MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial

MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Magé, obteve decisão judicial que determina a imediata suspensão de todos os atos administrativos relacionados ao concurso público nº 01/2024 do Município de Magé, destinado ao provimento de cargos de professor da rede municipal de ensino. Por MPRJ 13/07/2026 MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial A decisão, proferida pela 1ª Vara Cível da Comarca de Magé, também declarou a nulidade e a ineficácia das convocações, nomeações e posses realizadas após 29 de agosto de 2025, data em que o município foi formalmente informado da decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) que havia suspendido o certame. A medida foi adotada no âmbito da ação cautelar proposta pelo MPRJ, após a Promotoria informar ao Juízo que o município teria descumprido a decisão do TJRJ ao promover 258 nomeações e posses publicadas após a ordem de suspensão do concurso, além de pelo menos 455 convocações temporárias realizadas por meio do Processo Seletivo Simplificado nº 001/2026. As investigações também identificaram indícios de coincidência entre candidatos aprovados no concurso suspenso e posteriormente contratados temporariamente, o que, segundo o Ministério Público, pode indicar tentativa de contornar os efeitos da decisão judicial e violação aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade na administração pública. Além disso, foi determinada a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Instituto de Avaliação Nacional (IAN), responsável pela organização do concurso, abrangendo os últimos cinco anos, para apuração da destinação dos recursos arrecadados com as inscrições e de eventuais transferências a terceiros. A decisão também determina que o prefeito de Magé apresente, no prazo de dez dias, a relação nominal dos candidatos empossados após a suspensão do concurso, as datas de posse e de entrada em exercício, a lotação de cada servidor, a lista completa dos contratados temporários por meio do Processo Seletivo Simplificado nº 001/2026 e as justificativas administrativas para essas contratações. Notícia anterior Magé RJMP-RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseTJ-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial 13/07/2026 Rio tem R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob investigação por corrupção 13/07/2026 PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha 12/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Aluguel de software pode ser excelente negócio se a contratante for a Secretaria de Governo de Nova Iguaçu Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal” Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?”
PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara

PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara De acordo com relatório da Transparência Brasil, R$ 1,3 bilhão foram repassados sem identificação do deputado responsável pela emenda Por Jonatas Martins | CNN Brasil 13/07/2026 PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Os partidos PP (Partido Progressistas), União Brasil e PL (Partido Liberal) são as siglas que mais enviaram emendas da Câmara dos Deputados em 2025 com autoria associada à liderança partidária. Isso ocultaria os reais autores da indicação dos recursos. As informações constam em relatório da organização Transparência Brasil. O Republicanos, Avante, Solidariedade e Podemos também constam na lista relativa às emendas de liderança da Câmara referente a 2025. A Transparência Brasil acrescenta que a maior parte desses repasses concentra recursos em um ou dois estados. O restante é pulverizado em outros entes. “A prática sugere que a escolha do beneficiário final é feita por diversos deputados da legenda, de diferentes regiões do país, com caciques partidários se apropriando de maiores volumes para seus estados de interesse. Nenhum desses parlamentares é identificado”, aponta o relatório. Distribuição das indicações às emendas: Progressistas – 464 indicações – R$ 427.749.685; União Brasil – 303 indicações – R$ 288.744.163; Partido Liberal – 234 indicações – R$ 254.339.840; Republicanos – 260 indicações – R$ 218.454.614; Avante – 50 indicações – R$ 29.995.000; Solidariedade – 6 indicações – R$ 22.000.000; Podemos – 24 indicações – R$ 18.983.331. Os dados foram reunidos a partir de documentos disponibilizados da CMO (Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização) do Congresso Nacional. Havia R$ 11,7 bilhões em indicações para as emendas de comissão em 2025. Deste montante, R$ 3,8 bilhões são originários do Senado e R$ 7,9 bilhões da Câmara. Elas são referentes a 4.415 indicações de senadores e de 12.231 indicações de deputados. A Transparência Brasil indica que todas as indicações das comissões do Senado estavam associadas a um senador. A CNN tenta contato com os partidos citados na reportagem. O espaço segue aberto. Emendas de liderança da Câmara por UF O relatório atesta que os líderes da bancada de seis dos sete partidos indicaram emendas sem apontar o responsável. “Esses seis líderes partidários fizeram indicações que somam R$ 143,2 milhões em 2025. A totalidade desses recursos foi para beneficiários dos estados em que foram eleitos”. A única exceção é o Progressistas já que não há registros de indicações atreladas ao nome de Dr. Luizinho (PP-RJ), líder da bancada na Câmara. O partido concentrou mais da metade do montante distribuído no Piauí. Este estado é a base eleitoral do senador Ciro Nogueira, presidente do PP e que tenta a reeleição em uma disputa acirrada. O União Brasil é o segundo partido com mais “emendas de liderança”, sendo R$ 134,9 milhões (47%) concentrados no Maranhão, domicílio eleitoral do deputadoPedro Lucas Fernandes, líder da bancada na Câmara. Valor direcionado em 2025 a beneficiários dos estados dos líderes partidários: Pedro Lucas Fernandes (União-MA) – 47% das emendas de liderança do partido foram para beneficiários da UF do líder; Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) – 8% das emendas de liderança do partido foram para beneficiários da UF do líder; Dr. Luizinho (PP-RJ) – 24% das emendas de liderança do partido foram para beneficiários da UF do líder; Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) – 100% das emendas de liderança do partido foram para beneficiários da UF do líder; Gilberto Abramo (Republicanos-MG) – 17% das emendas de liderança do partido foram para beneficiários da