Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Entidades pedem que OCDE cobre do STF julgamento sobre provas da Odebrecht anuladas por Toffoli

Entidades pedem que OCDE cobre do STF julgamento sobre provas da Odebrecht anuladas por Toffoli

Entidades pedem que OCDE cobre do STF julgamento sobre provas da Odebrecht anuladas por Toffoli Carta é encabeçada pela Transparência Internacional e assinada por outras 29 ONGs de 21 países Há três anos, ministro do Supremo decidiu tornar provas da leniência imprestáveis Por José Marques | Folha de S.Paulo 10/09/2026 O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal) – Pedro Ladeira – 3.ago.2026/Folhapress Brasília – Um ofício assinado por 30 organizações de 21 países pede que a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) cobre do STF (Supremo Tribunal Federal) o julgamento de recursos contra a decisão do ministro Dias Toffoli que anulou as provas dos acordos da Odebrecht. A carta foi enviada no domingo (6), data em que a decisão de Toffoli completou três anos. Entre as signatárias há entidades de nove países que aderiram à Convenção Antissuborno da OCDE. Em setembro de 2023, Toffoli decidiu que as provas da leniência e dos sistemas da Odebrecht são imprestáveis em qualquer âmbito ou grau de jurisdição. “Na prática, isso desmontou o maior e mais bem documentado caso de corrupção transnacional já registrado, provocando anulações em massa no Brasil e no exterior [e] obstruindo a cooperação jurídica internacional”, diz o texto, originalmente escrito em inglês. Foram apresentados três recursos contra a decisão de Toffoli — da PGR, da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) e do Ministério Público de São Paulo —, até agora não julgados de forma colegiada pelo Supremo. As organizações fazem outros dois pedidos à OCDE. O primeiro é que consulte todos os países membros para avaliar se a decisão afetou investigações e processos ligados ao caso Odebrecht. O segundo é que recomende aos membros preservar apurações baseadas em informações extraídas dos discos rígidos da empreiteira, com pedidos de cooperação a outras fontes desses dados, entre elas o governo suíço. A carta é encabeçada pela ONG Transparência Internacional, que chegou a virar alvo de investigação aberta no STF por determinação de Toffoli. O ministro arquivou a investigação após a PGR afirmar que não havia motivos que justificassem a continuidade do caso. Segundo o documento, ao menos 28 pessoas e empresas de oito países obtiveram decisões no Supremo que impedem autoridades brasileiras de cooperar com investigadores estrangeiros. O texto cita decisão de Toffoli que anulou provas contra Alejandro Toledo, ex-presidente do Peru condenado a 20 anos de prisão por receber propina da construtora brasileira. Em sentido oposto, as organizações mencionam decisão da Justiça britânica que desconsiderou o entendimento do Toffoli e deu seguimento a uma ação relacionada à Operação Lava Jato. Notícia anteriorPróxima notícia MP-SPOperação Lava JatoPGR Procuradoria Geral da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Entidades pedem que OCDE cobre do STF julgamento sobre provas da Odebrecht anuladas por Toffoli 10/09/2026 O que Flávio Bolsonaro ainda precisa esclarecer sobre ‘Dark Horse’ — e por que o filme não sai antes das eleições 10/09/2026 Vorcaro diz que ACM Neto e Rueda cobravam 10% de aportes de previdências ao Banco Master 10/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ solicita que Município de Conceição de Macabu adote medidas para cumprir prazos de resposta a requisições 12/08/2026 Diretor da PF fica revoltado com Mendonça e diz a interlocutores que vê abuso de autoridade em investigação de Vorcaro 01/09/2026 “Liberei mais uma hoje” 01/09/2026 Mendonça solta operador da Conafer e revoga tornozeleira de 3 investigados 08/09/2026 Tiro atinge para-brisa de ônibus em Maricá 04/09/2026

Entidades se manifestam sobre crise no STF: ‘Ninguém pode estar acima da lei’

Entidades se manifestam sobre crise no STF: 'Ninguém pode estar acima da lei'

Entidades se manifestam sobre crise no STF: ‘Ninguém pode estar acima da lei’ Empresários, artistas, economistas e intelectuais divulgam manifestos, afirmam que o país atravessa uma ‘crise institucional de extrema gravidade’ e apontam o Supremo como o epicentro dessa situação. Por Jornal Nacional 09/09/2026 Entidades se manifestam sobre crise no STF: ‘Ninguém pode estar acima da lei’ — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Antes das decisões de Luiz Edson Fachin, entidades empresariais e da sociedade civil se manifestaram sobre a crise que há nove dias abala o STF – Supremo Tribunal Federal. O manifesto à nação brasileira é assinado por entidades como as confederações nacionais da indústria e do comércio, a Federação da Agricultura do Estado de São Paulo e federações das indústrias como a de São Paulo. São mais de 3 mil assinaturas. Sem citar nomes de ministros, o documento afirma que “o Brasil atravessa uma crise institucional de extrema gravidade e que o epicentro dela é, precisamente, a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra“. “Não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem. Se a legitimidade é questionada, tudo o mais se torna incerto: a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a própria paz social”. E destaca que o “Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas. Quem julga a nação há de se submeter, com idêntico rigor, ao julgamento do Direito, da sociedade e da História“. Um segundo manifesto, chamado “Pela Lei e pelo Brasil”, tem o apoio de empresários, economistas – como os ex-presidentes do Banco Central Armínio Fraga, Gustavo Franco e Pérsio Arida, o ex-ministro da Fazenda Mailson da Nóbrega -, artistas e cientistas. No texto, eles afirmam que “as notícias que vieram a público nos últimos dias são a consequência de um sistema doente, que deixou de aplicar a si mesmo os freios que impõe a todos os demais“; que “as menções alcançam ministros do Supremo, as cúpulas da Polícia Federal e do Ministério Público, do Congresso Nacional, o núcleo próximo do ex-presidente da República e do atual, os dois polos que disputam o poder. Cabe às instituições, com urgência, apurar os fatos e as responsabilidades, com todas as garantias do devido processo“. E cobram: apuração completa, célere e independente dos fatos e responsabilidades; afastamento cautelar de quem for formalmente investigado; e adoção de código de conduta para as cortes superiores e os órgãos de investigação e acusação.   E concluem: “Não assinamos contra pessoas. Assinamos em favor das instituições, em favor do Brasil e da regra de ouro que sustenta uma República e a democracia: ninguém pode estar acima da lei”. Notícia anteriorPróxima notícia Banco Central BC BACENConstituição FederalMPF Ministério Público FederalPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Entidades se manifestam sobre crise no STF: ‘Ninguém pode estar acima da lei’ 09/09/2026 OAB-DF levará pedido de impeachment de Moraes e Toffoli ao Conselho Federal 09/09/2026 Dark Horse: valor do filme sobre Bolsonaro, com produtora alvo da PF, supera o orçamento de ganhadores do Oscar 10/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Fachin retira do inquérito das fake news pedido de Moraes para investigar Mendonça 04/09/2026 Documento falso da PF: Sâmia denuncia Nikolas à PGR após postagem sobre caso Master 04/09/2026 Letícia Caetano dos Reis: quem é a administradora de Flávio Bolsonaro citada na CPMI do INSS 27/08/2026 PF diz que lobista ‘aparentemente tinha autorização’ para agir em nome de Lulinha: ‘Eu sou o Fábio’ 18/08/2026 Lobista diz que Lulinha marcou reunião de governador do MA no Planalto e que Lula ia liberar obra 22/08/2026

