Análise: Operação une crime organizado ao caso Master (VIDEO)

Análise: Operação une crime organizado ao caso Master (VIDEO) Segundo a analista de Política da CNN Clarissa Oliveira, ao Live CNN, nova fase da Operação Carbono Oculto aponta vínculo entre operador financeiro ligado ao Banco Master e o combate ao crime organizado Por CNN Brasil 24/09/2026 Frente do Banco Master | Arte CNN O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público do Estado de São Paulo e a Receita Federal deflagraram, na manhã desta quinta-feira (24), a Operação Crédito Oculto, uma nova fase da Operação Carbono Oculto. A analista de Política da CNN Clarissa Oliveira avalia, ao Live CNN, que a operação une o crime organizado ao caso Master. Segundo Clarissa Oliveira, a operação simboliza de maneira intensa o combate à infiltração do crime organizado tanto em instâncias da máquina pública quanto no setor financeiro como um todo. “Ela é parte de todo um esforço, todo um empenho de autoridades brasileiras em várias instâncias de governo para asfixiar financeiramente o crime organizado”, afirmou a analista. A figura central: o empresário conhecido como “Mineiro” Nesta fase específica da operação, um ponto de destaque é a menção ao empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro” e dono da empresa Entre Investimentos. Segundo Clarissa, ele é uma figura com vínculo direto com o caso Master. “A gente está falando de um operador financeiro que trabalhava ali, atuava em conjunto com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master”, explicou a analista. A empresa Entre Investimentos também teria vínculos históricos com o processo de financiamento do filme “Dark Horse”, uma cinebiografia cujo protagonismo é a representação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Esse financiamento acabou aproximando o caso Master do senador Flávio Bolsonaro (PL), que, segundo Clarissa, “foi flagrado pedindo dinheiro para Daniel Vorcaro para fazer o financiamento desse filme”. Convergência entre duas investigações Para Clarissa Oliveira, a operação representa a união de duas frentes de apuração que vinham sendo conduzidas de forma paralela. “Nesta fase, essas duas investigações acabam se unindo neste ponto comum, que é o “Mineiro”, este operador financeiro que atuou em conjunto com Daniel Vorcaro”, destacou. A analista descreveu o momento como o encaixe de mais peças de um “enorme quebra-cabeça”, montado ao longo de toda a corrida eleitoral, desde o período da pré-campanha. Clarissa também ressaltou que a Operação Carbono Oculto foi fruto de disputas entre agentes federais e agentes do estado de São Paulo, com destaque para o Ministério da Fazenda, a Receita Federal e o governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Segundo a analista, “sempre há ali um movimento de tentar ganhar autoria, ganhar protagonismo nas operações de asfixia financeira do crime organizado”. A analista concluiu que o vínculo com o caso Master, tão próximo do período eleitoral, “é sim uma peça importante que merece atenção”. https://www.youtube.com/watch?v=ONLuCYaI9oc Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorMP-SPPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaReceita FederalRepublicanosSenadorVIDEO AUDIO Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Análise: Operação une crime organizado ao caso Master (VIDEO) 24/09/2026 É falso que relatório da PF tenha descartado corrupção em ‘Dark Horse’ 24/09/2026 Justiça mantém prisão de vereador Jorge Canella após audiência de custódia 24/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Exclusivo: Flávio Bolsonaro e ‘Neymar Pai’ cobravam recursos de Vorcaro, indicam mensagens 21/09/2026 Dark Horse: valor do filme sobre Bolsonaro, com produtora alvo da PF, supera o orçamento de ganhadores do Oscar 10/09/2026 Candidato a deputado federal e presidente da Câmara de Sumaré (SP) é preso em operação contra tráfico 09/09/2026 Pressão sobre Mendonça chega ao TSE e abre debate sobre suspeição 21/09/2026 PF realiza operação contra desvios no AM; STF afasta prefeito de Coari 16/09/2026
Salles se retrata após compartilhar montagem com Flávio Bolsonaro como ‘ladrão’: ‘Feito por engano’

Salles se retrata após compartilhar montagem com Flávio Bolsonaro como ‘ladrão’: ‘Feito por engano’ Imagem mostrava rostos de Lula e de Flávio Bolsonaro com o texto ‘Não existe voto útil em ladrão’; candidato apagou compartilhamento e alegou que não percebeu teor da publicação em razão da ‘pressa da campanha’ Por Juliano Galisi | O Estado de S.Paulo 24/09/2026 Salles faz retratação após compartilhar imagem que mostrava Flávio Bolsonaro como ‘ladrão’ Foto: Reprodução via X O candidato ao Senado por São Paulo Ricardo Salles (Novo) postou uma retratação após compartilhar uma imagem no X (antigo Twitter) que mostrava o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como “ladrão”. A publicação repostada pelo ex-ministro do Meio Ambiente mostrava os rostos de Lula (PT) e de Flávio Bolsonaro junto ao texto “Não existe voto útil em ladrão”. Salles compartilhou a montagem, mas apagou-a em seguida e postou sua explicação. Segundo o deputado federal, o compartilhamento foi “feito por engano” e o teor da publicação não foi percebido “pela pressa da campanha”. “Como eu já disse publicamente, Flávio terá meu voto contra Lula no segundo turno, e teria no primeiro se (Romeu) Zema, do meu partido, não fosse candidato”, afirmou Salles. Salles foi um dos sete participantes do debate entre candidatos ao Senado promovido pelo Estadão em parceria com a Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) nesta quarta-feira, 23. Durante o programa, o candidato marcou posição à direita, mas criticou o PL e o representante do partido na disputa, o deputado estadual André do Prado, com quem teve o embate mais acirrado da noite. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalNOVOPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos Trabalhadores Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Salles se retrata após compartilhar montagem com Flávio Bolsonaro como ‘ladrão’: ‘Feito por engano’ 24/09/2026 Ruas recebeu R$ 1,5 milhão de fornecedora de obras da pasta que chefiava 24/09/2026 Análise: Operação une crime organizado ao caso Master (VIDEO) 24/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Zucco destinou emenda pix para evento evangélico liderado por pastor bolsonarista 24/09/2026 Ao STF, ex-sócio de Vorcaro exime Jaques e aponta dedo para MP de Bolsonaro 22/09/2026 Contrato de Vorcaro previa até R$ 427 milhões a escritório de esposa de desembargador identificado como da ‘turma’ de Nunes Marques 22/09/2026 Polícia e MP investigam possível vazamento de informações de operação que mirou integrantes do PCC e Milton Leite em SP 18/09/2026 TRE-RJ muda 72 locais de votação na Região dos Lagos e Norte Fluminense para evitar interferência do crime organizado 17/09/2026
