Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Ibaneis tem negócios com o ecossistema do Master desde pelo menos 2019

Ibaneis tem negócios com o ecossistema do Master desde pelo menos 2019

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Governador diz que está afastado de escritório da família desde 2018, mas assinou em 2019 um contrato milionário com fundo da Reag e ligado a ex-sócio de Daniel Vorcaro Por Johanns Eller | O Globo 16/03/2026 20:09 O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) — Foto: Cristiano Mariz/O Globo O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), assinou no exercício do mandato, em dezembro de 2019, um contrato de venda de direitos sobre R$ 4,4 milhões em honorários de precatórios do seu escritório de advocacia a um fundo administrado pela Planner, corretora à época controlada por Maurício Quadrado, que meses depois se tornaria sócio de Daniel Vorcaro. O fundo, chamado BLP PCJ VII, foi representado na negociação pelo diretor de uma empresa que ajudou a capitalizar o Banco Master com bilhões de reais e está na mira da Polícia Federal (PF). Os dados sobre os reais cotistas desse fundo não são públicos. Mas quem assina o contrato em nome do BLP PCJ VII é Artur Martins de Figueiredo, que, junto com Quadrado, é citado investigações da PF. Figueiredo também é diretor responsável pela Banvox, uma holding bastante obscura que foi acionista do Master.Na última terça-feira (10), o blog revelou que o Ibaneis Advocacia e Consultoria vendeu R$ 38 milhões em honorários de precatórios a um fundo ligado à Reag, investigada pela PF no caso Master, em maio de 2024. Além disso, na última quinta-feira, o Estadão divulgou um segundo contrato da mesma natureza, no valor de R$ 10 milhões, com um outro fundo da Reag no qual o escritório foi representado pelo próprio Ibaneis. O contrato descoberto agora é pela venda de honorários de precatórios derivados de ação movida pelo Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho dos Estados de Rondônia e Acre (Sinjustra), que tramita na Justiça desde 2011. Nesse tipo de transação, o comprador adquire do escritório de advocacia o direito de receber os honorários, que no caso de precatórios costumam representar uma porcentagem alta do valor total do título. Na prática, trata-se de uma antecipação do pagamento, já que precatórios são de difícil recebimento. A existência dessa terceira transação sugere um modus operandi baseado no expediente de venda de honorários de precatórios como forma de fazer negócios com o ecossistema do Master.O contrato descoberto agora pela equipe do blog mostra que isso ocorre pelo menos desde o primeiro mandato. Somados os três valores que constam nos termos de cessão, já são R$ 52,9 milhões em valores repassados pelo escritório de Ibaneis, comandado por seu filho, Caio Barros. Desse total, o escritório afirma ter recebido cerca de R$ 12 milhões – o valor é bem menor porque os papéis em geral são vendidos com desconto. No universo de fundos que fizeram negócios com Ibaneis estão fundos e gestoras arroladas na Operação Compliance Zero e também na Carbono Oculto, que apura a lavagem de dinheiro de facções criminosas no mercado de combustíveis e em instituições financeiras como a Reag e a Trustee, fundada por Quadrado após deixar a Planner em 2020. A Trustee é hoje a administradora do BLP PCJ VII, segundo registros da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Avalista A participação no negócio contraria a versão do governador, que na última terça alegou estar afastado do escritório e de seus negócios desde 2018, quando foi eleito pela primeira vez. O próprio governador é um dos avalistas da negociação com a Planner, pela qual o escritório administrado por seu filho, Caio Barros, cedeu os honorários ao BLP PCJ VII em 23 de dezembro de 2019. Como avalista, ele atuaria como responsável solidário pelos valores negociados caso o escritório não honrasse o compromisso com o fundo. A assinatura de Ibaneis consta no documento ao qual a equipe da coluna teve acesso, e que teve a autenticidade reconhecida no 1º Ofício de Notas e Protesto de Brasília, conhecido como Cartório JK.Também constam como avalistas uma empresa do governador, a Ibaneis Agropecuária e Administradora de Bens Patrimoniais, e outros dois sócios dele no escritório na ocasião, Marlúcio Lustosa Bonfim e Johann Homonnai Júnior. No caso do contrato com o fundo da Reag revelado pelo Estadão, o escritório alegou que a assinatura do governador foi incluída “digitalmente” por um gerente. Dessa vez, a banca de advogados não negou a participação pessoal dele no fechamento do negócio, mas não esclareceu se ele intermediou o negócio com a Planner e o fundo. Questionado pela equipe do blog, o escritório afirmou que o contrato é um “negócio jurídico regular, lícito e reiteradamente praticado no mercado por escritórios de advocacia, credores da Fazenda Pública e instituições financeiras, como forma de abreviar, com deságio, o recebimento de valores decorrentes de ações judiciais contra entes públicos” (leia a íntegra ao final da reportagem).Em nota, a Planner declarou que a operação ocorreu “em conformidade com o disposto na regulamentação então vigente” e que “atuou apenas como representante legal” do BLP PCJ VII, “não tendo participado de qualquer tipo de intermediação entre as partes” (confira o inteiro teor no final do texto). Procurado por meio de sua defesa, o governador Ibaneis Rocha não se manifestou até o fechamento da reportagem. O espaço segue aberto. À época do negócio entre a corretora e Ibaneis, o Master ainda se chamava Máxima, e Vorcaro tinha acabado de comprar a instituição do enrolado banqueiro Saul Sabbá com autorização do Banco Central (BC). Nove meses depois, em setembro de 2020, o executivo se tornou sócio de Maurício Quadrado no banco.A parceria só foi desfeita em 2024, quando o Master já apresentava problemas de liquidez. Quadrado teve os bens bloqueados por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda fase da Compliance Zero, em janeiro. O ecossistema Master Enquanto os dois primeiros contratos do escritório de Ibaneis revelados pela imprensa estão relacionados à Reag, liquidada pelo Banco Central em janeiro passado, a negociação com o BLP PCJ VII envolve outros personagens da complexa

Lulinha admite ao STF que teve viagem a Portugal bancada pelo Careca do INSS: ‘Relação esporádica’

Lulinha admite ao STF que teve viagem a Portugal bancada pelo Careca do INSS: ‘Relação esporádica’

