Com Trump e bandeira americana, Flávio ameaça o Brasil com um outro tipo de golpe

Com Trump e bandeira americana, Flávio ameaça o Brasil com um outro tipo de golpe Além de correr o risco de ficar refém de presidente dos EUA, se vencer, Flávio Bolsonaro está brincando com fogo na eleição Por Eliane Cantanhêde | O Estado de S.Paulo 17/08/2026 O candidato a presidência pelo PL , Flávio Bolsonaro , participa de ato na praia de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro Foto: Pedro Kirilos/Estadão Os Estados Unidos e o presidente Donald Trump estão no centro da campanha eleitoral do Brasil e isso não vai parar, só piorar, com o presidente Lula usando a “soberania nacional” como sua principal bandeira e o senador Flávio Bolsonaro trocando o slogan “Pátria e Família” por imensas bandeiras americanas nos seus palanques. Esse contraste pode ser mais um erro de Flávio, um novo tiro no pé, num momento em que Trump e seu franco atirador Marco Rubio aumentam a pressão e acrescentam mais ameaças ao Brasil, além dos tarifaços que causam prejuízos à economia, aos negócios, a empregadores e empregados do Brasil. O que o eleitor independente acha disso? Não se espere que o senador repita a tentativa de golpe militar de Jair Bolsonaro, até porque as Forças Armadas, que já negaram apoio aos delírios autoritários do pai, muito menos dariam ao filho. Não há como descartar, porém, um outro tipo de golpe contra o Brasil: a entrega do País, de bandeja, para os EUA. Lula, que é favorito no primeiro turno, mas vai enfrentar uma pedreira no segundo, não vai desperdiçar a chance de explorar que Flávio ofereceu uma “equipe de transição” para os EUA, assim que (e se) for eleito, o que foi lido como um contrato: Trump interfere na eleição e Flávio paga dando o que ele quiser depois. A moeda é o interesse brasileiro. O Brasil é um País enorme e de riquezas extraordinárias, que incluem petróleo, que Trump adora, e terras raras, onde está o futuro. E ele pode exigir, por exemplo, que os EUA exportem etanol de milho para o Brasil – que tem o etanol de cana, melhor sob vários ângulos – e que os bancos, cartões e plataformas americanos não sofram qualquer fiscalização ou restrição no País. Também não está fora do radar a possibilidade, ou melhor, o enorme temor, de o governo Trump usar suas próprias regras e leis para aventuras militares nas nossas fronteiras ou águas internacionais, sob o pretexto de combater o PCC e o CV, que os EUA classificam, matreiramente, como “terroristas”. Não se esqueçam que Flávio já manifestou “inveja” quando Trump passou a bombardear embarcações da Venezuela, como ensaio, ou teste, para invadir o País, sequestrar o então presidente Nicolas Maduro e dedicar uma das maiores reservas petrolíferas do mundo para… empresas americanas. Tudo isso, inclusive a tentação de “agir” contra PCC e CV, já vem sendo sinalizado abertamente, ora por Trump, ora por Rubio e, vez ou outra, por assessores de primeiro, segundo ou até terceiro escalão. A mais recente ameaça foi revelada pelo jornal britânico Finantial Times: a intenção de aplicar nova sanção contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, provavelmente a já testada Lei Magnitsky. Se Moraes tem problemas e é alvo de críticas, isso é uma questão estritamente interna, que só diz respeito às instituições do Brasil e aos brasileiros. Não é admissível, sob qualquer hipótese, que um país estrangeiro venha se meter na Justiça, na política ou em qualquer outra frente nacional. Já não bastam os tarifaços sob falsos dados e argumentos? Por sinal, o governo Trump quer usar a quebra do sigilo da fonte contra Moraes. Como, se o próprio Trump faz o mesmo? E é esse Trump, que já acusou e volta a acusar o Brasil de censura e de não ser democrático, o mesmo que acaba de puxar o tapete da democrática Coréia do Sul para se pendurar em Kim Jong-Un, o ditador alucinado da Coréia do Norte. Trump não está nem aí para democracia, só pensa em poder, dominação e dinheiro e se alia aos que possam lhe garantir isso. À custa do quê? Da soberania dos seus países. Os bolsonaristas engolem qualquer versão, mas os independentes, não, e eles tendem a ser decisivos em eleições apertadas, como a de 2026. Além de correr o risco de ficar refém de Trump, se vencer, Flávio está brincando com fogo na eleição. Notícia anterior PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Com Trump e bandeira americana, Flávio ameaça o Brasil com um outro tipo de golpe 17/08/2026 Justiça começa a ouvir testemunhas em processo contra Lucinha; Eduardo Paes foi convocado pela acusação 10/08/2026 Os EUA já estão interferindo nas eleições brasileiras 10/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Chefes de gabinete de Zoe pedem demissão após divulgação de patrimônio 06/08/2026 Ricardo Salles diz que Brasil devia ter ‘cedido’ para evitar tarifaço dos EUA: ‘Foi para o tudo ou nada’ 21/07/2026 Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil 23/07/2026 Nem prisão de Vorcaro barrou negociação de imóvel de R$ 2,5 milhões para Jaques Wagner 30/07/2026 Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” 23/07/2026
PF encontra mensagem em que Lulinha e lobista investigada por fraudes no INSS tratam de negócios: ‘Nosso futuro é Suíça’

PF encontra mensagem em que Lulinha e lobista investigada por fraudes no INSS tratam de negócios: ‘Nosso futuro é Suíça’ Defesa de filho do presidente afirma que vai pedir apuração sobre ‘instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais’ Por Patrik Camporez e Sarah Teófilo | O Globo 17/08/2026 Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha — Foto: NELSON ALMEIDA / AFP Brasília – A lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeita de participação no esquema de fraudes do INSS, disse em mensagens a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que os dois trabalham em “outro” nível e que o futuro deles é a Suíça. Os diálogos estão sendo analisados pela Polícia Federal. A defesa de Lulinha disse que vai pedir uma investigação sobre a “instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais”. O conteúdo foi revelado pelo Metrópoles e confirmado pelo GLOBO. Um dos diálogos em poder dos investigadores ocorreu em 22 de março de 2024. A lobista diz a Lulinha: “Nosso nível tá outro. Nosso futuro é Suíça. Poucos negócio é bom (sic). Esse povo aqui tá em outra vibe”. O filho do presidente responde em seguida: “Isso. Deixa eles. Trabalho para caralho e nunca dá em nada”. Lulinha está sendo investigado em três inquéritos em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de tráfico de influência no governo federal. Uma das linhas seguidas pelos investigadores é a relação com a lobista, que tentou fechar contratos com a União. Os dois são amigos, e a relação já foi questionada por Lula em conversa com o filho. Na mensagem, Lulinha disse ainda ter participado de reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, e