Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO)

Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO)

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha O pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL) usou o trecho de um vídeo gravado durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), para criticar o presidente Lula. Por Ana Paula Bimbati | UOL 12/04/2026 20:09 Vídeo utilizado por Flávio foi gravado em 2021 | Reprodução/Redes sociais No vídeo, Flávio fala sobre o endividamento no Brasil. “Isso significa comer menos, significa panela vazia. E quase 20% desses brasileiros não estão conseguindo pagar nem a conta de água”, diz o senador. O pré-candidato também cita a alta dos juros no país e o impacto do endividamento por bets. Enquanto fala, o vídeo exibe cenas de moradores procurando alimentos dentro de um caminhão de lixo. O UOL verificou que as imagens foram gravadas em outubro de 2021, durante o governo Bolsonaro, e foram divulgadas em uma reportagem do g1 Ceará. As cenas foram gravadas na porta de um supermercado no bairro Cocó, em Fortaleza. A publicação de Flávio cita uma reportagem do Diário de Nordeste de março deste ano. O texto cita uma cena parecida na mesma cidade: “famílias coletam comida em lixo descartado por supermercado em Fortaleza”. Na reportagem, o veículo local apresenta um vídeo gravado por um morador, mas não é o mesmo divulgado pelo pré-candidato. Equipe do senador não respondeu. O UOL perguntou se a assessoria de Flávio quer comentar a respeito da distorção no conteúdo publicado nas redes sociais, mas não teve resposta. O espaço fica aberto para atualizações. Em 2021, o Brasil voltou para o Mapa da Fome depois de mais cinco anos fora. Foi no governo do pai de Flávio que o Brasil registrou mais de 33 milhões de brasileiros passando fome. O número apontava um crescimento de 7,2% em comparação com 2020. No ano passado, o país saiu do mapa, mas a insegurança alimentar ainda atinge 7 milhões de brasileiros. Na pandemia, imagens de brasileiros pegando ossos de bois repercutiram pelo país. Reportagem do UOL de 2021 mostrou a verdadeira “peregrinação” que famílias faziam para buscar doações —entre elas, a oferta de pedaços de ossos por um açougue. Lula e Flávio estão empatados tecnicamente, segundo Datafolha divulgado ontem. O levantamento apontou que o presidente marcou 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra 46% do filho de Bolsonaro. No cenário de primeiro turno, também há empates: Lula marcou 39%, já Flávio 35% — a margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco

Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco

Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco Documentos obtidos pela Fórum mostram que diretor do Master sugeriu mudanças ao oferecer o CredCesta, cartão de consignado que tinha Ratinho como garoto-propaganda. Bolsonarista Amauri Ribeiro foi relator do PL, aprovado na assembleia e sancionado por Caiado em 11 dias. Por Plínio Teodoro | Revista Fórum 12/04/2026 12:43 Ronaldo Caiado e Daniel Vorcaro (Lula Marques ABr / Reprodução YouTube) Pré-candidato à Presidência pelo PSD, de Gilberto Kassab, Ronaldo Caiado (PSD-GO) alterou a Lei Estadual nº 16.898, que regulamenta a contratação de empréstimos consignados por servidores ativos e aposentados de Goiás, após uma reunião com o diretor Comercial do Banco Master, Fernando Mascarenhas, em 28 de março de 2023. Após a reunião online com o banco de Daniel Vorcaro, a governadoria, então sob o comando de Caiado, acatou as sugestões feitas pelo Master e enviou um anteprojeto de Lei para aumentar a capacidade de endividamento dos servidores com o crédito consignado e o aumento de 96 para 144 meses do parcelamento da dívida. Todo o trâmite consta em parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) que, em 9 de agosto de 2023, deu aval à tramitação do projeto, que foi aprovado pela Assembleia Legislativa de Goiás e sancionado por Ronaldo Caiado em 21 de maior de 2024. Reunião e pedido do Master O documento público da PGE, a que a Fórum teve acesso, analisa o “anteprojeto de lei (SEI nº 48474705), cujo conteúdo introduz alterações na Lei estadual nº 16.898, de 26 de janeiro de 2010, a qual dispõe sobre as consignações em folha de pagamento dos servidores e militares, ativos e inativos, e pensionistas do Poder Executivo Estadual”, que cita diretamente a reunião com o diretor do Banco Master como motivo para as mudanças na lei. “Referidas alterações, de acordo com o Ofício nº 6456/2023, da Secretaria de Estado da Economia (SEI nº 46446587), dizem respeito ao recebimento de material informativo nos eventos SEI nºs 46377214, 46377601 e 46377703, bem como da ocorrência de reunião on-line em 28/03/2023, com o Diretor Comercial do Banco MASTER, Sr. Fernando Mascarenhas, gestor do produto Cartão Benefício Consignado ‘CredCesta’”, diz o item 2 do documento. O Credcesta é o produto do Banco Master feito para lucrar com as mudanças feitas pelos ministros Paulo Guedes (Economia), João Roma e Ronaldo Bento (Cidadania) no crédito consignado. O cartão de benefício teve como um dos garotos-propaganda o apresentador Ratinho, do SBT, que recebeu R$ 24 milhões da instituição de Vorcaro. O cartão foi oferecido e aceito pelo governo Caiado em Goiás, como mostra o documento da PGE que diz que “aquela Secretaria compreendeu ser viável a proposta da criação de “Cartão de crédito consignado, bandeira visa, sem cobrança de tarifa ou anuidade, em que a ativação permite a utilização de uma série de benefícios (descontos em farmácias, médicos, dentistas e laboratórios, telemedicina, auxílio funeral, dentre outros”, sob a argumentação de que esta modalidade já se encontra disponível em diversas unidades da Federação e de que o produto aparenta ser vantajoso ao servidor público goiano”. No item 4, a PGE diz que na reunião “foi sugerida a modificação de alguns dispositivos da Lei estadual nº 16.898, de 2010, que, em acirrada síntese, se referem ao acréscimo de percentual de margem consignável em 10% (dez por cento) a serem destinados exclusivamente para as instituições que operem com o cartão de benefícios e, ainda, a forma de apuração do valor pago por linha impressa no contracheque de cada servidor, passando-se de valor fixo para percentual”. Tramitação à jato Após os trâmites internos, com a adequação a sugestões dos órgãos de controle para afastar a possibilidade de inconstitucionalidade da mudança na Lei, Caiado enviou a proposta à Assembleia Legislativa de Goiás no dia 10 de maio de 2024. No Legislativo, o projeto foi relatado pelo deputado ruralista Amauri Ribeiro (PL-GO). Alvo da 15ª fase da Operação Lesa Pátria por admitir apoio logístico a acampamentos ligados aos atos de 8 de janeiro de 2023, o parlamentar bolsonarista responde a processo na Justiça Federal em Goiás por racismo na modalidade homofobia. Ele também se notabilizou por ter agredido a filha de 16 anos pregando ter dado “um corretivo“, ter tomado posse com a esposa no colo, além de ameaçar uma vereadora e admitir ter feito sexo com uma cabra. Em seu parecer, Ribeiro ressaltou que a mudança proposta por Caiado iria ajudar “mais de 17 mil servidores com a margem consignável negativa e outros 21 mil que estão utilizando entre 80% e 100% de sua margem consignável com algum empréstimo”. “Dessa forma há mais de 38 mil servidores sem acesso ao crédito consignável no Estado”, estipulou sobre o mercado a ser explorado pelo banco de Daniel Vorcaro. “A SEAD salientou que, com a alteração do limite de parcelas de 96 para 144 meses, pretende-se proporcionar condições para que os referidos servidores, caso queiram, tenham a possibilidade de prolongar seus contratos de empréstimos consignados vigentes e voltem a ter acesso ao crédito consignado em folha de pagamento”, disse, confirmando o aumento de endividamento e avalizando a proposta de Caiado. Em 21 de maio, 11 dias após o envio da proposta, Caiado sancionou a “Lei nº 22.709” que determinou que “fica limitado a 144 (cento e quarenta e quatro) meses o parcelamento referente à contratação de créditos consignados em folha de pagamento, bem como empréstimos, financiamentos, consórcios ou arrendamentos imobiliários cuja contratação objetivou a aquisição de bem imóvel por servidor ou militar”, atendendo ao pedido de Vorcaro. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorPSD Partido Social Democrático Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco 12/04/2026 Delegado da PF flagrado furtando isentou Flávio Bolsonaro de lavagem de dinheiro (VIDEO) 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Caiado alterou lei para

