Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Zé Trovão, aliado de Flávio Bolsonaro, vai ao TSE contra reajuste no Bolsa Família e Mendonça será relator

Zé Trovão, aliado de Flávio Bolsonaro, vai ao TSE contra reajuste no Bolsa Família e Mendonça será relator

Zé Trovão, aliado de Flávio Bolsonaro, vai ao TSE contra reajuste no Bolsa Família e Mendonça será relator Deputado do PL acusa o presidente Lula de abuso de poder político durante o período eleitoral Reajuste no principal programa de transferência de renda do governo brasileiro foi anunciado nesta quinta (17), a apenas 17 dias do primeiro turno Por Anna Júlia Lopes | Folha de S.Paulo 17/09/2026 O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) – Bruno Santos – 25.fev.24/Folhapress Brasília – O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra o reajuste de 15,04% do Bolsa Família, anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (17). Em petição, o parlamentar acusa o petista de abuso de poder político durante o período eleitoral. Na prática, a medida aumenta o valor do repasse mínimo do Bolsa Família de R$ 600 para R$ 691, e começa a valer a partir de 19 de outubro, menos de uma semana depois do segundo turno das eleições. O anúncio foi feito a apenas 17 dias do primeiro turno. Na petição, Zé Trovão destaca que o reajuste no programa de transferência de renda não consta no PLO (Projeto de Lei Orçamentária) encaminhado pelo governo ao Congresso Nacional em agosto — o que, de acordo com o deputado, afasta a possibilidade de a medida estar integrada ao planejamento administrativo. O parlamentar, que é aliado do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também destaca que o anúncio foi feito em um momento em que as pesquisas eleitorais passaram a indicar um “acirramento” da disputa ao Palácio do Planalto. A peça também chama a atenção para o fato de que Lula está no cargo de presidente da República desde janeiro de 2023 e que, mesmo assim, o piso do Bolsa Família se manteve de R$ 600 durante quase todo o mandato, só sendo alterado às vésperas das eleições de outubro. “O conjunto desses elementos revela a utilização extraordinária de programa assistencial consolidado para conceder vantagem econômica imediata em momento apto a repercutir sobre a liberdade de escolha do eleitorado”, diz a petição, que cita não apenas a proximidade temporal do anúncio com o primeiro turno, mas também a abrangência nacional da medida e quantidade de pessoas que serão beneficiadas pelo reajuste. No TSE, a ação protocolada pelo deputado será relatada por André Mendonça, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio. Nas últimas semanas, Mendonça entrou na mira do Palácio do Planalto depois de retirar o sigilo de um relatório da PF (Polícia Federal) que aponta Alexandre de Moraes, também ministro do Supremo, como interlocutor de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O episódio deflagrou uma crise institucional na corte e passou a ser utilizado pela campanha de Flávio para atacar Lula. O senador tem tentado colar a imagem do ministro à do chefe do Executivo. Para o entorno de Lula, Mendonça tem agido politicamente para beneficiar Flávio durante a campanha eleitoral. Na terça (15), o próprio presidente acusou publicamente o ministro de vazamento seletivo no caso Master. A investigação também afeta Flávio Bolsonaro, que, segundo a PF, também era interlocutor de Vorcaro na negociação para investimentos no filme “Dark Horse”, cinebiografia de seu pai. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalPL Partido LiberalPLO Projeto de Lei OrdináriaPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Zé Trovão, aliado de Flávio Bolsonaro, vai ao TSE contra reajuste no Bolsa Família e Mendonça será relator 17/09/2026 Planilha de bicheiro indica pagamento de R$ 10 milhões para aliados da família Bolsonaro  18/09/2026 Viagens, safári e imóveis: relação com advogado investigado na fraude do INSS incomoda campanha de Flávio e entra na mira da PF 18/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro em Praia Grande é preso acusado de ser do PCC 17/09/2026 Ronnie Lessa dá primeira entrevista da prisão e detalha assassinato de Marielle Franco 31/08/2026 Augusto Cury omitiu negócios nos EUA da Justiça Eleitoral 05/09/2026 Disputa entre traficantes rivais deixa mais de 10 mortos em menos de 20 dias em Duque de Caxias 26/08/2026 Políticos são alvo da PF por elo com “montanha de dinheiro” de R$ 2 milhões (VIDEO) 16/09/2026

Deslocamento na RJ-134 fica prejudicado após dez dias de chuva em Teresópolis

Deslocamento na RJ-134 fica prejudicado após dez dias de chuva em Teresópolis

Deslocamento na RJ-134 fica prejudicado após dez dias de chuva em Teresópolis O transporte escolar pela estrada de terra no Vale do Paquequer, no segundo distrito, ficou impedido por uma semana. Por Juliana Guzzo | g1 17/09/2026 Estradas de terra de Teresópolis sofreram com dez dias de chuva consecutivos — Foto: Teresópolis Brasil Notícias Teresópolis – Dez dias de chuva seguidos deixaram ainda mais difícil a rotina de moradores de Viana, no Vale do Paquequer, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. A RJ-134, uma estrada de terra batida, ficou praticamente intransitável em alguns pontos por causa das condições do solo. Segundo moradores, o estado da via dificultou a saída de casa, o deslocamento para o trabalho e até o acesso a atendimento médico em casos de emergência. Um dos principais impactos foi sentido pelas crianças da região. A van do transporte escolar não conseguia passar com segurança e chegou a atolar na estrada. De acordo com os moradores, os alunos ficaram uma semana sem conseguir ir à escola. Os moradores afirmam que os problemas na RJ-134 são antigos e se repetem sempre que há períodos de chuva forte. Segundo eles, a falta de uma estrutura adequada para a estrada de terra dificulta o trânsito de veículos e o acesso aos serviços básicos. A Prefeitura de Teresópolis informou que a RJ-134 é uma rodovia estadual e que a manutenção da via é responsabilidade do Governo do Estado. Diante da dificuldade enfrentada pelo transporte escolar, no entanto, o município realizou uma manutenção emergencial no trecho, com nivelamento da estrada e colocação de brita. O Departamento de Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro (DER-RJ) informou que iniciou nesta quinta-feira (17) trabalhos de melhoria na RJ-134, incluindo o trecho do Vale do Paquequer. Segundo o órgão, as equipes estão realizando serviços para reforçar o piso da estrada e melhorar as condições de tráfego. O DER-RJ também informou que as chuvas têm prejudicado a execução dos trabalhos e que, até o momento, não há previsão para a conclusão dos serviços. Notícia anteriorPróxima notícia Departamento de Estradas de Rodagem DERRegião Serrana e Centro Sul Fluminenserodovia RJ-134Teresópolis RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Deslocamento na RJ-134 fica prejudicado após dez dias de chuva em Teresópolis 17/09/2026 Moradores denunciam condições de estradas de terra em distritos de Petrópolis 15/09/2026 TRE-RJ muda 72 locais de votação na Região dos Lagos e Norte Fluminense para evitar interferência do crime organizado 17/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PT ataca Flávio com lista de amigos presos em novo vídeo (VIDEO) 30/08/2026 Comerciantes de depósitos de gás denunciam ameaças e cobrança de taxa em Nova Friburgo 23/08/2026 Corrupção do Máster passa a ser mais associada a Bolsonaro 21/09/2026 Vorcaro questionou Moraes sobre fuga do país: ‘Acha que segunda tenho que estar fora?’ 01/09/2026 Mendonça solta operador da Conafer e revoga tornozeleira de 3 investigados 08/09/2026

