Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

No Rio Comprido, a criminalidade invadiu mais um prédio abandonado na região

No Rio Comprido, a criminalidade invadiu mais um prédio abandonado na região

No Rio Comprido, a criminalidade invadiu mais um prédio abandonado na região Há tempos, o antigo prédio do Inmetro vem sendo invadido por usuários de drogas Por Nelson Lima Neto | O Globo 12/05/2026 Antigo prédio do Inmetro e seu vizinho não possuem qualquer defesa contra invasores — Foto: Foto do Leitor Os moradores da Rua Santa Alexandrina, no Rio Comprido, clamam por ajuda. Há tempos, o antigo prédio do Inmetro, abandonado desde 2021 e de posse do governo federal, vem sendo invadido por usuários de drogas em busca de metais e fios, revendidos em ferros-velhos clandestinos na região. Agora, o novo alvo é o casarão histórico ao lado, no número 386. O imóvel teve o portão de ferro roubado e está completamente desprotegido, tornando-se mais um alvo de depredação. Essa semana, a Light estava trabalhando no local. É que invadiram uma subestação de energia no prédio, que deixou parte da rua sem luz. Notícia anteriorPróxima notícia INMETRO Instituto Nacional de Metrologia Qualidade e TecnologiaRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) 13/05/2026 PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda 13/05/2026 Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel 12/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Além de triplex, Ciro Nogueira comprou R$ 7 milhões em imóveis em SP após se aliar ao Master (VIDEO)

Além de triplex, Ciro Nogueira comprou R$ 7 milhões em imóveis em SP após se aliar ao Master (VIDEO)

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Após apresentar a “emenda Master”, Ciro Nogueira comprou loja na Oscar Freire, apartamento no Itaim Bibi e casa de R$ 5 milhões no Morumbi Por Renan Porto | Metrópoles 12/05/2026 Senador Ciro Nogueira (PP-PI) | BRENO ESAKI/METRÓPOLESSenador Ciro Nogueira (PP-PI) | BRENO ESAKI/METRÓPOLES Além de comprar um triplex em um dos prédios mais luxuosos de São Paulo por R$ 22 milhões, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) adquiriu outros três imóveis na capital paulista, que somam R$ 7 milhões, após se tornar sócio de empresa ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro e passar a defender os interesses do Banco Master no Congresso, entre 2024 e 2025. Assim como o triplex, que foi trocado por uma mansão nos Jardins, bairro de altíssimo padrão em São Paulo — os dois imóveis estão em fase final de construção —, as três propriedades adquiridas por Ciro após a aliança com Vorcaro foram colocadas no CNPJ de sua holding patrimonial, a CNLF Empreendimentos Imobiliários. A empresa está registrada no nome de Raimundo Nogueira Lima, irmão de Ciro, que foi alvo da 5ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) na última quinta-feira (7/5), junto com o senador e presidente nacional do PP. Segundo a PF, o parlamentar recebia mesada de R$ 300 mil a R$ 500 mil de Vorcaro para atuar “em favor do banqueiro”. Ciro nega as acusações. Outros imóveis de Ciro Nogueira em SP Em 30 de agosto de 2024, a CNLF comprou por R$ 650 mil apartamento de 78 metros quadrados na rua Urussuí, no Itaim Bibi, bairro nobre da zona oeste de São Paulo. Pouco mais de um ano depois, em 24 de outubro de 2025, o mesmo imóvel foi transferido pelo dobro do valor — R$ 1,3 milhão — para uma outra empresa do senador, a Ciro Nogueira Agropecuária e Imóveis. Em 27 de setembro de 2024, a CNLF adquiriu por R$ 660 mil apartamento de 97 metros quadrados, com uma vaga de garagem, na rua Oscar Freire, a poucos metros de onde o triplex de R$ 22 milhões está sendo construído. Em 25 de novembro de 2025, a holding patrimonial comprou, em parceria com uma filha e um cunhado de Ciro Nogueira, uma casa de 587 metros quadrados por R$ 5 milhões em um condomínio na rua Muribeca, no Morumbi, outro bairro nobre da capital. A CNLF ficou com 50% da propriedade. Eliane Portela Nogueira e seu marido com os outros 50%.   Ao Metrópoles Ciro Nogueira disse que os imóveis foram comprados para sua família. Segundo ele, o apartamento no Itaim Bibi seria utilizado por sua mãe. O apartamento na rua Oscar Freire, por sua ex-mulher Iracema Portella, e a casa no condomínio do Morumbi, por sua filha Eliane. “Em nenhum imóvel foi utilizado recurso desta Green Investimentos”, afirmou o senador ao ser questionado sobre a sociedade da CNLF com a empresa ligada a Daniel Vorcaro. O negócio foi considerado suspeito pela PF porque a empresa do senador teria pagado R$ 1 milhão por 30% das ações da Green que valeriam R$ 13 milhões. Triplex e “emenda Master” Como revelado pelo Metrópoles no domingo (10/5), a compra do triplex ocorreu em julho de 2024, 26 dias antes de Ciro Nogueira apresentar emenda a uma PEC que beneficiaria o Banco Master. O imóvel de 514 metros quadrados fica no topo do empreendimento Oscar 900, na badalada rua Oscar Freire, conhecida por lojas de grife e restaurantes da alta gastronomia. Em março deste ano, Ciro trocou o apartamento por uma mansão de 878 metros quadrados no Jardim Europa, com o amigo Antonio Rocha Neto, conhecido como Rochinha. Segundo o senador, os dois imóveis, que estão em fase final de construção, devem valer em torno de R$ 30 milhões quando ficarem prontos. De acordo com as investigações da Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024, logo após comprar o triplex, tinha como objetivo proteger as operações fraudulentas do Banco Master. O texto, que teria sido redigido pela assessoria do próprio banco, previa quadriplicar o valor de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. A emenda não avançou. O Master foi liquidado pelo Banco Central (BC) em novembro de 2025, com a primeira fase da Operação Compliance Zero, que prendeu Daniel Vorcaro pela primeira vez, por suspeita de fraude bilionária contra o sistema financeiro. Ao todo, o FGC pagará R$ 40 bilhões para 800 mil pessoas que tinham até R$ 250 mil investidos no Master. Ao representar pelos mandados contra Ciro Nogueira, deferidos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a PF cita mensagens de Vorcaro dizendo que a emenda havia saído “exatamente como mandei” e diálogos do banqueiro com o primo Felipe Vorcaro que indicam pagamentos mensais de propina ao senador do PP. Pagamentos do Master por 2 anos Em entrevista ao Acorda Metrópoles, na manhã dessa segunda-feira (11/5), o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que Ciro Nogueira tem 1% da CNLF e que a empresa recebeu pagamentos mensais de aproximadamente R$ 300 mil de uma “empresa do grupo Master”, do banqueiro Daniel Vorcaro, por cerca de dois anos. O valor de R$ 300 mil é o mesmo citado nas mensagens trocadas entre Vorcaro e um primo dele, Felipe Vorcaro, que a Polícia Federal (PF) suspeita que tenha sido propina do dono do Banco Master ao senador Ciro Nogueira. Kakay participou do programa como advogado de Ciro. No entanto, minutos após o término da entrevista, ele comunicou à imprensa que estava deixando a defesa do senador do PP, em comum acordo com o parlamentar. Segundo a PF, a CNLF comprou 30% em ativos da Green, em abril de 2024, por R$ 1 milhão, embora as ações valessem R$ 13 milhões. Para os investigadores, Ciro levou “vantagem negocial” de R$ 12 milhões em empreendimento ligado à família Vorcaro enquanto defendia os interesses do Master no Congresso. https://www.youtube.com/watch?v=xgCJyCMbCWs&t=149s Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação

O apadrinhado de Ciro Nogueira e o rombo de R$ 87 milhões em Cajamar

O apadrinhado de Ciro Nogueira e o rombo de R$ 87 milhões em Cajamar

O apadrinhado de Ciro Nogueira e o rombo de R$ 87 milhões em Cajamar Investimentos do Instituto de Previdência dos Servidores foram durante gestão de vice-presidente do PP, filiado em evento com Ciro Nogueira Por Andre Shalders | Metrópoles 12/05/2026 Instagram / reprodução Um político apadrinhado pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) era o prefeito de Cajamar (SP) quando o Instituto de Previdência dos Servidores do município aplicou R$ 87 milhões em letras de crédito do Banco Master. Na semana passada, Nogueira foi alvo de uma nova fase da operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Na representação, a Polícia Federal (PF) afirma que Nogueira recebia uma mesada do dono do Master, o empresário mineiro Daniel Vorcaro. Os valores variavam entre R$ 300 mil e R$ 500 mil, segundo a PF — Ciro Nogueira nega ter recebido os valores. Os investimentos do Instituto no Master foram feitos em três rodadas, nos meses de outubro e dezembro de 2023 e março de 2024. À época, o prefeito de Cajamar era o atual vice-presidente do PP estadual em São Paulo, Danilo Joan. Ciro Nogueira participou pessoalmente do evento de filiação dele, em 30 de março deste ano. Hoje, Danilo Joan é pré-candidato a deputado estadual pelo PP. Como prefeito, cabia a Danilo Joan indicar os dirigentes do Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar. Os investimentos no Master são assinados pelos então diretores do instituto: Luiz Henrique Miranda Teixeira (diretor-executivo), Milton Marques Dias (administrativo e financeiro) e Marcelo Ribas de Oliveira (benefícios). Com a liquidação do Master, o Instituto perdeu o valor investido. A coluna entrou em contato com Milton Marques Dias. “Sobre o tema investimentos, já foram prestadas todas as informações solicitadas pelo portal Metrópoles”, disse ele. A coluna não conseguiu contato com os outros dois dirigentes do Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar. Em nota, o Instituto afirmou que “todos os investimentos foram realizados com a observância de rigorosas cautelas legais e análises técnicas, em um momento em que a instituição era considerada sólida e segura pelos órgãos reguladores”. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCajamar SPPolícia Federal PFPP ProgressistasPrefeitoPrevidência SocialSTF Supremo Tribunal Federal Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro 13/05/2026 Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro 13/05/2026 ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) 13/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação

PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação

PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é acusado pela PGR de atrapalhar o processo sobre a tentativa de golpe de Estado, em que o pai dele foi depois condenado. Por Márcio Falcão e Marcela Cunha | TV Globo e g1 11/05/2026 O deputado Eduardo Bolsonaro, que está nos EUA — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo Brasília – A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (11) a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é acusado pela PGR de atrapalhar o processo sobre a tentativa de golpe de Estado, em que o pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi depois condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão. “O inconformismo do réu materializou-se em atos concretos de hostilidade e promessas (efetivadas) de retaliação internacional, com o objetivo claro de paralisar as persecuções penais em curso, o que preenche integralmente os requisitos do tipo penal imputado”, disse a PGR. Para a PGR, Eduardo buscou junto ao governo Donald Trump, dos Estados Unidos, levantar sanções e tarifas ao Brasil e a autoridades do Judiciário como represália ao julgamento. “Os elementos reunidos nos autos comprovam, portanto, que Eduardo Nantes Bolsonar praticou, de forma continuada, o crime que lhe é imputado na denúncia”. No mês passado, o ex-deputado faltou ao interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da ação penal na qual é réu por coação no curso do processo. Eduardo não indicou advogado e é representado no processo pela Defensoria Pública da União (DPU). Como mora nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado, e não retornou ao Brasil desde então, o depoimento seria por videoconferência. Agora, a Procuradoria apresentou a chamada alegações finais e defendeu a condenação. Após a manifestação da PGR, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, deu prazo de 15 dias para que a defesa, a cargo da DPU, entregue sua última manifestação no processo. Ameaças a ministros Segundo a PGR, a estratégia de Eduardo e de Paulo Figueiredo, produtor de conteúdo, aliado da família Bolsonaro e também acusado na mesma ação, consistia em ameaçar os ministros do STF com a obtenção de sanções estrangeiras, tanto para os magistrados quanto para o próprio Brasil. Para isso, eles exploraram suas conexões nos Estados Unidos, incluindo contatos com integrantes do alto escalão do governo norte-americano. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalDPU Defensoria Pública da UniãoPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro 13/05/2026 Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro 13/05/2026 ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) 13/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE

Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE

Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE Cerimonial convidou todos os ex-presidentes; ida de Bolsonaro depende de permissão do Supremo Por Gustavo Uribe e Matheus Teixeira | CNN Brasil 11/05/2026 Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE | CNN O ministro Kassio Nunes Marques convidou os ex-presidentes Jair Bolsonaro (PL) e Fernando Collor de Mello para a cerimônia de posse como chefe do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ambos cumprem pena por condenação do STF (Supremo Tribunal Federal) e dependem de autorização da corte para comparecerem à solenidade. O magistrado convidou todos os ex-chefes do Executivo federal. Também foram convidados Michel Temer (MDB), Dilma Rousseff (PT), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e José Sarney (MDB) também foram convidados. Kassio assumirá o posto atualmente ocupado pela ministra Carmen Lúcia e estará à frente do tribunal eleitoral durante o pleito deste ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi às duas últimas posses na presidência do TSE, dos ministros Alexandre de Moraes e Carmen Lúcia, e há a expectativa de que também compareça na solenidade marcada para esta terça-feira (12). Notícia anterior MDB Movimento Democrático BrasileiroPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPSDBPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE 11/05/2026 Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro 11/05/2026 Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores 11/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP 41% dos brasileiros afirmam conviver com o crime organizado no bairro onde moram Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro

Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de Janeiro

Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro Bolsonaro seria um dos beneficiados pelo texto apresentado pelo líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante Por Levy Teles | O Estado de S.Paulo 11/05/2026 Sóstenes Cavalcante é o coordenador pelo protocolo da PEC. Foto: Wilton Junior/Estadão BRASÍLIA – O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), iniciou, nesta segunda-feira, 11, a coleta de assinaturas para protocolar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para anistiar os presos do 8 de janeiro, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Neste momento, a PEC tem 35 assinaturas das 171 necessárias – a oposição trabalha para já conseguir o número mínimo em no máximo duas semanas. Trata-se de uma reação à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu aplicação da Lei da Dosimetria até STF analisar medida que beneficia Bolsonaro. “Diante da decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender a aplicação da Lei da Dosimetria, ficou ainda mais evidente para o Brasil que parte do sistema não aceita qualquer medida que represente justiça, equilíbrio e proporcionalidade para os condenados do 8 de janeiro. A resposta a esse novo abuso será dada dentro da Constituição”, disse Sóstenes. O texto anistia todos aqueles que “participaram, direta ou indiretamente, de fatos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023” e tenham sido condenados pelos crimes de dano qualificado, deterioração de patrimônio público, associação criminosa armada, abolição violenta do estado democrático de direito e golpe de Estado. Bolsonaro foi condenado pleos crimes de organização criminosa armada, abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. “A decisão do Ministro Alexandre de Moraes suspendendo a lei representa uma afronta à soberania do Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal está impedindo a aplicação de uma norma aprovada pela ampla maioria dos congressista”, disse Sóstenes. A lei aprovada pelo Congresso Nacional reduz as penas de pessoas condenadas pelos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro e também beneficiaria Bolsonaro, condenado a 27 anos por tentativa de golpe de Estado. O texto aprovado prevê redução de penas e facilita progressão de regime para crimes contra o estado democrático de direito. A reação por uma PEC, porém, levaria tempo até surtir efeito. A votação de propostas de emenda à Constituição costumam levar mais tempo – em alguns casos, nesta legislatura, o governo conseguiu trabalhar para que PECs incômodas não avançassem. Foi o caso da PEC das Drogas, que queria qualificar como ato criminoso a prática de portar entorpecentes “independentemente da quantidade”. A tramitação dessa proposta foi interrompida na Câmara, após aprovação no Senado. O governo conseguiu trabalhar para impedir que partidos indicassem membros para a formação de comissão especial para discutir esse projeto. Notícia anterior Brasília DFConstituição FederalDeputado FederalPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPL Projeto de LeiPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro 11/05/2026 Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores 11/05/2026 Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP 11/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP 41% dos brasileiros afirmam conviver com o crime organizado no bairro onde moram Hugo Motta também propôs lei para favorecer interesses de Vorcaro e do Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Com traficantes e amantes, política no Rio é um cabaré em chamas

