Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master

Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master Associação também pede arquivamento de procedimento aberto pela PGR e afirma que medida tem “efeito intimidatório” sobre investigadores Por CNN Brasil 05/09/2026 Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master A ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal) pediu neste sábado (5) que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se declare impedido de atuar nos procedimentos relacionados aos fatos em que é citado no âmbito da Operação Compliance Zero, sobre o Banco Master. Entre esses fatos está o relatório produzido pela PF que também trouxe informações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Master. O próprio Gonet é citado nominalmente no documento. Em nota pública, a entidade afirma que as regras de impedimento e suspeição previstas para magistrados também alcançam integrantes do Ministério Público. A manifestação ocorre após a PGR (Procuradoria-Geral da República) instaurar um Procedimento de Controle Externo da Atividade Policial para apurar a atuação da PF na elaboração do relatório referente ao material apreendido na Compliance Zero. A associação classificou a medida como motivo de “indignação e preocupação” e sustentou que os delegados e servidores responsáveis pelo documento apenas cumpriram uma determinação judicial, sem liberdade para decidir se produziriam ou não o relatório. Segundo a ADPF, caso a PGR considere irregular a decisão judicial que determinou a produção do documento, o questionamento deveria ser feito diretamente no processo em tramitação no Supremo Tribunal Federal, e não por meio de procedimento direcionado à atuação dos policiais. “Dirigir o questionamento a quem cumpriu a ordem transfere aos executores uma controvérsia que não é deles”, afirma a entidade. Ao citar o fato de Gonet aparecer no próprio relatório, a associação afirma que, independentemente de qualquer avaliação sobre as intenções do procurador-geral, o “efeito objetivo da medida é intimidatório sobre os investigadores”. Além do impedimento de Gonet, a ADPF pediu o arquivamento do procedimento instaurado pela PGR e defendeu que os fatos revelados pela Compliance Zero sejam investigados “em toda a sua extensão, sem seletividade quanto às autoridades envolvidas”. A associação afirmou ainda que dará assistência aos delegados eventualmente alcançados por procedimentos relacionados ao episódio. Segundo a entidade, impedir que agentes sejam responsabilizados por cumprir uma ordem judicial é necessário para preservar a capacidade do Estado de investigar “sem receio de retaliação”. Notícia anterior Banco MasterMPF Ministério Público FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master 05/09/2026 Tarcísio encerra mandato com piora gradativa nas contas e aponta investimento maior em PPPs 23/08/2026 Doação a Bolsonaro e Tarcísio foi propina negociada com Kassab, diz Vorcaro 03/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Tomara que tenha charuto e Macallan’; veja essa e outras quatro mensagens de Gonet para Vorcaro 01/09/2026 Vorcaro questionou Moraes sobre fuga do país: ‘Acha que segunda tenho que estar fora?’ 01/09/2026 MPRJ solicita que Município de Conceição de Macabu adote medidas para cumprir prazos de resposta a requisições 12/08/2026 Mendonça ouve PGR sobre mensagens em que Vorcaro pede proteção a Alexandre de Moraes 01/09/2026 Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas 20/08/2026
Relatório usado por Moraes não poderia circular fora da PF, diz chefe de entidade dos delegados

Relatório usado por Moraes não poderia circular fora da PF, diz chefe de entidade dos delegados Presidente da ADPF, Edvandir Felix de Paiva afirma que documento usado no inquérito das Fake News para fazer acusações a André Mendonça não pode ser usado em processos criminais e diz que divulgação causou ‘estranheza muito grande’ entre policiais Por Aguirre Talento | O Estado de S.Paulo 05/09/2026 O presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edvandir Felix de Paiva Foto: Divulgação/ADPF BRASÍLIA – O presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edvandir Felix de Paiva, afirmou ao Estadão que o uso de um relatório de inteligência da PF no inquérito das Fake News é “totalmente irregular” e que o documento jamais poderia ter sido compartilhado com órgãos externos. “O documento não poderia de maneira nenhuma circular fora da polícia, porque são impressões internas. Tem situações de análise bem subjetiva que podem ser só a opinião de alguém”, afirmou, em entrevista neste sábado, 5. “O documento poderia em tese até existir para manejo interno. Agora, o conhecimento de que ele existe por pessoas de fora da polícia e a utilização dele em um processo criminal é algo totalmente irregular”, complementou. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, entregou nesta semana ao ministro Alexandre de Moraes um relatório de inteligência após ter recebido uma ordem do ministro. Como mostrou o Estadão, o documento diz que não possui valor probatório, e não pode servir como elemento de acusação, mas Moraes usou o material no inquérito das Fake News para acusar André Mendonça de abuso de autoridade, depois que o ministro solicitou a confecção de um relatório da PF contendo conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro, nas quais o banqueiro chega a pedir orientação se deveria fugir do país diante das investigações. As conversas foram reveladas pelo Estadão. Paiva disse que a divulgação desse relatório causou uma “estranheza muito grande” entre delegados da corporação, que até desconfiaram de que não tivesse sido produzido dentro da PF. “É a primeira vez que se tem notícia de uma situação como essa. É preciso se apurar inclusive por que um ministro do Supremo Tribunal Federal sabia da produção desses documentos. Essas situações são absolutamente internas, ninguém deveria saber, a não ser quem produziu e quem recebeu. Então não me lembro de nenhuma situação dessas, de relatórios de inteligência terem ido parar no Supremo Tribunal Federal ou em qualquer tribunal. A doutrina de inteligência proíbe inclusive a juntada desse tipo de documento aos inquéritos policiais. Os delegados, internamente, manifestaram uma estranheza muito grande com esse documento ter ido à tona”, afirmou. Paiva explicou que esse tipo de relatório de inteligência costuma ser produzido para subsidiar a tomada de decisões dos diretores da PF e informá-los sobre questões internas, sem interferir na autonomia das investigações. “É sigiloso e jamais deveria ter se tornado público sob qualquer circunstância”, disse. Segundo ele, o formato do