É falso que relatório da PF tenha descartado corrupção em ‘Dark Horse’

É falso que relatório da PF tenha descartado corrupção em ‘Dark Horse’ Flávio Bolsonaro é investigado por supostos crimes envolvendo o caso, que tem conexão com o escândalo do Banco Master Por Clarissa Pacheco | O Estado de S.Paulo 24/09/2026 Publicação mente ao afirmar que relatório da Polícia Federal disse que não houve corrupção no filme Dark Horse Foto: Reprodução/TikTok O que estão compartilhando: que um relatório da Polícia Federal tornado público pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino afirmaria que não houve corrupção no filme Dark Horse. Isso provaria que o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) estava falando a verdade. O Estadão Verifica investigou e concluiu que: é falso. O relatório da Polícia Federal sobre a investigação não diz isso. O documento, assinado em 8 de julho de 2026, aponta que o senador não era apenas um terceiro mencionado em comunicações de outras pessoas, e sim um interlocutor direto de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, nas tratativas relacionadas ao financiamento do filme. O relatório indica que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, seria a pessoa que decidia como o dinheiro repassado por Vorcaro deveria ser gasto nos Estados Unidos, onde mora. Com essas evidências, a PF pediu que o ministro do STF André Mendonça instaurasse um procedimento separado para investigar Flávio e outros citados nas conversas sobre o filme pelos possíveis crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas. Além disso, o relatório da PF não foi tornado público por Flávio Dino. Na realidade, o documento veio à tona após Mendonça retirar o sigilo de parte dos inquéritos envolvendo o Banco Master, a pedido do presidente do STF, ministro Edson Fachin. O sigilo quebrado por Flávio Dino foi outro: da investigação da Polícia Civil de São Paulo envolvendo a produtora do filme. Saiba mais: Flávio Bolsonaro é investigado desde julho. Em maio deste ano, The Intercept Brasil publicou áudios em que Flávio cobrava de Vorcaro dinheiro supostamente prometido para financiar o filme. O valor acertado era de R$ 134 milhões, e o banqueiro chegou a repassar pelo menos R$ 61 milhões. O restante do dinheiro foi cobrado por Flávio Bolsonaro reiteradas vezes diretamente a Vorcaro, a quem chamou de “irmão”. A Polícia Federal apura se o dinheiro foi destinado a financiar a permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. No dia 12 de setembro, após a derrubada do sigilo de parte dos documentos do caso Master, Flávio Bolsonaro disse, durante um ato de campanha em Cabo Frio (RJ), que nada surgiu contra ele e que esse é o “maior atestado de idoneidade”. Relatório da PF menciona conversas e pede investigação por corrupção O relatório da Polícia Federal mostra a cobrança de Flávio Bolsonaro a Vorcaro e sinaliza mensagens em que Eduardo Bolsonaro era apontado como a pessoa que geria o dinheiro nos EUA. Em 8 de dezembro de 2024, o publicitário Thiago Miranda, ligado a Vorcaro, entrou em contato com o banqueiro para agendar uma reunião com Flávio Bolsonaro para tratar do “filme do presidente”. A reunião foi marcada para 11 de dezembro de 2024 e, na véspera, Miranda encaminhou a Vorcaro uma mensagem de Flávio informando que o deputado federal Mário Frias (PL-SP) participaria do encontro. Entre janeiro e março de 2025, há conversas entre Vorcaro, Miranda e Fabiano Zettel mencionando Flávio ou Eduardo Bolsonaro e cobranças sobre os aportes para o filme. Zettel é cunhado de Vorcaro e foi preso em uma operação da PF. A partir de agosto do ano passado, o próprio Flávio Bolsonaro passou a falar diretamente com Vorcaro. Há menção a uma reunião no dia 20 de agosto de 2025. No dia 8 de setembro, Flávio mandou um áudio a Vorcaro cobrando pagamentos sobre o filme. Em 16 de setembro eles se falaram por telefone, e a partir de 17 de setembro há mais mensagens para marcar outro encontro. No dia 22 de outubro, Flávio disse a Vorcaro que o filme estava no terceiro dia de gravação e que a produção estava “no limite”. Pediu que, se Vorcaro não pudesse fazer o depósito, o avisasse para que buscasse outra solução. Em 16 de novembro, na véspera da prisão de Vorcaro, Flávio tentou ligar para o banqueiro e depois mandou uma mensagem: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”. No relatório, a Polícia Federal diz que “tais elementos indicam que o senador Flávio Nantes Bolsonaro não aparece apenas como terceiro mencionado em comunicações de outras pessoas, mas como interlocutor direto de Daniel Vorcaro em tratativas relacionadas ao financiamento da produção, inclusive com cobranças de pagamentos, reuniões presenciais e acompanhamento do andamento das gravações”. O que Flávio Dino tornou público No dia 13 de setembro deste ano, Dino tornou públicos outros documentos relativos ao filme Dark Horse: o conteúdo de uma investigação da Polícia Civil de São Paulo envolvendo a produtora do filme, a Go Up, e o deputado federal Mário Frias, idealizador do filme. Eles são suspeitos de desvios de recursos públicos, inclusive de emendas parlamentares do deputado. Essa apuração tem Dino como relator. Ele determinou que todo o material recebido pela Justiça estadual de São Paulo seja encaminhado à Polícia Federal. Na decisão, argumentou que o material reforçou a hipótese de conexão entre as duas frentes de investigação sobre o filme. Flávio Bolsonaro não foi citado nessa decisão. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCabo Frio RJDeputado FederalPL Partido LiberalPolícia CivilPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaRegião dos Lagos Baixada LitorâneaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram É falso que relatório da PF tenha descartado corrupção em ‘Dark Horse’ 24/09/2026 Justiça mantém prisão de vereador Jorge Canella após audiência de custódia 24/09/2026 Zucco destinou emenda pix para evento evangélico liderado por pastor bolsonarista 24/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available
Ex-diretor do Banco Genial e executivo ligado ao Master são alvos de 3ª fase da Operação Carbono Oculto