Com traficantes e amantes, política no Rio é um cabaré em chamas

Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia Em sete meses, três deputados da tropa bolsonarista foram presos Apesar das retaliações, governador interino não descansa na faxina Por Alvaro Costa e Silva | Folha de S.Paulo 11/05/2026 Rodrigo Bacellar e Flávio Bolsonaro em evento no Rio de Janeiro – Rafael Campos – 5.jul.25/Divulgação Governo do Rio de Janeiro Virou rotina. Em sete meses, três parlamentares do Rio foram presos, entre eles o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, acusado pela Polícia Federal de vazar uma operação contra o Comando Vermelho em que o alvo era o deputado TH Joias. A bola da vez é Thiago Rangel, que desviou verbas da Secretaria de Educação e concedeu cargos na pasta a pessoas indicadas por um traficante, de acordo com as investigações. Os três integravam a tropa bolsonarista que, desde 2019, se especializou em aparelhar as instituições e depenar os cofres públicos, aliando-se a organizações criminosas. Estas, livres para atuar, se agigantaram. Rangel, do Avante, é considerado um peixe pequeno no esquema de corrupção. Mas um peixinho que tinha um Porsche último tipo guardado na garagem e cujo patrimônio saltou de R$ 224 mil em 2020, quando se candidatou a vereador, para R$ 3 milhões em 2023, ano em que já era deputado. Segundo a Polícia Federal, sua função era lavar dinheiro de propina por meio de uma rede de postos da gasolina, além de liderar uma quadrilha que fazia ameaças a adversários na região de Campos de Goytacazes. Há pânico nos bastidores da política fluminense. Depois da Secretaria de Educação, a operação Unha e Carne irá se concentrar no setor da saúde, controlado há oito anos pelo deputado federal Doutor Luizinho, cupincha do encrencadíssimo senador Ciro Nogueira. Por diversas vezes Nogueira quis emplacar Luizinho como ministro da Saúde no governo Lula. Não conseguiu. O governador em exercício do Rio, desembargador Ricardo Couto, continua limpando a máquina administrativa, sem se incomodar com chantagens e retaliações. Na Segurança, quer dar autonomia à perícia criminal, desvinculando-a da Polícia Civil, o que garante investigações independentes em casos de letalidade policial. Inconformados com a exoneração de mais de mil funcionários fantasmas, deputados estaduais ameaçam divulgar uma lista de amantes de desembargadores que também recebem sem trabalhar na Alerj. O cabaré está pegando fogo. Notícia anteriorPróxima notícia ALBAAvanteDeputado EstadualFeira de Santana BA Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano 12/07/2026 ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino 12/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões 12/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões Master: PF vê troca de celular e fim da empresa em risco de fuga de Miranda E agora, Valdemar? Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Bolsonarismo: a celebração da imbecilidade

Bolsonarismo: a celebração da imbecilidade

Bolsonarismo: a celebração da imbecilidade Entre delírios conspiratórios, negacionismo científico e fanatismo político, o bolsonarismo transformou o absurdo em identidade coletiva e a ignorância em símbolo de pertencimento Por Zé Barbosa Junior | Fórum 11/05/2026 Lula Marques Ag Br / Reprodução de vídeo O episódio envolvendo a marca Ypê talvez seja um dos retratos mais acabados do estágio de degradação intelectual a que chegou parte significativa do bolsonarismo. Diante de uma recomendação técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária sobre riscos relacionados a determinados lotes de produtos, milhares de pessoas decidiram reagir não com prudência, nem com racionalidade, mas com fanatismo político. A lógica foi simples, grotesca e reveladora: se a marca esteve associada a apoiadores de Jair Bolsonaro, então qualquer medida regulatória contra ela só poderia ser “perseguição”. E, portanto, consumir um produto potencialmente nocivo passou a ser, para alguns, um ato de militância ideológica. Há algo profundamente perturbador nisso. Não apenas pela irresponsabilidade sanitária, mas porque o caso escancara um fenômeno muito maior: o bolsonarismo transformou a imbecilidade em identidade política. O absurdo deixou de ser um desvio vergonhoso e virou demonstração pública de pertencimento. Quanto mais ridícula a tese, mais ela funciona como senha tribal. A irracionalidade passou a operar como prova de fidelidade. Foi assim na pandemia. Enquanto hospitais colapsavam e covas coletivas eram abertas em Manaus, milhões de brasileiros aderiram à negação científica como se fosse uma cruzada moral. A vacina, fruto de décadas de pesquisa científica acumulada, foi convertida em objeto de paranoia delirante. Espalhou-se que imunizantes alterariam DNA, implantariam chips, causariam magnetismo corporal ou transformariam pessoas em jacarés, alusão a uma frase grotesca dita pelo próprio Jair Bolsonaro e recebida por muitos não como vergonha nacional, mas como símbolo de autenticidade “antissistema”. A tragédia brasileira durante a Covid não foi apenas sanitária. Foi