com o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde Swedenberger Barbosa. Quando a conversa ocorreu, Marcola despachava no gabinete presidencial e cuidava da agenda do presidente com parlamentares, ministros e empresários. Procurada, a defesa do filho do presidente disse que “reafirma sua confiança nas instâncias formais e adequadas de apuração dos fatos e se manifestará nos autos em momento adequado, somente após o acesso integral aos dados obtidos pelas quebras de sigilo”. A defesa disse ainda que solicitará, “uma vez mais, rígidas apurações da nefasta instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais”. “Caso estejamos diante de mais um lamentável episódio de violação do dever de sigilo funcional — crime previsto no art. 325 do Código Penal —, o recorte seletivo e a divulgação parcial das referidas supostas mensagens revelam um abandono de qualquer pretensão de imparcialidade e de obediência às leis, deixando de lado a verdade ou o interesse público para buscar, por meio da exposição midiática, efeitos que a via processual legítima e adequada não permitiria”, acrescentou. A defesa de Roberta Luchsinger não se manifestou. Repasses ao “Careca do INSS” Segundo as investigações, Roberta Luchsinger recebeu repasses do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, que somam R$ 1,5 milhão e seriam referentes a serviços de consultoria, segundo ela. Em uma das transferências, o empresário informou a um interlocutor que o dinheiro era destinado ao “filho do rapaz”, possivelmente em referência a Lulinha, segundo a PF. Conforme mostrou o colunista Lauro Jardim, do GLOBO, a PF desconfia que Luchsinger buscava diferentes formas de agradar o entorno de Lula. As investigações descobriram que ela comprou duas joias que Marcola pediu para presentear familiares no Dia das Mães de 2024. A investigação da PF aponta que Marcola enviou por WhatsApp a foto do modelo, e Roberta pagou a fatura de R$ 9,2 mil. Segundo o colunista Lauro Jardim, ao longo de 2024, a lobista repassou a ele um total de R$ 217 mil, entre transferências bancárias, pagamento de boletos e presentes. Em abril deste ano, depois de a PF já ter apreendido o celular de Roberta, Marcola devolveu R$ 249 mil. A diferença corresponderia ao total desembolsado pela lobista, acrescido de juros e correção monetária. O ex-chefe de gabinete classificou os repasses como um “empréstimo” e disse já ter quitado o valor. Ele deixou a equipe da coordenação da campanha de Lula à reeleição após o episódio vir à tona, há duas semanas. 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Marina é hostilizada por homem em ato de campanha de Haddad com mulheres

Marina é hostilizada por homem em ato de campanha de Haddad com mulheres Episódio ocorreu em marcha de estreia da campanha ao Governo de SP no centro de SP Candidata ao Senado afirma esperar que caso seja isolado e não defina tom da disputa Por Arthur Guimarães de Oliveira | Folha de S.Paulo 17/08/2026 Ex-ministra Marina Silva (Rede Sustentabilidade), candidato ao Senado por São Paulo, discursa em ato de lançamento da campanha de Fernando Haddad (PT) ao Governo do estado no centro da capital – Diogo Zacarias/Divulgação São Paulo – A ex-ministra Marina Silva (Rede Sustentabilidade), candidata ao Senado por São Paulo, foi alvo de hostilidade nesta segunda-feira (17) em caminhada com mulheres para o lançamento da campanha de Fernando Haddad (PT) ao governo paulista. O episódio ocorreu quando a manifestação estava em movimento, com caminhada da praça da República, no centro de São Paulo, para o Theatro Municipal. A candidata passava mal e havia sido retirada por sua equipe para fora da aglomeração que liderava a marcha. Nesse momento apareceu um homem, que não foi identificado e que começou a questionar se a ex-ministra estava voltando para a cena do crime. Ele teria chegado a encostar nela. A militância então o cercou. Houve bate-boca e confusão até ele ir embora. A ex-ministra foi acolhida em uma loja. Autoridades no local disseram não ter informação sobre o caso. No trio, já em frente ao Municipal, Marina disse que há seis meses sofreu um acidente e lesiou a coluna. Por isso, não pode fazer muito esforço, inclusive em caminhadas como aquela. Ela caracterizou o homem como “uma pessoa de forma muito agressiva [que] se colocou na [sua] frente”. Questionada sobre se teme que este seja o tom da campanha, ela afirmou esperar que seja um caso isolado, “porque o débito irá para aqueles que não desautorizam qualquer tipo de prática”. O candidato ao Palácio dos Bandeirantes tratou o caso como “intimidação”, enquanto a ex-ministra o classificou como “ataque verbal”. Antes do episódio, o ato transcorreu com normalidade. A concentração aconteceu por volta das 10h, na República. A representantes mulheres na política discursaram enquanto o público esperava a chegada da chapa de Haddad. Além do ex-ministro e de Marina, estavam presentes a candidata ao Senado por São Paulo Simone Tebet (PSB) e o candidato a vice-governador Márcio França (PSB). França, que chegou ressaltou a importância do eleitorado feminino e destacou o fato de que a chapa tem duas mulheres para o Senado, o que pode servir de diferencial para as eleições. O público, majoritariamente de mulheres, muitas delas mais velhas, começou a se amontoar com a chegada deles, já por volta das 12h. Outra presente foi a deputada Erika Hilton (PSOL-SP). Candidata à reeleição, ela criticou o “sucateamento das políticas de proteção às mulheres no estado” e destacou como a marcha sinaliza a importância do eleitorado feminino para a candidatura de Haddad. No fim da caminhada, discursaram Simone, Marina, Ana Estela (mulher de Haddad) e o candidato ao governo paulista. As falas duraram cerca de 20 minutos e se concentraram na exaltação ao eleitorado feminino e nas propostas de segurança pública para as mulheres. Notícia anteriorPróxima notícia Deputada FederalPSB Partido Socialista BrasileiroPSOLPT Partido dos TrabalhadoresREDE Rede SustentabilidadeSão Paulo SP Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Marina é hostilizada por homem em ato de campanha de Haddad com mulheres 17/08/2026 Amiga de Lulinha comprou solitários e colar de diamantes para braço direito de Lula, diz PF 17/08/2026 Lulinha orientou Roberta Luchsinger a emitir nota para cobrar empresário alvo da PF 18/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ministros do STF monitoram atuação de André Mendonça na nova investigação contra Lulinha 31/07/2026 Moradores relatam três dias sem energia em bairro de Teresópolis: ‘Meu pai é idoso e está sofrendo’ 20/07/2026 Wagner articulou encontro ‘discreto e protegido’ de Messias com ex-sócio do Master, mostra conversa 30/07/2026 Bomba lançada por drone fere 2 crianças em festa de rua em Cordovil, no Rio, dizem moradores 03/08/2026 Vídeo com IA de Bolsonaro leva à demissão de marqueteiros de Flávio 30/07/2026