UF do líder; Neto Carletto (Avante-BA) – 67% das emendas de liderança do partido foram para beneficiários da UF do líder; Rodrigo Gambale (Podemos-SP) – 21% das emendas de liderança do partido foram para beneficiários da UF do líder; “Esse quadro reforça o entendimento de que as ´emendas de liderança´ não correspondem à cota individual dos líderes, tampouco representam uma decisão exclusiva deste parlamentar, pois a fragmentação em beneficiários de diversos entes sugere múltiplos autores ocultos”, afirma a organização responsável pelo ranking. De forma geral, o estado do Rio de Janeiro lidera o ranking de recebimento de “emendas de liderança”. O estado do Piauí aparece em seguida e tem R$ 216,5 milhões registrados em “emendas de liderança”, todas do PP. Situação em 2026 O relatório identificou que o cenário das “emendas de liderança” na Câmara persiste em 2026. As escolhas dos beneficiários das emendas de comissão incorporadas ao orçamento começaram a ser publicizadas em abril deste ano. Rastreamento feito pela Transparência Brasil em 29 de maio demonstram R$ 373,8 milhões em recursos registrados com autoria de lideranças partidárias. “Das sete lideranças partidárias com indicações que ocultam o parlamentar autor em 2025, apenas a do Solidariedade não aparece nos arquivos de 2026. Já o PT ingressou no grupo, com R$ 107,5 milhões atrelados à liderança petista. Os dados parciais apontam que praticamente um terço das “emendas de liderança” em 2026 é de autoria do Republicanos (R$ 126,5 milhões)”, revela a Transparência Brasil. O Republicanos é o partido de Hugo Motta, presidente da Câmara a partir de 2025. Atas indisponíveis e indicações irrastreáveis A legislação determinar que as atas das reuniões para decidir a distribuição das emendas precisam ser públicas. Segundo a Transparência Brasil, a Câmara dos Deputados apresentou “respostas evasivas” quando questionada sobre as atas. “Como não foi possível obter os documentos, tanto em transparência ativa quanto passiva, torna-se inviável verificar se as “emendas de liderança” decorrem de consenso das respectivas bancadas e pesquisar se os autores originais das indicações de liderança estão de alguma forma identificados”. A Transparência Brasil realizou o cruzamento de todas as indicações de emendas de comissão em 2025 disponibilizadas pelo Congresso – tanto de autoria definida, como de lideranças – com os dados do arquivo de indicações Portal da Transparência, a partir dos campos CNPJ do beneficiário e número da emenda. Como resultado, R$ 821 milhões em recursos empenhados não puderam ser associados a nenhuma das indicações da Câmara e do Senado a partir dessas duas bases. Manifestações O Solidariedade informou que todas as indicações feitas pela liderança obedecem rigorasamente a Constitituição e a legislação brasileira. “O Dep. Aureo Ribeiro foi eleito pelo estado
Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil

Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Estudo afirma que indicações foram registradas em nome de líderes partidários, sem identificar os deputados que escolheram os beneficiários. Por Caetano Tonet | g1 13/07/2026 Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia. — Foto: Carlos Moura/Agência Senado Brasília – Um estudo da Organização Transparência Brasil afirma que, em 2025, a Câmara dos Deputados registrou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão em nome de líderes partidários em 2025, sem identificar os parlamentares que efetivamente indicaram os beneficiários dos recursos. Segundo a organização, o montante representa 16% das indicações feitas pelas comissões da Casa no ano e reproduz a lógica do extinto “orçamento secreto”. 🔎 Apesar de na prática replicar o modelo do antigo orçamento secreto, a indicação de emendas de comissão por parte dos líderes partidários está prevista na lei complementar 210, aprovada no Parlamento em 2025 em acordo entre os Três Poderes após o Supremo Tribunal Federal suspender o pagamento de emendas, justamente por falta de transparência. De um total de 12.231 apontamentos, o levantamento identificou 1.341 indicações associadas apenas às lideranças de sete partidos — PP, União Brasil, PL, Republicanos, Avante, Podemos e Solidariedade. De acordo com a Transparência Brasil, os documentos públicos da Câmara registram apenas a liderança partidária como autora dessas indicações, sem informar quais deputados definiram o destino final das verbas. No total, o montante indicado sob a assinatura dos líderes partidários corresponde a 16% dos R$ 7,9 bilhões destinados pela Câmara dos Deputados em 2026. Partidos que mais direcionaram emendas A federação formada por Progressistas e União Brasil foi a que mais utilizou o mecanismo, chamado pela ONG de “emenda de liderança”, com R$ 716,7 milhões, sendo R$ 427,7 milhões do PP e R$ 288,7 milhões do União Brasil. As siglas são seguidas do PL, com R$ 254,3 milhões, e pelo Republicanos, que indicou R$ 218,5 milhões através da caneta da liderança do partido. Juntos, os quatro partidos respondem por quase 95% do total identificado pelo estudo. O relatório também procura demonstrar que os líderes partidários registrados como autores das indicações não seriam, necessariamente, os responsáveis por definir o destino dos recursos. Segundo o estudo, seis dos sete líderes dos partidos que utilizaram esse mecanismo tinham emendas registradas em seus nomes, somando R$ 143,2 milhões. Em todos esses casos, as indicações individuais foram destinadas exclusivamente a beneficiários dos estados pelos quais esses parlamentares foram eleitos. Já as emendas registradas em nome das lideranças apresentam um padrão diferente segundo o estudo. Os recursos foram distribuídos entre diversos estados e, na maioria dos casos, apenas uma parcela ficou concentrada no estado de origem do líder partidário. Nos moldes do orçamento secreto, essa pulverização indica que diferentes deputados da mesma bancada podem ter escolhido os beneficiários, embora seus nomes não apareçam nos documentos públicos, ficando a autoria formal atribuída apenas à liderança do partido. O estudo cita o PP como o principal exemplo desse padrão. Mais da metade dos R$ 427,7 milhões indicados pelo líder da bancada, Dr. Luizinho (PP-RJ), foi destinada ao Piauí, enquanto cerca de 24% tiveram como destino o Rio de Janeiro, estado pelo qual o deputado foi eleito. O levantamento faz observação semelhante sobre o União Brasil. Segundo o relatório, 47% das emendas atribuídas à liderança da