados; prefeitura afirma que vai recorrer e diz que mais de mil servidores já tomaram posse desde 2025. Por Priscila Torquato | g1 12/05/2026 Justiça suspende licitação de R$84 milhões da Prefeitura de Petrópolis — Foto: Priscila Torquato/g1 Petrópolis – A Justiça suspendeu o Pregão Eletrônico nº 31/2026 da Prefeitura de Petrópolis, que previa a contratação de uma empresa terceirizada para atuar na rede municipal de ensino. A decisão liminar foi proferida nesta segunda-feira (11) pela 4ª Vara Cível do município, após uma Ação Civil Pública movida pelo Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ). A licitação previa a contratação de serviços administrativos, operacionais e de apoio para a Secretaria Municipal de Educação, em um contrato estimado em R$ 84,6 milhões. Na ação, o sindicato alegou que a terceirização estaria sendo utilizada para ocupar cargos permanentes da rede municipal de ensino, em substituição à realização de concurso público, o que, segundo a entidade, viola o artigo 37, inciso II, da Constituição Federal. O Ministério Público também se manifestou favoravelmente à suspensão do pregão. O órgão apontou possível ilegalidade na terceirização de funções consideradas essenciais e permanentes dentro da estrutura da Educação municipal. Ao conceder a liminar, a juíza responsável pelo caso afirmou haver indícios de “burla à exigência de concurso público” e destacou que a terceirização poderia ferir princípios constitucionais como legalidade, moralidade e eficiência administrativa. A magistrada também considerou o risco de prejuízo aos cofres públicos e a possibilidade de consolidação de uma situação considerada de difícil reversão. Com a decisão, ficam suspensos imediatamente todos os atos relacionados ao Pregão Eletrônico nº 31/2026, incluindo qualquer medida de continuidade da licitação. A Justiça determinou ainda multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento da decisão, além de multa diária de R$ 1 mil. O Município de Petrópolis e o secretário de Administração foram intimados com urgência e terão prazo de 30 dias para apresentar contestação. O que diz a Prefeitura Em nota, a Prefeitura de Petrópolis informou, por meio da Secretaria de Educação, que o município passa por um período de transição, com a substituição gradual de profissionais terceirizados por servidores concursados. Segundo a pasta, mais de mil novos servidores já tomaram posse desde 2025. A secretaria afirmou ainda que a licitação previa redução de quase 50% no número de terceirizados em relação ao contrato atual e tinha como objetivo suprir funções não contempladas no último concurso, como apoio, manutenção e serviços gerais. O município informou também que novos chamamentos de concursados estão previstos e que irá recorrer da decisão judicial. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPetrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ 19/05/2026 ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) 19/05/2026 Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores

Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores

Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores Decisão liminar do Órgão Especial do Tribunal de Justiça aponta possível violação ao princípio da legalidade e risco de aumento de despesas públicas sem previsão em lei. Por Guilherme Peixoto e Rafael Nascimento | TV Globo e g1 Rio 12/05/2026 O ex-governador Cláudio Castro (PL) — Foto: Agência Brasil O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu trechos do decreto do ex-governador Cláudio Castro (PL) que ampliavam benefícios de segurança institucional para ex-governadores do estado. A decisão liminar foi assinada pelo desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto em ação apresentada pela deputada estadual Renata Souza (Psol). A medida suspende os artigos 3º e 4º do decreto publicado em fevereiro deste ano para regulamentar a lei que trata da segurança institucional de ex-governadores após o fim do mandato. Na decisão, o magistrado entendeu que o decreto extrapolou os limites previstos na própria legislação estadual ao permitir a ampliação do benefício para cônjuges e filhos de ex-governadores e ao prever possibilidade de extensão do prazo da segurança institucional. Segundo o relator, “não há previsão legal” para que a segurança institucional seja estendida “a cônjuges e filhos do ex-Governador”, o que torna “evidente a violação ao princípio da legalidade”. O desembargador também apontou preocupação com o impacto financeiro da medida. “O periculum in mora se apresenta pela possibilidade de criação de despesas para o combalido erário, sem a previsão legal”, escreveu o magistrado. A ação questiona ainda o trecho do decreto que autorizava a manutenção potencialmente indefinida da segurança institucional, condicionada apenas a avaliação administrativa de risco. Para a autora da ação, o decreto violaria princípios constitucionais como legalidade, moralidade, impessoalidade e interesse coletivo. Apesar da suspensão parcial, a Justiça manteve válido o dispositivo que permite ao ex-governador indicar servidores responsáveis pela segurança institucional. Segundo a decisão, nesse ponto o decreto segue modelo semelhante ao da legislação federal. A liminar vale até o julgamento definitivo da ação direta de inconstitucionalidade. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputada EstadualGovernadorPL Partido LiberalPSOLTJ-RJ PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda 13/05/2026 Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel 12/05/2026 Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores 12/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Marqueteiro de Flávio foi citado em plano de Vorcaro contra BC e recebeu R$ 650 mil de dono de agência

