Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

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Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes de R$ 3,7 bilhões pelo Rioprevidência em fundos do Banco Master

Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes de R$ 3,7 bilhões pelo Rioprevidência em fundos do Banco Master

Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes de R$ 3,7 bilhões pelo Rioprevidência em fundos do Banco Master Agentes saíram para cumprir 10 mandados de busca e apreensão no RJ e no DF, expedidos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Por Eduardo Pierre e Mahomed Saigg | TV Globo 26/05/2026 Cláudio Castro em cobertura na Barra da Tijuca. Ex-governador é alvo de buscas da Polícia Federal — Foto: Charles Júnior/ TV Globo O ex-governador Cláudio Castro (PL) foi alvo, nesta terça-feira (26), da 8ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), que investiga crimes financeiros envolvendo o Banco Master. A PF apura aportes de R$ 3,7 bilhões de recursos públicos do Rio de Janeiro para o conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro, em diferentes ocasiões. O dinheiro, segundo a investigação, partiu do Rioprevidência, fundo que gere os benefícios de 235 mil aposentados e pensionistas do estado. Agentes cumpriram 10 mandados de busca e apreensão no RJ e no DF, expedidos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Um desses mandados foi cumprido na casa de Castro, na cobertura de um prédio na Península, um condomínio de alto padrão na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. A equipe ficou cerca de 3 horas na residência e deixou o edifício às 9h10, com 2 celulares apreendidos. O advogado Carlo Luchione, que faz a defesa de Cláudio Castro, informou que o ex-governador acompanhava as buscas “com serenidade”. A defesa de Deivis informou que não vai se manifestar sobre a operação desta terça, assim como a de Vorcaro. Foi a 2ª vez, em menos de 15 dias, que a PF bateu na porta de Castro. Em 15 de maio, agentes cumpriram na casa dele um mandado de busca na Operação Sem Refino, contra supostas fraudes fiscais na Refit, a antiga Refinaria de Manguinhos. Barco de Papel A investigação é um desdobramento da Operação Barco de Papel, deflagrada em janeiro, que identificou aportes suspeitos do Rioprevidência no Master — foram R$ 970 milhões, entre outubro de 2023 e julho de 2024. Em decorrência dessa operação, Deivis Marcon Antunes, presidente do fundo à época da Barco de Papel, foi preso no início de fevereiro, em uma ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal no Sul Fluminense. Àquela ocasião, ele já tinha sido exonerado. Agentes voltaram à casa de Deivis nesta terça, em Botafogo, na Zona Sul. A PF informou que a fase desta terça mira outras aplicações, de R$ 2,01 bilhões, a partir de julho de 2024, em fundos de investimentos do mesmo banco, “totalizando cerca de R$ 3,7 bilhões transferidos do Rioprevidência”. 🔎 A PF investiga suspeitas de gestão fraudulenta, créditos falsos e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master, que foi liquidado. O dono da instituição financeira, Daniel Vorcaro, está preso em Brasília. CPI na Alerj No início do mês, o deputado estadual Flávio Serafini, do PSOL, anunciou que havia obtido assinaturas necessárias para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) a fim de investigar os investimentos do RJ no Master. A CPI ainda não foi instalada. De acordo com os dados apresentados na Alerj, o Rioprevidência investiu R$ 970 milhões diretamente no Banco Master. Além disso, o fundo de previdência estadual também aplicou cerca de R$ 1,6 bilhão em fundos administrados pela instituição financeira. Parte desses investimentos, segundo os parlamentares, foi feita mesmo após alertas do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), que chegou a proibir novos aportes do Rioprevidência no banco. O total das transferências só do Rioprevidência, segundo os cálculos do TCE, seria de aproximadamente R$ 1,6 bilhão. De acordo com Serafini, a Cedae também realizou investimentos no Banco Master. Os valores somam R$ 200 milhões. Diferença nos números A PF afirmou nesta terça, porém, ter descoberto novas aplicações do Rioprevidência de R$ 2,01 bilhões, mais do que o R$ 1,6 bilhão apontado pelo TCE. O g1 apurou que a PF não considerou na conta os investimentos da Cedae. Notícia anterior ALERJBanco MasterCedaeCPI Comissão Parlamentar de InquéritoDeputado EstadualGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFPRF Polícia Rodoviária FederalPSOLRioPrevidênciaSTF Supremo Tribunal FederalTCE-RJ Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes de R$ 3,7 bilhões pelo Rioprevidência em fundos do Banco Master 26/05/2026 Gestão de Caiado usou fintech suspeita para movimentar R$ 1,3 bi e taxa recaiu sobre comerciantes 25/05/2026 Odebrecht e Vorcaro são sócios na venda de 577 apartamentos em SP 25/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes de R$ 3,7 bilhões pelo Rioprevidência em fundos do Banco Master Gestão de Caiado usou fintech suspeita para movimentar R$ 1,3 bi e taxa recaiu sobre comerciantes Odebrecht e Vorcaro são sócios na venda de 577 apartamentos em SP Governo Lula desmente fake news de Nikolas Ferreira sobre obra no Acre Avesso à leitura, Jair Bolsonaro não lê livros nem para reduzir pena Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Os donos do crime: TCP levou guerra do tráfico aos céus do Rio com uso de drones para vigiar criminosos rivais e polícia

Os donos do crime: TCP levou guerra do tráfico aos céus do Rio com uso de drones para vigiar criminosos rivais e polícia

