Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Redução de pena para os golpistas do 8 de Janeiro é crime continuado

Redução de pena para os golpistas do 8 de Janeiro é crime continuado

Redução de pena para os golpistas do 8 de Janeiro é crime continuado Um estímulo a novas tentativas Por Ricardo Noblat | Metrópoles 01/05/2026 VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES A derrota mais doída para Lula pode ter sido a recusa do Senado em aprovar a indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal. Foi a primeira vez que isso aconteceu nos últimos 132 anos. Lula, o governo e o PT foram pegos de surpresa. Como foi possível? Soberba? Incompetência? Para o país, contudo, ou parte do país que tem nojo a ditaduras e repudia qualquer tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, seja pela força ou pelo voto, o que mais doeu, e seguirá doendo, foi a decisão de 318 deputados federais e 49 senadores de reduzir a pena dos golpistas do 8 de janeiro de 2023. Não foi a anistia ampla, geral e irrestrita que Flávio Bolsonarinho promete decretar, de comum acordo com o Congresso, se vencer as próximas eleições. Foi um ajuste de pena sujeito a futura deliberação do Supremo. Vai demorar a ser feito e a produzir consequências. De todo modo, foi bem recebido pelos golpistas. Sabe-se lá como Lula reagirá no caso de Messias, e talvez o próprio Lula, por ora, não saiba; se sabe, ainda contou a ninguém. Por temperamento e estilo, Lula não é homem de tomar decisões apressadas – nem no âmbito pessoal, tampouco no público. Foi sempre assim, a não ser que tenha mudado. Veremos. Por que arriscar-se a indicar um novo nome para substituir Messias como candidato à vaga aberta no Supremo com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso? Para correr o risco de amargar mais uma derrota? Por que não deixar passar as eleições? Caso não se reeleja, a tarefa caberá ao futuro presidente. Os mineiros ensinam: “Mingau quente come-se pelas beiradas” para não se queimar. Ou deixa-se esfriar um pouco, mas não a ponto de tornar-se intragável. Quanto mais o governo passar recibo de suas eventuais derrotas, maior poderá ser o impacto delas no resultado das próximas eleições. A oposição agradece. Era pedra cantada, para além disso, a derrubada do veto de Lula ao Projeto de Lei da Dosimetria. Ele fora aprovado pela Câmara e Senado no ano passado com relativa folga de votos. Lula o vetou por entender que a proposta é inconstitucional e viola o interesse público ao reduzir penas de crimes contra a democracia. O Congresso é de direita, o governo de esquerda. No 8/1, por meio dos seus líderes, o Congresso condenou a tentativa fracassada de golpe e reafirmou seu compromisso inabalável com a democracia. Decorridos três anos, o Congresso premia os autores do golpe, sob o pretexto de que suas penas foram duras em excesso. Não foram. A dosagem das penas obedeceu a lei criada à época do governo Bolsonaro. A atuação do Supremo na resposta aos atos golpistas foi descrita por juristas e observadores internacionais como um “exemplo” de defesa da democracia, e elogiada em editoriais de jornais e revistas no mundo inteiro. Suavizar penas ou revogá-las como pretendem a direita e a extrema direita, é um claro estímulo a novas tentativas de golpe. É o mesmo que dizer: não temam, vão em frente, tentem novamente que um dia dará certo. Tantas vezes na história deste país já não deu certo, não é verdade? Se não der, anistia é para isso mesmo. Notícia anteriorPróxima notícia PL Projeto de LeiPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PCC amplia controle territorial de Paraisópolis e adota táticas do CV em São Paulo 02/05/2026 Zema defende que crianças possam trabalhar e diz que esquerda criou visão ‘lamentável’ 02/05/2026 Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda” 02/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PCC amplia controle territorial de Paraisópolis e adota táticas do CV em São Paulo Zema defende que crianças possam trabalhar e diz que esquerda criou visão ‘lamentável’ Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda” Redução de pena para os golpistas do 8 de Janeiro é crime continuado Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio

Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio

Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio Marcos Vinícius morreu diante do filho e o casal Ariane e Ygor foi assassinado à luz do dia Por Carmélio Dias | O Globo 01/05/2026 Ariane e Ygor no ensaio gravado para anunciar a gravidez — Foto: Reprodução/Redes Sociais Rio de Janeiro – Em um intervalo de 24 horas, duas famílias foram atravessadas de forma dramática pela violência na cidade do Rio. Na tarde de terça-feira, em São Cristóvão, na Zona Norte, Marcos Vinícius Cerqueira Oliveira, de 28 anos, foi baleado por assaltantes dentro do seu carro. Ele estava com o filho de 7 anos. A criança não ficou fisicamente ferida, mas assistiu a tudo. Anteontem, no Terreirão, Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste, a biomédica Ariane Anselmo Cortes, de 31 anos, que havia anunciado sua gravidez aos seguidores em uma rede social há cerca de duas semanas, foi morta a tiros ao lado do companheiro Ygor Dante Santos Cordeiro, de 29 anos. O casal teria ficado em meio a um conflito envolvendo grupos criminosos locais e Ygor pode ter sido confundido com um miliciano. A Polícia Civil diz que investiga as circunstâncias das mortes. — Parece que a vida ficou banal por aqui, a gente tem a sensação de que não tem mais valor nenhum, a nossa vida não vale nada. Um carro, um cordão… Por conta disso levaram a infância dos meus filhos, levaram a vida de um pai… podiam ter levado tudo, mas deixado meu marido — desabafou Camila Nascimento Ferreira, de 28 anos, após o enterro de Marcos Vinícius, na tarde de ontem, no Caju. O desafio agora, conta Camila, é encontrar forças para retomar a vida sem o companheiro e cuidar dos filhos, especialmente do menino, que presenciou o assassinato do pai: — Ele ficou completamente inconsolável, estamos tentando distrair, mas está sendo muito difícil. Os dois eram muito ligados, Marcos era um pai excepcional. É um trauma que vai acompanhar meu filho por toda a vida. Chá de revelação Ariane e Ygor foram executados na movimentada Avenida Canal das Taxas, no Terreirão. De acordo com familiares, os dois tinham ido ao local para buscar uma encomenda que seria usada no chá de revelação do bebê esperado pelo casal. Grávida de seis meses, Ariane, que já era mãe de um menino, vivia um momento especial em sua vida. Além da expectativa pela chegada do segundo filho, ela, que completaria 32 anos amanhã, tinha acabado de se formar em Biomedicina em dezembro do ano passado. A conquista foi bastante celebrada. Em postagem do dia 13 de dezembro, Ariane e Ygor aparecem em vários registros, sorridentes, na festa que marcou a conclusão do curso: “Formatura dessa mulher incrível que me faz sentir a obrigação de melhorar a cada dia! Te amo Dra. Ariane”, escreveu Ygor, que no seu Instagram se apresentava como “supervisor em logística de distribuição” na área de comércio eletrônico. Ele era sócio em uma empresa de “serviços de malote não realizados pelo Correio Nacional” com endereço em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Meses antes de se formar, em maio do ano passado, Ariane havia publicado uma foto usando o jaleco do curso de Biomedicina. A imagem foi fixada no topo das publicações. A legenda dá uma dimensão do quanto a conquista significava para ela e sua família: “É, dona Maria da Guia, a primeira Anselmo tá chegando lá”, diz mensagem direcionada à avó materna. Treze segundos O assalto que resultou na morte de Marcos Vinícius Cerqueira Oliveira aconteceu por volta das 16h na Rua Dulce Rosalina, nas proximidades do estádio de São Januário. Ele tinha ido buscar o filho na escolinha de futsal quando foi abordado por dois homens em uma motocicleta. Vídeos de câmeras de segurança mostram que a ação toda, até a fuga da dupla, dura meros 13 segundos. Policiais do 4º BPM (São Cristóvão) foram chamados e encontraram Marcos ferido. Ele chegou a ser levado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, mas não resistiu. Moradora de Del Castilho, a viúva de Marcos, que tocava uma peixaria em sociedade com o marido no Cachambi, conta que temia por assaltos no bairro onde vive. — Acabou que aconteceu em outro lugar. Na minha cabeça fica a sensação de impotência, de medo, sempre morria de medo de ser assaltada aqui, mas a verdade é que não tem para onde correr. A gente não se sente seguro em lugar nenhum — desabafou Camila. Por iniciativa de pais de outras crianças da escolinha de futsal frequentada pelo filho de Marcos e Camila, foi aberta uma vaquinha virtual para ajudar a família. Notícia anterior Polícia CivilPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio 01/05/2026 Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

TSE mantém cassação de deputada do PL por usar dinheiro público para harmonização facial

TSE mantém cassação de deputada do PL por usar dinheiro público para harmonização facial

