Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro compra mansão por R$ 14,5 milhões

Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro compra mansão por R$ 14,5 milhões Patrimônio de José Vicente Santini chega a R$ 23 mi e foi construído depois de seus cargos no governo de Jair Bolsonaro Por Alice Maciel e Juliana Dal Piva | ICL Notícias 30/06/2026 Patrimônio de José Vicente Santini chega a R$ 23 mi e foi construído depois de seus cargos no governo de Jair Bolsonaro O advogado José Vicente Santini, um dos coordenadores da pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), comprou, em setembro de 2025, uma mansão no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, por R$ 14,5 milhões. Ao todo, o patrimônio de Santini é de ao menos R$ 23 milhões, em nove imóveis adquiridos desde 2022, conforme levantamento do ICL Notícias. A aquisição mais recente, a mansão no Lago Sul, tem uma área total de 1.312,50 metros quadrados e 635,8 metros quadrados de área construída. De acordo com as certidões de matrícula e escritura do imóvel, obtidas pelo ICL Notícias, ele pagou R$ 4 milhões de entrada e financiou R$ 10,5 milhões no Banco Regional de Brasília (BRB). No documento, não há informação de como o pagamento da entrada foi realizado, se em dinheiro ou transferência bancária, por exemplo, como determina a Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ). O imóvel foi comprado por Santini em conjunto com sua companheira, a jornalista Mariana Flores Pinto. O empréstimo junto ao BRB prevê parcelas iniciais de R$ 128 mil mensais, com prazo de pagamento de 30 anos pela tabela SAC (Sistema de Amortização Constante). O valor do empréstimo, de R$ 10,5 milhões, chama a atenção porque as regras do financiamento exigem que a prestação não comprometa mais de 30% da renda mensal de quem o contrata. O ICL Notícias fez uma simulação baseada nas regras do BRB descritas no contrato e verificou que, para pagar R$ 128 mil por mês de prestação, Santini e a companheira tiveram que comprovar uma renda de cerca de R$ 429 mil, ou seja, uma renda mensal de quase meio milhão de reais. Em primeiro plano, mansão comprada por Santini no Lago Sul, bairro nobre do DF, por R$ 14,5 milhões (Foto: Marlus Naves) A reportagem esteve no local nesta segunda-feira (29), por volta das 11h50. A pessoa que atendeu à reportagem informou que o imóvel está vazio, uma vez que passa por obras desde abril. Questionado pelo ICL Notícias, Santini disse que ainda não sabe se pretende morar no imóvel. “Fiz um negócio que eu achei que o preço… que era um local que podia valorizar. Então, eu não sei ainda se eu vou tentar me organizar e botar à venda. Eu não sei se vou futuramente colocar meu escritório de advocacia. Não sei ainda”, afirmou Santini. Ele também disse que a renda necessária para comprovar quase R$ 500 mil é oriunda, em grande parte, de seu escritório de advocacia e de uma empresa de segurança que possui com o irmão. “O dinheiro está tudo declarado, imposto está pago. Não tenho nenhum problema com nenhum desses assuntos aí que eu te falei. Tenho 20 anos de advocacia, tenho uma história familiar, tenho uma empresa”, completou, mas disse que não podia revelar quem são seus clientes e também afirmou não saber quantos advogados trabalham em seu escritório. Leia a entrevista completa aqui. BRB no caso Master A escritura pública feita para oficializar a compra do imóvel foi lavrada em 2 de setembro de 2025, no 2º Ofício de Notas de Sobradinho, no Distrito Federal. Com isso, a operação de compra da mansão de Santini se deu dois meses antes da Operação da Polícia Federal contra o Banco Master, deflagrada em novembro, quando o banqueiro Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez. O imóvel foi adquirido quando Santini ocupava o cargo de assessor especial no governo de Tarcísio de Freitas, com salários que variavam entre R$ 21 mil e R$ 23 mil. Desde o início de 2026, ele passou a integrar a equipe de pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Nos bastidores do PL, ele é apresentado como o responsável por organizar os principais compromissos e agendas do primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele também tem atuado como advogado da legenda. “É uma coordenação informal, né? Assim é uma pré-campanha, né?”, explicou Santini, ao dizer que atuou na formulação de palanques. “Assim, precisava de alguém que conhecesse as pessoas para falar em nome dele (Flávio), né? Não dava pra ser qualquer pessoa, né? Pra ficar tratando assim com os candidatos, organizando os palanques, fazendo as estruturas ali das agendas dos estados”, observou sobre seu trabalho. Trecho da escritura do imóvel Início do patrimônio de Santini O primeiro imóvel comprado por Santini foi adquirido em 2020. Era uma cobertura de 324 metros quadrados no bairro Noroeste, em Brasília, pela qual ele pagou R$ 3 milhões em um contrato direto com a construtora. Já em 2022, ele fez um novo negócio e comprou sua primeira mansão no Lago Sul por R$ 6,7 milhões — no mesmo período em que recebia salário de R$ 16,9 mil mensais como secretário nacional de Justiça do governo Bolsonaro. O negócio foi revelado pelo portal Metrópoles. Na ocasião, ele colocou a cobertura como permuta para a compra já pelo valor de R$ 4,2 milhões. Essa é a casa onde ele mora atualmente, conforme apurou o ICL Notícias após ir até o local. A casa comprada em 2022 é próxima do condomínio do Lago Sul, onde Flávio Bolsonaro havia adquirido recentemente uma mansão por R$ 5,9 milhões. O presidenciável também obteve financiamento junto ao BRB para comprar sua mansão. O novo imóvel de Santini, comprado em 2025, também fica no mesmo setor residencial. Três anos depois, a nova mansão adquirida pelo coordenador da pré-campanha de Flávio é mais do que o dobro daquele valor. Em 2025, ele comprou também sete terrenos em São Paulo junto com seu irmão, o tenente Nelson Santini Neto. Ao todo, o investimento foi de cerca de R$ 1,8 milhão. O imóvel Somente o imposto de transmissão do imóvel (ITBI) da nova mansão
PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias

PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias Ação investiga esquema de lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recursos públicos, especialmente da área da saúde Por Elijonas Maia e Camille Barbosa | CNN Brasil 30/06/2026 Washington Reis (MDB) Brasília e Rio de Janeiro – PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de CaxiasA PF (Polícia Federal) deflagrou nesta terça-feira (30) a segunda fase da operação Anáfora, com mandados sendo cumpridos nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Duque de Caxias. A ação mira um esquema de lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recursos públicos. Segundo a PF, as verbas seria destinadas, especialmente, à área da saúde. Ao todo, são cumpridos 14 mandados de busca e apreensão: dez expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e outros quatro expedidos pelo TRF2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região). Segundo apurou a CNN Brasil com fontes da PF, Washington Reis não foi diretamente alvo das buscas. Os mandados foram cumpridos em endereços vinculados a ele, que ex-prefeito de Duque de Caxias e presidente estadual do MDB. Também foram alvos familiares do político. Durante o cumprimento dos mandados, os agentes da PF encontraram dinheiro vivo na sala de uma empresa ligada a Washington Reis. As cédulas estavam dentro de um saco preto escondido embaixo do sofá e totalizavam R$ 450 mil. A investigação acontece em instância superior porque há entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a manutenção do foro privilegiado, mesmo após o término do mandato. O ex-prefeito foi alvo de buscas na primeira fase da operação, deflagrada em setembro de 2022 para investigar a contratação de uma cooperativa de trabalho pelo município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Naquela época, contrato e aditivos passavam de meio bilhão de reais. Agora, a PF encontrou indícios de que os investigados estariam ocultando patrimônio por meio de terceiros, além de realizar despesas incompatíveis com sua condição financeira. Os suspeitos também estariam participando de negociações vinculadas a imóveis. Em nota à imprensa, Washington Reis negou qualquer vínculo com as empresas alvo de busca na nova fase da operação. Ele também afirmou ter colaborado com as investigações e que “nada foi encontrado que desabone sua conduta”. “O presidente do MDB do Estado do Rio de Janeiro também afirma ser o maior interessado na continuidade das investigações conduzidas pela Polícia Federal, para que os responsáveis por eventuais crimes sejam identificados e responsabilizados na forma da lei”, acrescenta. Notícia anteriorPróxima notícia Duque de Caxias RJMDB Movimento Democrático BrasileiroNiterói RJPolícia Federal PFPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSTF Supremo Tribunal FederalTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos

PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos 2ª fase da Operação Anáfora cumpre mandados em endereços ligados aos investigados nas cidades do Rio de Janeiro, de Niterói e de Duque de Caxias Por Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro 30/06/2026 Dinheiro apreendido na Operação Anáfora Rio de Janeiro – Nesta terça-feira (30/6), a Polícia Federal deflagrou a 2ª fase da Operação Anáfora, para combater lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recurso públicos, especialmente aqueles destinados à área da saúde. Na ação, policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão, sendo 10 expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e outros 4 pelo TRF2. A apuração dos atos de lavagem foi aprofundada após a deflagração da primeira fase da operação, no ano de 2022. Foi apurado que investigados mantinham bens próprios em nome de terceiros, realizavam despesas incompatíveis com a própria condição financeira e participavam de negociações vinculadas a imóveis. Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outros delitos que venham a surgir no decorrer das investigações. Durante cumprimento das ordens judiciais em Duque de Caxias/RJ, foram encontrados R$ 450 mil em espécie ocultos em uma empresa vinculada a um investigado da operação. Notícia anteriorPróxima notícia Duque de Caxias RJNiterói RJPolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos 30/06/2026 PF cumpre segunda fase da Operação Anáfora, que investiga desvios de recursos na área da saúde na cidade de Duque de Caxias 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