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Peixão e Lacoste integram a quadrilha que investe em tecnologia para se fortalecer e não sucumbir ao avanço do maior rival — o Comando Vermelho Por Vera Araújo | O Globo 26/05/2026 Peixão e Lacoste integram a quadrilha que investe em tecnologia para se fortalecer e não sucumbir ao avanço do maior rival — o Comando Vermelho Rio de Janeiro – Em maio de 2017, viralizou nas redes sociais uma foto do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, pilotando um drone do alto de uma laje na Cidade Alta, na Zona Norte do Rio. Fundador do Complexo de Israel, subfacção do Terceiro Comando Puro (TCP), foi ele quem introduziu aeronaves não tripuladas para demarcar territórios e vigiar quadrilhas rivais, além da polícia. Outro chefe do TCP, Walace Trindade de Brito, o Lacoste, do Morro da Serrinha, em Madureira, adotou a mesma tática. Eles são os personagens desta segunda reportagem da série “Os donos do crime”, dedicada a mostrar quem são os criminosos que aterrorizam o Rio à frente da violência do tráfico, das milícias, dos bandos de matadores de aluguel e do jogo do bicho. Peixão e Lacoste, perfilados em vídeo no site e nas redes sociais do GLOBO, estão à frente do processo que levou para os céus a guerra do Rio. Os dois integram um grupo criminoso que investe em tecnologia para se fortalecer e não sucumbir ao avanço do maior rival — o Comando Vermelho (CV), que foi flagrado recentemente usando drones de carga capazes de carregar até 80 quilos. No TCP, segunda maior facção do estado, os chefes se vangloriam em redes sociais do pioneirismo no uso de equipamentos modernos de guerra. No trecho de uma conversa de Peixão com um fornecedor de drones, o traficante demonstra entusiasmo ao comentar a tecnologia das aeronaves não tripuladas. O diálogo foi extraído do celular de Everson Vieira Francesquet, em 2023, após o alvo ser preso pela Polícia Federal. “Esse trabalho agora é um trabalho novo que comunidade nenhuma tem, ninguém faz isso novinho! Qual favela que vai fazer isso? A gente é o primeiro!”. Por dentro do TCP Surgido em território fluminense, o TCP segue os passos do CV ao se expandir para outros estados. A diferença é que ainda não tem uma cúpula consolidada, o que faz com que cada comunidade funcione de maneira autônoma. Os únicos da facção no estado incluídos na lista de procurados do Ministério da Justiça são Peixão, o rosto mais conhecido do TCP, e Lacoste. O complexo de Peixão é formado por um conjunto de cinco favelas na Zona Norte dominado por um exército armado com fuzis e drones. Ele se declara evangélico e acumula denúncias de intolerância religiosa, com relatos de destruição de terreiros e de proibição do uso de roupas brancas em seus domínios. Seu nome passou a ser citado no debate sobre a classificação de facções como organizações terroristas depois de ser apontado como mandante de um ataque a tiros que deixou três mortos na Avenida Brasil, em outubro de 2024 — o episódio teve repercussão internacional. Lacoste comanda território menor, na Serrinha, e trava disputas sangrentas para manter sua influência. Tentou replicar o modelo de Peixão e anexar comunidades vizinhas, mas o plano fracassou — até hoje a região enfrenta confrontos com o CV. Também usa drones para monitorar a polícia e mantém uma casa de luxo com saída secreta para a mata. Com 89 anotações criminais e nove mandados de prisão em aberto, integra um conselho criado nos moldes do que existe no CV, na tentativa de superar a desvantagem estratégica do TCP pela falta de comunicação centralizada. Nove anos depois daquela foto de 2017, os drones se tornaram uma das maiores preocupações das forças policiais. A vigilância feita com esses equipamentos, somada à atuação de informantes, permitiu que Peixão escapasse em mais de uma ocasião. Mais recentemente, outro desafio se impôs: o uso de drones para transportar bombas e armas de grosso calibre. Já há registro de criminosos lançando bombas por meio de aeronaves não tripuladas — o que ocorreu, segundo a Polícia Civil, na megaoperação de 28 de outubro do ano passado, nos complexos da Penha e do Alemão, em que 122 pessoas morreram, entre elas cinco agentes. Secretário de Segurança Pública, Victor César dos Santos pondera que antidrones trariam riscos à população — abatido, o equipamento cairia em áreas densamente povoadas. Em sua opinião, a solução seriam “drones caçadores”, que rastreiam e capturam o equipamento inimigo. Fabrício Oliveira, coordenador da Core, defende, no entanto, que as polícias precisam ter antidrones para casos excepcionais. Para o professor do Departamento de Sociologia da UFF Daniel Hirata, o cenário lembra a entrada dos fuzis no Rio, no fim da década de 1980. — A chegada dos fuzis mudou o patamar dos confrontos no Rio. Com os drones, a tendência é a mesma: se o crime organizado passa a usá-los, as polícias vão querer usar antidrones. É fundamental agir agora para impedir essa escalada — afirma o pesquisador, que defende uma resposta dupla: aquisição imediata de antidrones combinada a medidas estruturais: marco legal, fiscalização e investigação da cadeia de fornecimento. Peixão absolvido A dificuldade de responsabilizar quem está por trás dessa rede ficou evidente em decisão judicial recente. No dia 6 deste mês, a juíza federal substituta Caroline Vieira Figueiredo, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, condenou Everson Vieira Francesquet a cinco anos e seis meses de reclusão por integrar o TCP. A mesma sentença absolveu Peixão, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como chefe da facção, por insuficiência de provas. Ele era acusado de contrabando pela suposta importação de um bloqueador de sinal para abater drones da polícia. Francesquet foi preso em flagrante em julho de 2024 em uma agência dos Correios em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, ao retirar encomenda vinda da China: um “fuzil antidrone”, dispositivo capaz de impedir a

