Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF

Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF

Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Decisão de bloqueio de bens assinada por André Mendonça barrou negociação Por Matheus Teixeira e Gabriela Piva | CNN Brasil 20/07/2026 Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF São Paulo – O senador Jaques Wagner (PT-BA) teve a tentativa de venda de um terreno, avaliado em R$ 15,8 milhões, barrada por um cartório da Bahia. A negociação aconteceu em 19 de junho – ou seja, um dia após o parlamentar ser alvo de uma operação da PF (Polícia Federal) relacionada ao caso do extinto Banco Master. Por ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, o parlamentar foi alvo de mandados de busca e apreensão e também de uma ordem de restrição de atividades econômicas. Por isso, a Justiça notificou bancos, órgãos públicos e cartórios para impedir negociações financeiras em curso, o que levou o 1º Ofício de Registro de Imóveis de Camaçari (BA) a barrar a venda da propriedade para a Lagoons Empreendimentos, cujo sócio é o Grupo City. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S.Paulo e confirmada pela CNN Brasil. De acordo com interlocutores do STF, a medida é praxe no caso de alvos de investigação. A defesa do senador nega irregularidade e diz que a negociação começou em 2024 e foi finalizada em 2025. “O acordo previa a permuta do imóvel por lotes do empreendimento e o pagamento antecipado de R$ 2 milhões, valor devidamente declarado, com o recolhimento do imposto sobre o ganho de capital (DARF pago em 30/06/2025). A escritura pública foi lavrada em maio de 2026, preservando a natureza da operação como uma permuta”, diz a defesa. A CNN tenta contato com a Lagoons Empreendimentos. O espaço segue aberto. Operação da PF A decisão que autorizou a operação contra Wagner, em junho, afirmava que a PF identificou “elementos indicativos de recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente, por intermédio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao grupo econômico investigado“. Os elementos citados na decisão apontaram que as vantagens incluíam uso gratuito de aeronaves, estruturação de pagamentos, benefícios e aquisições patrimoniais. Dias depois da operação, Jaques Wagner confirmou a saída da liderança do governo no Senado Federal. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCamaçari BAPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF 20/07/2026 Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista 20/07/2026 Como nascem os jabutis 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária Cabo Frio: Empresa com contrato sob investigação teria atuado no município com dois CNPJs diferentes, segundo apontam documentos oficiais Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6

Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares

Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares

Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares Presidente do PL mudou versão sobre a sua atuação na destinação de verba Por Pepita Ortega | O Globo 20/07/2026 Flávio Dino pediu vista, mas prometeu devolver o processo assim que TSE publicar acórdão — Foto: Brenno Carvalho Brasília – O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, decidiu encaminhar à Polícia Federal (PF) as respostas de dirigentes de partidos sobre a indicação de emendas parlamentares. O relator da ação que trata da transparência dos repasses determinou que as explicações prestadas pelos presidentes do PSD, Gilberto Kassab, e do PL, Valdemar da Costa Neto, sejam apensadas às apurações em curso na Corte. Segundo Dino, é importante que os investigadores tenham acesso às declarações “visando aos atos de investigação cabíveis” e para “melhor análise das práticas existentes”. A remessa das informações se dá após Valdemar mudar de versão sobre a sua atuação na destinação de emendas parlamentares e dizer ao STF que ele não faz indicações de recursos do Orçamento que cabem aos senadores e deputados federais. O presidente do PL alegou que faz apenas “sugestões” aos parlamentares, aos quais cabe a indicação das emendas. A defesa do dirigente partidário sustentou que ele não tem qualquer poder formal sobre emendas parlamentares. As alegações se dão após Valdemar ter R$ 119 milhões em bens bloqueados em uma investigação que apura se ele, mesmo sem ser parlamentar, era responsável por indicar recursos. Após uma entrevista em que Valdemar disse ser natural presidentes partidários interferirem nos repasses, Dino cobrou explicações. Em resposta, os advogados de Valdemar afirmaram que ele não tem cotas de indicação de emendas e que não são submetidas a ele planilhas para alocação de recursos. A defesa alega que “eventuais diálogos políticos não se confundem” com a destinação de emendas parlamentares. “Pode haver, no plano estritamente político, espaço interno para que diferentes atores do partido – inclusive e sobretudo seu presidente– sejam ouvidos e apresentem sugestões. Esse espaço de interlocução não é uma cota orçamentária, não é patrimônio político individual e não gera direito subjetivo à aprovação ou à execução de qualquer prioridade”, registrou a petição. Após a entrevista do presidente do PL, Dino deu um prazo para que dirigentes de partidos prestassem informações acerca da eventual definição, gestão, distribuição ou operacionalização de emendas parlamentares. Além de Valdemar, também já respondeu à determinação o presidente do PSD, Gilberto Kassab. Este, por sua vez, sustentou que “em nenhum momento houve sequer menção” sobre a possibilidade de ele exercer influência na destinação de emendas parlamentares. “A Presidência do Partido Social Democrático– PSD jamais imiscuiu, sugestionou ou tampouco participou de qualquer deliberação acerca dos critérios que envolvem fatores relacionadas à destinação de emendas parlamentares”, sustentou a legenda. Em documento assinado nesta segunda, Dino indicou ainda que vai tomar outra decisão após receber todas as explicações dos líderes partidários. Em despachos anteriores, o ministro do STF deu uma série de recados a parlamentares, afirmando, por exemplo, que ex-deputados e dirigentes partidários não têm “legitimidade” para interferir na destinação de emendas parlamentares. O magistrado acrescentou que as leis vigentes proíbem a “terceirização e a privatização” de emendas. Notícia anteriorPróxima notícia emenda parlamentarorçamentoPL Partido LiberalPolícia Federal PFPSD Partido Social DemocráticoSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares 20/07/2026 Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é ‘uma tragédia’ quando ‘abre a boca’ 20/07/2026 PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle Furtos aumentam 10% em Campos no primeiro semestre de 2026 e preocupam moradores e comerciantes Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões

Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro

Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro

Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro Ex-deputado foi condenado pelo STF a 4 anos e 2 meses de prisão no mês passado Documento concede a estrangeiros o direito de viver, trabalhar e estudar nos EUA por tempo indeterminado Por Mônica Bergamo | Folha de S.Paulo 20/07/2026 O Cartão de Residência Permanente, comumente conhecido como green card, de Eduardo Bolsonaro – Reprodução O governo de Donald Trump concedeu o green card ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro.  O documento permite que um cidadão estrangeiro viva, trabalhe e estude nos EUA por tempo indeterminado, e sem a necessidade de qualquer autorização especial. A concessão do documento, que dá a Eduardo Bolsonaro uma série de garantias, semelhantes às de um cidadão norte-americano, ocorre em um momento especialmente tenso das relações entre o Brasil e os EUA. Na semana passada, Trump baixou um novo tarifaço contra os produtos do país, de 25%. Na primeira medida econômica contra o país, em 2025, o presidente norte-americano vinculou as tarifas a uma suposta perseguição do Estado brasileiro a Jair Bolsonaro. Além disso, o filho de Bolsonaro foi condenado no mês passado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 4 anos e 2 meses de reclusão pelo crime de coação no curso do processo. De acordo com o STF, ficou comprovado que Eduardo atuou nos EUA para interferir no julgamento da ação penal em que o pai foi condenado por tentativa de golpe de Estado. Segundo a denúncia, ele mesmo afirmou, na época, ter feito gestões para que o governo Trump impusesse sanções a autoridades brasileiras e medidas econômicas contra o país. “Eduardo agora está protegido pela Constituição americana”, diz o jornalista Paulo Figueiredo, amigo e aliado do ex-parlamentar que, como ele, vive nos EUA. “Qualquer ação de perseguição ou censura, por exemplo, contra ele, pode se inserir no mesmo contexto das ações que já levaram a sanções dos EUA ao Brasil”, segue. A extradição para que Eduardo Bolsonaro cumprisse a pena no Brasil já era considerada uma possibilidade remota pelos magistrados da Suprema Corte, já que o governo norte-americano sempre sinalizou apoio a Eduardo Bolsonaro. Com o green card, ela fica ainda mais distante. O ex-parlamentar já fez diversas declarações afirmando que sofre perseguição política de um sistema “covarde e desumano” e disse que saiu do Brasil para não se submeter a um “regime de exceção”. Para conseguir a residência permanente, diz Figueiredo, o ex-deputado teve que provar que preenchia diversos requisitos. Com o green card, Eduardo passará a viver nos EUA com praticamente os mesmos direitos que um cidadão norte-americano. Mas ele não poderá, por exemplo, votar. O pedido foi feito há mais de um ano, segundo Paulo Figueiredo. Neste mês, ele conseguiu o documento. Notícia anterior Deputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro 20/07/2026 A obra sem fim de Tarcísio no ABC 15/07/2026 Para bom entendedor: partidos levam a sério a ameaça do TRE-RJ de barrar candidatos investigados por ligação com o crime organizado 20/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios Bolsonaro contradiz Flávio e diz a Moraes que filho leu carta em live sem sua autorização Prefeitura de aliado de chefe do União ganhou R$ 80 milhões em emenda ‘sem dono’ MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido

Moradores relatam três dias sem energia em bairro de Teresópolis: ‘Meu pai é idoso e está sofrendo’

Moradores relatam três dias sem energia em bairro de Teresópolis: 'Meu pai é idoso e está sofrendo'

