Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

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Memórias apagadas: ao menos 40 imóveis do Rio perdem proteção e vão abaixo

Memórias apagadas: ao menos 40 imóveis do Rio perdem proteção e vão abaixo

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Propriedades foram destombadas, mais da metade delas por decisões judiciais Por Luiz Ernesto Magalhães | O Globo 30/11/2025 Casa na Esquina da Avenida Epitácio Pessoa com Rua Joana Angélica, na Lagoa — Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo Rio de Janeiro – Eles já foram considerados símbolos da história dos bairros do Rio, mas por várias razões deixaram os registros dos órgãos de preservação e ficaram apenas na memória afetiva da população. Pelo menos 40 imóveis da cidade perderam a proteção contra demolições ou alterações de suas características originais nos últimos 25 anos. Esses bens foram destombados ou desprotegidos — quando podem ser reformados mantendo a fachada original — seja por decisões judiciais, leis ou decretos. O levantamento foi feito pelo GLOBO junto aos órgãos de preservação da União, do estado e do município, além do Tribunal de Justiça do Rio, do Supremo Tribunal Federal (STF), da Câmara Municipal e da Assembleia Legislativa do Rio. Na Justiça, foram 21 casos no período. Desses, 13 em Ipanema, quatro no Leblon e quatro na Tijuca. Na Zona Sul, o que provocou a maioria das retiradas da proteção foi a forma como que tramitaram dois decretos editados pelo ex-prefeito Cesar Maia que criaram as APACs do Leblon (2001) e de Ipanema (2003), declaradas parcialmente inconstitucionais pelo STF. A corte entendeu que a prefeitura podia criar áreas de preservação urbanística, mas excluiu os anexos que listavam bens tombados e preservados porque os moradores não foram ouvidos sobre essa intenção. Outras ações se basearam nessa jurisprudência. Procurado pelo GLOBO, o ex-prefeito não comentou. Casa demolida Um desses imóveis começou a ser demolido semana passada: a casa na Avenida Epitácio Pessoa com a Rua Joana Angélica, na Lagoa, que era tombada. Isso depois de uma briga na Justiça dos proprietários com a prefeitura que levou 18 anos. Neste caso, uma perícia anexada ao processo apresentou a tese de que a construção não tinha valor histórico para o bairro. O rol de excluídos por decisão judicial tem ainda quatro imóveis que foram declarados preservados pelo decreto da APAC de Ipanema. Localizados na Rua Almirante Saddock de Sá, eram conhecidos como as “casas assombradas”, pelo péssimo estado de conservação. Nos terrenos onde estavam três delas, vai ser erguido um condomínio como contrapartida por investimentos no retrofit e na construção de residenciais na área do Reviver Centro. O bônus urbanístico de lá veio da primeira licença emitida pela prefeitura dentro do programa — um prédio com 119 apartamentos na Rua do Acre. — As casas da Saddock de Sá pertenciam a duas famílias que se beneficiaram da decisão do STF. Elas estavam em péssimo estado, sem condições de recuperação. A vizinhança aprovou o novo destino dos terrenos — diz o dono da Engeziler, Alberto Zilberman. Victor Trulli, diretor da Administradora Nacional, especializada na gestão de imóveis, avalia os destombamentos pelo