Confrontos em Rio das Pedras chegam ao 10º dia; madrugada foi de tiroteio

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Atualmente, a região vive uma disputa entre traficantes e milicianos; entre a noite de domingo (28) e a madrugada desta segunda-feira (29), tiros puderam ser ouvidos até na Barra da Tijuca. Por Jefferson Monteiro | Bom Dia Rio 29/06/2026 Muzema e Rio das Pedras estão separados por menos de 2,5km — Foto: Reprodução/RJ2 Mais uma madrugada de violência deixou moradores assustados na Muzema e em Rio das Pedras, na Zona Sudoeste do Rio, entre a noite de domingo (28) e a madrugada desta segunda-feira (29). Pelo menos dois tiroteios foram registrados na região, que vive uma disputa por território entre traficantes e milicianos há mais de dez dias. Segundo moradores, o primeiro confronto aconteceu por volta da meia-noite, na Muzema. De acordo com relatos de moradores, houve intensa troca de tiros. Segundo fontes da Polícia Militar, policiais do 31º BPM (Recreio) foram atacados por criminosos ligados ao Comando Vermelho (CV) durante um patrulhamento, o que provocou o confronto. Já o segundo episódio foi registrado por volta das 3h40, em Rio das Pedras, na região conhecida como Areal. Vídeos gravados por moradores mostram o barulho intenso e contínuo de disparos durante a madrugada. Em um dos registros, é possível ouvir rajadas de tiros por vários segundos. A região do Areal, onde houve o confronto mais recente, fica próxima ao Itanhangá e tem ligação com a Muzema, área que atualmente é dominada pelo CV. De acordo com relatos de quem mora na região, criminosos tentam avançar sobre Rio das Pedras para expandir a atuação, o que tem provocado troca constante de tiros. Moradores afirmam que os episódios de violência têm se tornado frequentes. Um deles relatou que o tiroteio desta madrugada durou cerca de meia hora. “Esse tiroteio durou cerca de 30 minutos, mais ou menos. Foi uma coisa assustadora, coisa que antigamente não tinha e que, de uns tempos pra cá, tá sendo diário. Todos os dias tá tendo tiroteio na Muzema, Rio das Pedras, e dá pra escutar da Barra da Tijuca”, disse. Outra moradora contou que acordou assustada com o barulho dos disparos, mesmo morando na Barra: “Eu estava dormindo e acordei assustada com barulho de tiro muito alto, muito alto. Parecia que tava aqui na rua. Eu moro na Barra da Tijuca, bem perto da Avenida das Américas, e dava pra ouvir como se fosse aqui no quintal de casa.” Na madrugada de domingo, segundo relatos, já havia ocorrido confronto na mesma região, o que reforça o clima de tensão constante entre os moradores. Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Militar ainda não havia informado como está o esquema de policiamento na área nem se houve operações ou prisões relacionadas aos tiroteios. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Câmara de Belford Roxo mantém diretor condenado a 17 anos de prisão

Câmara de Belford Roxo mantém diretor condenado a 17 anos de prisão O presidente da Câmara de Vereadores de Belford Roxo, Sidney Canella (União Brasil), até o final do expediente da última sexta-feira (26), não havia tomado nenhuma providência em relação ao diretor-geral da Casa, que, no dia 22 deste mês recebeu sentença da 2ª Vara Criminal da Comarca local, em processo no qual ele, João Paulo de Souza Costa e outros agentes púbicos e empresários foram denunciados por fraudes licitatórias que teriam ocorrido entre os anos de 2011 e 2015 na Prefeitura daquele município. Por Elizeu Pires 29/06/2026 João Paulo foi diretor da Casa nos períodos em Marquinho Gandra foi presidente e continua no cargo – Foto: Reprodução Há vários anos ocupando o mesmo cargo na Câmara, João Paulo foi condenado a penas de 3; 3,6; 4 e 7 anos, o que dá o total de 17 anos e seis meses de prisão. Ele e os outros sentenciados ainda podem recorrer a instâncias superiores, aguardando o julgamento dos recursos em liberdade. A aposta nos ambientes políticos locais era de que ele apresentasse pedido de exoneração por livre e espontânea vontade, assim como fez o agora ex-secretário de Governo, Carlos Eduardo Magalhães, que pediu para sair do cargo e foi atendido. Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Investigação aponta uso de ‘ônibus fantasmas’ para inflar patrimônio de empresa de transporte suspeita de lavar dinheiro para o PCC em SP

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Segundo a Polícia Civil e o Ministério Público, a Transunião aumentou artificialmente seu capital social ao registrar ônibus como novos aportes, embora parte dos veículos já pertencesse à empresa ou estivesse em nome de supostos laranjas. De acordo com a investigação, a manobra teria sido usada para criar uma capacidade financeira fictícia e ampliar as chances da empresa em licitações. Por João de Mari | g1 SP 29/06/2026 Ônibus da empresa Transunião. Foto de 2022. — Foto: WILLIAN MOREIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO São Paulo – A investigação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público aponta o uso de “ônibus fantasmas” para inflar artificialmente o patrimônio da empresa Transunião e viabilizar sua participação em licitações públicas na capital paulista. A companhia é alvo da Operação Última Parada, deflagrada na quinta-feira (25). Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária e 104 de busca e apreensão. Entre os presos estão o vereador da capital Senival Moura (PT), Jair Ramos de Freitas, conhecido como “Cachorrão” e apontado como diretor informal da empresa, e Devanil de Souza Nascimento, o “Sapo”, motorista e homem de confiança do parlamentar (leia mais abaixo). De acordo com os autos, os “ônibus fantasmas” não seriam veículos inexistentes, mas ônibus que figuravam nos registros societários e contábeis da empresa como novos aportes patrimoniais de acionistas para justificar um aumento de capital que, segundo os investigadores, não possuía lastro econômico real. Na prática, a investigação concluiu que parte desses veículos já integrava a própria frota operacional da Transunião ou estava formalmente vinculada a “laranjas”, como motoristas e cobradores, que, segundo a Polícia Civil e o MP-SP, não apresentavam capacidade financeira compatível com a aquisição de ônibus avaliados em centenas de milhares de reais. Segundo as apurações, essa engenharia societária permitiu que o capital social da Transunião saltasse de R$ 105 mil para R$ 50,2 milhões por meio de boletins de subscrição elaborados de forma padronizada e seriada, nos quais os veículos eram declarados como bens entregues pelos acionistas em troca de participação societária. O objetivo, de acordo com os investigadores, era atender às exigências previstas nos editais da Prefeitura de São Paulo, administrados pela SPTrans, que passaram a exigir das concessionárias a comprovação de capacidade econômico-financeira mínima e de patrimônio compatível com os lotes de transporte operados. Os documentos apontam que acionistas declaravam entregar micro-ônibus à empresa em troca de ações. Entretanto, as apurações indicam que, em diversos casos, essas pessoas jamais foram proprietárias dos veículos informados nos boletins de subscrição. Em outras situações, os ônibus apresentados como novos aportes patrimoniais já integravam a frota da própria Transunião. Na prática, segundo a investigação, a empresa “reaproveitava” contabilmente ativos que já lhe pertenciam para simular a entrada de novos bens e inflar de forma fictícia seu capital social. Para a Polícia Civil e o MP-SP, essa dinâmica permitiu a criação de um “capital meramente aparente, desprovido de lastro real”. Segundo as investigações, essa condição financeira artificial foi determinante para que a empresa conseguisse preencher os requisitos patrimoniais exigidos nos processos licitatórios do transporte público paulistano. Titularidade dissociada As investigações também identificaram indícios de uma separação deliberada entre os proprietários formais dos ônibus e os reais beneficiários da exploração econômica dos veículos. Segundo os investigadores, o mecanismo foi desvendado a partir de planilhas digitais apreendidas, intituladas “Contato” e “Contato 3”, que continham uma categorização interna específica para a frota da Transunião. Nos documentos, os veículos eram associados a duas figuras distintas: o “cooperado”, responsável pela titularidade formal do ônibus e que frequentemente atuava como interposta pessoa ou “laranja”, e o “cooperado oficial”, identificado como o efetivo detentor do domínio econômico do bem e o destinatário final dos lucros gerados pela sua operação. Segundo a Polícia Civil, essa estrutura evidencia que parte significativa da frota estava, na prática, vinculada a indivíduos que não integravam formalmente a estrutura societária da empresa, mas que, de acordo com as investigações, exerciam influência sobre a gestão operacional e financeira da concessionária. Entre eles o vereador Senival Moura, o atual presidente da Transunião, Lourival Monário, e o diretor informal Jair Ramos de Freitas, o “Cachorrão”. As apurações também apontam supostas irregularidades em notas fiscais emitidas pela Cooperunião em favor da Transunião para serviços de locação de veículos. Os investigadores afirmam ter identificado casos em que os ônibus utilizados para justificar o faturamento pertenciam à própria concessionária, sem que houvesse comprovação de que os serviços cobrados tenham sido efetivamente prestados. Em um dos episódios citados nos autos, diligências realizadas junto à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transportes (SMT) apontaram que, para a execução do Serviço Atende — modalidade gratuita de transporte porta a porta destinada a pessoas com deficiência física severa, autismo ou surdocegueira na cidade de São Paulo —, foram utilizados veículos que já integravam a frota da própria Transunião, o que, segundo os investigadores, esvaziaria a justificativa para as cobranças de aluguel realizadas pela cooperativa. A Polícia Civil e o MP-SP sustentam que essa complexa estrutura empresarial teria sido instrumentalizada para dificultar a rastreabilidade do dinheiro, ocultar a verdadeira titularidade de bens e conferir aparência de licitude a recursos de origem ilícita. A Operação Última Parada apura suspeitas de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações públicas envolvendo a empresa e seus dirigentes. Operação Última Parada A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deflagraram na manhã de quinta-feira (25) a Operação Última Parada, contra um esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público. Os agentes cumpriram cinco mandados de prisão temporária e 104 de busca e apreensão. Até a última atualização desta reprotagem, apenas três investigados foram presos: são o vereador da capital Senival Moura, do PT, Jair Ramos de Freitas (“Cachorrão”), diretor informal da empresa, e Devanil de Souza Nascimento (“Sapo”), motorista e homem de confiança do vereador. Abaixo, veja quem são os demais