EXCLUSIVO: Eduardo Bolsonaro se hospedou em hotel 5 estrelas para ver jogo do Brasil na Copa em Miami

EXCLUSIVO: Eduardo Bolsonaro se hospedou em hotel 5 estrelas para ver jogo do Brasil na Copa em Miami Em Miami, Eduardo Bolsonaro se hospedou no luxuoso W South Beach, com diárias de R$ 16 mil para o dia do jogo entre Brasil e Escócia. Na Copa, hotel oferece “experiência” de 1 milhão de dólares, com direito a escolta policial para ver jogos. Por Plínio Teodoro | Fórum 30/06/2026 Eduardo Bolsonaro no luxuoso hotel W South Beach, em Miami, para assistir Brasil na Copa (Divulgação / Exclusivo Fórum) Investigado pela Polícia Federal (PF) por suspeita de ser bancado nos EUA por Daniel Vorcaro, que enviou cerca de 10 milhões de dólares ao fundo Havengate, administrado pelo seu advogado Paulo Calixto, Eduardo Bolsonaro se hospedou no luxuoso hotel W South Beach para assistir ao jogo entre Brasil e Escócia, realizado no dia 24 de junho no Hard Rock Stadium, em Miami na fase classificatória da Copa do Mundo. Imagens exclusivas obtidas pela Fórum mostram Eduardo sem camisa em área reservada do hotel da rede Marriott, que fica em frente ao mar “na região mais exclusiva de South Beach”. “O empreendimento oferece acesso direto à praia, piscinas com serviço de cabanas, spa, academia de alto padrão, quadras de tênis, pickleball e basquete, além de restaurantes renomados, como o Mr. Chow. Sua localização permite chegar a pé aos principais restaurantes, galerias de arte, lojas e à vida noturna de South Beach, sendo uma escolha frequente de celebridades, atletas e executivos que buscam uma hospedagem de alto padrão”, diz o texto sobre o hotel no site da rede Marriot. Em dias normais, a hospedagem no hotel custa a partir de US$ 563 com taxas, ou cerca de R$ 2.915 – quase dois salários-mínimos. No entanto, referências públicas encontradas no Trivago revelam que para a data do jogo do Brasil, em 24 de junho, os valores chegaram a US$ 3.201 por noite, ou R$ 16.577. A Fórum teve acesso às fotos por meio de uma fonte que se hospedou no mesmo hotel no dia do jogo entre Brasil e Escócia e fez os flagrantes. Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro publicou dois vídeos em Miami no dia da partida da Copa, nenhum deles tinha a marcação do local onde se hospedou – a referência era apenas “Miami”. Pacote de 1 milhão de dólares para superestrelas do futebol Além de elevar os preços durante os jogos, o W South Beach anuncia em seu site um “pacote de um milhão de dólares para superestrela do futebol”. “Para o verão de futebol internacional em Miami, o W South Beach apresenta uma experiência de residência privada com acesso VIP aos jogos, acomodações em cobertura à beira-mar, passeios de iate privativos, gastronomia de nível Michelin e serviço personalizado durante todo o torneio”, diz o texto. No pacote milionário, o hóspede tem direito a se hospedar em duas coberturas contíguas de dois quartos com vista para o mar, com atendentes exclusivos e mordomos. Para as “experiências no dia do jogo”, a rede oferece “oito ingressos por partida” e “escolta policial” durante a ida ao estádio. Como “experiências adicionais”, o pacote inclui aluguel de iates particulares, experiência na Ferrari, 3 jantares privados com chef de nível Michelin, além de “degustações privadas de bebidas espirituosas raras e caviar” e “charutos diários”. *Colaborou Diego Feijó de Abreu Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Bahia: Jerônimo diz que não vai exonerar secretário investigado no escândalo do Master

Bahia: Jerônimo diz que não vai exonerar secretário investigado no escândalo do Master Eduardo Sodré Martins, enteado de Jaques Wagner, é suspeito de ter feito cobranças milionárias ao ex-sócio da instituição, Augusto Lima Por Pedro Jordão | Veja 30/06/2026 Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), é pré-candidato à reeleição em 2026 (Marcelo Camargo/Agência Brasil) O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou que não vai exonerar o seu secretário de Meio Ambiente, Eduardo Mendonça Sodré Martins, que é investigado pela Polícia Federal por suposto envolvimento no caso de corrupção do Banco Master. Para o petista, até o momento, não há nenhum motivo concreto para o afastamento do servidor, que é também enteado do senador Jaques Wagner (PT-BA), outro investigado pela PF no mesmo caso e que perdeu sua posição de liderança do governo Lula no Senado diante do escândalo. “De forma nenhuma nós vamos fazer afastamento sem qualquer tipo de motivação concreta, de provas. Eduardo é advogado, está se defendendo. Não está no script qualquer afastamento de nenhum secretário por motivo do que está acontecendo, de denúncias ou qualquer tipo de julgamento. Não há julgamento para que a gente possa definir ou determinar a saída de qualquer secretário”, afirmou Jerônimo Rodrigues em entrevista coletiva. Para as autoridades policiais, Eduardo Sodré Martins exercia um papel importante no esquema de corrupção, sendo responsável por cobrar Augusto Lima, ex-sócio do Master, os repasses milionários para a empresa de sua esposa (nora de Jaques Wagner). A PF acredita que o secretário tenha usado a empresa para ocultar vantagens indevidas, propina, relacionadas ao senador petista. Jaques Wagner, por sua vez, é investigado pela possibilidade de ter recebido propina de Augusto Lima em troca de atuação parlamentar em favor do Banco Master. Entre as vantagens indevidas que pode ter recebido estão um apartamento avaliado em 2,45 milhões de reais e o repasse para uma empresa do enteado (que soma 3,5 milhões de reais). Também teria sido disponibilizado ao senador o uso gratuito de aeronaves, além da entrega de ingressos para um show em Los Angeles, nos Estados Unidos. A investigação já prejudica a imagem de Lula no Nordeste. Segundo o último levantamento do Nexus, o petista caiu cinco pontos percentuais no Nordeste depois que o caso veio à tona. O presidente vai à Bahia nesta semana, mas desistiu de participar de uma importante caminhada ao lado de Jaques Wagner, como foma de se distanciar do problema. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