Ex-diretor do Banco Genial e executivo ligado ao Master são alvos de 3ª fase da Operação Carbono Oculto Ação cumpre 27 mandados em sete estados contra grupo que mascarou compra de usina e distribuidora de combustíveis. Por Bruno Tavares e Isabela Leite | TV Globo e GloboNews 24/09/2026 Terceira fase da Operação Carbono Oculto é realizada nesta quinta-feira (24) em São Paulo e Rio de Janeiro. — Foto: Divulgação/Receita Federal São Paulo – O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público de São Paulo, em parceria com a Receita Federal, deflagrou na manhã desta quinta-feira (24) a terceira fase da Operação Carbono Oculto. Os agentes estão nas ruas para cumprir 27 mandados de busca e apreensão em sete estados. A ação aprofunda uma investigação sobre suposta lavagem de dinheiro e organização criminosa ligada ao setor de combustíveis na aquisição da distribuidora Tobras Distribuidora de Combustíveis Ltda., conhecida como Terrana. A investigação aponta a participação central de executivos do mercado financeiro no esquema de lavagem. Entre os alvos das buscas estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, ex-executivo do Banco Genial, seus irmãos, André e Bruno Tupinambá, além do empresário Antonio Carlos Freixo Junior, dono da Entre Investimentos. O Banco Genial esclarece que Humberto Tupinambá não integra a Diretoria e não é sócio da instituição desde maio de 2026, quando ocorreu sua destituição (leia a nota completa abaixo). Tupinambá estava no banco desde agosto de 2022 e é investigado por ligação com o esquema de ‘Beto Louco’ e ‘Primo’ entre 2024 e 2025, ainda na condição de executivo do banco. Já Antonio Carlos Freixo Junior assinou um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) no âmbito das investigações sobre o escândalo do extinto Banco Master, de Daniel Vorcaro. Os mandados foram autorizados pela 2ª Vara Criminal de Catanduva com buscas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Santa Catarina e Espírito Santo. Participam da operação a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e a Secretaria Estadual da Fazenda de São Paulo. O GAECO aponta que o grupo investigado teria montado uma estrutura financeira e societária complexa para assumir o controle da distribuidora Terrana e ocultar patrimônio por meio de fundos de investimento, empresas de fachada e operações financeiras consideradas atípicas pelo Ministério Público. De acordo com o GAECO, a estrutura teria sido liderada por Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Louco”, e Mohamad Hussein Mourad, chamado de “Primo”. Os dois são apontados como chefes da organização investigada, embora não apareçam na lista de alvos de busca desta fase da operação. Em nota, as defesas de Roberto Leme e Mohamad Hussein informaram que seus clientes “não foram alvos da operação deflagrada pelo GAECO na data de hoje e desconhecem os fatos em investigação”. O g1 procurou as defesas da Entre Investimentos e da Terrana e aguarda retorno. Também participam da operação a Receita Federal, a Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo, a Procuradoria-Geral do Estado e as polícias Civil e Militar. Compra de distribuidora e lavagem de dinheiro A investigação do GAECO sustenta que a aquisição da Terrana ocorreu por intermédio de fundos e empresas criados especificamente para a transação. Entre as estruturas analisadas estão os fundos Radford, Derby 44 e Los Angeles 01, além das empresas Berna Holdings Ltda. e Branson Holdings Ltda., constituídas poucos meses antes da operação de compra da distribuidora. Segundo o Ministério Público, mais de R$ 120 milhões teriam circulado por diferentes empresas e contas utilizadas como “contas de passagem”, com recursos transitando por companhias como Aster Petróleo, SM Serviços Empresariais, Duvale Distribuidora e Usina Itajobi antes de chegarem à estrutura responsável pela aquisição da Terrana. As suspeitas são sustentadas por relatórios do Coaf, documentos bancários, informações fornecidas pelo Banco Genial, análise de movimentações financeiras e mensagens extraídas de aparelhos celulares apreendidos em fases anteriores da investigação. Conversas encontradas pelos investigadores indicariam a utilização de pessoas interpostas, conhecidos como “laranjas”, para ocultar os verdadeiros controladores dos ativos e da distribuidora. O que diz o Banco Genial O Banco Genial esclarece que Humberto Tupinambá não integra a Diretoria e não é sócio da instituição desde maio de 2026, quando ocorreu sua destituição. Todas as informações relacionadas às operações envolvendo o Fundo Radford, inclusive aquelas relacionadas às empresas Berna e Branson Holdings, que estavam em poder da instituição foram fornecidas pela própria Genial ao GAECO-SP. Em relação às operações mencionadas, também foram realizadas as comunicações cabíveis ao COAF, nos termos da legislação e da regulamentação aplicáveis. No âmbito dessas operações, a Genial atuou dentro das atribuições que lhe competiam, observando os procedimentos, normas e regulamentos aplicáveis, considerando as informações disponíveis à instituição à época. A partir do conhecimento dos fatos, a instituição adotou medidas adicionais de governança e controle, incluindo a instauração de processo de Inspetoria interna, a revisão da governança das operações de crédito, o afastamento do então diretor dos respectivos processos decisórios e sua posterior destituição. A Genial também contou com o apoio de especialistas externos para a revisão e o aprimoramento de seus processos e controles. Após a deflagração da Operação Carbono Oculto, a Genial renunciou à administração do Fundo Radford e manteve sua postura de colaboração com as autoridades, fornecendo as informações e os documentos solicitados. A instituição permanece à disposição das autoridades competentes para colaborar com as investigações e prestar todos os esclarecimentos que se façam necessários. Notícia anterior Banco MasterCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasMP-SPPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia CivilPolícia Militar PMReceita Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ex-diretor do Banco Genial e executivo ligado ao Master são alvos de 3ª fase da Operação Carbono Oculto 24/09/2026 Governador da Califórnia teme interferência dos EUA nas eleições do Brasil (VIDEO) 23/09/2026 Flávio Bolsonaro viajou em jato de Vorcaro (VIDEO) 23/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado.