Rodoviários entram em greve no Rio; viações afirmam que 40 ônibus foram vandalizados em piquetes

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha À 0h, a categoria entrou em greve por tempo indeterminado, após decisão em assembleia neste domingo (28). A Justiça do Trabalho deferiu uma liminar em que determina circulação mínima de 50% da frota. Por g1 Rio 29/06/2026 Rioônibus afirma que coletivo foi vandalizado em piquete nesta segunda-feira (29) — Foto: Divulgação O Rio Ônibus, sindicato que representa as viações que operam no Município do Rio de Janeiro, afirmou que pelo menos 40 coletivos foram vandalizados em piquetes na madrugada desta segunda-feira (29), 1º dia da greve dos rodoviários. O Bom Dia Rio apurou que uma pessoa ficou ferida em uma das ações. Até a última atualização desta reportagem, não se sabia se era um passageiro ou um motorista, nem havia detalhes sobre o estado de saúde dela. À 0h, a categoria entrou em greve por tempo indeterminado, após decisão em assembleia neste domingo (28). O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) deferiu uma liminar em que determina circulação mínima de 50% da frota. Ainda de acordo com o Rio Ônibus, 870 coletivos saíram das garagens para atender a população, aquém dos 1.800 que deveriam estar nas ruas, seguindo a ordem da Justiça. Em caso de descumprimento, segundo a liminar, foi fixada multa diária de R$ 50 mil, aplicada de forma independente a cada uma das entidades sindicais — ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviário de Passageiros do Município do Rio de Janeiro (Sintrucad-Rio) e ao Sindicato das Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro (Rio Ônibus). A MOBI-Rio, empresa do município que gere o BRT, informou às 7h10 operar com 68% da frota planejada. “Na última hora, 278 veículos cobrem os 4 corredores do sistema, com todas as estações abertas”, detalhou. “O Centro de Operações e Resiliência (COR) reforça que metrô, trens e barcas estão em funcionamento regular e são alternativas para a população”, postou o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD). Trens, barcas e metrô operam normalmente. É ponto facultativo nas repartições por causa do jogo do Brasil pela 2ª fase da Copa do Mundo, contra o Japão. Passageiros reclamam Telespectadores do Bom Dia Rio relataram demora para viajar. Daniel Monteiro, morador de Realengo, afirmou que esperou 2 horas pela condução, mas que nenhuma linha passou. “A situação está muito difícil para quem depende do transporte público para trabalhar e estudar. Muitos moradores da região estão enfrentando o mesmo problema e sem qualquer previsão de normalização”, relatou. “Tive que chamar Uber pro trabalho. Não passa ônibus nenhum em Campo Grande”, disse Ester Santos. “Eu moro em Guaratiba, não tem ônibus. Dependo do 857 (Pingo D’água-Campo Grande, via Catruz e Cachamorra), e não passou. Meu esposo saiu às 4h15 e voltou às 6h20, não tem como ir”, escreveu Eliane Cardoso. “Rodoviária de Campo Grande não tem ônibus”, denunciou Aline Rosa. Sindicato reclama Sebastião José, presidente do Sindicato dos Rodoviários, culpou os patrões pelo número insuficiente de ônibus nas ruas. “Nós realmente estamos tendo um problema para cumprir a determinação judicial. Antes da assembleia, o sindicato encaminhou ofício ao Rio Ônibus solicitando a escala dos trabalhadores. Acabamos de olhar agora, não chegou a absolutamente nada”, declarou. “Nós tínhamos que colocar 50% da frota, mas não nos forneceram a escala. Então, quem está dificultando o cumprimento da decisão judicial é o sindicato patronal.” O que diz a prefeitura “Infelizmente, numa situação atípica como essa, no dia de hoje, é claro que a gente vai ter casos que acabam atrapalhando a vida da população”, declarou o prefeito. “Uma vez resolvida a questão dos sindicatos, que a gente possa voltar à normalidade na cidade”, emendou. “O time inteiro da prefeitura está mobilizado para minimizar os impactos. Viramos a madrugada no Centro de Operações e em diferentes pontos da cidade”, prosseguiu. “Garantimos, por parte da MOBI-Rio, 70% da frota dos BRTs circulando, daquilo que é o planejado para um dia de ponto facultativo”, destacou. O que dizem as viações “O Rio Ônibus informa que desde a 0h de hoje todas as garagens estão com as portas abertas e prontas para que os rodoviários coloquem a frota na rua. Nosso objetivo absoluto é atender à decisão judicial e, principalmente, garantir o transporte da população carioca. Vale ressaltar que, devido à partida de futebol agendada para hoje, já havia uma escala com redução de frota previamente definida pela prefeitura, o que naturalmente se adequaria aos parâmetros exigidos. Infelizmente, mais de 40 ônibus foram vandalizados por grevistas, uma ação que atenta contra a segurança e tenta impedir o cumprimento da determinação da Justiça, que exige a manutenção de, pelo menos, 50% da frota nas ruas. 860 ônibus já estão rodando pela cidade no início desta manhã.” Reivindicações da classe Segundo o sindicato, a categoria não abre mão da proposta do dissídio aprovada e encaminhada para o Rio Ônibus: mudança da data-base para 1º de março; salário de R$ 5 mil para motoristas que dirigem articulados e R$ 4 mil para os demais; fim do contrato temporário e contratação pela CLT para os profissionais do BRT; tíquete-alimentação de R$ 1 mil; jornada de trabalho 5×2; manutenção do passe livre para a categoria; indenização dos 30 minutos do intervalo de almoço; plano de saúde e odontológico. O sindicato afirma que a proposta apresentada aplicada sobre os valores atuais dos salários e auxílio alimentação da categoria, o motorista de ônibus convencional teria um reajuste de R$ 150,15, saindo de R$ 3.420,16 para R$ 3.570,31; o do articulado na categoria “E” teria um aumento de R$ 180,17, passando de R$ 4.104,18 para R$ 4.284,35. Já o auxílio alimentação seria reajustado em R$ 29,00 passando de R$ 660 para R$ 689. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha
Após prometer submissão a Trump, Flávio Bolsonaro diz que Brasil vai se “alinhar” a Israel

Após prometer submissão a Trump, Flávio Bolsonaro diz que Brasil vai se “alinhar” a Israel Em Buenos Aires, senador usou evento de grupos conservadores pró-Israel para atacar Lula e prometer alinhamento ao regime de Benjamin Netanyahu, responsável pelo assassinato de milhares de palestinos Por Ivan Longo | Fórum 29/06/2026 Flávio Bolsonaro em evento de conservadores na Argentina – Foto: Reprodução/X Flávio Bolsonaro O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) discursou neste domingo (28) na abertura da Conferência de Presidentes da América Latina, em Buenos Aires, evento promovido pela Fundação dos Aliados de Israel (IAF) e pela organização Amigos Americanos dos Acordos de Abraão (Afoia). No palco, chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “antissemita”, prometeu transferir a Embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém e anunciou adesão do país aos Acordos de Isaac, iniciativa diplomática de Javier Milei e Benjamin Netanyahu, caso seja eleito em outubro. Flávio Bolsonaro ataca Lula e promete mudança na política externa O discurso de Flávio Bolsonaro em Buenos Aires foi construído sobre dois eixos: o ataque direto ao presidente Lula e uma série de promessas de ruptura na política externa brasileira. Ao chamar Lula de “antissemita”, o senador mentiu que Lula nutre ódio pelo povo judeu, evocando a declaração que o presidente fez em 2024, quando comparou a ação militar genocida de Israel na Faixa de Gaza ao Holocausto nazista. A ofensiva israelense no enclave deixou mais de 70 mil palestinos mortos até então. A promessa mais concreta do discurso foi a transferência da Embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, caso Flávio vença as eleições de outubro. O pré-candidato foi além: afirmou que, já no primeiro dia de governo, receberia as credenciais de um novo embaixador de Israel em Brasília. A mudança de sede de embaixada para Jerusalém é uma questão diplomaticamente sensível: a maioria dos países mantém representações em Tel Aviv justamente para não antecipar posição sobre o status da cidade, disputada entre israelenses e palestinos em qualquer cenário de negociação de paz. “A partir de 2027, o Brasil voltará a ser mais irmão da Argentina mais do que nunca. E será também, com orgulho e sem o menor medo de dizer isso, irmão de Israel”, declarou Flávio Bolsonaro no evento. O senador elogiou a diplomacia israelense e prometeu que o Brasil aderirá aos Acordos de Isaac, iniciativa patrocinada pelo presidente argentino Javier Milei e pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu com o objetivo de estreitar relações entre Israel e países da América Latina. Contexto das declarações e alinhamento internacional As relações diplomáticas entre Brasil e Israel estão tensas desde 2024, quando a ofensiva israelense em Gaza provocou críticas públicas do presidente Lula. A comparação que Lula fez entre a ação militar israelense e o Holocausto gerou reação imediata de Tel Aviv e culminou na retirada dos embaixadores de ambos os países de suas respectivas representações, um gesto diplomático que sinaliza rebaixamento formal das relações. Desde então, o Brasil opera com um encarregado de negócios na embaixada em Tel Aviv, e Israel designou Rasha Athamni para a mesma função em Brasília. Nesse cenário de ruptura, Flávio Bolsonaro escolheu Buenos Aires para se posicionar como o candidato do realinhamento. Em discurso proferido em espanhol, o senador também defendeu a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, associando as facções ao Irã e ao Hezbollah. Para sustentar o argumento, citou que, segundo a Justiça argentina, o atentado à Embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992 foi atribuído ao Hezbollah, financiado pelo Irã. Acrescentou ainda que investigações da Polícia Federal brasileira, com apoio da inteligência israelense e norte-americana, apontam para conexões entre redes do Hezbollah e facções criminosas brasileiras, envolvendo rotas de cocaína e contrabando de armas. Submissão aos EUA O discurso em Buenos Aires não é um episódio isolado. Semanas antes, no início de junho, Flávio Bolsonaro enviou carta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em papel timbrado do Senado Federal. No texto, além de pedir que Washington não impusesse novas tarifas sobre produtos brasileiros, o senador se comprometeu a colocar sua equipe de transição “à disposição” do governo norte-americano caso eleito, para acelerar um acordo comercial. Rubio respondeu agradecendo a “oferta generosa”, mas manteve integralmente a posição favorável às tarifas contra o Brasil. O governo Lula, parlamentares de esquerda e setores da diplomacia brasileira classificaram a proposta como incompatível com a tradição de autonomia da política externa brasileira. Para o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), a carta “escancara o tamanho da submissão” de Flávio aos EUA. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Alcolumbre trava fim da escala 6×1, mas acelera PEC que impõe rombo de R$ 28 bilhões ao governo Lula 29/06/2026 Após prometer submissão a Trump, Flávio Bolsonaro diz que Brasil vai se “alinhar” a Israel 29/06/2026 A esposa de Jair Bolsonaro acusa enteado de ‘apunhalar pelas costas’ em disputa eleitoral 26/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Motoristas voltam na contramão com medo de criminosos na rodovia dos Imigrantes, SP