TRE-RJ muda 72 locais de votação na Região dos Lagos e Norte Fluminense para evitar interferência do crime organizado

TRE-RJ muda 72 locais de votação na Região dos Lagos e Norte Fluminense para evitar interferência do crime organizado

TRE-RJ muda 72 locais de votação na Região dos Lagos e Norte Fluminense para evitar interferência do crime organizado Transferência em massa redefine zonas eleitorais para blindar cidadãos das facções criminosas. Por Isadora Nogueira | g1 17/09/2026 TRE-RJ mudou locais de votação em cidades na Região dos Lagos e Norte Fluminense — Foto: João Vitor Brum Cabo Frio – Por ordem do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) 72 locais de votação em municípios da Região dos Lagos e Norte Fluminense foram modificados devido ao domínio territorial exercido por facções criminosas. A mudança na logística é fruto de um levantamento da Justiça Eleitoral em conjunto com o Ministério Público e os setores de inteligência das polícias Civil, Militar e Federal. Segundo a Justiça Eleitoral, a decisão atinge diretamente a organização das eleições no estado e visa proteger o eleitor da coação de facções criminosas. O presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, explicou que o órgão realizou um mapeamento onde o crime organizado está instalado e identificou locais onde o eleitor era ameaçado ao se dirigir à urna de eleição. “Esse ano, na verdade, dobrou a transferência dos locais de votação porque realmente o crime organizado se espalhou no interior do estado”, pontuou o presidente do TRE-RJ. Mais de 200 mil eleitores no Estado do Rio de Janeiro foram transferidos de suas zonas eleitorais para endereços considerados mais seguros. Mapeamento dos locais de votação alterados Comando Vermelho (CV): Motivou a mudança de 44 locais. Entre os municípios impactados estão Araruama, Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Itaperuna e Rio das Ostras. Terceiro Comando Puro (TCP): Provocou a transferência de 17 locais, com alterações registradas em Campos dos Goytacazes e Itaperuna. Amigos dos Amigos (ADA): Um ponto de votação localizado em área sob influência do grupo em Campos dos Goytacazes precisou ser alterado. Dez outros pontos de votação foram mudados com o motivo sem uma facção específica Enquadramento da “milícia de gravata” O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) ampliou o entendimento jurídico sobre os critérios que impedem a homologação de candidaturas. Por 4 votos a 3, a corte decidiu que o enquadramento de grupo criminoso também se aplica à chamada “milícia de gravata”, esquema pelo qual operadores e agentes públicos utilizam a estrutura do Estado para defender interesses ilícitos. A diferença para a milícia tradicional é que a modalidade “de gravata” não exige a ocupação de favelas ou o uso de homens armados. Nesses casos, o impedimento decorre de apurações que apontam a tentativa de cooptação do próprio governo, quando agentes usam nomeações, contratos e licitações para direcionar verbas e dar suporte ao crime organizado. Notícia anteriorPróxima notícia Araruama RJBom Jesus do Itabapoana RJCabo Frio RJcampanha eleitoralCampos dos Goytacazes RJItaperuna RJMP-RJNorte e Noroeste FluminensePolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMRegião dos Lagos Baixada LitorâneaRio das Ostras RJTRE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram TRE-RJ muda 72 locais de votação na Região dos Lagos e Norte Fluminense para evitar interferência do crime organizado 17/09/2026 Deputado Ricardo Abrão montou comitê clandestino para compra de votos em Nilópolis, diz PF 23/09/2026 Associação usa verba de emenda de Mario Frias para pagar R$ 920 mil a empresas do próprio presidente 16/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana “Nosso senador”: Flávio Bolsonaro mandou emenda a miliciano do caso Marielle 21/09/2026 PF realiza operação contra desvios no AM; STF afasta prefeito de Coari 16/09/2026 Grupo armado abre buraco em muro, rende vigilante e acessa cofre de supermercado em Campos 02/09/2026 Governo interino de Ricardo Couto no RJ é aprovado por 50% 02/09/2026 ‘Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei?’, pediu Vorcaro a Moraes; veja mensagens 01/09/2026

Prefeito de cidade que aplicou R$ 93 milhões no Master assinou contrato de R$ 1,2 milhão com Iter, de Mendonça

Prefeito de cidade que aplicou R$ 93 milhões no Master assinou contrato de R$ 1,2 milhão com Iter, de Mendonça