Ruas recebeu R$ 1,5 milhão de fornecedora de obras da pasta que chefiava

Ruas recebeu R$ 1,5 milhão de fornecedora de obras da pasta que chefiava Empresa de Douglas Ruas prestou serviço para uma pedreira que forneceu brita para obras contratadas pela secretaria que chefiava Por Bruna Lima | Metrópoles 24/09/2026 Altineu Côrtes (PL-RJ) e o deputado estadual Douglas Ruas (PL-RJ) | Reprodução/Rede sociais A empresa do deputado estadual Douglas Ruas, candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro, recebeu pelo menos R$ 1,58 milhão entre 2023 e 2025 da pedreira familiar do deputado federal e aliado Altineu Côrtes (PL-RJ). Paralelamente aos pagamentos, a Mineração Santa Edwiges, que está em nome de dois irmãos e do filho de Altineu, forneceu materiais para obras da Secretaria de Cidades, pasta chefiada por Douglas Ruas até março de 2026. A coluna teve acesso com exclusividade a três notas fiscais emitidas pela Saur Construção Terraplanagem e Locação, empresa de Douglas Ruas, em favor da Santa Edwiges por serviços prestados em dezembro de 2023, abril de 2024 e dezembro de 2024. A primeira foi de R$ 431,1 mil; a segunda, de R$ 449,8 mil; e a terceira, de R$ 698,9 mil. Todas as notas são referentes a serviços de “transporte de brita”. A pedreira da família de Altineu Côrtes foi subcontratada pela Secretaria de Cidades de Douglas Ruas justamente para fornecer o material para obras da pasta. À coluna, Altineu Côrtes disse que a Santa Edwiges contrata serviços de transporte de brita de diversas empresas de São Gonçalo e negou que a Saur, de Douglas Ruas, tenha atuado em obras do estado. Presidente do PL no Rio de Janeiro, o deputado afirmou também que a pedreira de sua família não foi subcontratada pela Secretaria de Cidades, apenas “forneceu” materiais para obras. Douglas Ruas alegou que a Saur “presta serviços apenas para empresas privadas e suas atividades não têm – e nunca tiveram – nenhuma vinculação com contratos públicos”. A empresa que comprou a brita da Santa Edwiges foi a FP Vieira, que tem R$ 708,8 milhões em contratos com a Secretaria de Cidades. Localizada em São Gonçalo, a empresa aumentou exponencialmente os valores de contratos com o governo do Rio de Janeiro após Douglas Ruas assumir o cargo no Executivo fluminense, em setembro de 2023. Em 2023, a Santa Edwiges informou que a FP Vieira estava entre suas maiores compradoras. Em 2024, a FP Vieira também aparece como líder de consumidores porque faz parte do Consórcio MUV, em parceria com a Construtora Metropolitana S/A. Mais da metade do montante de contratos da FP Vieira com a Secretaria de Cidades — R$ 456,6 milhões — foi durante a gestão de Douglas Ruas. Justamente na mesma época, a empresa aparece em relatórios da Santa Edwiges como uma das maiores consumidoras da pedreira da família de Altineu Côrtes. Em maio, a coluna revelou que a Santa Edwiges aumentou em 517% sua operação após Douglas Ruas assumir a Secretaria de Cidades. Na lista de arrecadadores da ANM, o negócio da família de Altineu saiu da 28ª posição em operação para o 3º lugar no estado, entre 2023 e 2024. No âmbito nacional, o salto foi de 683º para 161º. Nos anos anteriores, a empresa, apesar de já existente, não aparecia no ranking de contribuintes do órgão. A pedreira da família do deputado do PL e vice-presidente da Câmara dos Deputados fica localizada dentro da fazenda de seu pai, em São Gonçalo (RJ). A Santa Edwiges está no nome de dois irmãos de Altineu Côrtes — Marcelo e Ângela Coutinho —, de seu filho, Altineu Paesler Coutinho, e de seu sobrinho, Davi Decat Coutinho. Aparece também no quadro societário a empresa ACP Gestão Empresarial e Participações, que é registrada no nome do herdeiro. Enriquecimento da Saur, empresa de Douglas Ruas Assim como a Santa Edwiges, a Saur de Douglas Ruas também prosperou entre 2023 e 2025, período que coincide com o que o candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro comandou a Secretaria de Cidades. A empresa registrou, em 2025, um lucro de 19,5 milhões. Documentos obtidos pela coluna mostram que, em abril de 2024, a Saur comprou uma fazenda de 1,3 milhão de metros quadrados em São Gonçalo. A propriedade foi adquirida em sociedade com a Normandia Empreendimentos e Participações, empresa do Altineu Côrtes. Em 2024, a Saur também comprou um galpão por R$ 5 milhões e outro imóvel por R$ 2,4 milhões, ambos em Duque de Caxias. Em novembro do mesmo ano, o candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro comprou seis lotes em um bairro em São Gonçalo que foi restaurado com obras do município e do estado. A Prefeitura de São Gonçalo é comandada pelo Capitão Nelson, pai de Douglas Ruas. Além dos imóveis, a Saur investiu em dois precatórios em 2024, avaliados em R$ 1,7 milhão. A Saur não havia realizado qualquer aquisição imobiliária desde sua criação, em 2011, até 2022. O candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro não quis comentar a aquisição de bens pela sua empresa após o período em que assumiu a Secretaria de Cidades. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualDeputado FederalDuque de Caxias RJPL Partido LiberalPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão Gonçalo RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ruas recebeu R$ 1,5 milhão de fornecedora de obras da pasta que chefiava 24/09/2026 Análise: Operação une crime organizado ao caso Master (VIDEO) 24/09/2026 É falso que relatório da PF tenha descartado corrupção em ‘Dark Horse’ 24/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Documento falso da PF: Sâmia denuncia Nikolas à PGR após postagem sobre caso Master 04/09/2026 ‘Dark Horse’: ao retirar sigilo de investigação, Dino cita suspeita de que Frias liderou esquema criminoso de desvios 13/09/2026 Dez ex-presidentes do STF
Flávio Bolsonaro viajou em jato de Vorcaro (VIDEO)

Flávio Bolsonaro viajou em jato de Vorcaro Voo em janeiro de 2025 se deu na mesma aeronave em que o ministro Alexandre de Moraes foi filmado desembarcando sete meses depois Por Breno Pires | piauí 23/09/2026 A rota entre Fort Lauderdale e Brasília em que Flávio viajou com a mulher e as duas filhas – Reprodução Brasília – O senador Flávio Bolsonaro voou em uma aeronave de Daniel Vorcaro em janeiro de 2025 ao regressar da Flórida para Brasília após uma viagem em família. É o mesmo jato executivo de alto padrão, de prefixo PP-NLR, que transportou o ministro do STF Alexandre de Moraes em agosto do mesmo ano, conforme revelou o jornal O Globo. A piauí apurou que a empresa Prime You, que tinha então Vorcaro como um dos sócios, já era dona de um terço das cotas da aeronave na data do voo. A aquisição foi realizada no fim de 2024. A viagem de Flávio, candidato à Presidência pelo PL, foi feita em família: com a mulher, a cirurgiã-dentista Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, e as duas filhas do casal. Entre os passageiros estava ainda o amigo Willer Tomaz, o advogado e empresário que já foi preso no escândalo da JBS (do qual acabou absolvido) e é investigado no esquema de desvios bilionários do