ponto de vista dos investidores: — Entendo que tombamentos podem ser benéficos. Mas é preciso ter segurança jurídica dos benefícios que esse tipo de recurso trará a longo prazo, não apenas de imediato. Há imóveis importantes e muitos são mantidos e se integram a novos projetos, inclusive na Zona Sul. Se não há lei específica, é possível desproteger imóveis por decreto, alegando o interesse público em prol do desenvolvimento da cidade. Só este ano, o prefeito Eduardo Paes destombou três. O mais recente, em outubro, foi a sede da Associação Atlética Light (Grajaú), que estava fechada desde julho. O imóvel foi vendido para a construtora Cyrela, que deu entrada na prefeitura em um pedido de licenciamento de um condomínio residencial. Curiosamente, foi o próprio Paes quem havia decretado o tombamento do imóvel em 2016, com o argumento de que era espaço importante para atividades esportivas da comunidade. Os outros foram a sede da empresa Sotreq, projeto modernista do escritório dos Irmãos Roberto na Avenida Brasil, na altura de Bonsucesso, e a antiga sede da distribuidora Ipiranga, na Rua Francisco Eugênio, onde está em construção o primeiro residencial do programa Porto Maravilha em São Cristóvão. O secretário de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento, Gustavo Guerrante, que analisou os processos, explicou as opções pelos destombamentos: — As atividades no clube já eram bastante reduzidas antes de fechar. A realidade ali mudou. A Sotreq precisava expandir suas instalações e explicou que, se não houvesse o destombamento, perderíamos uma das grandes empresas de fornecimento de equipamentos da cidade para Macaé. Por fim, o prédio de São Cristóvão, de arquitetura brutalista, não tinha como ser convertido para residencial. Tinha grandes lajes corporativas, que dificultavam retrofits. Ex-secretária municipal de Urbanismo, Andrea Redondo conta que, quando integrava o Conselho municipal de Patrimônio Cultural, durante uma das gestões do ex-prefeito Cesar Maia, participou da votação de um destombamento parcial das antigas oficinas de trens do Engenho de Dentro para viabilizar a construção do Estádio Olímpico inaugurado para o Pan de 2007. — Todos os destombamentos seguem interesses políticos e econômicos. Isso aconteceu no Engenhão. Nas APACs de Ipanema e Leblon, houve tombamentos provisórios para que órgãos de preservação fizessem estudos mais detalhados sobre esses lugares antes que fossem demolidos por pressão do mercado — diz Andrea. — Mas absurdos permitidos no passado como derrubar o Palácio Monroe (Cinelândia) não seriam tolerados hoje. Análise individualizada Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio (CAU-RJ), Sydnei Menezes alerta: as propostas de destombamentos precisam ser avaliadas caso a caso. — O foco do tombamento é preservar bens que têm valor histórico, cultural e arquitetônico. Mas com o tempo, esse instrumento passa a ser usado para evitar fechamento de negócios ou o crescimento de regiões da cidade — afirma. A lista tem curiosidades. Na Rua Henrique Dumont, a Justiça destombou uma casa onde hoje funciona uma pizzaria. O imóvel foi mantido, mas com alterações internas e na fachada. O prédio exibe hoje uma cor ocre, seguindo o padrão da rede. Ao ser tombada, a fachada tinha um