Lulinha admite ao STF que teve viagem a Portugal bancada pelo Careca do INSS: ‘Relação esporádica’ Defesa do filho do presidente apresentou explicações ao ministro André Mendonça e disse que não firmou relação comercial com o empresário Antônio Antunes, preso por suspeita de desvios em aposentadorias Por Aguirre Talento e Luiz Vassallo | O Estado de S.Paulo 16/03/2026 Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula. Foto: Paulo Giandalia / AE BRASÍLIA – A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, admitiu ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela primeira vez que ele teve uma viagem a Portugal bancada pelo empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, preso sob suspeita de liderar um esquema de desvios em aposentadorias. Ele negou, porém, ter firmado qualquer negócio ou recebido valores do empresário. A confissão de Lulinha havia sido antecipada pelo Estadão, mas é a primeira vez que sua defesa apresenta formalmente explicações ao ministro André Mendonça sobre sua relação com o empresário. A petição foi apresentada depois das notícias da quebra do sigilo bancário do empresário e diante do receio de que ele seja alvo de novas medidas da Polícia Federal. Lulinha diz que foi apresentado ao Careca do INSS por meio de sua amiga Roberta Luchsinger em 2024 “como um bem-sucedido empresário do mercado farmacêutico”. Lulinha afirma que não tinha conhecimento, na ocasião, da atuação dele junto ao INSS. “Era com esse ANTÔNIO CAMILO, suposto empresário de sucesso da área farmacêutica e parceiro comercial de sua amiga, que o peticionário teve relação esporádica e de natureza social. FÁBIO LUÍS jamais firmou qualquer tipo de relação comercial com ANTÔNIO CAMILO, tampouco tinha conhecimento sobre fraudes no INSS ou outras ilegalidades”, afirmou a defesa ao STF. Na petição, Lulinha diz que teve interesse quando o Careca do INSS lhe contou sobre um projeto comercial de produção de canabidiol medicinal, porque tem uma sobrinha que faz tratamento médico com a substância e enfrentou dificuldades com a qualidade e disponibilidade dos medicamentos. “Nessa mesma conversa, ANTÔNIO CAMILO contou que iria a Portugal para conhecer a produção dos medicamentos e convidou o peticionário a acompanhá-lo sem qualquer compromisso. O convite foi aceito e ANTÔNIO CAMILO levou FÁBIO à Portugal em novembro de 2024, arcando com os custos da viagem. FÁBIO LUÍS acompanhou a visita a possíveis fornecedores e propriedades e essa foi toda a extensão da relação do peticionário com o projeto. Ele não participou de negociações, não investiu trabalho ou valores e tampouco recebeu convite para associação, participação ou compra de cotas”, diz a petição. A defesa também afirma que, se tivesse firmado algum negócio sobre esse tema com o Careca do INSS, o fato não constituiria crime. “Entendia estar acompanhando um bem-sucedido empresário da área farmacêutica, em uma viagem para conhecer um projeto supostamente legítimo. Assim como todos à sua volta, FÁBIO entendia o projeto como lícito e conhecia apenas a figura do ‘empresário de sucesso ANTÔNIO CAMILO’. Essa imagem pública somente veio a se alterar muitos meses após a viagem a Portugal, com a deflagração da Operação Sem Desconto em 23/4/2025, quando foi amplamente publicizada a possível relação de ANTÔNIO CAMILO com as fraudes do INSS”, afirmou a defesa. Notícia anteriorPróxima notícia Fraudes no INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF pede segundo inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha e empresário na Dataprev 31/07/2026 Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS 31/07/2026 Bastidores: PF tentou evitar distribuição automática para André Mendonça de nova investigação sobre Lulinha 31/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia 15/07/2026 Sumiço de acervo no Palácio das Mangabeiras vira mistério em Minas 15/07/2026 Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE 17/07/2026 Ricardo Couto começa a reduzir secretarias; confira as mudanças 14/07/2026 Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios 06/07/2026

Eduardo Bolsonaro é citado pela PF e tem 15 dias para se defender de processo por abandono de cargo

Eduardo Bolsonaro é citado pela PF e tem 15 dias para se defender de processo por abandono de cargo

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Ex-deputado é alvo de processo administrativo na Polícia Federal. Processo pode levar à demissão do cargo de escrivão da corporação. Ele está afastado das funções desde fevereiro. Por Lígia Vieira | TV Globo 16/03/2026 Foto de Arquivo: o deputado Eduardo Bolsonaro conversa com a Reuters sobre seus esforços para pressionar o Brasil a suspender o julgamento de seu pai, o ex-presidente brasileiro de direita Jair Bolsonaro, em Washington, D.C., EUA, em 14 de agosto de 2025 — Foto: REUTERS/Jessica Koscielniak/File Photo Brasília – O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) foi formalmente citado nesta segunda-feira (16) no processo administrativo aberto pela Polícia Federal que apura possível abandono do cargo de escrivão na delegacia da corporação em Angra dos Reis (RJ). Com a citação formal, passam a correr os prazos do processo administrativo, incluindo o período de 15 dias para que Eduardo apresente sua defesa à comissão responsável pela apuração. A citação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (16), salientando que Eduardo está em “lugar incerto e não sabido”. O ex-deputado é alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), instaurado em 27 de janeiro deste ano, para apurar faltas injustificadas do ex-deputado, que está morando nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. O PAD pode levar à demissão do servidor. Eduardo está afastado do cargo desde fevereiro, em portaria assinada assinada pelo corregedor regional da PF no estado. Decisão também determinou que o escrivão entregasse a carteira funcional e a arma de fogo. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o Brasil alegando que está sendo perseguido pela Justiça. Eduardo Bolsonaro é réu por coação no curso do processo em razão de sua atuação nos EUA contra autoridades brasileiras. Eduardo está morando nos EUA Segundo a portaria da Corregedoria da PF no RJ, o processo administrativo vai apurar a responsabilidade de Eduardo por ter, supostamente, se ausentado ao serviço de forma intencional e sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos após a perda do mandato de deputado em 18 de dezembro de 2025. Com o fim do mandato na Câmara, a Polícia Federal determinou o retorno de Eduardo Bolsonaro ao cargo na corporação, do qual estava afastado para ser deputado federal. A volta ao cargo não aconteceu e essa situação pode configurar o abandono do cargo pelo servidor público. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Polícia e MP investigam contratos de R$ 200 milhões do governo do RJ com empresa criada três meses antes