MPRJ ajuíza ação para que a Prefeitura elabore Plano Diretor de Comendador Levy Gasparian

MPRJ ajuíza ação para que a Prefeitura elabore Plano Diretor de Comendador Levy Gasparian A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Três Rios ajuizou, no último dia 22/06, uma ação civil pública (ACP), com pedido de liminar, para que o Município de Comendador Levy Gasparian elabore um Plano Diretor e uma Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização, a fim de garantir o planejamento urbano e fortalecer a prevenção de desastres. Por MPRJ 30/06/2026 MPRJ ajuíza ação para que a Prefeitura elabore Plano Diretor de Comendador Levy Gasparian O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) requer que a medida seja adotada no prazo de 20 dias úteis, com a apresentação de um cronograma formal de trabalho, além da definição de mecanismos de transparência e de participação social. Requer, ainda, que, durante o curso da ação, sejam apresentados ao Juízo relatórios mensais sobre o andamento do plano de ação. De acordo com a ACP, desde 2004, Levy Gasparian comunicou ao governo federal ao menos dez ocorrências de desastres relacionados a alagamentos, inundações, deslizamentos, enxurradas e colapso de edificações. Em 2023, o município foi incluído na lista nacional de municípios com alta suscetibilidade à ocorrência desses eventos. A Promotoria de Justiça ressalta que, durante uma reunião, representantes da Prefeitura informaram que pretendiam elaborar o Plano Diretor com recursos provenientes de uma compensação ambiental. No entanto, a documentação prometida não foi apresentada, e diversos ofícios encaminhados pelo MPRJ permaneceram sem resposta. Em caso de descumprimento, o MPRJ requer a aplicação de multa diária, em valor a ser fixado pelo Juízo. Notícia anteriorPróxima notícia Comendador Levy Gasparian RJMP-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj 30/06/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
PF cumpre segunda fase da Operação Anáfora, que investiga desvios de recursos na área da saúde na cidade de Duque de Caxias

PF cumpre segunda fase da Operação Anáfora, que investiga desvios de recursos na área da saúde na cidade de Duque de Caxias A PF e a CGU investigam um suposto favorecimento na contratação de uma cooperativa pela Secretaria de Saúde de Caxias cujos aditivos teriam ultrapassado R$ 563 milhões em dois anos. Por Bruno Pavan | CNBC 30/06/2026 Dinheiro apreendido na Operação Anáfora | Divulgação/ Polícia Federal A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (30), a segunda fase da Operação Anáfora. O objetivo da ação é combater um esquema de lavagem de dinheiro abastecido pelo desvio de recursos públicos, com foco especial em verbas que deveriam ser destinadas à área da saúde na cidade de Duque de Caxias. Na primeira fase, deflagrada em 2022, o ex-prefeito de Duque de Caxias e candidato a vice-governador na chapa de Cláudio Castro, Washington Reis (MDB), e o empresário Mário Peixoto eram os principais nomes investigados. Reis foi afastado na chapa de Castro posteriormente, dando lugar a Thiago Pampolha. Ao todo, os agentes cumprem 14 mandados de busca e apreensão. Destes, dez foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal, enquanto os outros quatro foram determinados pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), por envolverem alvos com foro privilegiado. Os mandados são cumpridos em endereços no Rio de Janeiro, em Niterói e em Duque de Caxias. Evolução das investigações As investigações sobre a lavagem de capitais ganharam força após os desdobramentos da primeira fase da operação, ocorrida em 2022. De acordo com a PF, os suspeitos utilizavam “laranjas” para ocultar bens próprios, ostentavam um padrão de vida com despesas incompatíveis com a renda declarada e participavam ativamente de transações imobiliárias suspeitas. A PF e a Controladoria-Geral da União (CGU) investigam um suposto favorecimento na contratação de uma cooperativa de trabalho pela Secretaria de Saúde de Caxias. O contrato e seus aditivos ultrapassaram R$ 563,5 milhões em pouco mais de dois anos. “A cooperativa em questão pertence a uma estruturada e complexa organização criminosa que vem operando no Estado do Rio de Janeiro em um contexto de corrupção sistêmica, por meio de desvio de recursos públicos, em especial na área da saúde, há décadas”, afirmou a PF. Os nomes dos alvos não foram divulgados. Próximos passos e penalidades Caso as suspeitas sejam confirmadas, os envolvidos poderão responder por organização criminosa, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. A