Delegado da PF flagrado furtando isentou Flávio Bolsonaro de lavagem de dinheiro (VIDEO)

Delegado da PF flagrado furtando isentou Flávio Bolsonaro de lavagem de dinheiro (VIDEO)

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Erick Blatt, da PF, isentou Flávio Bolsonaro de lavagem de dinheiro, e foi conduzido à delegacia em Pernambuco por furto Por Guilherme Amado e Eduarda Farias | Amado Mundo 12/04/2026 06:28 Erick Ferreira Blatt (à esquerda) em um supermercado no Recife/Foto: Reprodução O delegado da Polícia Federal Erick Ferreira Blatt, flagrado por uma câmera de circuito interno na última quarta-feira, 8, furtando um item em um supermercado no shopping RioMar, no Recife, é o mesmo que, em janeiro de 2020, isentou Flávio Bolsonaro de lavagem de dinheiro nas negociações de imóveis no Rio de Janeiro. Na época, Flávio elogiou a investigação, mas não mencionou que conhecia o delegado — então diretor da Associação dos Delegados da Polícia Federal no Rio de Janeiro — havia pelo menos sete anos. Quando a informação veio à tona, nem Flávio nem Blatt quiseram comentar a relação. Ainda em 2020, Blatt voltaria aos noticiários. Em dezembro daquele ano, foi alvo de uma representação de associados por ter contratado a namorada para fornecer cestas de café da manhã aos membros da entidade — pagamento de R$ 34,2 mil, de julho a outubro. O estatuto da ADPF veda a contratação de cônjuge ou companheiro por dirigentes. A defesa de Blatt afirmou que a namorada tecnicamente não era sua companheira, porque ainda estava em processo de divórcio. Agora, lotado em Pernambuco, Blatt foi conduzido à Delegacia de Boa Viagem após ser abordado por seguranças do supermercado. As câmeras registraram o momento em que ele pega um item na prateleira, senta na área da padaria, guarda o produto no bolso da bermuda e passa pelo caixa pagando outras mercadorias. Na saída, foi detido e devolveu o produto. A Polícia Civil instaurou inquérito por meio de portaria. A defesa de Blatt não foi encontrada. https://youtu.be/EzpkXmlgOhk?si=qjC3Ad1iFj1f2Gek Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Mãe denuncia falta de atendimento em policlínica de Santo Eduardo; criança precisou ser levada para outra cidade

Mãe denuncia falta de atendimento em policlínica de Santo Eduardo; criança precisou ser levada para outra cidade

Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH Unidade foi reinaugurada com promessa de funcionamento 24h, mas moradores relatam falhas no atendimento. Por Edson Araújo | g1 11/04/2026 18:32 Policlínica da Família em Santo Eduardo em Campos dos Goytacazes. — Foto: Divulgação Uma situação registrada no distrito de Santo Eduardo, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense tem gerado preocupação entre moradores e envolve o atendimento de uma criança. Segundo relato da família, uma mãe procurou a Policlínica da Família do distrito na manhã deste sábado (11) para socorrer o filho, mas não conseguiu atendimento no momento em que mais precisava. A unidade foi reinaugurada em março deste ano com a promessa de funcionamento 24 horas. À época, o prefeito Wladimir Garotinho destacou nas redes sociais a proposta de oferecer “saúde 24 horas para cuidar de quem mais precisa”. No entanto, moradores afirmam que a realidade tem sido diferente. Moradores relatam dificuldades Quem vive na região relata dificuldades para conseguir atendimento, além da falta de serviços básicos. Entre os problemas apontados estão ausência de vacinação, exames e até ambulância para transferência de pacientes. Foi nesse contexto que a mãe Dayana Aparecida Silva de Leo decidiu gravar um vídeo denunciando a situação após não conseguir atendimento para o filho. “Já é a terceira vez que eu venho aqui com o meu filho. Ele está há três dias com febre alta. O médico só dá uma injeção e manda pra casa. Hoje eu voltei e não tinha ninguém pra atender. A ambulância não está aqui, não tem médico, não tem enfermeiro. Meu filho tá passando mal e eu faço o quê?”, questionou. Após o episódio, a criança acabou sendo atendida fora do município, em Bom Jesus do Itabapoana. Segundo as informações, a própria família realizou o deslocamento. O que diz a Prefeitura Procurada, a Prefeitura de Campos dos Goytacazes informou, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que a unidade de Santo Eduardo é voltada para atendimentos ambulatoriais especializados, como consultas, exames, vacinação, fisioterapia e reabilitação infantil. A secretaria afirmou ainda que casos de urgência e emergência são atendidos por uma ambulância UTI móvel, responsável pelo primeiro atendimento e, se necessário, pela transferência do paciente. Segundo o município, as unidades de referência para atendimento 24 horas na região são as de Morro do Coco e Travessão. A Prefeitura destacou que segue atuando para garantir a assistência à população dentro da rede municipal de saúde. Notícia anteriorPróxima notícia Betim MGIpatinga MGPL Partido LiberalPolícia CivilPRF Polícia Rodoviária Federalrodovia BR-262Vereador Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users)

Famílias enfrentam dificuldades para acesso a tratamento de autismo em Itaperuna

Famílias enfrentam dificuldades para acesso a tratamento de autismo em Itaperuna

Famílias enfrentam dificuldades para acesso a tratamento de autismo em Itaperuna Alta demanda e falta de estrutura desafiam acesso a terapias essenciais no município. Por Diego Varsi | g1 11/04/2026 16:00 O Transtorno do Espectro Autista (TEA) exige acompanhamento contínuo com profissionais. — Foto: Reprodução Inter TV Itaperuna – Logo após o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril, famílias de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, seguem enfrentando dificuldades para conseguir atendimento especializado. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) exige acompanhamento contínuo com profissionais como psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. No entanto, muitos responsáveis relatam demora no acesso a consultas, terapias e medicamentos pela rede pública. Casos como o da professora Dayana Priscila Campos Genuíno ilustram a situação. Mesmo com decisão judicial garantindo o fornecimento de medicamentos para o filho, ela afirma que ainda aguarda há meses pelo atendimento. A falta de suporte adequado impacta diretamente a rotina das famílias, que precisam lidar com deslocamentos, custos e a espera por serviços essenciais. Em muitos casos, pais e responsáveis se dividem entre o cuidado com os filhos e outras responsabilidades do dia a dia. Outro exemplo é o da mediadora Sara Nunes de Oliveira, mãe de Enzo, de 10 anos, diagnosticado com autismo grau 1 há cerca de três anos. Apesar de ser considerado um nível mais leve, ela relata que os desafios no desenvolvimento e no acesso ao tratamento continuam sendo significativos. Com a alta demanda e a limitação da rede pública, parte do atendimento acaba sendo absorvida por uma associação do município, que oferece apoio a crianças e familiares. Ainda assim, a instituição também enfrenta dificuldades para manter os serviços diante da falta de recursos e da crescente procura. Profissionais da área destacam que o acompanhamento adequado é fundamental para o desenvolvimento das crianças com TEA, contribuindo para a qualidade de vida e a inclusão social. Além do acesso à saúde, muitas famílias também buscam informações sobre direitos garantidos por lei, como benefícios sociais, prioridade em atendimentos e políticas de inclusão. Diante desse cenário, famílias, profissionais e representantes da sociedade civil reforçam a necessidade de mais investimentos e da ampliação dos serviços no município. A cobrança é por um olhar mais atento do poder público para garantir acesso ao tratamento e melhores condições de vida para pessoas com autismo. Notícia anteriorPróxima notícia Itaperuna RJNorte e Noroeste Fluminense Moradores denunciam esgoto a céu aberto e obra inacabada em rua de Itaperuna 14/04/2026 Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Moradores denunciam esgoto a céu aberto e obra inacabada em rua de Itaperuna Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco Delegado da PF flagrado furtando isentou Flávio Bolsonaro de lavagem de dinheiro (VIDEO) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Bahia pagou R$ 140 mi a associação controlada por Augusto Lima, que repassou R$ 101 milhões ao Master