TSE mantém cassação de deputada do PL por usar dinheiro público para harmonização facial Conhecida como “indígena do Bolsonaro”, a deputada gastou R$ 9 mil do fundo de campanha em procedimento estético Por Maria Magnabosco | O Estado de S.Paulo 30/04/2026 Dep. Silvia Waiãpi (PL – AP) foi cassada por “irregularidades graves na arrecadação ou nos gastos de campanha” Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, nesta quinta-feira, 30, a cassação do mandato da deputada federal Silvia Nobre Lopes, conhecida como Silvia Waiãpi (PL-AP), por utilizar recursos públicos de campanha para pagar procedimento de harmonização facial nas eleições de 2022. O caso foi denunciado pela então coordenadora de campanha da parlamentar. O pedido de cassação foi apresentado pelo Ministério Público (MP) Eleitoral à Justiça Eleitoral do Amapá. O mandato da deputada já havia sido cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE/AP), mas ela recorreu ao TSE. Segundo o MP Eleitoral, a parlamentar utilizou R$ 9 mil do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), quando era candidata, para custear um procedimento estético, o que é proibido pela legislação eleitoral. Ela foi cassada por “irregularidades graves na arrecadação ou nos gastos de campanha”. O relator do caso, ministro André Mendonça, afirmou que os fatos foram devidamente comprovados e que a conduta da parlamentar “ofende diretamente a integridade moral do processo eleitoral e compromete a legitimidade do mandato obtido nas urnas”. O caso estava em julgamento no plenário virtual, mas foi para o plenário físico após pedido do ministro Nunes Marques. Na sessão de hoje, o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, destacou que os gastos irregulares foram comprovados por documentos e testemunhas, o que representa “grave violação à moralidade e à transparência” nas despesas de campanha. Ele ressaltou ainda que a deputada falsificou nota fiscal para burlar a fiscalização da Justiça Eleitoral. “O montante desviado não pode ser considerado irrelevante, quando estamos diante de ilegalidade qualificada e má-fé”, apontou o vice-PGE. Com a decisão do TSE, os votos recebidos pela parlamentar serão anulados. Com isso haverá recálculo dos quocientes eleitoral e partidário, para que a vaga seja redistribuída. O TSE determinou a comunicação imediata ao presidente do TRE/AP para que a medida seja cumprida. Conhecida como “indígena do Bolsonaro”, a deputada federal é da etnia Waiãpi que está distribuída no Amapá, Pará e na Guiana Francesa. Ela era tenente do Exército e foi nomeada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para chefiar a Secretaria Nacional de Saúde Indígena (Sesai) em seu governo. Notícia anteriorPróxima notícia Deputada FederalMPE Ministério Público EleitoralPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaTRE-APTSE Tribunal Superior Eleitoral PCC amplia controle territorial de Paraisópolis e adota táticas do CV em São Paulo 02/05/2026 Zema defende que crianças possam trabalhar e diz que esquerda criou visão ‘lamentável’ 02/05/2026 Bolsonarismo ao lado de Moraes 02/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PCC amplia controle territorial de Paraisópolis e adota táticas do CV em São Paulo Zema defende que crianças possam trabalhar e diz que esquerda criou visão ‘lamentável’ Bolsonarismo ao lado de Moraes Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda” Redução de pena para os golpistas do 8 de Janeiro é crime continuado Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Deslizamento e problemas estruturais em pontes preocupam moradores em Campos dos Goytacazes

Deslizamento e problemas estruturais em pontes preocupam moradores em Campos dos Goytacazes

Deslizamento e problemas estruturais em pontes preocupam moradores em Campos dos Goytacazes Ponte Leonel Brizola e Ponte da Lapa têm relatos de risco; prefeitura diz que vai fazer vistoria e iniciar obra de revitalização. Por Edson Araújo | g1 30/04/2026 Ponte Leonel Brizola e Ponte da Lapa têm relatos de risco — Foto: Edson Araujo/g1 Campos dos Goytacazes – Um deslizamento de terra próximo à Ponte Leonel Brizola, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, gerou preocupação entre pedestres e motoristas que utilizam a estrutura diariamente. A situação foi registrada em um vídeo que circula nas redes sociais, no qual é possível ver o acúmulo de areia e material deslizando em um ponto próximo à ponte. O registro aumentou a apreensão de quem passa pelo local e levantou dúvidas sobre a segurança da área. A preocupação, no entanto, não se restringe à Ponte Leonel Brizola. Na Ponte Saturnino de Brito, conhecida como Ponte da Lapa, moradores e usuários também relatam problemas estruturais. Com a interdição da Ponte Barcelos Martins, o fluxo de veículos aumentou na região, o que tem contribuído para mais acidentes e dificuldades na travessia de pedestres. Segundo relatos, o piso da passarela apresenta trechos quebrados e irregulares, o que obriga pedestres a dividirem espaço com os carros na pista, elevando o risco de atropelamentos. O segurança Nilson da Silva relata as dificuldades enfrentadas no dia a dia. “Tenho muita dificuldade para atravessar e ir até a cidade, porque o piso da Ponte da Lapa está cedendo, está tudo afundando e ninguém toma providência. É arriscado alguém escorregar, cair no rio ou até mesmo na pista, porque o movimento de carros está muito intenso. A ponte precisa de restauração e também de mais segurança nas grades”, afirmou. Procurada, a Prefeitura de Campos dos Goytacazes informou que, em relação à Ponte da Lapa, um projeto de revitalização já está em andamento e está na fase de contratação da empresa responsável pela obra. Sobre a Ponte Leonel Brizola, a prefeitura disse que uma equipe técnica fará uma vistoria no local para avaliar a estrutura e possíveis pontos de erosão. Após essa análise, serão definidas as medidas necessárias para garantir a segurança de pedestres e motoristas. Notícia anteriorPróxima notícia Campos dos Goytacazes RJNorte e Noroeste Fluminense Tribunal de Israel prorroga prisão de ativistas brasileiro e palestino detidos em flotilha para Gaza 05/05/2026 Quem é Thiago Rangel? Deputado estadual preso pela PF aumentou patrimônio em 700% em 2 anos 05/05/2026 Deputado estadual Thiago Rangel é preso pela PF na 4ª fase da Operação Unha e Carne 05/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Tribunal de Israel prorroga prisão de ativistas brasileiro e palestino detidos em flotilha para Gaza Quem é Thiago Rangel? Deputado estadual preso pela PF aumentou patrimônio em 700% em 2 anos Deputado estadual Thiago Rangel é preso pela PF na 4ª fase da Operação Unha e Carne Zema sobre aposentados: ‘Não podemos dar ganhos reais’ Em pregação, Marcos Feliciano defende candidatura de Carlos ao Senado e diz que família Bolsonaro foi ‘ungida por Deus’ Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro

Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro

Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Solução proposta por presidente do Senado foi questionada pela esquerda, que pretende judicializar a questão. Congresso vota nesta quinta-feira (30) a derrubada de vetos a projeto que reduz penas de ex-presidente Por Laura Scofield e Carolina Linhares | Folha de S.Paulo 30/04/2026 Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), ao presidir sessão do Congresso Nacional – Gabriela Biló/Folhapress Brasília – O presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) resolveu, a partir da própria presidência da Casa, um conflito entre o PL da Dosimetria e a Lei Antifacção, para conseguir viabilizar a redução de penas de condenados por golpe de Estado, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O Congresso pretende derrubar o veto de Lula (PT) ao PL da Dosimetria, mas o conflito entre os dois textos poderia invalidar o endurecimento de penas para crimes que envolvam organizações criminosas e feminicídios. Isso porque a dosimetria utilizou como base uma versão da Lei de Execução Penal anterior às mudanças feitas pela Lei Antifacção, sancionada em março, que dificultou a progressão de regime para determinados crimes. No início da discussão, Alcolumbre anunciou que consideraria prejudicados (ou seja, sem efeito) os artigos do projeto que conflitam com a lei. A saída adotada por Alcolumbre foi adiantada pela Folha na terça-feira (28). De acordo com Alcolumbre, a solução utilizada pela presidência se justifica pela temporalidade, pois os congressistas aprovaram o projeto antifacção depois da dosimetria, e para respeitar a finalidade dos legisladores, que era de endurecer penas de condenados por crimes de constituição de milícia privada, de feminicídio e hediondos. A decisão foi questionada por parlamentares da esquerda, como o PT, PSOL e PC do B, que apresentaram questões de ordem contra a decisão ao longo da sessão. O líder do PT, Pedro Uczai (PT-SC), disse que o partido pretende judicializar a questão, pois não haveria precedente sobre isso no Congresso. Ele defendeu que o veto fosse votado ponto a ponto para expor o posicionamento da oposição sobre o assunto. Já a oposição apoiou a medida adotada pelo presidente. “Com muito acerto ele declarou a prejudicialidade de alguns incisos da Lei de Execução Penal, porque não é a vontade dessa casa retroceder no combate às organizações criminosas”, disse a deputada Bia Kicis (PL-DF) à Folha. Na terça-feira (28), a Câmara também aprovou a tramitação em urgência de um projeto de lei para resolver a questão. Demandado pela deputada Jandira Feghali (PC do B-RJ) sobre qual seria o precedente utilizado, Alcolumbre citou a votação de vetos passados, como o de trechos da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), mas a deputada disse que os exemplos se referiam a vetos parciais, não integrais, o que invalidaria a utilização dos casos como precedentes. Os parlamentares da esquerda também questionaram a votação do veto à dosimetria sendo que há outros, mais antigos, na fila; e o fato da sessão permitir votação remota. Alcolumbre respondeu que não há determinação de ordem de preferência na deliberação de vetos cujo prazo já tenha esgotado e passam a sobrestar a pauta. Defendeu também que a escolha do que pautar cabe ao presidente. O Congresso Nacional analisa e vota nesta quinta-feira (30) a derrubada do veto integral do presidente Lula ao projeto de lei da dosimetria, que reduz as penas dos condenados por golpe de Estado, no 8/1, entre eles Bolsonaro. A proposta, aprovada pelos parlamentares em dezembro do ano passado, afirma que as penas pelos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de Direito não devem ser aplicadas de forma cumulativa quando no mesmo contexto. O texto prevê ainda a redução de pena de um a dois terços para os crimes de tentativa de golpe ou abolição quando tiverem sido praticados em multidão, desde que o agente não tenha praticado ato de financiamento ou exercido papel de liderança. A votação acontece em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, presidida por Alcolumbre. Caso o veto de Lula seja derrubado, como é previsto pelos parlamentares, o projeto aprovado pelo Congresso se tornará lei. Para a rejeição do veto é necessário a maioria absoluta dos votos dos parlamentares, ou seja, 257 votos de deputados e 41 votos de senadores, computados separadamente. Notícia anterior Deputada EstadualDeputada FederalLDO Lei de Diretrizes OrçamentáriasPCdoBPL Partido LiberalPL Projeto de LeiPresidente da RepúblicaPSOLPT Partido dos TrabalhadoresSenadorUnião Brasil Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário 30/04/2026 Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas 29/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição

Alcolumbre sinalizou à oposição que pode pautar impeachment de ministros do STF em troca de apoio à reeleição

Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Ala do PL diz que só garante apoio se processo for aberto antes das eleições de outubro Aliados de Flávio Bolsonaro defendem bolsonarista na presidência da Casa; mais cotado é senador Rogério Marinho (PL-RN) Por Gabriela Echenique | Folha de S.Paulo 30/04/2026 O presidente do Senado abraça o senador Flávio Bolsonaro, durante sessão do Congresso para derrubar o veto presidencial de dosimetria – Gabriela Biló – 30.abr.26 – Folhapress Brasília – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), teria dito a integrantes da oposição que está disposto a pautar o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) em troca do apoio à reeleição dele à presidência da Casa. Preocupado com a sua sucessão no comando do Senado, Alcolumbre tem dado sinais aos senadores oposicionistas. Além da rejeição ao nome de Jorge Messias, pautou a derrubada dos vetos ao PL da dosimetria e, para facilitar a votação, retirou do texto os trechos que poderiam beneficiar condenados por outros crimes. Agora, até o impeachment de ministros do Supremo entrou na mesa de negociações. O presidente do Senado tem segurado os pedidos que chegam à mesa dele, mas em conversas com senadores da oposição não descartou abrir algum processo se for reeleito como presidente da Casa, em 2027. A oposição garantiu apoio, mas alguns integrantes do PL ainda estão reticentes. Eles dizem, nos bastidores, que só podem confiar na palavra de Alcolumbre quando um impeachment, de fato, for aberto. Por isso, fazem pressão para que isso aconteça ainda neste ano. Essa ala ainda defende que o próximo presidente do Senado seja bolsonarista. Hoje, o mais cotado é o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio

Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio

Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Oito linhas foram impactadas e estão sofrendo desvios de itinerário Por O GLOBO 30/04/2026 Ônibus foram usados como barricadas na Zona Norte do Rio — Foto: Reprodução TV Globo Pelo menos seis ônibus foram sequestrados, nesta quinta-feira, nos bairros de Campinho, Quintino, Piedade e Cascadura na Zona Norte do Rio. Imagens exibidas pelo RJ TV mostram coletivos atravessados na Avenida Ernani Cardoso. Há viaturas da PM no local.  Segundo nota do sindicato  RioÔnibus, os cinco veículos tiveram as chaves retiradas e foram utilizados como barricadas. Segundo a Polícia Militar, os casos ocorreram na Rua Clarimundo de Melo e na Avenida Ernani Cardoso, nas imediações do Morro do Fubá. Ainda de acordo com a PM, os coletivos já foram removidos e o trânsito está restabelecido. Veja a íntegra da nota da PM A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, nesta quinta-feira (30/4), criminosos interromperam o fluxo de trânsito nas Ruas Clarimundo de Melo e Ernani Cardoso, nas imediações da Comunidade do Fubá, perímetro dos Bairros de Cascadura e Campinho. Cinco ônibus tiveram suas chaves retiradas da ignição e foram atravessados nas vias. Equipes do 3º BPM (Méier) e do 9º BPM (Rocha Miranda) foram deslocadas rapidamente ao local e removeram os coletivos, restabelecendo o fluxo de trânsito. Não havia operação da Polícia Militar na região e a motivação das ações criminosas está sendo apurada. O policiamento segue reforçado nas imediações do ocorrido. Segundo o Rioônibus, oito linhas estão sofrendo desvios de itinerário. Confira as linhas dos coletivos que foram atravessados: B44691 – 685 Margaridas x MéierB11622 – 363 Vila Valqueire x Candelária B11623 – 363 Vila Valqueire x CandeláriaC51521 –  371 Praça Seca x Praça da RepúblicaD13232 – 636 Merck x Saens Pena Veja as linhas impactadas que sofreram desvios de itinerário: 363 Valqueire x Candelária607 Cascadura x Rio Comprido685 Margaridas x Méier383 Realengo x Praça da República 353 Gardênia Azul x Term. Gentileza651 Méier x Cascadura 652 Méier x Cascadura e 636 Merck x Saens Peña. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário

Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário

Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário “Vocês vão soltar o Fernandinho Beira-Mar, para soltar o Bolsonaro, vai ficar no dedinho de vocês”, denunciou deputada sobre manobra entre Alcolumbre e Flávio Bolsonaro. Por Plínio Teodoro | Revista Fórum 30/04/2026 Flávio Bolsonaro e Davi Alcolumbre: conluio na dosimetria e na rejeição a Messias (YouTube / Agência Senado) Sorridente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não faz questão de esconder o acordão com Davi Alcolumbre (União-AP), que anunciou uma nova manobra durante a sessão conjunta do Congresso que analisa o veto de Lula ao PL da Dosimetria, na sessão que acontece nesta quinta-feira (30). Diante da possibilidade da derrubada do veto facilitar a soltura de membros de facções criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho, além de “anistiar” Jair Bolsonaro”, Alcolumbre fez uma manobra atípica e retirou da votação o item do PL, vetado integralmente por Lula. “Em virtude do prejulgamento da matéria pela aprovação do PL Antifacção e sua conversão na Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026, esta Presidência declara a prejudicialidade dos vetos aos incisos 4 a 10 do art. 112 da Lei de Execução Penal, alterados pelo art. 1º do PL da Dosimetria. Ficam, assim, excluídos da votação do Veto 3, de 2026, os referidos dispositivos”, disse Alcolumbre. Na prática, a manobra desvirtua o PL original o que obrigaria uma nova tramitação de toda a proposta. No plenário, Fernanda Melchionna denunciou a manobra e afirmou que, independentemente da manobra, a derrubada do veto vai beneficiar sequestradores, traficantes e membros de facções. “Esta cantilena enfadonha que vocês estão fazendo para tentar livrar a cara, não pare em pé. Não pare em pé, presidente Alcolumbre, porque vocês alteram o artigo 112 da lei 7210, que coloca uma mudança no regime de progressão. Vocês vão soltar o Fernandinho Beira-Mar, para soltar o Bolsonaro, vai ficar no dedinho de vocês. Essa votação em Globo, esdrúxula porque nunca existiu e nenhuma votação no Congresso Nacional, não sanará a tentativa de dar carona para outros criminosos”, denunciou a deputada. Palanque Presente na sessão, Flávio Bolsonaro posou para fotos próximo à mesa diretora, tirou fotos com aliados e ganhou de Alcolumbre, com quem trocou afagos, dois tempos de 1 minuto para rebater críticas de adversários. O primeiro deles foi da fala de Fernanda, que afirmou que “Flávio Bolsonaro, que empregou o chefe do escritório do crime, uma organização de matadores, matadores do Rio de Janeiro”, em relação a mãe e ex-esposa de Adriano da Nóbrega. Na réplica, o filho “01” de Bolsonaro olhou para a câmera e pediu votos dentro da sessão plenária, sendo bajulado pela base. Flávio ainda ganhou tempo para rebater Talíria Petrone (PSOL-RJ), que sequer citou o nome do senador durante sua explanação. Notícia anterior Deputada FederalPL Partido LiberalPL Projeto de LeiPSOLSenadorUnião Brasil Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário 30/04/2026 Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas 29/04/2026 Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio 29/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia

Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia

Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Petista foi informado de que o presidente do Senado, em conversas paralelas na reunião, sacramentou destino de advogado-geral da União Convidados afirmam que encontro, na verdade, homenageou Mário Sarrubo, amigo de longa data do ministro, tinha apoiadores de Lula entre os presentes e que conversas giraram em torno de amenidades Por Mônica Bergamo | Folha de S.Paulo 30/04/2026 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cumprimenta o ministro Alexandre de Moraes em sessão de posse no STF – Pedro Ladeira/Folhapress Um jantar na casa do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes com a presença do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reforçou as desconfianças de Lula de que ambos formaram uma dupla incontrastável para derrotar a indicação de Jorge Messias à Corte. A reunião ocorreu na terça (28), véspera da fragorosa derrota imposta a Lula na quarta (29), em que Messias foi rejeitado com 42 votos contrários e 34 favoráveis. O encontro deixou Lula contrariado e indignado. Ele, no entanto, não foi marcado para discutir a votação da indicação de Messias. Na verdade, Alexandre de Moraes ofereceu a recepção para homenagear um velho amigo, o procurador e ex-secretário Nacional de Justiça Mário Luiz Sarrubbo. Ambos fizeram carreira no Ministério Público de SP. Além de promotores e procuradores, o magistrado convidou para o encontro pessoas que, amigas dele e de Sarrubo, são também próximas de Lula. Estiveram na casa dele o ministro do STF Cristiano Zanin, o superintendente da PF (Polícia Federal) Andrei Rodrigues e o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. Foram também ao jantar o ministro Gilmar Mendes, que apoiou a indicação de Messias ao STF, e o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG). De acordo com um dos presentes, Messias foi citado apenas em conversas paralelas, num encontro em que as pessoas falavam, na maioria das vezes, de amenidades. O mesmo convidado afirma que não faria sentido convocar um evento com tantas pessoas, e inclusive com apoiadores de Lula e de Messias, para fazer qualquer tipo de conspiração. Um interlocutor de Lula afirma, por outro lado, que chegou aos ouvidos do presidente que, neste jantar, Albolumbre teria afirmado, em pequenas rodas de conversa, que já tinha 50 votos para derrotar Messias no plenário. Em conversas paralelas, ele teria sacramentado o destino do advogado-geral da União. Um segundo convidado de Moraes, no entanto, afirma à coluna que a derrota de Messias já estava decidida de antemão e que a data do jantar foi uma mera coincidência. Ele foi marcado na terça simplesmente porque Sarrubo estaria em Brasília, onde participaria, no dia seguinte, de uma reunião do Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social. Notícia anteriorPróxima notícia MP-SPPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPSB Partido Socialista BrasileiroPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Alexandre de Moraes atuou pela rejeição a Messias em votação que impôs revés a André Mendonça

Alexandre de Moraes atuou pela rejeição a Messias em votação que impôs revés a André Mendonça