Flávio Bolsonaro não relatou nenhum projeto em 2026

Flávio Bolsonaro não relatou nenhum projeto em 2026 Candidato à presidência pelo PL teve 35 dias de licença do Senado neste ano; ele recebeu a relatoria de 11 propostas Por Cedê Silva | Amado Mundo 17/08/2026 O senador Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado) O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não relatou nenhum projeto em 2026. A informação está disponível no site oficial do Senado. Ao longo do ano passado, Flávio recebeu a relatoria de 11 propostas, o que não quer dizer que tenha entregado 11 pareceres. Uma delas é um Projeto de Lei (PL) de Rogério Carvalho (PT-SE) para tipificar o crime de domínio territorial por organizações criminosas. O candidato do PL à presidência até hoje não entregou um parecer. No entanto, o presidente Lula sancionou em março deste ano o PL Antifacção (rebatizado por Guilherme Derrite de Marco Legal de Combate ao Crime Organizado), que tipifica o crime de usar violência para “exercer o controle, o domínio ou a influência, total ou parcial, sobre áreas geográficas, comunidades ou territórios”. No Senado, o texto foi aprovado por 64 votos a zero, inclusive com voto de Flávio. Projetos ficaram sem parecer de Flávio Bolsonaro Outro parecer que o senador do PL ainda não entregou foi o de um projeto de Fabiano Contarato (PT-ES) para aumentar as penas do crime de roubo e criar causa de aumento de pena quando o estelionato for cometido por meio de simulação de falsa deficiência, entre outras medidas. Flávio Bolsonaro tampouco entregou o parecer de um projeto de Sérgio Petecão (PSD-AC) para prever expressamente o porte de arma aos policiais penais, nem de outro PL de Augusta Brito (PT-CE), que visa “disciplinar o Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual e demais Crimes contra a Dignidade Sexual e à Violência Sexual para os atos praticados no âmbito da prestação de serviços de transporte público coletivo de passageiros”. No Congresso, parlamentares podem ser autores ou relatores de propostas. O autor é quem redige a proposta original; o relator, quem faz o parecer, define o texto que é de fato votado pelos colegas. A importância do relator é grande, visto que faz o texto final e porque os projetos precisam de relator para tramitar, para serem votados. Senador assinou 25 propostas em 2026 Flávio Bolsonaro assinou 25 propostas em 2026, incluindo PECs de autoria de outros senadores e requerimentos. Uma dessas propostas é a PEC 4/2026, de autoria dele mesmo, que proíbe a reeleição de Presidente. Apresentada no começo de março, a PEC não recebeu relator, e, portanto, não andou. Das 25 propostas assinadas por Flávio este ano, 11 são requerimentos de licença – por exemplo, para viagem ao Chile para a posse de José Antonio Kast; e a viagem no mês passado aos Estados Unidos para participar da audiência no USTR (United States Trade Representative) sobre a proposta de tarifaço contra o Brasil. Ao todo, o senador teve 35 dias de licença neste ano, sendo 12 dias na viagem para Israel, Bahrein e Emirados Árabes Unidos. Essa viagem começou no fim de janeiro, ainda durante o recesso parlamentar. Algumas das licenças foram para compromissos em Brasília ou no Rio de Janeiro, sem viagens internacionais. Comparação com os outros senadores do Rio Dos três senadores do Rio de Janeiro, Flávio é o único que não relatou nenhum projeto no ano. O senador Romário (que acaba de deixar o PL) relatou uma proposta em 2026. Foi o Projeto de Lei do governo Lula que autoriza prefeituras e o Distrito Federal a isentarem o ISS de empresas envolvidas com a Copa do Mundo feminina de 2027. A lei já foi sancionada e está em vigor. Romário foi reeleito em 2022 e está no meio de um mandato de oito anos. Já o senador Carlos Portinho (PL-RJ), candidato a um novo mandato, relatou duas propostas neste ano. Uma foi a MP 1342, que abriu crédito de R$ 1,3 bilhão para assistência a cidades de Minas Gerais atingidas por chuvas fortes. Ele também relatou uma PEC que inclui entidades associativas de futebol e organizações esportivas sem fins lucrativos em regimes específicos de tributação, como já ocorre com as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). Portinho entregou em junho o parecer à CCJ do Senado, que ainda não votou o texto. Procurada pelo Amado Mundo, a assessoria de imprensa da campanha de Flávio Bolsonaro não se manifestou. Notícia anteriorPróxima notícia PEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPL Projeto de LeiPSD Partido Social DemocráticoPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro não relatou nenhum projeto em 2026 17/08/2026 Com Trump e bandeira americana, Flávio ameaça o Brasil com um outro tipo de golpe 17/08/2026 Justiça começa a ouvir testemunhas em processo contra Lucinha; Eduardo Paes foi convocado pela acusação 10/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vorcaro falou com Sicário sobre ‘tomar medida urgente’ contra gestor que denunciou Master 22/07/2026 A regra do TSE é clara: punição para vídeo fake de Bolsonaro com IA é cassação de Flávio 27/07/2026 PF investiga suspeita de venda de decisões do STJ em benefício de empresário Luiz Estevão 23/07/2026 Ônibus é recolhido pela PRF enquanto atuava no transporte público em Petrópolis 03/08/2026 Justiça Eleitoral decide ação sobre investigação da campanha de Ferreti; prefeito de Angra dos Reis segue no cargo 04/08/2026
Amiga de Lulinha comprou solitários e colar de diamantes para braço direito de Lula, diz PF

Amiga de Lulinha comprou solitários e colar de diamantes para braço direito de Lula, diz PF Diálogos revelam que Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, deu presentes a Marcola enquanto fazia lobby no Planalto Por Tácio Lorran | Metrópoles 17/08/2026 Roberta Luchsinger e Marcola | Arte/ Metrópoles Diálogos interceptados pela Polícia Federal (PF) e obtidos com exclusividade pela coluna indicam que a lobista Roberta Luchsinger comprou joias de diamantes e deu presentes para Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-braço direito do presidente Lula (PT). Roberta Luchsinger é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e manteve negócios com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como operador de rombo bilionário na Previdência Social. Eles são investigados no âmbito da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, e em inquéritos que apuram corrupção e tráfico de influência, abertos no último mês. Até então, se sabia que Roberta tinha pagado boletos e contas pessoais de Marcola, conforme antecipou a colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O ex-assessor alega que contraiu um empréstimo pessoal de R$ 249 mil com a lobista. Agora, as mensagens revelam novos detalhes de como operava a amiga de Lulinha com um dos assessores mais próximos de Lula. Marcola despachava na antessala do presidente e fazia contato com ministros. Um dos