bancada foram destinadas ao Maranhão, estado do então líder Pedro Lucas (União-MA), enquanto o restante foi distribuído por outros 14 estados. “Esse quadro reforça o entendimento de que as ‘emendas de liderança’ não correspondem à cota individual dos líderes, tampouco representam uma decisão exclusiva deste parlamentar, pois a fragmentação em beneficiários de diversos entes sugere múltiplos autores ocultos”, diz o relatório. Além da ocultação dos autores, o estudo aponta falhas na rastreabilidade das emendas. A entidade afirma que R$ 821 milhões em emendas de comissão empenhadas em 2025 não puderam ter seus beneficiários finais identificados por meio do cruzamento das bases públicas do Congresso e do governo federal, em razão da ausência de um identificador único para acompanhar cada indicação até sua execução. ➡️As emendas de comissão (RP8) surgiram após o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar as emendas de relator — primeiro modelo do orçamento secreto — inconstitucionais. Esses recursos não são impositivos, ou seja, o governo não é obrigado a pagar e sua liberação depende de negociação política. Em 2026, o PT adotou o modelo Segundo o levantamento, o modelo seguiu em 2026 e, até 29 de maio, a Transparência Brasil identificou R$ 373,8 milhões em indicações de emendas de comissão registradas apenas em nome de líderes partidários, sem identificação dos parlamentares que escolheram os beneficiários. Com exceção do Solidariedade, todos os partidos identificados em 2025 mantiveram o mecanismo neste ano. A novidade foi a entrada do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que indicou R$ 107,5 milhões em nome da liderança da bancada. Nos dados parciais de 2026, o Republicanos aparece com o maior volume de recursos vinculados às chamadas emendas de liderança, somando R$ 126,5 milhões. A entidade destaca que não encontrou registros de indicações atribuídas apenas às lideranças nas emendas de comissão do Senado, tanto em 2025 quanto nos dados parciais divulgados para 2026. Notícia anterior AvanteDeputado Federalemenda parlamentarPL Partido LiberalPodemosPP ProgressistasPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSolidariedadeSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil 13/07/2026 Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas 13/07/2026 Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) 11/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia
STF suspende regra sobre sucessão na presidência da Assembleia Legislativa do Amazonas

STF suspende regra sobre sucessão na presidência da Assembleia Legislativa do Amazonas Liminar concedida pelo ministro Flávio Dino determina adoção provisória do procedimento previsto no Regimento Interno da Câmara dos Deputados Por Jorge Macedo/AD//CF | STF 13/07/2026 STF | Foto: Antonio Augusto/STF O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu os efeitos de resolução da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) que alterou seu regimento interno para disciplinar a sucessão à presidência da Casa. A decisão foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7984. Na liminar, o relator também determinou que seja aplicado, provisoriamente, o procedimento previsto no Regimento Interno da Câmara dos Deputados para o preenchimento da vaga por meio de eleição, salvo quando a vacância ocorrer na parte final do mandato da Mesa. Além disso, a Assembleia deverá suprir a lacuna em seu regimento na próxima legislatura, observando o devido processo legislativo. Contexto Na ação, o partido Solidariedade relata que a resolução passou a permitir que o vice-presidente da Assembleia assuma a presidência em definitivo em caso de vacância do cargo, sem a realização de nova eleição. Segundo a legenda, a alteração foi aprovada após a renúncia do então governador Wilson Lima e do vice-governador Tadeu de Souza. Com isso, Roberto Cidade deixou a presidência da Aleam para assumir o governo do Estado, e o vice-presidente, Adjuto Afonso, passou a exercer, interinamente, a chefia do Legislativo. Situação concreta Ao decidir, o ministro Dino considerou plausível a alegação de que a mudança foi incluída por meio de emenda parlamentar em um projeto de resolução que tratava de outro tema, situação que afronta o devido processo legislativo. Além disso, verificou haver indícios de desvio de finalidade e de violação ao princípio da impessoalidade, pois a alteração teria sido aprovada para produzir efeitos imediatos sobre uma situação concreta, caracterizando uma norma casuística, com destinatário certo. A decisão, que já valendo, será submetida a referendo do Plenário na sessão virtual agendada para a semana de 14 a 21/8. Leia a íntegra da decisão. Notícia anteriorPróxima notícia ALEAMAvanteDeputado EstadualGovernadorSolidariedadeSTF Supremo Tribunal FederalUnião BrasilVice-governador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram STF suspende regra sobre sucessão na presidência da Assembleia Legislativa do Amazonas 13/07/2026 Dino chama de “excêntrica” indicação de emenda por quem não é parlamentar 14/07/2026 Dino manda Polícia Federal ampliar investigações sobre orçamento secreto 14/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Emendas de Tiririca, citadas por Valdemar como exemplo, têm R$ 14 milhões ainda não pagos PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC Ricardo Couto começa a reduzir secretarias; confira as mudanças TCE oficializa perda de cargo de Domingos Brazão seis meses após condenação por morte de Marielle Carta: Moraes dá 5 dias para PGR opinar sobre defesa de Bolsonaro
Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO)

Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, sargento da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, foi morto na frente de condomínio no bairro do Pechincha, zona Sudoeste do Rio de Janeiro neste domingo (12) Por Vitor Bonets e Camille Barbosa | CNN Brasil 13/07/2026 Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, sargento da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro executado na frente de um condomínio no bairro do Pechincha, zona Sudoeste do Rio de Janeiro • Reprodução/Redes Sociais São Paulo e no Rio de Janeiro – Uma câmera de segurança mostra o exato momento em que Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, é executado na frente de um condomínio no bairro do Pechincha, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O caso ocorreu neste domingo (12). Nas imagens, é possível ver dois homens de capecete em uma moto. Eles acompanham um carro, onde estava Yuri. Os criminosos param ao lado do veículo e um deles realiza diversos disparos. Uma câmera de segurança mostra o exato momento em que Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, é executado na frente de um condomínio no bairro do Pechincha, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O caso ocorreu neste domingo (12). Nas imagens, é possível ver dois homens de capecete em uma moto. Eles acompanham um carro, onde estava Yuri. Os criminosos param ao lado do veículo e um deles realiza diversos disparos. O PM, que era lotado no 21º Batalhão, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, já havia sido preso em 2023 por tráfico de drogas. Ele foi encontrado morto dentro do carro com o motor ainda ligado. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga o assassinato. Diligências estão em andamento para apurar os fatos. Prisão em 2023 Yuri Luiz Desiderati Ribeiro foi preso em outubro de 2023 após ser flagrado fazendo a escolta de um caminhão com 151 kg de cocaína na avenida Brasil, na altura de Cordovil, na zona Norte do Rio. Segundo investigações da época, o policial atuaria para traficantes. De acordo com documentos obtidos pela CNN Brasil, a carga da droga seria transportada para uma comunidade dominada pelo Comando Vermelho. Com essa informação, somada à enorme quantidade de entorpecente apreendida, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concluiu que Yuri e outro homem não se enquadravam como “traficantes ocasionais”. O sargento da Polícia Militar era lotado no 21º Batalhão, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSão João de Meriti RJTJ-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) 13/07/2026 Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio 08/07/2026 Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?” 07/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vorcaro encomendou dossiê contra CEO do Itaú: “Está me causando problema” Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ
Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas

Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas Ex-assessora de Arthur Lira (PP), servidora é apontada como responsável por atuar em favor de políticos sem mandato na indicação de verbas parlamentares Por O GLOBO 13/07/2026 Mariângela Fialek, a Tuca, ex-assessora de Arthur Lira — Foto: Reprodução/LinkedIn Rio de Janeiro – Apontada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), como responsável por atuar em favor do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, na indicação de emendas parlamentares, a servidora Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, também tinha aval do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), para atuar na indicação de emendas parlamentares por Eduardo Cunha (Republicanos). As informações constam na representação enviada pela Polícia Federal a Dino, a partir de provas coletadas pelas investigações. Tuca foi assessora do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), e hoje está lotada na liderança do PP na Casa, com salário de R$ 23.732,92. Segundo Dino, há “múltiplos indícios” de que ela atuava junto com outros dois servidores como “longa manus’ (executor de ordens) de Valdemar dentro da Câmara dos Deputados — que não poderia indicar emendas, já que não possui mandato. “A atuação desses três servidores extrapola a função burocrática e adentra em um espaço de cogestão irregular, no qual eles não apenas cumprem instruções, mas orientam, cobram, organizam e adaptam destinações conforme diretrizes informais atribuídas a Valdemar”, diz o ministro, na decisão que bloqueou os bens do líder partidário, na sexta-feira passada. Em outra ação, Dino determinou o bloqueio de até R$ 6,15 milhões em bens de Cunha em uma investigação que apura o desvio de emendas parlamentares da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados. No documento produzido pelos investigadores, a Polícia Federal argumenta que o conjunto de elementos coletados, como a interceptação de diálogos mantidos entre Tuca e Cunha, revelam que o ex-presidente da Câmara operava com poderes equivalentes ou até superiores aos de parlamentares em exercício. “Tudo indica que Tuca contava com pleno aval da presidência da Casa (Motta) para promover os desvios de emendas em favor de Cunha, intensificando um altíssimo grau de promiscuidade na deliberação do chamado orçamento secreto”, afirma a PF. Dona da ‘chave do cofre’ e ex-braço-direito de Lira Tuca chegou a ser alvo de buscas da Polícia Federal em dezembro do ano passado. A operação apurava suspeitas de direcionamento indevido de recursos enviados pelos deputados a seus redutos eleitorais. Servidora da Câmara, Fialek tinha um raro status em Brasília: era tratada como chefe de Poder em reuniões na Esplanada dos Ministérios. Requisitada, a ex-assessora de Arthur Lira (PP-AL) teve a chave do orçamento secreto e foi alvo de operação da Polícia Federal (PF), em dezembro do ano passado, após ser acusada de trabalhar “sem preocupação” ou “interesse republicano” para o encaminhamento de emendas de comissão, um novo flanco de investigação sobre o mau uso de verbas por congressistas. Funcionária importante também para a gestão de Hugo Motta (Republicanos-PB), Tuca dizia a pessoas próximas que tinha registro de tudo o que fazia, desde conversas presenciais até ligações e anotações do dia a dia. Não por acaso, o temor se espalhou entre deputados, preocupados com os desdobramentos da chamada “conta de padaria” identificada pela PF. Em dezembro, quando parlamentares foram surpreendidos pela decisão do ministro Flávio Dino de afastá-la do cargo, uma onda de solidariedade foi gerada pelos deputados. Senhas de acesso Segundo relatos, Tuca auxiliava prefeituras, deputados e ministérios, tendo inclusive acesso a algumas senhas em sistemas específicos para o dinheiro chegar ao destino acordado. Sua sala, no segundo andar do Anexo 2 da Casa, se tornou ponto recorrente de circulação de parlamentares interessados em formalizar pedidos. Na sede da Presidência, local em que integrantes do governo frequentemente trabalham sob pressão para liberar recursos, uma simples chamada telefônica de Tuca era capaz de interromper uma reunião. O GLOBO mapeou a circulação da assessora na Esplanada e no Palácio do Planalto. Apenas na sede da Presidência, ela esteve 23 vezes durante o atual governo. Tuca circulou por pastas como Cidades, Desenvolvimento