Polícia e MP investigam contratos de R$ 200 milhões do governo do RJ com empresa criada três meses antes

Polícia e MP investigam contratos de R$ 200 milhões do governo do RJ com empresa criada três meses antes Uma pessoa que autorizou a licitação, logo depois, se tornou funcionária da empresa. Deputado federal Marcelo Queiroz e subsecretária Camila Costa da Silva aparecem entre os investigados. Por Gabriel Barreira, Márcio Falcão e André Coelho Costa | RJ2 14/03/2026 Polícia e MP investigam contratos de R$ 200 milhões do governo do RJ com empresa criada três meses antes A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio investigam contratos firmados entre o governo do estado e a empresa Consuvet, que foi criada apenas três meses antes dos acordos milionários. A soma dos contratos chega a R$ 200 milhões. De acordo com a investigação, o serviço era de castração de animais, mas há indícios de irregularidades, como superfaturamento, corrupção, fraude à licitação, além de outros crimes. Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão contra a subsecretária de Proteção e Bem-estar Animal e responsável pelos contratos, aditivos e fiscalizações do programa RJPet, Camila Costa da Silva, a polícia encontrou o celular dela na casa da companheira do deputado federal Marcelo Queiroz, que na época dos contratos era secretário da Agricultura do estado. Marcelo Queiroz foi ainda candidato a prefeito do Rio. A investigação aponta que a empresa Consuvet recebeu R$ 35,5 milhões da pasta para esterilização de cães e gatos. As autoridades afirmam que o pagamento foi feito de forma descontrolada: sem identificar os animais e os tutores. Investigação A polícia aponta Antônio Emílio Santos como figura central da Consuvet. Antes da licitação, ele era diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Agricultura – a mesma que era liderada por Marcelo Queiroz. Foi Antônio quem autorizou a abertura da licitação que contratou a empresa. Pouco tempo depois, passou a ser sócio da Consuvet. Da empresa, Antônio recebeu R$ 888 mil em apenas 8 meses, de acordo com relatórios de inteligência. A movimentação financeira chamou atenção das autoridades: incluindo um saque de mais de R$ 700 mil, em dezembro de 2023. Os outros sócios da empresa, Luiz Mariano Rodrigues Jatobá e Rodrigo Figueiro Loureiro Teixeira, também movimentaram altas quantias e são investigados. As suspeitas recaem sob a empresa desde antes da abertura. O comprovante que a Consuvet apresentou de que era capaz de prestar o serviço tem a data de 17 meses antes da firma ser criada. E só depois da assinatura do contrato é que a empresa obteve o registro necessário do Conselho Regional de Medicina Veterinária. Reação de subsecretária levou até deputado federal A polícia chegou ao nome do deputado federal Marcelo Queiroz depois de cumprir um mandado de busca e apreensão na casa da subsecretária Camila, em dezembro de 2024. Camila teve o celular apreendido e foi questionada se possuía algum outro aparelho. Ela disse que, três dias antes da operação, um celular antigo tinha quebrado e que ela jogou o aparelho velho fora. A polícia acabou descobrindo que o telefone estava funcionando e havia sido usado no dia anterior. O aparelho estava na casa da companheira do deputado. Como o parlamentar tem foro privilegiado, a Polícia Civil e o Ministério Público solicitaram que o caso fosse para o Supremo Tribunal Federal. Essa semana a Justiça do Rio declinou a competência e remeteu o processo para o STF, onde será analisado. O que dizem os citados A Secretaria Estadual de Saúde, onde o programa RJPet está lotado, disse que a Consuvet não presta serviços desde abril de 2024. O deputado Marcelo Queiroz declarou que lamenta o vazamento de um procedimento sigiloso no qual seu nome é mencionado com base em ilações e conjecturas, sem nenhum respaldo em fatos e provas. Disse ainda que todos os contratos durante a gestão dele foram assinados a partir de pregões eletrônicos. A defesa da subsecretária Camila Costa disse que os pagamentos para a empresa foram suspensos até os esclarecimentos dos fatos e que Camila continua à disposição da Justiça para prestar todas as informações necessárias. A TV Globo não teve resposta da Consuvet nem dos outros citados na reportagem. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalMP-RJPolícia CivilSTF Supremo Tribunal Federal Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais 12/05/2026 Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE 11/05/2026 Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro 11/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro Bolsonarismo: a celebração da imbecilidade Empresa de preso por elo com PCC tem contrato de R$ 141 milhões no governo de GO Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Vorcaro gastou R$ 10 milhões em viagem com iate de luxo no Mediterrâneo (VIDEO)

Vorcaro gastou R$ 10 milhões em viagem com iate de luxo no Mediterrâneo (VIDEO)