Bahia pagou R$ 140 mi a associação controlada por Augusto Lima, que repassou R$ 101 mi ao Master

Bahia pagou R$ 140 mi a associação controlada por Augusto Lima, que repassou R$ 101 milhões ao Master Documento do Coaf diz que associação de servidores, administrada por ex-diretor do Master, também transferiu dinheiro para empresas dele; governo da Bahia e Augusto Lima não comentaram Por Gustavo Côrtes e Vinícius Valfré | O Estado de S.Paulo 11/04/2026 10:23 Foto: AL-BA BRASÍLIA – O governo da Bahia injetou R$ 140,1 milhões em uma associação de servidores controlada pelo ex-diretor do Banco Master Augusto Lima, que repassou dinheiro a empresas dele mesmo e à instituição financeira de Daniel Vorcaro. As informações constam em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) entregue à CPI do Crime Organizado e dizem respeito a transações no período entre maio de 2024 e novembro de 2025, no governo de Jerônimo Rodrigues (PT). Procurado na sexta-feira, 10, o governo estadual não se manifestou até a publicação. A equipe de Augusto Lima disse que não faria comentários. Além de R$ 65 milhões transferidos diretamente pela secretaria estadual da Fazenda, dois fundos de pensão de servidores públicos estaduais, geridos pelo governo da Bahia, direcionaram outros R$ 74,1 milhões para a Associação dos Servidores da Saúde do Estado (Asseba) para o Master. Ao todo, R$ 140,1 milhões. A entidade, conforme destacou o Coaf, é gerida pelo Instituto Terra Firme, fundado por Augusto Lima e atualmente comandado pela sua mulher, Flávia Peres, ex-ministra da Secretaria de Governo de Jair Bolsonaro (PL). Procurada por telefone, representante da Asseba disse que não poderia se manifestar nesta sexta. Os R$ 140,1 milhões enviados pelo governo e pelos fundos correspondem a mais de 80% dos R$ 168,7 milhões que a Asseba registrou em receitas no período analisado pelo Coaf. Além dos repasses da Fazenda, do fundo de proteção social dos policiais e bombeiros e do fundo de previdência dos servidores públicos, duas empresas públicas estaduais pagaram outros R$ 150 mil. O documento, ao qual o Estadão teve acesso, discrimina que a Asseba repassou R$ 101,3 milhões ao Banco Master e mais R$ 21,7 milhões para duas empresas, a Vida Serviços Administrativos e a ACB Processamento de Dados. Ambas têm Augusto Lima, ex-diretor do Master, como um dos donos. Um outro executivo do banco, André Kruschewsky, foi beneficiado por R$ 626,7 mil recebidos por meio de seu escritório de advocacia. A reportagem não conseguiu localizá-lo para comentar. O Coaf viu indício de movimentação incompatível com o faturamento declarado pela Asseba, suspeita de que a conta da associação pode ter servido para passagem de dinheiro por causa de “recebimento de recursos com imediato débito de valores” e realização de pagamentos de boletos para terceiros, “sem motivação aparente”. O vínculo da associação com Augusto Lima A Polícia Federal detectou que a Asseba utilizava os mesmos contatos de telefone e de e-mail que a Terra Firme da Bahia Ltda, outra empresa de Augusto Lima. A associação informou à Receita Federal o endereço eletrônico contabilidade@grupoterrafirme.com.br, o mesmo utilizado pela firma do executivo. Flavia Peres comanda o Instituto Terra Firme, ONG com o mesmo nome da companhia. O relatório do Coaf cita o entrelaçamento entre a entidade pública e os negócios do casal. “O vínculo entre o Grupo Terra Firme e o Banco Master ocorre por meio de pessoas e projetos. Augusto Lima, ex-CEO e ex-sócio do Banco Master, é fundador do Grupo Terra Firme e do Instituto Terra Firme. Sua esposa, Flávia Peres, também ex-diretora de ESG do Banco Master, lidera o Instituto Terra Firme, que participou de iniciativas sociais e de governança junto ao banco. Além disso, ambos foram citados em investigações sobre operações financeiras suspeitas envolvendo carteiras de crédito consignado”, diz o registro do Coaf. A Asseba é investigada no âmbito da Operação Compliance Zero por possível participação na geração de parte das carteiras de créditos falsos do Master. Estima-se que o banco tenha originado R$ 12,2 bilhões em títulos fraudulentos e os repassado para o BRB, que ficou com o prejuízo. O Master passou a controlar operações de crédito consignado junto a servidores públicos da Bahia após adquirir o Credcesta, estatal privatizada pelo governo estadual. A companhia foi criada em 2018 para que a população de baixa renda fizesse compras em uma rede pública de supermercados e também oferecia empréstimos com descontos diretamente na folha. Quando foi vendida ao Master, a instituição de Vorcaro passou a controlar esse serviço de crédito. Augusto Lima foi peça-chave da negociação. O Credcesta, que oferece serviços como crédito com desconto em folha, foi crescendo pelo País e chegou a 24 estados e 176 municípios. Na Bahia, o estado mantém a exclusividade para o Credcesta até 2033. Notícia anteriorPróxima notícia Banco Master Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Bahia pagou R$ 140 mi a associação controlada por Augusto Lima, que repassou R$ 101 milhões ao Master Notícia não encontrada Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Foragidos, Beto Louco e Primo são localizados pela PF na Líbia e negociam delação

Foragidos, Beto Louco e Primo são localizados pela PF na Líbia e negociam delação

