TRE-SP condena Ricardo Salles a pagar R$ 10 mil por propaganda antecipada e ataques contra André do Prado

TRE-SP condena Ricardo Salles a pagar R$ 10 mil por propaganda antecipada e ataques contra André do Prado Decisão aponta que vídeo publicado pelo deputado federal foi impulsionado e usou imagens fabricadas ou manipuladas digitalmente. Ainda cabe recurso. Por Letícia Dauer | g1 SP 09/08/2026 Deputado federal Ricardo Salles — Foto: Murilo Corazza/g1 O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) condenou o deputado federal Ricardo Salles (Novo) ao pagamento de multa de R$ 10 mil por propaganda eleitoral antecipada e disseminação de conteúdo depreciativo contra o deputado estadual André do Prado (PL), presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Ambos são candidatos ao Senado por São Paulo. A decisão, assinada pela juíza auxiliar da propaganda Claudia Foncesa Fanucchi, é de sexta-feira (7). Ainda cabe recurso. A representação eleitoral foi apresentada pelo diretório estadual do PL depois que Salles compartilhou em suas redes sociais um vídeo em que critica e questiona o motivo pelo qual André do Prado foi escolhido pelo partido para disputar uma vaga ao Senado. “Não mentimos. Ele nunca foi, e jamais será de direita”, afirmou Salles, procurado pelo g1. Na ação, o partido também apontou o uso de imagens produzidas ou manipuladas digitalmente sem a devida sinalização. 🔎 Para as eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que é proibido fabricar ou manipular vídeos e áudios para distorcer fatos ou imagens para prejudicar ou favorecer uma candidatura. Segundo a magistrada, o conteúdo publicado no perfil oficial de Salles foi impulsionado e configura propaganda eleitoral antecipada negativa. No processo, a defesa de Ricardo Salles afirmou que a publicação representa um exercício legítimo de crítica política, baseado em fatos públicos e documentáveis da trajetória de André do Prado. Segundo a defesa, o impulsionamento do conteúdo também teve como objetivo promover a própria pré-candidatura de Salles. Os advogados afirmaram ainda que as imagens questionadas são charges ou caricaturas políticas claramente artificiais e que a ausência de identificação poderia ser corrigida posteriormente com a inserção de uma advertência. Por isso, a defesa pediu que a representação fosse julgada improcedente ou, caso Salles fosse condenado, que a multa fosse aplicada no valor mínimo. Contudo, para a juíza, o vídeo não se limitou a apresentar divergências ideológicas ou críticas à trajetória política de André do Prado. De acordo com a decisão, a publicação intercala trechos de entrevistas com imagens fabricadas ou manipuladas digitalmente. Nelas, André do Prado é associado artificialmente a outros políticos, aparece em situações de proximidade que não existiram e, em um dos trechos, é retratado como uma marionete controlada por um dirigente partidário. “É certo que a sátira, a caricatura e a linguagem metafórica integram o espaço constitucionalmente protegido da liberdade de expressão, especialmente no debate político, mas essa proteção não exclui o dever específico de transparência quando a manifestação utiliza conteúdo sintético multimídia para criar, substituir ou alterar imagens de pessoas em comunicação político-eleitoral”, escreveu a magistrada. O g1 tenta contato com a defesa de Ricardo Salles. Notícia anteriorPróxima notícia ALESPDeputado EstadualDeputado FederalNOVOPL Partido LiberalTRE-SPTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram TRE-SP condena Ricardo Salles a pagar R$ 10 mil por propaganda antecipada e ataques contra André do Prado 09/08/2026 Ministério Público Eleitoral pede impugnação da candidatura do neto de Luizinho Drumond 09/08/2026 Mapas, manuais de explosivos e cálculo de custos: como grupo planejava ataques em Brasília 10/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF pede segundo inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha e empresário na Dataprev 31/07/2026 Bastidores: PF tentou evitar distribuição automática para André Mendonça de nova investigação sobre Lulinha 31/07/2026 Promotoria pede execução de sentença que cassa direitos políticos de Garotinho 06/08/2026 Ex-governador de Mato Grosso é alvo de operação sobre lavagem de dinheiro 06/08/2026 Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6 20/07/2026
A volta por cima dos irmãos Batista: como donos da JBS saíram da Lava Jato e voltaram aos holofotes, com participação até na diplomacia mundial

A volta por cima dos irmãos Batista: como donos da JBS saíram da Lava Jato e voltaram aos holofotes, com participação até na diplomacia mundial É 2017. Um advogado está sentado em frente ao computador em um escritório digno de um consultor jurídico de dois dos homens mais ricos e poderosos do Brasil. Por Zing Tsjeng e Simon Jack | “Good Bad Billionaire”, BBC World Service 09/08/2026 Wesley e Joesley Batista | Getty Images / BBC Mundo Ele termina de digitar, clica em “enviar” e se dirige à porta. Mas algo o incomoda, uma sensação persistente que não consegue ignorar. Ele se vira, volta à sua mesa e abre a pasta de e-mails enviados. Seu sangue gela. Para seu desespero, ele percebe que anexou o arquivo de áudio errado ao e-mail, uma mensagem destinada diretamente ao Ministério Público Federal (MPF). O anexo deveria salvar seus clientes. Em vez disso, seu erro os levará para a prisão. Esta é a história de dois dos mais famosos irmãos brasileiros: Wesley e Joesley Batista, de 54 e 53 anos, respectivamente, cada um com uma fortuna atualmente estimada em US$ 5,7 bilhões (R$ 29 bi). A história da família Batista está ligada ao crescimento econômico do Brasil e ao sucesso da JBS, a maior produtora de carne do mundo. Ao mesmo tempo, seu passado também remete a um dos maiores escândalos de corrupção da história do país. E apesar de serem lembrados no Brasil e no mundo por sua associação aos escândalos revelados pela Operação Lava Jato, os irmãos Batista passaram por uma espécie de “volta por cima” nos último anos. Após uma temporada fora dos holofotes, hoje eles estão mais ricos do que nunca, com suas ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York e participando até mesmo de reuniões na Casa Branca. Relembre, a seguir, a história da queda e da ascensão de Wesley e Joesley Batista, contada no programa Good Bad Billionaire (O bom e mau bilionário, em tradução literal), do BBC World Service. O pai Tudo começou com o pai de Wesley e Joesley, José Batista Sobrinho. Em 1953, ele abriu um açougue em Anápolis, no interior de Goiás. O Brasil passava por uma rápida modernização naquela época, e José se mudou para a recém-construída capital Brasília, atraído por uma isenção fiscal de quatro