Moradores relatam três dias sem energia em bairro de Teresópolis: ‘Meu pai é idoso e está sofrendo’ Segundo os moradores, cabo da rede elétrica se rompeu no sábado (18); eles reclamam de prejuízos e da demora no restabelecimento do serviço. Por Juliana Guzzo | g1 20/07/2026 Segundo os moradores, cabo da rede elétrica se rompeu no sábado (18) — Foto: Sharon Cumarú Teresópolis – Moradores da Rua Mário Cravo Júnior, no bairro Cascata dos Amores, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, afirmam que ficaram mais de dois dias sem energia elétrica após o rompimento de um cabo da rede, registrado no último sábado (18). Segundo eles, o problema provocou transtornos e prejuízos. De acordo com os moradores, o rompimento foi acompanhado por um forte estouro. Eles disseram que a Enel foi acionada ainda no fim de semana, mas o fornecimento de energia não havia sido restabelecido até a tarde desta segunda-feira (20). O motorista de aplicativo Bruno Pinto Torres afirmou que uma equipe da concessionária esteve no local, mas o problema não foi resolvido. “Eles vieram aqui e, na tentativa de consertar, causaram um novo estouro. Depois saíram dizendo que os cabos tinham sido roubados, sendo que foram eles que cortaram durante o reparo”, relatou. Os moradores também reclamam da demora no atendimento e dizem que a região enfrenta interrupções frequentes no fornecimento de energia. A fisioterapeuta Sharon Cumarú contou que a falta de luz tem afetado a rotina da família, principalmente por causa do pai, de 90 anos. “Está muito frio esses dias. Não podemos ligar o aquecedor. Meu pai é idoso e está sofrendo muito com a falta de energia”, disse. Segundo os moradores, a localidade também ficou cerca de 48 horas sem energia em abril deste ano. Eles atribuem os problemas recorrentes à falta de poda preventiva das árvores e às condições da rede elétrica. O historiador Rafael Castro afirma que teve prejuízos com alimentos armazenados em casa. “Vou perder tudo o que está na geladeira. É um absurdo a gente ficar tanto tempo sem atendimento”, afirmou. Em nota, a Enel informou que enviou uma equipe ao local na manhã desta segunda-feira (20) e que a previsão era de que o fornecimento de energia fosse restabelecido até o período da tarde. Notícia anteriorPróxima notícia Região Serrana e Centro Sul FluminenseTeresópolis RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradores relatam três dias sem energia em bairro de Teresópolis: ‘Meu pai é idoso e está sofrendo’ 20/07/2026 MPRJ cumpre mandados em Itaocara por suspeita de desvio de recursos 22/07/2026 Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara Com Flávio, Eduardo e Figueiredo, EUA preparam terreno para não reconhecer eleição no BR Escritório de Flávio usa mesma contabilidade do Careca do INSS Receita pede que PF compartilhe laudos de joias sauditas dadas a Bolsonaro Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master

Flávio Bolsonaro negocia vaga no STF para bispo da Universal em troca de apoio dos Republicanos

Flávio Bolsonaro negocia vaga no STF para bispo da Universal em troca de apoio dos Republicanos

Flávio Bolsonaro negocia vaga no STF para bispo da Universal em troca de apoio dos Republicanos Embora neguem oficialmente, PL e Republicanos tratam nos bastidores da reserva de uma das quatro vagas que serão abertas no Supremo entre 2027 e 2030 para seguirem juntos nas eleições de outubro. Por Plínio Teodoro | Fórum 20/07/2026 Flávio Bolsonaro com Bia Kicis atrás de Marcos Pereira ( Roque de Sá/Agência Senado) Prevendo a formação de uma chapa “puro sangue” do PL, em meio à debandada do apoio de partidos da direita e do Centrão durante a convenção, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já negocia indicações ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar obter o apoio de siglas que compuseram o ex-governo Jair Bolsonaro (PL). Embora neguem oficialmente, PL e Republicanos tratam nos bastidores da reserva de uma das quatro vagas que serão abertas no Supremo entre 2027 e 2030 para seguirem juntos nas eleições de outubro. Caso vença Lula nas eleições presidenciais, Flávio Bolsonaro indicaria o deputado federal Marcos Pereira (Republicanos-SP), presidente do Republicanos, de Tarcísio Gomes de Freitas e braço político de Edir Macedo. Além da indicação, Flávio Bolsonaro assumiria o compromisso de não buscar a reeleição, abrindo espaço para uma possível candidatura Tarcísio de Freitas em 2030. Braço da Universal Bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), Pereira se consolidou como o principal elo entre o projeto religioso liderado por Edir Macedo e a política institucional brasileira. Sob seu comando, o Republicanos deixou de ser apenas uma legenda de apoio para se transformar em um dos partidos mais influentes do Centrão, funcionando, na prática, como o principal braço político da Universal no Congresso Nacional e nos Estados. A estratégia combina disciplina partidária, ocupação de espaços no Executivo e no Legislativo e uma atuação pragmática, que aproxima a legenda de diferentes governos sem abrir mão da agenda e da influência da denominação. Hábil articulador dos bastidores, Marcos Pereira construiu uma imagem de moderado, mas exerce um papel central na expansão do poder político da Igreja Universal. Ex-ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços no governo Michel Temer e deputado federal por São Paulo, ele lidera uma bancada decisiva em votações estratégicas e mantém forte interlocução com lideranças do Centrão, do empresariado e do segmento evangélico. Sob sua presidência, o Republicanos abrigou nomes como Tarcísio de Freitas e consolidou sua posição como uma das principais forças do conservadorismo brasileiro, reforçando a presença da Universal nas disputas por poder e na formulação da agenda política nacional. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaRepublicanosSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro negocia vaga no STF para bispo da Universal em troca de apoio dos Republicanos 20/07/2026 Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6 20/07/2026 Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE 17/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia Emendas de Tiririca, citadas por Valdemar como exemplo, têm R$ 14 milhões ainda não pagos Máfia do INSS: ex-ministro, deputado e vereador estão entre indiciados Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso

Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6

Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6

Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6 MPRJ denunciou 11 pessoas da autarquia por organização criminosa, corrupção passiva, fraude de licitação e lavagem de dinheiro. Por Rafael Nascimento | g1 Rio 20/07/2026 Davi Perini Vermelho, o Didê, presidente do IRM — Foto: Reprodução/TV Globo Onze dias após a Operação Ouroboros, do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), que mirou um suposto esquema de corrupção no Instituto Rio Metrópole (IRM), o governador em exercício Ricardo Couto exonerou nesta segunda-feira (20) a cúpula da autarquia estadual. Ao todo, foram 14 exonerações. O secretário do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que também responde pela Secretaria de Governo, Roberto Leão, ficará responsável pelo instituto até a nomeação do novo presidente. As dispensas atingem o então presidente do instituto, Davi Perini Vermelho, o Didê; o diretor de Planejamento e Projetos, Mauricio Silva Knoploch dos Santos, — pai do deputado estadual Alexandre Knoploch (PL) —; o diretor de Desenvolvimento Metropolitano Integrado, o delegado da Polícia Civil do RJ Franquis Dias Nepomuceno; e a gestora de contratos do IRM, Amanda Íthala Santos da Paschoa, nora de Maurício e cunhada de Knoploch. Eles estão entre os alvos do MPRJ e estão presos. A promotoria denunciou 11 investigados pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro de um contrato de R$ 86 milhões. De acordo com as investigações, empresas contratadas pelo IRM teriam celebrado subcontratos considerados fictícios para desviar recursos. Parte do dinheiro, segundo a denúncia, era sacada em espécie por Caroline Soares Barros, a “Mulher da Mala”, que foi presa. Ela era ex-fiscal do IRM e fundadora do Instituto Bio, empresa subcontratada da autarquia. O g1 tenta contato com os citados. Em nota, o Palácio Guanabara disse que “as exonerações fazem parte do processo de reestruturação administrativa do Instituto Rio Metrópole e têm como objetivo garantir o pleno funcionamento da autarquia, reforçando o compromisso do Governo do Estado com a transparência, a responsabilidade na aplicação dos recursos públicos e a integridade da administração estadual.” Entenda o esquema De acordo com as investigações, em licitações fraudulentas e direcionadas a partir de 2022, o IRM contratou a Engeconsult Consultores Técnicos e a R Peotta Engenharia e Consultoria. Em seguida, a Engeconsult e a R Peotta celebraram subcontratos fictícios com a Brazilian Institute of Organic — Instituto Bio, para depositar parte dos valores recebidos do IRM. Esse dinheiro era posteriormente sacado da conta do Instituto Bio, sob a escolta da Rioforte. Outra ponta do esquema eram os aditivos feitos nos contratos. Só em 2023, a Engeconsult recebeu um acréscimo de R$ 58 milhões. Classificada na denúncia como a “Mulher da Mala”, no dia 9 de janeiro, Caroline Soares Barros foi surpreendida por agentes da 110ª DP (Teresópolis) quando foi sacar R$ 500 mil em espécie em uma agência bancária daquele município, escoltada por funcionários da Rioforte. Ao todo, realizou 13 saques calculados em pouco mais de R$ 3 milhões. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualGovernadorInstituto Rio Metrópole IRMMP-RJPL Partido LiberalPolícia CivilRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRegião Serrana e Centro Sul FluminenseSão João de Meriti RJTeresópolis RJVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6 20/07/2026 Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE 17/07/2026 ‘Até agora, nada’: ex-vereador denúncia abandono de paciente no pronto-socorro em Rio das Ostras 13/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Dino chama de “excêntrica” indicação de emenda por quem não é parlamentar Dino determina que presidentes dos 21 partidos do Congresso expliquem se têm ‘cotas’ para indicar emendas Dino manda Polícia Federal ampliar investigações sobre orçamento secreto A obra sem fim de Tarcísio no ABC MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro

Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é ‘uma tragédia’ quando ‘abre a boca’

Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é 'uma tragédia' quando 'abre a boca'

Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é ‘uma tragédia’ quando ‘abre a boca’ A pré-campanha de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina ganhou um reforço que chama atenção na política do estado: o publicitário Nelson Santiago, incorporado à equipe responsável pela estratégia de comunicação do Zero Dois. Por Rodrigo Castro | O Globo 20/07/2026 Carlos Bolsonaro em evento em Chapecó (SC) — Foto: Reprodução Santiago foi secretário de Comunicação do governo de Raimundo Colombo, que declarou apoio à reeleição de Dilma Rousseff em 2014. Colombo chegou a assinar uma carta contra a abertura do processo de impeachment da então presidente. Depois do afastamento da petista, ele afirmou que “o quadro era insustentável”. Outra declaração do ex-governador tem sido lembrada nos bastidores está associada às críticas que fez à gestão de Jair Bolsonaro durante a pandemia, a qual classificou como um “desastre”. Em 2021, Colombo disse ainda que “quando ele (Bolsonaro) abre a boca é uma tragédia”. Agora, seu ex-secretário desembarca na campanha do filho do ex-presidente. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPSD Partido Social Democrático Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é ‘uma tragédia’ quando ‘abre a boca’ 20/07/2026 PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo 21/07/2026 ‘Aniversário general’: coronel da PM de SP estava em grupo de WhatsApp com preso em operação contra o PCC 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mercadão de emendas abre novos negócios para políticos sem mandato Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro PF diz que Pacheco se reuniu com dono de associação investigada para discutir nomeação de presidente do INSS; senador nega Defesa diz que Bolsonaro ‘jamais soube’ que Flávio divulgaria carta em apoio a pré-candidatura Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições

Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária

Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária

Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária Tombado pelo patrimônio municipal, prédio inaugurado em 1909 abriga a 9ª DP e sofre com problemas estruturais que afetam o trabalho de policiais e o atendimento à população Por Victor Serra | Diário do Rio 20/07/2026 Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária Computadores cobertos por plástico para escapar da água da chuva, infiltrações espalhadas por diferentes salas, paredes tomadas por mofo e uma rede elétrica improvisada. Essa é a realidade enfrentada por policiais e funcionários da 9ª Delegacia de Polícia (Catete), instalada em um edifício inaugurado em 1909 e considerado a primeira construção do Brasil projetada especificamente para funcionar como delegacia de polícia. Responsável pelo atendimento e pelas investigações nos bairros do Flamengo, Catete, Glória, Laranjeiras e Cosme Velho, o prédio, na Rua Pedro Américo, é tombado pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). Apesar do reconhecimento histórico, servidores da unidade afirmam que a estrutura interna se deteriorou e já não oferece condições adequadas de trabalho. Segundo os relatos ouvidos pelo jornal O Globo, as infiltrações se intensificam durante as chuvas e obrigam os funcionários a improvisar para proteger computadores e outros equipamentos utilizados no atendimento ao público e nas investigações. Eles contam que uma pequena intervenção realizada há cerca de seis anos não resolveu os problemas, que voltaram pouco tempo depois. Além da água que invade o imóvel, a rede elétrica também preocupa. De acordo com os denunciantes, adaptações foram sendo feitas ao longo dos anos para garantir o funcionamento de computadores, aparelhos de ar-condicionado e outros equipamentos. Ainda segundo os servidores, uma impressora multifuncional foi danificada este ano em consequência das falhas na instalação elétrica. Pisos quebrados aumentam o risco de acidentes, enquanto o mofo nas paredes e trechos do telhado sem forro tornam o ambiente ainda mais precário para policiais, funcionários e para a população que procura a unidade. Patrimônio histórico Projetado pelo arquiteto Heitor de Mello (1875-1920), um dos principais nomes da arquitetura eclética carioca e responsável, anos depois, pelo projeto do Palácio Pedro Ernesto, na Cinelândia, o prédio foi inaugurado pelo então presidente Nilo Peçanha. Na época, reunia sob o mesmo teto uma delegacia de polícia e um quartel da antiga Brigada Militar, modelo adotado no início do século XX. Em 1992, o imóvel foi tombado em definitivo pelo IRPH. O reconhecimento garante a preservação das características arquitetônicas da construção e estabelece regras específicas para qualquer intervenção estrutural. Servidores lembram que o prédio passou por uma ampla reforma em 2015 e chegou a ser fechado temporariamente para a realização das obras. Para eles, no entanto, uma nova intervenção é necessária diante do estado atual da unidade. Eles defendem que um imóvel com tamanha relevância histórica receba manutenção compatível com sua importância, preservando tanto o patrimônio quanto as condições de trabalho. O que diz a Polícia Civil Procurada, a Polícia Civil informou que vem adotando as providências necessárias para a realização de intervenções na 9ª DP. Segundo a corporação, por se tratar de um imóvel tombado, qualquer obra estrutural depende de procedimentos específicos e do cumprimento das exigências legais, o que torna o processo mais complexo. A instituição informou ainda que sua equipe de engenharia elabora um relatório técnico que servirá de base para as futuras intervenções, em conformidade com a legislação aplicável aos bens protegidos pelo patrimônio histórico. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária 20/07/2026 Rito de impeachment avança em Japeri: Fernanda Ontiveros e Carlos Januário são intimados por edital 18/07/2026 Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento 19/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido Sumiço de acervo no Palácio das Mangabeiras vira mistério em Minas Carta: Moraes dá 5 dias para PGR opinar sobre defesa de Bolsonaro MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar

Para bom entendedor: partidos levam a sério a ameaça do TRE-RJ de barrar candidatos investigados por ligação com o crime organizado

Para bom entendedor: partidos levam a sério a ameaça do TRE-RJ de barrar candidatos investigados por ligação com o crime organizado

Pré-candidato a presidente pelo PRTB é réu na Justiça Eleitoral de SP por violência política e associação criminosa As palavras do presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Claudio de Mello Tavares, em reunião com os representantes dos partidos, no último dia 10, não foram ao vento. Por Berenice Seara | Tempo Real RJ 20/07/2026 Reunião de Claudio de Mello Tavares com os partidos no TRE-RJ – Foto: Divulgação/TRE-RJ Mello Tavares destacou a responsabilidade das legendas no combate à infiltração do crime organizado na política — e deixou claro que vai barrar os candidatos que estiverem sob investigação. “A sociedade não aguenta mais, não suporta mais tanta insegurança. Esse tribunal analisará com rigor todos os pedidos de registro de candidaturas, sobretudo de candidatos que tenham ligação com o tráfico ou com as milícias. Agiremos com rigor, e cabe aos senhores, como primeira linha de defesa da legitimidade do processo eleitoral, depurar e avaliar com cautela os nomes submetidos”, afirmou. O desembargador convocou os partidos dez dias antes do período destinado às convenções partidárias — a serem realizadas, de acordo com o calendário da Justiça Eleitoral, de 20 de julho a 5 de agosto. Depois do alerta do TRE-RJ, PSD excluiu Lucinha da nominata Diante do aviso, os partidos já estão se preparando para uma certa, digamos, correção de rumos. No PSD do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), por exemplo, saiu da nominata a deputada estadual Lucinha, acusada de ligação com a milícia de Zinho, uma das maiores organizações criminosas do Rio. Com a decisão, o PSD resolve dois problemas com um único veto. Elimina o risco de ver a candidatura barrada pela Justiça Eleitoral. Mas pesou, também, o simbolismo político do caso em uma eleição na qual a segurança pública deverá ocupar parte central do debate. Ao barrar, ele mesmo, a deputada, Paes vai sinalizar que não fará acordo com o crime organizado. E que vai buscar a retomada de territórios dominados por facções criminosas e milícias. Outros partidos devem buscar o mesmo caminho. Crime organizado esteve na ordem do dia das operações policiais recentes Confirmada a tendência, se os partidos barrarem nas próprias convenções os “enrolados” e alvos das operações policiais recentes, quantos deputados estaduais permanecerão candidatos à reeleição? Aberta a temporada de apostas. Notícia anteriorPróxima notícia MP-SPPRTBTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Para bom entendedor: partidos levam a sério a ameaça do TRE-RJ de barrar candidatos investigados por ligação com o crime organizado 20/07/2026 MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro 16/07/2026 MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC Bolsonaro contradiz Flávio e diz a Moraes que filho leu carta em live sem sua autorização

Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento

Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento

Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento A Corregedoria da Secretaria de Estado de Governo (Segov) instaurou cinco sindicâncias para apurar possíveis irregularidades em contratos e processos administrativos da pasta, além de investigar eventual responsabilidade de servidores públicos. As portarias foram assinadas pela corregedora Sheila Garcia. Por João Pedro Lima | Tempo Real RJ 19/07/2026 Palácio Guanabara, sede do governo do estado – Foto: Reprodução/Google Maps Do total de procedimentos, três (portarias nº 08, 09 e 10), assinadas em 13 de julho, revogam portarias publicadas em junho e determinam a substituição das comissões responsáveis pelas apurações. Com isso, as investigações serão reiniciadas sob nova condução. As outras duas sindicâncias (portarias nº 11 e 12) tratam de casos inéditos, instaurados pela primeira vez. Mudança de governo na pasta A reorganização ocorre em um momento de mudança no comando da Segov, atualmente chefiada interinamente pelo delegado de Polícia Civil Roberto Lisandro Leão, que também responde pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Estado. Nos bastidores do Palácio Guanabara, o comentário geral é que esse “pente-fino” comandado pela corregedoria serve para passar a limpo contratos antigos e blindar o governo interino de futuros problemas com órgãos de fiscalização, organizando a casa antes de novas movimentações políticas. Quem assume cada investigação Para garantir que as apurações sejam feitas de forma rápida e neutra, a Corregedoria escalou servidores de perfil técnico e rigoroso, incluindo oficiais da Polícia Militar para os casos de maior complexidade: A sindicância referente ao processo SEI-420001/0002052/2026 ficará a cargo da tenente-coronel da PM Fernanda Fonseca Cunha. O processo SEI-420001/0002954/2026 será conduzido por Mauricio Meyer Beniste, enquanto a apuração do processo SEI-420001/0003411/2026 ficará sob responsabilidade do tenente-coronel da PM Fabio Paiva Teixeira. Já as sindicâncias recém-instauradas serão conduzidas por Ademilson Rodrigues Chaves Junior, no processo SEI-420001/0015622/2026, e por Raphael Pacheco Alves Soares, no processo SEI-420001/001946/2026. De acordo com as portarias, todas as comissões terão prazo de 30 dias corridos para concluir os trabalhos e apresentar relatório com as conclusões das apurações. COM FÁBIO MARTINS Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Militar PM Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento 19/07/2026 TCE cobra explicações sobre licitação de R$ 62 milhões para aluguel de veículos feita durante gestão de André Moura na Segov 19/07/2026 Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro 20/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Para bom entendedor: partidos levam a sério a ameaça do TRE-RJ de barrar candidatos investigados por ligação com o crime organizado Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões Carta: Moraes dá 5 dias para PGR opinar sobre defesa de Bolsonaro Emendas de Tiririca, citadas por Valdemar como exemplo, têm R$ 14 milhões ainda não pagos Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento

TCE cobra explicações sobre licitação de R$ 62 milhões para aluguel de veículos feita durante gestão de André Moura na Segov

TCE cobra explicações sobre licitação de R$ 62 milhões para aluguel de veículos feita durante gestão de André Moura na Segov

TCE cobra explicações sobre licitação de R$ 62 milhões para aluguel de veículos feita durante gestão de André Moura na Segov A secretaria de estado de Governo (Segov) terá 15 dias para explicar ao Tribunal de Contas (TCE-RJ) o que fez com uma licitação de quase R$ 62 milhões para aluguel de veículos, aberta ainda na gestão do ex-secretário André Moura (União Brasil). Por Gabriele Maia | Tempo Real RJ 19/07/2026 André Moura, ex-secretário estadual de Governo (e de Representação do Rio em Brasília) – Foto: Reprodução A suspeita do Tribunal é que o edital tenha restringido a concorrência entre as empresas. Mas, antes de decidir se houve irregularidades, a conselheira Marianna Montebello Willeman quer saber se a equipe nomeada pelo governador em exercício Ricardo Couto manteve ou cancelou a licitação. Isso porque, durante a análise do processo, o próprio governo informou ao TCE que estudava anular o pregão. Diante da alteração do contexto — marcada também pela reestruturação da secretaria após a troca no comando do governo —, a relatora decidiu interromper o julgamento e solicitar novas informações à secretaria antes de uma decisão definitiva. Denúncia aponta restrições na concorrência A denúncia analisada pelo TCE questiona dois pontos do edital: a exigência de especificações técnicas consideradas excessivamente restritivas para alguns veículos e a obrigação de que toda a frota fosse registrada e licenciada no estado do Rio de Janeiro, o que poderia limitar a participação de empresas de outras unidades da federação. Após analisar o caso, a área técnica do Tribunal concluiu que há indícios de procedência das duas irregularidades e sugeriu que a secretaria fosse orientada a corrigir esses pontos em futuras licitações. O Ministério Público de Contas acompanhou esse entendimento e acrescentou que a pasta deveria informar oficialmente se o pregão havia sido anulado. Primeira determinação do TCE não foi respondida O Tribunal já havia determinado, em abril — após a mudança de governo —, que a secretaria apresentasse esclarecimentos sobre a denúncia, informasse a situação da contratação e liberasse o acesso ao processo administrativo. Segundo a decisão, o secretário Roberto Lisandro Leão foi regularmente intimado, mas não encaminhou resposta dentro do prazo. Agora, ele terá 15 dias para informar oficialmente ao TCE se a licitação foi anulada, qual é a situação das atas de registro de preços e se houve contratos, empenhos ou pagamentos decorrentes do pregão. Após troca de comando, Segov passou por enxugamento e revisão administrativa A licitação foi realizada em 2025, quando a Segov era comandada por André Moura (União Brasil), durante o governo de Cláudio Castro (PL). André deixou o cargo no fim de março deste ano para disputar uma vaga no Senado por Sergipe, seu estado natal. Dias depois, Castro também renunciou para concorrer ao Senado pelo Rio de Janeiro. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou sua inelegibilidade até 2030 no processo que apurou abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Com a chegada de Ricardo Couto ao Palácio Guanabara, a Segov passou por uma das maiores reestruturações da administração estadual. A pasta teve 385 dos 487 cargos comissionados exonerados, reduzindo a folha de pagamento de R$ 4,2 milhões para R$ 1,1 milhão por mês. E foi justamente esse novo contexto que levou a conselheira a interromper a análise do mérito da denúncia. Marianna Willeman destacou que houve “recente alteração na Chefia do Poder Executivo estadual”, com reflexos diretos na condução da secretaria de governo, e afirma que a nova diligência permitirá ao TCE obter “informações contemporâneas, completas e oficialmente prestadas pelo gestor que ora responde pela unidade”. Por isso, optou por adiar a análise do mérito e conceder novo prazo para que a pasta esclareça se o pregão foi anulado, se as atas de registro de preços permanecem válidas e se houve contratos ou pagamentos decorrentes da licitação. COM FÁBIO MARTINS Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorPL Partido LiberalTCE-RJTSE Tribunal Superior EleitoralUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram TCE cobra explicações sobre licitação de R$ 62 milhões para aluguel de veículos feita durante gestão de André Moura na Segov 19/07/2026 Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro 20/07/2026 A obra sem fim de Tarcísio no ABC 15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado Dino determina que presidentes dos 21 partidos do Congresso expliquem se têm ‘cotas’ para indicar emendas Presidentes de partidos negam controlar emendas e se distanciam de prática atribuída a Valdemar Mercadão de emendas abre novos negócios para políticos sem mandato Pré-candidato a presidente pelo PRTB é réu na Justiça Eleitoral de SP por violência política e associação criminosa

