Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ

Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ RioPag faz intermediação de pagamentos para a Loterj e não diz onde estão R$ 20,9 milhões do estado que ela deveria estar custodiando Por Demétrio Vecchioli | Metrópoles 23/07/2026 Rio Pag Loterj | Arte Metrópoles A Justiça do Rio de Janeiro determinou o bloqueio de R$ 20,9 milhões da RioPag, empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, amigo próximo do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). A coluna Demétrio Vecchioli revelou na semana passada que a RioPag sumiu com este montante, que pertence ao governo do Rio. A RioPag, uma sociedade anônima que fica debaixo de uma cadeia de fundos e não tem seus acionistas conhecidos – exceto por Tomaz -, fechou em 2023 um rentável contrato pelo qual ganhou do governo Cláudio Castro (PL) o monopólio para intermediar pagamentos para casas de apostas esportivas e para os futuros cassinos fluminenses – que a gestão Castro insistia em chamar de “video-loteria” – com taxas muito acima do mercado. Um exemplo concreto explica o tamanho da benesse: em janeiro de 2025, uma única empresa licenciada pelo Rio de Janeiro teve R$ 279 milhões de receita líquida. Ela pagou R$ 13,9 milhões em impostos para o estado, que sempre promoveu sua licença como mais barata do que a federal, e R$ 30 milhões à RioPag só pela intermediação de pagamentos, tanto depósitos quanto saques. A Loteria do Rio (Loterj) fica com 26% da arrecadação da RioPag, mas a autarquia, sob o comando de um político do PL, decidiu pedir que a empresa de Tomaz suspendesse os pagamentos, no início de 2025, sem qualquer justificativa, solicitando que ela fizesse a “custódia” dos valores. Quando notou isso, a nova gestão do governo do Rio pediu que o dinheiro fosse devolvido imediatamente. Como revelou a coluna, a RioPag primeiro não respondeu, depois pediu prazo até o final do contrato e, diante das negativas, propôs um parcelamento, que não foi aceito pelo Rio. Em entrevista ao Metrópoles, Tomaz, que também é advogado da empresa, afirmou que havia informado a Loterj no dia 10 de julho que o dinheiro está em um investimento no Banco Santander que precisa de seis meses após a comunicação ao banco para ser resgatado. Disse também que uma carta do Santander havia sido protocolada no sistema do governo. A RioPag não só negou que tenha sido informada ou tenha tido acesso ao documento como trucou o advogado e a RioPag. Pega de surpresa, enviou ofício lembrando que as declarações “indicam circunstâncias que, até o presente momento, não foram formalmente comunicadas ou comprovadas nos autos do processo administrativo correspondente, especialmente no que se refere à alegada contratação de fundo de investimento, à existência de prazo de carência para resgate, à instituição financeira responsável pela administração dos recursos, à remuneração obtida, aos critérios de aplicação adotados e à efetiva disponibilização de relatórios ou acesso às informações mencionadas na Nota Oficial“. No mesmo dia a RioPag entrou na Justiça pedindo o bloqueio dos bens da RioPag. Só depois disso, no dia 21, é que Tomaz teria enviado, segundo ele, um e-mail à Procuradoria Geral do Estado informando que o dinheiro está investido no Banco Santander. A ação da Loterj seguiu, porém, e teve decisão nesta quarta-feira, quando a juíza da 14ª Vara da Fazenda Pública da Capital, Cristiana Aparecida de Souza Bonato, entendeu que está comprovado que os valores pertencem à Loterj, destacando que os recursos possuem natureza pública e que a recusa da empresa em efetuar a devolução imediata não encontra justificativa contratual. O que diz a RioPag: Em nota nesta quinta, a RioPag disse “os valores em questão estão aplicados em produto bancário com proteção de capital em instituição financeira de primeira linha, com resgate já solicitado e liquidação prevista para outubro de 2026 — e serão entregues à LOTERJ acrescidos dos rendimentos, que revertem integralmente à Autarquia”. A Loterj alega nunca ter sido comunicada disso. “Os fatos, documentados, são incompatíveis com a narrativa publicada: (i) a custódia dos recursos foi determinada pela própria LOTERJ, por ofício formal de fevereiro de 2025; (ii) tão logo a orientação foi alterada, em abril de 2026, os repasses mensais foram imediatamente restabelecidos; (iii) desde junho de 2026 a empresa antecipa, todo mês, R$ 2 milhões à Autarquia; (iv) as informações sobre a aplicação foram prestadas à Procuradoria-Geral do Estado, com quem a empresa trata a questão em procedimento formal de solução consensual. Quem ‘some’ com dinheiro não antecipa milhões mensais ao suposto lesado nem procura a Procuradoria do Estado para formalizar a devolução”, disse a RioPag, que por enquanto só pagou uma vez a parcela de R$ 2 milhões. “A decisão judicial mencionada é liminar e provisória, proferida antes do exame do conjunto completo de fatos e documentos, e será objeto dos recursos cabíveis. Registre-se, contudo, que o bloqueio em nada altera a realidade que a RioPag sempre afirmou: os recursos existem, estão preservados e têm destinação certa — a LOTERJ”, continuou a empresa. “Por fim, a RioPag repudia a insistente tentativa de contaminar politicamente uma divergência estritamente contratual, decorrente de contrato firmado mediante licitação pública, por meio da exploração de relações pessoais alheias aos fatos”, disse. Já Tomaz afirmou que “repudia, nos termos mais firmes, a utilização reiterada de seu nome como rótulo político de manchetes sobre uma divergência contratual da qual não é parte”. “Willer Tomaz não é gestor, administrador ou dirigente da RIOPAG, não é investigado, não é réu e não figura em nenhum procedimento administrativo ou judicial relativo aos fatos noticiados . É advogado da empresa — e advocacia se exerce por mandato, prerrogativa constitucional que nenhuma coluna de jornal revoga”, afirmou. À coluna, ele disse ser acionista do fundo que controla a empresa e que recebe rendimentos mensais a partir da RioPag. “A construção ’empresa de amigo de’ é um artifício retórico desonesto: sugere ao leitor, sem afirmar — porque afirmar seria indefensável —, que relações pessoais explicariam um contrato firmado em licitação pública em 2023. Não há um fato, um documento ou um indício que sustente essa insinuação, repetida agora pela segunda
Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja”

Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” Letícia Caetano, sócia da firma e irmã do contador do “Careca do INSS”, admitiu que a banca quase não operava. Cruzamento de dados revela salto repentino para emissão de R$ 1,5 milhão em notas ligadas ao Banco Master. Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 23/07/2026 Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro – Foto: Reprodução/Redes Sociais e Divulgação O funcionamento da Flavio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia expõe contradições financeiras e societárias que conectam a banca do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a alvos de duas investigações conduzidas pelo Congresso Nacional: o esquema de fraudes no INSS e as operações financeiras envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro. Uma análise documental do histórico do escritório revela uma discrepância entre o faturamento atual e as operações registradas no início de suas atividades. Aberta em abril de 2021, com capital social de R$ 10 mil e sede registrada no mesmo endereço da casa de R$ 5,97 milhões comprada pelo senador no Lago Sul, em Brasília, a firma mantinha operações mínimas em 2022. Em entrevista concedida à Agência Pública naquele ano, Letícia Caetano dos Reis, que consta como a única sócia-administradora do escritório de Flávio Bolsonaro, afirmou que o local não tinha funcionários com registro em carteira e que atendia apenas a dois clientes. Questionada sobre quem eram os contratantes da consultoria jurídica do parlamentar, ela declarou não saber os nomes, mas forneceu uma pista: “Um é uma igreja”. Letícia relatou atuar como administradora formal, sem acesso aos contratos, informações que seriam controladas exclusivamente pela contabilidade com autorização do senador. A sócia também informou que mantinha contato com Flávio Bolsonaro apenas por meio de mensagens de WhatsApp, sem a realização de reuniões presenciais. Conexões familiares com o esquema do INSS A estrutura de administração da firma de advocacia ganhou relevância em âmbito federal após a Revista Fórum revelar as conexões familiares da sócia de Flávio Bolsonaro. Letícia é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, contador identificado pela Polícia Federal (PF) como sócio e operador de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”. Antunes é apontado pelas investigações policiais e parlamentares como o principal articulador do esquema de descontos associativos indevidos nos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. O rastreio financeiro apresentado na CPMI do INSS demonstrou que Alexandre Caetano operava em sociedade com o “Careca” na Camilo & Antunes Limited (RPDL LTD33), uma empresa offshore sediada nas Ilhas Virgens Britânicas. De acordo com os requerimentos apresentados ao colegiado, a offshore foi utilizada apenas em 2024 para a aquisição de quatro imóveis no valor total de R$ 11,05 milhões. A ligação societária levou parlamentares a protocolarem pedidos de convocação do senador e de sua administradora, além de solicitarem as quebras de sigilo bancário e fiscal e os Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) junto ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Notas fiscais milionárias e o Banco Master O perfil de um escritório com “dois clientes” contrasta com a recente emissão de documentos fiscais revelada pelo portal Metrópoles nesta quarta-feira (22). De acordo com os registros, o escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro emitiu um total de R$ 1,5 milhão em notas fiscais em abril de 2025. Foram emitidas três faturas de R$ 500 mil cada. Duas delas, que somavam R$ 1 milhão, tiveram como destinatária a Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A., registradas como prestação de “serviços de consultoria jurídica”. As notas foram emitidas e canceladas no mesmo dia (7 de abril). A Copenhagen Consultoria chama a atenção por sua estrutura societária e movimentação. A empresa foi aberta com um capital social de apenas R$ 40 e não possui site institucional, mas recebeu transferências que totalizam R$ 58 milhões do Banco Master, instituição de propriedade de Daniel Vorcaro. A terceira nota de R$ 500 mil foi emitida dois dias depois, em 9 de abril, para a Contábil Correa Contabilidade e Auditoria Ltda, que opera com o nome fantasia BR Global. Esta nota permanece válida. O elo entre as duas empresas recebedoras das notas é o contador Rogério Lourenço Novo, que atua como diretor da Copenhagen e consta como único sócio da Contábil Correa. Em sua defesa, o senador Flávio Bolsonaro confirmou a contratação pela Contábil Correa, alegando que prestou serviços legais. No entanto, ele não especificou qual foi a consultoria jurídica realizada no valor de R$ 500 mil. O contador Rogério Lourenço afirmou que o escritório foi subcontratado para atender um dos mais de 200 clientes de sua carteira, mas declarou não se lembrar qual cliente específico recebeu a consultoria milionária do parlamentar. Ligações societárias apontam para Willer Tomaz Os documentos em posse da CPMI e da Polícia Federal adicionam uma terceira peça ao cruzamento de dados: o advogado Willer Tomaz. Em sua entrevista à Pública em 2022, Letícia Caetano declarou que sua indicação para gerir a firma de Flávio Bolsonaro foi feita diretamente por Tomaz, advogado com trânsito entre políticos de Brasília e aliado da família Bolsonaro. Os requerimentos da comissão parlamentar apontam que Willer Tomaz também realizou transferências financeiras para o grupo investigado nas fraudes do INSS. Segundo a PF, o advogado repassou R$ 120 mil para Milton Salvador de Almeida Júnior, apontado como um dos operadores financeiros diretos de Antônio Carlos Camilo Antunes. Além disso, o RIF de Tomaz registrou movimentações atípicas de R$ 45,5 milhões, considerando entradas e saídas, no período de maio a novembro de 2021. Diante do acúmulo de documentação fiscal e relatórios da Polícia Federal mapeando operações em paraísos fiscais, o silêncio sobre a natureza real dos serviços prestados pelo escritório alimenta a pressão no Congresso. A Fórum mostrou que os cruzamentos de dados baseiam a intenção de deputados governistas em pedir o indiciamento do senador pelas operações detectadas na investigação. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterBrasília DFCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasCPMI Comissão Parlamentar Mista de InquéritoFraudes no INSSPL Partido LiberalPolícia Federal PFSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” 23/07/2026 Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre
“Se eu tomasse uma facada ganhava a eleição”: Joice Hasselmann revela o que Bolsonaro disse em 2018 (VIDEO)

