Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Candidato a deputado federal e presidente da Câmara de Sumaré (SP) é preso em operação contra tráfico

Candidato a deputado federal e presidente da Câmara de Sumaré (SP) é preso em operação contra tráfico

Candidato a deputado federal e presidente da Câmara de Sumaré (SP) é preso em operação contra tráfico Investigação aponta financiamento para compra de drogas, armazenamento e distribuição de entorpecentes para pontos de venda na região Por Matheus de Souza e Aline Ribeiro | O Globo 09/09/2026 Hélio Silva (Cidadania), presidente da Câmara de Sumaré, preso temporariamente nesta quarta-feira durante a Operação Archimagus — Foto: Reprodução/Redes Sociais São Paulo – O vereador Hélio Silva (Cidadania), presidente da Câmara Municipal de Sumaré, no interior de São Paulo, foi preso temporariamente na manhã desta quarta-feira, 9, durante a Operação Archimagus, que investiga um esquema de tráfico de drogas na região. Silva está licenciado do Legislativo para disputar uma vaga de deputado federal nas eleições deste ano. Ao todo, a operação cumpre dez mandados de busca e apreensão e duas prisões temporárias em Campinas, Sumaré e Vinhedo, em São Paulo, e Jacutinga, em Minas Gerais. Entre os endereços alvo está um sítio que, segundo a investigação, pode ter sido usado para armazenar entorpecentes. O outro mandado de prisão foi cumprido em Paulínia, contra Maikon Batista da Costa, apontado pelos investigadores como responsável pela coordenação de pontos de venda de drogas. A investigação, conduzida pela Polícia Federal, aponta indícios de atuação em diferentes etapas da cadeia do tráfico: financiamento para a compra de drogas, armazenamento e distribuição dos entorpecentes para pontos de venda em Sumaré. Os investigadores também apuram o possível uso de imóveis e empresas para viabilizar ou ocultar as atividades do grupo. A operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) de Campinas tem apoio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo, além do Comando de Operações Táticas (COT), do Grupo de Pronta Intervenção (GPI) e dos 1º e 10º Batalhões de Ações Especiais de Polícia (Baep). Até a última atualização, o Cidadania, a Câmara Municipal de Sumaré e a defesa do vereador não haviam se manifestado, o espaço segue aberto. Notícia anteriorPróxima notícia Campinas SPCidadaniaJacutinga MGMP-SPPaulínia SPPolícia Federal PFSumaré SPVereadorVinhedo SP Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Candidato a deputado federal e presidente da Câmara de Sumaré (SP) é preso em operação contra tráfico 09/09/2026 Nove dias após condenação, Tarcísio é alvo de nova ação eleitoral por ato em igreja 08/09/2026 Aloysio Nunes acusa Mendonça de interferir na eleição 08/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Aloysio Nunes acusa Mendonça de interferir na eleição 08/09/2026 Governo interino de Ricardo Couto no RJ é aprovado por 50% 02/09/2026 Relatório usado por Moraes não poderia circular fora da PF, diz chefe de entidade dos delegados 05/09/2026 Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master 05/09/2026 Conta do 8 de janeiro bate à porta de esposa de Ramagem, candidata do PL-RJ 09/09/2026