anos. Ele começou vendendo carne nas cantinas dos canteiros de obras da nova cidade e, alguns anos depois, comprou seu primeiro frigorífico, também em Goiás. Em 1972, ele renomeou a empresa para Friboi e teve dois filhos, Wesley e Joesley, que nasceram com apenas dez meses de diferença. Eles tinham um irmão mais velho e três irmãs. Naquele momento, o Brasil possuía vastas áreas de pastagem e 105 milhões de cabeças de gado. O país era o quarto maior produtor mundial de carne, atrás da Índia, da União Soviética (URSS) e dos Estados Unidos. O problema era a taxa de abate: apenas 12% do rebanho era abatido anualmente, em comparação com 24% na Argentina e 40% nos Estados Unidos. As pastagens eram pobres, e o gado demorava mais para engordar: cinco anos, em comparação com 30 meses na Argentina ou 16 meses nos EUA. O governo brasileiro decidiu então transformar a carne bovina em um negócio de exportação. Transferiu a pecuária para o estado de Mato Grosso e financiou a modernização dos frigoríficos. Tudo isso bem ao lado de Goiás, sede dos negócios de Batista. A terra e os salários eram baratos, então o Brasil rapidamente começou a competir com os EUA em carne enlatada, hambúrgueres e ração para animais de estimação. Os irmãos Wesley e Joesley cresceram no ramo. Ainda adolescentes, já compravam e vendiam gado e lidavam com os clientes. Wesley certa vez disse que ele e o irmão não tinham formação acadêmica, mas aprenderam o ofício na prática. Aos 17 anos, ambos abandonaram a escola para administrar os matadouros da família. Durante as décadas de 1980 e 1990, o irmão mais velho, José Junior, liderou a Friboi. O pai foi se afastando gradualmente dos negócios. Wesley e Joesley ficaram responsáveis pela expansão da empresa. “Crescimento está no nosso DNA”, diz Wesley. Entre 1993 e 2005, a Friboi adquiriu 12 matadouros e unidades de processamento. O crescimento da empresa estava ligado ao crescimento dos supermercados, que substituíam os açougues de bairro em várias partes do país. Como os supermercados exigiam volumes maiores e controles sanitários mais rigorosos, os matadouros menores não conseguiam acompanhar a demanda e acabaram batendo à porta da família Batista para vender seus produtos. Com o aumento da urbanização e da renda, o mundo também passou a consumir cada vez mais carne. E, graças ao melhor acesso à refrigeração, as exportações começaram a crescer. Em 2004, a empresa transferiu sua sede para São Paulo. Em 2005, José Júnior entrou para a política — sem muito sucesso — e deixou os negócios nas mãos de Wesley e Joesley. Naquela época, o faturamento da Friboi era de quase US$ 2 bilhões: aos 33 anos, os irmãos já eram milionários. Do Brasil para o mundo Chegou a hora de expandir para além do Brasil, e o vento estava a seu favor. O Brasil fazia parte do grupo Bric (mais tarde Brics), as economias emergentes que estavam mudando o cenário econômico global. E o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) havia lançado um programa para transformar empresas brasileiras em gigantes multinacionais. O país estava se desenvolvendo a passos largos, e os irmãos Batista acompanhavam o ritmo. Eles compraram a Swift-Armour, a maior exportadora de carne da Argentina, por US$ 200 milhões em 2005, com um empréstimo de US$ 80 milhões do BNDES. Em 2006, já operavam 21 unidades de processamento no Brasil e cinco na Argentina, processando 20 mil cabeças de gado por dia. Seu próximo alvo eram os Estados Unidos, mas as normas sanitárias daquele país não permitiam a importação de carne bovina brasileira. Eles precisavam comprar acesso a esse mercado. Para financiar a expansão, abriram o capital da empresa. Em março de 2007, a JBS teve a
Um macaco já foi candidato à Prefeitura do Rio – e recebeu mais de 400 mil votos

Um macaco já foi candidato à Prefeitura do Rio – e recebeu mais de 400 mil votos O carioca Tião conquistou a terceira colocação e entrou para o Guinness World Records como o chimpanzé mais votado do mundo. Por Ana Clara Caielli Barreiro | SuperInteressante 09/08/2026 Macaco Tião (Yacàwotçã (User)/Wikimedia Commons) As urnas eletrônicas foram implantadas no Brasil em 1996. Antes disso, as eleições eram realizadas com cédulas de papel, e os eleitores podiam escrever manualmente o nome do candidato de sua preferência. Foi assim que, nas eleições municipais do Rio de Janeiro de 1988, centenas de milhares de pessoas escreveram a mesma palavra na cédula: Tião. Não era um candidato oficial, mas sim um chimpanzé (Pan troglodytes). Tião nasceu no Zoológico Municipal do Rio de Janeiro e era conhecido por sua personalidade forte e pelas constantes tentativas de fuga. O chimpanzé quebrou as portas da própria jaula, levantou as telas do recinto mais de uma vez para tentar escapar e, em outro episódio, se recusou a entrar na área coberta durante a chuva. Em determinado momento, chegou até a receber prescrição de calmantes dos veterinários. Ele também não era exatamente simpático com os visitantes. Fazia caretas, jogava fezes e lama nas pessoas (até mesmo em políticos) e exibia os órgãos genitais para o público. E, justamente por isso, Tião acabou se tornando uma das principais atrações do local. Em 1988, o zoológico lançou um programa de adoção de animais. Empresas podiam patrocinar os custos de manutenção de um bicho em troca de divulgar sua marca na jaula. Na época, Tião tinha 25 anos e conquistou patrocinadores à sua altura: os jornais de humor Casseta Popular e Planeta Diário, conhecidos pelo caráter satírico. Inicialmente, a ideia era divulgar os veículos por meio da figura mais engraçada do Zoológico. Ao mesmo tempo, aproximavam-se as eleições municipais. O país atravessava um período turbulento, recém-saído da ditadura militar: a democracia ainda se consolidava enquanto a inflação disparava. No Rio de Janeiro, a prefeitura havia decretado falência, aumentando ainda mais a insatisfação dos cariocas. Foi nesse contexto que os humoristas da Casseta Popular tiveram uma ideia inusitada: lançar a candidatura de Tião à Prefeitura do Rio como uma forma de sátira política. Em outubro, organizaram um evento em frente à jaula do chimpanzé. Inventaram a história de que o animal, sempre tentando fugir, seria, na verdade, um preso político. O evento, condenado pela direção do zoológico, foi parar nas capas dos jornais e virou uma sensação no Rio. Tião recebeu santinhos, um jingle e diversos slogans, como “Tudo pela evolução. Para presidente, macaco Tião!”