documento e a ausência de um autor gerou desconfiança entre os policiais federais. “No primeiro momento, o pessoal desconfiava até que não tinha sido produzido dentro da polícia. Porque eu conversei com vários colegas que trabalharam nessas unidades de inteligência descentralizada e desconhecem qualquer tipo de produção de relatórios dessa natureza, analisando qualidade de representações, fatos em investigação. Porque a análise dos fatos é de atribuição só do delegado que está fazendo a investigação e encaminha pro Judiciário e pro Ministério Público. A Corregedoria da Polícia Federal pode até analisar a qualidade do inquérito, mas fora dela é uma novidade muito grande ter uma unidade de inteligência fazendo esse tipo de análise”, afirmou. Paiva ainda alertou que a divulgação total do documento pode interferir as investigações em andamento e ter antecipado informações sobre diligências ainda não cumpridas pela PF. “Alvo que não sabia que estava sendo investigado agora está sabendo. É grave. Isso pode ser inclusive apurado sob a perspectiva de alguma violação de sigilo”, disse. O presidente da ADPF, por último, defendeu a conduta da equipe policial que produziu o relatório sobre os diálogos de Moraes após a ordem judicial de André Mendonça. A Procuradoria-Geral da República (PGR) havia solicitado a abertura de investigação sobre eventual interferência indevida na PF por causa dessa ordem. “Não vemos nenhuma irregularidade na conduta da Polícia Federal. Os colegas receberam uma ordem judicial para ser cumprida. Quem tem que garantir a extensão dessa ordem é o próprio juízo, os colegas cumpriram a determinação judicial de sigilo e identificação [das conversas]”, disse. Notícia anteriorPróxima notícia PGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Relatório usado por Moraes não poderia circular fora da PF, diz chefe de entidade dos delegados 05/09/2026 Operador de Vorcaro fecha com Gonet delação sobre Dark Horse, Flávio e Eduardo Bolsonaro 03/09/2026 Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master 05/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Augusto Cury omitiu negócios nos EUA da Justiça Eleitoral

Augusto Cury omitiu negócios nos EUA da Justiça Eleitoral OUTRO LADO: candidato diz que seu patrimônio foi ‘construído de forma lícita’ e que eventuais inconsistências serão corrigidas Escritor consta em três empresas na Flórida que não aparecem na declaração de bens Por Bruno Ribeiro e Iran Alves | Folha de S.Paulo 05/09/2026 O candidato Augusto Cury (Avante), cercado de jornalistas, instantes antes de participar do debate da Band com os candidatos à Presidência, que foi esvaziado pela falta de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) – Bruno Santos – 23.ago.26/Folhapress São Paulo – Candidato que subiu para a terceira posição nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, o escritor Augusto Cury (Avante) deixou uma série de negócios na Flórida de fora da declaração de bens que apresentou à Justiça Eleitoral brasileira. Cury é o presidenciável que declarou o maior patrimônio, R$ 242,3 milhões, mas ao menos três empresas nos Estados Unidos — além de duas no Brasil — ficaram de fora da relação, composta principalmente por dívidas a receber de empresas familiares e participações societárias. Por meio de sua equipe, o candidato disse que seu patrimônio foi “construído de forma lícita” e que eventuais inconsistências na declaração apresentada serão corrigidas. O escritor tem cinco registros na Divisão de Corporações da Secretaria de Estado da Flórida, equivalente à Junta Comercial do estado. Duas das empresas constam em sua declaração ao TSE. As outras três, que recolheram as taxas necessárias para permanecerem abertas em 2026, ficaram de fora. As duas empresas informadas à Justiça são a Intelligence School, constituída em 2014, e a Love Story Josefina — renomeada Love Story Investments em 2021 —, de 2017. A Cury Academia Comportamental, a Contemplare Investments e a Free Mind Publish, abertas entre 2021 e 2024, são as que estão de fora. Os registros da Flórida identificam as pessoas autorizadas a agir por cada empresa, mas não informam o percentual de participação de cada uma nem o capital investido. Nas três empresas omitidas, Cury aparece como membro autorizado. Em uma delas, é o único. A Intelligence School comprou e vendeu ao menos quatro imóveis em Orlando, em transações que somam US$ 13,5 milhões no período de 2014 a 2024, segundo escrituras registradas no cartório do condado de Orange. No Brasil, Contemplare é o nome de uma empresa de Cury que também não aparece em sua declaração. Com objeto social de locação de imóveis próprios, aluguel e arrendamento de terras próprias para exploração agrícola e administração de imóveis próprios, a companhia foi registrada em Dumont (SP), em 2022, e transferida para Ribeirão Preto em julho deste ano. Também ficou fora da declaração a Academia de Pensar e Brincar, da qual o escritor é sócio-administrador ao lado da mulher e de duas filhas, registrada no ramo de atividades de recreação com um capital social de R$ 12 mil. Entre os maiores bens, o candidato declarou possuir R$ 25,8 milhões em BDRs — certificados emitidos no Brasil por instituições depositárias, com lastro em ações de empresas estrangeiras e negociados na B3. De dezembro de 2020 ao primeiro semestre de 2023, a Arco Educação, empresa que já atuava no ramo de plataformas educacionais, pagou R$ 589,1 milhões à família de Cury pela compra da Escola da Inteligência, empresa fundada pelo escritor e uma de suas filhas, segundo balanços da companhia. A empresa fornecia material e capacitação de professores para aulas extracurriculares para desenvolver atividades emocionais nos estudantes. Uma pessoa próxima ao escritor descreveu a transação como seu principal negócio até aqui. Cury informou ainda ao TSE possuir R$ 31,5 milhões como “sócio participante” da Fictor Invest. O mesmo valor aparece em nome dele na relação inicial de credores de uma recuperação judicial do grupo Fictor, repassado por sua equipe à Folha. No documento, o crédito é classificado como quirografário (sem garantias) e descrito como decorrente da rescisão de contratos de sociedade em conta de participação. Sua mulher, Suleima Cabrera Farhate Cury, também consta da lista, por R$ 1,3 milhão. Os créditos sujeitos ao processo somam R$ 4,26 bilhões, dos quais R$ 4,19 bilhões na classe em que Cury está inscrito. A Fictor pediu recuperação judicial neste ano e esteve envolvida em tentativa de comprar o Banco Master em 2025 antes da liquidação decretada pelo Banco Central. Em sua lista de patrimônio, o maior bem do escritor é um mútuo (empréstimo a receber) da Filadélfia Nature, empresa