INSS. Tomaz confirmou à piauí que era dono de uma das três cotas do avião. Além de detentora de outra dessas cotas, a Prime You também era operadora do jato, por meio da Prime Aviation Táxi Aéreo e Serviços, que integra seu portfólio. Segundo informações da própria empresa, a Prime You teve Vorcaro como sócio de 2021 até setembro de 2025. Um relatório da Polícia Federal mostra que cada uma das cotas de 33,33% valia 5,5 milhões de dólares em maio de 2025. Nessa época, a empresa negociava a transferência da participação para o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes, que acabou não se concretizando. O jornal O Globo foi o veículo que revelou na semana passada que a Polícia Federal encontrou, durante as investigações sobre as fraudes no INSS, registros de que Flávio e Tomaz viajaram juntos de Fort Lauderdale para Brasília em 19 de janeiro de 2025, véspera da posse de Donald Trump. Reportagem de Patrik Camporez informou que o grupo viajou numa aeronave operada pela Prime You. A piauí identificou que esse avião é o Legacy 650 de prefixo PP-NLR, ao cruzar registros históricos de tráfego aéreo, uma planilha de movimentos aeroportuários e informações do Registro Aeronáutico Brasileiro – parte desses dados estava disponível na CPI do Crime Organizado. Os registros históricos de tráfego aéreo no site ADBS-Exchange mostram que, em 19 de janeiro de 2025, o PP-NLR decolou do Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale-Hollywood, atravessou o Caribe e o Norte da América do Sul e pousou em Brasília. Uma planilha de movimentos aeroportuários confirma que o PP-NLR chegou a Brasília vindo de Fort Lauderdale naquele dia. Data, origem e destino coincidem com o voo de Flávio e Tomaz identificado pela PF e revelado pelo Globo. A proprietária formal do PP-NLR era a Fraction 024 Administração de Bem Próprio S.A., sociedade que concentrava a propriedade compartilhada do jatinho, dividida em três participações da seguinte forma: a de Willer Tomaz, por meio da Alcazar Holdings (empresa sediada na Ilha da Madeira, em Portugal, da qual ele é o único sócio); a de Laércio Cosentino, fundador da TOTVS; e a terceira, que já pertenceu ao empresário Gabriel Szlezynger Lacerda, da petroquímica Unigel, e foi vendida à Prime de Daniel Vorcaro “no fim de 2024”. A informação foi confirmada para a piauí por Lacerda. Ele acrescentou que não conhecia Daniel Vorcaro e que toda a negociação foi feita com a Prime. A Fraction 024 também mantinha uma relação financeira direta com o Banco Master. Em uma comunicação ao Coaf, o Bradesco registrou que, entre setembro de 2024 e setembro de 2025, a empresa transferiu 7,6 milhões de reais ao banco de Vorcaro, em 36 operações. No mesmo período, fez outros 6,5 milhões de reais em pagamentos à Prime Aviation. Além de Vorcaro, a Prime You tinha como sócio Maurício Quadrado, dono da Trustee DTVM e ex-sócio da Planner*, uma grande corretora paulistana que também é alvo da Polícia Federal na Operação Compliance Zero. Coincidentemente, através do fundo Sharks FIP Multiestratégia, administrado pela Trustee, Quadrado era um dos cotistas de um outro bem do qual Tomaz tinha cotas: uma mansão em Angra dos Reis na qual Flávio comemorou o aniversário da filha em fevereiro de 2026. Na passagem pela Flórida, Flávio e Willer estiveram no Hard Rock Hotel & Casino, onde, segundo a coluna de Lauro Jardim, do Globo, passaram a noite de 18 para 19 de janeiro, antes de retornarem ao Brasil. “Lá, Willer retirou 236 mil dólares em dinheiro vivo”, escreveu o colunista. Ao comentar a notícia, Willer Tomaz afirmou que ficou hospedado no hotel por oito dias, mas negou a jogatina. Essa foi uma dentre várias viagens que Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz fizeram juntos, que incluíram ainda um safári na África do Sul dois meses depois, em março de 2025. Além disso, a proximidade entre Flávio e Willer se estende aos imóveis do advogado. Em agosto, como revelou a piauí, Flávio Bolsonaro usou durante a campanha em São Paulo um apartamento que a empresa de Tomaz havia comprado em fevereiro passado de Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Vorcaro, com deságio de 2 milhões de reais. Procurado pela piauí, Tomaz enviou uma nota por meio de sua assessoria de imprensa na qual confirma que detinha um terço das cotas da sociedade proprietária do avião por meio de uma empresa de sua titularidade. Afirmou que a Prime You cuidava da gestão do jatinho e de sua escala de utilização. Disse ainda que apenas em abril de 2026 é que descobriu que Daniel Vorcaro “teria igualmente adquirido cota da aeronave” e que, ao tomar conhecimento disso, “denunciou o contrato, encontrando-se, desde então, em litígio” com a
Renan aponta ao TSE interferência estrangeira na eleição em favor de Flávio

Renan aponta ao TSE interferência estrangeira na eleição em favor de Flávio Candidato relata impulsionamento pago de perfis e pede remoção Por Caio Junqueira | CNN Brasil 23/09/2026 Renan Santos (Missão) e Flávio Bolsonaro (PL) | Arte CNN O candidato a presidente Renan Santos (Missão) acionou, na tarde desta quarta-feira (23), o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apontando possível interferência estrangeira nas eleições brasileiras por meio do impulsionamento de perfis pagos que demonstraram apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL). A representação foi distribuída ao ministro relator André Mendonça. No documento, Renan aponta que “diversas publicações estão sendo realizadas na plataforma X em manifesta desconformidade com a legislação eleitoral, porque perfis estrangeiros estão, de forma reiterada e massiva, veiculando conteúdos de inequívoco caráter político-eleitoral destinados a promover a candidatura de Flávio Bolsonaro perante o eleitorado brasileiro”. O documento exibe cinco desses perfis.Um deles, relata, “conta com 1,1 milhão de seguidores e posta sobre a política dos EUA, sendo curioso o fato de a única publicação tratar do Brasil, versar sobre eleições e ter sido realizada de forma paga” e “atingiu quase 64 mil visualizações, observando que há comentários em português, o que demonstra o alcance direcionado ao Brasil”. A petição diz ainda haver estímulo para a realização de apostas na vitória de Flávio em sites vedados no Brasil, como o Polymarket. Ao final, pede que sejam retiradas as publicações desses perfis e que o X (antigo Twitter) bloqueie o acesso no Brasil a publicidades da plataforma Polymarket a respeito das eleições brasileiras. A tese defendida por Renan é compartilhada pelo governo e pelo PT, que entendem já estar em curso uma interferência americana nas eleições brasileiras, como mostrou a CNN. A CNN procurou a campanha de Flávio e a Polymarket para posicionamento e ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto. Notícia anteriorPróxima notícia campanha eleitoralMissãoPL Partido LiberalPT Partido dos TrabalhadoresSenadorTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Renan aponta ao TSE interferência estrangeira na eleição em favor de Flávio 23/09/2026 ‘Meu eleitor é aquele que ora para alienígena e bebe detergente’, diz candidato bolsonarista 23/09/2026 Ex-diretor do Banco Genial e executivo ligado ao Master são alvos de 3ª fase da Operação Carbono Oculto 24/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana CNBB prega apuração no STF e sessão pública: “Verdade fortalece democracia” 10/09/2026 Prefeito de cidade que aplicou R$ 93 milhões no Master assinou contrato de R$ 1,2 milhão com Iter, de Mendonça 17/09/2026 Governo interino de Ricardo Couto no RJ é aprovado por 50% 02/09/2026 Contrato de Vorcaro previa até R$ 427 milhões a escritório de esposa de desembargador identificado como da ‘turma’ de Nunes Marques 22/09/2026 TRE-RJ barra candidatura de Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson, por suposto elo com organização criminosa 16/09/2026