Deputado pede vista e votação da PEC 6×1 é adiada

Deputado pede vista e votação da PEC 6x1 é adiada

Deputado pede vista e votação da PEC 6×1 é adiada Expectativa é que a votação do texto seja retomada quarta-feira (27), na comissão especial, e siga para o plenário até quinta (28) Por Davi Alencar e Lorenzo Santiago | CNN Brasil 25/05/2026 Deputados durante reunião da comissão especial que analisa a proposta sobre o fim da jornada de trabalho 6×1 • Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados Brasília – O deputado Mauricio Marcon (PL-RS) pediu vista nesta segunda-feira (25) e adiou a votação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) do fim da escala de trabalho 6×1 na comissão especial. Com o tempo para a análise, a votação do projeto será retomada na próxima sessão. De acordo com o relator Leo Prates (Republicanos-BA) e com o presidente da comissão, Alencar Santana (PT-SP), a tendência é que a votação seja retomada quarta-feira (27) e quinta-feira chegue ao plenário da Casa. Natural em processos de tramitação no Congresso Nacional, o pedido de vista consiste no adiamento da discussão ou votação do projeto para a sessão seguinte. O intervalo de tempo deve servir para a base governista convencer os parlamentares que faltam para consolidar a aprovação da PEC na comissão e no plenário da Casa. O desejo do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), é que o texto final de Prates seja votado em plenário ainda nesta semana. Com o aval da Câmara, o texto segue para o Senado Federal. Para voltar à discussão na comissão especial, é preciso esperar suas sessões no plenário da Câmara. Motta sinalizou que deve marcar uma sessão para esta terça e uma outra para a manhã de quarta. Com isso, o texto poderia ser votado na noite da própria quarta no plenário ou na quinta pela manhã. O relatório de Prates definiu uma polêmica entre os parlamentares: o período de transição para o fim da 6×1. O governo federal pressionava para que a implementação da mudança fosse instantânea, visando a campanha eleitoral. Nesta segunda-feira, o relator anunciou ao lado de Motta que a PEC reduzirá a jornada de 44 para 40 horas semanais no período de até 14 meses, para que haja viabilidade e tempo hábil para o setor produtivo se adequar à nova escala. Em reunião nesta manhã com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi acordada uma redução de duas horas na carga horária semanal após 60 dias da promulgação da nova regra. Depois, após 12 meses, deverá ser implementada a jornada máxima de 40 horas. A Constituição prevê atualmente uma jornada semanal máxima de 44 horas. O relator sustenta, no entanto, que após os 60 dias da promulgação, ao garantir as duas folgas, o trabalhador já terá direito a uma escala 5×2. “A jornada é o total que você pode trabalhar em uma semana. Escala é como você arruma esse tempo. A [redução da] escala será feita em 60 dias [após a promulgação], que foi o mote que mobilizou o Brasil”, afirmou Prates a jornalistas. Com isso, no período em que a escala esteja em 42 horas, os trabalhadores terão uma jornada diária de 8 horas e 24 minutos. O texto também fala da intenção de incluir no parecer uma sugestão, que já tinha sido levantada na semana passada, para trazer mais funcionários para a CLT. Para isso, uma das ferramentas seria flexibilizar a alocação da jornada de trabalho para quem ganha mais de R$ 23 mil e esteja registrado. A ideia seria ter um teto de 160 horas mensais que poderiam ser alocadas de acordo com a negociação entre o empregador e o funcionário. Segundo Prates, os trabalhadores que recebem acima desse valor e são contratados como PJ (pessoa jurídica) já não são submetidos a escalas de trabalho definidas. Para o relator, isso tornaria mais atraente a conversão de trabalhadores em regime PJ para o CLT por justamente permitir às empresas que tenham uma flexibilidade parecida entre os trabalhadores que são registrado e os que são informais. Segundo Prates, o cronograma ideal estima cerca de 30 dias para o Senado analisar o texto após a aprovação na Câmara. O pedido de vista, no entanto, foi visto como “esperado” pelo relator. Prates disse que isso já era calculado. “É um direito legítimo o período de vista. Eu respeito. Fizemos o máximo, tem sugestões que vieram de críticas que vieram da oposição. Estou tranquilo. Meu norte seria um texto médio, a gente tentou. Estamos há mais de uma ano nesse trabalho. O parlamento representa visões diferentes, então é natural não só o pedido de vista como a posição contrária”, disse. MEIs Na reunião com Lula, Hugo Motta afirmou ter tratado sobre o caso dos MEIs (microempreendedores individuais). Para mitigar impactos no mercado de trabalho, medidas específicas serão tratados via projeto de lei, como a atualização do limite de faturamento para se enquadrar na categoria e a possibilidade de contratação de mais de uma pessoa. Regras para servidores públicos também deverão ser tratadas por meio de projeto de lei. Em acordo com o governo, os casos mais específicos serão tratados por meio do projeto enviado pelo Executivo. Essa matéria deverá trazer as nuances infraconstitucionais e as previsões direcionadas a setores com jornadas diferenciadas. Notícia anteriorPróxima notícia Constituição FederalDeputado FederalPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanos Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões 27/05/2026 Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA A mansão de Eduardo (VIDEO) Fim da escala 6×1: a hipocrisia de Sóstenes Cavalcante, líder do PL,

Gestão de Caiado usou fintech suspeita para movimentar R$ 1,3 bi e taxa recaiu sobre comerciantes

Gestão de Caiado usou fintech suspeita para movimentar R$ 1,3 bi e taxa recaiu sobre comerciantes