Regional, Saúde, Turismo, Educação e Fazenda, além do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), sempre vinculando sua atuação à execução de emendas. Entre todos os parlamentares ouvidos pelo GLOBO que conviveram com ela, há o reconhecimento do seu papel gerencial, uma mulher que resolvia problemas e era “incisiva” quando necessário. Para a PF e o ministro Flávio Dino, relator de ações que tratam sobre o mau uso de recursos, Tuca é suspeita de “direcionar” emendas sem critérios técnicos. No caso específico que desencadeou a operação, um deputado foi o responsável por relatar a precariedade das destinações. Segundo José Rocha (União Brasil-BA), presidente de comissão responsável por emendas repassadas pelo Ministério da Integração, Tuca enviou, em nome da Presidência da Câmara, planilhas prontas para assinatura. Eram, de acordo com o parlamentar, documentos que indicavam a destinação de R$ 1,125 bilhão sem informar autores, objetos ou beneficiários. Deputados e a própria Tuca afirmam que sua função sempre foi exercida por delegação. Ela atuava como “cumpridora de ordens”. Neste sentido, a investigação sobre seu trabalho e a decisão de afastá-la são compreendidas por congressistas como um ataque à Câmara. Por isso, os deputados querem que ela retorne às suas funções e trabalham para que sua reputação seja restaurada. Como informou O GLOBO, a Mesa Diretora da Câmara pediu ao STF em dezembro que ela retorne ao cargo, em processo que corre em sigilo. Integrantes da cúpula da Câmara afirmam que há uma tentativa de criminalizar as emendas. Segundo eles, não há irregularidades no apontamento dessas indicações. Além disso, dizem que há inconsistências nos depoimentos de deputados que embasaram a operação. Tuca tem um longo histórico de trabalho com políticos, chegando a trabalhar nos governos de quatro presidentes. No Legislativo, no início da atual gestão de Lula, quando a equipe econômica ainda buscava reorganizar sua relação com o Congresso e compreender as mudanças com o fim do orçamento secreto, sua palavra tinha peso. Reunião Embora ocupasse formalmente o cargo
Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF

Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF Segundo investigações, mesmo sem mandato, ex-presidente da Câmara orientava ‘(re)direcionamento de valores públicos’ Por Paula Freitas | Veja 13/07/2026 O ex-deputado Eduardo Cunha – (@eduardocunha/Facebook) Uma investigação da Polícia Federal (PF) apontou que o ex-deputado Eduardo Cunha atuava como um “agente secreto” e exercia um poder maior na Câmara dos Deputados do que parlamentares eleitos. Segundo a PF, mesmo sem mandato, Cunha orientava o “(re)direcionamento de valores públicos, especialmente em prol de sua anunciada campanha ao cargo de Deputado Federal pelo Estado de Minas Gerais”. “As emendas, criadas para atender demandas legítimas de representantes eleitos, acabam subordinadas a um esquema informal coordenado por quem não mais responde ao eleitorado, ao Parlamento ou às regras republicanas de transparência”, afirmou a PF. “O conjunto de elementos já permite concluir que Eduardo Cunha opera como agente privado com poderes políticos equivalentes ou até superiores aos de parlamentares em exercício, interferindo no direcionamento de recursos federais sem qualquer autorização institucional.” Mais cedo, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de R$ 6,1 milhões do ex-deputado por suspeita de desvio de emendas. Ao menos 29 emendas da Comissão de Saúde da Câmara teriam sido movimentadas sob ordens de Cunha. O valor total soma R$ 6.150.378,00. Ele operava com a ajuda de uma servidora da Casa, Mariângela Fialek, apelidada de “Tuca”, de acordo com as investigações. Outros parlamentares também estavam envolvidos no processo, que cita nominalmente o deputado federal Gilberto Abramo (Republicanos-MG). O ato pode configurar crime de peculato, previsto no art. 312 do Código Penal. “A atribuição artificial de status decisório a pessoa estranha à função formal, e o consequente redirecionamento das emendas para atender preferências privadas/partidárias, compõem o núcleo do desvio exigido pelo tipo do art. 312”, acrescentou a decisão. Em nota, a defesa do ex-deputado afirmou que “antes da decretação do bloqueio patrimonial, não havia sido intimado, ouvido ou chamado a prestar qualquer esclarecimento no âmbito dessa investigação”. O comunicado também indicou que “Eduardo Cunha não exerce mandato parlamentar e, portanto, não apresentou, subscreveu ou formalizou nenhuma das emendas mencionadas nas reportagens”. “Ao contrário. Conforme pode-se observar, elas foram oficialmente apresentadas e indicadas por parlamentares, bancadas ou órgãos legitimados, únicos que possuem competência sobre o processo orçamentário”, disse a declaração. “Eduardo Cunha sempre pautou sua vida publica pelo compromisso ético e probidade, respeitando as normas legais, inclusive, enquanto exerceu seu mandato parlamentar.” Notícia anteriorPróxima notícia Deputado Federalemenda parlamentarPolícia Federal PFRepublicanosSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF 13/07/2026 Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) 13/07/2026 Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio 08/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo Quem é a ‘Mulher da Mala’? Ex-fiscal sacou R$ 3 milhões em esquema de corrupção, diz MPRJ Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO)
Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO)

Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO) Greve acontece em vários pontos do país; motoristas estão parados também nos portos, inclusive em Santos Por Chico Alves | ICL Notícias 13/07/2026 Senador Davi Alcolumbre (Republicanos-AP) A decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Republicanos-AP), de travar a votação da Medida Provisória 1.343, que altera as regras do piso do frete para o transporte rodoviário de cargas (a chamada MP do Frete) levou caminhoneiros de várias regiões do país a iniciarem paralisação às 0h desta segunda-feira (13). O movimento foi convocado por líderes de vários sindicatos e associações de motoristas autônomos de caminhão. Um deles é o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão. “Há semanas a gente vem lutando para que o Senado coloque o texto da MP em votação e até agora não aconteceu, por isso a categoria deliberou que faríamos essa paralisação. Essa paralisação não é feita por decisão do sindicalista A ou B. Quem