“Se eu tomasse uma facada ganhava a eleição”: Joice Hasselmann revela o que Bolsonaro disse em 2018 Em entrevista ao Fórum Onze e Meia, Joice Hasselmann diz que ouviu a frase dentro de um carro blindado, antes do atentado contra Jair Bolsonaro. Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 23/07/2026 Joice Hasselmann e Jair Bolsonaro em 2019 (Claudio Reis/FramePhoto/Folhapress) Joice Hasselmann afirmou, em entrevista à TV Fórum, que Jair Bolsonaro disse, antes do atentado sofrido durante a campanha presidencial de 2018, que venceria a eleição caso levasse uma facada. Segundo a ex-deputada, a declaração ocorreu dentro de um carro blindado, durante uma caravana eleitoral pelo interior de São Paulo. A revelação foi feita após a jornalista Dri Delorenzo perguntar o que Joice havia presenciado naquele período. A ex-parlamentar disse que estavam no veículo Bolsonaro, ela, o então presidente do PSL, Gustavo Bebianno, e integrantes da equipe de segurança. “Joice, se eu levasse uma facada eu ganhava a eleição.” Joice afirmou que ouviu a frase diretamente de Bolsonaro e que Bebianno também estava presente. O relato não indica a existência de gravação da conversa. Trata-se, portanto, da versão apresentada pela ex-deputada sobre um diálogo que teria ocorrido antes do ataque de 6 de setembro de 2018, em Juiz de Fora, Minas Gerais. Joice Hasselmann relata mal-estar de Bolsonaro em Araçatuba Segundo Joice Hasselmann, o episódio ocorreu durante uma caminhada de campanha em Araçatuba, no interior paulista. Ela contou que havia uma grande aglomeração e que Bolsonaro passou mal por causa do calor. O então candidato usava um colete à prova de balas e uma jaqueta por cima para esconder o equipamento. Joice disse que pediu aos seguranças que o conduzissem até uma banca de sorvete, onde tentaram reduzir sua temperatura antes de levá-lo ao carro. “Ele passou mal. Eu pedi para os seguranças empurrarem ele para uma banca de sorvete que tinha ali, porque estava muito quente e ele estava com o colete à prova de balas e mais uma jaqueta por cima para esconder”, relatou. Já dentro do veículo, Bolsonaro teria retirado a jaqueta. Joice afirmou que o advertiu sobre o risco de participar de atos públicos sem a proteção adequada. A ex-deputada disse ainda que havia sonhado, no dia anterior, que Bolsonaro seria atingido por um tiro. Por isso, teria citado diferentes formas de ataque ao alertá-lo. “Eu falei para ele: ‘Você não pode andar sem o colete à prova de balas. É uma loucura o que aconteceu aqui. Qualquer pessoa poderia te dar um tiro, te dar uma facada’.” Foi após esse alerta, segundo Joice, que Bolsonaro olhou para ela e afirmou que ganharia a eleição caso fosse esfaqueado. “Essa foi a frase. Eu ouvi, o Bebianno ouviu”, declarou. Bolsonaro sofreu atentado durante campanha de 2018 Jair Bolsonaro foi esfaqueado por Adélio Bispo de Oliveira em 6 de setembro de 2018, durante um ato de campanha em Juiz de Fora. O então candidato foi levado à Santa Casa de Misericórdia da cidade e passou por cirurgias após sofrer ferimentos no abdômen. A Polícia Federal realizou diferentes investigações sobre o atentado. Em junho de 2024, a corporação voltou a concluir que Adélio agiu sozinho e que não foram encontrados elementos que comprovassem a participação de mandantes ou de outras pessoas na execução do ataque. Informações institucionais sobre as investigações da corporação estão disponíveis no portal oficial da Polícia Federal. O relato de Joice sobre a frase atribuída a Bolsonaro já havia sido apresentado publicamente em outras ocasiões. Em 2021, a Revista Fórum noticiou a declaração feita pela então deputada. Joice voltou ao tema em 2025, ao detalhar a presença de Bebianno no veículo. Joice levanta suspeitas sobre morte de Gustavo Bebianno Durante a entrevista à TV Fórum, Joice afirmou que Gustavo Bebianno poderia confirmar a conversa, mas lembrou que o ex-ministro morreu em março de 2020, aos 56 anos. A causa informada na época foi um infarto fulminante. A ex-deputada declarou ter “todas as dúvidas” sobre a morte do antigo coordenador da campanha de Bolsonaro. Ela não apresentou provas ou informações médicas que contrariem a causa oficialmente divulgada. “O Bebianno ouviu, não está aqui mais para nos contar, porque infartou. Eu tenho todas as dúvidas sobre esse infarto, todas as dúvidas, porque o Bebianno sabia muito.” Bebianno presidiu o PSL durante a campanha de 2018 e assumiu a Secretaria-Geral da Presidência no início do governo Bolsonaro. Ele foi demitido em fevereiro de 2019, após entrar em conflito público com integrantes da família do então presidente. A declaração de Joice não demonstra qualquer relação entre a conversa narrada, o atentado contra Bolsonaro e a morte de Bebianno. A ex-deputada apenas relatou o diálogo que afirma ter testemunhado e expôs suas próprias suspeitas sobre o falecimento do ex-ministro. https://www.youtube.com/watch?v=wPA6ns22SMI Notícia anteriorPróxima notícia Araçatuba SPDeputada FederalJuiz de Fora MGPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPSL Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram “Se eu tomasse uma facada ganhava a eleição”: Joice Hasselmann revela o que Bolsonaro disse em 2018 23/07/2026 Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro 23/07/2026 Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Tal pai (Jair Bolsonaro), tal filho (Flávio), ambos golpistas Justiça dá 72 horas para Prefeitura de SP responder ação popular que questiona terceirizar três escolas Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União Vorcaro falou com Sicário sobre ‘tomar medida urgente’ contra gestor que denunciou Master Desesperado, Flávio Bolsonaro implora por apoio de Michelle: “Desculpa”
Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro

Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro PGR deu parecer favorável, e PF vai instaurar procedimento Por Mariana Muniz e Patrik Camporez | O Globo 23/07/2026 Jair Bolsonaro é interpretado por Jim Caviezel em ‘Dark Horse’ — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil — Reprodução Brasília – O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito da Polícia Federal para investigar o financiamento do do filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A investigação busca esclarecer se o dinheiro enviado ao exterior para financiar o longa teve, na prática, outra destinação. A suspeita é que parte da produção tenha sido bancada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, com o envio de R$ 61 milhões. A decisão atende a um pedido da Polícia Federal, com parecer favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ao analisar a solicitação, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou haver elementos suficientes para a instauração de uma investigação formal sobre os repasses. O caso ganhou