Alexandre de Moraes atuou pela rejeição a Messias em votação que impôs revés a André Mendonça Além da ofensiva do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e de Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, um outro personagem operou nos bastidores pela rejeição do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, em sua fracassada campanha ao Supremo Tribunal Federal (STF): Alexandre de Moraes. Por Malu Gaspar e Rafael Moraes Moura | O Globo 30/04/2026 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo Segundo relatos obtidos pela equipe da coluna com seis fontes que acompanharam de perto a movimentação dos últimos dias, entre integrantes do STF, do Congresso e agentes do meio político e jurídico, Moraes se engajou para reforçar os pedidos de Alcolumbre na campanha pelos votos “não”, acionando emissários para mandar recados a senadores que tinham processos no Supremo ou alguma ligação com seus aliados no Congresso. Com isso, criou uma insólita aliança, com o relator do inquérito das fake news e da trama golpista do mesmo lado da tropa de choque bolsonarista no Senado, que não se cansa de pedir a cassação do seu mandato. Moraes foi um dos mais criticados na sabatina de Messias, mas via a eventual nomeação do indicado de Lula como um revés para si próprio. Apoiado por André Mendonça, que se esforçou pessoalmente em angariar votos entre os senadores, Messias poderia desequilibrar o jogo de forças a favor do relator do caso Master no Supremo. Além disso, o ministro até hoje não aceitou a decisão do presidente Lula de preterir o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) em favor do chefe da AGU, que ele tentou emplacar junto com Alcolumbre. A dobradinha entre o presidente do Senado e o ministro se repetiu nesta quarta-feira, só que agora contra Messias. O fato de a derrota de Lula no Congresso favorecer a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro não parece ter sido considerada pela dupla. “Alcolumbre não faz nada sem o apoio do Moraes. Mas o Moraes e Flávio Dino [desafeto antigo de Messias] acham que cada luta é uma luta, que uma coisa [a derrota de Messias] não interfere na outra [o avanço dos pedidos de impeachment]”, diz um integrante do STF ouvido em caráter reservado. Correlação de forças Ao atuar pela rejeição de Messias, Moraes não só agiu em defesa de Pacheco, mas impediu que André Mendonça ganhasse um aliado no plenário, o que poderia impactar a correlação de forças internas da Corte. Mendonça foi um dos principais cabos eleitorais de Messias em seus cinco meses de campanha, procurando parlamentares do campo conservador para tentar reduzir a resistência ao chefe da AGU, visto por setores da oposição como um “quadro ideológico do PT” e homem de confiança de Lula. Os dois são evangélicos – Messias é da Igreja Batista, enquanto Mendonça é pastor da Igreja Presbiteriana.   Como relator do caso Master, caberá a ele homologar a delação premiada de Daniel Vorcaro, que pode trazer implicações para o próprio Moraes e a mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, que fechou um contrato com o Master que previa o pagamento de R$ 3,6 milhões mensais ao longo de três anos, conforme revelou o blog. Antes de mergulhar na campanha de Messias, Mendonça já tinha irritado Moraes ao votar a favor de afastá-lo das investigações da trama golpista, acolhendo os argumentos de impedimento levantados pela defesa de Bolsonaro. O ministro votou no mesmo sentido contra Flávio Dino, que atua na órbita de Moraes e também se engajou na campanha contra Messias. Após a derrota de Messias, que só conseguiu 34 votos favoráveis à sua indicação, Mendonça prestou solidariedade ao colega em sua conta pessoal no X: “Respeito a decisão do Senado, mas não posso deixar de externar minha opinião. O Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro do Supremo. Messias, saia dessa batalha de cabeça erguida. Você combateu o bom combate!” Notícia anteriorPróxima notícia AGU Advocacia-Geral da UniãoBanco MasterPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPSB Partido Socialista BrasileiroPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda” 02/05/2026 Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio 01/05/2026 Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda” Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Condenado por corrupção flagrado na ‘farra dos guardanapos’ estava em voo que veio do Caribe com Motta e Ciro Nogueira

Condenado por corrupção flagrado na 'farra dos guardanapos' estava em voo que veio do Caribe com Motta e Ciro Nogueira

Condenado por corrupção flagrado na ‘farra dos guardanapos’ estava em voo que veio do Caribe com Motta e Ciro Nogueira Lista de passageiros obtida pela PF mostra que Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta, condenado pela Lava Jato do Rio, estava em avião que virou alvo de inquérito por falha na fiscalização de bagagens. Por Reynaldo Turollo Jr | g1 30/04/2026 Fernando Cavendish e Wilson Carlos em uma das fotos da reunião que ficou conhecida como “farra dos guardanapos” — Foto: Reprodução/TV Globo Um empresário condenado pela antiga Lava Jato do Rio de Janeiro era um dos passageiros do voo particular que trouxe o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) da ilha de São Martinho, no Caribe, um paraíso fiscal. Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta, consta da lista de 16 passageiros junto com os parlamentares. Cavendish foi condenado em 2018 por ter participado de um esquema de corrupção que desviou cerca de R$ 370 milhões dos cofres públicos. Ele se tornou delator e à época afirmou ter pagado propina para o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e se comprometeu a devolver milhões de reais para a Justiça. Cavendish participou do episódio que ficou conhecido como “farra dos guardanapos”. Ele aparece em uma foto tirada em 2009, em Paris, que mostrou acusados de envolvimento no esquema confraternizando enquanto usavam guardanapos amarrados na cabeça. Voo alvo de investigação O voo em que Cavendish estava, realizado em 20 de abril de 2025, virou alvo de uma investigação da Polícia Federal porque o piloto passou com bagagens por fora do raio-X ao desembarcar no Aeroporto Catarina, em São Roque, no interior de São Paulo. O aeroporto é usado para voos executivos. A polícia não sabe o que tinha nas bagagens nem a quem exatamente elas pertenciam. O inquérito A investigação começou na Polícia Federal em São Paulo para apurar a conduta do auditor da Receita Federal que não fez a fiscalização adequada. Os crimes apurados inicialmente eram, em tese, prevaricação e facilitação de contrabando ou descaminho. Assim que os policiais receberam a lista de passageiros — que incluía quatro parlamentares com foro especial —, o inquérito foi remetido para o Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Motta e Ciro Nogueira, estavam no avião os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). A reportagem questionou os quatro parlamentares sobre a presença de Cavendish no voo e a eventual relação que possam ter com o empresário envolvido em escândalo de corrupção. Até a publicação desta reportagem, eles não haviam respondido. O dono do avião particular, que também aparece na lista de passageiros obtida pela PF, é Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG. Ele se notabilizou ao depor à CPI das Bets no Senado, ocasião em que foi questionado e negou ser dono do Jogo do Tigrinho, plataforma de apostas online que era investigada pela comissão parlamentar. No STF, o inquérito foi distribuído por sorteio para o ministro Alexandre de Moraes, que será o relator. Moraes enviou o inquérito para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O órgão pode opinar pela manutenção do caso no Supremo, se houver indício de envolvimento dos parlamentares em crimes; pelo retorno da investigação para a primeira instância em São Paulo; ou pode pedir mais informações antes de se manifestar. Nesta terça (28), quando a investigação foi revelada, o piloto do avião, José Jorge de Oliveira Júnior, afirmou em nota que não se recorda do dia do voo, mas que segue procedimentos padrão em desembarques. “Cada passageiro realiza o desembarque com seus pertences de forma individual” e “cada piloto transporta apenas seus próprios itens, de modo que, em eventual fiscalização, responda exclusivamente pelo que carrega”, afirmou. O auditor fiscal Marco Antônio Canella também foi procurado pelo g1 nesta terça, mas não se manifestou. Notícia anteriorPróxima notícia CPIDeputado FederalGovernadorMDB Movimento Democrático BrasileiroOperação Lava JatoPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFPP ProgressistasReceita FederalRepublicanosSão Roque SPSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Alcolumbre deve enterrar CPI do Master em acordo com oposição por redução de pena de Bolsonaro