Vorcaro gastou R$ 10 milhões em viagem com iate de luxo no Mediterrâneo (VIDEO) Imagens registradas por promotor de eventos do banqueiro mostram embarcação e clube de alto padrão em Saint-Tropez, na França Procurada, assessoria de imprensa não respondeu até a publicação deste texto; documentos da investigação detalham gastos Por Alexa Salomão, Joana Cunha e Dani Braga | Folha de S.Paulo 08/03/2026 Cenas de viagem na região do Mediterrâneo, registradas em vídeo pelo promotor de eventos Diogo Batista; o então banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, desembolsou R$ 11,5 milhões pelo passeio completo que passou pela França São Paulo – Superiates, DJs internacionais, praias paradisíacas na Europa, modelos estrangeiras e gente famosa, incluindo jogadores de futebol. É esse tipo de festa que o promotor de eventos Diogo Batista organiza. Conhecido como “concierge dos VIPs”, Batista cuida de viagens a destinos exclusivos e também prepara, sob medida, encontros reservados com atendimento sofisticado. Entre seus clientes estava Daniel Vorcaro, o controlador do Banco Master, preso pela segunda vez na quarta-feira (4) e investigado por fraudes financeiras e intimidação a pessoas. O ex-banqueiro, como mostrou a Folha, tinha nos luxuosos eventos um dos pilares de sua estratégia para estreitar relações com políticos e altas autoridades. Segundo duas pessoas próximas ao Master, Batista cuidou de várias dessas festas, regadas a bebidas e comidas caras, além da presença de mulheres jovens e bonitas. Um vídeo que circula na internet desde novembro do ano passado, quando o Banco Central decretou a liquidação do Master, mostra o tipo de serviço oferecido por Batista. O promotor de eventos se grava com a companheira de viagem, uma mulher que a Folha identificou como sendo uma modelo natural da Sérvia. As imagens retratam um roteiro de luxo, com passagens pelo superiate Mad Summer, e pelo suntuoso clube francês Verde Beach, em Saint-Tropez, na costa francesa do mar Mediterrâneo — e ilustram bem o padrão de vida e de gastos do ex-banqueiro. Vorcaro não aparece nas imagens, mas documentos de investigações da Polícia Federal sobre o Master, aos quais a Folha teve acesso, detalham que, para esta viagem à França, em agosto de 2022, ele pagou € 1,88 milhão — cerca de R$ 10,7 milhões com o câmbio do período. Apenas a locação do barco, entre os dias 21 e 25 daquele mês, custou cerca € 1,7 milhão — R$ 9,7 milhões. Para animar o cruzeiro, Vorcaro bancou uma infraestrutura de festas, incluindo equipamentos de iluminação e som, cachês e translado de artistas, ao custo de € 78 mil, quase R$ 480 mil. O grupo incluía o DJ e produtor musical francês Saint Lanvain, uma referência na cena internacional da música eletrônica. Um executivo que prefere não ter o nome citado repassou o vídeo da viagem à Folha. As imagens, segundo ele, estavam circulando nas redes sociais depois terem sido originalmente postadas no Market Live, serviço de assinatura de notícias e análises do mercado financeiro via WhatsApp, pelo sócio desse canal, Luiz Guilherme Atalla Camasmie. Procurado, esse empresário confirmou a postagem. “O vídeo é uma viagem de Vorcaro no verão europeu, e Batista está lá porque era o promoter oficial do Banco Master”, afirmou na entrevista à Folha. Camasmie disse ainda que extraiu o vídeo da página de Batista, no Instagram, e o divulgou no canal quando ocorreu a liquidação do Master, em novembro do ano passado, para mostrar como eram os eventos do banco. Na Quarta-feira de Cinzas, 18 de fevereiro, republicou o vídeo. Depois, a pedidos de amigos de Batista, retirou. Camasmie e Master são opositores declarados. O empresário apresentou notícia-crime pedindo investigação de um ataque hacker que seu canal de notícias sofreu após publicar várias críticas ao banco de Vorcaro, como indício de gestão temerária. “Faz um ano que eu já falava que o banco era a maior fraude, e fui atacado via hacker. Destruíam o grupo. Derrubaram um monte de coisas”, diz ele. O Master, por sua vez, fez notícia-crime de difamação contra Camasmie por causa dessas divulgações. Com o avanço das investigações contra o banco, o empresário pediu o arquivamento desse inquérito. Na terceira fase da Operação Compliance Zero, na quarta (4), surgiu a indicação de que Vorcaro mantinha uma estrutura para hackear e derrubar atividades digitais. Vorcaro costumava passear pela Europa no verão. Em 2024 e 2025, trajetos de jatinho do banqueiro apontam passagens por Riviera Francesa, Sardenha, na Itália, e Ilhas Baleares Ibiza e Maiorca, na Espanha, todas regiões conhecidas pelas praias paradisíacas e a vida noturna badalada. Em julho do ano passado, ele foi flagrado em outro clube praiano de Saint-Tropez, o Casa Amor. Trechos do vídeo circularam pelos celulares de executivos do setor financeiro. A pergunta que todos se faziam era como Vorcaro mantinha aquele padrão de vida enquanto o banco vivia uma crise. Àquela altura, ativos do Master estavam à venda, e o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) injetava recursos na instituição para prover liquidez. De maio a outubro de 2025, a assistência financeira ao Master somou R$ 4,3 bilhões. A Folha identificou que o vídeo de Batista não foi produzido por inteligência artificial. Procurou a sua publicação na rede social de Batista, que é aberta, mas não o localizou. No entanto, encontrou fotos em que Batista e a modelo loira aparecem juntos nas páginas das redes sociais de ambos, postadas em diferentes datas, no mesmo verão europeu de 2022. Procurada, a assessoria de imprensa de Vorcaro não se manifestou até a publicação desta reportagem. CELULAR NA AGENDA DE VORCARO Batista é sócio da Tdx Marketing Entertainment. Além de organizar vários eventos de Vorcaro, cuidou também do contato com modelos e influencers para as festas do Master até 2024, quando teve um desentendimento com Vorcaro e foi colocado em segundo plano. Pessoas próximas ao banco contam que parte de suas funções, então, foi assumida por uma “sugar baby”, termo para mulher que prefere relacionamento com homem mais velho provedor. Segundo pessoas próximas ao banco, seria Karolina Trainotti — a mesma que recebeu um apartamento de quase R$ 4,4 milhões em São Paulo. O imóvel foi doado a ela, em 2024, pela Super Empreendimentos, empresa investigada pela PF (Polícia Federal) por possível ocultação de bens e lavagem de dinheiro ligados a Vorcaro. A reportagem apurou que os números de telefone de

CMN autoriza garantia da União a novo empréstimo de até R$ 8 bi dos Correios em 2026

CMN autoriza garantia da União a novo empréstimo de até R$ 8 bi dos Correios em 2026