Mendonça restringe relatórios e impõe limite à Inteligência da PF

Mendonça restringe relatórios e impõe limite à Inteligência da PF

Mendonça restringe relatórios e impõe limite à Inteligência da PF A medida estabelece barreira direta à atuação dos órgãos de inteligência da Polícia Federal Por Mirelle Pinheiro | Metrópoles 09/09/2026 O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF) | VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão da produção, da elaboração e até do compartilhamento interno de relatórios de inteligência da Polícia Federal (PF) destinados a analisar atos praticados por magistrados, integrantes da advocacia pública e policiais judiciários no exercício de suas funções constitucionais. A determinação integra a mesma decisão em que Mendonça afastou preventivamente Andrei Augusto Passos Rodrigues dos cargos de delegado e diretor-geral da PF e Leandro Almada da Costa dos cargos de delegado e diretor de Inteligência Policial. A medida, divulgada na terça-feira (8/9), estabelece barreira direta à atuação dos órgãos de inteligência da corporação. Conforme a decisão, a PF não poderá produzir esse tipo de documento nem mesmo para circulação restrita dentro da própria instituição quando o objetivo for avaliar a atuação funcional dessas autoridades e desses servidores. Ao justificar a intervenção, Mendonça afirmou que os relatórios ultrapassaram os limites da atividade de inteligência e chegaram a promover “monitoramento e coleta dirigida” de autoridades. O ministro classificou esse tipo de expediente como possível “arapongagem institucional” e sustentou que a continuidade da produção dos documentos exigia resposta judicial imediata. Na decisão, Mendonça foi enfático ao afirmar que o risco de novos documentos semelhantes justificava a imposição da trava. Segundo o magistrado, “o risco de que continuem sendo produzidos” relatórios com esse conteúdo impunha “providência judicial imediata”. O ministro também demonstrou preocupação com a possibilidade de a prática não estar restrita aos documentos já descobertos e alcançar decisões judiciais tomadas por magistrados em outras partes do país. Para Mendonça, a inteligência da PF não pode funcionar como instância informal de fiscalização sobre juízes, advogados públicos ou os próprios investigadores da corporação. Ele escreveu que os documentos extrapolaram suas atribuições ao tentar realizar atividade de natureza correicional sobre a magistratura, a advocacia pública e as carreiras policiais. O ministro também ordenou que a Corregedoria da PF abra investigações de natureza penal e administrativo-disciplinar para apurar a produção dos documentos. Segundo os autos, ao menos seis relatórios foram produzidos entre 3 e 31 de agosto de 2026. Mendonça afirma ter sido submetido a monitoramento sistemático e considera ilícita a atuação. De acordo com a decisão, um dos documentos chegou a autorizar “monitoramento e coleta dirigida” apesar de reconhecer que a cadeia de inferências utilizada para sustentar suas conclusões tinha grau de confiança baixo. Inteligência Um dos principais fundamentos da decisão é a separação entre atividade de inteligência e controle funcional. Mendonça destacou que a Diretoria de Inteligência Policial (DIP) não possui competência institucional para exercer atividade correicional ou disciplinar sobre delegados e agentes da própria PF. Segundo o ministro, os documentos analisados avançaram justamente sobre esse terreno ao avaliar representações elaboradas por investigadores e decisões tomadas no curso das apurações. Na avaliação do ministro, a elaboração de relatórios para aferir critérios utilizados por ministros do STF em decisões, avaliar posições técnicas da Advocacia-Geral da União ou tentar descredibilizar o trabalho de policiais federais representa extrapolação grave da finalidade da inteligência policial. Mendonça também demonstrou preocupação com a dimensão que a prática poderia ter alcançado dentro da corporação. Na decisão, afirmou ser “inimaginável conceber” a possibilidade de estarem sendo produzidos, na Diretoria de Inteligência, relatórios com avaliações sobre decisões judiciais de magistrados espalhados pelo país. A mesma lógica foi aplicada às demais instituições. Para o ministro, decisões judiciais devem ser questionadas pelas vias processuais próprias, enquanto eventuais questões disciplinares envolvendo magistrados seguem as competências constitucionais específicas. O mesmo vale para integrantes da advocacia pública. A Instrução Normativa nº 216-DG/PF, citada por Mendonça, estabelece que a atividade de inteligência policial deve observar direitos e garantias fundamentais, códigos de ética do serviço público e atos normativos da própria PF. A norma também coloca a DIP como órgão central do Sistema de Inteligência Policial e responsável pela supervisão técnica da área. Valor probatório Mendonça também fez duras críticas à forma com que os documentos foram produzidos. Segundo a decisão, os relatórios seriam apócrifos, sem timbre e sem elementos suficientes para conferir autoria e data de elaboração. O ministro registra ainda que o próprio material indicava ser de “difusão restrita”, classificado como documento de trabalho e sem valor probatório. Em um dos casos, o grau de confiança agregado das informações era considerado baixo. Apesar disso, Mendonça sustenta que os documentos foram utilizados para analisar sua atuação e a relação institucional com o advogado-geral da União, Jorge Messias. Segundo a decisão, o monitoramento teria ocorrido por mais de um mês. Investigação Além de interromper a produção desse tipo de documento, Mendonça determinou investigação para reconstruir toda a cadeia de elaboração dos relatórios. A Corregedoria da PF deverá identificar as circunstâncias em que foram produzidos, quem determinou sua elaboração, quem efetivamente os confeccionou, as datas em que foram feitos e se existem outros documentos destinados às mesmas finalidades. A ordem de suspensão tem efeito imediato e alcança a produção, a elaboração e o compartilhamento, mesmo dentro da própria PF, de relatórios destinados a analisar atos praticados no exercício da prestação jurisdicional, da advocacia pública e da atividade de polícia judiciária. Notícia anterior AGU Advocacia-Geral da UniãoPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça restringe relatórios e impõe limite à Inteligência da PF 09/09/2026 Mendonça revoga tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro suspeito de receber R$ 100 mil em esquema do INSS 08/09/2026 Mendonça usa caos como estratégia eleitoral 08/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Canabidiol, lobby e minuta de contrato: o que revelam as

Conta do 8 de janeiro bate à porta de esposa de Ramagem, candidata do PL-RJ

Conta do 8 de janeiro bate à porta de esposa de Ramagem, candidata do PL-RJ

Conta do 8 de janeiro bate à porta de esposa de Ramagem, candidata do PL-RJ TRE-RJ intima Rebeca Ramagem, esposa de Alexandre Ramagem, a explicar condenação do marido nos atos golpistas em processo de registro de candidatura a deputada federal pelo PL Por Gustavo Silva | Amado Mundo 09/09/2026 Rebeca e Alexandre Ramagem. Reprodução, Instagram A fatura jurídica de Alexandre Ramagem acaba de respingar na estreia eleitoral de sua mulher, Rebeca Ramagem. Estreando na política, a candidata a deputada federal pelo PL do Rio de Janeiro recebeu intimação do Tribunal Regional Eleitoral fluminense (TRE-RJ) para explicar as condenações do marido no processo de registro de sua candidatura. A Justiça Eleitoral quer avaliar se os crimes do ex-chefe da Abin bolsonarista impedem a mulher de disputar a eleição. A ordem veio por causa da condenação de Ramagem nos atos golpistas de 8 de janeiro, pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. No despacho assinado nesta semana, o desembargador eleitoral Paulo Cesar Salomão Filho deu três dias para Rebeca se manifestar sobre a situação do marido e sobre uma regra da Constituição que proíbe partidos políticos de manterem ou usarem organizações paramilitares, forças armadas paralelas criadas para fins ilegais. Depois que a defesa responder, o caso seguirá para análise da Procuradoria Regional Eleitoral. Em sua declaração de bens, Rebeca informou um patrimônio modesto para os padrões de Brasília, de R$ 542,1 mil, divididos quase na totalidade em aplicações de renda fixa, fundos e previdência privada. O maior passivo de sua campanha, contudo, não cabe em planilhas financeiras. Notícia anteriorPróxima notícia Constituição FederalPL Partido LiberalTRE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Conta do 8 de janeiro bate à porta de esposa de Ramagem, candidata do PL-RJ 09/09/2026 Flávio Bolsonaro celebrou aniversário da filha em mansão gerida por empresa ligada a Vorcaro 09/09/2026 Decisão de Mendonça afasta também delegado que investigou morte de Marielle Franco 08/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Apartamento de Eduardo Bolsonaro é leiloado pela Caixa por inadimplência 21/08/2026 Mendonça restringe relatórios e impõe limite à Inteligência da PF 09/09/2026 Nunes Marques desempata julgamento que libera candidatura de Crivella ao Senado 20/08/2026 Operador de Vorcaro fecha com Gonet delação sobre Dark Horse, Flávio e Eduardo Bolsonaro 03/09/2026 Obras da RJ-238 em Campos estão paralisadas e atraso já soma um ano e quatro meses 03/09/2026