Comando Vermelho: Como um decreto da ditadura levou à formação da facção

Comando Vermelho: Como um decreto da ditadura levou à formação da facção

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Alteração na Lei de Segurança Nacional (LSN) realizada pelo governo militar promoveu a mistura de presos políticos e bandidos comuns no presídio da Ilha Grande Por William Helal Filho | O Globo 29/10/2025 Instituto Penal Cândido Mendes, na Ilha Grande, em 1983 — Foto: Sebastião Marinho O presídio da Ilha Grande, no Estado do Rio, foi cenário de uma carnificina nas primeiras horas do dia 17 de setembro de 1979. Naquela segunda-feira, um grupo de detentos armados com pedaços de madeira cheios de pregos e colheres raspadas transformadas em facas encurralou um bando rival dentro da penitenciária e assassinou seis presos adversários. A imprensa da época não deu muito destaque para essa chacina, mas o episódio pode ser considerado o ato de violência inaugural da facção criminosa Falange Vermelha, que depois mudaria seu nome para Comando Vermelho. Mais de 45 anos depois, o Comando Vermelho é, hoje, uma das maiores organizações criminosas do Brasil. A facção domina mais da metade das áreas controladas por bandidos no Grande Rio e tem ramificações em ao menos 20 estados brasileiros. A megaoperação realizada nesta terça-feira pelas polícias Civil e Militar, que deixou mais de 60 mortos nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, tinha como objetivo cumprir mandados de prisão contra integrantes do grupo. A ação mobilizou cerca de 2,5 mil agentes, apreendeu mais de 90 fuzis e prendeu ao menos 80 suspeitos. Essa grande “corporação” do crime se apoia no tráfico de drogas e de armas, valendo-se do fracasso do Estado na área da segurança pública. Muitos governos falharam nas suas tentativas de desarticular o Comando Vermelho, cuja trajetória tem origem, justamente, em um ato da ditadura militar nos anos 1970 que promoveu a mistura de presos políticos daquele período com bandidos comuns. O Instituto Penal Candido Mendes foi criado em 1963 em um complexo onde já existia, desde o início do século XX, a Colônia Penal Cândido Mendes, na Ilha Grande, em Angra dos Reis. Durante a ditadura, o governo militar começou a mandar para lá uma parte dos presos políticos enquadrados na Lei de Segurança Nacional (LSN), que previa punição rigorosa para inimigos da “ordem político-social”. Era a época da luta armada, durante a qual guerrilheiros opositores do regime realizavam assaltos a banco para financiar suas ações rebeldes e sequestros para exigir a libertação de militantes capturados. Até 1968, quando foi editado o Ato Institucional de número 5 (AI-5), que aboliu direitos individuais para facilitar a perseguição e a tortura estatais, havia 51 detentos na Ilha Grande. Segundo um artigo no site da Associação Nacional de História (Anpuh), em menos de um mês depois do AI-5, o Instituto Cândido Mendes recebeu mais 56 presos políticos. E, em maio de 1969, uma fuga em massa da Penitenciária Lemos Brito motivou a Secretaria de Segurança do Estado a transferir todos os internos da cadeia no Centro do Rio enquadrados na LSN para o xadrez da Ilha Grande. As condições no presídio insular eram degradantes, os detentos comiam mal e não tinham acesso a itens básicos de higiene. Os presos políticos, que na maioria eram jovens escolarizados e moradores de grandes centros urbanos, começaram a se organizar ali dentro. Eles criaram uma despensa coletiva para reunir a comida levada pelos familiares e depois distribuir os alimentos igualmente entre todos. Organizaram também uma biblioteca, uma farmácia comunitária e elegeram um colegiado de presos pra representar o grupo na hora de discutir qualquer assunto com a diretoria da cadeia. Quando queriam protestar contra alguma arbitrariedade, por exemplo, eles realizavam greves de fome que, com frequência, surtiam efeito. Entretanto, o governo militar se recusava a reconhecer a existência de presos políticos no Brasil. Para os generais, guerrilheiros da luta armada eram criminosos comuns e não deviam receber tratamento diferenciado. Assim, em setembro de 1969, a ditadura editou o decreto-Lei n. 898, que modificou a Lei de Segurança Nacional (LSN) para enquadrar, nos termos da norma, qualquer pessoa que cometesse assaltos ou sequestros, mesmo sem motivação política. Foi depois disso que a penitenciária em Ilha Grande começou a receber assassinos e ladrões sem nenhum envolvimento com a luta armada. O presídio era dividido em quatro galeras. Todos os detentos processados via LSN eram colocados na galeria B, também chamada de “galeria do fundão”. Como os presos políticos eram a maioria, eles conseguiram impor suas regras. Roubos e estupros, por exemplo, estavam proibidos. Dessa forma, a convivência lá dentro era relativamente pacífica. Mas havia uma carga de tensão e momentos de crise, como mostra o filme “Quase dois irmãos” (2004), de Lucia Murat. Em 1973, o furto de um relógio levou os presos políticos a levantar um muro feito de chapa de ferro separando-os dos demais. O jornalista Fernando Gabeira, que participou do sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, em 1969, e o militante Colombo Vieira, que atuou no fracassado sequestro de um voo no Aeroporto do Galeão, em 1971, foram exemplos de guerrilheiros presos na Ilha Grande. Já o assaltante William da Silva Lima, chamado de Professor, que viria a se tornar um dos fundadores da Falange Vermelha, chegou na penitenciária em 1971, enquanto o ladrão de bancos Rogério Lemgruber, ídolo na fação, que chegou a ser chamada de Comando Vermelho Rogério Lemgruber, entrou na penitenciária em 1972. Ainda na primeira metade da década de 1970, os presos políticos começaram a deixar a Ilha Grande, até que, em 1975, não havia mais nenhum deles lá. Só que ficou o legado daquele convívio. Os outros detentos enquadrados na LSN, criminosos comuns, aprenderam a se organizar para reivindicar seus direitos. Entenderam que, juntos, tinham força para negociar condições de salubridade mínimas para cumprir suas penas. Por outro lado, também tomaram ciência de que essa união ajudaria o seu grupo a se impor sobre os outros presos. Uma imposição na base da violência. O primeiro nome da facção criminosa criada na Ilha