Foragidos, Beto Louco e Primo são localizados pela PF na Líbia e negociam delação Alvos da Operação Carbono Oculto, dupla é suspeita de liderar esquema de lavagem de dinheiro ligado ao setor de combustíveis e ao PCC; defesas negam relação com facção Por Patrik Camporez | O Globo — Brasília 10/04/2026 12:50 Os empresários Mohamad Hussein Mourad, o Primo, e Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, negociam delação com o MPSP — Foto: Reprodução Principais alvos da Operação Carbono Oculto, Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, e Mohamad Mourad, conhecido como “Primo”, foram localizados por autoridades brasileiras na Líbia. A fuga de mais de 9 mil quilômetros até o país do norte da África ocorreu, segundo investigadores que acompanham o caso, após a dupla entrar na mira da Polícia Federal e do Ministério Público. É de lá que os dois, atualmente na lista de foragidos da Interpol, negociam uma colaboração premiada com o Ministério Público de São Paulo. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, a dupla apresentou uma proposta em que denunciam magistrados. No ano passado, porém, uma tentativa de acordo em qual os empresários citavam políticos foi rejeitada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Primo e Beto Louco são apontado como elementos centrais do esquema que permitiu ao Primeiro Comando da Capital (PCC) se infiltrar no setor de combustíveis e chegar ao coração financeiro do país. Cerca de mil postos vinculados à facção movimentaram R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024, segundo as investigações. Segundo as apurações, Beto Louco era responsável por gerir empresas utilizadas pelo grupo para fraudes fiscais e ocultação de recursos. A defesa do empresário afirma ser “falsa e fantasiosa qualquer alegação de ligação de seu cliente com o PCC”. A defesa de Mourad também nega qualquer relação de seu cliente com o crime organizado. Os investigadores apuram se Beto Louco exercia o papel de articulador político do grupo. Como revelou O GLOBO, registros de entrada do terminal dedicado à aviação executiva no Aeroporto de Brasília mostram que o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, esteve no local no mesmo dia e horário em que o empresário. O local é usado por passageiros que utilizam jatinhos para chegar à capital federal ou deixar a cidade. O dirigente partidário, contudo, nega ter viajado no mesmo avião que o empresário. A PF investiga a relação entre os dois. A relação entre Rueda e Beto Louco já era conhecida pelas autoridades. Reportagem da revista piauí, publicada no mês passado, afirma que os dois trocaram diversas mensagens de WhatsApp entre outubro de 2023 e maio de 2024. Os diálogos, segundo a publicação, foram apresentados à PGR pela defesa do empresário durante as negociações para fechar um acordo de colaboração premiada, que ainda não foi concretizado. Os investigadores também apuram se Beto Louco atuava como articulador político do grupo. Em depoimento à PF, o piloto Mauro Caputti Mattosinho disse ter transportado diversas vezes Beto Louco e Mourad em aviões pertencentes à Táxi Aéreo Piracicaba (TAP), da qual ele era funcionário. Segundo Mattosinho, Rueda seria o dono de fato da empresa, o que o dirigente nega. Relatório sigiloso enviado aos EUA Notícia anteriorPróxima notícia MP-SPPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFUnião Brasil Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Foragidos, Beto Louco e Primo são localizados pela PF na Líbia e negociam delação Notícia não encontrada Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

GAESF/MPRJ ajuíza ação contra Banco Master, RioPrevidência e o Estado e pede o bloqueio de bens para ressarcimento de mais de R$ 1 bilhão

GAESF/MPRJ ajuíza ação contra Banco Master, RioPrevidência e o Estado e pede o bloqueio de bens para ressarcimento de mais de R$ 1 bilhão

GAESF/MPRJ ajuíza ação contra Banco Master, RioPrevidência e o Estado e pede o bloqueio de bens para ressarcimento de mais de R$ 1 bilhão O Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (GAESF/MPRJ) ajuizou ação civil pública contra o Banco Master S.A., em liquidação extrajudicial, e outros envolvidos, para evitar um prejuízo estimado em R$ 1,088 bilhão ao Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (RioPrevidência). Por MPRJ 10/04/2026 10:57 GAESF/MPRJ ajuíza ação contra Banco Master, RioPrevidência e o Estado e pede o bloqueio de bens para ressarcimento de mais de R$ 1 bilhão Com pedido de tutela de urgência, o MPRJ requer a suspensão imediata de contratos associados ao chamado “CredCesta”, o afastamento do atual presidente da autarquia, o bloqueio de bens dos investigados e a adoção de medidas para assegurar o ressarcimento aos cofres públicos. Também responderão à Justiça a empresa PKL One Participações S.A., ex-dirigentes e atuais dirigentes do RioPrevidência e, formalmente, o Estado do Rio de Janeiro e a própria autarquia previdenciária. Segundo o GAESF/MPRJ, o caso envolve risco concreto de perda de cerca de R$ 970 milhões investidos pelo RioPrevidência em títulos emitidos pelo Banco Master, cuja liquidação foi decretada pelo Banco Central. O cenário, de acordo com o MPRJ, foi agravado por novos aportes realizados posteriormente, elevando o risco total a mais de R$ 1 bilhão. Além da proteção ao erário, a ação questiona a legalidade do modelo de crédito denominado “CredCesta”. De acordo com o GAESF/MPRJ, a operação combinaria empréstimos consignados com cartões de crédito, apresentados de forma pouco transparente, o que teria levado aposentados e pensionistas a um ciclo de endividamento contínuo, com descontos em folha que não reduzem efetivamente a dívida. Para o GAESF/MPRJ, a prática descumpre o Código de Defesa do Consumidor e a Lei do Superendividamento, ao atingir diretamente consumidores em situação de vulnerabilidade, como idosos e beneficiários de previdência, comprometendo sua renda de natureza alimentar. Outro ponto destacado na ação é a divergência quanto à forma de compensação. O Estado e o RioPrevidência sugeriram utilizar valores descontados de servidores para compensar prejuízos com os investimentos. O GAESF/MPRJ, no entanto, sustenta que essa solução transfere indevidamente o ônus aos próprios segurados, em vez de responsabilizar os agentes envolvidos nas irregularidades. A ação também aponta indícios de falhas graves na gestão do fundo previdenciário, incluindo aportes em instituições não credenciadas, mesmo após alertas de órgãos de controle. Para o GAESF/MPRJ, a permanência da atual gestão representa risco de continuidade de práticas que podem agravar a situação financeira do RioPrevidência. Diante do cenário, o MPRJ também requer à Justiça a declaração de nulidade dos contratos considerados abusivos, suspensão dos descontos em folha, a condenação dos responsáveis ao ressarcimento integral dos prejuízos e a implementação de mecanismos que impeçam novas operações semelhantes no sistema previdenciário estadual. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterMP-RJRioPrevidência Moradores denunciam esgoto a céu aberto e obra inacabada em rua de Itaperuna 14/04/2026 Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Moradores denunciam esgoto a céu aberto e obra inacabada em rua de Itaperuna Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco Delegado da PF flagrado furtando isentou Flávio Bolsonaro de lavagem de dinheiro (VIDEO) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Ônibus escolar com porta amarrada por corda coloca alunos quilombolas em risco em Cabo Frio