Aloysio Nunes acusa Mendonça de interferir na eleição

Aloysio Nunes acusa Mendonça de interferir na eleição

Aloysio Nunes acusa Mendonça de interferir na eleição Ao SBT News, ex-ministro da Justiça classificou atuação do magistrado como ‘intervenção brutal’ no processo político Por Sofia Pilagallo | SBT News 08/09/2026 Aloysio Nunes | Reprodução O ex-ministro da Justiça Aloysio Nunes acusou o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de promover uma “intervenção brutal” no processo político a três semanas das eleições presidenciais. Em entrevista ao News Noite desta terça-feira (8), ele afirmou que o magistrado transformou a crise na Corte no principal assunto da campanha e prestou um “desserviço à democracia brasileira”. Segundo Nunes, as suspeitas envolvendo integrantes do STF devem ser apuradas, mas a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes precisaria ter sido previamente autorizada pelo plenário da Corte. Para o ex-ministro, Mendonça agiu de forma ilegal ao iniciar o procedimento sem submeter a decisão aos demais magistrados. Nunes também afirmou que a ofensiva de Mendonça desviou o foco da campanha dos programas de governo e das suspeitas envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência. Como exemplos, citou a relação financeira com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, a proximidade com o miliciano Adriano da Nóbrega e transações que classificou como “nebulosas”. “Ele resolveu entrar em guerra contra o colega Alexandre de Moraes a três semanas da eleição, e isso se transformou no principal assunto da política brasileira. Em vez de discutirmos programas de governo e examinarmos o currículo dos principais candidatos, especialmente Flávio Bolsonaro e Lula, todo o imenso telhado de vidro de Flávio deixou de ser debatido”, afirmou. “Sua relação financeira com Vorcaro, a proximidade com o miliciano Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime no Rio de Janeiro, e as transações financeiras nebulosas: nada disso é discutido. Agora, Flávio Bolsonaro posa, digamos assim, de controlador moral do Supremo Tribunal Federal”, acrescentou. Imparcialidade Nunes também questionou a imparcialidade de Mendonça ao mencionar a participação do magistrado, por meio de um vídeo, em um encontro eleitoral entre Flávio e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Na avaliação do ex-ministro, o episódio colocou em dúvida a imparcialidade do integrante do STF. Durante a entrevista, Nunes classificou como ilegal e desproporcional a decisão de Mendonça de afastar o delegado Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal. Ele argumentou que a nomeação e a exoneração do diretor-geral da corporação são atribuições exclusivas do Poder Executivo. Na avaliação do ex-ministro, se houvesse indícios de irregularidades cometidas por Rodrigues, Mendonça deveria ter acionado o Ministério Público para solicitar a abertura de uma investigação. Ele acusou o magistrado de tentar controlar o trabalho da PF ao exigir o envio de dados brutos ao próprio gabinete e determinar que movimentações de agentes nos inquéritos passassem por sua autorização. “Existe, no sistema judiciário brasileiro, uma divisão rigorosa do trabalho entre as autoridades que investigam e produzem provas — a Polícia Federal e o Ministério Público — e o juiz, responsável por julgar. O ministro André Mendonça, porém, queria receber diretamente em seu gabinete dados brutos da Polícia Federal que ainda não haviam sido analisados pelo responsável pelo inquérito”, disse. “Ele determinou, inclusive, que qualquer movimentação de policiais federais relacionada a esses inquéritos fosse autorizada por ele. É uma interferência ilegal nas prerrogativas da Polícia Federal. Essa é a origem da incompatibilidade do ministro André Mendonça com Andrei Rodrigues. Não é uma birra, é uma questão constitucional grave que foi levantada”, acrescentou. Nunes também apoiou a retirada do sigilo de todos os documentos relacionados à crise diante dos sucessivos vazamentos de informações à imprensa. Para ele, a divulgação integral do material impediria que dados fossem selecionados para atingir determinados investigados e proteger outros. O ex-ministro sustentou ainda que o presidente do STF, Edson Fachin, deve submeter ao plenário da Corte todas as questões relacionadas ao caso, incluindo a autorização para investigar Moraes. Ele também afirmou que o processo deve ser conduzido com transparência e amplo acesso público aos documentos. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFRepublicanosSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Aloysio Nunes acusa Mendonça de interferir na eleição 08/09/2026 Mendonça usa caos como estratégia eleitoral 08/09/2026 Conta do 8 de janeiro bate à porta de esposa de Ramagem, candidata do PL-RJ 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Lulinha orientou Roberta Luchsinger a emitir nota para cobrar empresário alvo da PF 18/08/2026 Operação apreende celular e documentos de presidente da Câmara de Guarapuava 26/08/2026 MPRJ encaminha recomendações ao Município de Casimiro de Abreu nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana 12/08/2026 Grupo armado abre buraco em muro, rende vigilante e acessa cofre de supermercado em Campos 02/09/2026 ‘O Rio pode mais’: Violência impõe custos nos transportes e trava negócios na capital e na Baixada Fluminense 04/09/2026