Ministério Público ajuíza ação de improbidade contra ex-prefeito de Rio das Ostras por superfaturamento de R$ 3,1 milhões

Ministério Público ajuíza ação de improbidade contra ex-prefeito de Rio das Ostras por superfaturamento de R$ 3,1 milhões

Ministério Público ajuíza ação de improbidade contra ex-prefeito de Rio das Ostras por superfaturamento de R$ 3,1 milhões O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé, ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Rio das Ostras, Marcelino Carlos Dias Borba, e a empresa Terrapleno Terraplanagem e Construção LTDA. Por Elizeu Pires 19/09/2025 O MPRJ ressalta que, na condição de chefe do Executivo, Marcelino Borba tinha o dever de zelar pela boa gestão do patrimônio público – Foto: Divulgação/Prefeitura de Rio das Ostras As investigações identificaram superfaturamentos que ultrapassam R$ 3,1 milhões em contratações emergenciais realizadas entre 2018 e 2020, durante a gestão de Marcelino à frente do Executivo Municipal. Para assegurar o ressarcimento dos danos ao patrimônio público, o MPRJ requereu a indisponibilidade de bens dos dois réus, bem como a condenação às sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, que incluem a suspensão dos direitos políticos e a proibição de contratar com o poder público. De acordo com o MPRJ, houve dispensa indevida de licitação na contratação da empresa para serviços de manutenção de vias da cidade, além de diversas inconsistências na execução. As irregularidades apontadas incluem a ausência de detalhamento nos memoriais descritivos adotados, duplicidade de serviços, uso de equipamentos incompatíveis com os especificados no orçamento e composições de preços que não refletiam a realidade do serviço executado, entre outras. A Promotoria de Justiça ressalta que, na condição de chefe do Executivo Municipal, ordenador de despesas e responsável pela aplicação de recursos públicos, Marcelino tinha o dever de zelar pela boa gestão da coisa pública e de não praticar atos em desacordo com os princípios que regem a probidade administrativa. Ainda segundo a ação, a empresa Terrapleno Terraplanagem teria se beneficiado diretamente, conforme constatou o Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE/MPRJ), de superfaturamento no valor atualizado de R$ 3,15 milhões. (Via MPRJ) Notícia anteriorPróxima notícia PrefeitoPV Partido VerdeRegião dos Lagos Baixada LitorâneaRio das Ostras RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões 17/07/2026 Cabo Frio: Empresa com contrato sob investigação teria atuado no município com dois CNPJs diferentes, segundo apontam documentos oficiais 15/07/2026 Sem contrato desde novembro, empresa já recebeu cerca de R$ 340 milhões do Fundo de Educação de Petrópolis, R$ 41,5 milhões só este ano 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme

Eduardo Bolsonaro comemora novas sanções em foto com Paulo Figueiredo

Eduardo Bolsonaro comemora novas sanções em foto com Paulo Figueiredo

Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF Filho do ex-presidente e influenciador bolsonarista estão nos EUA pedindo represálias às autoridades brasileiras Por Fellipe Gualberto | O Estado de S.Paulo 13/08/2025 Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo postam fotos juntos em Washington, capital dos EUA, após novas sanções. Foto: Foto: @BolsonaroSP via X O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comemorou as novas sanções aplicadas pelo governo dos Estados Unidos contra autoridades envolvidas na criação do programa Mais Médicos. “Dia de reuniões importantes com resultados tangíveis”, escreveu o parlamentar no X (antigo Twitter) nesta quarta-feira, 13. O texto é acompanhado de fotos do filho do ex-presidente junto do blogueiro Paulo Figueiredo, seu braço direito no estrangeiro. Ambos estão em Washington, capital dos EUA. Juntos, Eduardo e Paulo articulam represálias contra autoridades brasileiras com o intuito de travar o julgamento de Jair Bolsonaro (PL), réu no Supremo Tribunal Federal (STF) em processo que investiga a sua participação na tentativa de golpe de Estado. Nesta quarta, em uma nova sanção, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou a cassação dos vistos do secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Júlio Tabosa Sales, e de Alberto Kleiman, um ex-funcionário do governo brasileiro. Ambos estavam envolvidos na criação do Mais Médicos, programa da ex-presidente Dilma Rousseff que buscava suprir a carência de profissionais da saúde no Brasil e, para isso, recorreu à contratação de profissionais da saúde cubanos. Para Rubio, as duas autoridades atuaram como “cúmplices do esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano. O Mais Médicos foi um golpe diplomático inconcebível de ‘missões médicas’ estrangeiras”. Após a medida, Eduardo comemorou postando um vídeo em que dizia que “cedo ou tarde, cada um de vocês do regime vai cair”. O político disse que aqueles envolvidos em “qualquer tipo de violação dos Direitos Humanos” podem ser punidos pelos EUA, mesmo que deixem seus mandatos. A cassação dos vistos de Mozart e Alberto não é a primeira articulação de Eduardo contra o País. O filho do ex-presidente pedia pela aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, o que de fato ocorreu, e também afirmou estar presente em reunião que debateu a aplicação de taxa de 50% sobre os produtos nacionais exportados para os EUA. Agora, no entanto, pela primeira vez uma autoridade do governo Lula é punida com a perda de visto americano. Integrantes do governo temem que a medida possa ocorrer com outros em represália ao julgamento de Bolsonaro. Até agora, apenas ministros do Supremo Tribunal Federal e o procurador-geral da República, bem como familiares, tiveram visto revogado. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado Federalemenda parlamentarPolícia Federal PFRepublicanosSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro 15/07/2026 Máfia do INSS: ex-ministro, deputado e vereador estão entre indiciados 15/07/2026 Reuniões de madrugada, codinomes de heróis, dinheiro vivo: as provas que levaram a PF a indiciar 48 pessoas por fraude no INSS 15/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Mudança de rumo MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial

MPRJ cumpre mandados em investigação de contratos de prefeituras da Baixada Fluminense

MPRJ cumpre mandados em investigação de contratos de prefeituras da Baixada Fluminense

MPRJ cumpre mandados em investigação de contratos de prefeituras da Baixada Fluminense O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) apura a existência de uma organização criminosa que utilizou empresas em nome de laranjas e simulou concorrência em processos licitatórios. Por Márcia Brasil | TV Globo 25/03/2025 MPRJ cumpre mandado na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução/TV Globo O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumpriu nesta terça-feira (25) 12 mandados de busca e apreensão em uma investigação sobre supostas fraudes em contratos de prefeituras da Baixada Fluminense. Um dos casos foi mostrado pelo RJ1 em 2021. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) apura a existência de uma organização criminosa que utilizou empresas em nome de laranjas e simulou concorrência em processos licitatórios, revezando-se como vencedoras, num esquema de cartel. Dentre elas, está a Nutrifoods Refeições, suspeita de firmar contratos irregulares com as prefeituras de Magé, Japeri e Nilópolis. Segundo os promotores de Justiça, em Japeri a Nutrifoods teria sido favorecida em licitações direcionadas pelas secretarias de Educação e de Saúde, para o fornecimento de refeições hospitalares e de kits de merenda escolar — inclusive durante o período da pandemia. Em setembro de 2021, a empresa entregou kits a alunos da rede municipal com 5 meses de atraso e contendo alimentos impróprios para o consumo. Os mandados obtidos pelo MPRJ na 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital foram cumpridos em diversos endereços na Baixada Fluminense (Nilópolis, Nova Iguaçu e Japeri) e em Sulacap, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Notícia anteriorPróxima notícia Japeri RJMagé RJMP-RJNilópolis RJNova Iguaçu RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios 16/07/2026 Sumiço de acervo no Palácio das Mangabeiras vira mistério em Minas 15/07/2026 Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação 14/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Sumiço de acervo no Palácio das Mangabeiras vira mistério em Minas Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano Flávio Bolsonaro segura há um mês PL que asfixia lavagem de dinheiro no setor de combustíveis Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões

Família Bolsonaro acumula indícios de envolvimento com milicianos; relembre os casos

Família Bolsonaro acumula indícios de envolvimento com milicianos; relembre os casos