Marqueteiro de Flávio foi citado em plano de Vorcaro contra BC e recebeu R$ 650 mil de dono de agência

Marqueteiro de Flávio foi citado em plano de Vorcaro contra BC e recebeu R$ 650 mil de dono de agência OUTRO LADO: Publicitário nega ter participado do trabalho, afirma que seu nome foi incluído sem ele saber e que pagamento se refere a dívidas antigas Marcello Lopes recebeu em dezembro Pix do coordenador do chamado plano DV, que contratou influenciadores contra executivos do Banco Central Por Constança Rezende | Folha de S.Paulo 12/05/2026 O publicitário Marcello Lopes, da Cálix Propaganda, conhecido como Marcelão, que vai coordenar a comunicação da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – Arquivo pessoal Brasília – O publicitário Marcello Lopes, escolhido para coordenar a comunicação da campanha à Presidência do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), consta como um dos estrategistas do plano de ataques coordenados contra o BC (Banco Central) e servidores, contratado por Daniel Vorcaro, do Banco Master. A informação está no documento chamado “Projeto DV”, ao qual a Folha teve acesso. O nome e a foto de Marcelão, como é conhecido em Brasília, aparecem na página em que são apresentados os três membros da “equipe de estrategistas” do plano. Ele negou envolvimento na campanha contra o Banco Central e justificou o repasse de dinheiro como pagamento de serviços anteriores. Ele é listado ao lado de Thiago Miranda, dono da agência Mithi e responsável pelo projeto, e do publicitário Anderson Nunes, da Unltd Network, empresa que foi subcontratada para o plano. Miranda presta depoimento nesta terça-feira (12) à PF na investigação que apura os ataques.  A reportagem também obteve o comprovante de um pagamento via Pix feito por Miranda a Marcelão, no valor de R$ 650 mil em 13 de dezembro, momento em que o projeto DV estava em elaboração. A Unltd Network também recebeu repasse de Miranda dois dias depois, de R$ 400 mil. O uso de influenciadores no plano para atacar executivos do BC veio à tona em janeiro, mas foi interrompido após a PF começar a investigar os posts coordenados. Procurados, Miranda e Marcelão afirmam que não houve participação efetiva do marqueteiro de Flávio Bolsonaro no projeto, mas divergiram nas explicações do caso. Marcelão disse que recebeu a informação da inclusão de seu nome “com surpresa e indignação” e que não foi consultado sobre isso. Também disse que desconhece qualquer suposta campanha de ataques ao Banco Central ou a servidores mencionados na investigação da Polícia Federal. “O que me recordo é que o Thiago [Miranda] comentou comigo sobre a possibilidade de eu entrar em um projeto grande que ele estaria fechando. Na ocasião, informei que não teria como participar porque eu viajaria para os EUA no dia 24 de dezembro e retornaria apenas no início de fevereiro. Agradeci a indicação e, sinceramente, do que eu me lembro, foi só isso”, disse. Sobre o repasse de R$ 650 mil para a sua conta em 13 de dezembro, Marcelão afirmou que se tratava de pagamentos em atraso por serviços e consultorias profissionais anteriores realizados, “em outros trabalhos privados ao longo do tempo, sem qualquer relação com o projeto [DV]”. “Era uma dívida de alguns clientes que ele estava com dificuldade de