diálogos aconteceu em 29 de abril de 2024. Roberta Luchsinger e Marcola conversam sobre a compra de uma joia. “Vou tentar desenhar na foto / para facilitar”, diz Marcola. Roberta responde: “Ela vai mandar mais fotos / Peraí”. O então assessor do presidente Lula diz: “ah ta bem / mas gostei dessas:”. Não fica claro nas mensagens, contudo, quais joias Marcola indicou gostar. Logo em seguida, Roberta afirma: “Ela sugeriu um brilhante / Vai mandar”. A lobista, então, envia duas fotos: um par de solitários e um colar de diamantes. “Boa”, agradece Marcola. Conversa entre Roberta Luchsinger e Marcola revela compra de joias para então chefe de gabinete de Lula A Polícia Federal suspeita que Roberta Luchsinger comprou joias, deu mimos e pagou boletos de Marcola para ampliar acesso e manter influência no núcleo duro da mais alta cúpula do governo Lula. A compra das joias foi revelada pelo jornal O Globo nesse domingo (16/8). Agora, a coluna traz detalhes sobre os bens e o teor das mensagens trocadas. Roberta Luchsinger foi contratada por empresários que compravam a influência dela e a de Lulinha para conseguir contratos. É o caso do Careca do INSS. A Polícia Federal identificou repasses que somam R$ 1,5 milhão de Antonio para Roberta. Em uma das transferências, o empresário diz a um interlocutor que o dinheiro era destinado ao “filho do rapaz”, possivelmente se referindo ao herdeiro do presidente Lula. O Careca do INSS atuava para vender canabidiol em larga escala ao Ministério da Saúde. O plano de negócios só foi interrompido por conta da Operação Sem Desconto. Quem também contratou Roberta foi o empresário Cleber Ribas, dono da 3Structure It Ltda. Conforme revelou a coluna, a PF já identificou um repasse de R$ 150 mil à lobista. Paralelamente, a 3 Structure It ganhou contratos com o governo federal que somam mais de R$ 80 milhões. Procurado, o advogado Roberto Podval, que assumiu a defesa da lobista, não quis comentar, em razão do sigilo do inquérito. A coluna tenta contato com Marcola. Interlocutores da defesa de Marcola informaram que as joias custaram R$ 9,2 mil e fazem parte do empréstimo de R$ 249 mil solicitado por Marcola a Roberta, que foi pago com juros e correção. Notícia anteriorPróxima notícia Fraudes no INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos Trabalhadores Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Amiga de Lulinha comprou solitários e colar de diamantes para braço direito de Lula, diz PF 17/08/2026 Lulinha orientou Roberta Luchsinger a emitir nota para cobrar empresário alvo da PF 18/08/2026 Ex-comandante da FAB diz ter temido golpe e “ruptura entre tropas” 18/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista 20/07/2026 Justiça determina que Garotinho cumpra sentença que suspende direitos políticos por 8 anos 11/08/2026 PF investiga suspeita de venda de decisões do STJ em benefício de empresário Luiz Estevão 23/07/2026 Para bom entendedor: partidos levam a sério a ameaça do TRE-RJ de barrar candidatos investigados por ligação com o crime organizado 20/07/2026 Novo pede abertura de processo contra Jaques Wagner no Conselho de Ética 31/07/2026
A grande democracia onde os legisladores são mais poderosos que o executivo

A grande democracia onde os legisladores são mais poderosos que o executivo Um presidente fraco demais também pode ser uma ameaça à democracia Por The Economist 16/08/2026 Congresso Nacional | Fotografia: Shutterstock Na última década, democracias ao redor do mundo foram dobradas à vontade de aspirantes a autocratas. Dos Estados Unidos à Turquia e Índia, homens fortes acumularam poder no poder executivo do governo e enfraqueceram as instituições que poderiam contê-los, especialmente os legislativos. Legisladores frustrados em outros lugares, portanto, podem invejar seus pares no Brasil, onde essa tendência está sendo inversa: na última década, o poder executivo brasileiro perdeu influência para os tribunais, especialmente para o Congresso. O equilíbrio de poder ficou tão distorcido que os legisladores brasileiros parecem não se importar mais com quem será eleito presidente nas eleições gerais de outubro. Alguns acreditam que quem vencer pode ser forçado a ceder às suas exigências. Os brasileiros podem estar descobrindo que, assim como o excesso de poder executivo é um desafio à democracia, um Congresso poderoso também pode ser. A disputa de 4 de outubro colocará dois candidatos presidenciais radicalmente diferentes um contra o outro: o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido como Lula, é um esquerdista de 80 anos. Seu rival, Flávio Bolsonaro, é o filho de 44 anos de um ex-presidente populista, Jair Bolsonaro, que cumpre uma sentença de 27 anos por planejar um golpe após perder uma eleição em 2022. Todos os 513 assentos na câmara baixa também serão renovados, assim como dois terços do Senado. No entanto, apesar da disputa polarizada, o maior bloco do Brasil, o Centrão, que representa 46% dos assentos no Congresso que está saindo, declarou sua neutralidade. Os chefes do partido permitirão que políticos locais apoiem qualquer candidato que escolherem. Na última década, enquanto uma sucessão de presidentes fracos governava o Brasil, o Congresso sequestrava o poder do executivo. Em 2016, em meio a uma enorme investigação de corrupção que prendeu dezenas de legisladores, legisladores impeacharam Dilma Rousseff, a presidente de esquerda na época, em parte porque sentiam que ela não fazia o suficiente para protegê-los dos investigadores. O sucessor da Sra. Rousseff, Michel Temer, governou com pouco apoio público. O Sr. Bolsonaro, que governou entre 2019 e 2022, deu aos legisladores controle cada vez maior sobre o orçamento federal para se proteger de tentativas de impeachment após sua desastrosa condução da pandemia de covid-19. Hoje, legisladores brasileiros controlam 25% dos gastos discricionários no orçamento federal, um aumento em relação aos 2% de 2015. Como gastar isso Esse poder sobre o orçamento é altamente incomum. Marcos Mendes, da Insper, uma universidade em São Paulo, e Hélio Tollini, assessor orçamentário da câmara baixa, compararam emendas do Congresso em 11 países da OCDE, um clube composto principalmente por países ricos. Em algumas, como Canadá e Austrália, os legisladores não têm direito de alterar o orçamento ou alocar fundos para si mesmos. Em outros, como Estados Unidos, França, Itália e Espanha, apenas cerca de 1% dos gastos discricionários do orçamento é destinado a emendas do Congresso. Na maioria desses estados, os legisladores propõem emendas ao orçamento, que nem sempre são aceitos. Não é assim no Brasil. Lá, o orçamento agora deve sempre incluir uma quantia para emendas do Congresso. Os congressistas frequentemente não estipulam para que vão usar o dinheiro. Eles indexaram o valor que o governo deve destinar às emendas ao crescimento da receita, de modo que seus subsídios crescem inexoravelmente. E