Governador da Califórnia teme interferência dos EUA nas eleições do Brasil (VIDEO)

Governador da Califórnia teme interferência dos EUA nas eleições do Brasil (VIDEO) Governador da Califórnia, Gavin Newsom, diz que, se fosse brasileiro, estaria “muito preocupado” com inteferência dos EUA nas eleições Por Samuel Pancher | Metrópoles 23/09/2026 Governador da Califórnia, Gavin Newsom | Sam Pancher/Metrópoles Nova York – O governador da Califórnia, Gavin Newsom, afirmou nesta quarta-feira (23/9) que, caso fosse brasileiro, estaria “muito preocupado” com uma eventual interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Em entrevista ao Metrópoles, Newsom citou o tarifaço aplicado pelo governo Trump, chamou-o de cômico e ressaltou a relação do clã Bolsonaro com a família do presidente dos EUA. “Tivemos uma ‘tarifa Bolsonaro’ de 50%, o que foi cômico. Então eu ficaria muito preocupado com isso (interferência dos EUA)”, afirmou Newsom, que está em Nova York para participar de eventos relacionados à Assembleia Geral da ONU. O líder democrata classificou como “obsceno” o relacionamento da família Bolsonaro com o governo Trump. Ao falar sobre o Brasil, o governador citou, também, a operação que capturou o ditador venezuelano Nicolás Maduro. “A gente acabou de tirar o Maduro e agora estamos assumindo os interesses petrolíferos na Venezuela. Quer dizer, sim, eu ficaria um pouco preocupado”, finalizou. Gavin Newsom é uma das principais lideranças do Partido Democrata e crítico habitual da política externa e comercial de Trump. Ele é cotado como um dos principais nomes do partido para disputar a Casa Branca em 2028. https://youtu.be/OfJgmbWjfAA?si=UTvbHCLNzKCK6LKv Notícia anteriorPróxima notícia campanha eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Governador da Califórnia teme interferência dos EUA nas eleições do Brasil (VIDEO) 23/09/2026 Flávio Bolsonaro viajou em jato de Vorcaro (VIDEO) 23/09/2026 Empregada doméstica assina escritura de mansão de Angra associada a Flávio Bolsonaro 23/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Relatório usado por Moraes não poderia circular fora da PF, diz chefe de entidade dos delegados 05/09/2026 Moraes aponta indícios de crime de Mendonça e pede que Fachin tome providências 03/09/2026 Operação da PF contra deputado apreende quase R$ 1 milhão em dinheiro vivo 16/09/2026 Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master 05/09/2026 Flávio se nega a explicar novo repasse de US$ 1,6 milhões de Vorcaro para financiar ‘Dark Horse’ 01/09/2026
Mansão de Richarlison: Empregada doméstica assina escritura de imóvel ligado a Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz

Mansão de Richarlison: Empregada doméstica assina escritura de imóvel ligado a Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz Lídia Maria Figueiredo Mazelli, que trabalhou para Willer Tomaz, aparece como dirigente de 14 empresas, incluindo imóveis de luxo e negócios milionários, mas afirma ser doméstica e não conhecer o advogado. Confrontado com as provas, o advogado mudou de versão. Por Dri Delorenzo | Fórum 23/09/2026 Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro – Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro (Reprodução/Redes sociais) Uma empregada doméstica de 61 anos que trabalhou por um ano e meio no escritório do advogado Willer Tomaz, amigo próximo do senador Flávio Bolsonaro, aparece como dirigente de 14 empresas ligadas ao ex-patrão, incluindo uma mansão de R$ 10 milhões e uma ilha de R$ 17 milhões em Angra dos Reis. Abordada pela reportagem investigativa da newsletter Noites Húngaras e do site ICL Notícias, assinada por Alice Maciel e Paulo Motoryn, Lídia Maria Figueiredo Mazelli negou conhecer Tomaz, afirmou trabalhar como doméstica e disse ignorar que seu nome figura à frente dos negócios, levantando suspeitas de uso de “laranja” para ocultação de patrimônio. Empregada doméstica “administra” império milionário Lídia Maria Figueiredo Mazelli trabalhou por um ano e meio no escritório de Willer Tomaz. Desde setembro de 2020, quando deixou o emprego, seu nome passou a constar como dirigente de 14 empresas ligadas ao advogado. Entre os bens associados a essas empresas estão uma mansão avaliada em R$ 10 milhões em Angra dos Reis, que foi alvo de disputa judicial com o jogador Richarlison, uma ilha anunciada por R$ 17 milhões na mesma cidade, um hangar de luxo em Brasília e a companhia responsável por processar pagamentos de bets credenciadas pelo governo do Rio de Janeiro. A realidade de Lídia, porém, é outra. A reportagem da Noites Húngaras e do ICL Notícias a localizou em um prédio de três andares no Riacho Fundo, região administrativa do Distrito Federal, a cerca de 20 quilômetros do centro do Plano Piloto de Brasília, situado sobre uma loja de móveis em área comercial. Ao ser abordada, ela disse trabalhar no local como doméstica, negou conhecer Willer Tomaz e afirmou não saber que seu nome aparece à frente das empresas. Lídia chegou a negar ser Lídia Maria Figueiredo Mazelli. Mas a identidade foi confirmada pela reportagem de duas formas: uma encomenda recebida por ela no momento da abordagem trazia o nome completo, e a comparação com fotografia de documento de identidade apresentado por ela em disputa judicial pela mansão de Angra dos Reis corroborou a identificação. A versão do advogado Willer Tomaz Diante da reportagem, Willer Tomaz adotou estratégia que logo se mostrou insustentável. Em uma primeira nota, negou que a mulher abordada fosse a administradora de suas empresas. “Se a reportagem falou com alguém que disse isso, falou com outra pessoa”, afirmou, segundo o ICL Notícias e a Noites Húngaras. Após ser confrontado com as provas reunidas pela reportagem, a assessoria do advogado mudou de versão: reconheceu que a mulher abordada era, de fato, Lídia, e justificou as respostas evasivas dela alegando que ela teria ficado com medo durante a abordagem. Na mesma nota, Tomaz sustentou que Lídia Maria Figueiredo Mazelli “é administradora de empresas, graduada há mais de 20 anos, e tem longa experiência em cargos de gestão em grandes empresas”. A reportagem solicitou à assessoria do advogado documentos que comprovassem a graduação e a experiência alegadas, mas não obteve