Flávio explora crise no STF com leviandade e cinismo

Flávio explora crise no STF com leviandade e cinismo

Flávio explora crise no STF com leviandade e cinismo Candidato do PL trata momento grave como oportunidade de angariar votos, sem explicar relação com Vorcaro Dos postulantes se espera a compreensão de que os valores republicanos e a solidez das instituições estão acima das querelas eleitorais Por Folha de S.Paulo 08/09/2026 Flávio Bolsonaro (PL) discursa em ato da direita no Dia da Independência, em São Paulo (SP) – Bruno Santos – 7.set.26/Folhapress Agrava-se a cada dia a crise desencadeada no Supremo Tribunal Federal pelo escândalo do Banco Master, sem que se vislumbre saída capaz de restabelecer a normalidade e evitar traumas prolongados — e o afastamento liminar do diretor da Polícia Federal pelo ministro André Mendonça é apenas o episódio mais recente. Deplorável e alarmante, tal cenário põe à prova a conduta dos candidatos a governar o país nos próximos anos. Deles se espera, antes da capacidade de diálogo político e institucional, a compreensão de que os valores republicanos e a solidez das instituições estão acima das querelas eleitorais. É tudo o que não demonstra Flávio Bolsonaro (PL). Em comício no Dia da Independência, o senador fluminense não se contentou em fustigar o ministro Alexandre de Moraes, que esteve à frente do processo que condenou corretamente seu pai por tentativa de golpe de Estado e hoje está no centro do escândalo político-financeiro. Com oportunismo rasteiro, buscou transformar a crise em peça de ataque ao rival na corrida ao Planalto e presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — “Quem vota em Lula está votando em Alexandre de Moraes”, discursou. Trata-se de irresponsabilidade e cinismo. Irresponsabilidade porque fulaniza de modo leviano uma questão gravíssima. O petista e o ministro se associaram, até indevidamente, em temas como a defesa da regulação de conteúdos na internet. Entretanto não se sabe de nenhuma providência tomada ou proposta pelo governo em favor das tramoias do Master. Não é pouco diante da rede de influência nos três Poderes comprada pelo fraudador Daniel Vorcaro à esquerda, ao centro e à direita. Lula recebeu o então banqueiro fora da agenda, o que, embora impróprio, não se compara a desfrutar de favores ou contratos familiares milionários. Cinismo porque é Flávio, dentre os postulantes à Presidência, quem mais deve explicações sobre as relações com Vorcaro. Foi ele o flagrado em mensagens amáveis e informais a cobrar os milhões do Master para financiar um filme laudatório ao pai, ex-presidente. É ele quem sonega o prometido detalhamento dos contratos para a obra, também na mira da Polícia Federal. É desculpa esfarrapada alegar que se tratava de dinheiro privado. Àquela altura já eram notórias as relações promíscuas de Vorcaro e seu banco com políticos e as diversas instâncias da máquina pública. É preciso fingir idiotia para crer que ali se negociava um mero investimento na indústria cinematográfica americana. Candidatos, como toda a sociedade, podem e devem criticar e questionar o STF e seus ministros. O momento exige, contudo, a postura do estadista que sabe separar o interesse nacional do varejo da busca de votos. Atiçar tensões em benefício próprio é estratégia bolsonarista surrada de afronta às instituições e fomento de tentações autoritárias. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio explora crise no STF com leviandade e cinismo 08/09/2026 Quem é “Mineiro”, delator que pode complicar Flávio Bolsonaro no caso Dark Horse 09/09/2026 Mendonça homologa delação do empresário que fez repasses para Dark Horse 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vorcaro disse para não pagar Barci por Pix: “Não é bom” 01/09/2026 Amiga de Lulinha comprou solitários e colar de diamantes para braço direito de Lula, diz PF 17/08/2026 PT ataca Flávio com lista de amigos presos em novo vídeo (VIDEO) 30/08/2026 Irmãos Batista compram fabricante de armas de guerra Avibras 21/08/2026 PF encontra mensagem em que Lulinha e lobista investigada por fraudes no INSS tratam de negócios: ‘Nosso futuro é Suíça’ 17/08/2026

Nove dias após condenação, Tarcísio é alvo de nova ação eleitoral por ato em igreja

Nove dias após condenação, Tarcísio é alvo de nova ação eleitoral por ato em igreja