Família Bolsonaro acumula indícios de envolvimento com milicianos; relembre os casos Família Bolsonaro tem vizinhos, amigos e aliados políticos suspeitos de envolvimento com paramilitares; veja infográfico Por Brasil de Fato 07/04/2022 Onda de fake news marcou eleições de 2018, em que foi eleito o presidente Jair Bolsonaro | Crédito: Evaristo Sa / AFP São Paulo – A escuta telefônica que liga Jair Bolsonaro (PL) à morte do miliciano e ex-policial militar Adriano da Nóbrega não é o primeiro sinal do envolvimento entre o presidente e a milícia carioca. Embora Bolsonaro já tenha negado publicamente envolvimento com paramilitares, há outras ligações que mostram a proximidade da família do mandatário com vizinhos, policiais e políticos envolvidos com a milícia. Veja a lista completa abaixo.  Governo ofereceu cargos pela morte de miliciano, diz irmã Gravações divulgadas na quarta-feira (6) pelo jornal Folha de S.Paulo mostram a irmã de Adriano, Daniela da Nóbrega, afirmando a uma tia que o governo federal teria oferecido cargos comissionados no Palácio do Planalto pela morte do ex-capitão. “Ele já sabia da ordem que saiu para que ele fosse um arquivo morto. Ele já era um arquivo morto. Já tinham dado cargos comissionados no Planalto pela vida dele, já. Fizeram uma reunião com o nome do Adriano no Planalto. Entendeu, tia? Ele já sabia disso, já. Foi um complô mesmo”, disse Daniela em gravação autorizada pela Justiça. Ainda segundo a Folha, a menção ao Palácio do Planalto feita pela irmã de Adriano foi omitida do relatório sobre as escutas telefônicas. Embora seja classificada como prioridade alta, o documento descreve apenas um resumo do diálogo entre outra irmã de Adriano, Tatiana, e a tia, ocorrido na mesma ligação. Infográfico mostra relação de Bolsonaro com pessoas envolvidas no caso Marielle Franco / Arte/Brasil de Fato Um dos acusados do assassinato de Marielle é vizinho do presidente No decorrer das investigações do assassinato de Marielle Franco ficou constatado que o policial reformado Ronnie Lessa, acusado de ser o autor dos disparos que mataram a vereadora do Psol, era vizinho de Bolsonaro. Ambos moravam no condomínio Vivendas da Barra, na mesma rua, no Rio de Janeiro. “Não lembro desse cara. Meu condomínio tem 150 casas”, disse o presidente segundo a Folha de S.Paulo, em café da manhã com alguns jornalistas. Namoro de filha de acusado do assassinato com Jair Renan Bolsonaro Em 2019, o delegado Giniton Lages, titular da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro e um dos responsáveis pelas investigações da execução de Marielle Franco, confirmou que a filha de Ronie Lessa, preso sob acusação de ser um dos autores do homicídio, namorou um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, o caçula Jair Renan Bolsonaro. Foto de Elcio Queiroz com o então candidato Jair Bolsonaro Após a prisão, foi revelado que o cúmplice de Lessa na execução, o ex-PM Elcio de Vieira Queiroz, publicou uma imagem em que aparece lado a lado com Bolsonaro em 4 de outubro de 2018, às vésperas do primeiro turno da eleição presidencial. Dias antes, em 25 de setembro, o mesmo perfil postou uma gravação de um show de Paulo Ricardo com a legenda “Homenagem de Paulo Ricardo (RPM) ao Capitão Bolsonaro!” Passaporte diplomático para família Brazão João Vitor Moraes Brazão e Dalila Maria de Moraes Brazão, filho e esposa do deputado federal Chiquinho Brazão (Avante-RJ), receberam do Itamaraty o passaporte diplomático em 9 de julho deste ano. O parlamentar, que também possui o documento, é irmão de Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) acusado de obstruir as investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido em março de 2018, e suspeito de ser um dos mandantes do crime. Os integrantes da família Brazão estão em uma lista com os 1694 passaportes diplomáticos emitidos pelo governo Jair Bolsonaro (PSL), a qual o Brasil de Fato teve acesso por meio da Lei de Acesso à Informação. Adriano da Nóbrega: morte suspeita O miliciano Adriano da Nóbrega, ex-oficial do Bope, é apontado como chefe da organização criminosa Escritório do Crime. Assassinado no dia 9 de fevereiro de 2020, após uma operação policial que tentava capturá-lo na Bahia, depois de um ano foragido, ele é figura-chave para compreender diversos crimes, mas também para entender a relação do clã Bolsonaro com as milícias cariocas. Flávio empregou mãe e esposa de miliciano No mandato do então deputado estadual Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), trabalharam a ex-esposa e a mãe de Nóbrega, Danielle Mendonça da Costa e Raimunda Veras Magalhães, respectivamente. Elas receberam um total de R$ 1.029.042,48 em salários e repassaram R$ 203 mil para Fabrício Queiroz, respeitando o esquema estabelecido no gabinete para beneficiar o parlamentar, de acordo com a denúncia do MPE. Homenagem de Flávio e amizade com Queiroz A amizade também é a natureza da relação entre Adriano da Nóbrega e Queiroz, que se conhecem desde 2003, quando serviram juntos no 18º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ). Justamente neste ano, Nóbrega recebeu a primeira homenagem de Flávio Bolsonaro na Alerj. A segunda viria em 2005, ano em que o ex-agente do Bope foi julgado e condenado em um júri popular, por conta de um homicídio. Apoio de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados Durante o seu julgamento, Nóbrega recebeu um apoio importante, do então deputado federal Jair Bolsonaro. Após a audiência que culminou na condenação do miliciano, o atual presidente da República foi até a tribuna da Câmara dos Deputados e defendeu o militar. “Ele sempre foi um brilhante oficial”. Citado também foi homenageado por Flávio Bolsonaro Outro importante personagem do Escritório do Crime, o major Ronald Paulo Alves, apontado por uma testemunha como responsável por organizar o grupo de assassinos que executariam Marielle Franco e Anderson Gomes, também foi homenageado por Flávio Bolsonaro na Alerj. Em 2004, o filho do presidente celebrou uma ação comandada por Alves que terminou com três mortes. Um ano antes, em 2003, o major teria participado da chacina de cinco jovens dentro da boate Via Show, em São João de Meriti. Quatro policiais já foram condenados pelo