Quem é “Mineiro”, delator que pode complicar Flávio Bolsonaro no caso Dark Horse

Quem é “Mineiro”, delator que pode complicar Flávio Bolsonaro no caso Dark Horse

Quem é “Mineiro”, delator que pode complicar Flávio Bolsonaro no caso Dark Horse Empresário afirma ter feito sete transferências de US$ 12,3 milhões a pedido de Daniel Vorcaro Por Fórum 09/09/2026 Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”. Foto: Entrepay Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, é o empresário que firmou nesta quarta-feira (9) colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República e relatou operações financeiras ligadas ao financiamento de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro. Dono da Entre Investimentos, ele é apontado nas investigações como operador financeiro de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Segundo o depoimento de Mineiro, sete transferências foram feitas ao fundo Havengate, nos Estados Unidos, ao longo de 2025. Os pagamentos somaram US$ 12,3 milhões, aproximadamente R$ 69 milhões pela cotação da época, e teriam sido realizados a pedido de Vorcaro. O Havengate foi utilizado no financiamento de Dark Horse. O fundo é administrado pelo advogado Paulo Calixto, apontado como próximo de Eduardo Bolsonaro. Informações anteriores já indicavam que o Grupo Entre havia repassado pelo menos R$ 10 milhões ao fundo. A movimentação passou a ser investigada no contexto da negociação entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro para o financiamento do filme. A PF e a PGR agora buscam reconstruir a trajetória do dinheiro. Entre os pontos investigados está a possibilidade de parte dos recursos ter sido destinada a despesas relacionadas a Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, além dos custos da produção. A destinação final dos valores ainda é objeto de apuração. Quem é Mineiro Freixo Júnior construiu carreira no mercado financeiro. Formado em Administração de Empresas pela Faap, ele contou que começou a trabalhar aos 14 anos como office-boy no Banco Nacional, em Santa Rita do Sapucaí (MG). Segundo seu perfil no Linkedin, em 1983 Freixo Júnior foi operador de crédito rural no mesmo banco. Mais tarde, foi vice-presidente do Banco Garantia e ocupou cargos de liderança no Credit Suisse. Em 2016, fundou o Grupo Entre. Em 2022, criou a Entrepay, voltada ao setor de meios de pagamento. Também possui participação além da IstoÉ Publicações, em empresas como Leads Securitizadora,  Linked Gourmet, Pmovil e Wealth Money. A relação do empresário com o caso Master já havia aparecido antes da delação. Mineiro foi alvo de busca e apreensão em janeiro, durante a segunda fase da Operação Compliance Zero, que também atingiu endereços ligados a Vorcaro e outros empresários. Em março, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Entrepay por irregularidades e risco aos credores. O comunicado oficial também determinou a indisponibilidade dos bens de controladores e ex-administradores, entre eles Freixo Júnior. Notícia anteriorPróxima notícia Banco Central BC BACENBanco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Quem é “Mineiro”, delator que pode complicar Flávio Bolsonaro no caso Dark Horse 09/09/2026 Mendonça homologa delação do empresário que fez repasses para Dark Horse 09/09/2026 Associações científicas se manifestam sobre crise envolvendo STF e PF e pedem investigação 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Nove dias após condenação, Tarcísio é alvo de nova ação eleitoral por ato em igreja 08/09/2026 Dark Horse: valor do filme sobre Bolsonaro, com produtora alvo da PF, supera o orçamento de ganhadores do Oscar 10/09/2026 Vorcaro a Moraes: “Tenho gratidão da minha vida a você” 01/09/2026 Magé: Contrato sem licitação firmado pela Câmara de Vereadores para abastecimento de veículos já custou cerca de R$ 2 milhões 24/08/2026 O lobista, sócio de Cerimedo nos EUA, que pode explicar os milhões de dólares de Vorcaro ao clã Bolsonaro 24/08/2026

Associações científicas se manifestam sobre crise envolvendo STF e PF e pedem investigação

Associações científicas se manifestam sobre crise envolvendo STF e PF e pedem investigação