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha No ano passado, Tesouro já havia dado garantia a empréstimo de R$ 12 bi tomado pela estatal com um consórcio de bancos Por Cícero Cotrim (Broadcast) | O Estado de S.Paulo 26/02/2026 20:09 No ano passado, Tesouro já havia dado garantia a empréstimo de R$ 12 bi tomado pela estatal com um consórcio de bancos Foto: Hélvio Romero/Estadão BRASÍLIA – O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou o governo federal a garantir operações de crédito de até R$ 8 bilhões para os Correios este ano. A medida passou a constar no limite global de novas operações garantidas, a partir de uma resolução publicada pelo colegiado nesta quinta-feira, 26.Na prática, a resolução 5.282 acrescentou os R$ 8 bilhões destinados aos Correios ao limite global de 2026. O volume total autorizado para operações do setor público este ano, com e sem garantia da União, passou de R$ 15,625 bilhões para R$ 23,625 bilhões – uma diferença de exatamente R$ 8 bilhões.No ano passado, o Tesouro Nacional já havia dado garantia a um empréstimo de R$ 12 bilhões tomado pelos Correios com um consórcio de bancos.A estatal precisava de R$ 20 bilhões no total, mas acabou fazendo uma operação menor. O montante autorizado para 2026 completa o volume total de recursos que era considerado necessário.Segundo projeção do Ministério da Fazenda, os Correios devem fechar 2026 com um déficit primário de R$ 9,1 bilhões. No ano passado, até setembro, a empresa tinha um prejuízo de mais de R$ 6 bilhões. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Prefeito de Nilópolis é alvo da PF em operação contra crimes eleitorais

Prefeito de Nilópolis é alvo da PF em operação contra crimes eleitorais

Prefeito de Nilópolis é alvo da PF em operação contra crimes eleitorais A investigação foi iniciada em outubro de 2024, quando 24 pessoas foram presas em flagrante por compra de votos. Por Márcia Brasil e Rafael Nascimento | TV Globo e g1 Rio 13/02/2026 Abraão David Neto, o Abraãozinho (PL), é investigado por um esquema de compra de votos, fraude à cota de gênero, apropriação de recursos destinados ao financiamento eleitoral e lavagem de dinheiro — Foto: Divulgação O prefeito de Nilópolis, Abraão Davi Neto (PL), o Abraãozinho, foi alvo nesta quinta-feira (13) da Operação Astreia, contra crimes eleitorais. Agentes cumpriram 2 mandados de busca e apreensão. A PF apreendeu R$ 172 mil em espécie na casa de Abraãozinho. Também foram apreendidos celulares, mídias e documentos. Abraãozinho é investigado por um esquema de compra de votos, fraude à cota de gênero, apropriação de recursos destinados ao financiamento eleitoral e lavagem de dinheiro. O político é filho de Miguel Abraão David e sobrinho do bicheiro Aniz Abraão David, mais conhecido como Anísio, presidente de honra da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis. Em nota, Abraãozinho negou as acusações e disse estar à disposição para auxiliar a Justiça. A Prefeitura de Nilópolis disse que não vai se manifestar a respeito, pois o assunto não a envolve. Outro alvo da ação foi o procurador-geral da Câmara Municipal de Nilópolis, Bruno Cabral Pereira. Na casa dele, os agentes apreenderam um carro de colecionador. O g1 tenta contato com a defesa dele. Flagrante A investigação foi iniciada em outubro de 2024, quando 24 pessoas foram presas em flagrante, em Nilópolis, na posse de valores que supostamente seriam destinados à compra de votos. Cerca de R$ 65 mil em espécie foram retidos. “Com o aprofundamento das diligências, foi possível identificar um complexo esquema de corrupção eleitoral, o qual envolvia o uso de candidaturas laranjas e uma rede de apoio que se estendia a servidores públicos e políticos locais”, afirmou a PF. Notícia anteriorPróxima notícia Nilópolis RJPL Partido LiberalPolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Deputado federal Ricardo Abrão é alvo da PF em operação contra compra de votos 03/09/2026 Nikolas pode perder mandato após pedido de cassação por áudios com Vorcaro 04/09/2026 Augusto Cury omitiu negócios nos EUA da Justiça Eleitoral 05/09/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Grupo armado abre buraco em muro, rende vigilante e acessa cofre de supermercado em Campos 02/09/2026 PM encontra carros-bomba e barricadas com explosivos no Complexo de Israel; Av. Brasil chegou a ser fechada (VIDEO) 21/08/2026 Vorcaro transferiu cotas de jato Legacy 650 para Viviane Barci de Moraes 01/09/2026 PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas 20/08/2026 Mapas, manuais de explosivos e cálculo de custos: como grupo planejava ataques em Brasília 10/08/2026

Correios projetam prejuízo de R$ 9,1 bilhões em 2026, apesar de plano de reestruturação

Correios projetam prejuízo de R$ 9,1 bilhões em 2026, apesar de plano de reestruturação

Correios projetam prejuízo de R$ 9,1 bilhões em 2026, apesar de plano de reestruturação Se confirmado, rombo será maior que o previsto para 2025, apesar do programa de reestruturação anunciado pela estatal Por Márcio Juliboni | Veja 12/02/2026 20:09 TIRO NO PÉ Lula: presidente cancelou privatização dos Correios e, agora, lida com rombo bilionário (Ricardo Stuckert) Os Correios devem apresentar um prejuízo de 9,1 bilhões de reais em 2026, segundo estimativas de sua diretoria. A informação foi antecipada pelo portal de notícias G1. Se confirmado, o valor será maior que as perdas de 5,8 bilhões com que a estatal deve encerrar 2025. O rombo do ano passado poderia ser ainda maior, se a companhia não tivesse adiado o pagamento de algumas obrigações. O aumento dos prejuízos previsto pela cúpula dos Correios para 2026 indica a pouca eficácia do plano de reestruturação apresentado em meados de outubro e detalhado em dezembro. Nas duas ocasiões, a empresa se comprometeu a cortar despesas, diversificar receitas e recuperar a capacidade financeira para quitar dívidas. Em dezembro, quando as medidas foram consolidadas em um plano de ações que se estende até 2027, os Correios se comprometeram a gerar uma economia anual de 7,4 bilhões de reais. Os cortes de gastos com 15 000 funcionários e o fechamento de 1 000 agências responderiam por 4,2 bilhões de reais desse montante. Já o aumento de receitas aportaria mais 3,2 bilhões.Retirada do programa de privatização pelo presidente Lula logo após o início de seu terceiro mandato, os Correios se tornaram uma das maiores dores de cabeça do Palácio do Planalto e símbolo da ineficiência estatal. Além de mudanças estruturais em seu mercado com o aumento da concorrência de empresas privadas de entrega e a redução no volume de correspondências em tempos de adoção em massa de meios eletrônicos de comunicação, como os e-mails e o whatsapp, os Correios também sofrem com a ingerência política e decisões que comprometeram sua saúde financeira.Em novembro de 2024, por exemplo, a estatal concordou em injetar 7,6 bilhões de reais no Postalis, o fundo de previdência dos seus funcionários. A quantia cobre metade dos 15 bilhões de reais das perdas reportadas pelo fundo. A quantia remonta aos prejuízos sofridos pelo Postalis com investimentos realizados de 2011 a 2016, quando Dilma Rousseff presidia o Brasil. As perdas somavam 4,7 bilhões de reais e, corrigidas ao longo dos anos, se transformaram em uma bola de neve.Para cobrir o rombo operacional e o aporte no Postalis, os Correios chegaram a negociar no fim do ano passado um empréstimo de 20 bilhões de reais com um consórcio de bancos. A operação, contudo, foi vetada pelo Tesouro Nacional, que entraria como fiador, por considerá-la cara demais – equivalente a 136% do CDI, o que corresponde a cerca de 20% ao ano. Nos últimos dias de dezembro, a companhia conseguiu fechar um empréstimo de 12 bilhões com o pool de bancos. Relatório sigiloso enviado aos EUA Próxima notícia CorreiosPostalisPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresTesouro Nacional Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Ibaneis tem negócios com o ecossistema do Master desde pelo menos 2019 CMN autoriza garantia da União a novo empréstimo de até R$ 8 bi dos Correios em 2026 Correios projetam prejuízo de R$ 9,1 bilhões em 2026, apesar de plano de reestruturação Notícia não encontrada Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Expansão do Comando Vermelho em Paraty afeta moradores, comércio e pontos turísticos