causou essa paralisação foi o Alcolumbre”, disse ele, Ao ICL Notícias. A mobilização acontece porque a MP perde a validade nesta quinta-feira (16) e a categoria quer fazer com que Alcolumbre coloque em votação nesta terça-feira (14). A MP do Frete trata da questão do custo mínimo do frete, da autonomia para que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) possa fazer a fiscalização, isenção das multas que foram aplicada em 2022, o fim das multas de entre-eixos, salário-base de R$ 5 mil para motoristas celetistas e vários outros pontos. Em vários portos do país os caminhoneiros estão parados, inclusive no Porto de Santos. Esse tipo de greve é a que mais rapidamente causa reflexo na distribuição dos produtos. “Esse recado vai para todos os caminhoneiros e para o Alcolumbre: Porto de Santos está parado, como foi pedido pela categoria. Alcolumbre, coloque essa pauta para votação senão essa responsabilidade será 100% sua”, alertou Luciano Santos, presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam-Santos), em vídeo gravado à 0h de hoje. Mas a paralisação não é só dos caminhoneiros que atendem aos portos. “É geral. O objetivo é continuarmos parados até que Alcolumbre coloque a MP em votação”, diz Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL). Algumas lideranças da categoria receberam sinalização de que o presidente do Senado pode mudar de posição e colocar o texto em votação. “Esperamos que isso aconteça”, diz Chorão. https://politicariabrasileira.com.br/wp-content/uploads/2026/07/ssstwitter.com_1783963095165.mp4 Notícia anterior ANTT Agência Nacional de Transportes TerrestresDavi AlcolumbreMedida Provisória MPRepublicanosSantos SPSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO) 13/07/2026 Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) 11/07/2026 Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões de Bolsonaro e Tarcísio Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável Prefeitura de SP pede explicações a ONG ligada a ‘Dark Horse’ por despesas que somam R$ 13,4 milhões E agora, Valdemar? Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO)
Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025

Produtora de filme sobre Bolsonaro funcionava em casa de sócio em subúrbio dos Estados Unidos Líderes partidários assumiram autoria de 16% das emendas decomissão da Câmara dos Deputados, ocultando parlamentares que indicaram o beneficiário final dos recursos Por Transparência Brasil 13/07/2026 Este estudo analisou as 16,6 mil indicações de beneficiários das emendas de comissão de 2025 As emendas de liderança repetem a lógica do orçamento secreto, mecanismo declarado inconstitucional pelo STF em 2022. São emendas de comissão cujas indicações de beneficiários aparecem registradas em nome das lideranças partidárias, e não dos deputados que de fato escolheram os destinatários dos recursos. Essas emendas não têm impositividade prevista na Constituição, mas passaram a ter execução obrigatória por normas infralegais e acordos políticos, mesmo com o STF exigindo transparência e rastreabilidade dos recursos até o beneficiário final. Este estudo analisou as 16,6 mil indicações de beneficiários das emendas de comissão de 2025, que somaram R$ 11,7 bilhões em todo o Congresso Nacional, e verificou que sete bancadas da Câmara dos Deputados destinaram R$ 1,3 bilhão (16% do total da Casa) em nome de lideranças partidárias, sem identificar os deputados responsáveis pelas indicações. No Senado, todas as indicações estiveram associadas a um senador nomeado. Clique aqui para abrir o estudo Desenvolvido pelo EmbedPress Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalFlávio BolsonaroJair BolsonaroPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025 13/07/2026 Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil 13/07/2026 Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Aliados aconselham Flávio a adiar escolha de candidato ao Senado no Rio após operações da PF impactarem a chapa Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL
Rio tem R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob investigação por corrupção

Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL Montante é suficiente para executar 15 projetos prioritários de mobilidade, incluindo a Linha 3 do metrô, ligando a capital a Niterói e São Gonçalo passando sob a Baía de Guanabara Por Jéssica Marques e Selma Schmidt | O Globo 13/07/2026 No rastro do dinheiro público — Foto: Editoria de arte Rio de Janeiro – Anáfora, Zargun, Unha e Carne, Ouroboros… Esses são nomes de apenas algumas das 22 operações realizadas no estado do Rio entre 9 de junho de 2025 e 9 de julho de 2026. Levantamento feito pelo GLOBO mostra que as investigações apuram R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob suspeita de irregularidades em esquemas de corrupção. O montante é suficiente — e com sobra — para executar os 15 projetos prioritários de mobilidade da Região Metropolitana do Rio, estimados em R$ 68 bilhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério das Cidades. Entre eles está uma promessa de décadas: a Linha 3 do metrô, que ligaria a capital a Niterói e São Gonçalo por um trecho sob a Baía de Guanabara. Ao longo dessas operações, a Justiça também bloqueou R$ 122 milhões em bens e valores. A cifra bilionária também choca ao ser comparada com as despesas estimadas do estado para 2026 (R$ 126,7 bilhões). Representa mais da metade do que, pela lei orçamentária, pode ser gasto com pagamento de todos os servidores, custeio, obras e compras de equipamentos. Além disso, o montante sob suspeita daria para quitar quatro vezes o déficit previsto no orçamento do ano (R$ 18,93 bilhões). As investigações foram conduzidas pela Polícia Federal, pelo Ministério Público do Rio, pela Polícia Civil, pelo Ministério Público Federal, pela Controladoria-Geral da União e pelo Tribunal de Contas do Estado. Os alvos incluem políticos, ex-gestores públicos, servidores estaduais e municipais, policiais civis, empresários, organizações sociais da saúde e instituições públicas. Sem refino O maior valor sob apuração aparece na Operação Sem Refino, da PF, que analisa fraudes envolvendo cerca de R$ 50 bilhões e tem como alvos o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o empresário Ricardo Magro, dono do grupo Refit. Na sequência, aparece a sexta fase da Operação Unha e Carne, que apura um esquema estimado em R$ 7,6 bilhões de lavagem de dinheiro em postos de combustíveis da Região