da qual detém 99,97% e que tem a mulher e as três filhas como sócias minoritárias. São R$ 121 milhões, segundo a declaração. As informações de registro não apontam data nem condições de pagamento. A Filadélfia mantém seis filiais instaladas em fazendas de São Paulo, Minas Gerais e Piauí, segundo documentos registrados na junta comercial. As atividades declaradas incluem cultivo de soja, milho, cana e eucalipto e criação de gado. Três dessas fazendas — Tamboril e Sobradinho, Pernambuco e Serra Branca, todas em Prata (MG) — foram transferidas por Cury à empresa em ato registrado em janeiro deste ano, pelo valor de R$ 3 milhões. O candidato declarou 19 itens rurais ao TSE, que somam R$ 6,7 milhões, mas nenhum traz município, área ou número de matrícula — o que é comum entre candidatos — e seis deles repetem nomes: duas Fazenda Serra Branca, duas Fazenda Pernambuco e duas Fazenda Sobradinho. Cinco desses itens carregam os nomes das três fazendas transferidas à Filadélfia. Como a declaração não informa matrícula, não é possível determinar se são os mesmos imóveis ou glebas distintas. Uma consulta ao Operador Nacional do Registro pelo CPF do escritor localiza 50 matrículas em Prata, com matrículas numéricas em sequências, típicas de desmembramento de área. Um integrante da equipe de Cury afirmou que o grupo do candidato fará uma análise da declaração de bens e considerou que, no caso das propriedades rurais, existia a possibilidade de que fazendas com o mesmo nome sejam constituídas por lotes registrados separadamente, parte deles em nome do escritor e parte em nome de suas empresas. A informação não veio de forma explícita na nota enviada pela equipe: “O candidato declarou à Justiça Eleitoral bens no valor de R$ 242,2 milhões. São investimentos em múltiplas empresas e em diversos setores,
Nikolas usa falso laudo da PF, feito com IA, para tentar negar crimes na relação com Vorcaro

Nikolas usa falso laudo da PF, feito com IA, para tentar negar crimes na relação com Vorcaro A PF informou ao site Aos Fatos que não é responsável pela produção da imagem ou pelo texto apresentados Por ICL Notícias 05/09/2026 O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master A Polícia Federal não elaborou o suposto relatório que circula nas redes sociais como base para afirmar que não existem indícios de crimes nas conversas entre o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O material, divulgado pelo próprio parlamentar, foi desmentido pela corporação. A PF informou ao site Aos Fatos que não é responsável pela produção da imagem ou pelo texto apresentados como parte de um relatório oficial. O conteúdo ganhou ampla circulação nesta quinta-feira (3), com publicações sobre o assunto alcançando pelo menos 500 mil visualizações no X. A falsificação também apresenta sinais de ter sido produzida com inteligência artificial. Uma análise realizada por uma ferramenta da OpenAI identificou a presença de SynthID, tecnologia utilizada para marcar conteúdos gerados ou modificados por sistemas de IA. Sinais de falsificação O arquivo tenta reproduzir uma página de um documento da Polícia Federal relacionado à Operação Compliance Zero. A montagem traz informações como data de extração, período de análise e referências à Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado. O trecho atribuído à PF seria uma análise de mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro. Segundo o texto forjado, as conversas com Nikolas envolveriam manifestações públicas do deputado sobre o Banco Master e o Fórum de Londres, além de um pedido para que Vorcaro fizesse uma intermediação junto a um ex-assessor. A conclusão apresentada na montagem é de que não haveria elementos suficientes para caracterizar crime ou justificar uma investigação específica contra o parlamentar. Entre os indícios de fraude está o próprio visual do documento. O símbolo da Polícia Federal apresenta diferenças em relação ao emblema oficial da instituição. Há alterações no desenho das fitas e até na forma como o acento da palavra “Polícia” aparece representado. Também existem problemas na organização do texto. A numeração salta do item 7 para o 7.3, sem os tópicos intermediários. Além disso, aparecem erros de português, como a expressão “contato salvado”. As informações sobre as datas também chamam atenção. O material indica 18 de novembro de 2025 como data de produção e de extração dos dados. Foi justamente nessa data que Daniel Vorcaro foi preso pela Polícia Federal, um dia depois de sua detenção. A montagem ainda utiliza características pouco comuns em documentos oficiais da PF, entre elas emojis e a expressão “Relatório de Análise de Dados”. OpenAI identifica uso de IA A ferramenta utilizada pelo Aos Fatos apontou a existência de uma marca digital SynthID no arquivo. A tecnologia foi desenvolvida para permitir a identificação de conteúdos criados ou editados com ferramentas de inteligência artificial. A OpenAI confirmou à reportagem que a presença do SynthID é um indicativo de que o documento passou por algum processo de geração ou edição utilizando recursos de IA. O sistema, entretanto, não encontrou credenciais de conteúdo C2PA confiáveis da OpenAI. A identificação do SynthID, somada às demais inconsistências presentes na imagem, reforça a conclusão de que o suposto relatório não é um documento oficial da Polícia Federal. A publicação do documento falso ocorreu após reportagens do ICL Notícias revelarem conversas e áudios entre Nikolas Ferreira e Daniel Vorcaro. Uma das mensagens mostra o deputado solicitando auxílio do banqueiro para liberar “um ativo de minério”, em março de 2025. Em outro diálogo, Vorcaro afirma que “[bancou todos os voos”] de Nikolas. A produção e a utilização de documentos falsos podem resultar em responsabilização criminal. O Código Penal prevê pena de dois a seis anos de reclusão, além de multa, para quem falsifica, no todo ou em parte, documento público. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPL Partido LiberalPolícia Federal PF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Nikolas usa falso laudo da PF, feito com IA, para tentar negar crimes na relação com Vorcaro 05/09/2026 Juiz censura ICL a pedido de Nikolas Ferreira por causa de áudio para Vorcaro 06/09/2026 Nikolas divulgou laudo falso feito com IA para tentar se “inocentar” 03/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Deputado Chico Alencar aciona PGR contra Nikolas por divulgação de falso laudo da PF