. Houve até um show em apoio à candidatura, realizado no Circo Voador, com apresentações gratuitas de artistas como Ultraje a Rigor e Lenine. A campanha ganhou uma proporção imensa, e pessoas efetivamente votaram no animal. Como ele não era candidato registrado, todos esses votos foram anulados, mas as estimativas indicam que Tião recebeu cerca de 400 mil votos. No fim, Marcello Alencar foi eleito prefeito do Rio de Janeiro e Tião ocupou a posição de terceiro nome mais votado da eleição, que reuniu 12 candidatos. O chimpanzé entrou para o Guinness World Records como o chimpanzé mais votado do mundo. Tião morreu em 1996, devido a um coma diabético. Sua morte levou a Prefeitura do Rio a decretar alguns dias de luto oficial. Hoje, o chimpanzé é homenageado com uma estátua em tamanho real no zoológico, enquanto seu esqueleto está preservado no Centro de Primatologia do Rio de Janeiro. E ele está longe de ser o único animal a entrar para a história da política brasileira. Em 1959, a rinoceronte Cacareco recebeu cerca de 100 mil votos para vereadora em São Paulo. Já em Vila Velha, no Espírito Santo, um mosquito ganhou as eleições municipais de 1987, mas teve seus votos anulados. Notícia anteriorPróxima notícia Região Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSão Paulo SP Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Um macaco já foi candidato à Prefeitura do Rio – e recebeu mais de 400 mil votos 09/08/2026 Potinho de ouro: ACM Neto dobra patrimônio em 4 anos e declara R$ 85 milhões ao TSE 09/08/2026 TRE-SP condena Ricardo Salles a pagar R$ 10 mil por propaganda antecipada e ataques contra André do Prado 09/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Wagner articulou encontro ‘discreto e protegido’ de Messias com ex-sócio do Master, mostra conversa 30/07/2026 Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai 17/07/2026 Rio registra, em média, cinco roubos a estabelecimentos comerciais por dia em, 2025; capital concentrou quase 60% dos casos 24/07/2026 Furtos aumentam 10% em Campos no primeiro semestre de 2026 e preocupam moradores e comerciantes 17/07/2026 Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira 28/07/2026
Na piscina com o “grupo seleto”

Ex-aliado de Bolsonaro, Luciano Bivar entra na chapa do PT em Pernambuco No celular do senador Weverton Rocha, a PF encontrou a foto de outros poderosos ao redor do advogado Willer Tomaz, alvo de operação por suspeita de fraudes no INSS Por Pedro Tavares | piauí 08/08/2026 Willer Tomaz está no centro da imagem, com o punho em riste. Atrás dele está Elmar Nascimento, ao lado de Juscelino Filho (com um cordão). Sentado na beirada, com a mão pro alto, Weverton Rocha. De pé, ao fundo, Arthur Lira e Paulo Azi Brasília – Os policiais federais que foram à casa do advogado Willer Tomaz, na última terça-feira (4), ficaram admirados com o que viram. É um casarão bem equipado, localizado no Lago Sul, o bairro mais rico de Brasília. Ao passar pela porta, depararam-se logo na entrada com uma comprida adega de vinhos, que vai do chão ao teto. No closet de um dos quartos, encontraram um mostruário climatizado de relógios, cada um submetido a uma temperatura específica. Perto dali, no mesmo bairro, fica o escritório Willer Tomaz Advogados Associados – que, como o dono, está enrolado no escândalo do INSS. Os investigadores suspeitam que Willer lavava dinheiro para o senador Weverton Rocha (PDT-MA), e que parte dos valores provinham de desvios de aposentadorias e pensões. Mas os policiais não se admiraram só com a riqueza de Willer. Desde o final do ano passado, estão em posse do celular de Weverton – e, analisando o material, encontraram uma foto que dá pistas da influência do advogado. A imagem, obtida pela piauí, mostra Willer mergulhado numa piscina no Rancho Tomaz, uma propriedade sua na cidade de Planaltina, a 80 km de Brasília. No seu entorno, dentro e fora d’água, estão deputados e senadores de diferentes partidos – quase todos da direita e do Centrão –, apinhados, animados, com cervejas e drinques na mão. É possível identificar ao menos seis deles: Arthur Lira (PP), ex-presidente da Câmara dos Deputados, Alexandre Ramagem (PL), que dirigiu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, Juscelino Filho (PSDB), Elmar Nascimento (União), Paulo Azi (União) e, claro, Weverton Rocha. A fotografia está registrada no rolo de câmera do senador com a data de 23 de abril de 2023 – um domingo, depois do feriado de Tiradentes. A viagem, de acordo com as informações da polícia, foi combinada em um grupo de WhatsApp intitulado “ Grupo Seleto ”, do qual participavam boa parte dos parlamentares que aparecem na foto. A piauí obteve um print da conversa, em que os participantes parecem formar uma lista de presença para o “FERIADO TIRADENTES”. As mulheres de alguns políticos também faziam parte do grupo – caso de Lia Rezende, esposa de Juscelino, e Angela Lira, casada com Arthur Lira. Na data em que ocorreu a festa, Lira ainda era presidente da Câmara, cargo que deixou em 2025. Alexandre Ramagem, por sua vez, ainda era deputado federal. Ele acabou sendo cassado em dezembro de 2025, depois de ser condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado contra Lula. Hoje, está foragido. Embora as mulheres não apareçam na foto da piscina, tudo indica que também estavam no rancho. Iris Azi, mulher do deputado Paulo Azi, postou no Instagram, no dia 22 de abril de 2023, um vídeo em que aparece se exercitando numa academia envidraçada, cercada por árvores. Naquele mesmo sábado, Gerlane Baccarin – mulher do senador Hiran Gonçalves (PP-RR), que também era parte do grupo – publicou uma foto numa academia idêntica. Com ela, vê-se Carol Morais – mulher do senador Efraim Filho (PL-PB) – e Angela Lira. O Rancho Tomaz, assim como a casa no Lago Sul, é suntuoso. Além da academia e da piscina aquecida na qual posaram os parlamentares, tem quadras de tênis, campo de minigolfe e um píer com acesso à Lagoa Formosa, um dos principais pontos turísticos de Planaltina. Os objetos e móveis que decoram a casa são estilizados com as iniciais WT, de Willer Tomaz, em que o último traço do W forma a letra T. O advogado tem lanchas, jet skis e mesas para jogar poker. O inquérito aponta que empresas de Willer transferiram cerca de 11 milhões de reais para Samya Rocha, a mulher de Weverton. Também há indícios, segundo a PF, de que a casa onde o senador mora, no Lago Sul, foi comprada por Willer – que, além disso, bancava suas contas de luz, telefone e cartão. A Polícia Federal, diante desses elementos, suspeita que Weverton e Willer tentavam “ocultar ou dissimular a origem” de dinheiro obtido ilegalmente. A hipótese foi apresentada na petição que a PF enviou ao ministro do STF André Mendonça, e que fundamentou a operação desta semana. A fotografia não foi mencionada, mas está sob análise dos investigadores, que tentam descortinar a teia de interesses por trás do esquema e o que pode ter resultado da intimidade entre o advogado e o seleto grupo de