Metropolitana e tem como alvos o ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União) e o ex-secretário de Polícia Civil Marcos Amim. Também de grande impacto financeiro está uma fiscalização do TCE-RJ, que apontou irregularidades em aplicações de R$ 6,5 bilhões do governo do estado em empresas privadas. Também estão na lista a primeira fase da Compliance, que investiga suspeitas de fraudes de R$ 3 bilhões no Rioprevidência; a Operação Antracito, que apura contratos da organização social Prima Qualitá Saúde com recursos do SUS, estimados em R$ 1,6 bilhão; e a quarta fase da Operação Unha e Carne, que teve como alvo o deputado afastado e preso Thiago Rangel (Avante) em um esquema de R$ 1 bilhão envolvendo verbas da Secretaria estadual de Educação (Seeduc). Em 3 de dezembro de 2025, o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), foi preso ao chegar à sede da PF. Em seu carro oficial, os agentes encontraram R$ 90 mil em espécie. Ele era investigado por suspeita de vazar informações sigilosas da Operação Zargun, que levou à prisão do então deputado TH Jóias, suspeito de ligação com o Comando Vermelho. A professora de Ciência Política da UFRJ e coordenadora do LAPPCOM, Mayra Goulart, afirma que é preciso diferenciar a troca legítima de apoio político do uso da máquina pública para favorecer grupos no poder. — É natural que o eleitor recompense com o voto um político cujas políticas públicas melhoraram sua vida. O problema surge quando a máquina pública deixa de servir ao cidadão e passa a fortalecer um projeto político. Isso caracteriza aparelhamento do Estado. Já o antropólogo Roberto DaMatta explica que a complexidade do setor público dificulta que a população entenda os caminhos que o dinheiro do governo percorre: — As pessoas têm dificuldade de entender que esse dinheiro (71,8 bilhões) é público. O sistema é muito complexo. Por isso, os cidadãos não entendem onde o dinheiro está sendo aplicado. Outras operações atingiram diferentes áreas da administração estadual. A Barco de Papel apura irregularidades na relação entre o Rioprevidência e o Banco Master, em um montante de R$ 970 milhões. Já a Anáfora investiga a participação do ex-governador Cláudio Castro (PL) e do ex-prefeito Washington Reis (MDB) em um esquema estimado em R$ 563 milhões de desvio de recursos da Saúde e lavagem de dinheiro para uma organização criminosa — valor suficiente para custear mais de quatro vezes as obras de saneamento no Complexo da Maré, orçadas em R$ 120 milhões. A lista inclui ainda a Operação Ouroboros, do MPRJ, que apura suspeitas de irregularidades em contratos do Instituto Rio Metrópole (IRM), com prejuízo estimado em R$ 86 milhões. A investigação foi deflagrada após auditorias determinadas pelo governador em exercício, Ricardo Couto; a Apócrifo, da PF e da Polícia Civil, sobre fraudes de R$ 15 milhões em alvarás judiciais; a terceira fase da Operação Fake Agents, em que ex-funcionários da Caixa Econômica Federal são acusados de desvio de R$ 7 milhões; e a Capgras, que apura fraudes de R$ 22 milhões em pensões da UFRJ. O levantamento também reúne operações contra servidores da Secretaria estadual de Fazenda, com fraudes de R$ 311 milhões; a Oásis, sobre golpes estimados em R$ 110 milhões; a Pague a Conta, que apura prejuízo de R$ 1 milhão em uma lotérica; a terceira fase da Operação Anomalia, contra policiais civis; e uma investigação da Polícia Civil sobre uma vereadora do Rio envolvendo R$ 1,7 milhão. Procurados, o ex-governador Cláudio Castro, a defesa do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar e o ex-secretário Washington Reis negaram irregularidades. Castro afirmou que não favoreceu a Refit nem recebeu vantagem indevida na Operação
Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC

MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial De acordo com a Polícia Civil, a Entre Investimentos foi a principal fonte de dinheiro da ACX ITC Tecnologia em um período de nove meses Por Eduardo Militão e Andre Shalders | Metrópoles 13/07/2026 Cena do filme Dark Horse | Reprodução A Entre Investimentos e Participações, que financiou o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), fez 14 transferências para uma empresa investigada por lavar dinheiro do PCC. No total, foram R$ 28 milhões repassados em nove meses, entre agosto de 2024 e abril de 2025. É o maior volume de recursos destinado à ACX ITC Tecnologia no período. Segundo a Polícia Civil de São Paulo, a ACX ITC integra a rede de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas da facção criminosa. A empresa está registrada em nome de um laranja que contou aos policiais ter sido abordado em um campo de futebol com a proposta de receber R$ 5 mil em troca de ceder seu CPF para assumir a empresa. O homem afirmou trabalhar com a venda de pipas e rabiolas por meio de rifas. A renda era de R$ 1.000 por rifa vendida. A relação da Entre Investimentos com a ACX ITC está sob investigação. No papel, a Entre pertence a Antônio Carlos Freixo Junior. Segundo a Polícia Federal, Freixo era usado pelo banqueiro Daniel Vorcaro como laranja para realizar pagamentos e ocultar patrimônio. Mas não apenas por ele. Ou seja, nem todos os negócios da Entre estão relacionados a Vorcaro. Foi por meio da Entre que Vorcaro pagou R$ 61 milhões, a pedido do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), supostamente para financiar um filme sobre a história de Jair Bolsonaro. “A empresa ACX ITC possui fortes indícios de envolvimento com recursos oriundos do tráfico e movimentou R$ 918.378.510,00”, registrou o delegado Júlio Jesus Encarnação em relatório encaminhado à 1ª Vara de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens de São Paulo. De 1º de agosto de 2024 a 25 de abril de 2025, estes foram os maiores pagadores da ACX ITC, segundo a Polícia Civil: • Entre Investimentos – R$ 26 milhões (a reportagem calculou R$ 28 milhões)• Supaluh Transportes e Serv Empresariais – R$ 11,7 milhões• Rinanileo Gestão Consultoria – R$ 9,3 milhões• Alpha Capital Ltda – R$ 3,4 milhões• JJV Intermediações e Cobranças – R$ 2,8 milhões A vice-campeã em repasses à ACX ITC é a Supaluh Transportes, investigada na CPMI do INSS. A comissão investigou a ACX porque a empresa também foi usada pelo Careca do INSS, principal operador do esquema de desvio de dinheiro de aposentados e pensionistas. Com endereço registrado em São Paulo, a Supaluh teve o registro baixado na Receita Federal em 2025. Ou seja, não está mais em operação. A empresa está