Expansão do Comando Vermelho em Paraty afeta moradores, comércio e pontos turísticos

Expansão do Comando Vermelho em Paraty afeta moradores, comércio e pontos turísticos Agora estabilizada na cidade, facção ampliou a exploração das atividades econômicas nos bairros, assim como acontece na capital Por Bruna Martins | O Globo 09/02/2026 Pichação em alusão ao Comando Vermelho em Paraty — Foto: Gabriel de Paiva/Agência O Globo Rio de Janeiro – A tarde chuvosa no dia 23 de janeiro manteve vazia a Praça da Paz, em Paraty, na região da Costa Verde. O local abriga a primeira pista de skate da cidade, inaugurada em 2016, um parquinho e uma quadra de futebol cercada por alambrado. Apenas urubus estavam presentes no local, onde a grama alta completava o cenário de abandono. Segundo moradores mais antigos, a praça está cada vez mais distante da paz citada no nome. Ao redor dela, o tráfico de drogas se expande há mais de 15 anos em dois bairros caiçaras, expostos à violência e à marginalização do município considerado Patrimônio Mundial pela Unesco. Distantes 13 minutos a pé do Centro Histórico de Paraty, as comunidades da Ilha das Cobras e Mangueira, também vizinhas do aeroporto, são separadas apenas pela Rua Central — entre os moradores, a referência dela é uma tenda de açaí, montada em frente à praça. Ambas começaram a ser invadidas por facções entre 2010 e 2011, período em que as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) eram implementadas em favelas da capital fluminense dominadas pelo tráfico. Nesse período, o Comando Vermelho atuava na Ilha, enquanto o Terceiro Comando Puro ocupava a Mangueira. Os confrontos entre esses grupos eram rotina, como conta Alice (nome fictício), caiçara da Mangueira. Ela diz ter perdido ao menos 20 amigos nessa época, todos entre 13 e 18 anos, envolvidos com uma das facções. Um dos mais novos, segundo ela, foi morto num mercado do bairro. Dias antes, ele havia confidenciado o desejo de deixar o crime, mas ainda não tinha dinheiro suficiente para isso, principalmente porque precisaria abandonar a cidade sozinho. — Minha casa vivia cheia de amigos. Ela foi se esvaziando, não sobrou ninguém. As pessoas acham que Paraty se resume ao Centro Histórico, às praias e ilhas, mas ninguém sabe o que acontece do outro lado. Quando você chega à praça (da Paz), percebe que o clima muda. Existe um silêncio, um vazio, é muito triste. Eu guardo um monte de histórias desse lugar, acompanhei a mudança, vi muita gente morrer. Já fiquei presa em tiroteio enquanto ia para a escola, encontrei gente morta pelo chão — afirma a jovem.Em 2021, o Comando Vermelho tomou o controle da Mangueira com o assassinato de chefes da facção rival. A mudança na gestão gerou uma série de expulsões de moradores, incluindo Alice e sua família. Há três anos, eles foram obrigados a deixar a casa onde moravam, além de terem perdido um pequeno comércio que mantinham por lá. — Eles chegaram armados, nos deram 24 horas para ir embora. Saímos com a roupa do corpo e nossos cachorros. Foi muito duro. Imagina deixar a casa que você lutou a vida toda para construir. A gente não pode mais voltar, mas, mesmo que pudéssemos, não voltaríamos, não sabemos o que pode acontecer. Mas é meu bairro, é onde eu nasci, fiz amigos. A tristeza maior é saber que não precisava ter chegado a esse ponto. Não há políticas públicas voltadas para nós. É só esquecimento — completa.As expulsões continuam a acontecer na cidade, que já é majoritariamente dominada pelo Comando Vermelho. A 167ª DP investiga uma que aconteceu no final do ano passado, no Morro do Ditão, localizado na Rodovia Rio-Santos e distante cerca de 8 quilômetros do centro de Paraty. Traficantes ameaçaram a moradora da casa com uma arma, acusando-a de ser informante. Também morador da Mangueira, Jorge (nome fictício) relata que o bairro piorou muito nos últimos anos, principalmente pelo aumento da venda de drogas nas ruas internas. Ele descreve os traficantes reforçando que a maioria é adolescente — no ano passado, 48 menores foram apreendidos em flagrante na cidade; em 2024, foram 28, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP). Preocupado com essa situação, ele decidiu mandar os filhos para outro estado. — Está muito ruim morar aqui. O tráfico está tomando tudo. Eu até evito passar por algumas ruas, e olha que eu conheço todo mundo. Canso de ver carro de bacana entrando aqui, tudo para o pessoal comprar droga. Gastam R$ 500, R$ 600 de uma vez só. Estava com medo de que meus filhos se envolvessem ou que acontecesse alguma coisa contra eles. Achei melhor mandá-los para outro estado, onde também tenho família — explica.Sob anonimato, um policial civil da região explica que o Comando Vermelho, agora estabilizado em Paraty, ampliou a exploração das atividades econômicas nos bairros, assim como acontece na capital. A presença dessa facção também afeta o funcionamento de serviços básicos de algumas localidades, como no Condado, distante cerca de cinco quilômetros do Centro. Um professor da rede pública comenta que, nessa comunidade, ônibus municipais já não acessam mais o interior, mantendo circulação apenas na rua principal. Recentemente, a atuação dessa facção ultrapassou as comunidades e chegou a áreas turísticas da Praia do Sono e Trindade, conhecidas pela cultura “hippie”. Notícias locais dão conta de que traficantes estariam extorquindo barqueiros e donos de estacionamento, além de cobrar indevidamente turistas por acesso aos locais. A situação foi resolvida pelos próprios caiçaras, que se impuseram aos criminosos, com quem tinham parentesco.Na 167ª DP, há ao menos seis investigações sobre a exploração territorial do Comando Vermelho na região. No entanto, agentes expõem dificuldades para concluí-las, principalmente pela falta de depoimentos. Os crimes já registrados envolvem as localidades de Paraty-Mirim — onde traficantes estariam cobrando percentual na venda de terrenos e imóveis —, Costeira, Ponta Negra, Praia de Cajaíba, Juatinga e Calhau. Há também suspeita de extorsão a empresas de turismo no Cais de Paraty, de onde partem escunas de passeio. Já no Centro Histórico, marco turístico, ainda não há denúncias. A exposição desses crimes motivou uma reunião pública