Rito de impeachment avança em Japeri: Fernanda Ontiveros e Carlos Januário são intimados por edital

Rito de impeachment avança em Japeri: Fernanda Ontiveros e Carlos Januário são intimados por edital

Rito de impeachment avança em Japeri: Fernanda Ontiveros e Carlos Januário são intimados por edital Prefeita Fernanda Ontiveros e vice Carlos Januário têm dez dias para apresentar defesa à Comissão Processante da Câmara de Japeri após intimação por edital Por Quintino Gomes Freire | Diário do Rio 18/07/2026 Fernanda Ontiveros, e o vice-prefeito Carlos Januário – Divulgação A prefeita de Japeri, Fernanda Ontiveros (PT), e o vice-prefeito Carlos Januário (SDD) foram intimados por edital pela Comissão Processante da Câmara Municipal. O colegiado apura possíveis infrações político-administrativas em um procedimento que pode resultar na cassação dos mandatos. A intimação por edital ocorreu depois de duas tentativas frustradas de entrega pessoal dos documentos na sede da Prefeitura de Japeri. Segundo certidões publicadas no Diário Oficial do Município, o presidente da comissão, vereador Charles Gonçalves (PP), esteve nos gabinetes da prefeita e do vice nos dias 16 e 17 de julho. O parlamentar pretendia entregar cópias da denúncia e das notificações oficiais. De acordo com os registros, as servidoras que atenderam os integrantes da comissão informaram que não tinham autorização para receber os documentos em nome de Fernanda Ontiveros e Carlos Januário. Diante da impossibilidade de concluir a notificação pessoal, a comissão decidiu realizar a intimação por edital, medida prevista no Decreto-Lei nº 201/1967, que estabelece regras sobre a responsabilização de prefeitos e vereadores. Prefeita e vice têm dez dias para apresentar defesa A publicação do edital abriu prazo de dez dias para que a prefeita e o vice-prefeito apresentem defesa prévia. Eles poderão anexar documentos, indicar provas e relacionar testemunhas. A tentativa frustrada de notificação chama atenção porque a abertura da Comissão Processante já era de conhecimento público. O caso vinha sendo divulgado nos últimos dias e provocou manifestações de Fernanda Ontiveros, críticas à atuação da Câmara Municipal de Japeri e mobilizações de apoiadores do governo. A intimação por edital permite o prosseguimento do rito mesmo sem a entrega direta da documentação às autoridades investigadas. O prazo de defesa começou a contar a partir da publicação. Comissão apura licitação e possível uso eleitoral de estrutura pública A Comissão Processante foi criada depois que o plenário da Câmara aprovou o recebimento de uma denúncia contra a prefeita e o vice. O documento aponta possíveis infrações político-administrativas ligadas a supostas irregularidades em um procedimento licitatório e ao uso da estrutura pública para fins político-eleitorais. Um dos episódios citados teria ocorrido durante um evento no Ciep 401, em Japeri. Segundo a denúncia, teria havido pedido de votos para Caroline Ontiveros, irmã da prefeita e, à época, candidata a deputada estadual. As acusações ainda serão analisadas pela comissão, com direito ao contraditório e à ampla defesa. Após o recebimento das manifestações da prefeita e do vice, o colegiado poderá realizar diligências, ouvir testemunhas e solicitar novos documentos. Encerrada a fase de instrução, a Comissão Processante deverá elaborar um parecer. O documento será submetido ao plenário da Câmara Municipal de Japeri, responsável pela decisão final sobre o procedimento. Notícia anteriorPróxima notícia Japeri RJPP ProgressistasPrefeitaPT Partido dos TrabalhadoresRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSolidariedadeVereadorVice-prefeito Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Rito de impeachment avança em Japeri: Fernanda Ontiveros e Carlos Januário são intimados por edital 18/07/2026 Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento 19/07/2026 TCE cobra explicações sobre licitação de R$ 62 milhões para aluguel de veículos feita durante gestão de André Moura na Segov 19/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Banco Master ainda tem R$ 1,83 bilhão a devolver a ex-clientes do grupo PF diz que Pacheco se reuniu com dono de associação investigada para discutir nomeação de presidente do INSS; senador nega Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas Presidentes de partidos negam controlar emendas e se distanciam de prática atribuída a Valdemar

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