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Imagens mostram veículos retornando pela pista após uma ocorrência policial. Motorista relatou que os condutores fugiam de um arrastão. Por g1 Santos 28/06/2026 Motoristas retornaram na contrarão na Rodovia dos Imigrantes. — Foto: Jeferson Santana Motoristas retornaram na contramão da Rodovia dos Imigrantes (SP-160), em Cubatão (SP), após uma ocorrência policial na tarde de sábado (27). Ao g1, Jeferson Santana, de 36 anos, que passava pelo local, contou que os motoristas fugiam de um arrastão. O caso aconteceu na altura do km 59 da pista sul. Imagens obtidas pelo g1 mostram o momento em que os veículos fazem o retorno e passam a trafegar na contramão. Jeferson relatou que seguia em direção a Santos quando viu diversos veículos retornando na pista. “Estava vindo de São Paulo, eu e minha esposa, sentido Santos. Não fiquei nem um minuto parado quando apareceram uns caras lá na frente fazendo arrastão. Aí a gente voltou na contramão, ficou um caos ali”, disse. De acordo com Jeferson, diversos motoristas fizeram o mesmo para escapar dos criminosos. Ele também afirmou ter visto policiais da cavalaria no local. Em nota, a Ecovias Imigrantes informou que identificou a ocorrência por meio das câmeras de monitoramento e acionou imediatamente a Polícia Militar (PM), que foi deslocada para atender a ocorrência. O g1 procurou a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) e a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Dois homens ficam feridos após troca de tiros em estacionamento de shopping em Caxias

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Segundo a PM, eles se desentenderam e, durante a discussão, efetuaram disparos. Eles foram encaminhados ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes. Por TV Globo 28/06/2026 Marcas de sangue no chão de estacionamento de shopping em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução/ Redes sociais Dois homens, entre eles um policial militar de folga, ficaram feridos após uma troca de tiros no estacionamento de um shopping center em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na noite de sábado (27). De acordo com a Polícia Militar, os dois se desentenderam e, durante a discussão, efetuaram disparos. Ambos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, também em Duque de Caxias. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o estado de saúde dos envolvidos. Imagens que circulam nas redes sociais mostram marcas de sangue no chão do estacionamento após o confronto. Vídeos gravados por frequentadores do shopping também registraram momentos de tensão e correria provocados pelos disparos, além do atendimento a um dos feridos no local. O caso foi encaminhado para a 60ªDP (Duque de Caxias). Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Polícia investiga agressões e humilhação a menor internado no Degase após caso de estupro coletivo

Polícia investiga agressões e humilhação a menor internado no Degase após caso de estupro coletivo Em abril, juíza da Vara da Infância e Juventude determinou que adolescente, que responde por outro episódio de estupro coletivo, fosse internado em uma unidade socioeducativa. Por Henrique Coelho | g1 Rio 28/06/2026 Unidade onde menor envolvido em estupro coletivo está internado é o Cense Dom Bosco, na Ilha do Governador — Foto: Reprodução A Polícia Civil investiga se o menor de idade apreendido pelo estupro coletivo de uma adolescente em Copacabana sofreu agressões e foi humilhado por um professor de uma escola do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase). Em março, ele alegou que um professor, durante uma aula, expôs detalhes do caso de estupro pelo qual ele foi apreendido em março. Em abril, uma decisão da Vara da Infância e Juventude determinou sua internação no sistema socioeducativo fluminense. A direção do Centro de Socioeducação Aeroporto Dom Bosco(Cense Dom Bosco), na Ilha do Govenrador, procurou outros colegas do menor, que confirmaram a informação. Devido ao episódio, houve um reforço na vigilância e no acompanhamento do adolescente dentro da unidade. Dois meses depois, o adolescente alega foi agredido por outro interno durante uma discussão na tarde do dia 29 de maio. A 37ª DP (Ilha do Governador) relatou o inquérito, apontando que o menor foi agredido com socos no rosto. O inquérito foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude. Caso na Dcav O mesmo adolescente também está envolvido em um caso que chegou ao Ministério Público e foi encaminhado à Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV). Uma menor de idade diz ter feito sexo com ele, de forma consentida e com a presença de outros jovens no apartamento. No entanto, segundo a Polícia Civil, um colega dele teria printado fotos da relação sexual que estavam no celular dele e espalhado as imagens para outros amigos. Neste caso, a Dcav investiga a divulgação de cena de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente. Outras investigações Segundo a sentença de abril deste ano, da juíza Vanessa Cavalieri, o adolescente teria planejado uma emboscada contra a vítima, com quem mantinha