Para cobrir rombo, Correios vendem imóveis e preveem arrecadar R$ 2 bilhões

Para cobrir rombo, Correios vendem imóveis e preveem arrecadar R$ 2 bilhões

Para cobrir rombo, Correios vendem imóveis e preveem arrecadar R$ 2 bilhões Estatal planeja realizar novos leilões ainda em fevereiro; lista de propriedades ainda está em elaboração Por Larissa Rodrigues e Vitória Queiroz | CNN Brasil 06/02/2026 20:09 CNN Os Correios já começaram a vender parte dos imóveis de seu patrimônio como parte do seu plano de reestruturação financeira. Segundo apurou o CNN Money, a lista de propriedades ainda está em elaboração. Contudo, ao menos 50 imóveis sem uso operacional já foram alienados. Com a venda desses ativos, a estatal estima gerar cerca de R$ 2 bilhões em receitas extraordinárias. Há novos leilões previstos para os dias 12 e 26 de fevereiro. No fim do ano passado, os Correios anunciaram a captação de R$ 12 bilhões em crédito para estancar a crise de caixa. Os recursos serão aplicados na recuperação da sustentabilidade financeira, na modernização operacional e no reposicionamento competitivo da estatal. O plano de reestruturação dos Correios também reabriu o Programa de Demissão Voluntária, com potencial de adesão de até 15 mil empregados entre 2026 e 2027. A economia anual estimada é de R$ 2,1 bilhões, com impacto pleno a partir de 2028, contribuindo para a redução da rigidez da estrutura de custos da empresa. Além disso, os Correios também reequilibraram o plano de saúde de seus funcionários e estão renegociando os seus passivos judiciais. Somadas, essas iniciativas devem resultar em uma redução de despesas da ordem de R$ 5 bilhões até 2028 Na frente de crescimento, os Correios preveem investimentos de R$ 4,4 bilhões entre 2027 e 2030, com financiamento do Novo Banco de Desenvolvimento, que devem ser destinados à automação de centros de tratamento, renovação e descarbonização da frota, modernização da infraestrutura de TI e redesenho da malha logística. Próxima notícia Correios Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Ibaneis tem negócios com o ecossistema do Master desde pelo menos 2019 CMN autoriza garantia da União a novo empréstimo de até R$ 8 bi dos Correios em 2026 Correios projetam prejuízo de R$ 9,1 bilhões em 2026, apesar de plano de reestruturação Para cobrir rombo, Correios vendem imóveis e preveem arrecadar R$ 2 bilhões Notícia não encontrada Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