Associações científicas se manifestam sobre crise envolvendo STF e PF e pedem investigação Em favor do regime democrático, entidades defendem autonomia das instituições e criticam interferências indevidas, instrumentalização de órgãos de investigação e vazamentos seletivos Por Lóren Souza | O Estado de S.Paulo 09/09/2026 Plenário do Supremo Tribunal Federal. Foto: Alejandro Zambrana/STF A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) divulgaram nesta quarta, 9, uma nota conjunta, e subscrita por outras 59 associações, em que cobram a apuração dos fatos pelas instituições, a responsabilidade das autoridades e o respeito à Constituição. A manifestação é feita no contexto da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal, a Polícia Federal e outras instituições. As duas entidades alertam para o risco de que as atuais tensões alimentem a desinformação, aprofundem a polarização e sejam usadas como argumentos para enfraquecer o regime democrático. Na nota, destacam a importância de instituições independentes e submetidas à Constituição como imprescindíveis para a democracia. “Defender as instituições não significa proteger seus integrantes de investigação ou responsabilização. Nenhuma autoridade está acima da lei ou dispensada do escrutínio público e do dever de prestar contas à sociedade.” Em sequência, defendem a investigação e responsabilização em casos de irregularidades, além disso afirmam que a blindagem de autoridades enfraquece as instituições e corrói sua credibilidade. “Irregularidades devem ser apuradas pelas instâncias competentes, com independência e imparcialidade, assegurados o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. Responsabilidades comprovadas devem produzir as consequências previstas em lei.” A autonomia e independência dos órgãos de investigação e fiscalização, além da independência do Poder Judiciário, são outros aspectos defendidos pelas instituições. Segundo a nota, disputas entre autoridades não justificam interferências indevidas nas suas funções ou a instrumentalização desses órgãos para embates políticos, pessoais ou eleitorais. “Os fatos se esclarecem com evidências, procedimentos claros e decisões fundamentadas, não com disputas de versões. Transparência e respeito às instâncias colegiadas são indispensáveis, resguardadas as hipóteses legais de sigilo”, defendem. Além disso, criticam a divulgação seletiva de material sob apuração. Para elas, essa ação contraria os princípios de transparência e respeito às instituições e transfere para a repercussão pública o que compete às instâncias formais decidir. Elas defendem que a confiança pública se conquista e se mantém pela capacidade de apurar e responder com equilíbrio. A nota pede atuação com “serenidade, transparência e firmeza” por parte das instituições e frisa a importância da apuração dos fatos e do respeito às garantias democráticas. A manifestação das entidades também explica que a declaração foi feita considerando o debate público e a defesa de princípios democráticos. Para as associações, esses elementos são basilares para o fazer científico. “Para a comunidade científica, essa defesa não é um assunto distante. O pleno desenvolvimento da ciência e da educação requer liberdade de pensamento, liberdade acadêmica, respeito às evidências e condições para questionar e debater. Defender a democracia é também assegurar essas condições e contribuir para um país comprometido com a soberania, a justiça social e a redução das desigualdades.” Notícia anteriorPróxima notícia Constituição FederalPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Associações científicas se manifestam sobre crise envolvendo STF e PF e pedem investigação 09/09/2026 TSE abre investigação sobre suposto abuso de poder econômico em ato de Flávio Bolsonaro em Barretos 09/09/2026 Entidades se manifestam sobre crise no STF: ‘Ninguém pode estar acima da lei’ 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF diz que lobista ‘aparentemente tinha autorização’ para agir em nome de Lulinha: ‘Eu sou o Fábio’ 18/08/2026 Mendonça solta operador da Conafer e revoga tornozeleira de 3 investigados 08/09/2026 Apartamento de Eduardo Bolsonaro é leiloado pela Caixa por inadimplência 21/08/2026 Candidato a deputado estadual e três vereadores de Cotia são alvo de operação do MP-SP por suspeitas de ligação com o PCC 20/08/2026 André Mendonça julgou Cláudio Castro quando tinha contrato milionário com governo do Rio 26/08/2026

André Mendonça revoga prisão do filho do Careca do INSS

André Mendonça revoga prisão do filho do Careca do INSS

André Mendonça revoga prisão do filho do Careca do INSS Defesa diz que inocência será demonstrada; Romeu Antunes é suspeito de ser o sucessor do pai no esquema de descontos indevidos Ministro determinou o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de contato com investigados Por José Marques | Folha de S.Paulo 09/09/2026 O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça – Pedro Ladeira – 1º.set.2026/Folhapress Brasília – O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), revogou nesta quarta-feira (9) a prisão preventiva (sem tempo determinado) de Romeu Carvalho Antunes, o filho do lobista Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Ele determinou que Romeu use tornozeleira eletrônica e proibiu o contato com outros investigados da Operação Sem Desconto, que trata de desvios em aposentadorias e pensões do INSS. O ministro também proibiu Romeu de frequentar entidades sob suspeita de participarem do esquema. Procurada, a defesa diz que após “nove meses de prisão preventiva que não se sustentava sob qualquer aspecto, a Justiça reconheceu sua desnecessidade”. “A inocência de Romeu Antunes será demonstrada na investigação”, afirmam os advogados Leandro Raca e Danyelle Galvão. O Careca, que é apontado como um dos operadores centrais do esquema, continua preso. As investigações tratavam Romeu como o sucessor do pai. Desde esta terça-feira (8), Mendonça tem flexibilizado medidas contra alvos da operação que já foram indiciados pela Polícia Federal. As decisões foram dadas em meio a discussões feitas, nos bastidores, pelo presidente da corte, Luiz Edson Fachin, para repensar as relatorias dos casos INSS e Master e conter a crise entre Mendonça e Alexandre de Moraes. O ministro também determinou a soltura do ex-procurador-geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho. Ele estava preso preventivamente e passará a usar tornozeleira eletrônica e fica proibido de ter contato com demais envolvidos no caso e de deixar o país. A Mendonça, a defesa de Romeu disse que não há elementos concretos de dilapidação patrimonial ou movimentação atípica de dinheiro do investigado, e também afirma que ele colaborou espontaneamente com as investigações, ao apontar patrimônio desconhecido da Polícia Federal mesmo antes da prisão. Romeu foi preso em dezembro de 2025. O ministro disse que a prisão não é mais necessária, já que as investigações sobre o caso avançaram e que o filho do Careca deixou suas atividades empresariais. A Operação Sem Desconto investiga fraudes em descontos de associações que não foram autorizados por aposentados e pensionistas do INSS, apurando desvios milionários envolvendo associações e servidores. O esquema teria descontado cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, segundo a PF. A fraude consiste em descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. O modelo desses descontos sob o qual as fraudes ocorreram foi extinto pelo INSS. Associações, confederações e sindicatos conseguiam autorização, por meio de acordos técnicos de cooperação, para aplicar descontos diretamente da folha de pagamentos de aposentadorias e pensões. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterFraudes no INSSPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram André Mendonça revoga prisão do filho do Careca do INSS 09/09/2026 Nove dias após condenação, Tarcísio é alvo de nova ação eleitoral por ato em igreja 08/09/2026 Candidato a deputado federal e presidente da Câmara de Sumaré (SP) é preso em operação contra tráfico 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Câmara de Magé já pagou cerca de R$ 7,6 milhões pela locação de carros, mas continua omitindo o tamanho da frota alugada 20/08/2026 ‘O Rio pode mais’: Violência impõe custos nos transportes e trava negócios na capital e na Baixada Fluminense 04/09/2026 Caiado entra na cobrança e pergunta a Flávio onde está o dinheiro de Vorcaro 20/08/2026 Deputado federal Ricardo Abrão é alvo da PF em operação contra compra de votos 03/09/2026 Xadrez de Mendonça 1: os negócios do ITER com Cláudio Castro 23/08/2026

TSE abre investigação sobre suposto abuso de poder econômico em ato de Flávio Bolsonaro em Barretos

TSE abre investigação sobre suposto abuso de poder econômico em ato de Flávio Bolsonaro em Barretos