um relacionamento afetivo. Ele foi submetido à medida de internação, sem possibilidade de sair para atividades externas por um período inicial de seis meses. A decisão foi assinada pela juíza Vanessa Cavalieri, que destacou a gravidade da conduta e a necessidade de uma medida mais rígida, tanto para a responsabilização quanto para a tentativa de recuperação do jovem. Quatro adultos seguem presos e respondem na Justiça pelo mesmo crime: Mattheus, João Gabriel Xavier Bertho, Vitor Hugo Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti foram indiciados e denunciados por estupro coletivo qualificado (cometido em concurso de pessoas) e cárcere privado. No dia 15 de junho, a Polícia Civil concluiu que o mesmo menor, juntamente com Mattheus Veríssimo Zoel Martins, que tinha 17 anos na ocasião, e Gabriel Oliveira Palmieri, de 24 anos, estupraram uma outra menina, na época com 14 anos. Procurada, a defesa do menor de idade afirmou que não pode se manifestar, pelo sigilo envolvido nos casos citados na reportagem. Notícia anteriorPróxima notícia DEGASE Departamento Geral de Ações SocioeducativasPolícia CivilRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PSDB e PSD pagaram R$ 1,1 milhão para aliada da “rainha do pó” em MG (VIDEO) 29/06/2026 Alcolumbre trava fim da escala 6×1, mas acelera PEC que impõe rombo de R$ 28 bilhões ao governo Lula 29/06/2026 Investigação aponta uso de ‘ônibus fantasmas’ para inflar patrimônio de empresa de transporte suspeita de lavar dinheiro para o PCC em SP 29/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Audiência pública debate demora no atendimento a pacientes com câncer em Campos

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Vereador Anderson de Matos cobra atuação do Estado, aponta redução nas filas e critica ausência da Secretaria de Saúde. Por Edson Araújo | g1 27/06/2026 Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes. — Foto: Yasmim Lima Campos dos Goytacazes – A demora no acesso ao primeiro atendimento de pacientes com câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foi debatida em uma audiência pública realizada na quinta-feira (25), na Câmara de Campos dos Goytacazes. O vereador Anderson de Matos (Republicanos) cobrou ações do Estado, apontou redução nas filas nos dias que antecederam o encontro e criticou a ausência de representantes da Secretaria Estadual de Saúde. A demora no acesso ao primeiro atendimento de pacientes com câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foi tema de uma audiência pública realizada na tarde de quinta-feira (25), na Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes. A audiência foi solicitada pelo vereador Anderson de Matos (Republicanos) e reuniu representantes da área da saúde, pacientes, familiares e autoridades para discutir os desafios enfrentados por quem aguarda diagnóstico e início do tratamento oncológico. Nos últimos meses, o parlamentar tem utilizado a tribuna da Câmara e as redes sociais para denunciar problemas enfrentados pelas Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacons), além da demora na regulação de pacientes pela Secretaria de Estado de Saúde e da defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), utilizada para remunerar procedimentos médicos. Durante a audiência, Anderson afirmou que, entre terça-feira (23) e quarta-feira (24), houve avanço na regulação de pacientes que aguardavam a primeira consulta especializada. Segundo o vereador, a fila da mastologia, que contava com 29 pacientes com câncer de mama, foi zerada após novos agendamentos realizados pelo Estado. Ainda de acordo com Anderson, os 12 pacientes que aguardavam atendimento em oncologia clínica também foram regulados. J á a fila para cirurgia geral, que tinha cerca de 80 pessoas, caiu para 35 pacientes. O parlamentar afirmou ainda que houve redução na fila da urologia. Apesar da diminuição das filas, Anderson disse que o problema ainda está longe de ser resolvido e criticou a ausência de representantes da Secretaria de Estado de Saúde na audiência pública. Segundo o vereador, 17 pessoas morreram enquanto aguardavam a regulação para o primeiro atendimento oncológico. Durante a audiência, ele responsabilizou a demora no processo de regulação pelas mortes. “Eu considero uma falta de respeito com o povo dessa cidade. Eu considero uma falta de respeito com as 17 pessoas que morreram. Essas pessoas não morreram por causa do câncer. O que matou essas pessoas foi a demora na regulação estadual”, afirmou. O vereador também criticou o fato de a Secretaria Estadual de Saúde não ter enviado representantes para participar da audiência. Segundo ele, integrantes da pasta estiveram em Campos no dia anterior para tratar de questões relacionadas à judicialização da assistência oncológica, mas não permaneceram na cidade para acompanhar o debate promovido pela Câmara. Em uma publicação nas redes sociais, Anderson afirmou que “o diagnóstico de câncer não pode ser uma sentença de morte por causa da demora no atendimento” e defendeu maior agilidade no acesso ao tratamento. O que diz a Secretaria Estadual de Saúde O g1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro para questionar os dados apresentados durante a audiência, o motivo da ausência de representantes da pasta no debate e quais medidas vêm sendo adotadas para reduzir o tempo de espera de pacientes oncológicos na região. Até a última atualização desta reportagem, a secretaria não havia respondido. O espaço segue aberto para manifestação. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Seropédica: Justiça manda Prefeitura abrir conta bancária específica para os recursos destinados à Educação