Ônibus escolar com porta amarrada por corda coloca alunos quilombolas em risco em Cabo Frio

Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis Mães denunciam superlotação, falta de cinto de segurança e problemas frequentes no transporte na zona rural. Por Eliandra Bussinger | g1 10/04/2026 Porta de ônibus amarrada com corda e crianças nos assentos sem cintos de segurança em Cabo Frio — Foto: Divulgação Mães de alunos das comunidades quilombolas localizadas nas áreas rurais de Angelim, Araçá e Agrisa, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, denunciam a falta de segurança no transporte escolar. Segundo Regina Severino Soares, presidente do quilombo Fazenda Espírito Santo, crianças da creche até o Ensino Fundamental enfrentam um percurso de 40 minutos em um ônibus com a porta amarrada por uma corda, lotado e sem cinto de segurança, em uma estrada de terra com buracos. “Não é um ônibus, é uma sucata que carrega os alunos da zona rural. Quebra com frequência”, explica Regina. No episódio mais recente, na última quarta-feira (8), ela conta que uma funcionária teve que segurar a porta durante a viagem: “A monitora em vez de dar suporte aos alunos teve que segurar a porta do ônibus que estava amarrada com uma corda. Esse é o cenário que nossas crianças quilombolas estão passando. Virou rotina: ou o ônibus quebra ou chega atrasado. Onde que está o direito de ir e vir com segurança? As crianças estão em risco diariamente”, ressalta. Para além da estrutura precária do ônibus, os responsáveis também se queixam da superlotação do transporte. Em um dos registros feito pelas mães, é possível ver quatro crianças apertadas em um banco de dois acentos. A cozinheira Loilca dos Santos é mãe de uma adolescente do 8º ano do Ensino Fundamental. Ela afirma que essa é a única forma da filha ir à escola que fica cerca de uma hora de distância de casa. “Tudo é ruim. As crianças andam sem cinto, com o ônibus cheio de poeira e vidros quebrados(…) Na semana passada o ônibus estava com a roda soltando. Isso coloca a vida dos nos filhos em risco”, destaca. Ela compara a diferença do transporte oferecido para as crianças de outras áreas da cidade: “Eles colocam o ônibus velho para cá. No centro de Cabo Frio, os ônibus são os melhores e com ar condicionado para as crianças. Aqui não tem nada disso.” Regina explica que o problema já foi relatado por meio de ofício à Secretaria de Educação de Cabo Frio. No documento, é detalhada a condição que as crianças enfrentam para ir à escola: A comunidade vem denunciando há anos as condições extremamente precárias do ônibus escolar utilizado nesse trajeto. A situação chegou a um nível alarmante e inaceitável. Temos registros de ônibus soltando rodas durante o trajeto, portas sendo mantidas fechadas com cordas improvisadas e veículos parando por falta de combustível, o que expõe diariamente nossas crianças e adolescentes a situações de risco. Uma reunião on-line chegou a ser marcada para o dia 17 de março com representantes da Educação, mas Regina afirma que mesmo assim nada foi feito até o momento. Na manhã desta sexta-feira (10), em resposta ao g1, a prefeitura de Cabo Frio afirmou que o veículo citado já foi retirado de circulação e substituído por um ônibus de maior capacidade e em plenas condições de uso. Segundo a nota, as situações registradas, como necessidade de manutenção em cintos de segurança, ajuste na lotação e problema pontual no sistema de fechamento da porta, foram tratadas de forma imediata pelas equipes responsáveis, não sendo admitidas como padrão do serviço prestado. A Secretaria de Educação, por fim, informou que a superlotação foi provocada uma readequação emergencial da frota nos últimos dias, houve um aumento temporário no número de alunos em uma das rotas, situação que já foi normalizada. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJMPF Ministério Público FederalPetrópolis RJPT Partido dos TrabalhadoresRegião Serrana e Centro Sul FluminenseVereador Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users)

Principal operador da fraude no INSS confessa crimes, fecha delação e promete entregar nomes