TSE abre investigação sobre suposto abuso de poder econômico em ato de Flávio Bolsonaro em Barretos Ação questiona uso de palco de evento privado durante campanha presidencial; ministro determina que Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar apresentem defesa em cinco dias; ‘Estadão’ pede manifestação da chapa do PL Por Fabrícia Braga | O Estado de S.Paulo 09/09/2026 TSE abre investigação sobre suposto abuso de poder econômico contra Flávio e Alfredo Gaspar Foto: Taba Benedicto/Estadão O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou o prosseguimento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República, e Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, candidato a vice-presidente, por suposto abuso de poder econômico durante a 71ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, em São Paulo. A decisão considera que os fatos apresentados pela Coligação Brasil Pronto pra Mais, de Lula e Geraldo Alckmin, podem, em tese, configurar irregularidade eleitoral e, por isso, devem ser apurados. O Estadão solicitou à campanha de Flávio e Gaspar uma manifestação sobre o tema. O espaço está aberto para o posicionamento. A ação questiona a participação de Flávio no evento realizado em 22 de agosto. Segundo a coligação, o candidato teria utilizado o palco principal de shows, cuja estrutura seria custeada por empresas privadas, para fazer um discurso de caráter eleitoral diante de um público estimado em 60 mil pessoas. A representação afirma ainda que Flávio foi apresentado à plateia após ser chamado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e pelo locutor contratado para conduzir o evento. Coligação liderada por Lula aponta possível financiamento indireto Na ação, a coligação liderada por Lula sustenta que a utilização do palco, da estrutura técnica e da audiência do festival teria representado uma forma indireta de financiamento empresarial da campanha. O argumento é de que os candidatos teriam recebido uma estrutura de grande alcance sem uma contrapartida financeira equivalente, o que seria vedado pela legislação eleitoral. A representação também questiona o fato de o discurso ter ocorrido em um estádio, apontado pela parte autora como bem de uso comum, e sustenta que a exposição alcançada no evento foi ampliada posteriormente pela repercussão nas redes sociais e na imprensa. A coligação pediu a produção de provas, incluindo vídeos, contratos de patrocínio, comprovantes de despesas e informações sobre o impacto digital das publicações relacionadas ao episódio. TSE considera ação apta a prosseguir Ao analisar a admissibilidade da ação, a Corregedoria-Geral Eleitoral entendeu que a petição apresenta fatos determinados, com indicação de data, local e possível benefício eleitoral obtido pelos investigados. A decisão destaca que a representação foi acompanhada de registros audiovisuais dos discursos, notícias sobre o episódio, informações sobre os patrocinadores do festival e indicação de testemunha. O tribunal ressaltou, porém, que a análise nesta etapa é apenas de admissibilidade. A decisão sobre a produção das demais provas será tomada depois que os investigados apresentarem suas defesas, quando estará delimitado o conjunto de questões que ainda precisam ser esclarecidas. Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar foram citados e terão cinco dias para apresentar defesa. Depois disso, o processo volta para análise da Corregedoria-Geral Eleitoral. A coligação liderada por Lula pede, ao final, que, caso seja comprovado o abuso de poder econômico e reconhecida a gravidade exigida pela legislação, sejam cassados os registros de candidatura dos dois e declarada a inelegibilidade por oito anos. Notícia anteriorPróxima notícia Barretos SPcampanha eleitoralGovernadorPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSenadorTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram TSE abre investigação sobre suposto abuso de poder econômico em ato de Flávio Bolsonaro em Barretos 09/09/2026 Entidades se manifestam sobre crise no STF: ‘Ninguém pode estar acima da lei’ 09/09/2026 OAB-DF levará pedido de impeachment de Moraes e Toffoli ao Conselho Federal 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Deputado federal Ricardo Abrão é alvo da PF em operação contra compra de votos 03/09/2026 ‘Tomara que tenha charuto e Macallan’; veja essa e outras quatro mensagens de Gonet para Vorcaro 01/09/2026 Candidato a deputado federal e presidente da Câmara de Sumaré (SP) é preso em operação contra tráfico 09/09/2026 Tiroteio deixa cinco feridos durante confronto entre traficantes em Santa Teresa 04/09/2026 Vorcaro autorizou cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para filhos de Moraes, aponta mensagem 01/09/2026

Mendonça homologa delação do empresário que fez repasses para Dark Horse

Mendonça homologa delação do empresário que fez repasses para Dark Horse

Mendonça homologa delação do empresário que fez repasses para Dark Horse Acordo de delação premiada do empresário havia sido fechado com a PGR, que encaminhou o caso para o ministro do STF André Mendonça homologar Por Igor Gadelha | Metrópoles 09/09/2026 O ministro do STF André Mendonça | KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES O ministro do STF André Mendonça homologou, nesta quarta-feira (9/9), o acordo de delação premiada do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, mais conhecido como “Mineiro”. O empresário é dono da “Entre Investimentos”, empresa usada pelo banqueiro Daniel Vorcaro para repassar recursos para o filme Dark Horse, que é sobre a história do ex-presidente Jair Bolsonaro. O empresário tinha fechado o acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), que enviou o caso para Mendonça decidir se homologava ou não. A decisão de Mendonça ocorre um dia após o empresário participar de uma audiência no gabinete do ministro, na qual confirmou ter feito a delação de forma espontânea. No acordo de colaboração, conforme revelou a coluna, o empresário admitiu que era o responsável por entregar dinheiro vivo a destinatários de Vorcaro e disse ter vídeos das entregas. Segundo apurou a coluna, Mineiro chegou a citar na delação um ex-ministro de Jair Bolsonaro como um dos receptores das malas de dinheiro — e disse ter vídeos. Dark Horse Na proposta de delação, o empresário admite ter sido o responsável por repassar o dinheiro prometido por Vorcaro ao filme Dark Horse. O patrocínio foi negociado pelo banqueiro com Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Aos investigadores, o empresário afirmou que não sabia o destino efetivo dos recursos que gerou para Vorcaro, entre eles, o endereçado ao filme de Bolsonaro. O dinheiro foi enviado a um fundo nos Estados Unidos gerido pelo advogado brasileiro Paulo Calixto, aliado do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que vive autoexilado no Texas. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça homologa delação do empresário que fez repasses para Dark Horse 09/09/2026 Associações científicas se manifestam sobre crise envolvendo STF e PF e pedem investigação 09/09/2026 TSE abre investigação sobre suposto abuso de poder econômico em ato de Flávio Bolsonaro em Barretos 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Recursos para ‘Dark Horse’, malas para dinheiro vivo e repasses nas Bahamas: o que se sabe da delação de empresário ligado a Vorcaro

Recursos para 'Dark Horse', malas para dinheiro vivo e repasses nas Bahamas: o que se sabe da delação de empresário ligado a Vorcaro