Nove dias após condenação, Tarcísio é alvo de nova ação eleitoral por ato em igreja Movimento Brasil Laico aponta propaganda irregular e abuso de poder em evento com Flávio Bolsonaro, Derrite e André do Prado Por Gabriel Gomes | ICL Notícias 08/09/2026 Flávio Bolsonaro, Tarcíso de Freitas e Eduardo Cunha na igreja | Divulgação Nove dias após uma condenação do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) por conduta semelhante, o governador e candidato à reeleição Tarcísio de Freitas (Republicanos) voltou a participar de um evento com caráter político dentro de uma igreja. O episódio levou a Associação Movimento Brasil Laico a apresentar, nesta terça-feira (8), uma nova representação à Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo. Além de Tarcísio, a entidade pede a investigação do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), dos candidatos ao Senado Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), da Igreja Mundial do Poder de Deus e do pastor Valdemiro Santiago. O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, que teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral, também estava presente no evento. O ato ocorreu na segunda-feira (7), feriado da Independência, na sede da Igreja Mundial do Poder de Deus, no Brás, em São Paulo. Tarcísio deixou de comparecer ao Desfile Cívico-Militar realizado no Anhembi e participou do evento religioso ao lado dos demais candidatos. Segundo a representação, os políticos subiram ao púlpito diante de centenas de jovens obreiros. Valdemiro Santiago elogiou Flávio e abordou temas de segurança pública e do Legislativo. O candidato à Presidência, por sua vez, conduziu uma oração na qual pediu a “espada da justiça” na Praça dos Três Poderes. Tarcísio também discursou, evocando passagens bíblicas relacionadas à vitória, e posteriormente concedeu entrevista coletiva dentro das dependências do templo sobre o cenário político nacional. A associação sustenta ainda que imagens do evento foram produzidas pelas assessorias dos candidatos e distribuídas à imprensa como material de divulgação das campanhas. Para o Movimento Brasil Laico, o agravante é a reincidência. Nove dias antes do evento, o TRE-SP havia julgado procedente uma representação contra Tarcísio por uma conduta semelhante, ocorrida em 17 de agosto em outra denominação religiosa. “Não se questiona o direito à fé ou à liberdade religiosa de quem quer que seja, mas o uso ostensivo de um templo — bem de uso comum pela lei eleitoral — como palanque de campanha”, afirmou Leandro Patricio da Silva, presidente da associação. A entidade pede que o Ministério Público Eleitoral investigue possíveis práticas de propaganda eleitoral irregular, abuso de poder político e econômico, arrecadação ilícita e conduta vedada a agente público. Entre as medidas solicitadas estão multas, cassação de registros ou diplomas e eventual declaração de inelegibilidade por oito anos. A representação também solicita o compartilhamento de informações com a Receita Federal e a Secretaria Municipal da Fazenda para apurar eventual desvio de finalidade relacionado à imunidade tributária da igreja. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalGovernadorMPE Ministério Público EleitoralPL Partido LiberalPP ProgressistasReceita FederalRepublicanosSão Paulo SPSenadorTRE-SP Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Nove dias após condenação, Tarcísio é alvo de nova ação eleitoral por ato em igreja 08/09/2026 Aloysio Nunes acusa Mendonça de interferir na eleição 08/09/2026 Mendonça usa caos como estratégia eleitoral 08/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Exonerações de fantasmas levam à economia de R$ 221 milhões no Rio 25/08/2026 Flávio Bolsonaro celebrou aniversário da filha em mansão gerida por empresa ligada a Vorcaro 09/09/2026 Mendonça revoga tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro suspeito de receber R$ 100 mil em esquema do INSS 08/09/2026 Disputa entre traficantes rivais deixa mais de 10 mortos em menos de 20 dias em Duque de Caxias 26/08/2026 Correios não deveriam tirar dinheiro da saúde e educação, diz especialista (VIDEO) 30/08/2026

Mendonça revoga tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro suspeito de receber R$ 100 mil em esquema do INSS

Mendonça revoga tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro suspeito de receber R$ 100 mil em esquema do INSS

Mendonça revoga tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro suspeito de receber R$ 100 mil em esquema do INSS Relator acatou recomendação da PGR. Investigado está proibido de deixar o país e terá que entregar passaporte Por Bernardo Lima | O Globo 08/09/2026 O ex-minsitro da Previdência José Carlos Oliveira em depoimento à CPMI do INSS — Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado Brasília – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, revogou nesta terça-feira o monitoramento eletrônico por tornozeleira de Ahmed Mohamad Oliveira Andrade — que era chamado José Carlos Oliveira —, ex-ministro do Trabalho de Jair Bolsonaro e ex-presidente do INSS. Ele foi alvo de operação da Polícia Federal (PF) que investiga descontos ilegais em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social. Mendonça acatou pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que recomendou a liberação do uso da tornozeleira eletrônica, sob o argumento de que Ahmed não adotou comportamento prejudicial às investigações. Na decisão desta terça, o ministro relator do caso do INSS no STF determinou outras medidas cautelares em substituição do monitoramento eletrônico, como proibição de contato com outros investigados e de deixar o país. O passaporte de Ahmed deve ser entregue nas próximas 24 horas. O ex-ministro de Bolsonaro foi preso em novembro do ano passado. A PF aponta que Ahmed teve um papel “estratégico” para o “funcionamento e blindagem” do esquema de descontos indevidos do INSS. Segundo as investigações, o ex-ministro era chamado pelo apelido de “Yasser” e “São Paulo” e enviou mensagens de WhatsApp agradecendo pelo pagamento dos “valores indevidos”. Oliveira mudou o seu nome para Ahmed Mohmad Oliveira Andrade. Em uma planilha de fevereiro de 2023, consta a anotação de um repasse de R$ 100 mil associada a ele. Os investigadores apontaram que há “fortes indícios” de que as fraudes no INSS estavam “em pleno funcionamento” no período em que ele era ministro da Previdência durante o governo Bolsonaro, de março a dezembro de 2022. Em depoimento à CPI do INSS, em setembro do ano passado, o ex-ministro negou as irregularidades. — Se houve abusos e irregularidades, esses foram praticados por entidades externas, que devem ser investigadas e punidas com o devido rigor. Se houve envolvimento de algum servidor, que também seja punido. Não sou contra isso. É que a gente não pode generalizar nem pré-criminalizar as pessoas — disse ele, na ocasião. Notícia anterior CPI Comissão Parlamentar de InquéritoINSS Instituto Nacional do Seguro SocialPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça revoga tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro suspeito de receber R$ 100 mil em esquema do INSS 08/09/2026 Mendonça usa caos como estratégia eleitoral 08/09/2026 Deputados pedem inelegibilidade de Nikolas Ferreira por uso de documento falso atribuído à PF 06/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Como instituto de André Mendonça conseguiu R$ 10,7 milhões em dois anos com contratos públicos 03/09/2026 Deputado bolsonarista causa tumulto na UFBA; universidade repudia “atos de violência, intimidação e desrespeito” (VIDEO) 20/08/2026 Mendonça ouve PGR sobre mensagens em que Vorcaro pede proteção a Alexandre de Moraes 01/09/2026 Moradora denuncia condições de área de espera em pronto-socorro de Macaé: ‘Ficamos no sol’ 04/09/2026 Operação apreende celular e documentos de presidente da Câmara de Guarapuava 26/08/2026