praticamente eliminaram regras sobre transparência e rastreabilidade no uso de fundos. A proporção de dinheiro que o Congresso controla não é enorme. Mais de 90% do orçamento brasileiro de 6,5 trilhões de reais (US$ 1,2 trilhão) é gasto em despesas obrigatórias, como salários públicos, pensões e financiamento da dívida. Mesmo com o controle do Congresso sobre a fatia discricionária se expandindo, a parcela do orçamento destinada aos gastos obrigatórios está crescendo rapidamente. Em 2026, apenas 3,7% do orçamento, ou 46 bilhões de dólares, estavam disponíveis. Desse número, o Congresso controla US$ 12 bilhões. O fácil acesso a dinheiro aumentou as chances de reeleição dos atuais governadores, pois permite que os legisladores financiem projetos chamativos que seus eleitores gostam. Seus aliados políticos no governo local também se beneficiam. Em 2024, quando os brasileiros elegeram mais de 5.500 prefeitos e dezenas de milhares de vereadores, um recorde de 81% dos atuais que optaram por concorrer novamente mantiveram seus cargos. Na próxima eleição geral, 87% dos membros da câmara baixa concorrem à reeleição, a maior participação da história brasileira. No sistema partidário fragmentado do Brasil, onde os presidentes raramente têm maioria no Congresso, o controle do orçamento há muito era uma poderosa moeda de troca para o executivo. Presidentes poderiam fortalecer o apoio no Congresso ameaçando reter fundos para projetos de legisladores. Agora essa alavancagem é muito mais fraca. Em abril, o Senado rejeitou o indicado de Lula para a Suprema Corte, Jorge Messias. Ele foi o primeiro candidato presidencial desse tipo a ser recusado em mais de um século. Os senadores queriam que a vaga fosse ocupada por alguém de suas próprias fileiras. Não pode tocar nisso O Congresso está usando seus novos poderes para redigir mais leis. Entre 1988 e 2004, mais de 80% das novas leis no Brasil tiveram origem no Executivo. Em 2025, a participação era de 19%, enquanto o Congresso representava 75%. Isso não é ruim por si só, mas Beatriz Rey, da Universidade de Lisboa, observa que o Congresso se tornou mais suscetível a lobbies. No ano passado, aprovou apressadamente um projeto que esvaziou o licenciamento ambiental, sob pressão de grupos agroempresariais. Quando Lula vetou grandes partes do projeto, o Congresso reverteu a maioria de seus vetos. A corrupção explícita talvez seja o maior risco. Em julho, o Tribunal Federal de Contas divulgou uma amostra de 100 chamadas “emendas Pix”, onde quantias relativamente pequenas de dinheiro são enviadas diretamente por um legislador ao seu município local. As bolsas da amostra totalizaram cerca de 40 milhões de dólares e foram enviadas a 75 beneficiários entre 2020 e 2024. Irregularidades foram
MPRJ solicita que Município de Conceição de Macabu adote medidas para cumprir prazos de resposta a requisições

MPRJ solicita que Município de Conceição de Macabu adote medidas para cumprir prazos de resposta a requisições No documento, o MP requer que o município estabeleça fluxo interno de controle e acompanhamento dos expedientes encaminhados pelo Ministério Público, com a definição de responsáveis pelo monitoramento dos prazos. Por MPRJ 12/08/2026 MPRJ solicita que Município de Conceição de Macabu adote medidas para cumprir prazos de resposta a requisições A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé encaminhou uma Recomendação ao Município de Conceição de Macabu, na quinta-feira (06/08), para que sejam adotadas medidas que garantam o cumprimento dos prazos fixados nas requisições do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). O requerimento ocorre após a gestão municipal solicitar, com frequência, a prorrogação dos prazos para responder às demandas ministeriais. No documento, o MP requer que o município estabeleça fluxo interno de controle e acompanhamento dos expedientes encaminhados pelo Ministério Público, com a definição de responsáveis pelo monitoramento dos prazos. A Recomendação também pede que os pedidos de prorrogação de prazo não sejam utilizados como prática administrativa rotineira, reconhecendo seu caráter excepcional, e que sejam formulados somente em situações devidamente fundamentadas e acompanhadas da demonstração objetiva da impossibilidade de atendimento no prazo originalmente concedido. A Promotoria explica que a conduta provoca atrasos na tramitação dos procedimentos internos, prejudicando a obtenção de provas e dificultando a solução consensual das demandas. “A Administração Pública deve organizar sua estrutura administrativa de modo a assegurar o atendimento às requisições dos órgãos de controle. A demora no atendimento às requisições ministeriais constitui obstáculo à adequada consecução dos elementos de prova”, destaca um dos trechos. Notícia anteriorPróxima notícia Conceição de Macabu RJMP-RJNorte e Noroeste Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ solicita que Município de Conceição de Macabu adote medidas para cumprir prazos de resposta a requisições 12/08/2026 Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas 20/08/2026 GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves 06/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ex-prefeita de Magé Núbia Cozzolino é condenada a mais de 80 anos por falsificação de documentos judiciais 05/08/2026 TCE vê indícios de irregularidades em investimento de quase R$ 60 milhões do Itaprevi no Banco Master 06/08/2026 Ex-comandante da FAB diz ter temido golpe e “ruptura entre tropas” 18/08/2026 Master não era elegível em aporte de R$ 80 milhões do Iprev de Maceió, diz PF 10/08/2026 “Amor não correspondido”: Cleitinho apoia Flávio, mas PL lança rival contra ele em Minas 10/08/2026
MPRJ encaminha recomendações ao Município de Casimiro de Abreu nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana

MPRJ encaminha recomendações ao Município de Casimiro de Abreu nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana Os documentos recomendam a implementação de um plano municipal de saúde da pessoa idosa, a disponibilização de profissionais de apoio escolar e a revisão do plano municipal de mobilidade urbana. Por MPRJ 12/08/2026 MPRJ encaminha recomendações ao Município de Casimiro de Abreu nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé, encaminhou no último dia 06/08 três Recomendações ao Município de Casimiro de Abreu para a adoção de medidas nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana. Os documentos recomendam a implementação de um plano municipal de saúde da pessoa idosa, a disponibilização de profissionais de apoio escolar e a revisão do plano municipal de mobilidade urbana. O município tem prazo de dez dias para informar se acatará as Recomendações. Saúde da pessoa idosa Em uma das Recomendações, o MPRJ solicita que o município implemente um plano municipal de saúde da pessoa idosa, com diretrizes para a rede assistencial, metas de