Recursos para ‘Dark Horse’, malas para dinheiro vivo e repasses nas Bahamas: o que se sabe da delação de empresário ligado a Vorcaro Ministro do STF André Mendonça homologou acordo assinado entre delator e a Procuradoria-Geral da República. Empresário diz ter movimentado em torno de R$ 1,3 bi para banqueiro. Por Reynaldo Turollo Jr e Márcio Falcão | g1 e TV Globo 09/09/2026 Antônio Carlos Freixo Júnior e Daniel Vorcaro — Foto: Reprodução Brasília – Homologada nesta quarta-feira (9) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, a delação do empresário Antonio Carlos Freixo Junior lista pagamentos a fundo que financiou o filme “Dark Horse”, uso de empresa nas Bahamas para pagamentos a mando do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e compra de malas apenas para entregas de dinheiro vivo. Conhecido como Mineiro, Freixo Junior é o dono da Entre Investimentos. Ele firmou um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) em 8 de agosto, após cerca de 4 meses de negociações, e o acordo foi aceito por Mendonça nesta quarta. Relembre abaixo pontos já revelados da delação do empresário. Malas de dinheiro vivo Antonio Carlos disse à PGR que movimentou em torno de R$ 1,3 bilhão de 2020 a 2025 para o ex-banqueiro, dono do extinto Banco Master. Ainda de acordo com o empresário, as demandas por dinheiro vivo eram feitas pelo próprio banqueiro, seu sócio Augusto Lima e, depois, pelo cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel. Na proposta de delação, o empresário afirmou que malas contendo entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão eram entregues para Zettel e também para motoristas de Zettel e Vorcaro. O g1 apurou que o delator entregou à PGR recibos de malas adquiridas pela internet para guardar o dinheiro, que era utilizado para “pagamento de comissões e vantagens indevidas.” Para conseguir o dinheiro em espécie, Antonio Carlos entrava em contato com três operadores. Em seguida, fazia transferências bancárias para empresas indicadas por esses operadores — uma delas era uma distribuidora de combustíveis que, segundo o delator, já apareceu nas investigações da Operação Carbono Oculto, em São Paulo. ‘Dark Horse’ Freixo Junior relatou em sua proposta de delação, agora homologada, que fez sete repasses, a título de “subscrições de cotas”, para o fundo Havengate nos Estados Unidos, usado para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, as transações foram feitas de janeiro a setembro de 2025, a mando de Daniel Vorcaro, e totalizaram US$ 12,333 milhões. Pela cotação de setembro de 2025, esse valor equivalia a R$ 62,8 milhões. 🔎A subscrição de cotas é um processo em que um fundo emite novas cotas para aumentar seu patrimônio, recebendo aporte de investidores. Os valores foram pedidos a Vorcaro pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), hoje candidato à Presidência. O delator relatou que a previsão inicial era de um envio de cerca de US$ 24 milhões entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, mas acabaram sendo feitas somente sete transações. Antonio Carlos entregou às autoridades os comprovantes das transferências para pagamento das subscrições de cotas e os e-mails que trocou com o responsável pelo fundo Havengate, Paulo Calixto, advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro nos EUA. O delator afirmou que não tinha conhecimento do destino dos valores enviados ao fundo, e que as ordens para os pagamentos ao fundo gerido por Calixto eram confirmadas por Vorcaro pouco antes das datas previstas para cada “subscrição”. A PF investiga se a totalidade do dinheiro foi usada no filme “Dark Horse”, como afirmam Flávio Bolsonaro e a produtora Go Up, ou se uma parte foi destinada para outros fins — como bancar Eduardo Bolsonaro nos EUA. A assessoria de Flávio Bolsonaro foi questionada sobre os relatos do delator, e respondeu que as informações têm sido dadas pela produtora Go Up, que já apresentou as contas do filme. Dinheiro das Bahamas Antonio Carlos também afirmou em seu acordo de delação que fez outros pagamentos no exterior, a mando de Vorcaro, por meio de sua empresa Entre Investiments and Arbitrage Ltd. — sediada em Nassau, nas Bahamas. O empresário disse que, nesses casos, Vorcaro lhe enviava “invoices” (faturas) que deveriam ser pagas. Ele não detalhou quem eram os beneficiários desses pagamentos. O g1 apurou que uma das linhas de investigação da PF é se recursos que estavam em paraísos fiscais, como as Bahamas, também foram enviados ao fundo Havengate ou pessoas relacionadas a ele. Procurado, o advogado do delator, Marco Petrelluzzi, disse que não vai comentar o caso devido ao segredo de Justiça. A Go Up contratou uma auditoria particular que afirmou, em junho deste ano, que as contas de “Dark Horse” estão regulares — mas não tornou públicos os documentos, como as notas fiscais dos gastos do filme. Segundo essa auditoria particular, o filme custou R$ 75 milhões e foi bancado pelo fundo Havengate. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Recursos para ‘Dark Horse’, malas para dinheiro vivo e repasses nas Bahamas: o que se sabe da delação de empresário ligado a Vorcaro 09/09/2026 André Mendonça revoga prisão do filho do Careca do INSS 09/09/2026 Nove dias após condenação, Tarcísio é alvo de nova ação eleitoral por ato em igreja 08/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Flávio Bolsonaro celebrou aniversário da filha em mansão gerida por empresa ligada a Vorcaro

Flávio Bolsonaro celebrou aniversário da filha em mansão gerida por empresa ligada a Vorcaro