Principal operador da fraude no INSS confessa crimes, fecha delação e promete entregar nomes

Principal operador da fraude no INSS confessa crimes, fecha delação e promete entregar nomes Maurício Camisotti, empresário apontado como peça central do esquema e citado por investigações por ligações com o entorno do governo Bolsonaro, formaliza acordo com a Polícia Federal e se compromete a apresentar provas Por Ivan Longo | Revista Fórum 10/04/2026 06:51 Maurício Camisotti, principal operador da fraude no INSS, fecha acordo de delação premiada com a PF – Foto: Reprodução/Redes Sociais O empresário Maurício Camisotti, apontado como um dos principais beneficiários do esquema da fraude no INSS, firmou um acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF). No documento, ele admite a existência de irregularidades e se compromete a apresentar provas e identificar outros envolvidos. Camisotti foi preso em setembro de 2025, durante uma das fases da operação conduzida pela PF que investigou o esquema de descontos irregulares no INSS. Ele foi detido no mesmo dia do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como intermediário entre entidades e servidores da autarquia. Até o momento, o empresário segue preso preventivamente, embora a defesa tenha solicitado a conversão da detenção em prisão domiciliar no âmbito do acordo de delação. Camisotti é descrito pelos investigadores como peça central do chamado “núcleo financeiro” da organização criminosa. A delação, a primeira no âmbito da investigação, foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) e aguarda homologação do ministro André Mendonça. O acordo também deverá passar pela análise da Procuradoria-Geral da República (PGR). Como funcionava a fraude da fraude no INSS As investigações apontam que o esquema consistia na aplicação de descontos mensais em benefícios de aposentados e pensionistas sem autorização. Entidades formalmente constituídas firmavam acordos com o INSS para oferecer supostos serviços aos segurados, mas, na prática, funcionavam como instrumentos para a cobrança indevida. Entre as organizações sob suspeita está a Ambec (Associação de Aposentados Mutualista para Benefícios Coletivos), que recebeu cerca de R$ 400 milhões em repasses do INSS entre 2023 e 2025. Parte desses valores teria sido direcionada a empresas ligadas a Camisotti, levantando suspeitas de lavagem de dinheiro. Movimentações suspeitas e saques milionários Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) também identificaram movimentações atípicas. O empresário realizou saques milionários em espécie — incluindo retiradas que somam mais de R$ 7 milhões — o que reforçou indícios de tentativa de ocultação de recursos. De acordo com a PF, Camisotti atuava como beneficiário direto das fraudes e teria controle indireto sobre entidades utilizadas no esquema. Investigações indicam que associações envolvidas eram geridas por pessoas ligadas ao empresário, incluindo funcionários e familiares. Ligações políticas e avanço durante governos Bolsonaro e Temer O caso também tem desdobramentos políticos. Camisotti e outros investigados, como o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, são citados em apurações que apontam conexões com figuras influentes durante governos anteriores, incluindo o período de Michel Temer e Jair Bolsonaro. As associações suspeitas ganharam força justamente nesse intervalo, ampliando número de filiados e receitas. Paralelamente, decisões administrativas no INSS facilitaram a celebração de parcerias com essas entidades, permitindo a inclusão dos descontos diretamente na folha de pagamento dos beneficiários. Novas delações podem revelar outros envolvidos A delação de Camisotti pode abrir caminho para novos avanços no caso. Outros investigados também negociam acordos com as autoridades, incluindo um procurador federal e um ex-diretor de benefícios do INSS responsável por autorizar parcerias com associações. Para validar o acordo, o empresário precisou confessar crimes e apresentar elementos de prova, como documentos e registros de comunicação. Em troca, poderá obter benefícios legais, como eventual conversão da prisão preventiva em domiciliar. O escândalo, revelado a partir de operações conjuntas da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União, expôs um esquema que teria prejudicado milhares de aposentados em todo o país. A expectativa é que a colaboração ajude a identificar novos responsáveis e esclarecer a extensão das irregularidades. Notícia anterior CGU Controladoria-Geral da UniãoCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasINSSMDB Movimento Democrático BrasileiroPL Partido LiberalPolícia FederalProcuradoria Geral da República PGRSTF (Supremo Tribunal Federal) Principal operador da fraude no INSS confessa crimes, fecha delação e promete entregar nomes 10/04/2026 Caso Master: liquidante terá acesso a seis anos de registros e comunicações de Vorcaro nos EUA 09/04/2026 O antissemitismo como arma para silenciar críticos de Israel 09/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Principal operador da fraude no INSS confessa crimes, fecha delação e promete entregar nomes Notícia não encontrada