Mendonça usa caos como estratégia eleitoral

Mendonça usa caos como estratégia eleitoral

Mendonça usa caos como estratégia eleitoral É evidente o modo politizado como decide o ministro do Supremo Sua forma de agir se parece mais à de Sergio Moro que à de um juiz atuando em nome da lei Por Thiago Amparo | Folha de S.Paulo 08/09/2026 Os ministros André Mendonça (esq.) e Alexandre de Moraes em sessão do STF – Pedro Ladeira – 3.set.26/Folhapress O noticiário recente sobre o Supremo se assemelha mais à cobertura esportiva de um ringue de luta livre que à de um tribunal, com todo respeito aos praticantes de luta livre. André Mendonça emprega o caos institucional como estratégia de impacto eleitoral. Se inocentes fôssemos, poderíamos supor que o ministro o faz de forma a defender prerrogativas judiciais, mas ninguém mais acredita em juízes heróis desde a Lava Jato; Mendonça tem plena consciência de que as condições institucionais dadas o favorecem — a saber, a fragilidade e o ego de Moraes, a opacidade de Fachin e a eleição competitiva do filho do presidente que o nomeou para o cargo. De jurídico, os atos de Mendonça têm apenas a forma: determina, de ofício, o afastamento da alta cúpula da PF – a mesma que efetivamente melou o esquema de roubo do Vorcaro, por suposto monitoramento de Mendonça pela PF. Se, para Mendonça, a situação lembra Orwell na distopia “1984”, a sua resposta lembra a não menos distópica obra “O Processo”, de Kafka, na qual a lei serve apenas de pretexto para o absurdo. O fato de Mendonça ser o relator do inquérito sobre o qual escolhe o que tornar publico ou não mostra que aprendeu bem na escola de Curitiba de juízes políticos. É evidente o modo politizado como Mendonça decide. Afasta cautelarmente a liderança da Polícia Federal, após requerimento do partido Novo, mesmo após o presidente do STF, Edson Fachin, corretamente pedir no último dia 3 as manifestações das partes envolvidas e depois de o próprio Mendonça ter indicado, dois dias antes, que a matéria deveria ser analisada em plenário. Mais que no caos, Mendonça aposta na espetacularização como arma política, o que apenas beneficia o campo político bolsonarista, ao qual foi filiado como jurista no governo Bolsonaro. Ao selecionar o que, quando e como decidir, conforme o tempo político, com levantamentos seletivos de sigilo a menos de quatro semanas do primeiro turno, Mendonça quer que o eleitorado vote pensando em Moraes e na Polícia Federal. Não quer que o eleitorado se lembre de como os Bolsonaros e aliados estão profundamente imbricados com Vorcaro nem de como o ex-banqueiro roubou dinheiro público e de pessoas pobres — em um esquema bilionário envolvendo, em sua grande maioria, integrantes da direita nacional. Ele quer, por fim, que o eleitor esqueça como o próprio Mendonça se assemelha mais a Sérgio Moro que a um juiz que age em nome da lei. Notícia anterior NOVOOperação Lava JatoPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça usa caos como estratégia eleitoral 08/09/2026 Deputados pedem inelegibilidade de Nikolas Ferreira por uso de documento falso atribuído à PF 06/09/2026 Mendonça determina afastamento de diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues 08/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vorcaro prepara terceira proposta de delação premiada 10/08/2026 Xadrez de Mendonça 3: o contrato com a Cioeste 26/08/2026 Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026 Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas 20/08/2026 Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da PF em decisão monocrática sobre ato de ofício 08/09/2026

Mendonça determina soltura de ex-procurador do INSS investigado por receber propina de lobista

Mendonça determina soltura de ex-procurador do INSS investigado por receber propina de lobista

Mendonça determina soltura de ex-procurador do INSS investigado por receber propina de lobista Ministro determinou que Virgílio Antônio de Oliveira Filho utilize tornozeleira e entregue passaporte Por Eduardo Gonçalves e Sarah Teófilo | O Globo 08/09/2026 Procurador do INSS Virgilio Oliveira desembarca em Congonhas com lobista da CPI da Covid: passagens pagas e voo de jatinho na mira da PF — Foto: Reprodução Brasília – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou nesta terça-feira a soltura do ex-procurador INSS Virgílio Antônio de Oliveira Filho, que estava preso desde novembro do ano passado. Mendonça substituiu a medida mais grave pela uso de tornozeleira eletrônica, entrega do passaporte e proibição de fazer contato com investigados e testemunhas do caso do INSS. Relatório da PF aponta que o ex-procurador e pessoas ligadas a ele receberam R$ 11,9 milhões do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, que seria o intermediador das entidades beneficiadas por um suposto esquema de descontos irregulares em aposentadorias e pensões. “Essa conclusão não enfraquece a imputação, não desconsidera os elementos já produzidos e não antecipa qualquer pronunciamento acerca de culpa ou inocência. Substituir a prisão preventiva significa apenas reconhecer que a medida, como instrumento cautelar, deixou de ser necessária na intensidade anteriormente verificada. Não significa absolver o investigado”, escreveu o ministro. A defesa de Virgilio Oliveira está tentando fechar uma delação premiada com os investigadores desde o início do ano. Segundo a coluna de Malu Gaspar, ele assinou com a PF um contrato de confidencialidade em janeiro e passou uma semana prestando depoimento em abril. Sua proposta tem mais de 120 páginas de anexos e prevê a devolução de todos os valores desviados. Até agora, porém, o material está no limbo, sem resposta positiva e nem negativa. A decisão de Mendonça contrariou a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que defendeu a manutenção da ordem de prisão. O ministro do Supremo também decidiu liberar o contador da Conafer, uma das entidades investigadas no caso do INSS. Samuel Crisóstomo do Bomfim Junior também deixará a prisão e passará a usar tornozeleira eletrônica. Ele foi um dos 47 indiciados no relatório final da PF. Mendonça afirmou que os motivos da detenção não se sustentam mais com a conclusão das investigações. Notícia anteriorPróxima notícia Fraudes no INSSPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça determina soltura de ex-procurador do INSS investigado por receber propina de lobista 08/09/2026 Mendonça restringe relatórios e impõe limite à Inteligência da PF 09/09/2026 Mendonça revoga tornozeleira de ex-ministro de Bolsonaro suspeito de receber R$ 100 mil em esquema do INSS 08/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mendonça avisou Fachin e Moraes que avançaria com investigação 01/09/2026 Nikolas pode perder mandato após pedido de cassação por áudios com Vorcaro 04/09/2026 Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da PF em decisão monocrática sobre ato de ofício 08/09/2026 Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial 26/08/2026 Comerciantes de depósitos de gás denunciam ameaças e cobrança de taxa em Nova Friburgo 23/08/2026