repercussão após o site The Intercept Brasil divulgar mensagens em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, solicita recursos a Vorcaro, sob o argumento de financiar a produção do filme. Uma das principais suspeitas da PF é que parte desses valores possa ter sido utilizada para custear despesas do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. Os investigadores também querem verificar se os recursos financiaram outras iniciativas de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro junto ao governo do presidente americano Donald Trump. De acordo com a linha de investigação, os recursos teriam sido transferidos pela empresa Entre Investimentos e Participações, ligada a Daniel Vorcaro, para um fundo sediado no Texas e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro. A Polícia Federal pretende verificar se os valores efetivamente foram empregados na produção cinematográfica ou se parte deles acabou sendo desviada para custear a permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. O ex-deputado mudou-se para o país alegando perseguição do ministro Alexandre de Moraes e nega qualquer irregularidade. Em manifestações públicas, também afirmou que teve contas bancárias bloqueadas, inclusive as de sua esposa. Quando vieram à tona as informações sobre o financiamento do filme, Flávio Bolsonaro negou que os recursos tenham sido destinados ao irmão. Em nota, o senador afirmou ser “falsa a insinuação de que recursos tenham sido destinados a Eduardo Bolsonaro” e sustentou que “os aportes foram direcionados a um fundo específico da produção, com estrutura jurídica própria e fiscalização nos Estados Unidos”. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro 23/07/2026 Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil 23/07/2026 Deputado revela ajuda israelense em projeto que pode afetar muçulmanos 27/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Sem saída: Por que André Mendonça foi obrigado a liberar inquérito da PF sobre Flávio Bolsonaro? (VIDEO) Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro Supermercado era mais barato com Bolsonaro? Deputado desmascara Flávio e mostra a verdade (VIDEO) O Brasil nega vistos a delegação dos EUA com o objetivo de contestar o sistema eleitoral, dizem autoridades Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro
GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu

GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) cumpriu, nesta quinta-feira (23/07), ordem de sequestro de bens e valores contra pessoas físicas e jurídicas investigadas por suposta prática de lavagem de dinheiro relacionada a fraudes em contratos públicos firmados entre três empresas e o Município de Casimiro de Abreu. Por MPRJ 23/07/2026 GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu A pedido do MPRJ, o Juízo da 3ª Vara Criminal Especializada da Comarca da Capital determinou o bloqueio de contas bancárias e bens dos investigados, no valor de até R$ 270 milhões. O cumprimento das medidas conta com o apoio de agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). As investigações, conduzidas no âmbito de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) do GAECO/MPRJ, identificaram indícios de irregularidades em licitações, concentração de contratos e movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados. Segundo apurado pelo Ministério Público, a empresa apontada como principal núcleo do esquema recebeu mais de R$ 116 milhões em recursos públicos entre 2018 e 2025, por meio de contratos administrativos e de seus respectivos aditivos. O mapeamento patrimonial contou com a atuação do Núcleo de Apoio à Persecução Penal e Recuperação de Ativos da Coordenadoria de Inteligência da Investigação (NAPPRA/CI2/MPRJ). Os nomes das empresas e dos investigados não serão divulgados em razão do sigilo das investigações, que ainda estão em andamento. Notícia anteriorPróxima notícia Casimiro de Abreu RJRegião dos Lagos Baixada Litorânea Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu 23/07/2026 MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu 22/07/2026 GAESF/MPRJ ajuíza ação para suspender benefícios fiscais concedidos a empresa do setor alimentício 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu
Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça

Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça Flávio alegava que a publicação extrapolava o debate político ao associá-lo a um suposto esquema de “grilagem”, “milícia”, “lavagem de dinheiro” e “corrupção” envolvendo a mansão em Angra, avaliada em cerca de R$ 10 milhões. Por Plínio Teodoro | Fórum 23/07/2026 Mansão em Ilha Comprida que teve Flávio Bolsonaro como testemunha em disputa judicial (Instagram / Flávio Bolsonaro) O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sofreu mais uma derrota na Justiça ao tentar retirar de circulação uma publicação do deputado federal Rogério Correia (PT-MG) que o relacionava à disputa judicial envolvendo uma mansão milionária em uma ilha em Angra dos Reis (RJ). Em sentença publicada nesta quarta-feira (22), a 23ª Vara Cível de Brasília rejeitou os pedidos de indenização, retratação e proibição de novas publicações, reconhecendo que a manifestação do parlamentar petista está protegida pela imunidade parlamentar e pela liberdade de crítica política. Flávio alegava que a publicação extrapolava o debate político ao associá-lo a um suposto esquema de “grilagem”, “milícia”, “lavagem de dinheiro” e “corrupção” envolvendo o imóvel, avaliado em cerca de R$ 10 milhões. O senador pedia indenização de R$ 61 mil por danos morais, além da remoção do conteúdo e de uma ordem judicial que impedisse Rogério Correia de voltar a tratar do assunto. O pedido, porém, foi rejeitado. Para a juíza Vivian Lins Cardoso, embora os documentos comprovem que Flávio Bolsonaro nunca foi parte das ações possessórias envolvendo a propriedade, também demonstram que seu nome não foi citado de forma aleatória. A sentença registra que o senador figurou no processo como testemunha indicada por uma das partes, o que caracteriza um “vínculo periférico e documental” com o episódio. A decisão ressalta que essa condição “não comprova participação do autor em eventual manobra de ocupação do imóvel, tampouco interesse econômico, possessório ou jurídico sobre o bem”. Ao mesmo tempo, afirma que “esses mesmos documentos impedem a conclusão de que o nome do autor tenha sido inserido na narrativa sem qualquer referência objetiva prévia”. Outro ponto importante destacado pela magistrada diz respeito às reportagens que embasaram a publicação de Rogério Correia. Segundo a sentença, matérias jornalísticas não