Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Flávio Bolsonaro entra na mira da PF por suspeita de usar mandato para favorecer o Master

Flávio Bolsonaro entra na mira da PF por suspeita de usar mandato para favorecer o Master

Flávio Bolsonaro entra na mira da PF por suspeita de usar mandato para favorecer o Master Representação aponta atuação “ativa e persistente” do senador em defesa de regra que reduziu a responsabilidade ambiental dos bancos e pede cruzamento de dados com investigações sobre Daniel Vorcaro Por Ivan Longo | Fórum 30/07/2026 Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro – Foto: Reprodução/Redes Sociais e Divulgação Os deputados federais Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG) acionaram a Polícia Federal (PF) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por uma possível atuação parlamentar destinada a beneficiar o Banco Master, então controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, que está preso. Protocolada nesta quinta-feira (30), a representação pede que os novos fatos sejam incorporados às investigações já existentes sobre as relações financeiras e pessoais entre Flávio e Vorcaro, incluindo o caso do filme Dark Horse e uma notícia-crime relacionada a notas fiscais emitidas pelo escritório de advocacia do senador. No centro da denúncia, baseada em uma matéria jornalística do site ICL Notícias, está a participação de Flávio Bolsonaro na aprovação do artigo 58 da Lei Geral do Licenciamento Ambiental. O dispositivo restringiu a possibilidade de responsabilização de bancos por danos ambientais provocados por empreendimentos financiados pelas próprias instituições. Segundo os deputados, o senador atuou em diferentes momentos da tramitação da medida justamente quando mantinha relações com Vorcaro e quando o Banco Master possuía investimentos e operações em setores dependentes de licenciamento ambiental, como mineração, minerais críticos e créditos de carbono. Atuação “ativa e persistente” A representação reconstrói três momentos da participação de Flávio Bolsonaro na aprovação da regra. Em maio de 2025, ele votou favoravelmente ao projeto da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que já continha o artigo 58. Depois de o dispositivo ser vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio apresentou, em agosto daquele ano, ao menos três emendas à Medida Provisória 1.308/2025. Uma delas buscava incluir um artigo denominado “58-A”, recuperando em outra proposta legislativa parte do conteúdo vetado. Em 27 de novembro de 2025, o senador também votou pela derrubada do veto presidencial, permitindo que a regra entrasse definitivamente em vigor. A votação ocorreu nove dias depois de o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial do Banco Master. Para os deputados, a sequência demonstra que não se tratou apenas de um voto em meio a uma pauta extensa, mas de uma “iniciativa legislativa própria, ativa e persistente, dirigida especificamente à recomposição do benefício normativo ao setor financeiro”. O artigo 58 determina que os bancos exijam a licença ambiental no momento da concessão do financiamento, mas afasta o dever das instituições de acompanhar posteriormente a regularidade ambiental dos projetos. A responsabilização do financiador também passa a ser subsidiária e limitada à proporção de sua eventual contribuição para o dano. Relação com os negócios do Banco Master Na representação, Lindbergh e Rogério afirmam que o Banco Master mantinha exposição financeira justamente a atividades beneficiadas pela mudança. Entre os exemplos citados está um financiamento de R$ 152,9 milhões concedido à empresa 3D Minerals, ligada ao setor de minerais críticos, e posteriormente transferido ao Banco de Brasília (BRB). O documento também menciona a presença de empresas e pessoas do entorno de Vorcaro em negócios relacionados à mineração e aos créditos de carbono. Segundo os parlamentares, a redução dos riscos ambientais poderia diminuir custos e aumentar o valor das carteiras e dos ativos do conglomerado. “A possibilidade de que a atuação parlamentar em favor do artigo 58 integre o mesmo conjunto de utilidades trocadas entre o senador e o banqueiro” precisa ser investigada, sustenta a petição. Os deputados relacionam o episódio a outras apurações envolvendo Flávio e Vorcaro. Uma delas trata do financiamento do filme Dark Horse, inspirado na trajetória de Jair Bolsonaro, para o qual o senador teria solicitado aportes milionários ao empresário. Outra investigação envolve a emissão, em abril de 2025, de R$ 1,5 milhão em notas fiscais por um escritório ligado a Flávio para empresas associadas ao entorno de Vorcaro. Parte dos documentos teria sido cancelada no mesmo dia. A representação não afirma que os crimes estejam comprovados, mas pede que a PF apure se os votos e as emendas apresentados por Flávio possuem relação com vantagens financeiras investigadas em outros procedimentos, o que poderia configurar, em tese, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O que os deputados pedem à PF Entre as diligências solicitadas estão perícias nos arquivos eletrônicos das emendas apresentadas por Flávio Bolsonaro, incluindo a análise de metadados para identificar quem criou ou editou os documentos. Os deputados querem que esse material seja comparado com mensagens e documentos apreendidos na Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de gestão fraudulenta, organização criminosa, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro no conglomerado Master. A representação também pede o cruzamento da cronologia das votações com dados bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos já obtidos nas investigações. O objetivo é verificar possíveis contatos entre Flávio, Vorcaro e pessoas ligadas ao banqueiro antes dos votos e da apresentação das emendas. Lindbergh e Rogério sugerem ainda que sejam ouvidos Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel — cunhado do banqueiro — e o responsável pela liquidação do Banco Master. Como Flávio exerce mandato de senador e possui foro por prerrogativa de função, os deputados pedem que a Polícia Federal também comunique os fatos à Procuradoria-Geral da República (PGR) para a adoção das medidas cabíveis perante o Supremo Tribunal Federal (STF). Notícia anteriorPróxima notícia Banco Central BCBanco de Brasília BRBBanco MasterDeputado FederalMedida Provisória MPPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro entra na mira da PF por suspeita de usar mandato para favorecer o Master 30/07/2026 Contador de Flávio Bolsonaro, ligado ao Careca do INSS, está preso por fraudes em aposentadorias 30/07/2026 Wagner articulou encontro ‘discreto e protegido’ de Messias com ex-sócio do Master, mostra conversa 30/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência

Contador de Flávio Bolsonaro, ligado ao Careca do INSS, está preso por fraudes em aposentadorias

Contador de Flávio Bolsonaro, ligado ao Careca do INSS, está preso por fraudes em aposentadorias

Contador de Flávio Bolsonaro, ligado ao Careca do INSS, está preso por fraudes em aposentadorias Contador ligado ao escritório de Flávio Bolsonaro está preso desde dezembro e teve declarações de clientes consideradas irregulares pelo CRC-DF Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 30/07/2026 Flávio Bolsonaro em ato de campanha (Vitor Salles / Divulgação) O contador do escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está preso desde dezembro de 2025 no caso dos descontos ilegais em benefícios do INSS e foi alvo de duas fiscalizações do Conselho Regional de Contabilidade do Distrito Federal (CRC-DF). Em uma delas, o órgão apontou irregularidades em dez de 21 declarações emitidas pelo profissional. Alexandre Caetano dos Reis é dono da Voga Serviços Contábeis, empresa responsável pela contabilidade da banca de Flávio Bolsonaro. A irmã dele, Letícia Caetano dos Reis, administra o escritório de advocacia do senador. As informações foram reveladas pela colunista Natália Portinari, do UOL. Caetano dos Reis foi preso por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), na investigação sobre descontos irregulares aplicados a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. O contador também era responsável técnico pela Brasília Consultoria Empresarial, principal empresa de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A relação entre o núcleo investigado e o escritório de Flávio Bolsonaro já havia sido detalhada pela Revista Fórum. Contador de Flávio teve dez declarações consideradas irregulares A primeira notificação do CRC-DF contra Alexandre Caetano dos Reis ocorreu em julho de 2018. O conselho pediu à Voga Serviços Contábeis uma relação de clientes com CNPJ, regime de tributação e data de início de cada contrato. A empresa conseguiu uma liminar para impedir a entrega das informações. Em 2022, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o contador não era obrigado a fornecer os dados solicitados naquela fiscalização. Uma segunda apuração, aberta em 2019, analisou 21 Declarações Comprobatórias de Percepção de Rendimentos, conhecidas como Decores. O CRC-DF encontrou irregularidades em dez documentos emitidos pelo escritório. Segundo a análise do conselho citada pela reportagem, o contador deixou de observar disposições legais na elaboração das declarações. Os documentos teriam sido preenchidos de forma incompleta, o que levantou dúvidas sobre a consistência das informações apresentadas. As Decores são emitidas por profissionais de contabilidade para comprovar rendimentos, especialmente de trabalhadores autônomos. Os documentos podem ser usados na contratação de empréstimos e na participação em licitações. Nesse segundo processo, a Justiça reconheceu o direito do CRC-DF de exigir os dados. A defesa recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas o recurso foi negado em junho de 2026. Prisão no caso do INSS e ligação com o Careca A decisão que determinou a prisão afirma, segundo o UOL, que Caetano dos Reis teria exercido papel central na ocultação de patrimônio e na internacionalização do esquema investigado. Uma das operações envolveria uma empresa mantida com o Careca do INSS nas Ilhas Virgens Britânicas. A ligação chegou à CPMI do INSS, que recebeu pedidos de convocação de Letícia Caetano dos Reis por causa do elo entre o escritório de Flávio Bolsonaro e o núcleo do Careca do INSS. A Fórum mostrou que Flávio Bolsonaro também foi alvo de um pedido de convocação na comissão. O relatório final elaborado por parlamentares governistas na CPMI apontou que a Voga Serviços Contábeis teria atuado para facilitar uma suposta lavagem de dinheiro e o desvio de recursos retirados de aposentados por associações investigadas. O documento também propôs o indiciamento de Flávio Bolsonaro por formação de organização criminosa. A conclusão e os vínculos citados pelos parlamentares foram detalhados em reportagem da Fórum sobre o relatório encaminhado à Polícia Federal. Em depoimento à Polícia Federal, Caetano dos Reis negou participação nas movimentações financeiras. Ele afirmou que atuava apenas como contador e que nunca teve acesso às contas bancárias das empresas de Antônio Carlos Camilo Antunes. Voga aparece na contabilidade de nota de R$ 500 mil A ligação da Voga com o escritório de Flávio Bolsonaro aparece em uma nota fiscal de R$ 500 mil, emitida em abril de 2025 por supostos serviços de assessoria jurídica prestados à Contábil Corrêa, de São Caetano do Sul, no ABC paulista. O documento apresenta um endereço de e-mail da Voga como contato da contabilidade da banca de Flávio. A Fórum revelou que o escritório do senador teve apenas dois clientes e quase não mantinha atividade operacional. A Contábil Corrêa pertence a Rogério Lourenço Novo, também apontado como dono da Copenhaguen, empresa instalada no mesmo endereço e que recebeu R$ 58 milhões do Banco Master. O advogado de Caetano dos Reis, Willer Tomaz, mantém relação próxima com Flávio Bolsonaro. Os dois viajaram juntos aos Estados Unidos em 2025, segundo a publicação. Outro vínculo envolve Rodrigo Martins Corrêa, sócio de Caetano dos Reis na Voga Serviços Contábeis. Ele é funcionário da DJ Agropecuária, fazenda do senador Weverton Rocha (PDT-MA), que foi alvo de uma fase da Operação Sem Desconto. Flávio Bolsonaro foi procurado pelo UOL por meio de sua assessoria de imprensa, mas não respondeu. A defesa de Alexandre Caetano dos Reis também não se manifestou sobre as fiscalizações. O CRC-DF informou que não comenta casos concretos ainda em andamento, para preservar o devido processo legal, a ampla defesa e o sigilo dos procedimentos. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCPMI Comissão Parlamentar Mista de InquéritoFraudes no INSSPDT Partido Democrático TrabalhistaPL Partido LiberalPolícia Federal PFSão Caetano do Sul SPSenadorSTF Supremo Tribunal FederalSTJ Superior Tribunal de JustiçaTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Contador de Flávio Bolsonaro, ligado ao Careca do INSS, está preso por fraudes em aposentadorias 30/07/2026 Wagner articulou encontro ‘discreto e protegido’ de Messias com ex-sócio do Master, mostra conversa 30/07/2026 PF: Jaques acompanhou avanço da emenda Master e seria “aliado” do banco 30/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master Deputado revela ajuda israelense em projeto que

Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível

Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível

Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível Despacho obriga ex-presidente a dizer se autorizou vídeo produzido por inteligência artificial; qualquer uma das respostas abre uma frente de risco jurídico para o clã Bolsonaro Por Ivan Longo | Fórum 29/07/2026 Flávio e Jair Bolsonaro – Foto: EVARISTO SA / AFP O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), colocou Jair e Flávio Bolsonaro diante de um impasse jurídico que pode atingir tanto a liberdade do ex-presidente quanto a candidatura do senador ao Palácio do Planalto. Em despacho publicado nesta terça-feira (28), Moraes deu 48 horas para que a defesa de Jair Bolsonaro esclareça se ele autorizou o uso de sua imagem e de sua voz em um vídeo produzido por inteligência artificial e exibido durante a convenção nacional do PL que oficializou a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. O despacho estabelece duas hipóteses e deixa claro que ambas podem trazer consequências graves para a família Bolsonaro. Se Jair admitir que concordou com o vídeo, poderá ser acusado de violar novamente as condições da prisão domiciliar e voltar ao regime fechado. Caso negue, Flávio Bolsonaro e o PL poderão responder por desrespeito à ordem judicial e pelo uso eleitoral de uma possível deepfake. Neste segundo cenário, o próprio despacho aponta que a conduta pode configurar uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político e econômico. Uma eventual condenação na Justiça Eleitoral pode resultar na cassação do registro ou do mandato e na inelegibilidade dos envolvidos. Se autorizou, Bolsonaro pode voltar ao regime fechado O vídeo foi exibido no sábado (25), na Arena Pacaembu, em São Paulo, durante o evento que lançou oficialmente Flávio Bolsonaro como candidato do PL à presidência da República. Na gravação, uma reprodução digital de Jair Bolsonaro afirma estar “preso e calado”, ataca a decisão judicial e pede apoio à candidatura do filho. Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses e está em prisão domiciliar humanitária. Entre as restrições impostas pelo STF está a proibição de divulgar manifestações de caráter político-eleitoral, direta ou indiretamente, inclusive por meio de terceiros e independentemente do meio utilizado. No despacho, Moraes ressalta que todas as medidas cautelares continuam integralmente em vigor. Segundo o ministro, uma eventual concordância de Bolsonaro com o vídeo representaria uma “nova e grave transgressão” à decisão judicial, ocorrida poucos dias depois de outra punição. Nesse caso, a autorização para a utilização da imagem e da voz do ex-presidente poderia ser interpretada como uma tentativa de participar da campanha eleitoral por intermédio de uma representação digital. Moraes afirma que a violação poderia provocar a “imediata reavaliação” do benefício concedido e resultar na reversão da prisão domiciliar humanitária para o regime fechado. A advertência ganha peso porque Bolsonaro já foi punido recentemente por utilizar o filho como intermediário político. Depois que Flávio divulgou uma carta escrita pelo pai, Moraes considerou que houve descumprimento das restrições e proibiu o senador de visitar o ex-presidente por 90 dias. Confira o trecho do despacho: Trecho do despacho de Alexandre de Moraes Se negar autorização, problema passa para Flávio e o PL A segunda hipótese apresentada pelo ministro pode produzir consequências diretas para a campanha presidencial do PL. Caso Jair Bolsonaro negue ter autorizado o vídeo, Moraes afirma que Flávio Bolsonaro e o partido poderão ter desrespeitado a ordem judicial ao utilizar a imagem e a voz do ex-presidente para realizar uma manifestação político-eleitoral. Além disso, a conduta poderá ser enquadrada como deepfake, prática expressamente proibida pelas normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O artigo 9º-C da resolução do TSE sobre propaganda eleitoral proíbe o uso de conteúdo sintético em áudio ou vídeo para favorecer ou prejudicar uma candidatura quando houver criação, substituição ou alteração da imagem ou da voz de uma pessoa. A vedação vale “ainda que mediante autorização”. Isso significa que a simples identificação do material como produzido por inteligência artificial não elimina necessariamente a irregularidade. Uma coisa é utilizar recursos de IA com a devida rotulagem; outra é criar uma versão artificial de uma pessoa real para transmitir uma manifestação de apoio eleitoral. No entendimento exposto por Moraes, se a imagem tiver sido usada sem o consentimento de Jair Bolsonaro, o vídeo poderá ter transmitido artificialmente ao eleitorado a impressão de que o ex-presidente participa da campanha, apesar de estar com os direitos políticos suspensos e submetido a uma ordem que impede manifestações eleitorais. O caso poderia, portanto, ser investigado como desinformação eleitoral produzida por meio de conteúdo sintético manipulado. Abuso eleitoral pode levar à inelegibilidade Moraes também destacou que as regras aprovadas para as eleições de 2026 endureceram o combate ao uso irregular da inteligência artificial. Segundo o despacho, a utilização dessas tecnologias para divulgar conteúdo eleitoral irregular pode configurar uso indevido dos meios de comunicação social e, dependendo das circunstâncias, evidenciar abuso do poder político e econômico. A legislação estabelece que, caso uma ação por abuso seja julgada procedente, a Justiça Eleitoral poderá declarar a inelegibilidade do responsável e daqueles que tenham contribuído para a prática, além de cassar o registro ou o diploma do candidato beneficiado. A sanção de inelegibilidade pode alcançar as eleições realizadas nos oito anos seguintes ao pleito em que ocorreu o abuso. A negativa de Jair Bolsonaro, portanto, não tornaria Flávio automaticamente inelegível. Seriam necessárias investigação, apresentação de provas, direito de defesa e uma decisão da Justiça Eleitoral. Mas o despacho de Moraes abre explicitamente esse caminho ao relacionar o vídeo à possível prática de abuso eleitoral e uso indevido dos meios de comunicação. As normas do TSE também preveem que o descumprimento da proibição às deepfakes pode acarretar cassação do registro ou do mandato. Para reforçar seu entendimento, Moraes citou um julgamento do TSE de maio de 2026. Na ocasião, foi mantida uma multa de R$ 15 mil contra um candidato a prefeito de Fortaleza que divulgou no TikTok um vídeo manipulado por inteligência artificial, criando a falsa impressão de que personalidades públicas internacionais apoiavam sua candidatura. Despacho fecha as duas rotas do bolsonarismo O significado político

Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada

Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada

Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada Em publicação na rede X, advogado de Bolsonaro, que tem prazo para explicar vídeo de IA a Alexandre de Moraes, sinaliza que imagem do ex-presidente teria sido usada sem autorização pela campanha do filho, Flávio Bolsonaro, na convenção do PL. Por Plínio Teodoro | Fórum 29/07/2026 Jair e Flávio Bolsonaro (Divulgação) A decisão de Alexandre de Moraes, que deu prazo de 48 horas para que a defesa de Jair Bolsonaro (PL) explique se ele autorizou o uso de sua imagem e de sua voz em um vídeo produzido por inteligência artificial exibido na convenção do PL que oficializou a candidatura do filho, Flávio Bolsonaro (PL), na disputa à Presidência está causando mais uma crise familiar no clã do ex-presidente. O despacho estabelece duas hipóteses e deixa claro que ambas podem trazer consequências graves para a família Bolsonaro. Se Jair admitir que concordou com o vídeo, poderá ser acusado de violar novamente as condições da prisão domiciliar e voltar ao regime fechado. Caso negue, Flávio Bolsonaro e o PL poderão responder por desrespeito à ordem judicial e pelo uso eleitoral de uma possível deepfake. No entanto, o pai tende a empurrar o caso para o colo do filho para evitar o retorno à Papudinha, anexo do complexo prisional de Brasília, onde já foi encarcerado. Em publicação na rede X no fim da noite desta terça-feira (28), o advogado João Henrique de Freitas, que faz a defesa do ex-presidente, sinaliza que deve eximir Bolsonaro da responsabilidade pelo filho e colocar o caso no colo de Flávio Bolsonaro. “O ministro Alexandre deu 48h para a defesa esclarecer se o Presidente Jair Bolsonaro ‘autorizou’ o uso de sua imagem e voz em vídeo de IA para a Convenção do PL”, escreve na rede X. “Como poderia, se na prisão domiciliar ele está proibido de falar com dirigentes partidários? A decisão parte de uma premissa que a própria Justiça criou ser impossível”, emenda Freitas. Proibido até mesmo de falar com Flávio Bolsonaro após burlar as medidas restritivas com a recente carta lida e divulgada pelo filho, o ex-presidente se exime da culpa pelo vídeo, dizendo que não pode sequer “falar com dirigentes partidários”. Caso siga essa linha nas explicações a Moraes, a defesa de Bolsonaro jogará o caso para os advogados de Flávio, que terão que explicar o uso do vídeo sob o risco da Justiça Eleitoral cassar o registro da candidatura. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada 29/07/2026 Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível 29/07/2026 Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira 28/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira Escritório de Flávio usa mesma contabilidade do Careca do INSS Desesperado, Flávio Bolsonaro implora por apoio de Michelle: “Desculpa” Tarifaço: EUA confirmam nova tarifa de até 12,5% contra ‘trabalho forçado’ para o Brasil e outros parceiros comerciais Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado

Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO)

Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições

Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições Governo Trump promove conversas influenciadores da ultradireita que atacam Lula e promovem candidatura de Flávio Bolsonaro em meio a série de ações para interferir nas eleições presidenciais no Brasil. Por Plínio Teodoro | Fórum 29/07/2026 Flávio Bolsonaro com Donald Trump e os influenciadores convocados pelo Consulado dos EUA (Reprodução / Instagram) Em mais uma ato de interferência direta em prol de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais no Brasil, o governo Donald Trump, por meio do Consulado dos EUA em São Paulo, está convocando influenciadores da ultradireita, que disseminam ataques contra Lula, para uma série de conversas em pequenos grupos sobre “liberdade de expressão e ambiente digital”. Uma das influenciadoras convidadas foi Maria Fernanda Schmidt, do canal de ultradireita Brasil Paralelo, que revelou já ter participado de uma das conversas em publicação no Instagram na última quinta-feira (23). “Foi uma excelente oportunidade para compartilhar com os diplomatas os desafios enfrentados por influenciadores, jornalistas e produtores de conteúdo no ambiente digital, em um diálogo enriquecedor sobre os rumos da liberdade de expressão no Brasil”, diz a influenciadora do Brasil Paralelo, que ataca Lula nas redes, na publicação. Em seu canal no Youtube, o jornalista Leandro Demori afirmou que outros influenciadores da ultradireita já receberam convites para novas sessões de conversas no Consulado dos EUA em São Paulo. Maria Fernanda ainda posa para foto com outros influenciadores da ultradireita bolsonarista, que teriam participado da conversa com os diplomatas de Trump no Consulado. Na imagem aparecem, entre outros, Leandro Narloch, Rafael Ferri e Penélope Nova. Todos eles fazem parte do ecossistema da ultradireita, que promove a candidatura de Flávio Bolsonaro nas redes para diferentes nichos, além de propagar fake news e discursos de ódio contra Lula e o governo brasileiro. Ação orquestrada As rodas de conversas no Consulado dos EUA, convocadas sempre em grupos pequenos de influenciadores da ultradireita, acontecem em meio a um levante de Donald Trump para interferir nas eleições no Brasil. Segundo reportagem da Agência Pública, a Embaixada dos EUA no Brasil acionou o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), para receber Riley Bernes e Samuel Samson, do Departamento de Estado dos EUA, órgão comandado por Marco Rubio. Os dois tiveram os vistos negados pelo Consulado Brasileiro em Washington porque planejavam se reunir com aliados de Flávio Bolsonaro para propagar a tese requentada da fraude nas urnas eletrônicas no Brasil. Segundo O Itamaraty, os funcionários de Trump justificaram a viagem ao Brasil dizendo que fariam contatos eleitorais e promover discussões sobre liberdade de expressão. Nesta quarta-feira (29), o governo Trump lançou mais uma provocação ao governo Lula ao papaguear a narrativa de perseguição ao clã do ex-presidente brasileiro logo no primeiro parágrafo do documento em que comunica a “Continuação da Emergência Nacional com Relação ao Brasil”, prorrogando por mais um ano as sanções aplicadas ao Brasil por meio da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (Ieepa, na sigla em inglês). “Membros do Governo do Brasil também estão perseguindo politicamente um ex-presidente, sua família e seus seguidores, o que está contribuindo para o deliberado colapso do Estado de Direito no Brasil, para a intimidação motivada politicamente naquele país e para violações de direitos humanos’, diz o documento, que ecoa a tese propagada à exaustão nas redes sociais pelo clã Bolsonaro. https://www.youtube.com/watch?v=oq9yl4AyKTA&t=2314s Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições 29/07/2026 Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada 29/07/2026 Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível 29/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil Escritório de Flávio usa mesma contabilidade do Careca do INSS Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ PF investiga suspeita de venda de decisões do STJ em benefício de empresário Luiz Estevão Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro

Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu

Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu

Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu A concentração de contratos milionários em um seleto grupo de empresas que tem no poder público um rendoso mercado não é novidade em Casimiro de Abreu, pequeno município do interior do Rio de Janeiro. Por Elizeu Pires 29/07/2026 Portal de entrada da cidade de Casimiro de Abreu | Foto: Banco de Dados Um mesmo grupo teria vencido licitações para fornecimento e prestação de serviços em várias áreas da administração municipal e só uma empresa recebeu mais de 116 milhões em sete anos, mais precisamente entre 2018 e 2025. Alertado por denúncias de supostas fraudes nas contratações, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro iniciou as investigações que estão sob sigilo, mas já resultaram no bloqueio de bens e contas bancárias no valor de até R$ 270 milhões para garantir o ressarcimento dos cofres públicos em caso de condenação dos investigados. No âmbito desse inquérito o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), cumpriu, no último dia 23, ordem de sequestro de bens e valores contra pessoas físicas e jurídicas, determinada pelo Juízo da 3ª Vara Criminal Especializada da Comarca da Capital, em atendimento a pedido do MP, que investiga por suposta prática de lavagem de dinheiro relacionada a fraudes em contratos assinados pela administração municipal com três empresas, cujos nomes estão sendo preservados por conta do sigilo. Pelo que já foi divulgado, as investigações “identificaram indícios de irregularidades em licitações, concentração de contratos e movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados”. Notícia anteriorPróxima notícia Casimiro de Abreu RJMP-RJRegião dos Lagos Baixada Litorânea Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu 29/07/2026 Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO) 29/07/2026 Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada 29/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro Rio vai na contramão do país e registra alta nos roubos e furtos de celulares; capital está entre as 20 piores do ranking Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil

Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos

Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos

Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos Buraco já havia sido denunciado pela população no início do mês de julho; acidente ocorreu na tarde desta segunda-feira (27). Por Edson Araújo | g1 29/07/2026 Idoso cai em cratera em Campos — Foto: Nova Brasília em Ação Campos dos Goytacazes – Um idoso ficou ferido após cair em uma cratera no bairro Nova Brasília, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, na tarde desta segunda-feira (27). Segundo moradores, ele foi socorrido e levado para o Hospital Ferreira Machado. A cratera, que ocupa parte da via, já havia sido motivo de uma reportagem da Inter TV no último dia 9 de julho. Na ocasião, moradores denunciaram os riscos provocados pelo buraco, relataram o mau cheiro e afirmaram que o problema colocava em risco motoristas, ciclistas e pedestres. Nesta segunda-feira (27), a equipe retornou ao local e encontrou o mesmo cenário. De acordo com os moradores, nenhuma intervenção foi realizada desde a primeira reportagem. Um dos entrevistados contou que ajudou a socorrer o idoso logo após a queda. Os moradores afirmam que outros acidentes já foram registrados no local. Entre eles, uma carroça e veículos que também caíram na cratera, aumentando a preocupação de quem vive na região. A Prefeitura de Campos informou, em nota, que tem conhecimento da situação e reconhece a necessidade de uma intervenção de maior porte. Segundo a administração municipal, o problema exige uma obra mais complexa, que está sendo avaliada pelos setores técnicos responsáveis. Ainda de acordo com a Prefeitura, estão sendo adotadas as providências necessárias para definir a melhor solução de engenharia e dar andamento à execução da intervenção. Sobre o acidente desta segunda-feira, o município lamentou o ocorrido e informou que a situação está sendo acompanhada pelas equipes competentes. O estado de saúde do idoso não havia sido informado oficialmente até a publicação desta reportagem. Notícia anteriorPróxima notícia Campos dos Goytacazes RJNorte e Noroeste Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos 29/07/2026 MPRJ obtém decisão para que Levy Gasparian inicie elaboração do Plano Diretor 24/07/2026 MPRJ recomenda obras de climatização e contratação de mediadores para escola estadual em Casimiro de Abreu 24/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PL vê desgaste de Flávio em convenção após inquérito aprovado por Mendonça Rio registra, em média, cinco roubos a estabelecimentos comerciais por dia em, 2025; capital concentrou quase 60% dos casos Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO) “Se eu tomasse uma facada ganhava a eleição”: Joice Hasselmann revela o que Bolsonaro disse em 2018 (VIDEO)

Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções

Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções

Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções A nova decisão do governo do presidente norte-americano Donald Trump de prorrogar a ordem executiva que impôs o tarifaço de 50% a produtos do Brasil tem a digital do grupo próximo à família Bolsonaro nos Estados Unidos e demonstra que mais sanções por motivações políticas podem ter como alvo brasileiros. Por Ana Flor | g1 e GloboNews 29/07/2026 Trump fala sobre o tarifaço — Foto: Kevin Lamarque/Reuters Brasília – A nova decisão do governo do presidente norte-americano Donald Trump de prorrogar a ordem executiva que impôs o tarifaço de 50% a produtos do Brasil tem a digital do grupo próximo à família Bolsonaro nos Estados Unidos e demonstra que mais sanções por motivações políticas podem ter como alvo brasileiros. Nas últimas semanas, mesmo depois dos Estados Unidos anunciarem duas novas tarifas ao Brasil – de 25% e de 12,5% – pessoas próximas à família Bolsonaro afirmaram ao blog que seguiam em tratativas com o governo Trump para que mais sanções fossem adotadas, preferencialmente contra indivíduos no Brasil. A renovação por mais um ano da ordem executiva, assinada originalmente em 30 de julho de 2025, que permitiu o tarifaço de 50% contra produtos brasileiros não tem efeito prático, porque foi derrubada na Suprema Corte dos EUA. Entretanto, a decisão manda uma mensagem política ao tocar mais uma vez em censura e no que alega ser uma perseguição a um ex-presidente – uma clara menção à condenação de Jair Bolsonaro. No comunicado desta terça, o governo Trump voltou a fazer uma série de acusações contra o governo brasileiro. No comunicado desta terça, o governo Trump voltou a fazer uma série de acusações contra o governo brasileiro. A Casa Branca alega que o Brasil adota práticas que “interferem na economia dos Estados Unidos, infringem os direitos de livre expressão de cidadãos norte-americanos, violam os direitos humanos e minam o interesse dos EUA em proteger seus cidadãos e empresas”. Além disso, acusa membros do governo brasileiro de “perseguir politicamente um ex-presidente, sua família e seus apoiadores”, em uma referência a Jair Bolsonaro. Cita ainda o Supremo Tribunal Federal (STF) como “promotor de censura”, menciona “prisão de pessoas que exercem a liberdade de expressão” e “censura de conteúdos na internet”. Investidas da família Bolsonaro Em 2025, pessoas próximas à família Bolsonaro, além do próprio ex-deputado Eduardo Bolsonaro, comemoraram medidas contra o Brasil. Além do cancelamento de vistos de autoridades do governo Lula e a aplicação da Lei Magnitski contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, o Brasil também levou um tarifaço de 50% sobre suas exportações aos EUA. Com a aplicação da Magnitski, todos os eventuais bens de Moraes, da esposa e de uma empresa pertencente ao casal nos EUA estavam bloqueados. Em dezembro do ano passado, o governo americano retirou o ministro da lista de sancionados. 🔎 Cidadãos americanos estavam proibidos de realizar qualquer transação que envolvia bens ou interesses em propriedade de Moraes ou esposa, seja nos EUA ou em trânsito, incluindo fornecer ou receber fundos, bens ou serviços. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções 29/07/2026 Moradores relatam três dias sem energia em bairro de Teresópolis: ‘Meu pai é idoso e está sofrendo’ 20/07/2026 MPRJ cumpre mandados em Itaocara por suspeita de desvio de recursos 22/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos PF investiga suspeita de venda de decisões do STJ em benefício de empresário Luiz Estevão A nova ofensiva do MP do Rio contra núcleo do antigo gabinete de Carlos Bolsonaro Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master

Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira

Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira

Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira Especialistas ouvidos pela Sputnik Brasil avaliam que apoio do presidente argentino ao senador brasileiro ultrapassa a esfera da relação bilateral entre Brasil e Argentina e indica uma articulação da direita internacional às vésperas das eleições brasileiras de 2026. Por Guilherme Schanner e Ludmila Zeger | Sputnik 28/07/2026 Javier Milei e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) © AP Photo / Ettore Chiereguini A crise diplomática ganhou novos contornos após o presidente da Argentina, Javier Milei, participar, em São Paulo, do lançamento da candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ocasião em que chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “presidiário” e “ladrão” e insultou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Em nota, o Itamaraty pontuou o caráter inédito do episódio “lamentável”, especialmente com um país que o Brasil mantém 203 anos de amizade e cooperação. Além de convocar o embaixador argentino, Daniel Raimondi, para transmitir a repulsa do governo brasileiro, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) chamou de volta o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Julio Bitelli, para “consultas”. Embora esteja dentro da liturgia diplomática cobrar explicações de um embaixador estrangeiro em tais circunstâncias, a convocação do embaixador brasileiro de volta ao Brasil é uma situação “muito grave” nas relações bilaterais, segundo Robson Cardoch Valdez. De acordo com o doutor em estudos estratégicos Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor de relações internacionais do IDP Brasília, o gesto indica que o governo brasileiro entende que a crise extrapolou um desentendimento pontual e exige avaliação direta do estado das relações entre os dois países. A reação do Itamaraty, avalia, segue um padrão já utilizado pelo Brasil em outras crises diplomáticas, como no episódio envolvendo Israel, após as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a guerra em Gaza. “São episódios parecidos no que diz respeito ao uso dessa praxe.” O especialista ressalta, porém, que as razões são diferentes: enquanto a crise com Israel teve origem nas críticas de Lula à ofensiva em Gaza, o impasse com a Argentina decorre dos ataques de Javier Milei ao presidente brasileiro e a um ministro do Supremo Tribunal Federal durante um ato político em território nacional. “As relações bilaterais também se dão em outras dimensões muito mais pragmáticas, do ponto de vista dos investimentos, das relações de cooperação”, destaca, considerando que a parceria de 203 anos ressaltado pelo MRE vale mais de interesses mais permanentes do que ideológicos. Por isso, considera que ofensas dirigidas por um chefe de Estado a autoridades de outro país “mostram um desconforto” e fogem da conduta esperada nas relações diplomáticas. Sobretudo, acrescenta que a resposta brasileira também deve ser entendida dentro de um contexto internacional mais amplo. Na sua avaliação, o Itamaraty observa “com muita cautela” os movimentos da direita internacional em torno das eleições brasileiras e vê “com bastante preocupação” demonstrações de apoio de líderes estrangeiros ao senador Flávio Bolsonaro. Assim, a convocação do embaixador brasileiro em Buenos Aires também transmite esse recado político à Argentina, ao evidenciar que Brasília enxerga a situação para além de um simples atrito diplomático. “O contexto é muito importante, porque tanto o presidente Milei quanto o presidente dos Estados Unidos, e também o presidente [Benjamin] Netanyahu, são figuras de alcance internacional no que diz respeito a essa coalizão da direita conservadora em âmbito internacional.” Somando à análise, Williams Gonçalves, professor de relações internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU), concorda que a presença de Milei na convenção do Partido Liberal (PL) faz parte da estratégia da direita internacional, liderada pelos Estados Unidos, de influenciar o cenário político brasileiro às vésperas das eleições presidenciais. “Evidentemente que os Estados Unidos não podem fazer com o Brasil o que fizeram com a Venezuela ou com o Panamá. E a oportunidade que há são as eleições. É a eleição presidencial que se aproxima”, com Washington querendo ampliar sua influência política na América Latina. Na leitura do especialista, o apoio demonstrado por Donald Trump, presidente dos EUA, e Milei ao bolsonarismo não decorre de uma relação pessoal com a família Bolsonaro, mas de uma convergência de interesses políticos. “Qualquer outro que se apresentasse na mesma condição seria prestigiado por ele. Então, esse prestígio que se concede ao candidato brasileiro da família Bolsonaro está dentro desse contexto.” Mercosul e agenda de integração regional em risco? Vale lembrar, o governo de Javier Milei é contra políticas do Mercosul, tendo assinado um Acordo de Comércio e Investimento Recíproco com os EUA em 2025, assim minando o papel de integração do bloco. Em meados de julho de 2026, Flávio Bolsonaro sinalizou uma posição similar ao propor a criação do Acordo de Livre Comércio das Américas (AFTA, na sigla em inglês), um novo acordo de livre-comércio entre o Brasil, os Estados Unidos, o México e o Canadá, sugerindo que poderia incluir a Argentina no futuro. Contudo, o contexto econômico internacional aponta na direção oposta. A intensificação da guerra tarifária entre as grandes potências e a crescente fragmentação do comércio global têm levado o Mercosul a reforçar sua atuação como plataforma de inserção internacional dos países-membros. Nos últimos meses, o bloco acelerou negociações comerciais e ampliou sua agenda externa, consolidando acordos com a União Europeia e Singapura e avançando nas tratativas com Canadá, Japão e Vietnã. Nesse cenário, o Brasil e a Argentina continuam a ser peças centrais para o funcionamento do Mercosul. “Eu vejo essa tentativa do Milei em sabotar o Mercosul em benefício de uma aliança mais próxima, um comércio bilateral com os Estados Unidos, algo que não vai prosperar no sentido de comprometer o que se consolidou nesses últimos 18 meses, a partir do tarifaço de Donald Trump”, diz Valdez. “Acho que o Mercosul, agora, ganha um dinamismo, ganha um protagonismo maior.” Nesse sentido, avalia, os recentes acontecimentos entre Brasília e Buenos Aires não podem ser compreendidos como uma crise bilateral, mas como parte de uma disputa geopolítica mais ampla na América do Sul. “O Brasil é

Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas

Moradores de Cambuci relatam falta d'água há quase duas semanas

Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas Comunidade de Monte Verde denuncia problemas no abastecimento; Águas do Rio diz que faz reparo em vazamento e prevê normalização gradual em até 24 horas. Por Diego Varsi | g1 28/07/2026 Moradores denunciam falta de água em Monte Verde — Foto: Redes Sociais Cambuci – Moradores do distrito de Monte Verde, em Cambuci, no Norte Fluminense, denunciam que enfrentam problemas no abastecimento de água há quase duas semanas. Segundo os relatos, o fornecimento tem sido insuficiente ou interrompido em diversas residências, dificultando atividades do dia a dia. Um morador afirma que a situação atinge toda a comunidade e preocupa principalmente famílias com idosos, crianças e pessoas acamadas, que dependem do abastecimento regular para cuidados de higiene e saúde. A Águas do Rio informou que realiza, na manhã desta terça-feira (28), o reparo de um vazamento na rede de captação que abastece o distrito de Monte Verde. Segundo a concessionária, após a conclusão do serviço, o abastecimento será restabelecido de forma gradativa, processo que pode levar até 24 horas. Enquanto o reparo é realizado, a empresa informou que disponibiliza caminhões-pipa para clientes que solicitarem o serviço por telefone ou WhatsApp, pelo número 0800 195 0 195. Notícia anteriorPróxima notícia Cambuci RJNorte e Noroeste Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas 28/07/2026 Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos 29/07/2026 MPRJ obtém decisão para que Levy Gasparian inicie elaboração do Plano Diretor 24/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu “Se eu tomasse uma facada ganhava a eleição”: Joice Hasselmann revela o que Bolsonaro disse em 2018 (VIDEO) Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” PL lança Luciano Zucco ao governo do RS, ex-presidente da CPI do MST que recebeu doação de condenado por trabalho escravo Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas

Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE

Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE

Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE Desde março com o processo da prestação de contas do governo referentes ao exercício de 2024, que recebeu parecer contrário do TCE, a Câmara de Vereadores de Seropédica ainda não definiu uma data para submetê-lo ao plenário. Por Elizeu Pires 28/07/2026 Fachada da Cãmara Municipal de Seropédica | Reprodução A Casa se beneficia de uma brecha na lei, que dá aos Tribunais de Contas 60 dias apara apresentarem parecer, mas não fixa prazo para o Legislativo levá-lo à votação. Ao analisar as contas do último ano do primeiro mandato do prefeito Lucas Dutra dos Santos, o Professor Lucas, o TCE apontou irregularidades, impropriedades e fez várias determinações. Entre as irregularidades estão o desequilíbrio financeiro no exercício de 2024, despesas com pessoal acima do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, não pagamento integral dos valores de acordos de parcelamento junto à Previdência e repasse à Câmara de Vereadores acima do limite estabelecido na Constituição Federal. “Observa-se que não foi realizado o pagamento integral dos termos de parcelamentos, fato que compromete o equilíbrio financeiro e atuarial do regime próprio de previdência”, diz o trecho do relatório do Tribunal de Contas. O documento cita, ainda, a administração municipal “vem desrespeitando o limite de despesas com pessoal desde exercícios anteriores”. Notícia anteriorPróxima notícia Constituição FederalPP ProgressistasPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSeropédica RJTCE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE 28/07/2026 Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu 29/07/2026 Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO) 29/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master Rio registra, em média, cinco roubos a estabelecimentos comerciais por dia em, 2025; capital concentrou quase 60% dos casos Desesperado, Flávio Bolsonaro implora por apoio de Michelle: “Desculpa”

Comerciantes denunciam condições precárias de banheiros sob ponte em Campos: ‘situação feia’

Comerciantes denunciam condições precárias de banheiros sob ponte em Campos: 'situação feia'

Comerciantes denunciam condições precárias de banheiros sob ponte em Campos: ‘situação feia’ Permissionários afirmam que problemas de higiene e conservação afastam clientes; Codemca diz que manutenção é responsabilidade dos comerciantes e fará nova fiscalização. Por Edson Araújo | g1 27/07/2026 Comerciantes denunciam condições precárias de banheiros em Campos — Foto: Edson Araujo/g1 Campos dos Goytacazes – Comerciantes que atuam na área de alimentação sob a Ponte Leonel Brizola, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, denunciam as condições precárias dos banheiros públicos utilizados por permissionários e clientes. Segundo eles, os problemas de higiene e conservação se arrastam há cerca de dois anos e têm afastado consumidores. O g1 esteve no local nesta segunda-feira (27), após receber denúncias, e encontrou um dos banheiros fechado. No outro, havia fezes espalhadas pelo chão, roupas e outros objetos abandonados, forte odor de urina, ausência de tampa do vaso sanitário e do sistema de descarga. O vaso estava tomado por dejetos e havia um rato dentro dele. Segundo os permissionários, a situação tem causado prejuízos aos quiosques da área de alimentação, já que muitos clientes deixam de permanecer no local por falta de um banheiro em condições adequadas de uso. Permissionária há cinco anos, Joílma Cardoso Jorge Rangel afirma que o problema tem se agravado. “Está uma situação feia aqui. Não é só comigo, do outro lado também está a mesma coisa. O negócio aqui só piora, nada melhora”, disse. Ela afirma que os comerciantes procuraram o poder público em busca de uma solução, mas foram informados de que a manutenção dos banheiros é responsabilidade dos permissionários. “Falaram que a gente tem que resolver porque quem usa é a gente. Os quiosques reformaram os banheiros, mas depois eles foram depredados”, contou. Segundo Joílma, os comerciantes também evitam confrontar pessoas que utilizam o espaço de forma irregular por medo de represálias. “Se a gente falar alguma coisa, é ameaçado. A gente fica de mãos atadas”, afirmou. A permissionária também reclama da falta de fiscalização. “Aqui as pessoas fazem o que querem. Não aparece ninguém, nem fiscalização, nem postura, nem a Codemca”, disse. O que diz a prefeitura A Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos (Codemca) informa que realizou, na tarde desta segunda-feira (27), uma nova fiscalização foi feita nos banheiros. A Codemca esclarece ainda que a manutenção e conservação dos banheiros são de responsabilidade do permissionário, conforme previsto nas normas de concessão. Com esta, o quiosque recebeu a segunda notificação. A Companhia explica que, em caso de uma terceira notificação, será instaurado um processo administrativo para avaliar a permanência do permissionário no quiosque cedido pelo município, podendo resultar na perda da permissão de uso, conforme a legislação vigente. Notícia anteriorPróxima notícia Campos dos Goytacazes RJNorte e Noroeste Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Comerciantes denunciam condições precárias de banheiros sob ponte em Campos: ‘situação feia’ 27/07/2026 Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas 28/07/2026 Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos 29/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil Comerciantes denunciam condições precárias de banheiros sob ponte em Campos: ‘situação feia’ Desesperado, Flávio Bolsonaro implora por apoio de Michelle: “Desculpa” Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ Tarifaço: EUA confirmam nova tarifa de até 12,5% contra ‘trabalho forçado’ para o Brasil e outros parceiros comerciais

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