Flávio Bolsonaro celebrou aniversário da filha em mansão gerida por empresa ligada a Vorcaro Casa em Angra integra carteira da Prime You; Willer Tomaz, amigo de Flávio e alvo no escândalo do INSS é um dos cotistas do imóvel e admite tê-lo emprestado ao senador Por Alice Maciel | ICL Notícias 09/09/2026 Mansão da Prime You usada por Flávio Bolsonaro | Reprodução O candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), celebrou, em fevereiro, o aniversário da filha caçula em uma mansão de luxo à beira-mar, em Angra dos Reis (RJ), gerida pela Prime You. A empresa, especializada no compartilhamento de bens de luxo, tinha Daniel Vorcaro como sócio até setembro de 2025 e ainda administra parte do patrimônio do ex-dono do Banco Master. A Prime You é, por exemplo, responsável pela gestão das aeronaves que Vorcaro disponibilizou à família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, segundo mensagens extraídas pela Polícia Federal (PF) do celular do banqueiro. A companhia é investigada no esquema de corrupção de Daniel Vorcaro. É também a Prime You que administra a mansão onde Flávio aparece com a mulher, Fernanda Bolsonaro, e as duas filhas em uma foto publicada nas redes sociais no dia 15 de fevereiro. Na imagem, a aniversariante, que completava 12 anos, posa com um bolo nas mãos. “O aniversário é dela, mas o presente é nosso em tê-la todos os dias”, escreveu o senador. O ICL Notícias decidiu não publicar a foto para preservar a imagem das filhas do candidato, que são menores de idade. O imóvel faz parte do modelo de propriedade compartilhada da Prime You e foi dividido em quatro cotas. Uma delas pertence à empresa do advogado Willer Tomaz, WT Administração de Imóveis e Bens, de acordo com levantamento feito pelo Núcleo Investigativo do ICL Notícias, com base em documentos públicos. Willer é amigo próximo de Flávio Bolsonaro. Recentemente, ele foi alvo da operação Sem Desconto, da PF, que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro no esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. Procurado, ele informou à reportagem que emprestou a mansão de Angra dos Reis para o senador. “A utilização do imóvel pelo senador Flávio Bolsonaro e sua família ocorreu exclusivamente em razão da relação de amizade que mantenho com o senador, sem qualquer pagamento, contraprestação ou relação comercial. Minha relação com o senador é estritamente pessoal, não havendo entre nós qualquer relação profissional ou empresarial”, afirmou o advogado por meio de nota. Conforme revelou a Agência Pública, ele teria indicado Letícia Caetano dos Reis para administrar o escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro. Willer também negou qualquer vínculo com Daniel Vorcaro e afirmou que o ex-dono do Banco Master não tem participação na propriedade. “Daniel Vorcaro não possui qualquer participação neste imóvel. Não o conheço, nunca estive com ele e jamais mantive qualquer relação pessoal, profissional ou empresarial com ele”, ressaltou. Essa não é a mesma mansão que Willer Tomaz disputa na Justiça com o jogador de futebol Richarlison, e que teve Flávio Bolsonaro arrolado como testemunha. Documentos mostram que dos quase R$ 40 milhões em cotas da mansão, a empresa de Willer Tomaz adquiriu 25%, no ano de 2022. Outros três nomes já  apareceram entre os cotistas da mansão, quando foi lançada pela Prime You. Um deles é um fundo ligado a Maurício Quadrado, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master. Os outros são o empresário Fabrício Bloisi, presidente do conselho de administração do iFood, e o ex-fiscal Márcio Miranda Maia, alvo da Operação Caldarium, deflagrada na última quinta-feira (3) pelo Ministério Público de São Paulo para investigar um esquema de corrupção na Secretaria da Fazenda estadual. Ao ICL Notícias, Fabrício Bloisi informou por meio de nota que não conhece Flávio Bolsonaro e que não foi informado e nem consultado sobre a disponibilização da mansão para o senador. Segundo ele, os cotistas utilizam a propriedade de forma independente, e que nunca esteve na casa com os outros proprietários. “Como o imóvel é propriedade de uma sociedade anônima de capital fechado, as cotas podem ser livremente negociadas e transferidas, com a Prime You atuando como intermediária”, afirmou o empresário. Por essa razão, disse desconhecer quem cedeu a casa a Flávio. O ICL Notícias também procurou Márcio Maia e Maurício Quadrado, mas não obteve retorno. A reportagem também enviou perguntas à assessoria de imprensa do senador Flávio Bolsonaro e ao presidente da Prime You, Marcus Vinícius da Matta, que não retornaram às tentativas de contato. Seis meses depois de comemorar o aniversário da filha na mansão, Flávio Bolsonaro voltou a Angra dos Reis, desta vez em campanha à Presidência. Em 29 de agosto, o senador defendeu mudanças para facilitar o licenciamento de condomínios, grandes empreendimentos e resorts na região. Mansão tem heliponto, iate exclusivo e adega individual Erguida em um terreno de mais de 7 mil metros quadrados à beira-mar no Condomínio Porto Ilha Jorge, a mansão tem 2,2 mil metros quadrados de área construída, conforme detalhes divulgados no site da Prime You. O imóvel conta com sete suítes, piscina aquecida de 100 metros quadrados, sauna, academia, sala de jogos e cinema ao ar livre. No alto da propriedade, um heliponto privativo para o pouso de aeronaves. O acesso também pode ser pelo mar. A mansão tem píer próprio, onde fica ancorado um iate. Com quatro cabines e capacidade para até 25 pessoas, a embarcação fica à disposição dos donos. A estrutura funciona com serviços típicos de hotelaria de luxo. Há equipe de cozinha, segurança, limpeza e governança, além de tripulação para o barco. Sob demanda, podem ser contratados sommelier, massagista, DJ e personal trainer. Até as adegas são individualizadas: cada cotista dispõe de um espaço climatizado para até cem garrafas. Formalmente, a mansão não está registrada em nome da Prime You. O imóvel está em nome da Real Estate Duo 004 Angra dos Reis Administração de Bens Próprios S.A., sociedade criada especificamente para o empreendimento, mas dirigida pelos mesmos executivos da Prime You. Relação da Prime You com Vorcaro

Flávio Dino coloca Mendonça, Vorcaro e Dark Horse, do clã Bolsonaro, no centro da crise no STF

Flávio Dino coloca Mendonça, Vorcaro e Dark Horse, do clã Bolsonaro, no centro da crise no STF