comprovam, por si só, a prática de crimes, mas demonstram que havia uma base informativa anterior à postagem. “Nenhuma das reportagens juntadas comprova condenação, decisão judicial ou documento oficial que reconheça a participação do autor em grilagem, fraude possessória, invasão ou atuação miliciana”, registra a juíza. Em seguida, pondera que elas “servem para demonstrar a existência de base informativa anterior e de debate público sobre o episódio”. Imunidade parlamentar O principal fundamento para rejeitar a ação, entretanto, foi o reconhecimento de que Rogério Correia atuou dentro do exercício de seu mandato parlamentar. Segundo a sentença, a publicação foi feita por um deputado federal contra um senador da República em um contexto de disputa política, utilizando um caso amplamente debatido para questionar a conduta pública de um adversário. “O nexo funcional não decorre apenas do cargo ocupado pelas partes. Resulta da natureza do discurso, dirigido à avaliação pública da conduta de Senador da República por Deputado Federal, em ambiente utilizado para comunicação política”, escreveu a magistrada. Em outro trecho, a decisão afirma que “a proteção constitucional alcança palavras contundentes e críticas ásperas quando inseridas no exercício da representação política”, concluindo pelo reconhecimento da imunidade parlamentar material. Crítica política não equivale a condenação A sentença também faz distinção entre acusações judiciais e linguagem política. Segundo a juíza, a postagem “mistura fatos, inferências e linguagem de combate político” e utiliza expressões como “filho mais corrupto”, “bem ao estilo de milícia” e referências às “rachadinhas” como “juízos políticos depreciativos, não enunciados técnicos de condenação judicial”. Ainda de acordo com a decisão, as provas “demonstram exagero, simplificação e associação retórica entre fatos distintos”, mas não permitem concluir que Rogério Correia tenha inventado deliberadamente os fatos ou divulgado informações que sabia serem totalmente falsas. Tentativa de censura foi rejeitada Além da indenização, Flávio Bolsonaro pretendia obrigar o deputado petista a publicar uma retratação e impedir futuras manifestações sobre o caso. A magistrada negou ambos os pedidos. Para ele, obrigar um parlamentar a se retratar sem que houvesse reconhecimento de ilicitude configuraria violação à liberdade de manifestação política. Também rejeitou a tentativa de impedir futuras publicações, afirmando que “a simples possibilidade de nova manifestação não autoriza proibição genérica de abordar o episódio ou criticar o autor, sob pena de censura prévia”. Como a postagem já havia sido retirada da rede social antes do julgamento, apenas esse pedido perdeu o objeto. Todos os demais foram julgados improcedentes. Ao final, Flávio Bolsonaro foi condenado ao pagamento das custas processuais e de honorários advocatícios fixados em 10% sobre o valor da causa. Leia a decisão na íntegra Entenda a situação Richarlison volta a cobrar Flávio Bolsonaro para “devolver” mansão em ilha de Angra Notícia anteriorPróxima notícia Angra dos Reis RJDeputado FederalPL Partido LiberalPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSul Fluminense Costa Verde Médio Paraíba Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça 23/07/2026 PL vê desgaste de Flávio em convenção após inquérito aprovado por Mendonça 23/07/2026 Desesperado, Flávio Bolsonaro implora por apoio de Michelle: “Desculpa” 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Presidente Lula precisa vetar projeto que reduz Floresta Nacional do Jamanxim Ricardo Salles diz que Brasil devia ter ‘cedido’ para evitar tarifaço dos EUA: ‘Foi para o tudo ou nada’ Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme Ação no STF questiona eleição antecipada para presidência da Câmara de Araruama PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo
Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro

Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro Dirigentes avaliam que sucessão de episódios dificulta tentativa de afastar presidenciável do banqueiro e mantém desgaste às vésperas da campanha Por Luísa Marzullo | O Globo 23/07/2026 Flávio Bolsonaro durante transmissão online; pré-candidato emula estilo do pai em meio a crise na campanha — Foto: Reprodução Brasília – A divulgação de documentos que mostram que o escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recebeu R$ 500 mil de uma empresa ligada a uma consultoria abastecida com recursos do Banco Master reacendeu a preocupação na cúpula do PL. Embora o presidenciável sustente que a contratação foi legal e sem qualquer relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, dirigentes da legenda avaliam reservadamente que o novo episódio prolonga uma crise que a campanha tentava deixar para trás desde maio e amplia a desconfiança em torno da relação entre os dois. Nos bastidores, integrantes do entorno do presidente do partido, Valdemar Costa Neto, afirmam que o principal temor não é apenas o impacto desta revelação, mas a possibilidade de novos capítulos surgirem durante a campanha presidencial. A avaliação é que a sucessão de episódios envolvendo Vorcaro alimenta dúvidas no meio político e dificulta convencer aliados de que o assunto foi definitivamente encerrado. Segundo aliados ouvidos pelo GLOBO, o problema é que Flávio tem enfrentado “uma crise atrás da outra”, sempre afirmando que não há fatos que ainda não se tornaram públicos. Segundo esses interlocutores, a sensação é de desconfiança diante de possíveis novos desdobramentos. Neste contexto, o episódio provoca indignação justamente por reabrir um tema que o PL considerava superado. A leitura é que, independentemente das explicações apresentadas por Flávio, cada nova revelação mantém o nome do senador associado ao banqueiro e oferece munição para adversários explorarem o assunto ao longo da campanha. A preocupação se soma a uma sequência de episódios envolvendo Vorcaro. Em maio, vieram à tona mensagens mostrando que Flávio negociava com o banqueiro o financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. Planilhas revelaram repasses de pelo menos R$ 61 milhões para a produtora responsável pela obra, que passaram a ser investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro André Mendonça. Já na semana passada, uma foto de Flávio com Sicário, chefe de uma milícia privada organizada por Vorcaro, começou a circular. O senador alegou desconhecer a foto e também disse que se tratava de inteligência artificial. Agora, documentos revelados pelo portal Metrópoles e confirmados pelo GLOBO mostram que o escritório de advocacia de Flávio recebeu R$ 500 mil da Contábil Correa por serviços de assessoria jurídica. A empresa tem como único sócio Rogério Lourenço Novo, que também é diretor da consultoria Copenhagen. Documentos da Receita Federal obtidos pela CPI do Crime Organizado mostram que o Banco Master repassou R$ 57,9 milhões à Copenhagen entre 2024 e 2025. O escritório do senador também emitiu duas notas fiscais, no valor total de R$ 1 milhão, para a consultoria, mas os documentos foram cancelados. Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio reconheceu que prestou serviços advocatícios à Contábil Correa, mas negou qualquer relação com os recursos do Banco Master. Segundo ele, a contratação pela Copenhagen nunca foi efetivada. — Fiz um trabalho para uma empresa. Fui contratado para isso e prestei serviços advocatícios. Relação completamente legal e privada. Em outra oportunidade, não aceitei trabalhar para essa empresa chamada Copenhagen, que supostamente foi usada por Daniel Vorcaro para fazer pagamentos a algumas pessoas. Não foi o meu caso. Cancelei duas notas fiscais — afirmou. Auxiliares do presidenciável sustentam que não há qualquer irregularidade no caso e avaliam que a repercussão da nova revelação foi menor do que a provocada pelas negociações para o financiamento do filme Dark Horse. Na avaliação desse grupo, o episódio é excessivamente técnico, envolve contratos privados e diferentes pessoas jurídicas, o que dificulta sua compreensão pelo eleitor comum e reduz seu potencial de desgaste político. Por isso, a orientação na campanha foi se restringir aos esclarecimentos já apresentados por Flávio. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaReceita FederalSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro 23/07/2026 Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou 24/07/2026 Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com instituto investigado Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro
Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara

Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara Denúncia relata dificuldade para conseguir medicamentos para hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares na Farmácia Municipal. Por Diego Varsi | g1 23/07/2026 Falta de medicamentos na farmácia municipal — Foto: Prefeitura de Itaocara / Redes Sociais Itaocara – Uma moradora de Itaocara, no Noroeste Fluminense, denunciou a falta de medicamentos na rede municipal de saúde. Segundo ela, o pai, um idoso com hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares, está sem receber parte dos remédios de uso contínuo fornecidos pelo município. De acordo com a denunciante, o paciente toma mais de 20 comprimidos por dia e, há meses, a família precisa comprar a maior parte da medicação, o que tem comprometido o orçamento doméstico. Entre os medicamentos que estariam em falta, a moradora cita tanto remédios de uso contínuo quanto medicamentos considerados básicos, como losartana e ácido acetilsalicílico (AAS). A Secretaria Municipal de Saúde de Itaocara foi procurada para informar os motivos do desabastecimento e se há previsão para a regularização do fornecimento. Até a publicação desta reportagem, não tivemos retorno. Notícia anteriorPróxima notícia Itaocara RJNorte e Noroeste Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara 23/07/2026 Comerciantes denunciam condições precárias de banheiros sob ponte em Campos: ‘situação feia’ 27/07/2026 Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas 28/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro Escritório de Flávio usa mesma contabilidade do Careca do INSS Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada
‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO)

‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO) No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a fase que vive o filho 01 de Jair Bolsonaro. Por Carlos Andreazza | O Estado de S.Paulo 23/07/2026 ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), recebeu R$ 500 mil de uma empresa, cujo dono está envolvido no esquema do Banco Master, de Daniel Vorcaro. A relação aparece em uma nota fiscal, emitida em 9 de abril de 2025 pelo escritório de advocacia que leva o nome do senador. O documento, revelado pelo Metrópoles e confirmado pelo Estadão, indica que Flávio Bolsonaro, que é advogado, prestou serviço de “assessoria jurídica” à empresa Contábil Correa Contabilidade & Auditoria LTDA. A empresa tem como sócio-administrador Rogério Lourenço Novo, que também é diretor da Copenhagen e Assessoria e Consultoria S.A, empresa do conglomerado do Master. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador confirmou ter prestado serviços de advogado para Contabil Correa por meio de um contrato privado e legal. O presidenciável, porém, não explicou quais teriam sido os serviços jurídicos e disse que estão tentando “marginalizar a advocacia”Em outra frente, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) criticaram as declarações do senador sobre urnas eletrônicas em encontro com embaixadores. Flávio, que também é pré-candidato à Presidência, participou nesta terça-feira, 21, em Brasília, de encontro com embaixadores estrangeiros. Durante o evento, o senador pediu que os países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para as eleições. Já no Rio de Janeiro, o ex-governador do Estado, Anthony Garotinho (Republicanos-RJ), disse à Coluna do Estadão que gravou um vídeo negando a participação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na chamada “noite das astronautas”, uma suposta festa sexual promovida por Daniel Vorcaro, a pedido do próprio presidenciável do PL. Procurado, Flávio não se pronunciou.https://www.youtube.com/watch?v=iF__9hbJn5I Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorMissãoPL Partido LiberalPSD Partido Social DemocráticoRepublicanosSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO) 23/07/2026 Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” 23/07/2026 Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo Como nascem os jabutis Apesar da proibição de atividade política, Bolsonaro decidirá vice de Flávio, diz Valdemar Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é ‘uma tragédia’ quando ‘abre a boca’ Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento
PL lança Luciano Zucco ao governo do RS, ex-presidente da CPI do MST que recebeu doação de condenado por trabalho escravo