Deputado Chico Alencar aciona PGR contra Nikolas por divulgação de falso laudo da PF Deputado do PSOL apresentou notícia-crime e quer apuração sobre a produção e divulgação de documento atribuído falsamente à Polícia Federal Por Felipe Rabioglio | ICL Notícias 05/09/2026 O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) e Nikolas Ferreira (PL-MG) | Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados e Pablo Valadares / Câmara dos Deputados O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) apresentou nesta sexta-feira (4) uma notícia-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Nikolas Ferreira (PL-MG) após o parlamentar bolsonarista divulgar nas redes sociais um falso documento atribuído à Polícia Federal para contestar indícios de irregularidades nas conversas com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A representação pede que sejam investigadas tanto as circunstâncias da produção do documento quanto sua utilização e divulgação por Nikolas nas redes sociais como se fosse um laudo oficial da PF. Segundo o documento, as condutas podem, em tese, configurar crimes de falsificação e uso de documento falso. O pedido é mais um desdobramento das revelações da colunista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias, sobre a relação entre Nikolas e Vorcaro. A própria notícia-crime cita o trabalho da jornalista ao contextualizar que as reportagens revelaram, entre outros episódios, mensagens nas quais o banqueiro afirmou ter “bancado todos os voos” do deputado. O documento falso apareceu justamente em meio à repercussão dessas revelações. A montagem simulava um relatório da Polícia Federal e afirmava que a corporação não teria encontrado indícios de crime nas conversas entre Nikolas e Vorcaro. A PF, porém, negou ter produzido tanto a imagem quanto o conteúdo divulgado. Nikolas admitiu ter compartilhado o material, mas afirmou que o retirou do ar pouco depois e que desconhecia sua falsidade. Para a representação apresentada por Chico Alencar, essas circunstâncias precisam ser investigadas. Origem do documento A notícia-crime solicita à PGR a instauração de procedimento investigatório ou o encaminhamento de uma representação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para abertura de inquérito policial. Entre as diligências requeridas estão a oitiva de Nikolas, a obtenção de dados junto às plataformas de redes sociais para preservar a postagem original e dimensionar seu alcance e a inclusão da manifestação oficial da Polícia Federal confirmando a falsidade do suposto laudo. O deputado também pede que a PF apresente uma manifestação formal sobre a inautenticidade do material e forneça uma cópia do relatório verdadeiro, datado de 27 de agosto de 2026, para que os documentos possam ser comparados. Caso sejam reunidos elementos de autoria e materialidade, a representação pede que seja apresentada denúncia ao STF. A notícia-crime aponta, em tese, a possibilidade de enquadramento nos artigos 297, 299 e 304 do Código Penal, referentes à falsificação de documento público, falsidade ideológica e uso de documento falso. No caso da falsificação de documento público, a legislação prevê pena de dois a seis anos de reclusão, além de multa. Como Nikolas é deputado federal, a representação sustenta que eventuais providências investigatórias relacionadas ao caso devem passar pela PGR e pelo Supremo Tribunal Federal, em razão do foro por prerrogativa de função. Documento falso foi feito com IA Como mostrou o ICL Notícias nesta quinta-feira (3), o falso relatório apresentava uma série de sinais de adulteração. O símbolo da Polícia Federal era diferente do emblema oficial, a numeração dos tópicos saltava do item 7 diretamente para o 7.3, havia erros de português e até elementos incomuns em documentos oficiais, como emojis. A checagem realizada pelo Aos Fatos também submeteu o arquivo a uma ferramenta da OpenAI, que detectou a presença de SynthID, marca digital indicativa de conteúdo gerado ou modificado por inteligência artificial. A própria PF confirmou ao site que não produziu a imagem nem o texto apresentados como relatório oficial. Esses elementos também foram incorporados à notícia-crime. Segundo o documento apresentado por Chico Alencar, publicações reproduzindo o falso laudo chegaram a acumular pelo menos 500 mil visualizações no X (antigo Twitter) em 3 de setembro, enquanto repercutiam as reportagens sobre a relação entre Nikolas e Vorcaro. As revelações que antecederam o episódio mostraram, entre outros pontos, uma mensagem na qual Nikolas pediu ajuda de Vorcaro para liberar “um ativo de minério” em benefício de um então assessor de seu gabinete. Em outra conversa revelada pela coluna de Juliana Dal Piva, o banqueiro afirmou que havia “bancado todos os voos” do parlamentar. Na quinta-feira (3), Chico Alencar já havia acionado a Corregedoria da Câmara e apresentado um requerimento ao Ministério de Minas e Energia para cobrar esclarecimentos sobre o episódio envolvendo o ativo minerário. A nova iniciativa, porém, trata de outro fato: a divulgação do falso documento atribuído à Polícia Federal e a apuração de quem o produziu e em quais circunstâncias ele chegou às redes do deputado. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPSOLSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Deputado Chico Alencar aciona PGR contra Nikolas por divulgação de falso laudo da PF 05/09/2026 É falso documento em que PF diz não ver crime em mensagens de Nikolas e Vorcaro 03/09/2026 Nikolas usa falso laudo da PF, feito com IA, para tentar negar crimes na relação com Vorcaro 05/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Nikolas pode perder mandato após pedido de cassação por áudios com Vorcaro

Nikolas pode perder mandato após pedido de cassação por áudios com Vorcaro Representação cita gravações nas quais deputado pede ajuda ao fundador do Banco Master para liberar ativo de minério Por Raony Salvador | Fórum 04/09/2026 O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) em discurso na Câmara dos Deputados – Foto: (Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados) A bancada da federação Psol-Rede protocolou no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados um pedido de cassação do mandato de Nikolas Ferreira (PL-MG) após a divulgação de áudios em que o parlamentar aparece conversando com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. A representação aponta possível quebra de decoro parlamentar e pede investigação sobre a relação entre o deputado e o empresário. As gravações, divulgadas pelo portal ICL Notícias, foram registradas em 30 de março de 2025. Nos áudios, segundo a representação, Nikolas afirma que gostaria de ter mais “proximidade” com Vorcaro e solicita ajuda ao empresário para o advogado e ex-assessor de gabinete Thiago Rodrigues de Faria. Na conversa, o deputado pede que Vorcaro auxilie na liberação de “um ativo de