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha OUTRO LADO: Governo de Goiás diz que nova instituição foi contratada e que adotou medidas judiciais após a Operação Carbono Oculto; BK Bank não responde Relatório do Coaf mostra repasses entre 2021 e 2025, até a deflagração da operação que aponta a fintech como instituição financeira a serviço do PCC Por Vinicius Sassine e Thaísa Oliveira | Folha de S.Paulo 25/05/2026 Ronaldo Caiado (PSD), em São Paulo, para o anúncio de sua pré-candidatura à Presidência – Jorge Silva – 30.mar.26/Reuters Brasília – O governo de Ronaldo Caiado (PSD) em Goiás usou uma fintech investigada na Operação Carbono Oculto, suspeita de atuar como um banco paralelo do PCC, para movimentar R$ 1,36 bilhão de programas de transferência de renda da gestão estadual. Caiado deixou o Governo de Goiás em 31 de março deste ano para se candidatar à Presidência da República. Um documento do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) obtido pela Folha mostra repasses de R$ 1,36 bilhão da Agência de Fomento de Goiás à BK Instituição de Pagamento, conhecida como BK Bank, fintech apontada pela PF (Polícia Federal), pela Receita Federal e pelo Ministério Público de São Paulo como suspeita de atuar para a facção criminosa PCC. Os repasses da instituição de fomento, que tem o Governo de Goiás como acionista majoritário e detentor do controle acionário, foram feitos entre outubro de 2021 e agosto de 2025, período referente aos dois mandatos de Caiado. A agência é responsável por operacionalizar benefícios sociais, e os repasses a uma conta na BK dizem respeito ao pagamento de programas de transferência de renda que atendem 880 mil beneficiários, segundo o Governo de Goiás. A partir dessa conta, eram efetivados os repasses aos cartões dos usuários finais, conforme a gestão estadual. Sobre o valor das operações dos programas sociais, incidia uma taxa de utilização de até 6%, cobrada dos estabelecimentos comerciais credenciados para a realização de compras pelos beneficiários dos programas. Do valor cobrado, 50% eram destinados à Agência de Fomento e 50%, à BK Bank. Isso vigorou até 2024, quando o Governo de Goiás decidiu contratar uma nova fintech. A taxa paga pelos comerciantes ganhou uma nova divisão: 75,6% são destinados à Agência de Fomento e 24,4%, à nova instituição financeira contratada. Os repasses de recursos à BK prosseguiram até agosto de 2025, como mostra o documento do Coaf. Foi o mês da deflagração da Operação Carbono Oculto. Essa permanência se deu em razão de saldos remanescentes, segundo a gestão estadual.  Não há informações sobre o montante pago à BK a título da taxa cobrada dos comerciantes goianos. “A GoiásFomento não realizou novas transações financeiras com a BK Bank após agosto de 2025”, disse o governo, em nota. “Quando da deflagração da Operação Carbono Oculto, a agência adotou medidas administrativas e judiciais para resguardar o interesse público, considerando que o contrato possuía cobertura securitária. Até o momento, não há prejuízo constatado à GoiásFomento.” A contratação da BK se deu a partir de um “procedimento regular de credenciamento” em 2020, bem antes dos fatos relacionados ao PCC, afirmou o governo. “A instituição atuava regularmente no mercado, com autorização do Banco Central, e mantinha contratos com diversos órgãos públicos, como Correios e Serpro.”  A BK foi procurada por email e por telefone pela reportagem, mas não houve resposta. Após a deflagração da Carbono Oculto, Correios, Serpro e o Governo do Paraná interromperam contratos com a fintech. O documento do Coaf sobre as movimentações da BK reúne comunicados feitos por bancos. O Coaf é o órgão do governo federal responsável por prevenção e detecção de lavagem de dinheiro. Comunicados são feitos quando há transações de grande monta ou com indícios de irregularidades. A BK é uma das principais investigadas na Carbono Oculto. A fintech é apontada como um banco paralelo do PCC, com o uso de contas-bolsões, em que múltiplos clientes fazem depósitos em uma única conta, de forma a dificultar o rastreio do dinheiro. Conforme as investigações, a instituição financeira foi usada para transações bilionárias de empresas associadas ao PCC, especialmente usinas de álcool e distribuidoras de combustíveis, com ocultação da origem e do destino dos valores movimentados. Pela BK também passaram recursos de prefeituras e órgãos públicos, mas em montantes bem inferiores às transações feitas pela Agência de Fomento de Goiás, de acordo com o documento do Coaf. Nos comunicados dos bancos descritos no relatório do Coaf, há transações com postos de combustíveis, distribuidoras e fundos que estariam relacionados a esquemas do PCC. O documento aponta indícios de lavagem de dinheiro, movimentação financeira incompatível com o faturamento da fintech e recebimento de recursos com débito imediato dos valores pela BK, sem causa aparente, principalmente os repasses da Agência de Fomento de Goiás, no caso desse último item, como descreve o relatório do Coaf. Ao todo, 22 comunicados de bancos sobre transações pela BK – sobre as quais existem suspeitas de irregularidades – tratam também das transações relacionadas à agência goiana. A maior parte mostra repasses da empresa do Governo de Goiás à fintech, e uma menor parte, o caminho inverso, de recursos da BK para a Agência de Fomento. Neste caso, a movimentação envolveu R$ 28,5 milhões entre julho de 2022 e setembro de 2025. “Valores repassados pela BK referem-se à devolução de recursos não utilizados pelos beneficiários e à remuneração contratual prevista na operacionalização do arranjo de pagamento”, disse a gestão goiana. A BK tem sede em Barueri (SP) e um capital social pouco superior a R$ 9 milhões. A fintech oferecia a estrutura necessária para que empresas de fachada controladas por grupos criminosos movimentassem recursos sem transparência, conforme as investigações. Na ocasião da Carbono Oculto, a Justiça determinou o bloqueio de todos os valores mantidos pelos investigados na BK, além da preservação de extratos, contratos e cadastros de clientes. Segundo a Receita, existiu um “alto volume de transações atípicas” envolvendo a BK e empresas de grupos criminosos. As entradas de recursos somaram R$ 17,7 bilhões, conforme relatório do Fisco. Nas contas-bolsões, as compensações financeiras são feitas internamente, sem que os valores deixem a

Arraial do Cabo: Vigia terceirizado custa mais que o dobro à Prefeitura, aponta edital de licitação

Arraial do Cabo: Vigia terceirizado custa mais que o dobro à Prefeitura, aponta edital de licitação

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Um vigia lotado na Secretaria de Educação de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no estado do Rio de Janeiro, teve salário bruto de R$ 2,292,09 no mês de abril. Por Elizeu Pires 25/05/2026 Arraial do Cabo: Vigia terceirizado custa mais que o dobro à à Prefeitura, aponta edital de licitação Com contrato temporário, o vencimento líquido dele naquele mês foi de R$ 2.153,89, mas o profissional custaria mais que o dobro aos cofres da municipalidade, se, em vez de contratado diretamente pela Prefeitura, tivesse sido alocado por uma empresa terceirizada, Pelo menos é o que sugere o edital do Pregão Eletrônico 007/2026, aberto pela gestão do prefeito Marcelo Magno (PL), que tem como objeto a contratação de uma empresa para o fornecimento de 528 postos de vigia noturno e diurno, pelo valor global estimado em R$ 32,8 milhões. De acordo com o edital, por um vigia diurno com 44 horas semanais de trabalho a Prefeitura está disposta a pagar até R$ 4.982,69 por mês, R$ 5.373,95 por um vigia noturno, e R$ 5.375,65 por um que trabalhe em escala de 24 x 72. A licitação aconteceu em março, já tem uma empresa vencedora, mas o resultado final ainda não foi homologado, porque a Prefeitura está aguardando posicionamento do Tribunal de Contas do Estado, que recebeu denúncias sobre supostas exigências descabidas no edital e está analisando o documento que sustentou o processo licitatório. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha PF apreende dinheiro dentro de livro falso Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio

Odebrecht e Vorcaro são sócios na venda de 577 apartamentos em SP

Odebrecht e Vorcaro são sócios na venda de 577 apartamentos em SP

Odebrecht e Vorcaro são sócios na venda de 577 apartamentos em SP Empresas sócias da Odebrecht são atribuídas a Vorcaro pela Justiça. Construtora diz tentar encerrar contratos e nega relação com banqueiro Por Demétrio Vecchioli | Metrópoles 25/05/2026 Arte Metrópoles Seis empreendimentos imobiliários em São Paulo unem os dois maiores escândalos recentes de corrupção do país. Eles são sociedades entre a Novonor – novo nome que a Odebrecht escolheu para limpar sua imagem depois de ser pivô da Lava Jato – e fundos atribuídos a Daniel Vorcaro. Um desses empreendimento ficou pronto há menos de um mês, com 21 apartamentos de luxo, e outros três estão em fase de comercialização de 555 apartamentos e 70 unidades não residenciais. Mais dois já foram anunciados, mas não foram lançados. Todos são impactados por bloqueios judiciais impostos pela 3ª Vara de Falências de São Paulo aos bens do antigo controlador do Banco Master, agora preso. Os empreendimentos pertencem a cinco incorporadoras que, pelo lado da Odebrecht, têm como sócia a Orion Empreendimentos (que herdou o legado de ativos da antiga Odebrecht Realizações Imobiliárias) e, pelo lado de Vorcaro, sociedades anônimas que têm como únicos sócios dois fundos de investimentos atribuídos ao banqueiro pelo liquidante do Banco Master. Esses fundos, segundo o liquidante, foram utilizados como “instrumentos de aquisição e titularização formal de bens destinados ao uso e benefício pessoal de Daniel Vorcaro“. Por isso, a 3ª Vara de Falências de São Paulo determinou a averbação de pendência judicial da Magma Empreendimentos e dos fundos Lunar e Quality Golden, entre outros bens do banqueiro. A medida é cautelar e preparatória para futura ação revocatória, quando o liquidante tentará recuperar ativos desviados do banco, e não foi contestada por terceiros. A Magma, que é sócia da Odebrecht em ao menos três empreendimentos já lançados, tem como acionistas dois fundos de investimentos em participações (FIP): exatamente o Quality Golden e o Lunar, que, por sua vez, tinha como acionista, ao menos até outubro de 2024, o fundo Astralo 95, que também era dono da cota sabidamente pertencente a Vorcaro na SAF do Atlético-MG. À coluna, a OR (braço de incorporação imobiliária da Odebrecht) disse que negociou os aportes em 2022 com empresas vinculadas a Augusto Lima, então CEO do Banco Master, e que os acordos foram precedidos de procedimentos de governança que não encontraram menção ao Banco Master ou Vorcaro como possíveis beneficiários finais das investidoras à época. Augusto Lima também foi preso pela Compliance Zero e atualmente usa tornozeleira eletrônica. A OR também afirma que, depois de saber pela imprensa dos processos em curso contra as suas sócias, “adotou imediatamente as medidas cabíveis para encerrar qualquer associação ou relacionamento com essas empresas”. Até aqui, nenhuma mudança societária foi informada à Junta Comercial. Sociedades entre Daniel Vorcaro e Odebrecht Prédio de luxo no Itaim Há poucas semanas, ficou pronto o primeiro empreendimento fruto da parceria iniciada em setembro de 2022. É o edifício boutique Baume Itaim, cujo menor dos 21 apartamentos tem 219m² e não custa menos que R$ 8 milhões. Ele tem como incorporadora a ORSP 29, uma sociedade meio a meio entre a Orion/Odebrechet e a Magma, uma SA dirigida por David Lopes Monteiro. David é irmão do advogado Daniel Monteiro, que foi preso na quarta fase da Operação Compliance Zero sob a acusação de estruturar o pagamento de propina ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, comprando imóveis a partir de sociedades anônimas dirigidas por um cunhado. Essas empresas têm como origem o mesmo fornecedor de CNPJs de prateleira da Magma e de outras companhias ligadas a Vorcaro que se tornaram sócias da Odebrecht. Ao menos um dos terrenos que deram origem ao empreendimento foi comprado com empréstimo concedido em dezembro de 2022 pelo Master, conforme documentação obtida pela coluna. As cotas da Magma na incorporadora foram dadas ao banco como garantia, que ainda não foi liberada. A mesma sociedade se repete nos empreendimentos Ryt Paulista Apartments e do Ryt Paulista Smart Studios, na Bela Vista, na região central, com apartamentos de até 43m² e clara vocação para locação de curta estada. Na prática um prédio só, dividido em dois para fazer jus a incentivos tributários recentemente discutidos em uma CPI na Câmara Municipal, os Ryt estão atualmente “em construção”, segundo a OR. Imóveis na Vila Nova Conceição e Itaim Apresentado no site da OR como em “lançamento”, o Vert Vila Nova também é uma sociedade entre a Orion/Odebrecht e Vorcaro, que têm como sócio minoritário a Praia Empreendimentos, representada por Tiago Ferraz de Moraes Coelho. Ele é irmão de Ana Coelho (União), que foi candidata a vice-governadora da Bahia em chapa com ACM Neto. No caso do empreendimento na Vila Nova Conceição, Vorcaro é representado pela Verde Bahia SA, que também pertence ao fundo Lunar, também é dirigida por David Monteiro, e também foi alvo da decisão da Justiça paulista em relação aos bens do banqueiro. O futuro prédio fica na esquina entre a rua Bueno Brandão e a avenida Santo Amaro e tem promessa de uso misto, com 209 unidades residenciais (de estúdios a três dormitórios) e 70 não residenciais. Comprado em novembro de 2023 por R$ 17,3 milhões, um dos terrenos em que o empreendimento será erguido também foi adquirido graças a empréstimo concedido pelo Master, de R$ 25,4 milhões, tomado pela Verde Bahia. Em setembro de 2025, a alienação do imóvel foi repassada pelo banco de Vorcaro a um FIDC gerido pela Trustee, o GSR. No mesmo dia, a alienação foi cancelada – ou seja, a dívida foi dada como paga. Verde Bahia, Praia e Orion/Odebrechet também são sócios em um empreendimento residencial que a OR promete lançar em breve, na badalada esquina das ruas Tabapuã e Bandeira Paulista, no Itaim Bibi. A incorporadora já foi estruturada: é a BP Itaim, que originalmente pertencia somente à Odebrechet e passou a ser dividida meio a meio com a Verde Bahia em julho de 2024. A sexta sociedade entre Vorcaro e Odebrecht é na incorporadora de um projeto de luxo em um dos endereços mais valorizados do país: a Praça Pereira Coutinho, também na