PL lança Luciano Zucco ao governo do RS, ex-presidente da CPI do MST que recebeu doação de condenado por trabalho escravo Zucco terá Silvana Covatti como vice e Marcel van Hattem e Ubiratan Sanderson na disputa pelo Senado Por Raony Salvador | Fórum 22/07/2026 O deputado federal Zucco (PL-RS) – (Marina Ramos / Câmara dos Deputados) O PL oficializou nesta quarta-feira (22) a candidatura do deputado federal Luciano Zucco ao governo do Rio Grande do Sul. A chapa terá Silvana Covatti, do PP, como vice, enquanto Marcel van Hattem, do Novo, e Ubiratan Sanderson, do PL, disputarão as duas vagas ao Senado. A candidatura reúne sete partidos e apresenta Zucco como o principal nome do bolsonarismo na disputa pelo Palácio Piratini. Por trás do lançamento, há uma trajetória marcada pela proximidade com Jair Bolsonaro, pela atuação contra movimentos sociais e por vínculos políticos com setores do agronegócio envolvidos em controvérsias trabalhistas. Da segurança de Dilma ao bolsonarismo Tenente-coronel do Exército, Zucco integrou a equipe responsável pela segurança da Presidência durante o governo Dilma Rousseff. Ele entrou no serviço em dezembro de 2010 e, posteriormente, foi transferido para a estrutura presidencial em Porto Alegre. Em 2018, abandonou a discrição da carreira militar para se eleger deputado estadual pelo PSL, então partido de Bolsonaro. Foi o candidato mais votado para a Assembleia gaúcha. Quatro anos depois, já pelo Republicanos, recebeu 259 mil votos e tornou-se também o deputado federal mais votado do Rio Grande do Sul. Financiamento sob suspeita trabalhista Na primeira campanha, Zucco recebeu R$ 10 mil do fazendeiro Bruno Pires Xavier, integrante de uma família empresarial atingida por ações relacionadas a trabalho análogo à escravidão. O Grupo Quatro Marcos esteve ligado a propriedades onde centenas de trabalhadores foram resgatados em diferentes fiscalizações. Em uma delas, 23 pessoas foram encontradas em condições degradantes. A Justiça do Trabalho condenou integrantes e empresas do grupo ao pagamento de indenização por danos morais coletivos. Depois de eleito para a Câmara, Zucco aproximou-se da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, a Farsul. A entidade apoiou a instalação da CPI do MST e defendeu a flexibilização de normas de proteção à saúde e à segurança dos trabalhadores rurais. CPI do MST e microfone cortado Zucco ganhou projeção nacional em 2023 ao propor e presidir a CPI do MST. Logo na primeira sessão, cortou o microfone da deputada Sâmia Bomfim, do PSOL, quando ela mencionava a autorização do Supremo Tribunal Federal para que a Polícia Federal investigasse o parlamentar por suspeita de incentivo a manifestações antidemocráticas. O episódio ampliou as críticas à condução da comissão, marcada por confrontos entre governistas e bolsonaristas. Meses depois, o próprio Zucco reconheceu como desnecessária outra provocação dirigida a Sâmia durante os trabalhos da CPI. Arquivamento não analisou o mérito Em julho de 2023, Alexandre de Moraes determinou o arquivamento de uma apuração específica sobre o suposto patrocínio de atos antidemocráticos por Zucco. A decisão seguiu manifestação da Procuradoria-Geral da República, que informou que os mesmos fatos já eram tratados em um procedimento anterior, aberto em novembro de 2022. O arquivamento ocorreu para evitar a duplicidade das investigações, e não por uma conclusão definitiva sobre o mérito das suspeitas. Disputa pelo governo gaúcho Zucco entra na eleição como representante de uma aliança que reúne PL, PP, Novo, Republicanos, Podemos, Democrata e DC. Seu principal confronto deve ocorrer com Juliana Brizola, do PDT. Na pesquisa Quaest divulgada em abril, ela tinha 24% das intenções de voto, contra 21% de Zucco, em situação de empate técnico. Em junho, outro levantamento mostrou Juliana com 37% e o bolsonarista com 32%. A eleição gaúcha deverá colocar frente a frente dois projetos distintos: de um lado, a candidatura apoiada por Bolsonaro e por setores ruralistas; de outro, uma coligação formada por PDT, PT e PSOL. Notícia anteriorPróxima notícia CPI Comissão Parlamentar de InquéritoDemocracia Cristã DCDeputada FederalDeputado EstadualDeputado FederalExército Brasileiro EBNOVOPDT Partido Democrático TrabalhistaPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPodemosPolícia Federal PFPP ProgressistasPSLPSOLPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PL lança Luciano Zucco ao governo do RS, ex-presidente da CPI do MST que recebeu doação de condenado por trabalho escravo 22/07/2026 Receita pede que PF compartilhe laudos de joias sauditas dadas a Bolsonaro 23/07/2026 A nova ofensiva do MP do Rio contra núcleo do antigo gabinete de Carlos Bolsonaro 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Eduardo Bolsonaro volta a descredibilizar sistema eleitoral após dado falso de Flávio sobre urnas Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista
Mensagens e áudios indicam lista de propina do PCC para delegacias de SP (ÁUDIO)

Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Delegacias são citadas em conversas de operadores financeiros do PCC sobre supostos pagamentos de propina para ocultar lavagem de dinheiro Por Guilherme Bianchi e Renan Porto | Metrópoles 22/07/2026 Fachada do DEIC | Reprodução/Google Maps Pelo menos quatro delegacias de São Paulo foram citadas em conversas de operadores financeiros do Primeiro Comando da Capital (PCC) sobre supostos pagamentos de propina, de acordo com representação do Ministério Público do Estado (MPSP). Mensagens trocadas entre os criminosos indicam pagamentos ao 13° Distrito Policial (Casa Verde), ao 39° Distrito Policial (Vila Gustavo), ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e a uma Seccional da Polícia Civil para proteger esquema de lavagem de dinheiro da facção. O MPSP deflagrou, na manhã desta terça-feira (21/7), a Operação Janus para desarticular rede suspeita de lavar dinheiro para o crime organizado. A investigação apontou a existência de um “banco paralelo” operado por criminosos para ocultar e dar aparência de legalidade ao dinheiro oriundo do crime. Até o momento, 11 suspeitos foram presos. Bruno Ramos Fernandes, acusado de ser um dos responsáveis por viabilizar o fluxo de valores do “banco paralelo”, foi um dos capturados. Em uma troca de mensagens com Robson Martins de Souza, apontado como uma das figuras centrais do esquema, os criminosos trataram sobre a necessidade de arrumar dinheiro vivo para pagar policiais do 13° e do 39° DPs, além de uma Delegacia Seccional da zona norte. Segundo a investigação, os presos utilizavam um código para ocultar as quantias reais, removendo o último dígito dos valores. Assim, eles mencionavam pagamentos de R$ 7,5 mil e R$ 15 mil às delegacias. Em outra conversa pelo WhatsApp, dessa vez com Cléber Azevedo dos Santos, outra peça central ao lado de Robson, Bruno Fernandes