minério” ligado ao ex-assessor. Bancada aponta uso do mandato para interesse privado No pedido apresentado à Câmara, os parlamentares afirmam que a conduta atribuída a Nikolas pode representar violação dos princípios de moralidade e independência esperados de um representante público. A representação sustenta que o uso da posição parlamentar para facilitar interesses particulares configuraria infração ao Regimento Interno da Câmara e à Constituição Federal. O documento também solicita que, caso existam versões divergentes entre os envolvidos durante a apuração, seja realizada uma acareação entre Nikolas Ferreira e Daniel Vorcaro. Nikolas diz que apenas intermediou contato Antes da apresentação do pedido de cassação, Nikolas afirmou que apenas atendeu a uma solicitação de seu então assessor. Segundo o deputado, ele teria feito uma ponte entre Thiago Rodrigues de Faria e Vorcaro. “Mandei: ‘Ei, Dani. Tem um amigo meu aqui, que é meu advogado e, hoje, é meu assessor, e quer trocar uma ideia com você. Fala com ele, Dani’”, declarou anteriormente. O líder da bancada do Psol na Câmara, deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), afirmou que os áudios justificam a abertura de uma apuração independente. “Nikolas Ferreira passou anos fazendo discursos moralistas, mas agora precisa responder sobre sua proximidade com Daniel Vorcaro e os favores revelados pelas investigações”, afirmou. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterConstituição FederalDeputado FederalPL Partido LiberalPSOLREDE Rede Sustentabilidade Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Nikolas pode perder mandato após pedido de cassação por áudios com Vorcaro 04/09/2026 Augusto Cury omitiu negócios nos EUA da Justiça Eleitoral 05/09/2026 A disputa milionária entre a Loterj e empresa de aliado de Flávio Bolsonaro e Castro 19/08/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates 19/08/2026 Mapas, manuais de explosivos e cálculo de custos: como grupo planejava ataques em Brasília 10/08/2026 A volta por cima dos irmãos Batista: como donos da JBS saíram da Lava Jato e voltaram aos holofotes, com participação até na diplomacia mundial 09/08/2026 Acredite se quiser: Nikolas explica como multiplicou patrimônio em 10.000% no mandato 11/08/2026 Moraes usou relatório interno da PF ‘sem valor probatório’ para acusar Mendonça de interferências 03/09/2026
‘O Rio pode mais’: Violência impõe custos nos transportes e trava negócios na capital e na Baixada Fluminense

‘O Rio pode mais’: Violência impõe custos nos transportes e trava negócios na capital e na Baixada Fluminense Quinto e último capítulo da série “O Rio pode mais” mostra como roubos de carga, milícias e insegurança afetam caminhoneiros, transportadoras e empresas e aumentam os custos para toda a economia. Por Bette Lucchese e Lucas Von Seehausen | RJ2 04/09/2026 Caminhões são alvos rotineiros dos bandidos — Foto: Reprodução/RJ2 No fim da tarde, quando muitos caminhoneiros encerram a jornada e procuram um lugar para passar a noite, a decisão nem sempre é apenas pelo descanso. Nas estradas do Rio, motoristas dizem que parar antes de anoitecer é também uma forma de se proteger da violência. O impacto do crime na circulação de cargas no Rio e na Baixada Fluminense é um dos exemplos de como a violência encarece e trava negócios na área. Os entraves para desenvolvimentos na Região Metropolitana foram temas do quinto capítulo da série “O Rio pode mais”, do RJ2. A um mês das eleições, a equipe do telejornal percorreu diferentes regiões do estado para identificar os principais entraves ao desenvolvimento e os potenciais de cada território. Em cinco capítulos, a série mostra como problemas de infraestrutura, mão de obra e outros gargalos afetam a economia local. “Antes de anoitecer tem que parar pra não ser assaltado, pra não acontecer uma coisa pior”, conta o caminhoneiro Anderson Coeres. César Pettres, que há 50 anos vive na estrada, também prefere interromper a viagem: “Eu prefiro ficar aqui, que aqui é garantido.” A realidade não é nova. Há mais de 20 anos, o RJ2 já mostrava os efeitos dos roubos de carga no estado. Em 2003, foram registrados 4.073 casos. O número oscilou nas décadas seguintes e chegou ao recorde de 10.599 ocorrências em 2017. Desde então, houve redução, mas o índice continua elevado: foram 3.113 roubos de carga em 2025. Para quem trabalha nas estradas, a sensação de insegurança permanece. César Pettres, que veio de Quitandinha, na Região Metropolitana de Curitiba, conta que chegou a se aposentar, mas voltou a dirigir depois de um ano e meio em casa. “Eu acho o cúmulo. A gente vai morrer e não vai melhorar. Eu estou há 50 anos nisso aqui e nunca vi melhorar”, afirma. Segundo ele, a rotina nas estradas mudou. “Hoje é muita loucura, muito bandido, você tem que estar atento”, se emociona. Guerra contra o ‘Chupa-cabra’ As transportadoras investiram em rastreadores, câmeras e sistemas capazes de bloquear remotamente caminhões. Mas as quadrilhas também passaram a usar novas estratégias. Um dos equipamentos usados para impedir o rastreamento é o chamado jammer, um bloqueador portátil de sinais proibido no Brasil, apelidado de Chupa-cabra pelos bandidos. Quando o dispositivo entra em ação, o caminhão pode desaparecer da central de monitoramento. Sem comunicação, a empresa perde a capacidade de reagir rapidamente e pode ficar impossibilitada de bloquear portas ou desligar o motor. A resposta agora também envolve tecnologia. Segundo Marcelo Pessoa, diretor de Segurança do Sindicarga, equipamentos capazes de identificar a presença do bloqueador podem ajudar as forças de segurança a localizar os veículos. “A gente consegue detectar aquele caminhão que está usando aquele equipamento jammer. Com isso, as forças de segurança conseguem ir no veículo certo e combater o roubo de carga”, explica. A proposta é equipar a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Civil e unidades estratégicas da Polícia Militar com a tecnologia. Motoristas também são vítimas dentro das cidades O risco não termina quando o caminhão deixa a estrada. Em áreas dominadas pelo tráfico, motoristas podem ser rendidos durante entregas e obrigados a pagar para circular. Um caminhoneiro contou à reportagem que foi abordado durante uma entrega de um fogão nos arredores do Morro da Serrinha, em Madureira, na Zona Norte do Rio. Segundo ele, os criminosos exigiram uma taxa mensal e, como a transportadora não contribuía, cobraram R$ 3 mil para liberar o caminhão. “Se não pagasse poderia acontecer algo pior”, relatou. Em outra situação, uma funcionária da empresa precisou negociar diretamente com os criminosos para preservar a equipe e evitar que o caminhão fosse