Prefeito de cidade que aplicou R$ 93 milhões no Master assinou contrato de R$ 1,2 milhão com Iter, de Mendonça Apuração do Fórum Investiga revela conexão entre investimentos do São Roque Prev no banco de Daniel Vorcaro e contratação, sem licitação, do instituto criado por André Mendonça. Por Plínio Teodoro e Diego Feijó de Abreu | Fórum Investiga 17/09/2026 André Mendonça e Guto Issa (à esquerda do ministro) no lançamento da “parceria” entre o Iter e a Escola de Governo, do Cioeste – André Mendonça e Guto Issa (à esquerda do ministro) no lançamento da “parceria” entre o Iter e a Escola de Governo, do Cioeste (Divulgação) Apuração do Fórum Investiga, o núcleo investigativo da Fórum, revela uma conexão entre contratos sem licitação feitos pelo Instituto Iter, criado por André Mendonça, e o caso Master, de Daniel Vorcaro, pivô de um dos maiores escândalos financeiros da história do país, que até a semana passada estava sob relatoria do ministro no Supremo Tribunal Federal (STF). A conexão passa por Guto Issa (PSD), prefeito de São Roque entre 2021 e 2024 e reeleito para um segundo mandato. Em 2024, durante sua gestão, o São Roque Prev, instituto de Previdência municipal, destinou cerca de R$ 93 milhões em sete aplicações em letras do Banco Master. As operações foram realizadas durante a gestão de Vanderlei Massarioli, que havia sido nomeado para comandar a autarquia pela administração de Issa. Em abril, o caso foi abordado em reportagem de André Barrocal, na Carta Capital. O Fórum Investiga aprofundou a apuração após revelar a existência de 55 contratos públicos, 54 deles firmados sem licitação, que resultaram em R$ 10,8 milhões ao Instituto Iter. Nesse meio tempo, houve ainda a revelação da reunião entre André Mendonça e Daniel Vorcaro no escritório do Iter em São Paulo. No ano seguinte, já em 2025, Issa assumiu a presidência do CIOESTE, consórcio que reúne municípios da região Oeste da Grande São Paulo. Meses depois de um encontro entre André Mendonça e Daniel Vorcaro na sede do Instituto Iter, em São Paulo, o CIOESTE firmou contrato de R$ 1.228.505,55 com o instituto criado pelo ministro para ministrar cursos e palestras na Escola de Governo do consórcio. O contrato foi firmado sem prévia licitação, segundo o levantamento do Fórum Investiga. A Fórum entrou em contato com todos os envolvidos, incluindo André Mendonça e Guto Issa, que não retornaram até o fechamento desta reportagem. O São Roque Prev informou que “adquiriu letras financeiras do banco em 2024 seguindo os ritos legais e técnicos” e que acompanha “os desdobramentos das operações envolvendo o Banco Master”. Já o Instituto Iter afirma que o contrato com o Cioeste não teve “qualquer participação, indicação ou ingerência do Ministro André Mendonça” e que a negociação “não guarda nenhuma relação com Daniel Vorcaro, com o Banco Master ou com quaisquer fatos a eles atribuídos”. Mendonça deixou a sociedade no Iter após a Fórum revelar R$ 10,8 milhões em 55 contratos públicos, sendo que 54 deles foram firmados sem licitação. Leia as notas ao final da reportagem. Os demais citados não responderam às indagações enviadas nesta quarta-feira (16) pela Fórum, com prazo até a manhã desta quinta-feira (15). O espaço segue aberto para o posicionamento. São Roque, Master e Iter: sequência de fatos que se conecta no tempo A sequência temporal é um dos elementos que chama atenção na apuração. Em março de 2024, o São Roque Prev começou a realizar as aplicações no Banco Master, chegando a sete operações que somaram aproximadamente R$ 93 milhões. Naquele momento, a autarquia era comandada por Vanderlei Massarioli, nomeado pela administração de Guto Issa em março de 2022 para dirigir o instituto de Previdência municipal. Em março de 2025, um ano depois das primeiras aplicações, Daniel Vorcaro se reuniu com André Mendonça na sede do Instituto Iter, em São Paulo. A existência do encontro foi revelada por mensagens e documentos apreendidos na investigação da Polícia Federal sobre o Banco Master. A reunião ocorreu no dia 14 de março e durou cerca de duas horas. A defesa de Mendonça confirmou o encontro e afirmou que foram tratados apenas temas relacionados a processos no STF e negou qualquer irregularidade. Em 24 de julho de 2025, quatro meses depois do encontro, o CIOESTE assinou com o Instituto Iter o contrato de R$ 1,228 milhão para a realização de cursos e palestras em Direito e Administração Pública no âmbito da Escola de Governo do consórcio. O documento, publicado no Diário Oficial, estabelece vigência de um ano e identifica o Instituto Iter S.A. como contratado. Em 11 de agosto de 2025, a parceria foi apresentada publicamente. André Mendonça esteve pessoalmente no evento de lançamento da Escola de Governo do CIOESTE, ao lado de Victor Godoy, presidente do Iter, de Guto Issa, então presidente do consórcio, e do ministro do STJ Mauro Campbell. Mendonça ministrou a palestra “Controle judicial do ato administrativo”. O próprio CIOESTE descreveu o Iter como “parceiro” estratégico da iniciativa. Iter – Master: a conexão São Roque (Infografia criada por IA) Os R$ 93 milhões do São Roque Prev no Banco Master Os investimentos do São Roque Prev no Banco Master começaram em março de 2024. Ao todo, foram sete aplicações, que chegaram a aproximadamente R$ 93 milhões. O valor correspondeu a uma parcela significativa dos recursos administrados pelo regime próprio de Previdência de São Roque. Documentos divulgados pela Câmara Municipal apontaram que os investimentos representavam cerca de 18,5% dos ativos do RPPS. A própria Câmara instalou uma CPI para investigar as aplicações. Quem presidia o São Roque Prev naquele período era Vanderlei Massarioli. A Prefeitura de São Roque havia anunciado sua nomeação para comandar a autarquia em março de 2022, durante a gestão de Guto Issa. Portanto, as aplicações foram operações do São Roque Prev, sob a presidência de Massarioli, durante a administração municipal de Guto Issa. A situação das aplicações passou a ser investigada após a liquidação do Banco Master. A Câmara de São Roque criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito em abril de

Recém-formado, filho de Nunes Marques citado por Vorcaro ostenta carreira meteórica e acumula grandes clientes

Recém-formado, filho de Nunes Marques citado por Vorcaro ostenta carreira meteórica e acumula grandes clientes

Recém-formado, filho de Nunes Marques citado por Vorcaro ostenta carreira meteórica e acumula grandes clientes Especializado em Direito Tributário, advogado é mencionado em conversas extraídas do celular do dono do Master; ele representa, por exemplo, a Refit, alvo de inquérito no STF Por Eduardo Gonçalves | O Globo 17/09/2026 Kevin Marques, filho do ministro do STF Kassio Nunes Marques, tem carreira meteórica na advocacia — Foto: Reprodução Citado em conversas extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, o advogado Kevin de Carvalho Marques, de 26 anos, filho do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem uma carreira meteórica como advogado especializado em Direito Tributário. Formado no Centro Universitário IESB, de Brasília, Kevin passou no exame da Ordem dos Advogados do Brasil em fevereiro de 2024. A partir de então, assumiu casos de clientes milionários em processos que tramitam na Justiça Federal, como os grupos Refit e Petrópolis. As mensagens de Vorcaro fazem referência a outro contrato do advogado, com a Consult Inteligência Tributária, uma consultoria aberta em 2022 por um contador de Teresina, amigo de longa data da família de Nunes Marques. A empresa recebeu R$ 6,6 milhões do Banco Master, conforme dados de um relatório de inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão de combate à lavagem de dinheiro. Na conversa, de agosto de 2025, o então diretor jurídico do Master, Luiz Rennó, diz que está faltando um pagamento à “consult”. “Dos pagamentos está faltando a consult. Aqui”, diz Rennó, respondendo a uma mensagem de Vorcaro com o nome e contato de Kevin Marques. “Esse aí. Único ‘meu’ que faltou”, acrescentou ele. Reportagem do jornal O Estado de S.Paulo publicada em março mostrou que a Consult transferiu R$ 281,6 mil a Kevin, em 11 transferências entre agosto de 2024 e julho de 2025. No mesmo período, a consultoria recebeu R$ 6,6 milhões do Banco Master. Mesada Em nota, a assessoria do advogado afirmou que ele nunca prestou serviços ao Master nem recebeu dinheiro de Vorcaro, mas admitiu o recebimento da Consult, “empresa à qual prestou serviços jurídicos especializados na área tributária administrativa”. “A atuação profissional do advogado Kevin Marques em favor da Consult não tem qualquer relação com o Supremo Tribunal Federal”, diz o texto. Um mês antes do diálogo em que avisa Vorcaro sobre o pagamento que “faltou”, em julho do ano passado, Rennó perguntou ao banqueiro se deveria manter o repasse de “500 mil mês” ao advogado. Vorcaro respondeu com “kkkk”. Além de amigo da família, o sócio-administrador da Consult é pai do sócio de Kevin em uma outra empresa aberta em novembro de 2024, o Instituto de Pesquisa e Gestão Tributária (IPGT). As duas estão registradas no mesmo endereço, em Barueri, na Grande São Paulo. Segundo dados da Junta Comercial de São Paulo (Jucesp), a empresa tem como foco oferecer treinamentos e gestão empresarial. Em nota, a assessoria do advogado confirmou que ele é sócio do instituto, mas diz que ainda não está em atividade. “O IPGT, de que o advogado Kevin Marques é sócio, está em fase de estruturação, sem que tenha havido qualquer operação ou movimentação financeira. O IPGT é independente da Consult, empresa para a qual o advogado Kevin Marques apenas prestou serviço”, diz a assessoria do advogado. A carreira meteórica do filho de Nunes Marques chegou a ser explicitada em sua página na internet, que foi retirada do ar em março deste ano. O site do escritório K M (as iniciais do advogado) apontava atuação em mais de mil processos “resolvidos”, com mais de 500 clientes que “confiam em nós para proteger seus direitos e alcançar a justiça”. Em nota, a assessoria do escritório informou que a página estava numa “versão teste” e, por isso, foi removida. “Desde o início da minha carreira, busquei me aprofundar em legislações, jurisprudências e estratégias de planejamento tributário para proporcionar aos meus clientes um atendimento de excelência e resultados positivos”, escreveu o advogado em sua autodescrição. Entre os clientes do jovem advogado estão a Refit, que é alvo de um inquérito no Supremo por um suposto esquema bilionário de fraude e sonegação fiscal de combustíveis no Rio. Ele passou a atuar para a Refit em uma ação que questionava uma interdição da empresa realizada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) em conjunto com a Receita Federal, em setembro do ano passado. Segundo a coluna de Malu Gaspar, do GLOBO, Kevin entrou no caso depois que a ação chegou ao Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), onde seu pai foi magistrado entre 2011 e 2020. Em nota, a assessoria de Kevin afirmou que ele “exerce a advocacia de forma estritamente formal e regular, com atuação nos autos, peticionamento e procuração devidamente constituídos. E pauta sua atuação profissional pelo respeito às regras de impedimento e suspeição”. Notícia anterior ANP Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e BiocombustíveisBanco MasterCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasPolícia Federal PFReceita FederalSTF Supremo Tribunal FederalTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Recém-formado, filho de Nunes Marques citado por Vorcaro ostenta carreira meteórica e acumula grandes clientes 17/09/2026 Nunes Marques negou pedido da PF de buscas contra ACM Neto 17/09/2026 PCC teria controle de 12 das 22 empresas de ônibus de SP, aponta investigação; Milton Leite é citado como operador 17/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mendonça insiste no sigilo de dados de celular de Vorcaro: ‘contribuiria para tumultuar julgamento’ 13/09/2026 Exclusivo: Moraes e Mendonça batem boca e quase chegam às vias de fato no STF 01/09/2026 Regalias de Vorcaro na Papudinha incluem picanha e academia 26/08/2026 PF cita “influência em tribunais superiores” e “pagamento de valores expressivos” em ação contra interlocutor de