Mendonça solta operador da Conafer e revoga tornozeleira de 3 investigados

Mendonça solta operador da Conafer e revoga tornozeleira de 3 investigados

Mendonça solta operador da Conafer e revoga tornozeleira de 3 investigados Ministro considerou que avanço das investigações reduziu a necessidade das medidas, mas manteve outras restrições aos investigados Por Pablo Giovanni e Manoela Alcântara | Metrópoles 08/09/2026 O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF) | VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar Samuel Chrisostomo do Bomfim Junior, apontado como operador financeiro da Conafer, e determinou a retirada da tornozeleira eletrônica de outros três investigados. As quatro decisões foram assinadas pelo ministro nesta terça-feira (8/9). Mendonça determinou que Samuel deixe a prisão e passe a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. As outras três decisões alcançam investigados da Operação Sem Desconto que já utilizavam o equipamento. Por determinação do ministro, o servidor do Ministério da Agricultura Pedro Alves Corrêa Neto deixará de usar tornozeleira. O ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) José Carlos Oliveira, também identificado como Ahmed Mohamad Oliveira Andrade, e Gilmar Stelo, apontado como operador jurídico e financeiro do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, também terão os equipamentos retirados. Mendonça entendeu que, com o avanço das investigações da Polícia Federal (PF), as medidas mais graves deixaram de ser necessárias em relação aos quatro investigados. Segundo o ministro, já foram concluídas as diligências que antecedem a elaboração do relatório final da investigação sobre eles. Apesar da flexibilização, os quatro continuam proibidos de manter contato com investigados e testemunhas, frequentar entidades associativas com as quais tiveram relação, acessar unidades do INSS e da Dataprev e deixar o Brasil. Notícia anteriorPróxima notícia Fraudes no INSSPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça solta operador da Conafer e revoga tornozeleira de 3 investigados 08/09/2026 Decisão de Mendonça afasta diretores exatamente quando a PF está terminando o relatório do ‘inquérito-mãe’ do caso Master 08/09/2026 Mendonça determina soltura de ex-procurador do INSS investigado por receber propina de lobista 08/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Câmara de Magé já pagou cerca de R$ 7,6 milhões pela locação de carros, mas continua omitindo o tamanho da frota alugada 20/08/2026 Moraes trocou de celular usado em conversa com Vorcaro durante investigação 02/09/2026 Dez ex-presidentes do STF alertam Fachin sobre gravíssimos fatos que comprometem confiança na Corte 08/09/2026 Correios não deveriam tirar dinheiro da saúde e educação, diz especialista (VIDEO) 30/08/2026 Esposa de Moraes tinha segundo contrato de R$ 50 milhões com empresa de Vorcaro 01/09/2026

Decisão de Mendonça afasta diretores exatamente quando a PF está terminando o relatório do ‘inquérito-mãe’ do caso Master

Decisão de Mendonça afasta diretores exatamente quando a PF está terminando o relatório do 'inquérito-mãe' do caso Master

Decisão de Mendonça afasta diretores exatamente quando a PF está terminando o relatório do ‘inquérito-mãe’ do caso Master O ministro André Mendonça tomou a decisão de afastar o diretor-geral e o diretor de inteligência da Polícia Federal em momento decisivo. Por Míriam Leitão | O Globo 08/09/2026 O ministro do STF André Mendonça e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues — Foto: Montagem sobre fotos de Luiz Silveira/STF e Brenno Carvalho/Agência O Globo Neste setembro a Polícia Federal está concluindo o relatório do inquérito-mãe sobre a operação Compliance Zero, o caso Master e Tirreno. E esse documento vai dar uma visão ampla do escândalo do Banco Master e está pedindo o indiciamento de muita gente, a começar por Daniel Vorcaro, ex-dono do banco. Ou seja, o momento da decisão não poderia ser mais favorável ao campo bolsonarista, porque adia a divulgação de informações do relatório que ajudaria a dar uma visão geral desse escândalo que tem tantas ramificações em políticos da direita. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Decisão de Mendonça afasta diretores exatamente quando a PF está terminando o relatório do ‘inquérito-mãe’ do caso Master 08/09/2026 Mendonça determina soltura de ex-procurador do INSS investigado por receber propina de lobista 08/09/2026 Mendonça restringe relatórios e impõe limite à Inteligência da PF 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Não faz sentido termos R$ 60 bilhões para emendas parlamentares no Orçamento’, diz Tadini, da Abdib 20/08/2026 Magé: Contrato sem licitação firmado pela Câmara de Vereadores para abastecimento de veículos já custou cerca de R$ 2 milhões 24/08/2026 ‘Se o presidente da República pode sofrer impeachment, o ministro do Supremo também não pode?’, diz Tarcísio em sabatina 20/08/2026 Flávio Bolsonaro interrompe campanha presidencial para tentar barrar a PEC da 6×1 01/09/2026 Esposa de Moraes aceitou receber imóvel de Vorcaro como pagamento 01/09/2026