Flávio Dino coloca Mendonça, Vorcaro e Dark Horse, do clã Bolsonaro, no centro da crise no STF Dino reage ao afastamento da cúpula da PF, derruba medida de Mendonça e alerta para paralisação de investigações que envolvem emendas parlamentares, o filme sobre Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. Por Plínio Teodoro | Fórum 09/09/2026 André Mendonça entre Flávio Dino e Alexandre de Moraes (Foto: Luiz Silveira/STF) Em menos de 24 horas, uma decisão de André Mendonça que afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada, aprofundou a crise aberta dentro do Supremo Tribunal Federal desde o início das investigações envolvendo o escândalo do Caso Master. Nesta quarta-feira (9), Flávio Dino reagiu ao que considerou uma interferência indevida no funcionamento da PF, determinou a volta dos dois agentes aos cargos e levantou questões que atingem o próprio Mendonça: a competência para tomar a decisão, a legitimidade do Partido Novo para provocá-la e a possibilidade de um ministro decidir sobre uma situação na qual também aparece como parte interessada. O detalhe que dá dimensão política à história é que a decisão de Mendonça não ficaria restrita ao caso que estava sob sua relatoria. Segundo Andrei Rodrigues, o afastamento poderia comprometer investigações em andamento em outros processos do STF — entre elas a apuração conduzida por Dino sobre emendas parlamentares destinadas a empresas que supostamente também estariam ligadas ao filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro. A investigação sobre os recursos destinados ao longa se cruza com outra frente, sob relatoria de Mendonça, que apura os repasses de Daniel Vorcaro para a produção e as tratativas do banqueiro com integrantes do clã Bolsonaro. A reação de Dino, portanto, não é apenas uma disputa entre dois ministros. É uma resposta a uma decisão que, na avaliação dele, poderia interromper o funcionamento da inteligência da PF e atingir investigações conduzidas por outros integrantes da Corte. E o ministro foi além: ao citar o encontro de Mendonça com Vorcaro, questionou se alguém que se considera diretamente atingido por uma investigação poderia, ao mesmo tempo, tomar decisões com efeitos sobre a própria investigação. Por que a investigação do Dark Horse chegou ao STF? O filme Dark Horse chegou ao radar de Flávio Dino, no Supremo, por uma investigação sobre destinação de emendas parlamentares federais. O ponto de partida, porém, não foi o longa-metragem. A Polícia Civil de São Paulo havia apreendido material durante uma investigação relacionada à produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme, e a PF pediu autorização para acessar a íntegra desse acervo. Dino autorizou o compartilhamento do material com a investigação que tramita sob sua relatoria, que apura o esquema do Orçamento Secreto, criado durante o governo Jair Bolsonaro. Segundo a decisão de Dino, o material apreendido dizia respeito a investigações sobre emendas destinadas a empresas que, supostamente, também seriam responsáveis pelo Dark Horse. O objetivo da PF era incorporar essas informações à apuração sobre a destinação dos recursos públicos e verificar eventuais conexões entre as emendas e a produção do filme. A operação da Polícia Civil de São Paulo havia ocorrido em junho e envolvido endereços ligados à produtora e uma secretaria da Prefeitura de São Paulo. A apuração investigava suspeitas de irregularidades e desvios relacionados a um contrato municipal de R$ 108 milhões firmado entre a administração Ricardo Nunes e o Instituto Conhecer Brasil, presidido por Karina Ferreira da Gama, que também é dona da produtora do filme. É nesse ponto que a história do dinheiro público se encontra com a campanha de Flávio Bolsonaro. O senador, candidato à Presidência pelo PL, passou a ser pressionado politicamente depois da divulgação de áudios em que aparece pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro para concluir Dark Horse. No entanto, os aportes de Vorcaro para o filme são objeto de uma frente investigativa diferente, sob relatoria de André Mendonça. A apuração sobre as emendas, por sua vez, envolve recursos destinados por deputados do PL, entre eles Mário Frias (PL-SP), Bia Kicis (PL-DF) e Marcos Pollon (PL-MS). Os parlamentares negam que suas emendas tenham financiado o filme. Ou seja: há duas trilhas investigativas que se aproximam do mesmo núcleo político e financeiro. Uma examina os recursos públicos enviados por meio de emendas. Outra investiga os repasses de Vorcaro e as tratativas para financiar o filme. É justamente nesse cruzamento que a decisão de Mendonça passa a produzir efeitos sobre uma investigação que estava sob a responsabilidade de outro ministro. O que estava sendo investigado quando Mendonça afastou a cúpula da PF? Na terça-feira (8), André Mendonça decidiu afastar preventivamente Andrei Rodrigues e Leandro Almada na PET 16.662. A medida foi tomada depois de o ministro analisar relatórios de inteligência da PF que, segundo ele, indicariam monitoramento de sua atuação e do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias. Mendonça afirmou que havia sido submetido a monitoramento sistemático e determinou que a Corregedoria da PF abrisse procedimentos de natureza penal e administrativo-disciplinar. Além do afastamento dos dois dirigentes, Mendonça suspendeu a produção, elaboração ou compartilhamento de relatórios de inteligência destinados à análise de atos praticados no exercício das funções do Judiciário, da advocacia pública e da própria polícia judiciária. A justificativa apresentada pelo ministro foi que os documentos revelariam monitoramento ilícito, apresentariam problemas técnicos e teriam avançado sobre atribuições que não caberiam à inteligência policial. Mendonça chegou a classificar o material como uma espécie de “arapongagem institucional”. Mas a decisão provocou uma reação imediata de Andrei Rodrigues porque a PF não estava atuando apenas nos casos relacionados aos relatórios questionados por Mendonça. Na PET 16.669, sob relatoria de Flávio Dino, Rodrigues argumentou que seu afastamento prejudicaria a investigação sobre as emendas e o Dark Horse. Sem o diretor-geral, segundo ele, haveria impacto na organização das equipes, atraso no acesso ao material apreendido pela Polícia Civil de São Paulo e prejuízo à velocidade das diligências. Dino concordou. Logo no início da decisão, o ministro registra que a PET 16.669 havia autorizado a PF a acessar o material apreendido e que as providências decorrentes dessa autorização poderiam ser prejudicadas pela decisão de