foi ordenado a separar R$ 50 mil para “pagar a polícia”, conforme documento do MPSP. Procurada pela reportagem, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que “apoia integralmente as investigações conduzidas pelo Ministério Público e mantém atuação permanente de cooperação com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no enfrentamento às organizações criminosas”. A pasta ressaltou que não admite qualquer desvio de conduta por parte de seus agentes e que as polícias Civil e Militar atuam, por meio de suas Corregedoria, para assegurar a apuração rigorosa de eventuais irregularidades. “A SSP não admite qualquer desvio de conduta por parte de seus agentes. Todas as denúncias ou indícios de irregularidades são apurados com rigor e, caso haja comprovação de ilícitos, os responsáveis são responsabilizados nas esferas administrativa e criminal, na forma da lei”, escreveu. “Precisa pagar os polícia do Deic” Áudios obtidos pelo Metrópoles também mostram Cléber Azevedo pedindo a liberação de R$ 100 mil aos companheiros do esquema para um “cliente” do crime organizado pagar o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil. Em outra gravação, que teve como destinatário Amjad Ahmad, também apontado como operador financeiro da facção, Cléber fala sobre suposto pedido de pagamento feito por policiais civis do setor de crimes cibernéticos do Deic. Segundo o investigado, os agentes queriam “tomar 300 conto [R$ 300 mil] dele”. “Oh, meu amigo, como é que cê tá? Tudo bom? Espero que esteja tudo bem. Deixa eu te fazer uma pergunta. Aquela vez que te ajudaram lá no Deic… eu tô com um problema lá. Caí num golpe que eu te falei lá. O cara colocou um dinheiro ruim na minha conta. Bloqueou 11 conto e tô com 5 pau bloqueado. Foi um golpe mesmo. Eu tenho as pessoas tenho tudo. Além de tudo os caras querem indiciar o Robson, e ainda querem tomar 300 conto dele”, afirmou Cléber na gravação — que também não teve a data especificada. Operação Janus A Operação Janus, deflagrada na manhã desta terça-feira (21/7), investiga a atuação de operadores financeiros em benefício do PCC. Os alvos são suspeitos de movimentar recursos financeiros, realizar operações de conversão de dinheiro em espécie em transferências bancárias e atuar na ocultação, circulação e disponibilização de valores atribuídos à facção. Segundo as autoridades, na prática, os investigados recebiam o dinheiro ilícito e devolviam os valores por meio de transferências eletrônicas realizadas por pessoas jurídicas criadas, o que camuflava a origem criminosa. Ao todo, as autoridades cumprem 18 mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Estadual de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens, Direitos e Valores. Cinco deles estão foragidos. Veja quem são todos os alvos: Cléber Azevedo dos Santos (preso) Robson Martins de Souza (preso) Antonio Carlos Ubaldo Junior (preso) Paulo Rogério Silva (preso) Odair Alves da Silveira Filho (preso) Leonardo Meirelles (foragido) Marlon Antonio Fontana (preso) Bruno Ramos Fernandes (preso) Meire Bomfim da Silva Poza (presa) Fernanda Esteves Silva Lopes (presa) Danillo Vinicius da Silva Rosario (foragido) André de Souza Haddad (preso) Antonio Carlos Sampaio (foragido) Alexandre Viriato da Silva (preso) Raphael Flores Rodriguez (foragido) Amjad Ahmad (foragido) Eduardo Américo Coelho (preso) Marcelo de Morais Oliveira (preso) Deic já foi chamado de “banco” por doleiro: “A gente só deposita” Em uma outra conversa, no dia 15 de junho, Cleber Azevedo enviou uma foto do interior do Deic ao doleiro Raphael Flores Rodrigues. O doleiro, identificado na conversa como “Batata”, ironizou: “É a fachada do banco aí. Isso aí não é delegacia, é banco. Só que só deposita, nunca saca”. O material obtido indicou à investigação a existência de um fluxo de pagamento de propinas, intituladas “despesas do Deic”, e a divisão dos valores por meio de empresas de fachada e dinheiro vivo. Raphael Flores Rodriguez foi preso pela Polícia Federal (PF) no fim de março durante a segunda fase da Operação Narco Azimut, por suspeita de envolvimento em um outro esquema, de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Em 2020, ele foi condenado em uma ação relacionada à Lava Jato por um esquema de envio de dinheiro para o exterior em benefício de Alberto Youssef. https://www.youtube.com/watch?v=Rfv82i_ufqg Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCamaçari BAPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger
MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu

MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé expediu, nesta segunda-feira (20/07), Recomendação para que o Município de Casimiro de Abreu adote, no prazo máximo de 60 dias, medidas para aumentar o controle, a fiscalização e a transparência no uso de veículos oficiais da Câmara Municipal. Por MPRJ 22/07/2026 MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) pede que haja divulgação, no Portal da Transparência, da composição atualizada da frota, com indicação da placa, modelo, ano de fabricação e número patrimonial. Além disso, que durante a utilização, sejam feitos registros de informações do veículo, a data de saída e chegada, horário de saída e retorno, quilometragem inicial e final, destino e o nome do motorista. Por fim, que os veículos oficiais sejam identificados com adesivação padronizada da Câmara Municipal de Casimiro de Abreu, de forma a permitir o reconhecimento pela população e pelos órgãos de controle. A Recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil que apura possíveis irregularidades relacionadas ao uso dos veículos. De acordo com o documento, foram identificadas falhas na identificação dos automóveis, na transparência sobre sua utilização e no controle dos deslocamentos realizados por parlamentares e assessores. A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé estabeleceu prazo de dez dias para que seja informada se a Recomendação será acatada. Notícia anteriorPróxima notícia Casimiro de Abreu RJMP-RJRegião dos Lagos Baixada Litorânea Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu 22/07/2026 GAESF/MPRJ ajuíza ação para suspender benefícios fiscais concedidos a empresa do setor alimentício 21/07/2026 Nova Iguaçu: Empresa em recuperação judicial já recebeu cerca R$ 425 milhões da Prefeitura 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Guapimirim: Prefeitura fez uso indevido de dinheiro repassado via ‘emenda Pix’ para a Saúde, aponta o Tribunal de Contas da União Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro O Brasil nega vistos a delegação dos EUA com o objetivo de contestar o sistema eleitoral, dizem autoridades