civilizatória. Médicos charlatães viraram celebridades digitais. Influenciadores sem qualquer formação passaram a desacreditar pesquisadores, universidades e instituições científicas. A ignorância foi romantizada como virtude popular, enquanto o conhecimento técnico passou a ser tratado como conspiração elitista. A estupidez ganhou estética, linguagem e militância organizada. O terraplanismo, que durante décadas parecia apenas uma excentricidade folclórica da internet, encontrou terreno fértil nesse ambiente de colapso cognitivo. Não porque todos os bolsonaristas acreditassem literalmente que a Terra é plana, mas porque o bolsonarismo consolidou uma cultura política baseada na rejeição sistemática da realidade verificável. O método é sempre o mesmo: desacredita-se qualquer fonte confiável (imprensa, universidades, ciência, dados oficiais) para substituí-la por correntes de WhatsApp, vídeos conspiratórios e “especialistas” de ocasião. A verdade deixa de ser aquilo que pode ser demonstrado; passa a ser aquilo que reforça ressentimentos ideológicos. Esse mecanismo produz uma inversão moral devastadora. O sujeito racional vira suspeito. O ignorante convicto vira “corajoso”. O pesquisador é tratado como inimigo. O fanático desinformado é celebrado como alguém “que pensa por si próprio”. Trata-se de um movimento político que sequestrou o sentimento legítimo de indignação popular e o converteu numa máquina de culto ao grotesco. Não é coincidência que figuras mais histriônicas, violentas e caricatas tenham prosperado nesse ambiente. O bolsonarismo premiou o escândalo permanente. Quanto mais vulgar, mais autêntico parecia. Quanto mais agressivo, mais “verdadeiro”. A política foi substituída por uma espécie de espetáculo da brutalidade intelectual. Não se exigia coerência, projeto nacional ou capacidade administrativa. Bastava odiar os inimigos corretos: jornalistas, professores, artistas, cientistas, defensores dos direitos humanos, universidades, ambientalistas, feministas, qualquer pessoa minimamente comprometida com reflexão crítica. O mais assustador é perceber que essa adesão ao absurdo não ocorre apesar do ridículo, mas justamente por causa dele. O comportamento irracional tornou-se performático. Defender cloroquina contra evidências científicas, atacar vacinas, relativizar golpes de Estado, repetir teorias conspiratórias ou consumir produtos sob suspeita sanitária apenas para desafiar autoridades virou demonstração pública de pertencimento político. O nonsense passou a funcionar como ritual coletivo. Há nisso uma dimensão quase religiosa, não no sentido espiritual, mas sectário. Toda seita precisa romper seus membros da realidade compartilhada. Precisa criar um universo paralelo onde apenas o grupo possui acesso à “verdade”. O bolsonarismo operou exatamente assim. Criou uma bolha emocional onde fatos objetivos têm menos importância do que narrativas afetivas de perseguição. Qualquer crítica vira prova da conspiração. Qualquer investigação é “censura”. Qualquer responsabilização é “ditadura”. A vítima permanente tornou-se uma figura central dessa identidade política. Evidentemente, o anti-intelectualismo não nasceu com Bolsonaro. O obscurantismo sempre existiu. Mas o bolsonarismo lhe deu legitimidade institucional, escala de massas e linguagem pop. Pela primeira vez desde a redemocratização, o negacionismo deixou de ser marginal para ocupar o centro do poder político nacional. A presidência da República tornou-se palco diário de desinformação organizada. As consequências disso são profundas e duradouras. Uma sociedade que perde a capacidade de distinguir fato de delírio torna-se vulnerável a toda espécie de autoritarismo. Quando a verdade objetiva morre, sobra apenas o grito, a manipulação emocional e a força bruta. Não existe democracia saudável sem algum compromisso coletivo com a realidade. O caso da Ypê, por mais aparentemente banal que seja, sintetiza perfeitamente essa decadência. Pessoas dispostas a colocar a própria saúde em risco para defender uma identidade política revelam um grau alarmante de submissão ideológica. Não importa mais o conteúdo da informação. Importa apenas quem é percebido como aliado ou inimigo. Talvez esse seja o traço mais perverso do bolsonarismo: ter transformado a humilhação intelectual em orgulho coletivo. Fazer papel de ridículo deixou de causar constrangimento. Pelo contrário: virou demonstração de fidelidade política. O grotesco foi naturalizado. O patético foi convertido em linguagem pública. A ignorância passou a ser celebrada como autenticidade popular. E uma nação que começa a aplaudir a própria degradação intelectual entra num território perigosíssimo, porque quando a imbecilidade vira projeto político, a barbárie nunca demora a chegar. *  Zé Barbosa Jr é teólogo, pastor, licenciado em história e pós-graduado em Ciências Políticas Notícia anteriorPróxima notícia ANVISA Agência Nacional de Vigilância SanitáriaManaus AMPL Partido LiberalPresidente da República Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE 11/05/2026 Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do