Delegado afastado dirigiu inquérito de Castro sobre “mochila de dinheiro” arquivado por Mendonça

Delegado afastado dirigiu inquérito de Castro sobre “mochila de dinheiro” arquivado por Mendonça

Delegado afastado dirigiu inquérito de Castro sobre “mochila de dinheiro” arquivado por Mendonça Leandro Almada conduziu investigação da Operação Sétimo Mandamento, que resultou no indiciamento do governador aliado da família Bolsonaro, mas caso foi descartado pelo ministro Por Henrique Rodrigues | Fórum 08/09/2026 O ministro André Mendonça, do STF e do TSE – Foto: Raspress/Folhapress A trajetória do delegado Leandro Almada na Polícia Federal voltou aos refletores após seu afastamento da Diretoria de Inteligência Policial (DIP), medida ordenada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito das reestruturações e decisões recentes que impactaram a cúpula da corporação liderada pelo diretor-geral Andrei Rodrigues, também removido do posto. Almada ganhou enorme projeção ao chefiar a Polícia Federal no Rio de Janeiro e conduzir pessoalmente as apurações da Operação Sétimo Mandamento, inquérito que apurava um esquema de propinas e repasses em espécie, incluindo episódios emblemáticos como a alegada entrega de mochilas com dinheiro, supostamente envolvendo o governador fluminense Cláudio Castro (PL). O trabalho investigativo coordenado por Almada apontava a existência de uma engrenagem de corrupção na área de assistência social do Estado do Rio de Janeiro, com foco nos projetos mantidos pela Fundação Leão XIII entre 2017 e 2020. As apurações colheram indícios de cobrança sistemática de vantagens indevidas a prestadores de serviços, em percentuais que chegavam a 25% do valor dos contratos, resultando no formal indiciamento de Castro por corrupção passiva e organização criminosa. Controvérsia sobre o foro e o vício na delação Apesar do conjunto probatório e dos relatórios substanciais apresentados pela PF ao Superior Tribunal de Justiça, a tramitação do processo sofreu uma reviravolta decisiva nas instâncias superiores. A controvérsia central girou em torno das regras de competência e do foro por prerrogativa de função aplicáveis ao chefe do Executivo fluminense. A inclusão do nome de Cláudio Castro nas investigações teve origem em um acordo de delação premiada firmado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) com o empresário Marcus Vinícius Azevedo da Silva, em 2020. Em um depoimento complementar prestado em 2022, o delator detalhou a participação direta do político nas irregularidades. Contudo, a defesa do governador sustentou, e o Judiciário posteriormente acatou, que teria havido um “direcionamento” por parte dos promotores estaduais durante a coleta dessas declarações. Quando o STJ autorizou a abertura formal de inquérito contra Castro em 2023 com base nesses relatos, o político já ocupava o cargo de governador. Na avaliação do ministro André Mendonça, relator da matéria no STF, o MPRJ e a Justiça estadual extrapolaram suas atribuições constitucionais ao pactuarem e conduzirem colaborações que atingiam autoridade com foro privilegiado, prerrogativa que exigia a atuação direta da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do tribunal competente desde o início dos fatos narrados. Desfecho jurídico e o arquivamento definitivo Aceitando a tese da nulidade das provas por violação das regras de competência, o ministro André Mendonça determinou o arquivamento sumário do inquérito contra o governador em outubro de 2024. A decisão invalidou os atos produzidos a partir da delação tida como irregular no âmbito estadual, anulando o alcance das conclusões policiais que haviam embasado o indiciamento. Recursos foram apresentados para tentar reverter a anulação do processo, mas a Suprema Corte consolidou o entendimento do relator e manteve de forma definitiva o encerramento das investigações contra Cláudio Castro em junho de 2025. O caso permanece como um marco sobre os limites formais das delações premiadas e da observância estrita do foro privilegiado nas apurações envolvendo grandes figuras do cenário político nacional. Notícia anteriorPróxima notícia Fundação Leão XIIIGovernadorMP-RJPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal FederalSTJ Superior Tribunal de Justiça Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Delegado afastado dirigiu inquérito de Castro sobre “mochila de dinheiro” arquivado por Mendonça 08/09/2026 Dino cita encontro de Mendonça com Vorcaro em decisão sobre Andrei 09/09/2026 Candidato a deputado federal e presidente da Câmara de Sumaré (SP) é preso em operação contra tráfico 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Cury cita em plano de governo doutorado em psicologia que não fez 01/09/2026 Esquema ligado à Refit custeou caviar, mansão na Serra e cobertura para Cláudio Castro, diz PF 03/09/2026 Toffoli adia julgamento do registro de candidatura de Renan Santos e aponta indícios de ilicitude 30/08/2026 Caso Lulinha: os detalhes do inquérito sigiloso da PF que investiga tráfico de influência no governo 20/08/2026 Vorcaro a Moraes: “Tenho gratidão da minha vida a você” 01/09/2026

logo-politicaria-7-vazado

As consequências do seu voto

© 2026 Criado por AquiTem! Internet