‘Cine Trancoso’: os vídeos tóxicos de Vorcaro

‘Cine Trancoso’: os vídeos tóxicos de Vorcaro

‘Cine Trancoso’: os vídeos tóxicos de Vorcaro Há gravações de algumas das festas de arromba ocorridas na “casa de verão” do ex-dono do Banco Master no sul da Bahia. Imagens foram captadas por um circuito interno de TV Por Reserva Exclusiva 22/01/2026 ‘Cine Trancoso’: os vídeos tóxicos de Vorcaro Um dos operadores dos fundos administrados pela REAG DTVM, liquidada pelo Banco Central no dia 15 de janeiro desse ano, assegurou à coluna que existem vídeos documentando as festas privadas dadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro na confortável casa de veraneio que ele mantinha em Trancoso, praia do sul da Bahia. Altas autoridades dos Três Poderes da República foram a essas festas. Do Poder Executivo, no atual governo, ninguém protagoniza as fitas. Integrantes do ministério de Jair Bolsonaro, no governo passado, sim. À farta. Eram farrinhas privê reunindo homens e mulheres do mercado financeiro, da política e do meio jurídico. A fonte da Reserva Exclusiva chegou a ser convidada para ir para algumas dessas festinhas, mas nunca aceitou. Porém, assistiu a uma edição picante – e preocupante – dessas imagens numa reunião do board da distribuidora de títulos e valores mobiliários. O vídeo era estrelado por um “pica das galáxias” do Poder Judiciário. Foi assim, “pica das galáxias”, que um dos principais executivos da REAG classificou o personagem quando o tema terminou sendo abordado na mesa de trabalhos da operadora agora em liquidação pelo Banco Central. O vídeo estava arquivado no celular de Daniel Vorcaro, à época banqueiro e ainda controlador do Master. Hoje, Vorcaro é ex-banqueiro, o Master não é mais banco, a REAG está em liquidação e o celular está retido pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal sob custódia do Supremo Tribunal Federal. Quem ia às festas privê na casa de Trancoso do ex-banqueiro se via obrigado a deixar o celular desligado e nas mãos de alguém da área de segurança durante os convescotes. Em algumas das farras havia até detectores de metal nas entradas dos salões. Contudo, Vorcaro possuía um circuito interno de câmeras. Eram discretamente dispostas, mas eficazes. Havia pontos de captação de imagens em todos os cômodos – para “segurança pessoal”, claro, como era a alegação. As assessorias jurídica e de imprensa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e do liquidado Master foram informadas pela Liberta que a Reserva Exclusiva publicaria nota dando conta da existência desses vídeos editados. Preferiram não se pronunciar sobre o tema sem fazer ressalva alguma à publicação. O conteúdo das produções audiovisuais do “Cine Trancoso” tem potencial para causar rebuliço tão grande na vida nacional quanto a sólida trajetória de “O Agente Secreto” nos festivais de Cannes, no Globo de Ouro e, em breve, no Oscar. E isso tudo sem Lei Rouanet e sem submissão aos editais da Ancine. Notícia anteriorPróxima notícia Banco Central BCBanco MasterMPF Ministério Público FederalPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal FederalTrancoso BA Encontros, viagens e nomeações: elo pessoal entre Castro e Vorcaro facilitou aporte de R$ 3,7 bi no Master pelo Rioprevidência, diz PF 26/05/2026 Rachadinha e lavagem de dinheiro: as acusações contra Mario Frias denunciadas à PGR 26/05/2026 Kits da Lei Seca com desenhos de Ziraldo, comprados a R$ 25 milhões, estão parados em galpão 26/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Encontros, viagens e nomeações: elo pessoal entre Castro e Vorcaro facilitou aporte de R$ 3,7 bi no Master pelo Rioprevidência, diz PF Rachadinha e lavagem de dinheiro: as acusações contra Mario Frias denunciadas à PGR Kits da Lei Seca com desenhos de Ziraldo, comprados a R$ 25 milhões, estão parados em galpão Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes de R$ 3,7 bilhões pelo Rioprevidência em fundos do Banco Master Gestão de Caiado usou fintech suspeita para movimentar R$ 1,3 bi e taxa recaiu sobre comerciantes Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Perfil do ministro do TCU Jhonatan de Jesus, ex-deputado federal e atual relator no caso do Banco Master

Perfil do ministro do TCU Jhonatan de Jesus, ex-deputado federal e atual relator no caso do Banco Master

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Jhonatan de Jesus é ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) desde março de 2023. Médico de formação, ele exerceu quatro mandatos consecutivos como deputado federal pelo Republicanos (2011–2023). Por Luiz Maia 08/01/2026 Tribunal de Contas da União dá posse ao novo Ministro Jhonatan de Jesus | Reprodução Jhonatan de Jesus é filho de Mecias de Jesus, atual senador do Republicanos por Roraima e influente liderança política no estado. Eleito pela primeira vez aos 27 anos, Jhonatan destacou-se como o parlamentar mais votado de Roraima nas eleições de 2022. Sua carreira foi marcada por uma ascensão rápida dentro do “Centrão”. Durante seu tempo na Câmara dos Deputados, foi um aliado próximo de Arthur Lira, o que facilitou sua articulação para a indicação ao TCU. Sua escolha para o TCU ocorreu em uma disputa interna na Câmara, onde derrotou candidatos de outros blocos e foi aprovado com ampla maioria tanto na Câmara quanto no Senado. Sua nomeação permitiu que ele permaneça no cargo até 2059, quando completará 75 anos. Controvérsias e Escândalos Jhonatan de Jesus tem sido alvo de críticas e dossiês que questionam sua “reputação ilibada” para o cargo, critério exigido para ministros do TCU. Ao longo de sua vida pública, Jhonatan de Jesus enfrentou escrutínio jurídico e político.  Seu nome foi associado a investigações de desvios na Secretaria de Saúde de Roraima (Sesau), tema que gerou críticas durante sua sabatina para o TCU. Antes de sua eleição para o TCU, circulou um dossiê listando supostas investigações de corrupção e questionando sua “reputação ilibada”, requisito constitucional para o cargo. Políticos e entidades apontaram Jhonatan de Jesus como um dos responsáveis políticos pela negligência que levou à crise humanitária nas terras Yanomami em Roraima. Durante seu mandato como deputado federal, Jhonatan de Jesus foi alvo de inquéritos que, em sua maioria, não resultaram em denúncias aceitas ou condenações. Há investigações em curso no STF sobre o uso de emendas do orçamento secreto e recursos destinados a municípios de Roraima, sua base eleitoral. O mais novo escândalo envolve emendas parlamentares enviadas pelo então deputado por Roraima Jhonatan de Jesus, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), e pelo pai dele, o senador Mecias de Jesus (Republicanos), que deveriam ser usadas para a construção de 300 casas populares. A promessa era deixar o conjunto pronto no final de 2024. Hoje, só uma casa saiu do papel e ninguém mora nela. O imóvel já tem sinais de abandono e deterioração, enquanto a área onde deveriam estar as outras 299 não tem nem fundação. Em vez de um canteiro de obras, o terreno está tomado por mato.  Embora não configure um processo criminal individual direto até o momento, sua trajetória é frequentemente ligada a processos que investigam a exploração ilegal de garimpo em terras indígenas, devido ao histórico político de seu pai, o senador Mecias de Jesus. Não há, até esta data, nenhuma sentença que torne Jhonatan inelegível ou o afaste do cargo. O maior risco jurídico atual é a possível anulação de suas decisões no caso Banco Master pelo próprio plenário do TCU ou pelo STF, caso se comprove desvio de finalidade. Em abril de 2025, uma BMW em nome da esposa do ministro do TCU, Jhonatan de Jesus, foi apreendida com o “Careca do INSS”. Carro de luxo estava guardado em garagem e consta na relação de veículos confiscados. A apreensão da BMW X1 branca foi no Lago Sul de Brasília, em 23 de abril, ainda na primeira fase da operação que apura fraudes bilionárias no INSS.  Sua esposa também foi denunciada como funcionária fantasma da Câmara dos Deputados, no gabinete do deputado federal Gabriel Mota (Republicanos-RR) . Texto criado com ajuda de Inteligência Artificial Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

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