MP aponta atuação do PCC no financiamento de campanhas eleitorais em SP

MP aponta atuação do PCC no financiamento de campanhas eleitorais em SP

MP aponta atuação do PCC no financiamento de campanhas eleitorais em SP Investigação menciona a campanha de Danilo Morgado e trata de aportes financeiros e articulações por apoio político Por Bruna Lopes e Elijonas Maia | CNN Brasil 17/09/2026 PCC (Primeiro Comando da Capital), considerada a maior facção do Brasil • Google São Paulo e Brasília – A investigação que resultou na deflagração da Operação Vectura Corrupta, nesta quinta-feira (17), aponta para uma possível atuação do PCC (Primeiro Comando da Capital) no financiamento de campanhas eleitorais e na articulação de apoio político. De acordo com o MPSP (Ministério Público de São Paulo), diálogos extraídos de celulares apreendidos mencionam o financiamento da campanha de Danilo Morgado (PL) e citam José Ronaldo Alves de Sales, um ex-funcionário da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), como mediador dessas ligações. A ação desta manhã cumpre 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão. Além de Morgado e Sales, Milton Leite (União Brasil), ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, também é alvo de mandado de prisão. Até o momento, nove pessoas foram presas, incluindo Morgado, candidato a deputado estadual pelo PL. Financiamento de campanhas políticas Ao longo das apurações, foi identificado, ainda, um envolvimento do PCC no financiamento de campanhas políticas nas eleições para prefeitos e vereadores de 2024. De acordo com o Ministério Público, diálogos extraídos de celulares apreendidos mencionam as campanhas de Danilo Morgado e José Ronaldo Alves de Sales. A investigação apontou o possível financiamento das campanhas eleitorais, que contaram, inclusive, com referências à atuação de membros do PCC na definição e interrupção de aportes financeiros e na obtenção de apoio político. As mensagens indicariam, ainda, interlocução com advogados e empresários e possível influência da organização sobre integrantes do Poder Legislativo. Em nota, o ex-vereador Milton leite afirmou que não está foragido, mas sim em viagem. Ele ainda disse que provará inocência. Veja posicionamento na íntegra: “Estou em viagem, não estou foragido, e vou me apresentar às autoridades em até 24 horas. Vou provar minha inocência em todas as acusações.” Operação O Ministério Público de São Paulo deflagrou, na manhã desta quinta-feira (17), uma operação que mira a infiltração do PCC no sistema de transporte coletivo em São Paulo. A ação, denominada Operação Vectura Corrupta, cumpre 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão. Entre os alvos estão: Milton Leite (União Brasil), ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal; Levi dos Santos Oliveira, ex-presidente da SPTrans; Milton Mello Milreu – Advogado e apontado como suposto membro da facção; Paulo Sirqueira Korek Farias – Empresário, gestor de empresas de transporte (Translider, A2) e apontado como “testa de ferro” da facção no setor. Também é presidente do Esporte Clube Água Santa; Sergio Luiz Gevaerd de Oliveira – Empresário, braço direito do advogado Milton Mello Milreu. Ele seria atuante como intermediário entre a organização e o advogado, participando ativamente de negociações do PCC. Carla de Paulo Muller – esposa de Antônio Jose Muller Junior, o Granada, um dos líderes do PCC, preso na Penitenciaria Federal de Brasília. É apontada como alguém que atua na transmissão de recados de interesse da facção a Granada e também na exploração do transporte público. Seria interlocutora direta de José Daniel Satilite; Cicero Jose dos Santos Filho – é apontado como integrante do PCC e advogado atuante nos interesses da organização criminosa. Teria usado seu escritório como “sede” de reunião para os faccionados, bem como a conta bancária do escritório para recebimento de valores das empresas investigadas. É interlocutor direto de José Daniel; Danilo Marco Morgado Silva – candidato derrotado à prefeitura de Praia Grande (2024), atualmente candidato a deputado estadual. Já era alvo da Operação Decurio, com mandado de busca e apreensão anterior. Investigações apontam forte vínculo com a organização e indícios de financiamento de sua candidatura via PCC; Edivania Arruda Botelho Alves (“Lalinha”) – Teria servido de “ponte” para transmissão de recados de integrantes do PCC presos em Presidente Bernardes, onde seu marido (também do PCC) está preso; Edson Antonio de Souza (“Peru”) – investigações apontam que o homem atua no intermédio de interesses da organização em procedimentos licitatórios de várias cidades; Eduardo Medeiros (“Galo”) – Apontado como integrante do PCC e advogado pessoal de José Daniel Satilite, além de dono de empresas de transporte. Teria atuado junto aos faccionados no setor de transportes e em licitações; José Ronaldo Alves de Sales (“Ronaldo Cuba”) – Seria atuante no meio político e no ramo de transportes; investigação aponta que ele interliga integrantes da facção a políticos, auxilia em trâmites licitatórios e corrupção de agentes públicos ainda não identificados. Atua com José Daniel e Eduardo; Julio Salvador Filho – Apontado como Diretor da A2 Transportes, interlocutor de José Daniel. Ele seria responsável por decidir, junto com Paulo Korek, sobre liberação de pagamentos aos “laranjas” (José Daniel e Claudionor);   Entre os presos estão Júlio Salvador Filho; Claudionor Aparecido Sabino Tomaz; Levi dos Santos Oliveira; Carla de Paula Muller; Edivania Arruda Botelho Alves; André Cassali; José Ronaldo Alves de Sales; Edson Antonio de Souza; e Danilo Marco Morgado Silva,. As descrições individuais dos 13 investigados vêm de uma síntese que o próprio relator do despacho judicial elaborou “a título de exemplo, sem pretensão de esgotar todo o conjunto de provas”, com base nos elementos apresentados pela polícia e MP. A base probatória citada são diálogos extraídos de dispositivos eletrônicos apreendidos, documentos, informações financeiras e demais elementos reunidos ao longo da investigação. O relator faz questão de frisar que tudo isso é analisado em “juízo de cognição sumária” e que “não se pretende, neste momento, antecipar juízo definitivo acerca da responsabilidade penal dos investigados”. Ou seja, são indícios e teses da investigação, ainda não fatos comprovados ou julgados. Outro lado Posicionamento de Milton Leite O ex-vereador Milton Leite afirmou que não está foragido, mas sim em viagem. Ele ainda disse que se apresentará às autoridades em até 24 horas e provará inocência. Veja a nota na íntegra: “Estou em viagem, não estou foragido, e vou me apresentar às autoridades em até 24 horas. Vou provar minha inocência em todas as acusações.” Posicionamento

Candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro em Praia Grande é preso acusado de ser do PCC

Candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro em Praia Grande é preso acusado de ser do PCC

Candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro em Praia Grande é preso acusado de ser do PCC Danilo Morgado é suspeito de ter recebido financiamento da facção durante campanha eleitoral de 2024; ex-vereador Milton Leite e ex-presidente da SPTrans também são alvos Por Julinho Bittencourt | Fórum 17/09/2026 Danilo Morgado/Foto: Reprodução de Vídeo O candidato a deputado estadual Danilo Morgado (PL) foi preso nesta quinta-feira (17) durante a Operação Vectura Corrupta, deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo para investigar a atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) em estruturas políticas e no setor de transporte público. Morgado é apontado pelos investigadores como integrante do chamado núcleo político da facção. A suspeita é de que sua campanha nas eleições municipais de 2024 tenha recebido recursos do PCC. A apuração busca esclarecer como o grupo criminoso teria financiado candidaturas e ampliado sua influência em órgãos públicos e empresas do setor de transporte. A Justiça autorizou a prisão de 16 pessoas na operação. Entre os alvos estão o ex-vereador Milton Leite, presidente municipal do União Brasil, e Levi de Oliveira, que ocupou a presidência da São Paulo Transporte (SPTrans), vinculada à Secretaria Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana. Segundo a investigação, a nova fase identificou indícios de atuação direta da organização criminosa em atividades políticas e no transporte coletivo de passageiros na capital e em municípios do interior paulista. Os investigadores também apuram o possível financiamento de candidatos a prefeituras e câmaras municipais durante o pleito de 2024. Os mandados são cumpridos em São Paulo, Santana de Parnaíba, São Bernardo do Campo, Diadema, Santos, Praia Grande e Cubatão. Operação é desdobramento de investigação iniciada em 2024 A Vectura Corrupta dá continuidade às apurações da Operação Decúrio, realizada em agosto de 2024. Naquela ocasião, os investigadores apontaram a existência de uma rede atribuída ao PCC que envolveria uma fintech e agentes políticos da Grande São Paulo e do litoral sul do estado. A investigação também alcança pessoas do círculo familiar de Danilo Morgado. No início de setembro, Luciene Athaydes Morgado, mulher do candidato, foi alvo de busca e apreensão durante a Operação Helmintos, que apura um esquema suspeito de movimentar quase R$ 1 bilhão na Baixada Santista. De acordo com os investigadores, o grupo teria utilizado recursos para adquirir imóveis de luxo e controlar quiosques na orla de Praia Grande. Relatórios mencionados pelo jornal Metrópoles indicam que Luciene teria participado de operações financeiras e imobiliárias relacionadas ao esquema. A polícia afirma ainda ter identificado que ela foi casada com um ex-integrante do PCC e que teria mantido proximidade com ele mesmo após o fim do relacionamento. A suspeita é de que Luciene tenha atuado em uma estrutura de lavagem de dinheiro associada à facção. A Operação Vectura Corrupta amplia a investigação sobre a possível entrada do crime organizado em estruturas políticas e administrativas de São Paulo. A apuração pretende identificar de que forma recursos financeiros e influência em setores estratégicos teriam sido utilizados para financiar campanhas eleitorais e fortalecer a presença do PCC no transporte público. As suspeitas ainda são objeto de investigação, e os envolvidos têm direito à defesa e à presunção de inocência. Notícia anteriorPróxima notícia Cubatão SPDiadema SPMP-SPPL Partido LiberalPolícia CivilPraia Grande SPSantana de Parnaíba SPSantos SPSão Bernardo do Campo SPSão Paulo SPUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro em Praia Grande é preso acusado de ser do PCC 17/09/2026 Filha da deputada federal Soraya Santos (PL) estava com os R$ 600 mil apreendidos pela PF em Niterói 16/09/2026 MP aponta atuação do PCC no financiamento de campanhas eleitorais em SP 17/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Maior acesso a armas aumentou violência política no Brasil, aponta socióloga 19/08/2026 MPRJ ajuíza ação de improbidade administrativa contra prefeita e secretário de Miracema 27/08/2026 Flávio se nega a explicar novo repasse de US$ 1,6 milhões de Vorcaro para financiar ‘Dark Horse’ 01/09/2026 Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção-geral da PF em decisão monocrática sobre ato de ofício 08/09/2026 Fundador da Smart Fit, doador de Tarcísio de Freitas foi alvo de busca no inquérito das fake news 26/08/2026