homens públicos. Durante muitos anos, Willer e sua mulher, Flávia Oliveira Correa Tomaz, levaram uma vida pacata nos arredores de Brasília. Tinham apenas uma loja de informática em Taguatinga, uma das regiões administrativas da capital. Era o suficiente para viver, mas sem luxos. Até que, em agosto de 2010, Willer criou o escritório de advocacia. De cliente em cliente, foi se tornando famoso, sobretudo entre políticos. Willer – a quem os conhecidos se referem apenas como WT – advogou para figuras importantes, entre elas Lira e os irmãos Batista, do grupo J&F. Chegou a ser preso, em 2017, sob a suspeita de ter subornado um procurador em benefício de Wesley e Joesley, mas logo foi solto e superou a má fase. Prestigiado, trouxe para seu escritório Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça de Dilma Rousseff. Aproximou-se também do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que, em 2021, durante a CPI da Covid, se referiu a ele como “meu amigo”. Na época, Willer havia entrado na mira da comissão devido à suspeita de que pudesse ter atuado na negociação da vacina Covaxin. No
De R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões: patrimônio de Nikolas Ferreira tem salto de 8.850% após primeiro mandato na Câmara

De R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões: patrimônio de Nikolas Ferreira tem salto de 8.850% após primeiro mandato na Câmara Corrigido pelo valor da inflação, o valor declarado na eleição de 2022 equivale a aproximadamente R$ 43,5 mil Por Paulo Assad | O Globo 07/08/2026 O deputado Nikolas Ferreira visita o ex-presidente Jair Bolsonaro — Foto: Brenno Carvalho Rio de Janeiro – O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) viu seu patrimônio crescer de R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões ao longo do primeiro mandato no Congresso Nacional, segundo dados da Justiça Eleitoral divulgados nesta sexta-feira. A maior parte do patrimônio do parlamentar corresponde a um imóvel financiado. Corrigido pelo valor da inflação, o valor declarado na eleição de 2022 equivale a aproximadamente R$ 43,5 mil, o que significa um crescimento de 8.850% na comparação com o pleito mais recente. Em 2022, Nikolas Ferreira, que tinha sido eleito para vereador de Belo Horizonte em 2020 pelo PRTB e concorria como deputado federal, ele havia declarado apenas depósitos bancários, aplicações de renda fixa e caderneta de poupança. No primeiro pleito que disputou, ele não declarou bens. Já neste ano, o parlamentar declarou R$ 2.231.664,61 em um imóvel financiado. Os R$ 1,6 milhão restantes está distribuído em aplicações, investimentos, ações e participações empresariais. Declarações de bens de outros candidatos também se tornaram públicas nesta semana. Candidato à Presidência pelo Partido Novo, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema declarou ter um patrimônio de R$ 178,7 milhões, o que representa um crescimento de 15% na comparação com os R$ 154,9 milhões (em valores já corrigidos pelo IPCA no período) declarados em 2022. Também na disputa pela Presidência da República, Renan Santos (Missão) declarou ter R$ 795 mil. Notícia anteriorPróxima notícia Belo Horizonte MGDeputado FederalGovernadorMissãoNOVOPL Partido LiberalPRTBVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram De R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões: patrimônio de Nikolas Ferreira tem salto de 8.850% após primeiro mandato na Câmara 07/08/2026 Um macaco já foi candidato à Prefeitura do Rio – e recebeu mais de 400 mil votos 09/08/2026 Potinho de ouro: ACM Neto dobra patrimônio em 4 anos e declara R$ 85 milhões ao TSE 09/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO) 16/07/2026 Alunos se protegem de tiros durante confronto entre PM e criminosos em Nova Iguaçu 04/08/2026 Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é ‘uma tragédia’ quando ‘abre a boca’ 20/07/2026 TRE-SP condena Ricardo Salles a pagar R$ 10 mil por propaganda antecipada e ataques contra André do Prado 09/08/2026 Presidente Lula precisa vetar projeto que reduz Floresta Nacional do Jamanxim 21/07/2026
Caixa coloca apartamento de Eduardo Bolsonaro em leilão

Ônibus pega fogo e interdita avenida em Petrópolis Ex-deputado perdeu imóvel por não ter quitado parcelas do financiamento Banco aceita lances a partir de R$ 644 mil; ex-deputado não responde Por Italo Nogueira | Folha de S.Paulo 07/08/2026 Eduardo Bolsonaro, durante sessão da CPMI dos Atos Antidemocráticos, em Brasília – Pedro França – 25.mai.23/Agência Senado Rio de Janeiro – A Caixa Econômica Federal disponibilizou para leilão um apartamento no Rio de Janeiro que era de propriedade do ex-deputado Eduardo Bolsonaro. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro perdeu o imóvel após deixar de quitar parcelas do financiamento com o banco. O apartamento localizado em Botafogo (zona sul) está avaliado pela Caixa em R$ 1 milhão, mas o banco disponibilizou com desconto de 36,27%, permitindo lances a partir de R$ 644 mil. O certame está aberto para lances e será encerrado no dia 20 de agosto, às 10h. A Folha tentou contato com o ex-deputado por mensagem enviada a dois telefones que já estiveram em seu nome, mas não obteve resposta. O leilão do apartamento de Eduardo foi revelado pelo portal Ururau e confirmado pela Folha. O ex-deputado adquiriu o imóvel em junho de 2017 por R$ 1 milhão. Ele financiou quase 79% do valor com empréstimo da Caixa. O registro do imóvel não indica o valor do débito com o banco. Aponta apenas que o banco solicitou a intimação de Eduardo em outubro de 2025. A propriedade do apartamento foi transferida para a Caixa em fevereiro deste ano. A matrícula também traz o bloqueio do apartamento por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), em julho de 2025, no âmbito do processo sobre o 8 de Janeiro. Eduardo está vivendo nos Estados Unidos desde o primeiro semestre de 2025. Em junho deste ano, a Primeira Turma do STF condenou, por unanimidade, o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão em regime inicialmente semiaberto, pelo crime de coação no curso de processo. Ele foi acusado de articular junto a autoridades e aliados do governo americano a adoção de sanções contra ministros do Supremo e medidas econômicas contra o Brasil como forma de pressionar a corte. Notícia anteriorPróxima notícia Petrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caixa coloca apartamento de Eduardo Bolsonaro em leilão 07/08/2026 Prefeito ameaça demitir servidores que não votarem em Flávio Bolsonaro (ÁUDIO) 07/08/2026 Chefes de gabinete de Zoe pedem demissão após divulgação de patrimônio 06/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Moradores de Lumiar cobram continuidade em obra de ponte em Nova Friburgo 04/08/2026 Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista 20/07/2026 Wagner articulou encontro ‘discreto e protegido’ de Messias com ex-sócio do Master, mostra conversa 30/07/2026 Grupo neonazista planejava explodir o Palácio do Planalto com Lula dentro 10/08/2026 Dino determina que presidentes dos 21 partidos do Congresso expliquem se têm ‘cotas’ para indicar emendas 15/07/2026