resposta até a publicação, segundo o ICL Notícias e a Noites Húngaras. A contradição entre a descrição de uma executiva experiente e a mulher encontrada trabalhando como doméstica, sem reconhecer o próprio nome associado a um patrimônio milionário, permanece sem explicação por parte da defesa. Conexões e histórico de Willer Tomaz O caso não surge no vazio. Willer Tomaz é amigo próximo do senador Flávio Bolsonaro e, segundo apuração do ICL Notícias e da Noites Húngaras, emprestou dois imóveis ao parlamentar: uma casa em Angra dos Reis, onde Flávio comemorou o aniversário da filha em fevereiro, e um apartamento em São Paulo utilizado durante a campanha presidencial. Esses mesmos imóveis têm conexões com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, conforme revelaram o ICL Notícias e a revista Piauí. Em agosto, Willer Tomaz foi alvo da Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro no esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. O portfólio de negócios associado ao nome de Lídia acrescenta mais uma camada a esse histórico: uma das empresas em que ela figura como dirigente é responsável por processar pagamentos de bets credenciadas pelo governo do Rio de Janeiro, o que amplia o alcance dos negócios sob investigação indireta. O conjunto de fatos apurado pela Noites Húngaras e pelo ICL Notícias aponta para um padrão que autoridades e investigadores reconhecem como uso de “laranja”: a inserção do nome de terceiros, muitas vezes em situação de vulnerabilidade, como titulares formais de empresas e bens para dificultar o rastreamento de patrimônio. A prática configura crime e pode acarretar consequências jurídicas graves tanto para quem empresta o nome quanto para quem organiza o esquema. No caso de Lídia, a negação de qualquer vínculo com Tomaz e o desconhecimento declarado sobre as empresas podem tanto indicar que ela foi usada sem pleno consentimento quanto se tornar elemento central em eventuais investigações futuras. As ligações de Willer Tomaz com Flávio Bolsonaro e a Operação Sem Desconto já em curso tornam o caso politicamente sensível e com potencial de desdobramentos tanto no campo judicial quanto no parlamentar. Notícia anteriorPróxima notícia Angra dos Reis RJBrasília DFFraudes no INSSPL Partido LiberalPolícia Federal PFRiacho Fundo DFSão Paulo SPSenadorSul Fluminense Costa Verde Médio Paraíba Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mansão de Richarlison: Empregada doméstica assina escritura de imóvel ligado a Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz 23/09/2026 Flávio Bolsonaro viajou em jato de Vorcaro 23/09/2026 Ricardo Couto diz que RJ ‘saiu do vermelho’ e afirma que Estado caminha para deixar R$ 5 bilhões em caixa 18/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode
Empregada doméstica assina escritura de mansão de Angra associada a Flávio Bolsonaro

Empregada doméstica assina escritura de mansão de Angra associada a Flávio Bolsonaro Lídia Mazelli, que preside negócios imobiliários, de aviação e do setor de apostas do advogado Willer Tomaz, foi localizada na periferia do DF e negou conhecer aliado do candidato do PL. Por Paulo Motoryn | Noites Húngaras 23/09/2026 Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com foto da empregada Lídia Maria | Arte Noites Húngaras Durante um ano e meio, Lídia Maria Figueiredo Mazelli, 61 anos, trabalhou no escritório do advogado Willer Tomaz, amigo próximo do senador Flávio Bolsonaro (PL). Desde que deixou o emprego, em setembro de 2020, passou a responder, ao menos no papel, como dirigente de 14 empresas ligadas ao antigo patrão. Os negócios incluem uma mansão avaliada em R$ 10 milhões, em Angra dos Reis (RJ), que foi alvo de disputa judicial com o jogador Richarlison; uma ilha anunciada por R$ 17 milhões, também em Angra; um hangar de luxo em Brasília e a companhia responsável por processar os pagamentos das bets credenciadas pelo governo do Rio de Janeiro. Em agosto, Willer Tomaz foi alvo da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF), que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro no esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. Amigo próximo de Flávio Bolsonaro, o advogado emprestou dois imóveis recentemente ao senador: uma casa em Angra dos Reis, onde Flávio comemorou o aniversário da filha em fevereiro, e um apartamento em São Paulo usado durante a campanha presidencial. Os imóveis também têm conexões com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, conforme revelaram o ICL Notícias e a revista Piauí. Apesar de constar como diretora e presidente das empresas de Willer Tomaz, Lídia leva uma vida distante do padrão normalmente associado a executivos. Localizamos ela em um prédio no Riacho Fundo, região administrativa do Distrito Federal, cerca de 20 quilômetros do centro do plano piloto de Brasília. O prédio de três andares está localizado em uma área comercial, e sobre uma loja de móveis. Ao ser abordada, Lídia disse que trabalha no local como doméstica, negou conhecer Willer Tomaz e afirmou não saber que seu nome aparece à frente das empresas do advogado. “Acho que teve alguma confusão aí. Eu nem trabalho lá. Eu sou doméstica aqui”, ressaltou. Ao ser questionada se seus dados poderiam ter sido usados sem autorização, Lídia respondeu que não sabia. “Então, não sei. Porque eu não conheço [Willer Tomaz]. Não tenho nenhum problema, não. Eu tenho trabalhado aqui, na casa de uma moça”, afirmou. Atualização (23 de setembro, às 18h15): Após a publicação desta reportagem, Lídia Maria Figueiredo Mazelli enviou nota em que contesta informações presentes no texto. Embora tenha sido a própria Lídia quem, durante a abordagem, afirmou trabalhar como empregada doméstica, ela agora diz que nunca exerceu essa profissão e que deu essa e outras respostas porque ficou assustada e queria encerrar a conversa. Lídia afirma ser bacharel em Administração desde 2002, trabalhar como gerente administrativa desde 2010 e ter exercido de fato os cargos de direção nas empresas do grupo de Willer Tomaz, inclusive assinando atos de gestão nessa condição. A íntegra da manifestação está reproduzida ao final desta reportagem. Lídia também negou ser Lídia Maria Figueiredo Mazelli. Uma encomenda recebida por ela quando estávamos na entrada do prédio, porém, trazia esse nome completo. A identificação foi ainda corroborada pela reportagem por meio da comparação da entrevistada com a fotografia de um documento de identidade de Lídia Maria Figueiredo Mazelli apresentado por ela a envolvidos na disputa pela mansão em Angra dos Reis. Procurado, Willer Tomaz negou, em uma primeira resposta, por meio de nota, que a pessoa encontrada pela reportagem fosse a administradora de suas empresas. “Se a reportagem falou com alguém que disse isso, falou com outra pessoa”, afirmou. Depois de ser confrontada com as provas levantadas pelo ICL Notícias, porém, a assessoria do advogado mudou a versão. Em um segundo momento, por meio de ligação telefônica, informou que a mulher abordada era, de fato, Lídia e afirmou que ela teria