Nunes Marques negou pedido da PF de buscas contra ACM Neto

Nunes Marques negou pedido da PF de buscas contra ACM Neto

Nunes Marques negou pedido da PF de buscas contra ACM Neto Nova fase da operação Overclean, nesta quinta-feira, mira esquemas de fraudes em contratos de educação fechados em BH Por Mateus Coutinho | Valor 17/09/2026 ACM Neto — Foto: Silvia Costanti/ Valor Brasília – A Polícia Federal pediu buscas contra o candidato a governador da Bahia, ACM Neto (União Brasil) no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17), mas o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido. A PF cumpre 24 mandados de buscas para investigar suspeitas de fraudes em contratos fechados entre 2024 e 2025, de mais de R$ 80 milhões na secretaria municipal de Educação de Belo Horizonte. Dentre os principais alvos de buscas estão o empresário José Marcos de Moura, conhecido como “Rei do Lixo” e Alex Parente. Os dois são empresários donos de empresas de construção e limpeza. O ministro Kassio Nunes Marques é o relator da Overclean no STF. A investigação começou apurando esquemas de fraudes em contratos de lixo e outros serviços e desvios de emendas parlamentares na Bahia, e avançou para outras áreas em diferentes estados do país. Nesta frente deflagrada nesta quinta-feira, a PF investiga direcionamento de procedimentos licitatórios para compras de materiais didáticos em Belo Horizonte (MG) na época em que a secretaria municipal era comandada por um nome que teve o aval de ACM Neto. A PF suspeita que o grupo que atuava com Marcos Moura na Bahia teria replicado esquemas de fraudes em diferentes prefeituras pelo país. Nesse contexto, a PF também cumpre buscas contra o ex-secretário de Educação da capital mineira Bruno Barral. As investigações apontam que ele teria sido indicado por ACM Neto para o posto. Segundo a PF os fatos investigados podem configurar crimes contra a administração pública, fraudes em licitações, organização criminosa e lavagem de dinheiro. A reportagem procurou a assessoria de ACM Netto e as defesas de Alex Parente e José Marcos de Moura, mas não obteve retorno. Notícia anteriorPróxima notícia Belo Horizonte MGPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Nunes Marques negou pedido da PF de buscas contra ACM Neto 17/09/2026 PCC teria controle de 12 das 22 empresas de ônibus de SP, aponta investigação; Milton Leite é citado como operador 17/09/2026 TRE-RJ barra candidatura de Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson, por suposto elo com organização criminosa 16/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Conta do 8 de janeiro bate à porta de esposa de Ramagem, candidata do PL-RJ 09/09/2026 Mendonça avisou Fachin e Moraes que avançaria com investigação 01/09/2026 Ministério Público entra na Justiça para cobrar mais vagas em creches e pré-escolas de Cabo Frio 02/09/2026 Deputado Chico Alencar aciona PGR contra Nikolas por divulgação de falso laudo da PF 05/09/2026 Cury cita em plano de governo doutorado em psicologia que não fez 01/09/2026

PF investiga fraude na licitação do transporte escolar de Duque de Caxias; contratos passam de R$ 60 milhões

PF investiga fraude na licitação do transporte escolar de Duque de Caxias; contratos passam de R$ 60 milhões

PF investiga fraude na licitação do transporte escolar de Duque de Caxias; contratos passam de R$ 60 milhões Agentes saíram para cumprir 12 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Duque de Caxias. Por Marco Antônio Martins e Márcia Brasil | g1 Rio 17/09/2026 Garagem alvo da operação em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro — Foto: Divulgação/PF A Polícia Federal (PF) iniciou nesta quinta-feira (17) a Operação Faixa Amarela, que investiga uma suposta fraude na licitação do transporte escolar da Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, com possível desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro. Os contratos passam de R$ 60 milhões. Agentes saíram para cumprir 12 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Duque de Caxias. A investigação teve início com os elementos informativos coletados após análise de aparelho celular apreendido na Operação Anáfora, que teve fases em setembro de 2022 e em junho deste ano. “As possíveis fraudes iniciaram-se em 2020 e foram sucessivamente renovadas, gerando contratos milionários. Somente nos 3 primeiros anos, a quantia superou R$ 62 milhões”, informou a PF. “A investigação aponta para a possível atuação coordenada entre empresários, funcionários públicos e terceiros, com indícios de superfaturamento de licitações, desvio de recursos públicos e movimentações financeiras para pagamento de vantagens indevidas, além da ocultação da origem ilícita dos valores obtidos com as fraudes perpetradas”, explicou. Os fatos em apuração podem caracterizar os crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato e lavagem de dinheiro. O que diz a Prefeitura de Duque de Caxias “A Prefeitura de Duque de Caxias, por intermédio da Procuradoria-Geral do Município, informa que nenhum órgão municipal ou servidor público em exercício de suas funções foi alvo de qualquer operação policial nesta data, e reafirma que todos os contratos realizados pela municipalidade nos últimos anos foram devidamente licitados previamente e reiteradamente auditados pelos tribunais de contas e demais órgãos de controle, não havendo apontamento de indícios no sentido do que foi divulgado pela mídia nesta manhã, que sequer informa quais empresas são envolvidas. A Prefeitura reitera que se encontra a disposição das autoridades para prestação de todas as informações que se fizerem necessárias à elucidação das investigações em curso.” A Operação Anáfora A Operação Anáfora combateu a lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recursos públicos da Prefeitura de Duque de Caxias. A PF e a Controladoria-Geral da União (CGU) investigavam um suposto favorecimento na contratação de uma cooperativa de trabalho pela Secretaria de Saúde de Caxias — o contrato e aditivos ultrapassaram R$ 563,5 milhões em pouco mais de 2 anos. De acordo com as investigações, a cooperativa é de uma quadrilha que desvia dinheiro público há anos, principalmente na área da saúde. Na 1ª etapa, há 4 anos, Washington Reis (MDB), ex-prefeito de Duque de Caxias e então candidato a vice-governador do RJ na chapa de Cláudio Castro (PL), foi um dos alvos dos 27 mandados de busca e apreensão. Na 2ª fase, em junho, a PF cumpriu 14 mandados de busca e apreensão, sendo 10 expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e outros 4 expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) — alguns dos envolvidos tinham foro privilegiado. Em uma empresa ligada ao principal alvo da investigação, em Xerém, distrito de Duque de Caxias, agentes encontraram R$ 450 mil escondidos sob um sofá. Reis declarou que “sempre colaborou com as investigações” e que “nada foi encontrado que desabone sua conduta”. Notícia anteriorPróxima notícia CGU Controladoria-Geral da UniãoDuque de Caxias RJGovernadorMDB Movimento Democrático BrasileiroPL Partido LiberalPolícia Federal PFPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF investiga fraude na licitação do transporte escolar de Duque de Caxias; contratos passam de R$ 60 milhões 17/09/2026 PF realiza operação contra desvios no AM; STF afasta prefeito de Coari 16/09/2026 Associação usa verba de emenda de Mario Frias para pagar R$ 920 mil a empresas do próprio presidente 16/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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12 das 22 empresas de ônibus que operam em São Paulo são suspeitas de ligação com o PCC; veja quais são elas

12 das 22 empresas de ônibus que operam em São Paulo são suspeitas de ligação com o PCC; veja quais são elas