incendiado. “Eu tinha que segurar eles, tinha que segurar pra eles não perderem a paciência”, contou. Segundo ela, a prioridade era preservar a vida dos funcionários. “Nós acabamos cedendo, digamos assim, cedendo para não ter um dano, talvez maior.” Os efeitos psicológicos também ficam. “Ataca o nosso psicológico, do ajudante, quando a minha esposa soube ficou nervosa, tudo isso acontece”, disse o motorista. Milícias criam novas barreiras para as entregas Na Baixada Fluminense, empresas também enfrentam cobranças impostas por grupos criminosos. Uma empresária contou que, em algumas áreas de Seropédica, caminhões são obrigados a pagar para entrar e fazer entregas. “Hoje em dia não é só o roubo de carga, em alguns locais você não pode entrar porque a milícia te cobra pedágio para entrar e entregar mercadoria”, afirmou. Segundo ela, a cobrança pode chegar a cerca de R$ 1.600 por caminhão. Quando a empresa se recusa a pagar, precisa mudar a rota ou encontrar alternativas para entregar a mercadoria. “Hoje nós estamos assim com Seropédica. Ou paga ou não entra”, relatou. Em alguns casos, a empresa deixa de fazer a entrega no endereço do cliente. “A gente chega a ter o caso do cliente ir à nossa empresa buscar a mercadoria”, contou. Para a empresária, a situação provoca sensação de impotência. “A gente se sente impotente, porque é uma coisa que a gente não tem como controlar. A única coisa que a gente pode fazer é mudar rotas.” Violência aumenta o custo de toda a economia Os impactos não ficam restritos às empresas que sofrem diretamente com os crimes. Para Isaque Ouverney, gerente de Infraestrutura da Firjan, a violência afeta toda a sociedade, inclusive quem nunca teve uma carga roubada. “Mesmo aquele indivíduo que não sofreu a violência diretamente, ele é afetado indiretamente no aumento do seguro do seu carro, o aumento do custo do frete”, afirma. O economista-chefe da Firjan, Jonathas Goulart, explica que o problema também atinge empresas do interior
Documento falso da PF: Sâmia denuncia Nikolas à PGR após postagem sobre caso Master

Documento falso da PF: Sâmia denuncia Nikolas à PGR após postagem sobre caso Master Material divulgado pelo deputado tentava afastar suspeitas sobre conversas com empresário investigado Por Raony Salvador | Fórum 04/09/2026 Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG), deputados federais, durante atividades parlamentares na Câmara dos Deputados. Foto: Câmara dos Deputados A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) apresentou uma notícia de fato à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Nikolas Ferreira (PL-MG) após o parlamentar publicar nas redes sociais um documento falso atribuído à Polícia Federal sobre as investigações envolvendo o Banco Master. O deputado reconheceu posteriormente que o material era falsificado e apagou a publicação. Como a revista Fórum mostrou, o documento divulgado por Nikolas simulava uma manifestação oficial da PF e sugeria que não haveria indícios de crime nas conversas mantidas entre o deputado e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A publicação gerou questionamentos sobre a autenticidade do conteúdo. Após a repercussão, Nikolas admitiu que o documento não era verdadeiro e retirou o material de suas redes sociais. Sâmia aponta risco de impacto no debate eleitoral Na representação encaminhada à PGR, a deputada do PSOL afirma que a divulgação de um documento falso ganha maior gravidade por envolver uma investigação de interesse público e ocorrer durante o período eleitoral de 2026. Sâmia argumenta que a circulação de informações sem comprovação pode comprometer a qualidade do debate público, especialmente quando parte de uma autoridade com grande alcance nas plataformas digitais. A parlamentar também destaca que Nikolas disputa a reeleição para a Câmara dos Deputados e que o episódio acontece em meio ao avanço das investigações relacionadas ao caso Master. Pedido inclui apuração e medidas sobre publicações A notícia de fato solicita que a PGR apure as circunstâncias da divulgação e adote providências consideradas necessárias diante do episódio. Entre os pedidos apresentados está a retirada de conteúdos que possam conter informações falsas. A deputada sustenta que, mesmo tendo permanecido pouco tempo no ar, a publicação poderia alcançar um grande número de pessoas devido à audiência das redes sociais do parlamentar. A legislação brasileira prevê punições para a falsificação de documento público, com possibilidade de pena de dois a seis anos de prisão, além de multa, conforme o Código Penal. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputada FederalDeputado FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPSOL Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Documento falso da PF: Sâmia denuncia Nikolas à PGR após postagem sobre caso Master 04/09/2026 Em depoimento, Vorcaro admite ‘agrado’ a diretor do BC em viagem para a Disney 04/09/2026 Fachin promete fim do inquérito das fake news, aberto no STF há 7 anos sob relatoria de Moraes 04/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Flávio Bolsonaro lança ofensiva contra fim da escala 6×1 no Senado para barrar vitória de Lula 24/08/2026 Tiroteio deixa cinco feridos durante confronto entre traficantes em Santa Teresa 04/09/2026 Grupo neonazista planejava explodir o Palácio do Planalto com Lula dentro 10/08/2026 Felicio Ramuth, vice de Tarcísio, é condenado em ação movida pelo PT 26/08/2026 Com Trump e bandeira americana, Flávio ameaça o Brasil com um outro tipo de golpe 17/08/2026
Em depoimento, Vorcaro admite ‘agrado’ a diretor do BC em viagem para a Disney

Em depoimento, Vorcaro admite ‘agrado’ a diretor do BC em viagem para a Disney O depoimento a que a TV Globo teve acesso foi no inquérito que investiga a relação do ex-banqueiro com dois servidores do BC suspeitos de receber vantagens indevidas e de atuar em favor do Banco Master. Por Márcio Falcão | g1 04/09/2026 Vorcaro, abaixo à direita, em depoimento à PF Imagem: Reprodução/Globonews Em depoimento à Polícia Federal (PF), Daniel Vorcaro negou ter realizado o pagamento de vantagens indevidas a Paulo Sérgio Neves de Sousa e Belline Santana, servidores do Banco Central (BC). O ex-dono do Banco Baster admite, no entanto, ter feito um “agrado” a Paulo Sérgio ao prestar apoio à família dele uma viagem para a Disney, nos Estados Unidos. O depoimento foi revelado pelo Metrópoles. A TV Globo também teve acesso ao material. A oitiva ocorreu na sexta-feira (28) no âmbito do inquérito que investiga a relação do ex-banqueiro com dois servidores suspeitos de receber vantagens indevidas e de atuar em favor do Banco Master. “Em uma determinada reunião, o Sr. Paulo