Empresa de preso por elo com PCC tem contrato de R$ 141 milhões no governo de GO

Preso por elo com o PCC acumula R$ 141 milhões em contratos com ex-governo Caiado, em Goiás

Empresa de preso por elo com PCC tem contrato de R$ 141 milhões no governo de GO Preso na semana passada em Goiânia pelas polícias civis de São Paulo e Goiás, sob suspeita de atuar em um esquema de lavagem de dinheiro para o PCC, o empresário Adair Meira, 63, preside uma fundação cujos contratos com o governo de Goiás somam atualmente R$ R$ 141.509.831,63. Eles foram assinados entre 2021 e 2025. Por Fabíola Perez e Mateus Araújo | UOL 11/05/2026 Preso por elo com o PCC tem R$ 141 milhões em contratos com ex-governo Caiado em Goiás – Foto SECOM/GO São Paulo – Investigação da Polícia Civil de São Paulo liga Meira a supostos membros do PCC. Conversas de celulares apreendidos indicam que Adair Meira atuava como um dos principais interlocutores de João Gabriel de Mello Yamawaki, preso em 2024 e apontado como operador do banco 4TBank, que pertenceria à facção. Relatório da polícia aponta que Meira usaria entidades e empresas ligadas a ele para lavar dinheiro para a facção. O documento ao qual o UOL teve acesso mostra supostas negociações entre Meira e João Gabriel para misturar recursos lícitos e ilícitos. A defesa do empresário nega irregularidades e ligação com o PCC. Advogados afirmam que Meira não tem vínculo com organizações criminosas. Das três instituições citadas na investigação, Meira se mantém na presidência de apenas uma, a Fundação Pró-Cerrado. O foco da entidade é educação, “preservação do Cerrado” e “oferecimento de formação técnico-profissional a jovens em situação de vulnerabilidade”.  Outras duas empresas mencionadas, Fundação Sagres e Renapsi, foram criadas por Meira mas não são presididas por ele, segundo as assessorias e a própria Receita Federal — as assessorias não disseram quando ele saiu da administração de ambas.  Atas obtidas pelo UOL mostram que Adair seguia vinculado à Renapsi em 2025. Em fevereiro daquele ano, o empresário foi citado como “membro associado” da entidade. Em outra ata, de junho de 2023, ele chegou a assinar o documento com email ligado à Fundação Sagres. Pró-Cerrado presta serviço à Secretaria de Economia de Goiás. A ONG fornece terceirizados à pasta, incluindo auxiliares administrativos, motoristas e atendimento de call center. Levantamento do UOL com base em dados dos últimos 25 anos identificou 12 contratos entre a Pró-Cerrado e o Governo de Goiás. Informações disponíveis no Portal da Transparência estadual mostram que o primeiro entrou em vigência em fevereiro de 2010. Os contratos incluem serviços para as secretarias de Economia e de Desenvolvimento Social. Quatro contratos da Pró-Cerrado com o governo estão vigentes e foram firmados na gestão de Ronaldo Caiado (PSD) (2019-2026). Dois acordos de 2021 e um 2022 tiveram prazo estendido até o segundo semestre deste ano. Outro contrato foi assinado em novembro de 2025, com prazo de um ano. Juntos, somam atualmente R$ 141,5 milhões. Os quatros contratos dizem respeito à prestação de serviços terceirizados de auxiliares, motoristas e operadores de call center. Outros lados Defesa de Meira afirma que os contratos com o governo seguiram a lei. Os advogados também contestam as acusações de lavagem de dinheiro. Por meio de nota, a Fundação Pró-Cerrado informou que “não é alvo de qualquer investigação” e acompanha o caso com atenção. Em relação à investigação que menciona Meira, a entidade disse que, “por medida de precaução e governança, ele foi temporariamente afastado de suas funções”. Governo de Goiás informou que abriu verificação sobre contratos. Em nota, o estado afirmou que a prisão de Adair Meira não envolve a gestão estadual nem os contratos firmados. Apesar disso, informou que a Controladoria vai checar os contratos, sem especificar a data de abertura do processo. A medida, diz a nota, foi adotada por “zelo com o interesse público”. Estado também diz que não controla atividades privadas de contratadas. O governo afirma que sua atribuição é contratar conforme a lei e fiscalizar a execução dos serviços, o que, segundo a gestão, vem sendo cumprido. A Polícia de São Paulo afirmou que durante a nova etapa da investigação vai verificar os contratos entre o governo goiano e a empresa de Meira — o objetivo é apurar se há indícios de lavagem de dinheiro. Ex-governador diz não ter responsabilidade direta e nega irregularidades. Ronaldo Caiado afirma, por meio de nota, que a fiscalização de contratos cabe a órgãos de controle, que o vínculo com a empresa existe desde 2004 e que não houve denúncias durante sua gestão para justificar investigação (leia nota na íntegra aqui). UOL entrou em contato com estados que, segundo a assessoria de imprensa de Caiado, também teriam contratos com entidades ligadas a Meira. Tocantins, Minas Gerais e Rio Grande do Sul informaram não ter acordos com a Pró-Cerrado. Bahia e Distrito Federal não responderam à reportagem. O espaço segue aberto para manifestação. Governador de Goiás entre 2011 e 2018, Marconi Perillo (PSDB) disse que soube da operação que prendeu Meira e conhecia empresas ligadas a ele. Contudo, disse que “jamais ouviu” quaisquer ilações ou rumores a respeito” de eventuais irregularidades e que não pediu abertura de processo de verificação porque “não havia suspeita”. O UOL também procurou os ex-governadores Alcides Rodrigues Filho e José Eliton de Figuerêdo Júnior, mas não obteve resposta. O espaço segue aberto para manifestação. Como funcionaria o esquema Investigação chegou ao nome de Adair Meira em 2024. Ele foi citado em mensagens de celulares apreendidos durante a operação Decurio e apontado pela Polícia de São Paulo como possível lavador de recursos públicos para a facção criminosa e principal articulador para infiltrar o PCC nas gestões paulistas. Esquema envolveria emissão de boletos para serem pagos por empresas ligadas a Meira, diz polícia. Segundo a investigação, os boletos seriam pagos, os valores entrariam no caixa da 4TPag (razão social do 4TBank), João Gabriel sacaria os valores e devolveria em espécie para Meira. Dinheiro seria transportado entre estados, dizem investigadores. A polícia aponta uso de aeronaves fretadas e helicópteros para levar recursos entre São Paulo, Brasília e Palmas. O relatório cita como “indício da consumação desse fato” diálogos que mencionam taxa de operação e fretamentos aéreos, incluindo valores superiores a R$ 18 mil. Relatório indica que Meira exerceria controle sobre as operações. A polícia afirma que ele tinha “grande poder de mando” sobre as

Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores

Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores

Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores Moradores relatam ao GLOBO como em pouco mais de um mês para o Comando Vermelho consolidou presença num trecho de aproximadamente 55 mil metros quadrados naquela área, região historicamente dominada pela milícia Por Anna Bustamante | O Globo 11/05/2026 Região de Jacarepaguá — Foto: Imagens do Google Earth Rio de Janeiro – O grito veio pouco antes da meia-noite. Em disparada pela Estrada Virgolândia, em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, jovens armados anunciavam a mudança de poder como quem marca território: “Agora é o Comando!”. Os tiros para o alto ultrapassavam os muros das casas enquanto famílias se preparavam para o réveillon de 2026. Desde então, relatos de moradores obtidos pelo GLOBO revelam que bastou pouco mais de um mês para o Comando Vermelho (CV) consolidar sua presença num trecho de aproximadamente 55 mil metros quadrados naquela área, entre a Estrada Santa Maura e a Rua Abadiana, região historicamente dominada pela milícia, próxima à comunidade Asa Branca, controlada há mais tempo pelos traficantes. Mais do que uma simples troca de domínio, o que se viu ali, em tempo real, foi o surgimento de uma célula da segunda maior facção do país, que nos últimos anos trava guerras para expandir territórios não só no Rio, mas também em outros estados. Sem barricadas e sem uma estrutura ostensivamente estabelecida, a ocupação avançou de forma improvisada, mas suficiente para alterar a rotina, espalhar uma nova lógica de medo, sufocar o comércio local e levar trabalhadores a abandonar negócios construídos ao longo de décadas. — Eu fechei tudo porque fiquei com muito medo. Eles deram muitos tiros para o alto, gritavam. Nunca tinha visto nada parecido com isso aqui. Foi assustador — relata uma moradora. ‘Meninos’ da vizinhança Os homens que percorriam as ruas naquela noite não eram desconhecidos. Segundo relatos de moradores (que pediram para não serem identificados por medo de represálias) e informações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), muitos cresceram na região. São filhos de vizinhos, jovens que conviveram durante anos com a população do lugar antes de assumirem funções ligadas ao CV. Os nomes de infância foram substituídos por apelidos, e a intimidade virou instrumento de poder. — Ficou pior a partir do fim do ano de 2025. A maioria é adolescente. Eles começaram a andar armados pelas ruas e, depois, a cobrar da gente muito dinheiro para mantermos nossos negócios abertos — disse um comerciante. Os números do próprio 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) ajudam a dimensionar a pressão do crime na região. Só em janeiro deste ano, o quartel apreendeu 22 armas de fogo — o maior volume para o mês desde 2003. Já as apreensões de menores infratores chegaram a 75 no primeiro trimestre, sendo 36 apenas na região do Recreio, aumento superior a 20 ocorrências em relação ao mesmo período de 2025. Em uma das aparições recentes, os criminosos chegaram num Volkswagen Gol vermelho, de onde desembarcaram ao menos sete homens armados. Logo atrás, motocicletas faziam a escolta do grupo. Relatos apontam que o bando já extorquiu dinheiro de ao menos oito estabelecimentos somente nas ruas Pintibu e Abadiana e nas estradas Virgolândia e Santa Maura. Segundo comerciantes, a prática não ocorria da mesma maneira sob o domínio anterior da milícia. No primeiro dia de cobrança, homens armados conhecidos da vizinhança apareceram exigindo dinheiro sem sequer estipular um valor fixo. — Ele falou que tinha que ter o dinheiro e que, se não tivesse, iria fechar a loja. Ficamos com muito medo, nos mostraram a arma. Foi de um dia para o outro, de repente — conta uma comerciante. Uma vendedora decidiu abandonar o ponto onde trabalhava há anos após concluir que seria impossível sustentar o negócio e pagar aos criminosos. Outro comerciante, há décadas na região, também desistiu após sofrer ameaças diárias. Segundo ele, os homens exigiam R$ 200 por dia e chegaram a ameaçar diretamente sua família. Em mais um caso, uma cobrança ultrapassou mil reais de uma única vez. — Eles conhecem todos ali. Sabem onde os comerciantes moram, quem são seus parentes. Cresceram observando a gente — disse uma moradora. A transformação da região atingiu até uma pequena banca improvisada onde uma idosa vendia ervas e miudezas para sobreviver. O ponto, localizado na Estrada Santa Maura com a Rua Pintibu, num logradouro de chão batido diante de um matagal, passou a interessar ao grupo para a instalação de um ponto de venda de drogas. A mulher acabou expulsa do local e perdeu as mercadorias. Fuga pela mata Em 11 de fevereiro deste ano, equipes do 18° BPM (Jacarepaguá) prenderam um homem de 25 anos e apreenderam dois adolescentes. Com eles, foram encontrados um revólver calibre 38, R$ 100, dois celulares e drogas. A ocorrência foi apresentada na 32ª DP (Taquara). Um dos integrantes, que seria conhecido por moradores como Mais Alto, apontado como chefe do grupo, conseguiu fugir pela mata. A DRE também reconhece a atuação de jovens recrutados localmente, e diz que eles atuam sob a proteção do CV: — Esses criminosos que praticam crimes na região são também locais, mas reforçados por traficantes de outras regiões e até de outros estados. A liderança fica homiziada no Complexo da Penha. Eles são atraídos pela narcocultura e pela promessa de dinheiro fácil — afirma o delegado Moysés Santana. Segundo moradores, a área de mata pela qual um dos envolvidos escapou virou rota de fuga e circulação dos criminosos. O trecho conecta a região à Avenida Salvador Allende, uma das principais da Zona Sudoeste do Rio, e passou a ser utilizado em assaltos a pedestres, motoristas e passageiros do BRT. Reforço no policiamento A percepção dos moradores encontra eco em documentos da PM. Uma ordem operacional do 31º BPM obtida pelo GLOBO reconhece aumento de roubos de veículos e assaltos a pedestres na área do batalhão e determina reforço do policiamento justamente em acessos estratégicos da Avenida Salvador Allende. Apesar disso, a

Pedreira familiar de deputado do PL aumentou operação em 517% após Douglas Ruas assumir secretaria

Pedreira familiar de deputado do PL aumentou operação em 517% após Douglas Ruas assumir secretaria