Jair Renan Bolsonaro declara patrimônio quatro vezes maior que em 2024

Jair Renan Bolsonaro declara patrimônio quatro vezes maior que em 2024 Concorrendo ao cargo de deputado federal pela primeira vez, Jair Renan declarou R$ 187 mil em patrimônio Por Thays Martins | Metrópoles 07/08/2026 Jair Renan Bolsonaro (PL-SC) | Reprodução O candidato a deputado federal por Santa Catarina Jair Renan Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), declarou patrimônio quatro vezes maior que em 2024, a primeira vez que concorreu a um cargo público. Em 2026, Jair Renan, que vai usar o nome Jair Bolsonaro nas urnas, declarou R$ 187.366,28 de patrimônio ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sendo R$ 122 mil em duas contas e R$ 65 mil de um Volkswagen Jetta, ano 2015. Quando Jair Renan foi eleito vereador por Balneário Camboriú, em 2024, ele declarou apenas R$ 42.069,79, divididos em duas contas. Na época, ele declarou ser estudante. O filho mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro concorre pela primeira vez à Câmara dos Deputados. Ele tem 28 anos e nasceu no Rio de Janeiro. Notícia anteriorPróxima notícia Balneário Camboriú SCPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaTSE Tribunal Superior EleitoralVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Jair Renan Bolsonaro declara patrimônio quatro vezes maior que em 2024 07/08/2026 De R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões: patrimônio de Nikolas Ferreira tem salto de 8.850% após primeiro mandato na Câmara 07/08/2026 Um macaco já foi candidato à Prefeitura do Rio – e recebeu mais de 400 mil votos 09/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ 23/07/2026 Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares 20/07/2026 Um macaco já foi candidato à Prefeitura do Rio – e recebeu mais de 400 mil votos 09/08/2026 Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano 12/07/2026 Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro 20/07/2026
Prefeito ameaça demitir servidores que não votarem em Flávio Bolsonaro (ÁUDIO)

Ex-aliado de Bolsonaro, Luciano Bivar entra na chapa do PT em Pernambuco Prints e áudios obtidos pelos Metrópoles mostram gestor afirmando que quem votar em Lula “tá na rua” após a eleição Por Álvaro Luiz e Junio Silva | Metrópoles 07/08/2026 Fernando Bermuda (PSB-MA) | Montagem/Reprodução Ainda que não tenham ligação direta com as eleições deste ano, 922 servidores da Prefeitura de Campestre do Maranhão (MA) podem estar com o futuro ameaçado pelo processo eleitoral que vai definir o próximo presidente do Brasil. Isso por que o prefeito da cidade, Fernando Bermuda (PSB), tem ameaçado demitir funcionários municipais que não apoiarem Flávio Bolsonaro (PL) na votação em outubro. As ameaças constam em relatos de servidores municipais e em mensagens enviadas pelo chefe do Executivo local em grupos e canais de transmissão, aos quais o Metrópoles teve acesso. “Quem votar em Lula tá na rua” Em 4 de agosto, a Prefeitura de Campestre do Maranhão promoveu um culto para celebrar o início das atividades do segundo semestre de 2026. O anúncio do evento correu em grupos da cidade, quando Fernando Bermuda aproveitou o espaço para ameaçar funcionários que optem por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição. “Vamos ao culto hoje na Assembleia de Deus. Todos Flávio Bolsonaro. Quem votar em Lula, após a eleição, tá na rua”, disse o prefeito em uma mensagem. Música com IA associa cargo ao apoio político Além das mensagens, a reportagem teve acesso a uma música produzida com inteligência artificial que circula em grupos do município. A letra associa a permanência no cargo ao apoio ao candidato do PL. Em um dos trechos, diz: “Já vou avisar, quem não apoiar o Flávio, já pode arrumar a mala e ir pra obra”. Na canção, o prefeito também aparece como responsável por mobilizar servidores e aliados em favor da candidatura de Flávio. Um servidor da Secretaria Municipal de Educação, que pediu para não ser identificado por medo de represálias, disse que o comportamento é recorrente. “Ele sempre foi assim, só fala com os funcionários na base da ameaça e da ignorância. Todos têm que fazer só as vontades dele. Se não fizer, é perseguido. A gente aguenta porque precisa do emprego, precisa sustentar a família. Mas é muito humilhante a forma como somos coagidos quase sempre”, relatou. Crime eleitoral e abuso de poder Ameaçar demitir funcionários caso determinado candidato perca as eleições é considerado crime de assédio eleitoral. De acordo com o artigo 300 do Código Eleitoral, a prática pode ser punida com o pagamento de multas e detenção por até 6 meses. A conduta também pode ser enquadrada como abuso do poder político pela Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Mensagens pedem voto para aliados Outros registros mostram Fernando Bermuda usando grupos de WhatsApp para defender a gestão e pedir apoio aos candidatos da sua base. Em uma das mensagens, ele afirma que a continuidade de ações da administração depende da eleição de deputados e senadores aliados. “Gente, peço que vocês olhem e lembrem do trabalho que eu faço. Esse tipo de trabalho e atenção à população, em Campestre ninguém nunca fez. Mas eu dependo das pessoas para fazê-los. Os deputados e senadores são meus parceiros para custear esse trabalho.” Na sequência, pede que moradores não apoiem adversários e associa a manutenção de serviços públicos ao desempenho eleitoral do grupo. “Peça para as pessoas que estão pensando em apoiar esses outros candidatos para apoiar apenas os nossos. Pois o hospital depende dos nossos pré-candidatos.” Respostas com ofensas e ameaça violenta Os prints também mostram o prefeito respondendo a críticas de moradores nas redes sociais. Em uma publicação, um internauta pediu mais atenção à saúde. Bermuda respondeu dizendo que o município tem médico 24 horas e medicações. Depois passou a ofender: “Agora se vc não tem capacidade para trabalhar. Vá dar seu rabo. Pois sua incompetência não lhe permite nem verificar as asneiras que está falando.” Outro print enviado à reportagem mostra uma declaração com teor violento sobre o suposto furto de um veículo. “Não morro deixe q eu mato. Tô com três pistoleiros na frente da casa do cara que roubou meu [carro] lá no Pará. Se o carro não aparecer, vou