12 das 22 empresas de ônibus que operam em São Paulo são suspeitas de ligação com o PCC; veja quais são elas Empresas de ônibus são investigadas na Operação Vectura Corrupta, realizada pela Polícia Civil e pelo MP-SP na manhã desta quinta-feira (17). Por Bruno Tavares, Isabela Leite e Rodrigo Rodrigues | TV Globo e g1 SP 17/09/2026 Veículos da empresa Move Buss, que operam linhas na cidade de São Paulo e são alvo de operação do MP-SP. — Foto: Divulgação/Redes Sociais São Paulo – Doze das 22 empresas de ônibus que operam na cidade de São Paulo são suspeitas de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo o Ministério Público de São Paulo. Apesar de não terem sido alvo de busca e apreensão, elas são citadas no despacho que autorizou a Operação Vectura Corrupta, realizada pela Polícia Civil e pelo MP-SP na manhã desta quinta-feira (17). A operação tem como alvos o ex-vereador Milton Leite (União Brasil), também ex-presidente da Câmara Municipal, e o ex-presidente da SPTrans, Levi dos Santos Oliveira. (leia mais abaixo) Essas empresas investigadas possuem mais da metade de todo o sistema de ônibus da capital paulista, que é o maior da América Latina e está entre os cinco maiores do mundo. Criadas a partir de cooperativas de transportes, operam no chamado subsistema local, dos bairros mais afastados. Este subsistema responde por 6.029 ônibus da frota total de 13.690 veículos. Veja abaixo as empresas que fazem parte das investigações da Operação Vectura Corrupta: Viação Transcap Transportes Alfa Rodobus Transportes Transwolff Transportes A2 Transportes Imperial Transportes Move Buss Transportes Pêssego Transportes Allianz Transportes Transunião Transportes Qualibus Transportes Norte Bus Transportes Spencer Transportes   A Transwolff — com outra empresa de ônibus, a UPBus — já tinha sido alvo de outra operação, a Fim da Linha, deflagrada em abril de 2024 pelo MP-SP por suspeita de lavagem de dinheiro e favorecimento ao PCC. As investigações apontam que o dinheiro usado para aumentar o capital da Transwolff poderia ter origem ilícita — ou seja, os recursos seriam provenientes de atividades do PCC. O esquema envolveria uso de “laranjas” e “CNPJs fantasmas”, facilidades de empresas de fachada para ocultar as verdadeiras origens dos valores, algo típico de lavagem de dinheiro. Em função dessas suspeitas, a Prefeitura de São Paulo rescindiu os contratos e assumiu o controle da Transwolff e da UPBus em dezembro de 2024. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) afirmou que não há nenhum risco de ligação com o PCC. “Fiz a intervenção em 2024 na TrasWolf e caducidade, esse empresa é administrada pela prefeitura”, afirmou. Milton Leite Milton Leite não foi encontrado pelos policiais que foram à sua casa para cumprir o mandado. Segundo apurou a GloboNews, a polícia passou a considerá-lo foragido diante das circunstâncias encontradas no imóvel. Policiais permanecem no local para cumprir mandado de busca e apreensão. De acordo com informações obtidas durante a diligência, Milton estava em casa até a tarde de quarta-feira (16). Uma funcionária relatou aos policiais que ele saiu à noite para um compromisso de campanha. Também foram presos Levi dos Santos Oliveira, ex-presidente da SPTrans, e Danilo Marco Morgado Silva, ex-candidato à Prefeitura de Praia Grande e atual candidato a deputado estadual. Em nota, Milton Leite afirmou que está viajando e negou estar foragido. “Estou em viagem, não estou foragido, e vou me apresentar às autoridades em até 24 horas. Vou provar minha inocência em todas as acusações”, declarou o ex-vereador. Ao todo, a operação busca cumprir 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão em São Paulo, Santana de Parnaíba, São Bernardo do Campo, Diadema, Santos, Praia Grande e Cubatão. Investigação aponta influência de Milton Leite no setor de ônibus Segundo apuração da GloboNews, a investigação aponta que decisões estratégicas relacionadas a empresas de transporte suspeitas de ligação com o PCC dependeriam do conhecimento ou da aprovação política de Milton Leite. A conclusão foi sustentada, segundo investigadores, pela análise de interceptações envolvendo operadores e por elementos de outras investigações relacionadas ao papel decisório do ex-vereador. No pedido que embasou a operação, Milton Leite é citado como responsável direto pela operação de algumas das empresas que, segundo a investigação, seriam controladas pela facção. O documento também menciona declarações de policiais militares, prestadas em procedimento no Tribunal de Justiça Militar, segundo as quais ele seria o dono de fato da Transwolff. Milton Leite deixou a vida pública no ano passado, depois de sete mandatos como vereador e de ter presidido a Câmara Municipal por quatro vezes. Atualmente, ele é presidente do União Brasil na cidade de São Paulo. Em julho, foi eleito presidente estadual da Federação União Progressista (UP), formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP). A Operação Vectura Corrupta é realizada pela Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes de Mogi das Cruzes, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo. Ex-presidente da SPTrans preso Entre os presos está Levi dos Santos Oliveira, ex-presidente da SPTrans. Segundo os investigadores, apesar de Levi não aparecer como interlocutor direto de José Daniel Satilite, apontado como um dos personagens centrais do esquema, os dois teriam mantido encontros periódicos. A investigação afirma que essas reuniões tinham como finalidade tratar de interesses da facção relacionados a empresas de transporte, especialmente após a deflagração da Operação Fim da Linha pelo Ministério Público de São Paulo, em 2024. A defesa de Levi dos Santos Oliveira diz que ele não tem antecedentes, construiu ao longo de décadas, uma trajetória de relevantes serviços públicos prestados à cidade de São Paulo, atuando na SPTrans, onde se consolidou como referência técnica em sua área. Outra frente da operação chegou a Danilo Marco Morgado Silva, que disputou a Prefeitura de Praia Grande em 2024 e era candidato a deputado estadual, mas teve o registro cassado. Ele também foi preso nesta quinta. Danilo já havia sido alvo de mandado de busca e apreensão na Operação Decurio. Segundo a Polícia Civil, a nova etapa da investigação identificou

PCC teria controle de 12 das 22 empresas de ônibus de SP, aponta investigação; Milton Leite é citado como operador

PCC teria controle de 12 das 22 empresas de ônibus de SP, aponta investigação; Milton Leite é citado como operador