Flávio Bolsonaro usou R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo de esquema da ‘rachadinha’, diz Ministério Público

Flávio Bolsonaro usou R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo de esquema da 'rachadinha', diz Ministério Público

Flávio Bolsonaro usou R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo de esquema da ‘rachadinha’, diz Ministério Público Investigação aponta compra de imóveis, loja de chocolates e pagamento de despesas pessoais em dinheiro vivo como formas de ocultar origem dos recursos Por Juliana Dal Piva, Bela Megale e Chico Otávio | O Globo 28/09/2020 O senador Flavio Bolsonaro 04/08/2020 Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo RIO – A partir dos dados das quebras de sigilo bancário e fiscal, o Ministério Público do Rio (MP-RJ) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) usou, pelo menos, R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo do esquema da rachadinhas. Os valores somam os três métodos pelo qual o filho do presidente Jair Bolsonaro “lavou” o dinheiro em espécie. A investigação já foi concluída, e o senador e o ex-assessor Fabrício Queiroz serão  denunciados por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. De acordo com os dados da investigação, foi verificado que a loja de chocolates da qual Flávio é sócio recebeu R$ 1,6 milhão em espécie e de “recursos ilícitos inseridos artificialmente no patrimônio da empresa”. Além disso, outros R$ 261,6 mil foram usados para pagamentos que cobriram despesas do então deputado estadual e de sua mulher, Fernanda Bolsonaro. Já o dinheiro em espécie usado nas transações imobiliárias dá um total de, pelo menos, R$ 892,6 mil. Compra de imóveis Nas transações imobiliárias, o MP-RJ descobriu que o casal Flávio e Fernanda Bolsonaro declarou em cartório ter pago R$ 310 mil por dois apartamentos em Copacabana, em 2012. No entanto, o procurador dos proprietários, Glenn Dillard, depositou no mesmo dia da venda outros R$ 638,4 mil em dinheiro vivo na própria conta. Flávio admitiu ainda, em depoimento aos promotores, que pagou R$ 86,7 mil com dinheiro em espécie, para duas construtoras durante a aquisição de 12 salas comerciais na Barra da Tijuca, em 2008. Já na compra de um apartamento em Laranjeiras, em 2011, o Ministério Público aponta duas situações de lavagem de dinheiro. Uma delas é um depósito de R$ 25 mil feito pelo ex-assessor Fabrício Queiroz no dia 15 de agosto de 2011 na conta de Fernanda Bolsonaro para ajudar a bancar a entrada de R$ 110,5 mil do apartamento. Um boleto de R$ 16,5 mil, das parcelas do financiamento do imóvel, foi quitado pelo PM Diego Ambrósio, que disse ter sido ressarcido em dinheiro vivo por Flávio. No período da venda desse imóvel, em 2017, o Coaf detectou 48 depósitos de R$ 2 mil. Flávio recebeu R$ 100 mil em dinheiro vivo, mas o vendedor alega que nunca fez pagamento de R$ 2 mil e que foram valores superiores a R$ 10 mil. Flávio comprou ainda um outro apartamento em 2014, na Barra da Tijuca, e pagou R$ 30 mil em espécie por móveis que estavam dentro da unidade. Questionado pelo MP sobre o assunto, ele disse que pagou em espécie porque “tinha uma coisinha guardada em casa, preferi fazer desse jeito”. Despesas pessoais No caso das despesas pessoais, o MP-RJ achou imagens de Queiroz pagando as mensalidades escolares das duas filhas de Flávio e Fernanda no dia 1º de outubro de 2018, no valor total de R$ 6,9 mil. O pagamento foi feito em espécie. Além disso, outros 114 boletos também foram pagos com dinheiro vivo totalizando R$ 261,6 mil. Os promotores assinalam ainda que no mesmo período dos pagamentos não ocorreram saques correspondentes nas contas do casal que apontassem a origem do dinheiro. Loja de chocolates Ao fazer um cruzamento dos dados entre os créditos declarados pela loja com o faturamento auditado pelo shopping onde ela funciona, o MP-RJ verificou uma diferença de R$ 1,6 milhão entre 2015 e 2018. Ao mesmo tempo, a própria loja informou que teve uma entrada de valores em dinheiro vivo no seu caixa totalizando R$ 1,7 milhão, cerca de 37% do total arrecadado pela franquia. Para o MP, essa diferença entre o total auditado e o declarado é a soma desviada por meio do esquema das rachadinhas da Alerj e inserido na loja ilegalmente. 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Secretário de Segurança de Rio das Ostras é preso durante ação de investigação pela morte de três pessoas