matar ele e toda a família.” O que Bermuda diz? Em conversa com o Metrópoles, Fernando Bermuda não negou as acusações, mas disse enxergar a situação de uma forma diferente. Para o prefeito de Campestre do Maranhão, as mensagens que têm circulado em grupos da cidade são uma explicação do seu “ponto de vista sobre a política” e de como o município pode ser afetado com a manutenção do atual governo federal. Campestre do Maranhão recebeu mais de R$ 185 milhões em recursos federais entre janeiro de 2023 e julho de 2026. Mesmo assim, Bermuda disse enfrentar problemas de ordem orçamentária em sua administração, que podem continuar caso Lula seja eleito para um quarto mandato. Por isso, o prefeito prevê cortes no governo local em caso de derrota dos políticos que recebem seu apoio — que devem atingir, primeiramente, simpatizantes do Partido dos Trabalhadores (PT). “Se eu for obrigado a demitir servidores, vou começar pelos petistas”, disse Fernando Bermuda à reportagem. Horas após a conversa por telefone, Bermuda procurou a reportagem para acrescentar que pode estar sendo vítima de perfis falsos. “Em situações como essas. As pessoas montam perfis falsos com o idêntico ao da gente [sic]. E se retransmitem, fazendo montagem. Isso está acontecendo, mas tô firme”, afirmou o prefeito de Campestre do Maranhão em mensagem de texto. Os arquivos obtidos pelo Metrópoles, no entanto, contradizem a versão do prefeito. O número de telefone que consta nos prints de mensagens que circulam por grupos de Campestre do Maranhão é o mesmo que Bermuda utilizou nas conversas com a reportagem, realizadas por ligação e mensagens de texto. https://youtu.be/zQudfdBOj0A?si=dLyX8_m_QIFR-4lN Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalMDB Movimento Democrático BrasileiroPresidente da RepúblicaPSB Partido Socialista BrasileiroPSLPT Partido dos TrabalhadoresSenadorUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Prefeito ameaça demitir servidores que não votarem em Flávio Bolsonaro (ÁUDIO) 07/08/2026 Chefes de gabinete de Zoe pedem demissão após divulgação de patrimônio 06/08/2026 Jair Renan Bolsonaro declara patrimônio quatro
PF investiga ex-governador do MT e empresas do deputado Fábio Garcia, do União Brasil, por suspeita de desvio de R$ 308 mi em dinheiro público

PF investiga ex-governador do MT e empresas do deputado Fábio Garcia, do União Brasil, por suspeita de desvio de R$ 308 mi em dinheiro público Entre os crimes investigados estão desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, peculato, crimes contra o sistema financeiro nacional e uso indevido de informação privilegiada. Por Jornal Nacional 06/08/2026 Em Cuiabá, os policiais federais fizeram buscas e apreensões na sede da Procuradoria-Geral do Estado, na casa do ex-governador Mauro Mendes, que hoje é candidato ao Senado — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Em Mato Grosso, a Polícia Federal fez uma operação para apurar o desvio de R$ 308 milhões dos cofres do estado. Entre os investigados, estão o ex-governador Mauro Mendes e o deputado federal Fábio Garcia, do União Brasil. Em Cuiabá, os policiais federais fizeram buscas e apreensões na sede da Procuradoria-Geral do Estado, na casa do ex-governador Mauro Mendes, que hoje é candidato ao Senado, e também nos escritórios de advocacia em que trabalharam Ricardo Almeida, que foi nomeado desembargador durante o governo de Mauro Mendes, e Ulisses Rabaneda, hoje conselheiro do Conselho Nacional de Justiça. O Supremo Tribunal Federal autorizou a operação que apura suspeitas de desvio de dinheiro num acordo firmado em 2025 entre o governo de Mato Grosso e o escritório de advocacia que representava a empresa de telefonia Oi. A Oi está em recuperação judicial e não é alvo da investigação. A empresa questionava na Justiça a cobrança de cerca de R$ 690 milhões em impostos. Segundo a representação que deu origem à investigação, a Oi cedeu por R$ 80 milhões ao escritório Ricardo Almeida Advogados Associados o direito de receber os valores discutidos na ação. Meses depois, o governo do estado reconheceu a inconstitucionalidade da cobrança e concordou em pagar R$ 308 milhões para encerrar a disputa. O escritório comunicou que os pagamentos deveriam ser feitos a dois fundos de investimentos, que receberam R$ 154 milhões cada. De acordo com a investigação, o dinheiro passou por fundos ligados às famílias do ex-governador Mauro Mendes e do deputado federal Fábio Garcia, do União Brasil. O ministro Flávio Dino determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos alvos da operação, e o bloqueio de bens de R$ 316 milhões. Os investigados também terão que entregar os passaportes. O ministro destacou ainda que o acordo foi fechado sem passar pelo regime de precatórios, a fila judicial usada para o pagamento de dívidas dos governos, e precisou abrir crédito suplementar para fazer os pagamentos. Entre os crimes investigados estão desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro, peculato, crimes contra o sistema financeiro nacional e uso indevido de informação privilegiada. Ricardo Almeida declarou que a investigação se refere ao período em que ele trabalhava como advogado, e que tem absoluta segurança quanto à legalidade e à lisura de sua atuação no caso. A Oi afirmou que a atual gestão não representou a companhia na negociação, que não teve conhecimento do teor do acordo e que está à disposição para colaborar com as autoridades. Ulisses Rabaneda declarou que recebeu honorários por serviços quando atuava como advogado. Mauro Mendes declarou que não cometeu nenhuma ilegalidade e que nem ele, nem a família, têm ligação com os fundos que receberam os repasses. O Jornal Nacional não teve resposta de Fábio Garcia. Notícia anterior CNJ Conselho Nacional de JustiçaCuiabá MTDeputado FederalGovernadorPolícia Federal PFProcuradoria-Geral do Estado PGESTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF investiga ex-governador do MT e empresas do deputado Fábio Garcia, do União Brasil, por suspeita de desvio de R$ 308 mi em dinheiro público 06/08/2026 Ex-governador de Mato Grosso é alvo de operação sobre lavagem de dinheiro 06/08/2026 TCE vê indícios de irregularidades em investimento de quase R$ 60 milhões do Itaprevi no Banco Master 06/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” 23/07/2026 PF detectou 74 ligações e 5h30 de conversas entre Jaques Wagner e ex-sócio do Master 30/07/2026 Reestruturação na Agerio reduz cargos comissionados e deve economizar mais de R$ 5 milhões 17/07/2026 Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões 17/07/2026 Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas 14/07/2026
Promotoria pede execução de sentença que cassa direitos políticos de Garotinho