cobertura e estratégias de cuidado integral. Também recomenda a capacitação permanente dos profissionais da atenção primária para a aplicação da avaliação multidimensional e a apresentação, no prazo de 30 dias, de relatório sobre as providências adotadas. O documento destaca que o Estatuto da Pessoa Idosa assegura a atenção integral à saúde dessa parcela da população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Ressalta ainda que o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva da Saúde (CAO Saúde/MPRJ) desenvolve estratégia de atuação voltada ao acompanhamento da atenção integral à saúde da pessoa idosa. Apoio escolar Na área da educação, o MPRJ recomenda que o município disponibilize, no prazo de 15 dias, profissionais de apoio escolar para atender a todos os alunos público-alvo da educação especial matriculados no CIEP 406 Ludevis Teixeira Bastos, inclusive na turma noturna da Educação de Jovens e Adultos (EJA). O déficit de profissionais foi identificado por equipe técnica do MPRJ. A Recomendação também estabelece que a distribuição dos profissionais considere as necessidades específicas dos estudantes, evitando que turmas com vários alunos que demandem maior suporte fiquem sob a responsabilidade de apenas um profissional. O município também deve promover a capacitação desses profissionais para a atuação na inclusão pedagógica e social dos estudantes, em articulação com os professores regentes e a sala de recursos. O documento ressalta que a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência prevê a oferta de profissionais de apoio escolar para auxiliar nas atividades de alimentação, higiene, locomoção e demais necessidades no ambiente escolar. Mobilidade urbana Na área de mobilidade urbana, o MPRJ recomenda que o município revise seu plano municipal, adequando-o à Política Nacional de Mobilidade Urbana e corrigindo as fragilidades apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) relacionadas ao diagnóstico, planejamento, definição de metas e indicadores, cronograma de execução, estimativa de custos, monitoramento e avaliação da política pública. A Recomendação também prevê a divulgação das ações planejadas e executadas, o aperfeiçoamento do planejamento e do acompanhamento orçamentário, revisões periódicas do Plano Plurianual, capacitação dos servidores responsáveis e maior integração entre os órgãos municipais relacionados às políticas de mobilidade urbana, habitação, saneamento e meio ambiente. A Promotoria destaca que, segundo relatório do TCE-RJ, apenas 20% da política municipal de mobilidade urbana está adequada aos parâmetros legais e gerenciais analisados pelo órgão, indicando elevado risco na formulação, execução e avaliação da política pública. Destaca ainda que o município informou não possuir mecanismos de consolidação e monitoramento da execução das metas previstas no Plano de Diretrizes para a Mobilidade Urbana. Notícia anteriorPróxima notícia Casimiro de Abreu RJMP-RJRegião dos Lagos Baixada LitorâneaSUS Sistema Único de SaúdeTCE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ encaminha recomendações ao Município de Casimiro de Abreu nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana 12/08/2026 MPRJ solicita que Município de Conceição de Macabu adote medidas para cumprir prazos de resposta a requisições 12/08/2026 Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas 20/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Davi Alcolumbre/ FábioFarias: “as suíças estarão lá?” Sim”, diz Vorcaro 03/08/2026 Gabinete presidencial, cannabis medicinal e tráfico de influência: entenda a nova investigação da PF contra Lulinha 31/07/2026 Romário diz à Justiça que penhora de salário no Senado compromete sua sobrevivência 04/08/2026 Bastidores: PF tentou evitar distribuição automática para André Mendonça de nova investigação sobre Lulinha 31/07/2026 Câmara de Aperibé aprova auxílio-alimentação de R$ 1 mil para vereadores 05/08/2026
Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão

Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão Alvo foi o ex-secretário do governo do Maranhão Raimundo Cutrim que, segundo a investigação, mantinha contato com o profissional Por O Globo 11/08/2026 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal — Foto: Rosinei Coutinho/STF Rio de Janeiro – Entidades da imprensa criticaram nesta terça-feira à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que determinou a realização de operação de busca e apreensão pela Polícia Federal (PF) contra a fonte de um jornalista do Maranhão. O profissional fez uma reportagem sobre o uso de veículo oficial por Flávio Dino, também integrante da Corte. Em março, o jornalista Luis Pablo, autor do texto, foi alvo de uma operação e teve seu celular apreendido. Agora, foi a vez do ex-secretário do governo do Maranhão Raimundo Cutrim que, segundo a investigação, mantinha contato com Luis Pablo. A ação foi pedida pela PF e teve a concordância da Procuradoria-Geral da República (PGR). A medida determinada por Moraes foi contestada pela Associação Nacional de Jornais. Presidente da entidade, Marcelo Rech defendeu que o episódio represente “séria ameaça à liberdade de imprensa”: — A busca e apreensão em razão de informação jornalística abre um precedente muito perigoso. É uma séria ameaça à liberdade de imprensa, porque a Constituição, em seu artigo 5, inciso XIV, é taxativa em proteger o sigilo da fonte quando necessário para o exercício profissional — afirmou Rech. Em outra manifestação conjunta, a ANJ juntou-se à Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e à Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) para externar “profunda preocupação” com a autorização da busca e apreensão contra Raimundo Cutrim. “Ações judiciais que quebram o sigilo da fonte não têm amparo constitucional e abrem precedentes que ameaçam a liberdade de imprensa, amparada pela Constituição de 1988”, frisa a nota assinada pelas três entidades. “Casos de questionamentos a reportagens devem ser tratados dentro da lei, que prevê direito de resposta e indenizações. A violação do sigilo do profissional e de suas fontes leva a intimidações contra a imprensa que não condizem com o Estado Democrático de Direito e o livre exercício do jornalismo”, prossegue o texto. Entenda o caso A PF apontou que Cutrim usou o cargo público para obter as informações e as imagens dos veículos que foram posteriormente divulgadas por Luis Pablo. Os dados, segundo a PF, teriam sido obtidos a partir de sistemas com acesso controlado. “Ficou demonstrado que RAIMUNDO SOARES CUTRIM foi o responsável pela obtenção de informações de sistemas acesso restrito, as quais foram repassadas para Luis Pablo, bem como o fornecimento de filmagens da família do Ministro Flavio Dino, das quais ainda se precisa esclarecer sua origem, tendo sido todo este material publicado no blog do jornalista”, diz trecho de relatório