Governo Lula desmente fake news de Nikolas Ferreira sobre obra no Acre

Governo Lula desmente fake news de Nikolas Ferreira sobre obra no Acre

Governo Lula desmente fake news de Nikolas Ferreira sobre obra no Acre Deputado mineiro publicou vídeo nas redes sociais acusando o Palácio do Planalto de abandonar obra em cidade acreana Por Marcelo Hailer | Fórum 24/05/2026 O presidente Lula – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou nas redes sociais um vídeo em frente a uma placa de obra do governo federal na cidade de Marechal Thaumaturgo, no Acre. Na gravação, o parlamentar questiona o Palácio do Planalto sobre o andamento da obra e insinua que os recursos poderiam ter sido desviados. O vídeo, no entanto, foi desmentido pela ministra do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli, também por meio das redes sociais. Segundo ela, a obra citada por Nikolas é resultado de uma emenda parlamentar de bancada apresentada em 2021, durante o governo Jair Bolsonaro, quando o Ministério do Desenvolvimento Agrário havia sido extinto e a Secretaria de Agricultura Familiar estava vinculada ao Ministério da Agricultura. “Tem um deputado que está questionando a execução de uma obra lá em Marechal Thaumaturgo, no Acre. Quero esclarecer que essa obra é decorrente de uma emenda parlamentar de bancada que foi apresentada em 2021, no governo anterior [Jair Bolsonaro], quando o MDA havia sido extinto e a Secretaria de Agricultura Familiar fazia parte do MAPA e estava fazendo, pelo visto, até ponte.” Em seguida, a ministra explicou que a execução de uma emenda parlamentar depende de etapas administrativas que não são controladas exclusivamente pelo governo federal. Entre elas estão a assinatura de contrato de repasse com a Caixa Econômica Federal, a realização de processo licitatório pelo município e o depósito da contrapartida exigida para a liberação dos recursos. “A emenda parlamentar, para ser executada, demanda um contrato de repasse com a Caixa. Para executar o recurso, depende de um processo licitatório que é executado pelo município. O município tem que fazer uma licitação pública e é a partir dessa licitação que é possível fazer a transferência dos recursos.” Machiaveli afirmou ainda que Marechal Thaumaturgo é um município pequeno e que levou 1.119 dias para concluir o processo licitatório. Segundo a ministra, a documentação foi apresentada em abril do ano passado e aprovada pela Caixa em julho. No entanto, a liberação do recurso federal ainda depende do depósito da contrapartida municipal. “O município é um município pequeno e, para fazer uma licitação, precisa de uma equipe qualificada, e eles levaram 1.119 dias para conseguir fazer esse processo licitatório. Apresentaram em abril do ano passado e, em julho, a Caixa já analisou e aprovou. Ocorre que, ainda, para a gente fazer o repasse dos recursos, o município tem que dar uma contrapartida. Então, numa obra de R$ 2,8 milhões, a contrapartida do município é de R$ 939 mil. Enquanto não deposita a contrapartida, nós não podemos depositar o recurso federal.” Ao final do vídeo, a ministra ironizou Nikolas Ferreira e insinuou que ele não entende de gestão pública: “Portanto: checagem dos fatos, aula de gestão pública e o nosso total compromisso com o zelo dos recursos públicos e com a verdade.” Notícia anterior CEF Caixa Econômica FederalDeputado Federalemenda parlamentarMarechal Thaumaturgo ACPL Partido Liberal Governo Lula desmente fake news de Nikolas Ferreira sobre obra no Acre 24/05/2026 Avesso à leitura, Jair Bolsonaro não lê livros nem para reduzir pena 24/05/2026 Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Governo Lula desmente fake news de Nikolas Ferreira sobre obra no Acre Avesso à leitura, Jair Bolsonaro não lê livros nem para reduzir pena Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ Turp demite rodoviários durante greve que afeta 93 linhas em Petrópolis ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Avesso à leitura, Jair Bolsonaro não lê livros nem para reduzir pena

Avesso à leitura, Jair Bolsonaro não lê livros nem para reduzir pena

Avesso à leitura, Jair Bolsonaro não lê livros nem para reduzir pena Bolsonaro nunca escondeu que não tem o hábito de leitura e não mudou nem com o incentivo de remição de pena com livros Por João Pedroso de Campos | Amado Mundo 24/05/2026 O ex-presidente Jair Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil) Jair Bolsonaro nunca escondeu que não costuma ler e diz sempre que pode, com uma ponta de orgulho, que não tem tempo para os livros. A aversão do ex-presidente à leitura não mudou nem por ocasião de sua prisão, com dois incentivos: tempo de sobra e a chance de reduzir a pena a cada livro lido. Desde que Alexandre de Moraes autorizou Bolsonaro a abater dias da sentença por meio da leitura, em 15 de janeiro, a PM do Distrito Federal já enviou ao ministro do STF doze relatórios semanais de atividades do ex-presidente enquanto cumpre pena. Em todos eles, as informações no campo “leituras” são preenchidas com um singelo “não houve”. Enquanto Bolsonaro desperdiça essa boa oportunidade de criar o hábito da leitura, outros condenados pela trama golpista têm feito o contrário. O ex-ministro da Justiça Anderson Torres leu “A metamorfose”, de Franz Kafka; o ex-ministro da Defesa Paulo Sério Nogueira de Oliveira optou por “Vidas secas” e “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, e “Reminiscências da campanha do Paraguai”, de Dionísio Cerqueira; e o ex-comandante da Marinha Almir Garnier já leu títulos como “A bordo do contratorpedeiro Barbacena”, de João Carlos Gonçalves Caminha, “Como Deus transforma a tristeza em alegria” e “O agir invisível de Deus”, ambos do pastor Luciano Subirá, e “O vinho novo é melhor”, de Robert Thom. Notícia anterior PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Avesso à leitura, Jair Bolsonaro não lê livros nem para reduzir pena 24/05/2026 Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ 19/05/2026 Turp demite rodoviários durante greve que afeta 93 linhas em Petrópolis 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Avesso à leitura, Jair Bolsonaro não lê livros nem para reduzir pena Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ Turp demite rodoviários durante greve que afeta 93 linhas em Petrópolis ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

TCE multa prefeito e gestores da Saúde de Nova Friburgo por falhas na alimentação do Hospital Raul Sertã

TCE multa prefeito e gestores da Saúde de Nova Friburgo por falhas na alimentação do Hospital Raul Sertã