OAB-DF levará pedido de impeachment de Moraes e Toffoli ao Conselho Federal

OAB-DF levará pedido de impeachment de Moraes e Toffoli ao Conselho Federal

OAB-DF levará pedido de impeachment de Moraes e Toffoli ao Conselho Federal Presidentes do Conselho e seccionais se reúnem nesta quarta-feira (9) para debater crise no STF Por Gabriela Boechat | CNN Brasil 09/09/2026 Moraes, Toffoli e Gilmar Mendes participam de sessão no Supremo • 8 de abril de 2026REUTERS/Adriano Machado Brasília – A Seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) decidiu, em reunião extraordinária realizada na noite de terça-feira (8), propor ao Conselho Federal da OAB que encaminhe ao Senado pedidos de impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal). O Conselho terá reunião na tarde desta quarta-feira (9) com os presidentes das seccionais. Inicialmente, estava prevista a participação do presidente do STF, ministro Edson Fachin, no encontro. Diante da escalada da crise na Corte, porém, o ministro cancelou a agenda. Em nota, a OAB-DF também informou que pedirá ao Conselho Federal uma “apuração profunda, isenta e transparente” sobre o envolvimento de quaisquer autoridades que possam estar implicadas nos fatos ou em irregularidades correlatas. Segundo a seccional, a apuração deverá alcançar ministros do STF, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), de outros tribunais e integrantes do Poder Judiciário em geral. A OAB-DF também defenderá o afastamento cautelar das funções de autoridades investigadas. A seccional pedirá ainda o levantamento do sigilo de investigações em andamento que envolvam autoridades, inclusive ministros do STF. Outra solicitação será para que o presidente do STF assuma todas as investigações que envolvam pessoas sem foro por prerrogativa de função na Corte. A OAB-DF também pedirá o arquivamento do inquérito das Fake News, além da publicidade dos elementos que integram os autos. Conforme mostrou a CNN, a crise no STF (Supremo Tribunal Federal) envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, relacionada às investigações sobre o empresário Daniel Vorcaro, provocou manifestações de diferentes seccionais da OAB. Em nota, divulgada na semana passada, a OAB nacional afirmou acompanhar com “atenção e extrema preocupação” as notícias sobre a crise e defendeu que os fatos sejam apurados de forma rigorosa e isenta, “em relação a quem quer que seja”. A instituição ressaltou a necessidade de respeito ao devido processo legal, à ampla defesa e à presunção de inocência. Entre as seccionais, porém, algumas adotaram uma posição mais incisiva. As OABs do Paraná, de Rondônia, do Ceará e de Santa Catarina pediram o afastamento cautelar de Alexandre de Moraes do STF. Já as ordens de Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Goiás, Pernambuco, Amazonas e Rio de Janeiro defenderam apuração rigorosa, independente e transparente, com respeito ao devido processo legal. Defenderam ainda que ninguém pode estar acima da Constituição e das leis e defendeu transparência, imparcialidade e escrutínio sobre os fatos. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterSTF Supremo Tribunal FederalSTJ Superior Tribunal de Justiça Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram OAB-DF levará pedido de impeachment de Moraes e Toffoli ao Conselho Federal 09/09/2026 Dark Horse: valor do filme sobre Bolsonaro, com produtora alvo da PF, supera o orçamento de ganhadores do Oscar 10/09/2026 Entidades pedem que OCDE cobre do STF julgamento sobre provas da Odebrecht anuladas por Toffoli 10/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Felicio Ramuth, vice de Tarcísio, é condenado em ação movida pelo PT 26/08/2026 Deputado federal Ricardo Abrão é alvo da PF em operação contra compra de votos 03/09/2026 Vorcaro autorizou cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para filhos de Moraes, aponta mensagem 01/09/2026 Operação apreende celular e documentos de presidente da Câmara de Guarapuava 26/08/2026 Fachin promete fim do inquérito das fake news, aberto no STF há 7 anos sob relatoria de Moraes 04/09/2026

Dino cita encontro de Mendonça com Vorcaro ao determinar volta de chefe da PF e chama decisão de ‘interferência’ sobre plenário do STF

Dino cita encontro de Mendonça com Vorcaro ao determinar volta de chefe da PF e chama decisão de 'interferência' sobre plenário do STF

Dino cita encontro de Mendonça com Vorcaro ao determinar volta de chefe da PF e chama decisão de ‘interferência’ sobre plenário do STF Relator do caso Master confirmou o encontro com Vorcaro no seu instituto, antes de assumir inquérito, mas disse que se ‘limitou’ a ouvir banqueiro sobre processo que envolvia precatórios Por Dimitrius Dantas, Mariana Muniz, Pepita Ortega e Sarah Teófilo | O Globo 09/09/2026 Sessão Plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino e André Mendonça — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo Brasília – O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, destacou na sua decisão que reintegrou Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal a informação sobre um encontro realizado entre André Mendonça e o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. No documento, Dino afirma que a revelação do encontro aumentava a gravidade da decisão que Mendonça proferiu nesta terça-feira afastando a cúpula da PF. “Mais grave se torna essa interferência na esfera de competências de outros Ministros e do próprio Plenário do STF quando, recentemente, veio a lume a informação de que o Ministro André Mendonça teria recebido, para reunião nas dependências de uma empresa privada, o Sr. Daniel Vorcaro, investigado em autos de sua própria competência. Segundo noticiado, essa reunião teria ocorrido, inclusive, por intermediação de outros agentes que figuram em investigações em curso no Poder Judiciário”, escreveu Dino. O encontro foi revelado pelo portal “ICL”. Segundo mensagens, o advogado Ciro Rocha Soares enviou a Vorcaro uma mensagem dizendo que levou Mendonça a a um alfaiate em São Paulo. Em outras mensagens ao banqueiro, o advogado tratou de um possível encontro com o magistrado. “Opa, Dani!!! Preciso muito falar com você. O A.M. quer recebê-lo. E preciso agendar o quanto antes”, escreveu o advogado a Vorcaro no dia 7 de fevereiro de 2025. Em outra mensagem, acrescentou: “Muito importante sua ida nele junto comigo”. Em outra mensagem divulgada pelo portal, o deputado Cezinha de Madureira, em março do ano passado, diz a Vorcaro que marcou uma reunião com Mendonça em São Paulo. “Amanhã sexta-feira 17:00 com ministro André em São Paulo”, registra o texto. No dia do encontro, Cezinha enviou uma mensagem dizendo que o ministro do STF já estava no local combinado. “Ministro já está te esperando”, disse. O ministro disse em nota ter se reunido com o banqueiro Daniel Vorcaro uma vez, em março de 2025. O encontro teria ocorrido no Iter, instituto fundado por Mendonça e do qual ele se desvinculou após o encontro ter vindo à tona. Em nota, o gabinete de Mendonça afirmou que o encontro tratou de uma ação que “discutia créditos de precatórios de interesse do banco, mas que se encontrava, na exata data da reunião, com pedido de vista de outro ministro”. O ministro diz que se “limitou” a ouvir Vorcaro. O encontro ocorreu antes de Mendonça virar relator do caso Master na Corte, o que ocorreu em fevereiro de 2026. “O ministro André Mendonça esclarece que recebeu o empresário Daniel Vorcaro uma única vez, em março de 2025, por iniciativa do próprio empresário, e que se limitou a ouvi-lo. No mesmo mês, atendeu também o advogado do empresário, e ainda mantém, nos registros do gabinete, os memoriais escritos recebidos por ocasião do encontro”, escreveu o gabinete. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFSão Paulo SPSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Dino cita encontro de Mendonça com Vorcaro ao determinar volta de chefe da PF e chama decisão de ‘interferência’ sobre plenário do STF 09/09/2026 Delegado afastado dirigiu inquérito de Castro sobre “mochila de dinheiro” arquivado por Mendonça 08/09/2026 Dino cita encontro de Mendonça com Vorcaro em decisão sobre Andrei 09/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Flávio se nega a explicar novo repasse de US$ 1,6 milhões de Vorcaro para financiar ‘Dark Horse’ 01/09/2026 Ronnie Lessa dá primeira entrevista da prisão e detalha assassinato de Marielle Franco 31/08/2026 PM encontra carros-bomba e barricadas com explosivos no Complexo de Israel; Av. Brasil chegou a ser fechada (VIDEO) 21/08/2026 O lobista, sócio de Cerimedo nos EUA, que pode explicar os milhões de dólares de Vorcaro ao clã Bolsonaro 24/08/2026 André Mendonça julgou Cláudio Castro quando tinha contrato milionário com governo do Rio 26/08/2026

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