PF informou que os investigados serão responsabilizados na medida de suas participações e que novos crimes podem ser identificados com o avanço da análise dos materiais apreendidos nesta terça-feira. Notícia anteriorPróxima notícia CGU Controladoria-Geral da UniãoDuque de Caxias RJGovernadorMDB Movimento Democrático BrasileiroNiterói RJPL Partido LiberalPolícia Federal PFPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJTribunal Regional Federal TRFVice-governador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF cumpre segunda fase da Operação Anáfora, que investiga desvios de recursos na área da saúde na cidade de Duque de Caxias 30/06/2026 PSDB e PSD pagaram R$ 1,1 milhão para aliada da “rainha do pó” em MG (VIDEO) 29/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Vorcaro pagou? Eduardo Bolsonaro vê jogo do Brasil em área vip de R$ 180 mil o ingresso

Vorcaro pagou? Eduardo Bolsonaro vê jogo do Brasil em área vip de R$ 180 mil o ingresso Aparição em espaço de luxo ocorre em meio a dúvidas sobre como Eduardo Bolsonaro se mantém nos Estados Unidos desde 2025 Por Raony Salvador | Fórum 29/06/2026 Eduardo Bolsonaro vê jogo do Brasil em área vip de R$ 180 mil o ingresso | Foto: Reprodução Eduardo Bolsonaro foi visto nesta segunda-feira (29) na área VIP do NRG Stadium, em Houston, antes da partida entre Brasil e Japão pela Copa do Mundo de 2026. Imagens divulgadas pelo portal LeoDias mostram o ex-deputado federal circulando pelo setor reservado, cumprimentando torcedores, conversando com admiradores e posando para fotos. A presença de Eduardo no espaço VIP levanta uma pergunta ainda sem resposta pública: quem pagou o ingresso? Ou ainda como no filme de 1992: qual A Mão que Balança o Berço esplêndido do ex-deputado? De acordo com o levantamento feito pelo jornalista Luiz Carlos Azenha, os tickets mais exclusivos para a partida custam cerca de US$ 35 mil cada, o equivalente a cerca de R$ 180 mil. Até o momento, no entanto, não há informação se a entrada foi comprada por ele, recebida como convite ou oferecida por terceiros. A dúvida ganha relevância pelo contexto financeiro e jurídico do ex-parlamentar. Eduardo vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, perdeu o mandato de deputado federal, tornou-se inelegível e teve bens bloqueados pela Justiça brasileira. Em sua última prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, antes das eleições de 2022, Eduardo declarou patrimônio de R$ 1,76 milhão. Desse total, R$ 1 milhão correspondia a um imóvel financiado. Ele também informou ter R$ 160 mil em um imóvel quitado e R$ 600 mil depositados em banco, valor que, segundo declarou, veio da venda de um curso online. Em vídeo publicado no Instagram em 17 de maio, Eduardo negou ser dono de uma casa em Arlington, nos Estados Unidos, que havia sido citada em reportagens. Na mesma gravação, afirmou que mora “de aluguel” e disse ter dificuldade para “honrar as parcelas” de um imóvel financiado no Brasil. No mesmo dia, em live com Paulo Figueiredo, Eduardo afirmou que se mantém nos EUA com “renda passiva”. Também citou ter recebido R$ 2 milhões de uma campanha feita por Jair Bolsonaro. O ex-presidente disse à PF, em junho de 2025, ter feito uma transferência via Pix nesse valor ao filho. Reportagem do Intercept Brasil apontou que Eduardo vive em uma mansão em Southlake, no Texas, avaliada em cerca de R$ 6 milhões e anunciada anteriormente para aluguel de aproximadamente R$ 30 mil por mês. A situação também é acompanhada pela Polícia Federal, que apura se recursos ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foram usados para bancar a permanência de Eduardo nos Estados Unidos. A suspeita surgiu no contexto das investigações sobre o financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro. Segundo reportagens baseadas em áudio revelado pelo Intercept, Flávio Bolsonaro pediu a Vorcaro US$ 24 milhões, cerca de R$ 134 milhões, para financiar a produção. Parte dos valores teria sido repassada. Os envolvidos negam irregularidades, e a produtora do filme nega ter recebido dinheiro do banqueiro. Outro ponto de atenção é a participação de Paulo Calixto, advogado de Eduardo Bolsonaro. Calixto era gestor do fundo que recebeu recursos destinados ao filme sobre Jair Bolsonaro, segundo as apurações divulgadas. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalPixPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
PSDB e PSD pagaram R$ 1,1 milhão para aliada da “rainha do pó” em MG (VIDEO)

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Táxi aéreo contratado por PSD e PSDB é de mulher citada pelo MPF como gerente da quadrilha de Karine Campos, a “rainha do pó” Por Andre Shalders | Metrópoles 29/06/2026 PSDB e PSD pagaram R$ 1,1 milhão a empresa ligada à “rainha do pó” O PSDB Nacional e o PSD de Minas Gerais pagaram pelo menos R$ 1,1 milhão a uma empresa de táxi aéreo pertencente a uma mulher denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por integrar a quadrilha de Karine Campos, considerada a maior traficante de cocaína do Brasil. A empresa de táxi aéreo se chama CNM Aviação. A sigla vem do sobrenome da dona, Juliana Costa Nobre Magalhães. Ela é irmã do traficante Leonardo Costa Nobre e, em 2023, foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por formação