pagamento”, disse. Questionado sobre quais teriam sido esses trabalhos prestados anteriormente, ele afirmou que seria para a “produção de campanha publicitária no ambiente on e off e produção de vídeo”, mas que não poderia dar detalhes. “Isso revelaria o cliente que tem cláusulas de confidencialidade que não me permitem divulgar essa informação”. Também afirmou não poder fornecer o contrato, por ser confidencial. Já Miranda afirmou que incluiu o nome de Marcelão porque ele o ajudaria a “dar peso para o trabalho”, pois teria “um nome muito forte”. “A gente usa muito disso no marketing, de concorrer numa licitação, de apresentar um projeto e colocar outros nomes, agências parceiras, para poder ganhar o projeto, concorrer, deixar mais robusto, então foi isso”, afirmou. Miranda disse que Marcelão deixou o projeto três semanas após uma reunião em que soube que o plano era para o Banco Master. Segundo ele, o marqueteiro de Flávio alegou conflito de interesses, pois “atende muitas contas importantes”. Sobre o pagamento de R$ 650 mil, Miranda disse que o fez para “poder assegurar que Marcelão realmente ajudasse no projeto”, mas disse que ele lhe estornou o dinheiro após deixar o plano. Questionado sobre quando foi feita a devolução, ele disse que não poderia fornecer a informação porque seu setor financeiro não está trabalhando nesta semana e que a responsável está de férias. Ao ser confrontado sobre a declaração de Miranda de que ele teria devolvido o Pix e demais informações desencontradas pelos dois, Marcelão afirmou que o dono da Mithi “está confuso e passando por um momento difícil, por ser acusado de algo que ele não fez”. Já Miranda respondeu que estaria desorientado, ao ser confrontado sobre as divergências do motivo do pagamento e da devolução. A Unltd admitiu ter atuado como fornecedora terceirizada da Mithi, de Thiago Miranda, para o projeto de gestão de crise, em dezembro de 2025 e janeiro deste ano. A empresa afirmou não ter nenhum vínculo ou relação comercial com o Banco Master ou com Daniel Vorcaro. A defesa do ex-banqueiro foi procurada nesta segunda-feira (11) e informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não iria se manifestar. Como mostrou a Folha, os ataques coordenados contra o BC (Banco Central) e o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução da autarquia, Renato Gomes, seguiram uma cartilha com instruções e direcionamentos elaborados pelo projeto DV, contratado por Vorcaro. Os extratos obtidos agora pela Folha mostram que as contratações somaram R$ 8 milhões, operadas pela Mithi. O Banco Central virou alvo após rejeitar a compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília) e decidir liquidar o Banco Master. A PF identificou cerca de 40 perfis que teriam sido contratados por Vorcaro para integrar o projeto. Marcelão é amigo de Flávio e um dos principais conselheiros de sua pré-candidatura à Presidência. Ele é dono da Cálix Propaganda e ex-policial civil do Distrito Federal. O publicitário prepara a saída da empresa para assumir oficialmente a função na campanha até o começo de junho. Como mostrou a Folha, ele recebeu carta branca de Flávio para coordenar a estratégia de comunicação da campanha, desde a parte digital até as inserções em rádio e TV, passando pela assessoria de

Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF

Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF

Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu Ex-secretário do Rio foi alvo de operação da PF nesta terça-feira (12) mirando fraudes em licitações da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, comandada por Queiroz à época. Por Márcio Falcão, Marco Antônio Martins e Ana Flávia Castro | TV Globo e g1 12/05/2026 Deputado Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) — Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados A Polícia Federal afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) ter reunido indícios de que o deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) se associou a causa animal para se beneficiar de um suposto esquema de fraude em licitações. Queiroz foi alvo da Operação Castratio, deflagrada no Rio de Janeiro nesta terça-feira (12), acusado de integrar um esquema de fraudes, peculato e lavagem de dinheiro relacionado à contratação de uma empresa de castração de animais via governo estadual. Segundo a PF, as irregularidades comecaram no período em que Queiroz chefiou a secretaria. “É importante frisar, desde já, que ao longo desses últimos anos, o engajamento do político com a causa animal foi decorrente, principalmente, desses contratos fraudados, gerando votos e prestígio”, diz a corporação. Em nota, a defesa do deputado Marcelo Queiroz afirma que “a tentativa de vincular a imagem do deputado a problemas do Governo do Estado se originou com alegações infundadas no período eleitoral da sua candidatura a prefeito em 2024, quando não aceitou apoiar o candidato do ex- governador do estado do Rio de Janeiro” Contratos chegam a R$ 200 milhões Na decisão que autorizou a ação, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pontua que as fraudes estão ligadas à empresa Consuvet—Soluções em Saúde Animal (entenda mais abaixo). A decisão destaca que Queiroz ocupava o cargo de secretário na pasta “justamente no período no qual se iniciaram as fraudes licitatórias em favor da empresa”. Os investigadores também apontam relação de assessores do então secretário com o esquema de fraudes. De acordo com a PF, a Consuvet não tinha “sequer estrutura compatível com a dimensão dos primeiros contratos firmados”. Mas, entre 2021 e 2023, fechou acordos para prestação de serviços de quase R$ 200 milhões, dos quais R$ 35 milhões já haviam sido pagos. “Constituída em julho de 2021, com capital social de apenas R$ 20 mil e sem filiais, firmou, nos quatro meses seguintes, acordos com a SEAPPA que somam mais de R$ 8,3 milhões. Se contados os contratos celebrados até 2023, o montante ultrapassa os R$ 193 milhões”, destaca a decisão. A investigação também aponta que foram autorizados aditivos contratuais que aumentaram de forma significativa os valores pagos à Consuvet, sem justificativa técnica. Além disso, o patrimônio de Queiroz teria crescido cerca de 665% no período, com base em declarações apresentadas à Justiça Eleitoral. Mesmo após deixar a secretaria para assumir o mandato como deputado federal, o parlamentar ainda mantinha vínculos com integrantes do grupo investigado. Firma privada Segundo mostrou o RJ2, a Consuvet, empresa privada que venceu a licitação, foi criada apenas 3 meses antes dos acordos milionários. A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro já haviam identificado indícios de superfaturamento e direcionamento. À época, a Polícia Civil apontou Antônio Emílio Santos como figura central da Consuvet. Antes da licitação, ele era diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Agricultura. Foi Antônio quem autorizou a abertura da licitação que contratou a empresa. Pouco tempo depois, passou a ser sócio da Consuvet. Da empresa, Antônio recebeu R$ 888 mil em apenas 8 meses, de acordo com relatórios de inteligência. A movimentação financeira chamou atenção das autoridades, incluindo um saque de mais de R$ 700 mil, em dezembro de 2023. As suspeitas recaem sob a empresa desde antes da abertura. O comprovante que a Consuvet apresentou de que era capaz de prestar o serviço foi emitido 17 meses antes da firma ser criada, e só depois da assinatura do contrato é que a empresa obteve o registro necessário do Conselho Regional de Medicina Veterinária. Papel do deputado A Polícia afirma que é preciso esclarecer se Queiroz atua como um líder do grupo ou como um beneficiário dos contratos fraudados, seja se enriquecendo ilicitamente ou a partir de engajamento político. Por isso, foi realizada a operação para o cumprimento dos mandados de busca e apreensão nesta terça. Os investigadores também argumentam que a companheira de Queiroz teria escondido o celular de Camila Costa da Silva, Subsecretária de Proteção e Bem-Estar Animal. Ao ser alvo de uma busca e apreensão anterior, Camila afirmou que o celular dela estava quebrado. Depois, foi analisado que o telefone foi usado um dia antes da ação na casa de Anna Caroline dos Santos, companheira de Queiroz. E Anna Caroline resistiu a entregar o aparelho. Operação da PF Agentes saíram para cumprir 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O g1 apurou que Queiroz foi abordado pela PF no Aeroporto Santos Dumont, quando se preparava para embarcar para Brasília. O celular dele foi apreendido. Nesta terça, policiais federais foram para endereços no Rio de Janeiro (Itaocara, Macaé, Niterói e a capital fluminense — e em São Paulo (São Roque e Mairinque). Na sede da secretaria, em Niterói, agentes apreenderam dinheiro em espécie. Cédulas também foram encontradas em São Roque. A investigação está sob responsabilidade da Polícia Federal e tramita no STF por envolver uma autoridade com foro privilegiado. Marcelo Queiroz iniciou a trajetória política em 2012 na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Também ocupou o cargo de secretário municipal de Administração. Em 2018, foi eleito deputado estadual e, depois, assumiu as secretarias estaduais de Meio Ambiente e de Agricultura do Rio. Em 2022, foi eleito deputado federal. O que dizem os citados Ao RJ2, ano passado, o governo disse que a Consuvet não prestava serviços desde abril de 2024. O deputado Marcelo Queiroz mandou a seguinte nota na íntegra: “A tentativa de vincular a imagem do deputado federal Marcelo Queiroz a problemas do Governo do Estado se originou com alegações infundadas no período eleitoral da sua candidatura a prefeito em 2024, quando não aceitou apoiar o candidato do ex-