Promotoria pede execução de sentença que cassa direitos políticos de Garotinho OUTRO LADO: Ex-governador afirma que condenação está prescrita desde o ano passado e não ameaça candidatura Processo tratou de desvios de recursos da saúde para ONGs que contribuíram para pré-campanha à Presidência em 2006 Por Folha de S.Paulo 06/08/2026 O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (Republicanos) – Bruna Prado – 11.jun.18/Folhapress Rio de Janeiro – O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu nesta quinta-feira (6) a execução de uma sentença que suspende por oito anos os direitos políticos do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), candidato ao comando do Palácio Guanabara este ano. O pedido foi feito após o ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinar no ano passado a certificação de trânsito em julgado (encerramento formal de uma ação) da condenação numa ação por improbidade administrativa por desvio de recursos da saúde. Se executada, a condenação pode inviabilizar sua candidatura. Em nota, a defesa de Garotinho afirmou que a condenação está “prescrita desde o mês de junho, razão pela qual considera que a execução pretendida não encontra amparo jurídico”. “A defesa ressalta ainda que a situação jurídica do ex-governador será demonstrada nos autos competentes e, se necessário, adotará as medidas cabíveis para resguardar a correta divulgação dos fatos e evitar a propagação de informações que considera equivocadas. […] Questões relacionadas à elegibilidade deverão ser apreciadas pela Justiça Eleitoral no momento oportuno, à luz do quadro jurídico vigente”, afirmou a defesa, em nota. A condenação levou o TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) a impedir o registro de sua candidatura a vereador do Rio de Janeiro em 2024. Na ocasião, o ministro Luiz Felipe Salomão, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) concedeu liminar para impedir os efeitos da sentença contra Garotinho. O caso se refere a um esquema apontado pela Promotoria que teria desviado R$ 234,4 milhões da Secretaria de Saúde a ONGs que financiaram a sua pré-candidatura à Presidência da República em 2006, quando estava no antigo PMDB. Pesquisa Quaest divulgada no último dia 27 aponta que Eduardo Paes (PSD) está na frente na corrida eleitoral, com 38% das intenções de voto. Garotinho e Douglas Ruas (PL) aparecem empatados com 10% cada. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorMP-RJRepublicanosSTF Supremo Tribunal FederalSTJ Superior Tribunal de JustiçaTRE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Promotoria pede execução de sentença que cassa direitos políticos de Garotinho 06/08/2026 Câmara de Aperibé aprova auxílio-alimentação de R$ 1 mil para vereadores 05/08/2026 Ex-prefeita de Magé Núbia Cozzolino é condenada a mais de 80 anos por falsificação de documentos judiciais 05/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas 15/07/2026 Wagner articulou encontro ‘discreto e protegido’ de Messias com ex-sócio do Master, mostra conversa 30/07/2026 Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ 23/07/2026 Sem saída: Por que André Mendonça foi obrigado a liberar inquérito da PF sobre Flávio Bolsonaro? (VIDEO) 24/07/2026 Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF 13/07/2026
TCE vê indícios de irregularidades em investimento de quase R$ 60 milhões do Itaprevi no Banco Master

TCE vê indícios de irregularidades em investimento de quase R$ 60 milhões do Itaprevi no Banco Master Relatório do Tribunal de Contas também será enviado ao Ministério Público. Auditoria aponta possível descumprimento da legislação previdenciária, falhas de controle e mudanças em normas internas que favoreceram os investimentos. Por Adriana Cruz, Gabriela Moreira e Marco Antônio Martins | RJ2 e g1 Rio 06/08/2026 Fernanda Pereira — Foto: Reprodução/RJ2 O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) identificou indícios de irregularidades na aplicação de R$ 59,6 milhões — cerca de 20% de todo o patrimônio do Instituto de Previdência de Itaguaí (Itaprevi) — em títulos do Banco Master, instituição controlada pelo banqueiro Daniel Vorcaro. O relatório da auditoria, aprovado pelos conselheiros nesta quarta-feira (5), foi encaminhado ao Ministério Público para investigação e aponta possíveis falhas na escolha dos investimentos, no credenciamento da instituição financeira, nos mecanismos de controle interno e na transparência da gestão dos recursos dos aposentados e pensionistas do município. Se as irregularidades forem confirmadas, os responsáveis poderão ser multados e obrigados a ressarcir os cofres públicos. O caso envolve investimentos realizados em 2024 durante a gestão da então presidente do Itaprevi, Fernanda Pereira da Silva Machado, ex-gerente de Controle Interno e Auditoria do Rioprevidência. Durante a sessão, o presidente do TCE, conselheiro José Gomes Graciosa, resumiu os principais achados da auditoria. Segundo ele, os técnicos identificaram: Aplicações no Banco Master realizadas em desacordo com a legislação previdenciária; Credenciamento prévio do Banco Master também feito fora das regras previstas para os regimes próprios de previdência; Falhas no sistema de controle interno, que não exerceu suas funções conforme determinam as normas vigentes durante as aplicações; Falta de transparência na divulgação das informações relacionadas à gestão do Itaprevi. Rioprevidência e Itaprevi O nome de Fernanda Pereira da Silva Machado foi um dos mais citados durante a sessão do TCE desta semana. Antes de assumir a presidência do Itaprevi, ela ocupou por 11 meses o cargo de gerente de Controle Interno e Auditoria do Rioprevidência, justamente o setor responsável por fiscalizar os atos do fundo previdenciário estadual. O histórico chamou a atenção dos auditores porque o Rioprevidência também realizou investimentos no Banco Master no período em que Fernanda integrava sua estrutura de controle. Em 10 de junho de 2024, ela foi exonerada do fundo estadual e, apenas dois dias depois, nomeada presidente do Itaprevi. Segundo a auditoria, uma semana após assumir o cargo, Fernanda promoveu mudanças na composição do Comitê de Investimentos do instituto. Poucos dias depois, autorizou duas aplicações no Banco Master: uma de R$ 29,6 milhões, em 28 de junho de 2024, e outra de R$ 30 milhões, em 3 de julho do mesmo ano. Juntas, elas somaram R$ 59,6 milhões — mais de 20% de toda a carteira de investimentos do fundo previdenciário municipal. Mudança no regimento Outro ponto destacado pela auditoria foi uma alteração promovida por Fernanda no Regimento Interno do Comitê de Investimentos. Segundo o TCE, no mesmo dia em que foi realizado o segundo aporte no Banco