Sérgio menciona que ele já iria fazer, já tinha programado uma viagem com a sua família para a Disney, e aí eu disse, olha, eu tenho um serviço lá de concierge que é interessante, vou pedir para te procurar. Então, obviamente, ali foi um agrado dentro de uma estrutura que eu já possuía ali para dezenas de pessoas. Ele ressarciu? Ele pagou por esse serviço ou não? Eu não me recordo, delegado, acredito que não, porque eu ofereci como um agrado, até porque não era um valor específico, se eu não me engano, para utilização. Era um serviço que eu tinha que oferecer para muitas pessoas mesmo, amigos, amigos de amigos”, disse Vorcaro no depoimento. Paulo Sérgio Neves de Sousa era ex-diretor de fiscalização do BC. Ele e Bellini Santana, ex-chefe de departamento da área responsável pela supervisão bancária, foram afastados pelo ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) em março. Ambos são investigados por suspeita de atuação inadequada na supervisão do Master antes da liquidação do banco, ocorrida após o agravamento da crise da institução, no fim de 2025. Daniel Vorcaro está preso preventivamente desde março deste ano. Antes disso, ele já havia sido preso na primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025, mas foi solto dias depois por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Atuação de servidores As investigações apontam que os servidores davam orientações estratégicas sobre processos administrativos e regulatórios do BC que envolviam o Master. Além disso, as apurações da PF indicam que eles revisavam e sugeriam alterações em documentos que o Master mandava ao BC – e vazavam informações para que Vorcaro se antecipasse a eventuais medidas adotadas pela autoridade monetária. O que disseram as defesas Em nota divulgada após o depoimento, a defesa de Daniel Vorcaro afirmou que esta foi a primeira oportunidade dada ao ex-banqueiro para se manifestar diretamente sobre parte dos fatos apurados e responder aos questionamentos da investigação. Segundo os advogados, Vorcaro respondeu “de forma clara e consistente” às perguntas formuladas e sustentou que não houve ato de corrupção envolvendo os servidores citados no inquérito. A defesa de Paulo Sérgio disse que todos os custos da viagem de Paulo e sua família à Orlando, Flórida, foram pagas pelo servidor e “devidamente comprovadas”. Ainda de acordo com os advogados, Paulo Sérgio “tem demonstrado sua atuação escorreita na regulação prudencial e supervisão” junto ao BC. E que não há “quaisquer elementos de prova que permitam a ilação de que Paulo Sérgio e sua equipe tenham de qualquer modo beneficiado Daniel Vorcaro”. Notícia anteriorPróxima notícia Banco Central BC BACENBanco MasterPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal FederalTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Em depoimento, Vorcaro admite ‘agrado’ a diretor do BC em viagem para a Disney 04/09/2026 Fachin promete fim do inquérito das fake news, aberto no STF há 7 anos sob relatoria de Moraes 04/09/2026 Fachin retira do inquérito das fake news pedido de Moraes para investigar Mendonça 04/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Exonerações de fantasmas levam à economia de R$ 221 milhões no Rio 25/08/2026 De R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões: patrimônio de Nikolas Ferreira tem salto de 8.850% após primeiro mandato na Câmara 07/08/2026 Candidato a deputado estadual e três vereadores de Cotia são alvo de operação do MP-SP por suspeitas de ligação com o PCC 20/08/2026 Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates 19/08/2026 Lulinha orientou Roberta Luchsinger a emitir nota para cobrar empresário alvo da PF 18/08/2026
Moradora denuncia condições de área de espera em pronto-socorro de Macaé: ‘Ficamos no sol’

Moradora denuncia condições de área de espera em pronto-socorro de Macaé: ‘Ficamos no sol’ Imagens mostram tapume de madeira no chão, colchonete rasgado e materiais espalhados no Pronto Socorro da Imbetiba. Familiares também relatam mofo, camas danificadas e pia entupida. Por Lavínia Torres | g1 04/09/2026 Imagens mostram más condições no Pronto Socorro da Imbetiba. — Foto: Reprodução Redes Sociais Macaé – Um registro feito por uma moradora de Macaé, no Norte Fluminense, nesta sexta-feira (4), denuncia as condições estruturais de um espaço utilizado para atendimento e espera no Pronto Socorro Municipal da Imbetiba. Nas imagens, aparecem um tapume de madeira no chão, um colchonete rasgado e materiais espalhados pelo ambiente. A autora da gravação, Rosimary Ribeiro de Azevedo, contou que esteve na unidade acompanhando o filho, que é pessoa com deficiência (PCD), para uma consulta com um neurologista. Segundo ela, foi durante a espera pelo atendimento que percebeu a situação. De acordo com Rosimary, outros pacientes também aguardavam no local. Ela reclama da falta de proteção contra o sol e a chuva e questiona as condições oferecidas tanto aos usuários da unidade quanto aos profissionais que trabalham no espaço. “Ficamos esperando no sol, enquanto existem salas e lugares que poderiam estar sendo organizados e limpos. Não só eu, mas outros pacientes também”, afirmou. A moradora também relatou que a profissional responsável pelo atendimento administrativo da área enfrenta as mesmas condições. “A própria profissional de saúde ali, a secretária, não tem um lugar adequado, protegido do sol ou da chuva. Isso é um descaso muito grande”, disse. Familiares de uma paciente que recebeu alta hospitalar nesta sexta-feira, também relataram problemas na estrutura da unidade, como camas enferrujadas e danificadas, presença de mofo e falhas na pintura. Segundo os familiares, a paciente permaneceu internada por 11 dias em um quarto e, durante dois desses dias, a pia ficou entupida. Eles afirmam que, apesar do problema, ela não foi transferida para outro ambiente. O g1 procurou a Prefeitura de Macaé para pedir esclarecimentos sobre as condições estruturais do Pronto Socorro da Imbetiba, os problemas de manutenção apontados por pacientes e acompanhantes e as condições do espaço utilizado para atendimento. A reportagem também questionou se há previsão de obras ou serviços de manutenção na unidade. Até a última atualização desta reportagem, a Prefeitura de Macaé não havia se manifestado. Notícia anteriorPróxima notícia Macaé RJNorte e Noroeste Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradora denuncia condições de área de espera em pronto-socorro de Macaé: ‘Ficamos no sol’ 04/09/2026 Obras da RJ-238 em Campos estão paralisadas e atraso já soma um ano e quatro meses 03/09/2026 Desmoronamento às margens da RJ-230 avança pela estrada em Bom Jesus do Itabapoana 03/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Marina é hostilizada por homem em ato de campanha de Haddad com mulheres 17/08/2026 Perito de Dark Horse desmente Flávio Bolsonaro: dinheiro do filme ainda não foi explicado 21/08/2026 Chefes de gabinete de Zoe pedem demissão após divulgação de patrimônio 06/08/2026 Mendonça já mapeia votos para abertura de investigação contra Moraes no STF 01/09/2026 Moraes usou relatório interno da PF ‘sem valor probatório’ para acusar Mendonça de interferências 03/09/2026