de quadrilha. Na denúncia, o MPF descreve Juliana como “gerente-executiva” da quadrilha. Do total gasto com voos, R$ 551,7 mil foram desembolsados pelo PSDB Nacional, e os R$ 555,4 mil restantes foram contratados pelo PSD de Minas Gerais. No caso do PSDB, os gastos ocorreram em abril e maio de 2022 — na época, a legenda era presidida pelo ex-deputado federal Bruno Araújo. Já as despesas do PSD de Minas se concentram entre maio e setembro de 2022, já no período eleitoral daquele ano. Houve também uma nota de R$ 22,2 mil em junho de 2023. Os gastos com a CNM Aviação estão registrados no repositório de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles foram consultados pela coluna usando um script simples na linguagem de programação R. Juliana foi investigada na Operação Flight Level, da Polícia Federal, que apura o funcionamento de uma quadrilha que supostamente enviava cocaína para a Europa. Seu irmão, Leonardo Costa Nobre, é considerado um dos líderes do grupo pelos investigadores. Ambos trabalham, segundo os investigadores, para a traficante Karine Campos, considerada a maior exportadora de cocaína do país. A CNM Aviação foi aberta por Juliana em 2021, pouco depois da deflagração da Flight Level. A empresa ocupa o mesmo hangar que antes era usado por uma firma de Leonardo Costa Nobre, a BHZ Táxi Aéreo. Em 2020, na gestão da BHZ, o mesmo hangar hoje ocupado pela CNM foi a origem de 175 kg de cocaína apreendidos no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. Como mostrou a coluna, a CNM recebeu R$ 54 mil da campanha de Alexandre Kalil ao governo de Minas pelo PSD em 2022 — hoje, ele é do PDT. A empresa recebeu ainda R$ 14,7 mil da campanha do deputado federal Eros Biondini (PL) em 2022 e R$ 14,1 mil da filha dele, a deputada estadual e cantora gospel Chiara Biondini (PL). Mais recentemente, em abril deste ano, a empresa passou a arrendar uma aeronave pertencente ao deputado federal Fred Costa (PRD-MG). Ele disse desconhecer a investigação sobre a empresa. Procurado, o PSDB disse que a empresa “apresentou toda a documentação necessária”. “O PSDB contratou, em 2022, uma empresa de táxi aéreo com CNPJ ativo, regular e com autorização para operar, que apresentou toda a documentação exigida para a prestação do serviço, incluindo certificados, seguros e licenças dos órgãos competentes. Tudo ocorreu dentro dos procedimentos administrativos adotados em todas as contratações realizadas pelo partido”, disse a legenda, em nota. “Os serviços prestados foram devidamente comprovados com a apresentação da documentação exigida pela Justiça Eleitoral. O PSDB não tem qualquer vínculo com essa e nem com qualquer outra empresa prestadora de serviço contratada”, disse o partido. O PSD também disse desconhecer as investigações à época da contratação. “Nas eleições gerais de 2022, o partido, após análise rigorosa do CNPJ e demais dados, contratou a empresa para prestação de serviços de táxi aéreo, conforme previsto pela legislação. Não se verificou, à época, nenhuma irregularidade”, disse o PSD em nota. O envolvimento com a quadrilha da “rainha do pó” Na denúncia de 2023 contra a quadrilha, o MPF atribuiu a Juliana Costa Nobre, dona da CNM, o papel de “gerente-executiva” da organização criminosa de Karine Campos, apelidada pela polícia de “rainha do pó” e considerada uma das maiores traficantes do país. Atualmente, ela está foragida. Juliana foi presa preventivamente e posteriormente liberada, antes de ser denunciada, em 2023, pelo crime de formação de quadrilha. O caso tramita na Justiça Federal em Minas Gerais. Após a prisão de seu irmão Leonardo e de André Eleutério, que dividia a liderança do grupo com ele, Juliana “assumiu a gestão dos negócios ilícitos antes gerenciados por Leonardo, seu irmão, mediante o uso de documentos falsos e a criação de empresas fraudulentas”, disse o MPF. “Juliana constituiu e administrou, em nome de André e de Leonardo, a empresa CNM Aviação e Táxi Aéreo no mesmo endereço da empresa BHZ, permitindo a ambos que continuassem auferindo vantagens econômicas por meio de bens e ativos que constituem produto ou proveito econômico do tráfico internacional de drogas e da lavagem de dinheiro praticados pela organização criminosa”, diz o MPF. “Com plena consciência de que sua conduta favorecia os negócios ilícitos da organização criminosa gerenciada por André e por Leonardo, Juliana emprestou seu nome para a constituição de uma nova pessoa jurídica, a CNM Aviação, a fim de ‘reativar’ o hangar anteriormente utilizado pela empresa BHZ”, diz a denúncia do Ministério Público. Empresária usou “procuração” de homem morto desde 1992 Na denúncia, o MPF narra ainda a existência de uma procuração outorgando a Juliana o direito de gerir o contrato do hangar no Aeroporto da Pampulha, onde funciona a CNM Aviação. Só há um problema: o documento, datado de 2021, foi “assinado” por um homem falecido em 1992. A procuração foi encontrada na conta de Juliana em um serviço de armazenamento de dados da Apple. O documento é datado de 13 de setembro de 2021 e “assinado” por Carmelito Cerqueira Lima, que, no entanto, faleceu em 7 de dezembro de 1992, em Itambé (BA). Na nuvem, havia também uma identidade falsa de Carmelito, emitida em
Presidente da Câmara de Curitiba é alvo de operação contra “rachadinha”