Seropédica: Justiça manda Prefeitura abrir conta bancária específica para os recursos destinados à Educação O Juízo da 2ª Vara de Seropédica, na Baixada Fluminense, acatou ação movida pelo Ministério Público para que a Prefeitura abra uma conta bancária única para que o repasse mensal destinado à Secretaria Municipal de Educação seja depositado. Por Elizeu Pires 27/06/2026 Prefeitura de Seropédica | Reprodução/redes Pelo que consta da Constituição Federal, o município tem que investir no setor mínimo de 25% da receita resultante de impostos, mas ainda tem o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que faz transferências mensais às prefeituras. De acordo com registros do Demonstrativo de Distribuição de Arrecadação do Banco do Brasil, só este ano o Fundeb já repassou ao município de Seropédica a soma de R$ 53,2 milhões. Foram R$ 9.291.434,67 em janeiro. R$ 9.814.053,90 em fevereiro, R$ 9.073.261,86 em março, R$ 9,772.550,63 em abril e R$ 8.303.187,46 em maio. Este mês, até ontem (26), tinham sido repassados R$ 7.033.885,95 aos cofres do município. Ao acatar a ação a juíza Maria Luiza Sinotti Campolina em exercício na 2ª Vara concedeu, em tutela de urgência, prazo 15 dias para a conta ser aberta, sob pena de uma multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento de mais essa decisão, uma vez que a administração já havia sido intimada em agosto de 2022 sobre a obrigatoriedade da abertura da conta única, e descumpriu. “Diante do reiterado descumprimento de ordem judicial: aplico ao município de Seropédica multas por ato atentatório à dignidade da justiça; determino, ainda, a intimação pessoal do chefe do Poder Executivo Municipal e do secretário municipal de Educação para ciência inequívoca das referidas decisões”. Notícia anteriorPróxima notícia Banco do BrasilConstituição FederalFundebMP-RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSeropédica RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj 30/06/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Granada é encontrada durante mutirão de limpeza em praia de Arraial do Cabo

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Explosivo foi localizado na APA de Massambaba e removido após acionamento do Inea e dos órgãos de segurança. Por Ludmila Lopes | g1 27/06/2026 Artefato explosivo encontrado em praia de Arraial — Foto: Divulgação Arraial do Cabo – Uma granada com pino foi encontrada por voluntários do projeto Mar Sem Lixo durante um mutirão de limpeza na faixa de areia da Área de Proteção Ambiental (APA) de Massambaba, no bairro Monte Alto, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio. O artefato foi localizado no último dia 14 de junho enquanto a equipe recolhia resíduos sólidos na orla. Após a localização da granada, agentes do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) foram acionados e assumiram a ocorrência. O material foi recolhido e encaminhado aos órgãos de segurança militar responsáveis pela destinação adequada do artefato. A ação foi realizada em parceria com as organizações Global Ocean Clean Up e Oceanic Society. Segundo a vice-presidente do projeto, Gisele Letieri, os voluntários identificaram o objeto e seguiram os protocolos de segurança, evitando qualquer tipo de manuseio. De acordo com Gisele, o grupo agiu com cautela diante da descoberta. Ela relatou que, apesar da curiosidade, os voluntários evitaram tocar no explosivo. “Na hora ficamos curiosos e ao mesmo tempo cautelosos. Por estar com o pino, ficamos mais tranquilos, mas eu mesma não segurei. Esse trecho de praia entre Arraial e Monte Alto recebe muitos resíduos provenientes da Baía de Guanabara. Acredito que a granada tenha chegado até ali por meio das correntes marítimas”, afirmou. Imagens registradas pelos voluntários mostram que o artefato apresentava sinais de oxidação e acúmulo de areia na região do mecanismo de acionamento. O episódio também reforçou o alerta sobre os riscos provocados pelo descarte irregular de materiais no mar, que podem representar perigo para banhistas, moradores, voluntários e para a fauna marinha. Gisele lembrou que esta não foi a primeira vez que o projeto encontrou um objeto potencialmente perigoso durante ações ambientais. Há cerca de oito anos, durante um mutirão na Praia do Peró, em Cabo Frio, voluntários localizaram um cilindro metálico com o símbolo internacional de material radioativo. Na ocasião, segundo ela, a equipe acionou a Marinha, enviou fotografias do objeto e recebeu orientação para isolar a área até a chegada de especialistas. A orientação das autoridades é que qualquer pessoa que encontre um objeto semelhante não tente manuseá-lo e acione imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Novo Master: coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro atuou no Digimais, banco de Edir Macedo, alvo da PF