Secretário de Segurança de Rio das Ostras é preso durante ação de investigação pela morte de três pessoas

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Polícia encontrou pistola de uso restrito na casa de Paulo Carvalho, conhecido como Carvalhão; ele foi preso em flagrante Por O Globo 09/07/2019 Secretário de Segurança de Rio das Ostras é preso em flagrante Foto: Reprodução do Facebook RIO – O secretário de Segurança de Rio das Ostras, o policial militar Paulo Fernando Carvalho Gomes, o Carvalhão, foi preso no início da manhã desta terça-feira por porte ilegal de arma. Ele foi alvo de um mandado de busca e a apreensão dentro do inquérito que investiga sua participação no assassinato de três homens numa emboscada ocorrida em local ermo da rodovia RJ-168, na altura da Fazenda Pau Ferro, no dia 16 de março de 2010. Agentes do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), ambos do Ministério Público, e em parceria com a Corregedoria-Geral da Polícia Militar, também cumprem mandado de busca e apreensão em endereços ligados a Rodrigo Gil, o Rodrigo Aranha, acusado do mesmo crime. Na casa de Carvalhão, os agentes apreenderam uma pistola Glock .40 com kit rajada. Ele foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de uso restrito. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Macaé baseados em denúncia oferecida pelo MP. Segundo a denúncia, por volta das 14h30m do dia 16 de março de 2010, Carvalhão e Rodrigo Aranha abriram fogo contra o carro em que estavam João Gomes Salles Filho, Sérgio José de Souza Borges Barbosa e Oscar de Oliveira Souza, que morreram. Além deles, Marlene Eliete dos Santos, que estava no carro, também foi alvo dos tiros, mas escapou com vida, pois se protegeu abaixando-se no assoalho do veículo. Por entender que o crime foi cometido por meio cruel e mediante emboscada, já que o trajeto realizado pelas vítimas era conhecido pelos acusados, que as aguardaram em local de pouca circulação e com facilidade de fuga, o MP denunciou Carvalhão e Rodrigo Aranha por homicídio triplamente qualificado, com pena prevista de prisão de 12 a 30 anos para cada crime. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

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