registrada em nome de um contador que tinha 290 empresas como clientes e de um preparador de tintas com salário de R$ 1.700 por mês. Apesar disso, movimentou R$ 1,1 bilhão entre 2023 e 2025, segundo relatório da CPMI do INSS. Investigação foi enviada à Polícia Federal A empresa ACX ITC Tecnologia também apareceu em esquemas relacionados ao PCC, ao universo do Banco Master, de Daniel Vorcaro, e ao filme Dark Horse, fatos apurados na Operação Compliance Zero. Por isso, a Polícia Civil encaminhou toda a investigação da Operação Saturno à Polícia Federal. Os pagamentos da Entre ao filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro foram acertados por Vorcaro e pelo pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O acordo previa desembolsos de R$ 134 milhões, distribuídos entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. Os repasses, porém, foram efetuados entre 13 de fevereiro e maio do ano passado e somaram R$ 61 milhões. A Entre Investimentos, de Antônio Carlos Freixo Júnior, não respondeu às perguntas do Metrópoles sobre a natureza dos repasses à ACX ITC. Em nota, a assessoria da empresa afirmou apenas que “o Grupo Entre realiza suas operações em conformidade com as normas e regulamentações aplicáveis ao setor financeiro”. Acrescentou ainda que “a empresa reforça seu compromisso com a integridade, a transparência e o cumprimento da legislação vigente, permanecendo à disposição das autoridades competentes sempre que necessário.” Notícia anterior Magé RJMP-RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseTJ-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC 13/07/2026 PGJ afirma que investigações revelam ambiente institucional voltado à corrupção no Estado 09/07/2026 Caiado tem pelotão de 51 policiais militares para segurança pessoal e de familiares 19/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL Quem é a ‘Mulher da Mala’? 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PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha

Aluguel de software pode ser excelente negócio se a contratante for a Secretaria de Governo de Nova Iguaçu Permissão para ex-deputado indicar repasses intensifica ‘altíssimo grau de promiscuidade’ na liberação das verbas, diz polícia PF não cita Hugo Motta, mas emendas foram liberadas na gestão do atual presidente da Câmara; Cunha nega ilegalidade Por Mateus Vargas | Folha de S.Paulo 12/07/2026 O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (Republicanos-MG) – Kayo Magalhães – 12.jul.2026/Divulgação/Câmara dos Deputados Brasília – Em documentação enviada ao ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), a Polícia Federal afirma que há indícios de que a presidência da Câmara autorizou a assessora parlamentar Mariângela Fialek a desviar emendas para o ex-deputado Eduardo Cunha (Republicanos-MG). A apuração embasou a ordem de Dino para bloquear R$ 6,15 milhões de Cunha pela suposta ingerência ilegal no direcionamento das verbas. Os documentos da PF reproduzidos na decisão do ministro do STF não citam o nome do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), mas os diálogos entre Cunha e Mariângela e a liberação das verbas ocorreram em 2025, quando ele comandava a Câmara. “Tudo indica que Tuca [apelido de Mariângela] contava com pleno aval da presidência da Casa para promover os desvios de emendas em favor de Eduardo Cunha, intensificando um altíssimo grau de promiscuidade na deliberação do chamado orçamento secreto”, afirma a PF. O presidente da Câmara ainda não se manifestou sobre a decisão de Dino e a apuração da PF. No sábado (11), Motta saiu em defesa do presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Ele falou em “intervenção judicial” indevida ao se referir à ordem de Dino de bloquear R$ 119 milhões do dirigente partidário por causa da suspeita de desvio de emendas. Em nota, a defesa de Mariângela Fialek afirma que ela atuava de forma “estritamente técnica, apartidária e impessoal”. Na documentação enviada a Dino, a Polícia Federal afirma que ela “sabia que estava atuando em zona cinzenta” ao supostamente contornar fluxos formais para ajustar a destinações de emendas “conforme interesses privados”. A PF também diz que Eduardo Cunha opera como agente privado com poderes políticos equivalentes ou até superiores aos de parlamentares em exercício, “interferindo no direcionamento de recursos federais sem qualquer autorização institucional”. Em diálogos entre Cunha e Mariângela, reproduzidos pelos investigadores, o ex-presidente da Câmara também fez menção a “Hugo” em setembro de 2025. Segundo a PF, Tuca havia procurado o ex-deputado para “aparentemente” enviar alguma informação. Depois de ela enviar e apagar uma mensagem, Cunha teria dito: “Tive ontem com Arthur. Hugo me ligou à noite. Enfim, tentando ajudar. Mas Arthur tem razão”. Os trechos da investigação mencionados na decisão de Dino não explicam se Arthur é Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara. A decisão de bloquear valores de Cunha é um desdobramento da Operação Transparência, que investiga a possível ingerência ilícita do ex-deputado no direcionamento de verbas públicas, mesmo sem exercer mandato parlamentar desde 2016. Segundo a PF, a investigação aponta que Cunha coordenava diretamente a destinação de, pelo menos, 29 emendas da Comissão de Saúde, totalizando um valor de R$ 6,15 milhões. A defesa de Eduardo Cunha disse, em nota, que soube da decisão pela imprensa e que ele não foi intimado nem chamado a prestar esclarecimentos antes da decretação do bloqueio de bens. Afirmou ainda que Cunha não exerce mandato e, portanto, não apresentou, subscreveu ou formalizou nenhuma das emendas mencionadas nas reportagens. “A defesa rejeita a tentativa de equiparar automaticamente a legítima interlocução política ao exercício clandestino de mandato parlamentar”, disse, em nota. De acordo com a nota, o valor bloqueado refere-se ao total das emendas sob investigação e não comprova desvio da verba. A defesa afirma que Cunha desconhece irregularidades na tramitação dos recursos e informa que buscará acesso aos autos para exercer o direito de defesa. Notícia anteriorPróxima notícia Nova Iguaçu RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha 12/07/2026 Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF 13/07/2026 Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado Hugo Motta oficializa perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt Autópsia de governo Castro expõe ‘antros de corrupção’ no Rio