Contrato de R$ 237 milhões da gestão Zema é suspenso após caso PCC explodir em Minas

Contrato de R$ 237 milhões da gestão Zema é suspenso após caso PCC explodir em Minas

Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado Acordo com a Renapsi foi firmado ainda sob Romeu Zema e barrado após prisão de fundador da entidade em investigação sobre lavagem de dinheiro ligada ao PCC Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 12/05/2026 Romeu Zema entrevista roda viva; contrato de R$ 237 milhões firmado em sua gestão foi suspenso após caso PCC. – Reprodução de vídeo Um contrato de R$ 237,6 milhões firmado pela gestão Romeu Zema com a Renapsi foi suspenso pelo governo de Minas Gerais após a prisão de Adair Antônio de Freitas Meira, apontado como fundador da entidade, em uma investigação sobre lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital, o PCC. O acordo, assinado em 17 de março de 2026, previa a execução do Programa Evolução Jovem, voltado à socioaprendizagem e à inclusão produtiva de estudantes da rede pública estadual. A suspensão foi noticiada após a repercussão da Operação Contaminatio, conduzida pela Polícia Civil de São Paulo. A investigação mira o uso de empresas e entidades ligadas a Meira para movimentar recursos ilícitos associados a operadores financeiros da facção criminosa. A defesa do empresário nega de forma veemente qualquer irregularidade ou ligação com o PCC. O caso amplia o desgaste político sobre contratos públicos ligados a Adair Meira. Nesta segunda-feira (11), a Fórum mostrou que a Fundação Pró-Cerrado, entidade ligada ao empresário, mantém contratos ativos que somam R$ 141.509.831,63 com o governo de Goiás, em acordos firmados entre 2021 e 2025. Contrato da gestão Zema previa R$ 237,6 milhões à Renapsi O Termo de Parceria 59/2026 foi celebrado entre o Estado de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, e a Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, a Renapsi, com interveniência da Secretaria de Estado de Educação. O documento oficial informa que o objeto da parceria era apoiar uma política pública de socioaprendizagem e inclusão produtiva para estudantes da rede pública estadual de Minas Gerais no âmbito do Programa Evolução Jovem. A cláusula quinta do termo estima o valor de R$ 237.600.000,00, a serem repassados conforme cronograma de desembolsos. A vigência prevista era de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial. O contrato foi assinado em Belo Horizonte em 17 de março de 2026. A data coloca o acordo dentro da gestão Zema, embora o documento tenha sido firmado formalmente por representantes da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, da Secretaria de Estado de Educação e da Renapsi. Zema entra no centro político do caso em Minas A conexão de Romeu Zema com o caso está no contrato mineiro. Não há, nos documentos consultados, apontamento de participação direta do então governador nos fatos apurados pela Operação Contaminatio. O desgaste político decorre do fato de que o acordo milionário com a Renapsi foi firmado durante sua gestão e só foi suspenso após a prisão de Adair Meira ganhar repercussão nacional. A Renapsi foi contratada para operacionalizar uma política pública de