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta segunda-feira (29) pelo Gaeco, que também apura um esquema de venda de cargos Por Gabriela Garcia | CNN Brasil 29/06/2026 O presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Tico Kuzma (PSD) • Diretoria de Comunicação Social/CMC Porto Alegre – O presidente da Câmara Municipal de Curitiba (PR), vereador Tico Kuzma (PSD), foi alvo de uma operação, nesta segunda-feira (29), que apura um esquema de “rachadinha” e venda de cargos. Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão domiciliar e pessoal no âmbito da Operação Prática Corrente, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público. Conforme o MP, as ordens judiciais foram cumpridas em endereços ligados aos investigados, entre eles a Câmara Municipal de Curitiba. Os agentes apreenderam equipamentos eletrônicos e documentos que passarão por perícia. Uma quantia de dinheiro em espécie também foi apreendida, mas os valores não foram contabilizados até o momento. No início da sessão plenária desta segunda-feira, Kuzma se pronunciou sobre a operação. “Quem vive a vida pública sabe que, especialmente quando se aproxima um período eleitoral, infelizmente surgem pessoas de ma-fé, criando fatos e narrativas para atingir reputações e desgastar adversários por meio de redes sociais e também da imprensa”, afirmou. Além disso, o parlamentar disse que não foi formalmente comunicado sobre os fatos que motivaram a medida e que está buscando informações junto às autoridades competentes. Disse também que sua postura será de “absoluta tranquilidade, colaboração e compromisso com a verdade”. Kuzma também falou em nome da Câmara e afirmou que a Casa manterá uma postura de colaboração com as autoridades e que, assim que houver conhecimento oficial dos fatos, serão prestados esclarecimentos à população, à imprensa e aos vereadores. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Alcolumbre trava fim da escala 6×1, mas acelera PEC que impõe rombo de R$ 28 bilhões ao governo Lula

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Presidente do Senado usa controle da pauta para encurralar o Planalto: segura redução da jornada de trabalho enquanto avança com aposentadoria especial que agrava déficit previdenciário. Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 29/06/2026 Davi Alcolumbre – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Em uma demonstração de poder que explicita o uso do tempo legislativo como ferramenta de chantagem política, o senador Davi Alcolumbre (União-AP) adotou uma estratégia de pauta dupla no Senado Federal para encurralar a equipe econômica e a articulação política do governo Lula. De um lado, o presidente da Casa pautou para esta terça-feira (30) a PEC 14/2021, uma “pauta-bomba” que cria aposentadoria especial para agentes de saúde com impacto atuarial estimado em R$ 28 bilhões. De outro, mantém paralisada há mais de um mês a PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6×1, uma das vitrines sociais e eleitorais do Palácio do Planalto para 2026. A bomba fiscal de R$ 28 bilhões no plenário A ofensiva com a PEC 14/2021 ocorre à revelia dos alertas fiscais. A proposta institui regras de aposentadoria diferenciada para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias (idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 para homens). Ao acelerar a tramitação, Alcolumbre faz um aceno a uma base de quase 400 mil trabalhadores do SUS, transferindo o custo político de barrar o texto para o Executivo. Uma nota técnica do Ministério da Previdência Social revela o grau de comprometimento das contas públicas: a aprovação da matéria geraria um déficit atuarial de R$ 28,11 bilhões. Na próxima década, a insuficiência financeira dos regimes previdenciários dispararia dos atuais R$ 59,46 bilhões para R$ 84,18 bilhões. A área técnica do governo estima que 63% desse rombo recairá sobre estados e municípios (RPPS) e 37% sobre a União (RGPS). O sequestro do fim da escala 6×1 Enquanto a “pauta-bomba” avança a passos largos, o combate à jornada exaustiva de trabalho segue na gaveta. Aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio, a PEC 221/2019 — que reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais e extingue a escala 6×1 sem corte salarial, completou um mês parada à espera de um simples despacho de Alcolumbre. Como já detalhado pela cobertura da Fórum, o Planalto trata a proposta como pauta prioritária. No entanto, o presidente do Senado resiste ao rito expresso (envio direto à Comissão de Constituição e Justiça e, depois, ao plenário) defendido pelo governo, argumentando que a Casa “não será carimbadora” e que o texto precisa passar por mais comissões temáticas, atendendo ao lobby de entidades empresariais. A assimetria no tratamento de projetos evidencia o jogo duro. Enquanto a PEC do fim da escala 6×1 amarga um mês de inércia, a PEC 12/2026, do senador bolsonarista Rogério Marinho (PL-RN), que cria um modelo de contratação por hora e flexibiliza a jornada, foi despachada para a CCJ no mesmo dia em que chegou ao Senado. Pressão nas ruas e o calendário eleitoral O estrangulamento da pauta forçou o Planalto a agir. A missão de destravar a PEC 221/2019 foi entregue à nova líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), que tenta garantir a votação antes do recesso parlamentar de 