Master, a então presidente modificou um artigo do regulamento interno, atribuindo efeitos retroativos à mudança para uma data anterior ao primeiro investimento. De acordo com os auditores, antes da alteração o regulamento impediria aplicações na instituição financeira por ela não possuir o nível mínimo de segurança exigido para receber recursos do fundo previdenciário. Com a mudança, as operações já realizadas passaram a estar formalmente permitidas. O relatório classifica a iniciativa como uma “atitude questionável” e aponta que a medida ocorreu somente após a realização das aplicações. Nomeações para cargos estratégicos A auditoria também analisou a atuação de servidores que integravam a estrutura do Itaprevi durante os investimentos. Entre eles está a tesoureira Eliane de Albuquerque Piñeiro, responsável pelo credenciamento do Banco Master. Segundo o TCE, ela já havia sido condenada anteriormente pela Corte de Contas por irregularidades em outras operações do instituto que causaram prejuízos milionários em 2018 e 2021, mas permaneceu exercendo a função. Os técnicos concluíram que as nomeações para cargos estratégicos ocorreram simultaneamente ou pouco antes das aplicações no Banco Master e apontaram que houve desrespeito a critérios legais obrigatórios, além de negligência na escolha de alguns ocupantes desses postos. Na conclusão da auditoria, os investimentos são classificados como uma situação “sem precedentes de comprometimento do Itaprevi”, resultado de um processo considerado negligente e temerário, que colocou em risco recursos destinados ao pagamento de benefícios previdenciários dos servidores do município. Próximos passos Com a decisão do TCE, todos os citados deverão apresentar defesa antes do julgamento definitivo do processo. Ao final da análise, caso as irregularidades sejam confirmadas, os responsáveis poderão ser multados e obrigados a ressarcir os cofres públicos. O Tribunal também determinou o envio do relatório da auditoria ao Ministério Público, que poderá avaliar a abertura de procedimentos na esfera criminal e de improbidade administrativa. O que dizem os citados Em nota, o Instituto de Previdência de Itaguaí (Itaprevi) informou que vem colaborando com os órgãos de controle e fiscalização, fornecendo todas as informações e documentos necessários para a apuração dos fatos. O instituto afirmou ainda que promoveu uma ampla revisão da política de investimentos e dos atos administrativos relacionados à aplicação dos recursos previdenciários. O Itaprevi também declarou que a tesoureira Elaine Albuquerque Pinheiro não participa das decisões sobre a aplicação dos recursos do fundo e que ela recorre da condenação do TCE referente a outro processo envolvendo investimentos do instituto. A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Elaine. Já a defesa de Fernanda Pereira da Silva Machado informou que ainda não teve acesso ao teor da auditoria nem à decisão do Tribunal de Contas do Estado. Segundo os advogados, os apontamentos feitos pelos auditores serão esclarecidos no decorrer do processo. Notícia anterior Banco MasterItaguaí RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRioPrevidênciaTCE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram TCE vê indícios de irregularidades em investimento de quase R$ 60 milhões do Itaprevi no Banco Master 06/08/2026 Davi Alcolumbre/ FábioFarias: “as suíças estarão lá?” Sim”, diz Vorcaro 03/08/2026 Fábio Faria, “o cara do Vorcaro” (VIDEO) 05/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2
Chefes de gabinete de Zoe pedem demissão após divulgação de patrimônio

A nova ofensiva do MP do Rio contra núcleo do antigo gabinete de Carlos Bolsonaro Chefe de gabinete Lucas Silveira e coordenadora Giovanna Najar pediram demissão dois dias após a divulgação de aumento patrimonial de Zoe Por Ramiro Brites | Metrópoles 06/08/2026 Vereadora de São Paulo Zoe Martinez (PL) | Mozart Gomes/Câmara Municipal O chefe de gabinete Lucas Silveira e a coordenadora Giovanna Najar pediram demissão da equipe da vereadora de São Paulo Zoe Martinez (PL). A demissão foi publicada no Diário Oficial do município dois dias após a divulgação do aumento patrimonial de 226,16%, em dois anos que atuou como parlamentar na capital paulista. Em 2024, Zoe declarou R$ 646,3 mil de patrimônio à Justiça Eleitoral. Em 2026, ela disse ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tem R$ 2,1 milhões. A vereadora informou que o aumento patrimonial decorre de rendimentos de uma “aplicação financeira”. Aliados de Zoe Martinez têm influência na subprefeitura de Pinheiros, a mais rica da cidade, que compreende a região da Avenida Brigadeiro Faria Lima, centro econômico do país. No início do segundo mandato do prefeito Ricardo Nunes (MDB), as indicações sobre a subprefeitura de Pinheiros foram disputadas por dois vereadores novatos do PL: Zoe e Lucas Pavinato (PL). Motivo das demissões Zoe Martinez diz que as demissões foram consequência de uma “oportunidade” recebida pelo ex-chefe de gabinete Lucas Silveira. Ao Metrópoles, Zoe informou que Giovanna é sua “melhor amiga” e muito próxima a Silveira. Os ex-funcionários do gabinete são de Brasília. Segundo a parlamentar, Silveira teve uma oportunidade profissional na capital federal e resolveu voltar à cidade de origem, e Giovanna também quis retornar. Questionada sobre qual é a oportunidade que o ex-chefe de gabinete recebeu na capital federal, a vereadora disse que “não cabe a mim comentar sobre a vida pessoal dele”. “Eles resolveram ir antes, como eu estou candidata a [deputada] federal, eles já vão ir antes. São pessoas de extrema confiança”, disse a vereadora. Nos corredores da Câmara dos Vereadores, o que se fala é que teria ocorrido uma briga no gabinete motivada pela divulgação do aumento patrimonial da parlamentar. Ela nega. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPL Partido LiberalRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Chefes de gabinete de Zoe pedem demissão após divulgação de patrimônio 06/08/2026 Jair Renan Bolsonaro declara patrimônio quatro vezes maior que em 2024 07/08/2026 De R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões: patrimônio de Nikolas Ferreira tem salto de 8.850% após primeiro mandato na Câmara 07/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Chefes de gabinete de Zoe pedem demissão após divulgação de patrimônio 06/08/2026 Justiça nega liminar contra decisão do TCE sobre contas da ex-prefeita de Araruama 14/07/2026 Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com instituto investigado 21/07/2026 Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025 13/07/2026 Receita pede que PF compartilhe laudos de joias sauditas dadas a Bolsonaro 23/07/2026