alto valor em uma área sensível: a inclusão produtiva de estudantes da rede estadual. A suspensão do contrato coloca sob pressão o discurso de eficiência administrativa associado por Zema à sua trajetória política. O caso também reforça a discussão sobre filtros de conformidade em contratos públicos com entidades privadas e organizações sociais. A Fórum já mostrou como o avanço do crime organizado sobre estruturas econômicas e políticas virou tema central no debate eleitoral. Caso PCC já havia atingido contratos em Goiás Em Goiás, o foco não é a Renapsi, mas a Fundação Pró-Cerrado. Segundo a reportagem publicada pela Fórum, com base em dados oficiais e no UOL, a entidade ligada a Adair Meira mantém contratos ativos de R$ 141,5 milhões com o governo goiano. Os acordos envolvem serviços terceirizados como apoio técnico especializado, motoristas, auxiliares administrativos e operadores de call center. A teia contratual inclui documentos firmados entre 2021 e 2025, além de aditivos que prorrogam serviços até 2026. O caso mais emblemático citado na reportagem é o Contrato 039/2025, no valor de R$ 28.094.459,04, para fornecimento de mão de obra exclusiva de apoio técnico especializado de nível superior. A assinatura eletrônica ocorreu em 14 de novembro de 2025. Quem é Adair Meira Adair Antônio de Freitas Meira é empresário de Goiás, ligado à Fundação Pró-Cerrado e ao Sistema Sagres de Comunicação. Ele foi preso durante a Operação Contaminatio, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo. A investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro associadas a operadores financeiros do PCC. Um dos eixos da apuração envolve a fintech 4TBank, apontada nas investigações como instrumento para movimentações financeiras de interesse da facção criminosa. No caso goiano, a própria Fundação Pró-Cerrado exibe Meira em seu site institucional como diretor-secretário-geral e instituidor da organização nos anos 1990. Em Minas, a relação em apuração envolve a Renapsi, entidade que assinou o contrato de R$ 237,6 milhões com o governo estadual. Renapsi e defesa negam irregularidades A Renapsi afirma que não é alvo da investigação e que Adair Meira não ocupa cargos de gestão nem mantém vínculo administrativo com a organização. A defesa de Meira nega qualquer ligação do empresário com o PCC. Os advogados sustentam que as acusações serão esclarecidas no processo e rejeitam a existência de irregularidades nas atividades atribuídas ao empresário. A suspensão do contrato em Minas, porém, paralisa uma parceria de R$ 237,6 milhões firmada na gestão Zema e expõe a dimensão nacional da crise. Depois de alcançar contratos da Fundação Pró-Cerrado com o governo de Goiás, o caso agora atinge um acordo milionário da Renapsi com o governo mineiro. Contrato milionário fica sob auditoria Com a suspensão, o Programa Evolução Jovem fica travado até que o governo mineiro conclua a análise sobre a continuidade da parceria com a Renapsi. O ponto central da crise é o uso de dinheiro público. Em Minas, são R$ 237,6 milhões previstos em contrato assinado sob Zema. Em Goiás, são R$ 141,5 milhões em contratos ativos da Fundação Pró-Cerrado, entidade ligada a Adair Meira, segundo a apuração publicada pela