da PF citado na decisão de Moraes. Os investigadores também localizaram conversas entre Luis Pablo e Diogo Lima, ex-secretário Municipal de Urbanismo e Habitação de São Luís (MA). A PF disse que encontrou várias trocas de mensagens com o objetivo de produção de matérias com o intuito de passar uma imagem negativa de Flávio Dino. “No contexto da relação entre LUÍS PABLO e DIOGO DINIZ LIMA, de acordo com a Polícia Federal, também foram identificadas trocas de mensagens em que se constatou uma transferência bancária, no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais) de DIOGO LIMA em favor de LUIS PABLO, mas depositada na conta de um terceiro, DANILO CUTRIM BEZERRA. O transferência seria para quitar parte do valor referente à compra de um imóvel pertencente a pessoa de DANILO CUTRIM, efetuada por LUIS Pablo” , diz trecho da decisão que autorizou as buscas. Segundo os investigadores, o jornalista Luis Pablo é suspeito de perseguir Flávio Dino. Em nota, a defesa de Raimundo Cutrim afirmou que “ainda não teve acesso aos processos, nem sobre as operações anteriores nem sobre as de hoje”. “Observa-se que as operações de hoje dizem respeito às notícias divulgadas pelo jornalista Luís Pablo referentes ao uso irregular, pela família do ministro Flávio Dino, de viaturas de Tribunal de Justiça do Maranhão, denúncias estas que seguem sem apuração”. Em nota, a assessoria do ministro Flávio Dino afirmou que “jamais houve uso irregular de veículos oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão”. “Um carro blindado foi cedido por solicitação da Secretaria de Segurança do STF, no âmbito de acordo de cooperação vigente com todos os tribunais do país. A assessoria não pode transmitir detalhes de segurança do ministro e de sua família, inclusive porque ele é alvo constante de agressões e ameaças, como é público e notório”. Ainda de acordo com o ministro, “investigações recentes demonstraram que até mesmo os veículos particulares do ministro e sua família eram ‘monitorados’ e seguidos”. O processo tramita em segredo de justiça. “Em face de fatos novos, o gabinete já solicitou providências adicionais de segurança para o ministro e sua família, também de natureza reservada”, finaliza a nota de Dino. Em julho, Dino decretou a prisão domiciliar do então secretário Raimundo Cutrim em outra investigação. Neste outro caso, também sob sigilo no STF, há a suspeita de que Cutrim tenha cometido os crimes de obstrução de Justiça e coação no curso do processo. Notícia anterior Constituição FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSão Luís MASTF Supremo Tribunal FederalTJ-MA Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026 PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master 10/08/2026 Master não era elegível em aporte de R$ 80 milhões do Iprev de Maceió, diz PF 10/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Receita pede que PF compartilhe laudos de joias sauditas dadas a Bolsonaro 23/07/2026 Déficit nas estatais: quais empresas mais pressionam o governo 02/08/2026 TCE oficializa perda
Acredite se quiser: Nikolas explica como multiplicou patrimônio em 10.000% no mandato

Acredite se quiser: Nikolas explica como multiplicou patrimônio em 10.000% no mandato Salto patrimonial impressionante do deputado federal Nikolas Ferreira gera forte repercussão e coloca em xeque a origem de um milhão de reais por ano amealhado durante o mandato Por Renato Rovai | Fórum 11/08/2026 O deputado Nikolas Ferreira – Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados A política brasileira nunca deixa de surpreender, mas alguns episódios superam a ficção. Nos bastidores e nas redes, o salto patrimonial do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), conhecido pelo apelido de “Chupetinha” e em negociações para migrar para o partido Novo, virou alvo de profunda perplexidade. Os números falam por si sós e escancaram uma guinada financeira avassaladora. Em 2022, na declaração de bens anterior, o parlamentar registrava modestos R$ 36.820,46. Agora, para disputar a reeleição e apresentar sua nova declaração de bens ao Tribunal Superior Eleitoral, o valor saltou para impressionantes R$ 3.898.456,67. É uma multiplicação superior a 10.000% em quatro anos de mandato. Isso representa uma média de quase R$ 1 milhão acumulado por ano — uma façanha matemática impressionante para quem vive de subsídio parlamentar. Diante do espanto geral, vieram as justificativas. Nikolas teria construído, paralelamente ao mandato, uma atividade empresarial baseada em palestras e em uma escola de inglês voltada ao público cristão — o milagre da multiplicação não seguiu os passos do “padrinho” político Flávio Bolsonaro, cuja criatividade jurídica em contratos de meio milhão de reais também desafia a lógica. No caso de Nikolas, a explicação encontrada foi o empreendedorismo fulminante pós-diplomação. A narrativa de boa gestão financeira desaba quando confrontada com a realidade dos fatos. Com um salário bruto de parlamentar girando em torno de R$ 40 mil, guardar e investir a ponto de amealhar quase R$ 100 mil líquidos por mês é uma conta que simplesmente não fecha na ponta do lápis. Além disso, o padrão de vida exibicionista — com viagens internacionais para finais da Champions League e deslocamentos em jatinhos particulares — contrasta fortemente com o discurso de frugalidade. É uma crítica que vai além da matemática da declaração patrimonial. O ponto central é saber como um político profissional, em poucos anos de carreira, consegue combinar mandato parlamentar, negócios privados e uma mudança tão expressiva no padrão de vida. Historicamente, a política de esquerda e de centro-esquerda sempre conviveu com lideranças de hábitos simples que atravessam décadas de vida pública sem ostentação, por exemplo, José Genoíno nos anos 1980, quando o então deputado aparecia na faculdade dirigindo um Chevette e percorrendo o estado em um carro antigo para fazer campanha. Em contrapartida, a nova direita aposta na hipertrofia de contas bancárias e na monetização da própria imagem política. Nikolas já atacou a deputada Erika Hilton argumentando que, se ela não conseguiu acumular dinheiro durante o mandato, não teria condições de governar o país. A lógica é invertida. O fato de um político não enriquecer rapidamente durante o exercício do mandato não deveria ser tratado como sinal de incompetência. Ao contrário, a pergunta que deveria ser feita é: por que um parlamentar precisaria transformar o período de atuação política em uma oportunidade extraordinária de acumulação patrimonial. Que tipo de relação a política brasileira está estabelecendo com a riqueza pessoal de seus representantes? A resposta não pode ser simplesmente transformar o enriquecimento de um parlamentar em símbolo de sucesso. Se a política passa a ser medida pela capacidade de acumular patrimônio, o mandato corre o risco de deixar de ser visto como instrumento de representação pública e passar a funcionar como trampolim para projetos privados. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalSenadorTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Acredite se quiser: Nikolas explica como multiplicou patrimônio em 10.000% no mandato 11/08/2026 Presidente da CPI do INSS aumenta patrimônio de R$ 3,5 milhões para R$ 13,6 milhões em apenas 2 anos 11/08/2026 Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana “Se eu tomasse uma facada ganhava a eleição”: Joice Hasselmann revela o que Bolsonaro disse em 2018 (VIDEO) 23/07/2026 Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil 23/07/2026 Mapas, manuais de explosivos e cálculo de custos: como grupo planejava ataques em Brasília 10/08/2026 Apesar da proibição de atividade política, Bolsonaro decidirá vice de Flávio, diz Valdemar 21/07/2026 Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai 17/07/2026