Master, de Vorcaro, pagou R$ 27,2 milhões ao Metrópoles, de Luiz Estevão

Master, de Vorcaro, pagou R$ 27,2 milhões ao Metrópoles, de Luiz Estevão

Master, de Vorcaro, pagou R$ 27,2 milhões ao Metrópoles, de Luiz Estevão Ex-senador diz que valores são de patrocínios de futebol e divulgação de conteúdo publicitário Coaf aponta que dinheiro foi parar rapidamente em outras empresas dele e de sua família Por Folha de S.Paulo 09/04/2026 17:28 Ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, durante evento em São Paulo – Rubens Cavallari – 22.abr.24/Folhapress Brasília – O Banco Master, de Daniel Vorcaro, pagou R$ 27,2 milhões ao portal Metrópoles, do ex-senador Luiz Estevão, de 2024 a 2025, durante as negociações com o BRB. Os repasses constam em relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Procurado, Estevão afirmou que os valores dizem respeito a patrocínios de futebol e “divulgação de conteúdo publicitário e marketing das marcas” do Master e do Will Bank, instituição liquidada que pertencia ao mesmo conglomerado. “Em meio às negociações com o BRB, que perduraram até setembro de 2025, o grupo Master/Will Bank buscou fortalecer a marca no ambiente local”, disse o ex-senador à Folha em março. O relatório do Coaf, como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, aponta indícios de possíveis irregularidades em parte desses pagamentos, já que os valores eram repassados rapidamente para outras contas ligadas a Estevão ou seus familiares, praticamente em uma “transferência instantânea”. “A movimentação financeira foi caracterizada pelo recebimento de crédito com o débito imediato dos valores”, diz o conselho em dois relatórios, ambos no segundo semestre de 2025. Isso configura “possível movimentação de recursos em benefício de terceiros”, de acordo com o documento. O Coaf aponta que tão logo o Master fazia o pagamento ao portal Metrópoles, o mesmo valor era repassado em uma série de transferências, que tinham como principal destinatária a Madison Gerenciamento — empresa que também pertence a Luiz Estevão. “A empresa Madison dedica-se à gestão de recursos das empresas do Grupo Metrópoles, visando otimizar os rendimentos das suas disponibilidades de caixa”, disse o ex-senador. Também receberam recursos do Metrópoles a Sense Construções e a Macondo Construções, que pertencem à família. “A movimentação de recursos entre empresas é prática corriqueira no ambiente corporativo, não constituindo qualquer irregularidade”, completou. O Banco Master também foi procurado, mas não respondeu aos questionamentos da reportagem. O ex-senador aponta que os R$ 27,2 milhões tinham seis origens diferentes.Parte foi pela aquisição dos naming rights da Série D do Campeonato Brasileiro e pelo patrocínio durante as transmissões do mesmo torneio. Também houve acordo de publicidade para a disputa da Supercopa de 2025, na qual o Flamengo venceu o Botafogo por 3 a 1 no estádio do Mangueirão, em Belém. Além disso, houve outras campanhas de marketing, de fortalecimento da marca do Will Bank. “O Metrópoles Marketing foi correntista do Banco Master, onde movimentava seus próprios recursos”, completa o ex-senador. Hoje preso, suspeito de coordenar uma fraude bilionária no mercado financeiro do Brasil, Vorcaro tentou vender o Master para o BRB, instituição estatal de Brasília. Na época, o negócio foi questionado pelo Banco Central. Em resposta, Vorcaro iniciou uma campanha — por meio de influenciadores e peças de publicidade — com críticas ao BC e seus diretores. Durante as tratativas, uma foto do hoje ex-diretor Renato Gomes chegou a ser estampada em painéis de LED gerenciados pelo Metrópoles em Brasília, apontando ele como responsável por dificultar o negócio. À época, Gomes estava à frente da diretoria de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução, que recomendou o veto à compra. O negócio com o BRB acabou, de fato, barrado pelo Banco Central. Entre investigadores, houve a suspeita ainda de que o portal tinha acesso a informações privilegiadas, em razão da proximidade entre as instituições. Estevão afirma que as informações obtidas pelos jornalistas do grupo estão sob sigilo de fonte, mas que, “caso advogados que atuam no caso queiram nos abastecer de fatos, dados e documentos, serão bem vindos”. Ele acrescenta que a atuação do BC também foi questionada durante o processo e que os painéis de LED do Metrópoles exibem, além de propagandas, reportagens jornalísticas. “Conforme conhecimento público, diversos veículos de comunicação firmaram contratos de publicidade com a dupla Master/BRB”, completou. Notícia anteriorPróxima notícia Banco Central BCBanco de Brasília BRBBanco MasterCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasSenador Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Master, de Vorcaro, pagou R$ 27,2 milhões ao Metrópoles, de Luiz Estevão Quem é Luiz Estevão, dono do Metrópoles, que já foi preso por corrupção e recebeu R$ 27 milhões do Master Notícia não encontrada Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

MPRJ instaura procedimento para cobrar melhorias nas escolas municipais de Rio das Ostras

MPRJ instaura procedimento para cobrar melhorias nas escolas municipais de Rio das Ostras

Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé instaurou procedimento administrativo para cobrar melhorias na rede pública municipal de ensino de Rio das Ostras, na Região dos Lagos. Por MPRJ 09/04/2026 16:49 MPRJ instaura procedimento para cobrar melhorias nas escolas municipais de Rio das Ostras O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) vai acompanhar de forma contínua as medidas adotadas para assegurar um ambiente escolar adequado, seguro e compatível com os parâmetros constitucionais do direito à educação. O procedimento teve origem a partir de uma representação enviada pelo Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (SEPE/RJ). Segundo a denúncia, cerca de 22 unidades escolares enfrentam problemas como precariedade na infraestrutura, falta de profissionais de apoio escolar, além de falhas no transporte e na alimentação oferecida aos estudantes. São cinco eixos estruturais: (i) deficiência de infraestrutura e manutenção predial; (ii) insuficiência de recursos humanos, especialmente profissionais de apoio escolar; (iii) inadequação das condições de salubridade e segurança; (iv) falhas na prestação do transporte escolar; e (v) fragilidades na oferta de alimentação escolar. No Despacho de Instauração o MPRJ cobra a elaboração de plano estrutural progressivo, dentre outras medidas a serem definidas após a apresentação de diagnóstico da rede pública municipal de educação pelo município de Rio das Ostras.  Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualGovernadorMP-RJPL Partido LiberalTJ-RJ Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users)

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