17 de julho. O Planalto corre contra o relógio para evitar que o tema contamine o segundo semestre, quando o calendário eleitoral esvazia os corredores do Congresso. Sob forte pressão do governo e das redes, Alcolumbre finalmente convocou para esta quarta-feira (1º) a primeira reunião formal sobre a escala 6×1. O encontro sentará à mesma mesa Teresa Leitão, os deputados Erika Hilton (Psol-SP) e Reginaldo Lopes (PT-MG), o senador Paulo Paim (PT-RS) e Rick Azevedo, líder do movimento Vida Além do Trabalho (VAT). A temperatura, contudo, deve subir antes da reunião. Movimentos sociais, incluindo a Frente Brasil Popular e o Povo sem Medo, convocaram um Dia Nacional de Mobilização para esta terça-feira (30), com atos espalhados por diversas capitais, exigindo que o Senado pare de barganhar com o tempo livre da classe trabalhadora enquanto aprova benesses de impacto bilionário. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Depois da casa arrombada, Tribunal de Contas decide ampliar fiscalização sobre investimentos públicos em instituições financeiras

Depois da casa arrombada, Tribunal de Contas decide ampliar fiscalização sobre investimentos públicos em instituições financeiras Sem maiores cuidados a Cedae e o Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência), investiram cerca de R$ 3 bilhões em papeis sem garantia no Banco Master. Isto aconteceu sem grandes atenções dos órgãos de controle, que se deram orientação contrária não conseguiram impedir que os aportes fossem feitas. Por Elizeu Pires 29/06/2026 TCE-RJ | Foto: Reprodução Na última sexta-feira (26), o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) anunciou ter ampliado sua atuação para fiscalização de investimentos em instituições financeiras feitos por órgãos do governo fluminense, citando ter consolidado “uma linha de controle que já produziu uma das mais relevantes investigações sobre a gestão de recursos públicos no país”. De acordo com o TCE-RJ, seu conselho deliberativo “decidiu por uma auditoria extraordinária que amplia o escopo das análises dos investimentos e aplicações” feitas pelo Rioprevidência. Segundo o órgão fiscalizador, “as novas apurações decorrem das análises técnicas realizadas pelo Tribunal durante o exame das contas de governo do estado referentes ao exercício de 2025, que identificaram inconsistências envolvendo mais de R$ 6,5 bilhões em aplicações financeiras e motivaram o aprofundamento das investigações”. Ainda segundo o divulgado TCE-RJ foi “o órgão responsável por identificar e levar ao escrutínio as aplicações bilionárias realizadas pelo Estado no Banco Master, trabalho de fiscalização que alcançou ampla repercussão nacional e internacional e reforçou o papel estratégico da Corte na proteção do patrimônio público”, e agora está ampliando “o alcance desse trabalho com a instauração da auditoria extraordinária para examinar investimentos realizados em outras instituições financeiras que também passaram a ser alvo de investigações, operações policiais ou questionamentos por órgãos de controle, entre elas o conglomerado Mirae Asset, o Banco Genial e o Banco Digimais”. Segundo o TCE-RJ, seu presidente, o conselheiro Márcio Pacheco, “determinou o levantamento de todos os processos fiscalizatórios em tramitação na Corte que tratam de instituições financeiras, como Banco Master, Banco Digimais e outras, bem como daqueles relacionados aos investimentos realizados pelos regimes próprios de previdência”, e “o objetivo é organizar e integrar as fiscalizações já em curso, permitindo uma atuação ainda mais eficiente e eficaz do Tribunal, com melhor coordenação das ações de controle, racionalização dos procedimentos e fortalecimento do acompanhamento técnico das matérias”. Ainda de acordo com o órgão, a atuação do não se limitariaa a um caso específico. “A fiscalização dos investimentos públicos não começou agora nem se limita a um caso específico. O TCE-RJ mantém uma atuação permanente para assegurar que os recursos da sociedade fluminense sejam administrados com segurança, responsabilidade e transparência. Os resultados que hoje ganham repercussão são fruto do trabalho técnico, criterioso e independente desenvolvido pela nossa Secretaria-Geral de Controle Externo e pelos auditores de controle externo, cuja atuação tem permitido identificar riscos, corrigir falhas e fortalecer a governança da administração pública”, destaca Márcio Pacheco. Resposta do Banco Genial “O Banco Genial possui mais de 15 anos de atuação no mercado financeiro, com trajetória de crescimento consistente, tendo alcançado mais de 3 milhões de clientes e mais de R$ 280 bilhões em ativos sob custódia, pautando sua atuação pelos mais elevados padrões de governança, controles internos e estrita observância das exigências regulatórias aplicáveis às instituições financeiras. O Banco Genial esclarece que não mantém recursos do Rioprevidência aplicados na instituição. A relação existente refere-se exclusivamente à custódia de títulos públicos federais pertencentes ao Rioprevidência, atividade isenta de taxa e exercida em conformidade com as normas aplicáveis ao mercado financeiro.” Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCedaeRioPrevidênciaTCE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj 30/06/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list