Clínicas são alvo de furtos de cabos e tubulações de ar-condicionado durante madrugadas em Campos

Clínicas são alvo de furtos de cabos e tubulações de ar-condicionado durante madrugadas em Campos Um dos casos aconteceu nesta quinta-feira (3), em uma clínica de saúde mental na Rua Voluntários da Pátria. Outro estabelecimento, na Rua Salvador Corrêa, foi furtado três vezes em 15 dias, segundo a gerente. Por Edson Araújo | g1 04/09/2026 Homem furtando cabos em clinica na cidade de Campos dos Goytacazes — Foto: Reprodução Inter TV Campos dos Goytacazes – Dois estabelecimentos de saúde foram alvo de furtos de cabos e tubulações de aparelhos de ar-condicionado durante as últimas madrugadas em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Um dos casos aconteceu nesta quinta-feira (3), em uma clínica de saúde mental localizada na Rua Voluntários da Pátria, próximo à Secretaria Municipal de Saúde. Imagens de câmeras de segurança mostram a ação de um homem que entra na área externa da clínica durante a madrugada, retira os cabos e a tubulação de um aparelho de ar-condicionado e deixa o local levando o material. Segundo a responsável pelo estabelecimento, a ação durou cerca de três minutos. A psiquiatra Lana Maria, responsável pela clínica, disse que o estabelecimento teve prejuízo e que só nesta quinta-feira tomou conhecimento de outros casos semelhantes na região. “Nós ficamos com prejuízo, isso tem acontecido em várias outras situações, porque as pessoas hoje nos falaram, eu inclusive descobri hoje que está tendo muitos assaltos desse perfil na nossa redondeza.” Ao comentar as imagens, a médica afirmou que, na avaliação dela, o homem aparenta ser usuário de substâncias psicoativas. Ela defendeu que o problema também seja enfrentado por meio de políticas de atendimento e tratamento para pessoas que estejam nessa situação. “Pelo perfil do cidadão que pulou o muro, nos parece ser usuário de substância psicoativa. Então acho que a gente precisa começar a pensar o que pode ser feito para tratar essas pessoas, para que elas possam parar de furtar para fazer uso daquilo que elas comumente fazem.” Lana também cobrou reforço no policiamento ostensivo na região. “Agora precisa ter policiamento ostensivo na redondeza, porque de fato está muito complicado.” Outro caso Na madrugada de segunda para terça-feira, uma clínica odontológica também foi alvo de furto, na Rua Salvador Corrêa, na região central de Campos. O estabelecimento enviou imagens da ocorrência como forma de alerta para comerciantes e moradores. Segundo a gerente da clínica, o local foi alvo de três ocorrências de furto de fios e tubulações de aparelhos de ar-condicionado nos últimos 15 dias, sendo duas delas somente neste mês. Os furtos provocam prejuízo não apenas pela retirada dos materiais. Quando os cabos e tubulações são danificados ou levados, os aparelhos de ar-condicionado deixam de funcionar e precisam passar por reparos. Segurança Procurada, a Polícia Militar informou que mantém o patrulhamento ostensivo na região, com viaturas e motopatrulhas. A Prefeitura de Campos informou que mantém o programa Centro+Seguro, com patrulhamento preventivo da Guarda Civil Municipal entre 22h e 6h. Segundo o município, equipes da Secretaria de Assistência Social e Cidadania também realizam abordagens e oferecem atendimento a pessoas em situação de rua, com encaminhamentos para a rede socioassistencial e unidades de acolhimento. A prefeitura ressaltou que o acolhimento não é compulsório e depende da aceitação da própria pessoa. Notícia anteriorPróxima notícia Campos dos Goytacazes RJGuarda MunicipalNorte e Noroeste FluminensePolícia Militar PM Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Clínicas são alvo de furtos de cabos e tubulações de ar-condicionado durante madrugadas em Campos 04/09/2026 Moradora denuncia condições de área de espera em pronto-socorro de Macaé: ‘Ficamos no sol’ 04/09/2026 Obras da RJ-238 em Campos estão paralisadas e atraso já soma um ano e quatro meses 03/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Cury cita em plano de governo doutorado em psicologia que não fez 01/09/2026 Moraes editou contrato de R$ 131 milhões de Viviane Moraes com Vorcaro, indicam registros 01/09/2026 “Liberei mais uma hoje” 01/09/2026 GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves 06/08/2026 Ministério Público ajuíza ação para que Prefeitura de Belford Roxo desfaça obra irregular que agrava alagamentos em Nova Iguaçu 24/08/2026
Tiro atinge para-brisa de ônibus em Maricá

Tiro atinge para-brisa de ônibus em Maricá Veículo estava parado em um ponto de ônibus em Inoã quando foi atingido; ninguém ficou ferido. Por Bianca Chaboudet | g1 04/09/2026 Ônibus é atingido por tiro em Maricá — Foto: Redes Sociais Maricá – Um ônibus da Empresa Pública de Transportes (EPT) de Maricá, na Região Metropolitana do Rio, foi atingido por um tiro no parabrisa, na tarde desta quinta-feira (3). Segundo a Prefeitura, o veículo estava estacionado em um ponto em Inoã durante a troca de turno e não havia passageiros nem motorista dentro do ônibus. Não houve feridos. Ainda de acordo com a administração municipal, o ônibus fazia a linha E26, de Inoã a Itaipuaçu. O veículo foi retirado de circulação e substituído por outro. A EPT informou que registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Maricá, que irá investigar o caso. Notícia anteriorPróxima notícia Maricá RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Tiro atinge para-brisa de ônibus em Maricá 04/09/2026 Ministério Público entra na Justiça para cobrar mais vagas em creches e pré-escolas de Cabo Frio 02/09/2026 Clínicas são alvo de furtos de cabos e tubulações de ar-condicionado durante madrugadas em Campos 04/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Correios não deveriam tirar dinheiro da saúde e educação, diz especialista (VIDEO) 30/08/2026 Dark Horse: Eduardo Bolsonaro usa factoide da Veja para encobrir mentira de Flávio sobre “prestação de contas” 27/08/2026 Desmoronamento às margens da RJ-230 avança pela estrada em Bom Jesus do Itabapoana 03/09/2026 Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master 05/09/2026 Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026