Alcolumbre deve enterrar CPI do Master em acordo com oposição por redução de pena de Bolsonaro

Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Presidente do Senado não pretende ler requerimento para investigar banco e deve colocar em pauta só redução de penas Pedidos para investigar atuação do banco e relações de Vorcaro com autoridades foram engavetados por cúpula do Congresso Por Raphael Di Cunto | Folha de S.Paulo 29/04/2026 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), conversa com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante sessão – Pedro Ladeira – 22.out.19/Folhapress Brasília – O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), deve enterrar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Master e ignorar o requerimento da oposição para investigar os desvios no banco. Para a CPI sair do papel, a leitura é obrigatória na sessão do Congresso marcada para esta quinta-feira (30), a primeira desde o protocolo do requerimento. Alcolumbre, no entanto, quer evitar o tema e fez um acordo com a oposição para não haver contestações a essa decisão, segundo congressistas ouvidos pela Folha. Em troca, Alcolumbre pautou o veto ao projeto de lei da dosimetria, que reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A tendência é que o veto seja derrubado pelo Congresso. Como a Folha mostrou, Alcolumbre e o relator do projeto da dosimetria, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), empreenderam uma negociação com a oposição para que a votação do veto não implicasse na leitura do requerimento da CPI do Master. A cúpula do Congresso quer evitar a repercussão do caso Master, que pode expor a classe política ainda mais —parte dos líderes de partidos, deputados e senadores tinha relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, que se tornou uma figura pública altamente impopular. O acordo para analisar o veto da dosimetria sem a leitura da CPI foi selado quando Alcolumbre anunciou a sessão do Congresso há cerca de três semanas, junto com a sabatina e votação da indicação de Jorge Messias para a vaga de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), que acabou rejeitada nesta quarta (29) pelo Senado. O governo Lula não deve fazer esforço para que a CPI do Master seja instalada, por entender que é uma pauta negativa, que mantém o tema da corrupção em debate e ofusca as entregas do governo — como a proposta de redução da jornada de trabalho e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. O requerimento do deputado Carlos Jordy (PL-RJ) para abertura de uma CPI mista, composta por deputados e senadores, foi protocolado em 3 de fevereiro com apoio de 281 parlamentares. O foco são as relações de ministros do STF com Daniel Vorcaro. Há também um pedido do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) na Câmara dos Deputados, que mira nos desvios do Master com o BRB (Banco de Brasília). Na Câmara, o requerimento está engavetado por enfrentar uma fila de pedidos de CPI protocolados anteriormente. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) também propôs uma CPI sobre o Master exclusiva no Senado ainda no ano passado, mas Alcolumbre tampouco fez a leitura desse requerimento. O parlamentar recorreu ao STF, e o caso está sob relatoria do ministro Kassio Nunes Marques, ainda sem decisão. Sem o andamento dessas CPIs específicas sobre o Master, parlamentares da base aliada e da oposição utilizaram outras duas comissões que estavam instaladas para acessar documentos, quebras de sigilo e relatórios de inteligência financeira envolvendo o banco de Vorcaro. No entanto, as CPIs dos desvios no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) e do Crime Organizado foram encerradas sem prorrogação do prazo pelo presidente do Senado. Nos dois casos, não houve votação de um relatório final para a tomada de demais providências. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJBelford Roxo RJCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasCPI Comissão Parlamentar de InquéritoItaboraí RJNiterói RJNova Iguaçu RJPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseResende RJSão Gonçalo RJSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaUnião Brasil MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial 13/07/2026 PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara 13/07/2026 Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas

logo-politicaria-7-vazado

As consequências do seu voto

© 2026 Criado por AquiTem! Internet