TCE multa prefeito e gestores da Saúde de Nova Friburgo por falhas na alimentação do Hospital Raul Sertã Decisão cita irregularidades em refeições do hospital de Nova Friburgo, incluindo larvas, cabelo e até caramujo em salada; prefeitura informou que já recorre da decisão. Por Nathalia Rebello | g1 22/05/2026 Decisão cita irregularidades em refeições, incluindo larvas, cabelo e até caramujo em salada — Foto: Reprodução Redes Sociais Nova Friburgo – O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) multou o prefeito de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, Johnny Maycon (PL), além de ex e atuais gestores da Secretaria Municipal de Saúde, por falhas na fiscalização do contrato de alimentação do Hospital Municipal Raul Sertã. A decisão foi tomada após uma denúncia apresentada em 2023, depois que um paciente encontrou um caramujo em uma salada servida no hospital. O caso foi levado ao TCE pela então vereadora Priscila Pitta, que pediu apuração sobre a qualidade das refeições fornecidas a pacientes, acompanhantes e funcionários da unidade. Segundo o acórdão, fiscais do contrato registraram irregularidades durante mais de um ano de prestação do serviço. Entre os problemas apontados estavam atrasos na entrega das refeições, ausência de itens previstos no cardápio, falhas no armazenamento dos alimentos e presença de larvas, fios de cabelo e outros corpos estranhos nas refeições. O tribunal concluiu que a Prefeitura de Nova Friburgo não adotou medidas administrativas suficientes para responsabilizar a empresa contratada. Apesar da aplicação de descontos financeiros por refeições consideradas inadequadas, não houve abertura de processo administrativo sancionador contra a fornecedora, mesmo diante da repetição das irregularidades. Na decisão, a conselheira relatora Andrea Siqueira Martins apontou “inércia administrativa” dos responsáveis pela gestão e fiscalização do contrato. Quem foi multado O prefeito Johnny Maycon e a ex-secretária municipal de Saúde, Nicole Ribeiro Lessa Cipriano, foram multados em R$ 7.440,60 cada. Já o atual secretário municipal de Saúde, Gabriel Costa Wenderroschy, e o gestor de contratos, Higor de Barros Pinto, receberam multas de R$ 4.960,40 cada. Somadas, as penalidades ultrapassam R$ 24 mil. Cozinha do hospital segue em obras O caso ocorre enquanto a reforma da cozinha do Hospital Raul Sertã ainda não foi concluída. Sem a estrutura própria em funcionamento, o hospital continua dependendo de empresas terceirizadas para fornecer alimentação a pacientes, acompanhantes e servidores. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que a obra da cozinha foi realizada por meio de doação, mas ainda precisa de acabamentos no forro e instalação de equipamentos fixos, que serão adquiridos em uma nova licitação. A pasta informou ainda que o contrato analisado pelo TCE foi encerrado em 2024 e que o fornecimento das refeições atualmente é feito pela empresa BDL Refeições. O que diz a prefeitura Em nota, o prefeito Johnny Maycon afirmou que recebeu a decisão com surpresa e informou que já apresentou recurso contra a multa aplicada pelo TCE. Segundo ele, o Ministério Público de Contas havia se manifestado anteriormente contra a aplicação de sanções no caso. O prefeito também contestou a conclusão do tribunal sobre suposta omissão da administração municipal. De acordo com a prefeitura, foram aplicadas notificações, sanções e penalidades à empresa responsável pelo fornecimento das refeições durante a vigência do contrato. “A decisão menciona suposta inércia por parte da gestão municipal diante de problemas na execução do serviço. No entanto, isso não corresponde à realidade dos fatos”, afirmou. Johnny Maycon disse ainda confiar que a decisão será revista após a análise dos recursos e dos documentos apresentados pela defesa. Já a Secretaria Municipal de Saúde informou que todas as refeições fornecidas atualmente ao hospital passam por fiscalização e que, quando são identificadas irregularidades, os valores correspondentes não são pagos à empresa contratada. O processo ainda cabe recurso no âmbito do Tribunal de Contas do Estado. Notícia anteriorPróxima notícia CidadaniaNova Friburgo RJPL Partido LiberalPrefeitoRegião Serrana e Centro Sul FluminenseTCE-RJVereadora Gestão de Caiado usou fintech suspeita para movimentar R$ 1,3 bi e taxa recaiu sobre comerciantes 25/05/2026 Odebrecht e Vorcaro são sócios na venda de 577 apartamentos em SP 25/05/2026 Governo Lula desmente fake news de Nikolas Ferreira sobre obra no Acre 24/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Gestão de Caiado usou fintech suspeita para movimentar R$ 1,3 bi e taxa recaiu sobre comerciantes Odebrecht e Vorcaro são sócios na venda de 577 apartamentos em SP Governo Lula desmente fake news de Nikolas Ferreira sobre obra no Acre Avesso à leitura, Jair Bolsonaro não lê livros nem para reduzir pena TCE multa prefeito e gestores da Saúde de Nova Friburgo por falhas na alimentação do Hospital Raul Sertã Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

MPRJ solicita informações ao Governo do Estado sobre exonerações, irregularidades em contratos e medidas administrativas para investigações

MPRJ solicita informações ao Governo do Estado sobre exonerações, irregularidades em contratos e medidas administrativas para investigações