Pedreira familiar de deputado do PL aumentou operação em 517% após Douglas Ruas assumir secretaria A pedreira da família do deputado Altineu Côrtes deu um salto em operações após Douglas Ruas assumir a Secretaria de Cidades do RJ Por Bruna Lima | Metrópoles 11/05/2026 Capitão Nelson, prefeito de São Gonçalo e pai de Douglas Ruas, Altineu Cortes e Douglas Ruas | Reprodução A pedreira da família do presidente do PL no Rio de Janeiro, o deputado Altineu Côrtes, aumentou em 517% sua operação entre 2023 e 2024. O período coincide com a nomeação do deputado estadual Douglas Ruas como secretário de Cidades do governo estadual, que subcontratou a pedreira para duas obras. Em 2023, após a eleição de Cláudio Castro, do PL, a pedreira da família de Altineu, a Mineração Santa Edwiges Extração e Britamento Ltda., ganhou R$ 15,6 milhões e pagou R$ 202,2 mil em impostos à Agência Nacional de Mineração (ANM). No ano seguinte, em 2024, a pedreira de Altineu registrou R$ 96,5 milhões em operação e pagou R$ 958,7 mil em impostos. Douglas Ruas assumiu a Secretaria de Cidades em setembro de 2023. Recém-eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Douglas Ruas é o candidato do PL para o Executivo fluminense. O deputado faz parte do mesmo grupo político de Altineu no PL, e os dois têm berço político no mesmo município, São Gonçalo (RJ). Na lista de arrecadadores da ANM, o negócio da família de Altineu saiu da 28ª posição em operação para o 3º lugar no estado, entre 2023 e 2024. No âmbito nacional, o salto foi de 683º para 161º. Nos anos anteriores, a empresa, apesar de já existente, não aparecia no ranking de contribuintes do órgão. A pedreira da família de Altineu fica localizada dentro da fazenda de seu pai, em São Gonçalo (RJ). A Santa Edwiges está no nome de dois irmãos do deputado — Marcelo e Ângela Coutinho —, de seu filho, Altineu Paesler Coutinho, e de seu sobrinho, Davi Decat Coutinho. Aparece também no quadro societário a empresa ACP Gestão Empresarial e Participações, que é registrada no nome do herdeiro. No ano passado, a Santa Edwiges foi subcontratada pela construtora FP Vieira, que ganhou licitações da Secretaria de Cidades já sob a gestão de Douglas Ruas. A empresa da família de Altineu vendeu R$ 4,9 milhões em minérios agregados para a construtora — que também de São Gonçalo — realizar obras no município, que é reduto eleitoral dos dois políticos. A informação foi revelada pelo jornal O Globo. Minérios agregados são componentes como brita, pedra e areia. Os materiais são misturados a outras substâncias para fazer asfalto. À coluna, o deputado Altineu disse que o crescimento da operação da empresa de sua família não tem qualquer relação com a entrada de Douglas Ruas na Secretaria de Cidades do governo do Rio de Janeiro. O presidente do PL fluminense alegou que, dentro da fazenda de seu pai, funcionava uma pedreira da Lafarge, e a Santa Edwiges, que já existia, era “bem pequena”. “Quando a Lafarge decidiu sair do Brasil, eles pagaram uma indenização para o meu pai. Essa indenização foi em forma de maquinário, que foi usado para montar uma nova linha da pedreira [Santa Edwiges]. Foi por causa dessa nova linha que aumentamos a operação da empresa”, disse. O deputado do PL também afirmou que os negócios com empresas contratadas pelo governo estadual representam um “percentual muito pequeno” nas operações da empresa. Altineu afirmou que os maiores contratos da pedreira são com o “setor privado”. Procurado, Douglas Ruas disse que o poder público não interfere na escolha de fornecedores por parte da empresa que foi contratada pelo governo. “É uma responsabilidade exclusiva da própria contratada. Cabe ao órgão público, dentro de suas atribuições legais, a fiscalização do cumprimento do objeto previsto em contrato, observando os princípios da legalidade, transparência e interesse público”, alegou. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualDeputado FederalPL Partido LiberalRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão Gonçalo RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ruas recebeu R$ 1,5 milhão de fornecedora de obras da pasta que chefiava 24/09/2026 Análise: Operação une crime organizado ao caso Master (VIDEO) 24/09/2026 É falso que relatório da PF tenha descartado corrupção em ‘Dark Horse’ 24/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP

Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP

Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP Administradora dos fundos com participação da Desenvolve SP, Genial também administra fundo com R$ 176 milhões bloqueados a pedido da PGE-SP Por Artur Rodrigues | Metrópoles 11/05/2026 Divulgação/Genial Investimentos A agência de fomento paulista Desenvolve SP, ligada ao Governo de São Paulo, tem participação em dois fundos administrados pela Genial Investimentos, citada na Operação Carbono Oculto e alvo de bloqueio de R$ 176 milhões em ação proposta pela gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos). O governo usa seus recursos em fundos como parte de uma estratégia para atrair investimentos ao setor produtivo. Atualmente, são seis Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) e 12 Fundos de Investimento em Participações (FIPs). Os fundos com presença do governo são o Bandeirantes FIDC do Agronegócio, com R$ 49,8 milhões em participações, e o Lacan IV Feeder Private, com R$ 45,3 milhões em participações. A Genial participa como administradora, uma função operacional, e os fundos têm duas gestoras independentes, responsáveis pela alocação dos investimentos. Administradora O Banco Genial também foi alvo de bloqueio, que mira R$ 176 milhões em fundos. O pedido foi feito pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que representa o governo, no âmbito da Operação Carbono Oculto, que investiga o uso de estruturas da Faria Lima para esconder dinheiro do crime organizado, incluindo a facção Primeiro Comando da Capital (PCC). O objetivo do pedido foi impedir o esvaziamento patrimonial dos alvos e alcança bens das distribuidoras de combustíveis Aster e Copape, dos empresários Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, e Mohamad Hussein Mourad, o Primo. Ambos estão foragidos e fizeram proposta de delação premiada, que já foi rejeitada pelo Ministério Público paulista. A medida faz parte de ação cautelar que busca recuperar R$ 7,6 bilhões dos empresários. O valor é referente a impostos, como ICMS, além de multas e juros, devidos pelo grupo ao estado de São Paulo. A Genial Investimentos é citada sete vezes no documento que deu suporte à primeira fase da Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025. O banco afirma não ser investigado na operação. “Sua participação no caso decorre da atuação como administradora fiduciária de fundo de investimento específico, tendo prestado os esclarecimentos solicitados às autoridades competentes, com as quais vem colaborando desde que tomou conhecimento dos fatos”, afirma a instituição. O que diz o governo A Desenvolve SP afirma não possuir fundos na Genial como gestora. “Nos casos citados, a instituição atua exclusivamente como administradora fiduciária, função regulatória e operacional responsável pelo cumprimento das normas e do enquadramento legal, sem participação nas decisões de investimento. Os ativos são administrados por gestores independentes, conforme previsto na estrutura do mercado de capitais”, diz a nota da agência do governo. De acordo com a Desenvolve SP, os investimentos são monitorados e “não há impacto identificado sobre os fundos mencionados”. “Caso seja identificada qualquer desconformidade regulatória, a instituição irá solicitar a substituição do administrador fiduciário”, acrescentou a nota. Além disso, a agência afirmou que a seleção de fundos e gestores segue critérios técnicos. Sobre a ação da PGE, o governo informou que ela está em segredo de Justiça. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorMP-SPProcuradoria-Geral do Estado PGERepublicanos Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores 11/05/2026 Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP 11/05/2026 Hugo Motta também propôs lei para favorecer interesses de Vorcaro e do Banco Master 10/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP Hugo Motta também propôs lei para favorecer interesses de Vorcaro e do Banco Master Ciro Nogueira troca triplex por mansão projetada por arquiteto renomado Ciro Nogueira comprou triplex de R$ 22 milhões em SP 1 mês antes de “emenda Master” (VIDEO) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

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