PCC teria controle de 12 das 22 empresas de ônibus de SP, aponta investigação; Milton Leite é citado como operador Ex-vereador aparece em relatório como responsável pela operação de empresas ligadas à facção; policiais disseram à Justiça Militar que ele seria o dono de fato da Transwolff Por Matheus de Souza, Hyndara Freitas, Sérgio Quintella e Aline Ribeiro | O Globo 17/09/2026 Milton Leite (União Brasil) na tribuna da Câmara em sua última sessão como vereador em São Paulo — Foto: Richard Lourenço/Rede Câmara São Paulo – Uma investigação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Polícia Civil aponta que o Primeiro Comando da Capital (PCC) teria controle, em tese, de 12 das 22 empresas que operam o transporte coletivo da capital paulista. O ex-vereador Milton Leite aparece entre os investigados e é citado como responsável direto pela operação de algumas dessas empresas. Policiais militares também afirmaram, em procedimento no Tribunal de Justiça Militar, que ele seria o dono de fato da Transwolff, empresa de ônibus de São Paulo. As informações constam de decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que determinou a prisão temporária de 13 investigados. O despacho, assinado pelo desembargador Sérgio Ribas, é resultado de um pedido do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em investigação que é um desdobramento da Operação Decurio. Segundo a decisão, os investigadores analisaram mensagens extraídas de celulares, documentos e informações financeiras e encontraram indícios de vínculos entre os investigados e integrantes ou colaboradores do PCC. O tribunal autorizou prisões, buscas e apreensões e acesso aos dados dos equipamentos apreendidos. A referência a Milton Leite aparece na relação dos 13 investigados. O despacho afirma que o ex-vereador é citado nominalmente diversas vezes como responsável direto pela operação de algumas empresas controladas pelo PCC. Em seguida, registra que policiais militares, em procedimento na Justiça Militar, disseram que ele seria o dono de fato da Transwolff. O documento não detalha quais seriam todas as empresas atribuídas a Leite nem apresenta, nesse trecho, elementos sobre sua eventual participação formal na sociedade da Transwolff. Empresas A investigação aponta que o grupo teria usado empresas de transporte para atuar em contratos públicos. Entre as companhias citadas estão a Translider, a A2 Transportes e a Transbellaflor. José Daniel Satilite e Claudionor Sabino Tomaz são apontados como possíveis interpostas pessoas em negócios envolvendo empresas do setor. Segundo a investigação, os dois teriam recebido ordens de terceiros e participado de negociações envolvendo venda de ônibus e pagamento de comissões. A polícia também aponta a atuação de Paulo Siqueira Korek Farias, empresário ligado à Translider e à A2 Transportes. Segundo o relatório, ele teria mantido influência sobre a Translider mesmo depois de deixar formalmente o quadro societário. Em um dos diálogos analisados, Korek teria tratado da venda de 63 ônibus da Translider por R$ 1,26 milhão, com previsão de pagamento de comissão a José Daniel e outros envolvidos. Para a polícia, as conversas indicam uma estrutura de empresas, pessoas interpostas e contratos públicos utilizada em benefício da organização criminosa. O despacho cita ainda negociações envolvendo empresas de transporte de Cubatão, Leme, São Vicente e Itanhaém. Em Itanhaém, por exemplo, investigadores identificaram conversas sobre a tentativa de direcionar uma licitação para garantir a vitória de determinado grupo. Parte dos valores seria destinada, segundo a investigação, ao pagamento de vantagens indevidas e à organização criminosa. A investigação também encontrou conversas sobre financiamento eleitoral e apoio político. Segundo o despacho, mensagens indicariam a participação de integrantes do PCC na definição e interrupção de aportes financeiros e na busca por apoio político. Os investigadores apontam ainda possível influência da organização sobre integrantes do Legislativo. Um dos investigados é Danilo Marco Morgado Silva, candidato derrotado à Prefeitura de Praia Grande em 2024 e atualmente candidato a deputado estadual. A investigação aponta indícios de que sua campanha municipal teria recebido financiamento da organização criminosa. José Ronaldo Alves de Sales, outro investigado, é descrito como uma ligação entre o setor de transportes e a política. Segundo a polícia, ele atuaria junto a integrantes da facção e políticos em questões relacionadas a licitações. Milton Leite aparece nesse núcleo principalmente pela relação atribuída a ele com empresas de transporte. O despacho não aponta, no trecho dedicado ao ex-vereador, participação específica em financiamento eleitoral ou em uma determinada licitação. O GLOBO tenta contato com a defesa dos citados, o espaço segue aberto. Após a operação desta quinta-feira, o prefeito Ricardo Nunes determinou a criação de um grupo com representantes da Procuradoria-Geral do Município, da Controladoria-Geral do Município, da SPTrans e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte para analisar os elementos da investigação. Segundo a Prefeitura, o grupo vai avaliar a possibilidade de intervenção na A2 Transportes, uma das empresas citadas na apuração. A administração municipal afirmou ainda que fará um levantamento de contratos, documentos e eventuais vínculos da empresa com o sistema de transporte e que poderá adotar medidas administrativas e judiciais para garantir a continuidade do serviço. Notícia anteriorPróxima notícia Cubatão SPItanhaém SPLeme SPMDB Movimento Democrático BrasileiroMP-SPPL Partido LiberalPolícia CivilPraia Grande SPPrefeitoSão Paulo SPSão Vicente SPTJ-SPUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PCC teria controle de 12 das 22 empresas de ônibus de SP, aponta investigação; Milton Leite é citado como operador 17/09/2026 TRE-RJ barra candidatura de Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson, por suposto elo com organização criminosa 16/09/2026 Master: PF apreendeu mais de meio milhão em espécie em endereços ligados a Ciro Nogueira 17/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Aliado de Mendonça, Cezinha de Madureira faz campanha com Frederick Wassef em SP

Aliado de Mendonça, Cezinha de Madureira faz campanha com Frederick Wassef em SP

Aliado de Mendonça, Cezinha de Madureira faz campanha com Frederick Wassef em SP Wassef é coordenador da campanha de um candidato a deputado estadual que faz dobradinha com Cezinha Por Juliana Dal Piva | ICL Notícias 17/09/2026 Aliado de Mendonça, Cezinha de Madureira faz campanha com Frederick Wassef em SP Antes de se tornar alvo da 3ª fase da Operação Transparência, deflagrada pela Polícia Federal, em 14 de setembro, o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) vinha fazendo sua campanha de reeleição em São Paulo em palanques com Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. A coluna recebeu registros de uma atividade, no dia 21 de julho, quando ele participou, em Bragança Paulista, do evento de lançamento da pré-candidatura do delegado Sandro Montanari (PL) a deputado estadual — ocasião em que também apresentou sua própria pré-candidatura à reeleição na Câmara. Wassef é coordenador da campanha de Montanari que faz dobradinha com Cezinha. No mesmo palco estiveram o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), que oficializou ali sua pré-candidatura ao Senado, e Wassef. “Nosso delegado Sandro Montanari, todos lutem por ele. Precisamos ajudar e apoiar a Polícia Civil”, afirmou Wassef, em seu discurso no evento. Na semana passada, Cezinha foi alvo de uma operação da PF que apura suspeitas de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro em negociações ligadas a processos em tribunais superiores. Também é alvo da operação a advogada Valéria Rodrigues Linhares, companheira do deputado. Na terça-feira, a coluna mostrou que durante a operação, os investigadores encontraram na casa de Cezinha, durante busca e apreensão, um porta-retrato dele com o ministro André Mendonça e as respectivas esposas. Reportagem da ICL Notícias revelou que o nome do deputado também apareceu em mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo o material, Cezinha teria ajudado a articular um encontro entre Vorcaro e Mendonça, ocorrido em março de 2025, em São Paulo. Wassef, por sua vez, é figura de longa data no entorno de Jair Bolsonaro — ficou conhecido nacionalmente em 2020, quando o ex-assessor Fabrício Queiroz foi localizado escondido em seu sítio, em Atibaia, cidade vizinha a Bragança Paulista onde o advogado também lidera o PL local. Notícia anteriorPróxima notícia ALESPBanco MasterBragança Paulista SPcampanha eleitoralDeputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Aliado de Mendonça, Cezinha de Madureira faz campanha com Frederick Wassef em SP 17/09/2026 Políticos são alvo da PF por elo com “montanha de dinheiro” de R$ 2 milhões (VIDEO) 16/09/2026 12 das 22 empresas de ônibus que operam em São Paulo são suspeitas de ligação com o PCC; veja quais são elas 17/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Moraes aponta indícios de crime de Mendonça e pede que Fachin tome providências 03/09/2026 Candidato a deputado estadual e três vereadores de Cotia são alvo de operação do MP-SP por suspeitas de ligação com o PCC 20/08/2026 Mendonça decide deixar sociedade em instituto privado que virou alvo de questionamentos 03/09/2026 Carreta com 47 motos é roubada na Via Dutra; motorista é levado para a Pedreira e feito refém 26/08/2026 Deputado bolsonarista causa tumulto na UFBA; universidade repudia “atos de violência, intimidação e desrespeito” (VIDEO) 20/08/2026

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