MPRJ solicita informações ao Governo do Estado sobre exonerações, irregularidades em contratos e medidas administrativas para investigações O procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, encaminhou ofício ao governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto de Castro, na quarta-feira (20/05), solicitando o envio de informações e documentos relacionados a fatos recentes amplamente divulgados envolvendo a administração pública estadual. Por MPRJ 22/05/2026 MPRJ solicita informações ao Governo do Estado sobre exonerações, irregularidades em contratos e medidas administrativas para investigações No documento, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) informa que acompanha “com atenção e preocupação” notícias sobre possíveis irregularidades na gestão pública, que demandam análise técnica e jurídica da instituição. “Diante da gravidade dos fatos, é necessário que o MPRJ obtenha documentos e todas as informações relevantes para que possa fazer a apreciação técnico-jurídica e o trabalho conjunto em favor do interesse público”, disse o PGJ. Entre os temas mencionados no ofício estão: a exoneração de aproximadamente 2.500 servidores comissionados sob suspeita de serem “funcionários fantasmas”; auditorias em mais de 6.700 contratos públicos estaduais suspeitos de irregularidades nas contratações diretas, que somam mais de R$ 81 bilhões; revisão de processos administrativos classificados como sigilosos em termos de legitimidade que poderiam encobrir eventuais irregularidades; investigações envolvendo o RioPrevidência e a Cedae; além de apurações relacionadas ao Grupo REFIT e loteamento político de secretarias e autarquias. O PGJ também cita notícias sobre possíveis irregularidades e ingerências na Secretaria de Estado de Fazenda, incluindo informações constantes de investigações conduzidas pela Polícia Federal e a instauração de processos administrativos disciplinares. Também é mencionada a existência de rombo financeiro estimado em R$ 20 bilhões, atribuído à má gestão, contratações irregulares, desvio de finalidade de recursos públicos e déficits fiscais. No ofício, o procurador-geral de Justiça informa que, até o momento, não houve comunicação formal ao MPRJ contendo documentação técnica relativa às apurações internas, auditorias, medidas cautelares, indícios de dano ao erário ou identificação de eventuais responsáveis. O documento ressalta que a solicitação ocorre no âmbito das atribuições constitucionais do Ministério Público de defesa da ordem jurídica, do patrimônio público, da moralidade administrativa e dos interesses sociais. A Procuradoria-Geral de Justiça destaca ainda sua disposição permanente ao diálogo institucional e ao trabalho conjunto. Dessa forma, o MPRJ requisita ao Governo do Estado a relação dos servidores exonerados desde março de 2026; relatórios da Controladoria-Geral do Estado (CGE) sobre auditorias em contratos; informações sobre contratos suspensos ou rescindidos; documentos relacionados às investigações envolvendo RioPrevidência, Cedae e Secretaria de Fazenda; lista de processos administrativos que tiveram revisão de sigilo; informações sobre medidas adotadas após as chamadas operações “Sem Refino” e “Barco de Papel”; e a identificação de agentes públicos citados em relatórios da Polícia Federal e providências administrativas implementadas; entre outros documentos ou informações que apontem para indícios de atos de improbidade administrativa, lesão ao erário, infração penal ou crimes de responsabilidade. Notícia anteriorPróxima notícia CedaeControladoria-Geral do Estado CGEGovernadorMP-RJPolícia Federal PFRioPrevidência Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Flávio Bolsonaro não assinou três das cinco CPIs sobre o Master que poderia apoiar

Flávio Bolsonaro não assinou três das cinco CPIs sobre o Master que poderia apoiar

MPRJ recomenda afastamento do presidente da Câmara Municipal de Barra Mansa por permanência consecutiva no cargo Fato contradiz declaração do pré-candidato à Presidência, que afirmou ter assinado todos os requerimentos Por Levy Teles | O Estado de S.Paulo 21/05/2026 Flávio deixou de apoiar até mesmo CPI de aliado. Foto: Wilton Junior/Estadão BRASÍLIA – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, não assinou três dos cinco requerimentos de criação de comissão parlamentar de inquérito para investigar o Banco Master disponíveis para os integrantes do Senado. Flávio deixou de apoiar requerimentos de uma CPI de autoria até mesmo de um aliado dele, o senador Eduardo Girão (Novo-CE), e outros duas iniciativas governistas – uma do senador Rogério Carvalho (PT-SE) e uma comissão mista, das deputadas Heloísa Helena (Rede-RJ) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS). Esse fato contradiz declaração do próprio Flávio, que disse ter assinado todos os requerimentos de CPI sobre o Master. “Nenhum de vocês (governistas) assinou. Eu assinei todas, porque não tenho nada a esconder. Porque tem uma grande diferença. Vocês entendem muito de corrupção”, disse. Flávio assinou os requerimentos de CPI Mista de autoria do deputado Carlos Jordy (PL-RJ) e de CPI no Senado, de Carlos Viana (PSD-MG). Esse último requerimento ainda não foi protocolado. Hoje, há seis pedidos de abertura de CPI sobre o Master no Congresso – três da oposição e três do governo. Além das cinco CPIs já mencionadas, o deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), protocolou na Câmara um requerimento para investigar as relações do Master com o Banco de Brasília (BRB). O senador passou a defender uma comissão parlamentar de inquérito após a divulgação dos diálogos entre ele e Vorcaro na semana passada. O site Intercept Brasil revelou que Flávio enviou mensagens a Daniel Vorcaro, dono do Master, em que pedia dinheiro para o financiamento do filme“Dark Horse”, produção que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para ser instaurada, uma comissão parlamentar de inquérito precisa do aval do presidente da respectiva Casa onde foi apresentado o requerimento – no caso da comissão mista, do presidente do Senado. Como mostrou o Estadão, governo e oposição travam uma disputa pelo protagonismo pela criação do colegiado, mas está emperrada especialmente por causa da resistência dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Notícia anteriorPróxima notícia Barra Mansa RJMP-RJSolidariedadeSTF Supremo Tribunal FederalSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaVereador MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial 13/07/2026 PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara 13/07/2026 Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

MPRJ requer a inconstitucionalidade do decreto que autoriza apostas eletrônicas em equipamentos no estado do Rio

MPRJ requer a inconstitucionalidade do decreto que autoriza apostas eletrônicas em equipamentos no estado do Rio

MPRJ requer a inconstitucionalidade do decreto que autoriza apostas eletrônicas em equipamentos no estado do Rio O procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, ajuizou uma representação de inconstitucionalidade junto ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) contra o Decreto Estadual nº 49.804/25, que autoriza a utilização de equipamentos e terminais físicos para apostas eletrônicas em estabelecimentos comerciais no estado. Por MPRJ 21/05/2026 MPRJ requer a inconstitucionalidade do decreto que autoriza apostas eletrônicas em equipamentos no estado do Rio Na ação, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro sustenta que o decreto, embora editado sob o argumento de regulamentar as Leis Federais nº 13.756/2018 e nº 14.790/2023, promove inovação indevida no ordenamento jurídico ao permitir a exploração de apostas de quota fixa por meio de equipamentos físicos, como VLTs (video lottery terminals), totens e smart POS, instalados em lojas, sports bars e outros estabelecimentos comerciais. Segundo o Ministério Público, o decreto extrapola os limites da legislação federal ao admitir, em âmbito estadual, exploração lotérica não prevista e incompatível com os limites fixados pela norma nacional. A representação destaca que a Lei nº 14.790/2023 veda a instalação de equipamentos físicos em estabelecimentos para a comercialização de apostas de quota fixa em meio virtual. O MPRJ argumenta ainda que o tema não pode ser disciplinado por decreto do Poder Executivo. A ação aponta, também, usurpação da competência privativa da União para legislar sobre sistemas de consórcios, sorteios e atividades lotéricas. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJTJ-RJ Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

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