MPRJ denuncia 11 policiais militares suspeitos de receber propina; cabo foi preso

MPRJ denuncia 11 policiais militares suspeitos de receber propina; cabo foi preso

Magé: Câmara de Vereadores contratou abastecimento de frota de tamanho desconhecido sem licitação Acusados foram afastados das atividades e tiveram porte de arma suspenso Por O Globo 12/05/2026 Fachada do prédio do Ministério Público do Rio de Janeiro — Foto: MPRJ/Divulgação O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou à Justiça 11 policiais militares pelo crime de corrupção em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Um mandado de prisão foi cumprido nesta terça-feira, com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) e da Corregedoria da Polícia Militar, contra o cabo Michel Maia Rodrigues. Por determinação da Auditoria da Militar, os acusados foram afastados das atividades e tiveram o porte de arma suspenso. De acordo com o Gaesp, os agentes estruturaram um esquema de corrupção no 39º BPM (Belford Roxo), no qual recebiam propinas semanais para prestar segurança a comércios durante o expediente de trabalho no batalhão. As investigações, segundo o MP, identificaram que Rodrigues atuava como articulador e intermediário do esquema, além de manter ligação com uma milícia local. A denúncia descreve que o pagamento das propinas era realizado todas as sextas-feiras a Rodrigues, que repassava os valores ao policial escalado para o serviço naquela semana. Mensagens trocadas entre o cabo e uma comerciante evidenciam a finalidade dos pagamentos, que era assegurar um policiamento diferenciado, no qual os agentes permaneciam à disposição, afirma o Ministério Público. Em uma ocasião, a interlocutora chegou a reclamar da ausência de uma viatura da PM no local. “Você conversa com os teus meninos aí”, cobrou a responsável pelo comércio. A partir da quebra de sigilo bancário dos investigados, a Divisão de Laboratório de Combate à Lavagem de Dinheiro e à Corrupção da CSI elaborou Relatório de Análise Bancária e Fiscal, que identificou dezenas de transações realizadas por Rodrigues aos demais denunciados, com valores e datas compatíveis com o modus operandi do esquema criminoso. A denúncia é mais um desdobramento da Operação Patrinus que, em sua fase anterior, em agosto de 2025, resultou na prisão de dez policiais que extorquiam dinheiro de comerciantes em Belford Roxo. Na ocasião, o Gaesp chamou atenção para o fato de o esquema criminoso configurar uma verdadeira subversão da lógica da segurança pública: policiais militares, que deveriam proteger a população sem cobrar qualquer valor, solicitavam pagamentos justamente para prestar o serviço de segurança, no exercício de suas funções e utilizando viatura, uniforme e armamento da corporação. Em nota, a Polícia Militar informou que equipes de sua Corregedoria Geral participou da ação que prendeu Rodrigues no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. A corporação afirma que “segue colaborando integralmente com as investigações relativas ao caso”. Notícia anteriorPróxima notícia Guapimirim RJMagé RJPP ProgressistasRegião Metropolitana e Baixada FluminenseVereador Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável

Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais

Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais

Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível PF mira irregularidades na licitação de um contrato da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, comandada por Queiroz à época. Por Marco Antônio Martins e Márcio Falcão | g1 Rio 12/05/2026 Marcelo Queiroz durante votação na última eleição para prefeito. No colo, a cachorrinha Rufina. — Foto: Reprodução/ TV Globo O deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB) é alvo, nesta terça-feira (12), da Operação Castratio, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar suspeitas de fraude em licitações no governo do estado. O RJ2 mostrou o caso em março do ano passado. A PF apura irregularidades em contratos de R$ 200 milhões, firmados pela Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para castração e esterilização de animais. Queiroz era o titular da pasta à época. Agentes saíram para cumprir 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O g1 apurou que Queiroz foi abordado pela PF no Aeroporto Santos Dumont, quando se preparava para embarcar para Brasília. O celular dele foi apreendido. Em nota, a defesa de Queiroz afirmou que as alegações são infundadas (leia abaixo) e que o parlamentar está à disposição para prestar todos os esclarecimentos. Firma privada Segundo mostrou o RJ2, a Consuvet, empresa privada que venceu a licitação, foi criada apenas 3 meses antes dos acordos milionários. A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro haviam identificado indícios de superfaturamento e direcionamento. A Polícia Civil tinha apontado Antônio Emílio Santos como figura central da Consuvet. Antes da licitação, ele era diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Agricultura. Foi Antônio quem autorizou a abertura da licitação que contratou a empresa. Pouco tempo depois, passou a ser sócio da Consuvet. Da empresa, Antônio recebeu R$ 888 mil em apenas 8 meses, de acordo com relatórios de inteligência. A movimentação financeira chamou atenção das autoridades, incluindo um saque de mais de R$ 700 mil, em dezembro de 2023. As suspeitas recaem sob a empresa desde antes da abertura. O comprovante que a Consuvet apresentou de que era capaz de prestar o serviço foi emitido 17 meses antes da firma ser criada, e só depois da assinatura do contrato é que a empresa obteve o registro necessário do Conselho Regional de Medicina Veterinária. Mandados Nesta terça, policiais federais foram para endereços no Rio de Janeiro (Itaocara, Macaé, Niterói e a capital fluminense — e em São Paulo (São Roque e Mairinque). Na sede da secretaria, em Niterói, agentes apreenderam dinheiro em espécie. Cédulas também foram encontradas em São Roque. A investigação está sob responsabilidade da Polícia Federal e tramita no STF por envolver uma autoridade com foro privilegiado. Marcelo Queiroz iniciou a trajetória política em 2012 na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Também ocupou o cargo de secretário municipal de Administração. Em 2018, foi eleito deputado estadual e, depois, assumiu as secretarias estaduais de Meio Ambiente e de Agricultura do Rio. Em 2022, foi eleito deputado federal. O que disseram os citados Defesa do deputado Marcelo Queiroz “A tentativa de vincular a imagem do deputado federal Marcelo Queiroz a problemas do Governo do Estado se originou com alegações infundadas no período eleitoral da sua candidatura a prefeito em 2024, quando não aceitou apoiar o candidato do ex- governador do estado do Rio de Janeiro. A defesa do deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) reitera o total respeito às instituições e ao processo legal, e ressalta que está à disposição para prestar todos os esclarecimentos”. Nota da Consuvet “Cumpre esclarecer que, diferentemente do afirmado, a Consuvet – Soluções em Saúde Animal, ao longo dos quatro anos de execução dos serviços, por meio de seus 52 pontos de atendimento e mais de 100 prestadores de serviço, não realizava marcações ou agendamentos diretos de atendimentos. As agendas eram disponibilizadas exclusivamente através do Programa RJPET, vinculado ao Estado do Rio de Janeiro, sendo os registros e agendamentos realizados de forma pessoal pelos próprios usuários interessados nos atendimentos. Esclarecemos ainda que todos os registros contendo os nomes dos Médicos Veterinários, profissionais vinculados à operação dos serviços, bem como os dados pessoais dos usuários atendidos, já foram devidamente encaminhados à Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, em observância às solicitações apresentadas e aos procedimentos legais aplicáveis. Da mesma forma, esclarece-se que o montante de R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais) mencionado não corresponde aos contratos efetivamente assinados pela empresa, razão pela qual eventual divulgação neste sentido não reflete a realidade contratual existente. Por fim, a Consuvet – Soluções em Saúde Animal reafirma sua total transparência e se coloca à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais junto aos órgãos competentes, sempre colaborando com as autoridades e atendendo às solicitações formalmente apresentadas.” Notícia anterior Fortaleza CEPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível 29/07/2026 Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada 29/07/2026 Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO) 29/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO) Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

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