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Daniella Consentino, que ganhou o apelido machista de “Paulo Guedes de Saias”, integrou o Conselho de Administração do Banco Digimais entre fevereiro de 2024 e dezembro de 2025. Ela foi escalada por Flávio para agradar Faria Lima e atrair mulheres na campanha. Por Plínio Teodoro | Fórum 27/06/2026 Flávio Bolsonaro e Daniella Consentino e Jair Bolsonaro no Templo de Salomão, com Edir Macedo (Reprodução / Alan Santos PR Daniella Marques Cosentino, coordenadora do programa econômico da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), integrou o Conselho de Administração do Banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo, entre fevereiro de 2024 e 8 de dezembro de 2025. O banco é alvo da Operação Miragem da Polícia Federal, deflagrada em 23 de junho, que investiga suspeitas de gestão temerária, manipulação de demonstrativos contábeis e captação irregular de recursos. Registros da Junta Comercial de São Paulo mostram que Daniella Marques esteve no Conselho de Administração do Banco Digimais de fevereiro de 2024 até 8 de dezembro de 2025. Seu mandato estava previsto para durar até 20 de junho de 2026, mas o conselho foi extinto antes do prazo. A revelação é de Eduardo Militão, no site Metrópoles. O banco, controlado pelo bispo Edir Macedo, é o alvo central da Operação Miragem da Polícia Federal. A presença de Daniella Marques no conselho do Digimais durante o período investigado pela PF é o elemento central desta revelação. Ela não foi alvo da operação policial, e a natureza exata de sua participação nas decisões do conselho não está detalhada nos documentos disponíveis. O que os registros confirmam é que ela ocupou o cargo enquanto o banco acumulava, segundo a polícia, práticas financeiras de alto risco. O histórico de Daniella Marques e sua ligação com o bolsonarismo Como a Fórum antecipou em fevereiro, o nome da economista, braço direito de Paulo Guedes, era tratada pela Faria Lima como principal condição para apoio à candidatura de Flávio, em uma solução idêntica ao que ocorreu em 2018. Derretendo nas pesquisas após a revelação da irmandade com Daniel Vorcaro, Flávio Bolsonaro usou evento da revista Veja – veículo historicamente ligado aos interesses do sistema financeiro transnacional – no último dia 16 de junho para anunciar a entrada de Daniella Marques Consentino em sua campanha logo após anunciar que fará “cortes drásticos” nas despesas. “De novo, vai ter que sobrar para um governo de direita arrumar a casa, mas nós vamos fazer. A gente tem que criar uma espécie de mecanismo que quando a relação dívida PIB ultrapassar esse determinado patamar, gatilhos automáticos vão ter que ser acionados para cortes drásticos de despesas. Não tem outro caminho“, afirmou, para delírio da Faria Lima. O discurso alinhado com a Faria Lima deixou Maurício Lima, CEO da Editora Abril, à vontade para ser mais direto, bajulando a “Paulo Guedes de Saias” que estava na plateia com os assessores de Flávio Bolsonaro. “Eu não vou aguentar, vou ter que fazer essa pergunta, porque ela está ali, está levantando até. Qual vai ser o papel da Daniella Marques, que foi ex-presidente da Caixa, assessora muito próxima ali do Paulo Guedes, também importante na primeira administração do seu pai, do Jair Bolsonaro?”, indagou o executivo da Editora Abril. Na dobradinha, Flávio tratou a economista como “Dani”, mostrando intimidade, e fazendo o aceno que o sistema financeiro esperava. “Dani é uma amiga que nós fizemos aí ao longo do governo do presidente Bolsonaro. É uma pessoa que tá se dispondo a estar próximo de nós. Não porque é mulher. É porque ela, para mim, a melhor pessoa que tinha no time do Paulo Guedes, era Dani Marques. Então, tenho certeza que muita coisa que o Paulo Guedes conseguiu implementar, a Dani ajudou a construir e a viabilizar. Então, pessoa que eu respeito demais, que eu confio demais. E está se dispondo a estar perto de nós aqui na campanha e vai me ajudar nessa parte econômica”, anunciou. Após Flávio destilar elogios à economista, o CEO da Veja mostrou que entendeu o recado, de que Daniella Marques deve assumir o Ministério da Fazenda em um eventual novo governo Bolsonaro. “Com elogios assim já pode ir, né, Dani?”, brincou Maurício Lima. Quem é a “Paulo Guedes de saias” Por trás do apelido machista colocado pelos banqueiros e investidores – e ecoado por jornalistas mulheres na mídia liberal – está o nome de Daniella Marques Consentino. Aprendiz de Guedes na iniciativa privada, a economista foi levada como braço direito ao “super” Ministério da Economia e usada pelo governo Bolsonaro para estancar a crise criada por Pedro Guimarães com o escândalo dos assédios sexuais, assumindo a Presidência da Caixa Econômica Federal. No comando do banco estatal, ela atuou ativamente na campanha de Jair Bolsonaro em 2022. Alçado ao governo após trabalhar com Guedes na iniciativa privada – na Bozano Investimentos -, Daniella chegou a ser retida pela Polícia Legislativa em abril de 2019 ao tentar impedir a deputada Maria do Rosário (PT/PR) de falar com Guedes durante depoimento dele à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Daniella é uma espécie de “alter ego” de Guedes e, no governo, teria tido aval inclusive para negociar em seu nome como secretaria de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia. Com o fim do governo Bolsonaro, Daniella seguiu os passos do chefe na iniciativa privada. Guedes, como todo o mercado sabe, segue dando cartas no BTG. Tanto que ensaiou um acordo para ser sócio da Legend Capital, uma gestora de fundos afiliada ao BTG. Em março de 2024, no entanto, o ex-super-ministro da Economia anunciou que atuaria como conselheiro sênior da Legend, “posição a partir da qual permanece atuando em temas estratégicos e pontuais, até pela proximidade longeva com os sócios”, segundo nota divulgada pela assessoria dele. Para seu lugar, na Presidência do Conselho da Legend, escalou a fiel escudeira Daniella Marques. Em setembro de 2025, o mesmo Brazil Journal fala da atuação da pupila de Guedes na Legend, “o