Presidente da CPI do INSS aumenta patrimônio de R$ 3,5 milhões para R$ 13,6 milhões em apenas 2 anos

Presidente da CPI do INSS aumenta patrimônio de R$ 3,5 milhões para R$ 13,6 milhões em apenas 2 anos O presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana (PSD), candidato à reeleição por Minas Gerais, declarou possuir R$ 13,64 milhões em bens ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as eleições de 2026. Em 2024, quando disputou a Prefeitura de Belo Horizonte, ele declarou R$ 3,5 milhões. Por Lucas Allabi | O Estado de S.Paulo 11/08/2026 Senador Carlos Viana durante entrevista no programa Roda Viva Foto: TV Cultura/Reprodução A alta no valor foi de 282,6% entre os dois anos, ou seja, o senador quase quadruplicou suas posses. Em 2026, ele declarou possuir R$ 6,31 milhões na categoria Dívidas Agrárias e Consórcios, causando essa disparidade. Viana afirmou ao Estadão: “Tudo o que possuo está declarado de forma aberta e com toda transparência. Minhas dívidas respondem por metade da declaração e não podem ser consideradas como patrimônio. Uma conta simples de comparação mostra que meu patrimônio líquido diminuiu em relação a 2018.” Na sequência aparecem imóveis, avaliados em R$ 4,1 milhões, e participações em empresas, de R$ 2,5 milhões. Em 2024, o bem de maior valor de Viana era um apartamento avaliado em R$ 1,96 milhão. O político mineiro foi eleito pela primeira vez em 2018, conquistando uma vaga no Senado com 3,57 milhões de votos. Em 2022, concorreu ao governo de Minas Gerais pelo PL, ficando em quarto lugar na disputa. Em 2025, ele assumiu a presidência da CPMI do INSS no Congresso Nacional. Notícia anteriorPróxima notícia CPI Comissão Parlamentar de InquéritoFraudes no INSSPSD Partido Social DemocráticoSenadorTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Presidente da CPI do INSS aumenta patrimônio de R$ 3,5 milhões para R$ 13,6 milhões em apenas 2 anos 11/08/2026 Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026 PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master 10/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) 13/07/2026 Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões 17/07/2026 Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6 20/07/2026 MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido 14/07/2026 Mensagens e áudios indicam lista de propina do PCC para delegacias de SP (ÁUDIO) 22/07/2026
MPRJ obtém cumprimento definitivo de condenação que suspende direitos políticos de Garotinho por oito anos

MPRJ obtém cumprimento definitivo de condenação que suspende direitos políticos de Garotinho por oito anos Na ação que resultou na condenação, Garotinho é acusado pelo MPRJ de participar de esquema criminoso que desviou R$ 234,4 milhões da Secretaria Estadual de Saúde entre 2005 e 2006, quando ele ocupava o cargo de secretário de Estado de Governo. Por MPRJ 11/08/2026 MPRJ obtém cumprimento definitivo de condenação que suspende direitos políticos de Garotinho por oito anos O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve decisão judicial que determina o cumprimento definitivo da sentença condenatória em ação de improbidade administrativa contra o ex-governador Anthony Garotinho. O Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública estabeleceu que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sejam comunicados sobre o trânsito em julgado da condenação e a suspensão dos direitos políticos de Garotinho pelo prazo de oito anos. Na ação que resultou na condenação, Garotinho é acusado pelo MPRJ de participar de esquema criminoso que desviou R$ 234,4 milhões da Secretaria Estadual de Saúde entre 2005 e 2006, quando ele ocupava o cargo de secretário de Estado de Governo. O MPRJ demonstrou que foram esgotados os recursos apresentados pelo réu aos tribunais superiores e que não há mais qualquer decisão suspendendo os efeitos da condenação. O Juízo também recebeu os cálculos atualizados dos valores da condenação. O ressarcimento ao patrimônio público estadual, originalmente fixado em R$ 234,4 milhões, foi atualizado para aproximadamente R$ 2,55 bilhões. A multa civil foi atualizada para cerca de R$ 778 mil, e a indenização por danos morais coletivos alcançou aproximadamente R$ 11,9 milhões. Os valores ainda poderão ser corrigidos até a data do efetivo pagamento. Além disso, o Juízo determinou que o Estado seja intimado a se manifestar, no prazo de 15 dias, sobre a liquidação e o cumprimento da sentença relativos ao ressarcimento ao erário e à multa civil. Após a manifestação do Estado, Garotinho deverá ser intimado para efetuar o pagamento desses valores. O ex-governador deverá pagar, ainda, no prazo de 15 dias, a indenização por danos morais coletivos. Por fim, a decisão estabelece que a Secretaria de Estado da Casa Civil, a Secretaria Municipal de Governo e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos sejam oficiados para comunicar a proibição de o executado contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de cinco anos, contado do trânsito em julgado. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJRepublicanosTRE-RJTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ obtém cumprimento definitivo de condenação que suspende direitos políticos de Garotinho por oito anos 11/08/2026 MPRJ encaminha recomendações ao Município de Casimiro de Abreu nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana 12/08/2026 MPRJ solicita que Município de Conceição de Macabu adote medidas para cumprir prazos de resposta a requisições 12/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça determina que Garotinho cumpra sentença que suspende direitos políticos por 8 anos 11/08/2026 Alunos se protegem de tiros durante confronto entre PM e criminosos em Nova Iguaçu 04/08/2026 Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE 28/07/2026 Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas 20/08/2026 Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates 19/08/2026