ficado com medo durante a abordagem, razão pela qual teria dado respostas evasivas e se retirado do local. Em nota, o advogado afirmou ainda que Lídia Maria Figueiredo Mazelli “é administradora de empresas, graduada há mais de 20 anos, e tem longa experiência em cargos de gestão em grandes empresas”, além de ter ocupado cargos de direção em empresas do grupo. Diante da afirmação, a reportagem pediu que a assessoria apresentasse qualquer tipo de comprovação da graduação mencionada e da formação alegada para o exercício desses cargos. Não houve resposta a esse pedido até a publicação desta reportagem. Depois do contato, a reportagem localizou no Cadastro Nacional do Conselho Federal de Administração um registro em nome de Lídia Maria Figueiredo Mazelli, que informa titulação de administradora e formação acadêmica em bacharelado em Administração. Sobre a Operação Sem Desconto, Willer afirmou que “não é investigado em desvios de aposentados, e a própria PGR se manifestou contra a diligência por falta de qualquer ligação com o caso”. De funcionária a presidente dos negócios de Willer Tomaz O advogado Willer Tomaz representou Lídia na Justiça enquanto ela trabalhava como funcionária dele. Em junho de 2019, ele assumiu sua defesa no inventário aberto para a partilha dos bens deixados pela mãe. Nos autos, Lídia afirmou não ter condições de pagar as custas e os honorários sem comprometer o próprio sustento e declarou ser “pessoa pobre na acepção jurídica do termo”. Registros trabalhistas consultados pelo ICL Notícias mostram que ela teve vínculo formal no escritório Willer Tomaz Advogados entre 25 de março de 2019 e 1º de setembro de 2020. Quatro dias depois do fim do contrato, em 5 de setembro, Lídia já aparecia como dirigente da Jet Line Locação e Serviços Aéreos. Na mesma época, ela assumiu a diretoria da WT Administração de Imóveis e Bens. Lídia deixou as empresas em agosto e julho de 2024, respectivamente. Seu nome também passou pelo quadro de diretoria de companhias dos setores de comunicação, mineração, imóveis, investimentos
‘Meu eleitor é aquele que ora para alienígena e bebe detergente’, diz candidato bolsonarista

‘Meu eleitor é aquele que ora para alienígena e bebe detergente’, diz candidato bolsonarista José Medeiros, que concorre ao Senado em Mato Grosso, enviou mensagem ao prefeito de Diamantino, Chico Mendes, irmão do ministro Gilmar Mendes Por Vinícius Nunes | Carta Capital 23/09/2026 O deputado federal José Medeiros (PL-MT). Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados Um áudio vazado do deputado federal José Medeiros (PL-MT), candidato ao Senado em Mato Grosso, mostra o bolsonarista ironizando o próprio eleitorado. Na gravação, enviada ao prefeito do município de Diamantino, Chico Mendes (União Brasil), irmão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, Medeiros afirma que seu eleitor “ora para alienígena e bebe detergente”. O áudio repercutiu nas redes sociais na terça-feira 22. “Você sabe que o meu eleitor é aquele eleitor que ora para alienígena e bebe detergente, né? Esse eleitor, Chico”, diz Medeiros na gravação, que tem cerca de 11 segundos. As referências feitas por Medeiros remetem a episódios que ganharam repercussão entre apoiadores de Jair Bolsonaro (PL). A menção aos alienígenas faz referência a vídeos de manifestantes bolsonaristas que, após a derrota de Bolsonaro na eleição de 2022, apareceram apontando celulares para o céu. Já a referência ao detergente está relacionada a vídeos de bolsonaristas defendendo produtos da marca Ypê. A empresa teve a produção de determinados produtos suspensa por determinação da Anvisa em maio. Outro áudio envolve o STF O episódio é o segundo áudio vazado de uma conversa entre Medeiros e Chico Mendes. No primeiro, divulgado na segunda-feira 21, o deputado afirmou ao prefeito que não costuma atacar o STF e disse que seu material de campanha havia sido editado para retirar referências à Corte. “Uma coisa que eu tenho feito, por exemplo, eu não ataco o STF, viu, Chico. Meu marketing aqui tinha feito um negócio, eu falei: ‘Olha, quero que corte tudo’. Eu não leio um texto para gravação que tenha qualquer coisa mencionando o STF”, afirmou. Na sequência, Medeiros disse que nunca havia mencionado Gilmar Mendes e fez uma ressalva em relação ao ministro Alexandre de Moraes. “Se vocês pedirem para eu esculhambar com Alexandre de Moraes, pode me ligar até no meio da noite, que eu faço isso. Mas não me peça para falar de outros ministros e tal”, declarou. Medeiros confirmou a autenticidade desse áudio e disse que o vazamento fazia parte da disputa eleitoral. Segundo ele, sua posição é preservar a instituição do STF, embora tenha afirmado que não teria dificuldade em defender o impeachment de ministros que, em sua avaliação, atuassem contra a Constituição. Ele citou pedidos de impeachment que já apresentou contra Flávio Dino, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso (quando ministro) e disse ter feito também pedido de prisão contra Alexandre de Moraes. Cenário da disputa pelo Senado em Mato Grosso O episódio ocorre em meio à disputa de Medeiros por uma das duas vagas de Mato Grosso no Senado em 2026. No levantamento mais recente do Paraná Pesquisas, divulgado em 18 de setembro, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) aparece com 52,3% das intenções de voto. Janaína Riva (MDB) tem 32,4%, seguida por José Medeiros, com 23,1%. Carlos Fávaro (PSD) registra 18,9% e Pedro Taques (PSB), 15,9%. Na sequência aparecem Galvan (Avante), com 3,6%; Coronel Darwin (Democrata), com 3,2%; Professor Nelson Ferreira (Agir), com 2%; Margareth Buzetti (PP), com 1,5%; e Beny Godoy (Agir), com 0,2%. Não sabe ou não opinou representa 5,4%, enquanto 5,6% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Como a eleição para o Senado em Mato Grosso terá duas vagas em disputa, os entrevistados puderam indicar até dois nomes, e os percentuais não somam 100%. Foram realizadas 1.352 entrevistas entre os dias 15 e 17 de setembro. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo MT-09335/2026. Notícia anteriorPróxima notícia Constituição FederalDeputado FederalDiamantino MTPL Partido LiberalPrefeitoSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram ‘Meu eleitor é aquele que ora para alienígena e bebe detergente’, diz candidato bolsonarista 23/09/2026 Ex-diretor do Banco Genial e executivo ligado ao Master são alvos de 3ª fase da Operação Carbono Oculto 24/09/2026 Governador da Califórnia teme interferência dos EUA nas eleições do Brasil (VIDEO) 23/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Lobista amiga de Lulinha fez depósitos a secretário e a chefe do cerimonial de ministro de Lula

Lobista amiga de Lulinha fez depósitos a secretário e a chefe do cerimonial de ministro de Lula PF obteve comprovantes de pagamentos a funcionários do Ministério de Desenvolvimento Social, comandado por Wellington Dias, com o qual Roberta Luchsinger intermediou contratos de R$ 53,1 milhões para empresário de tecnologia; ministério não se manifestou, defesa de Lulinha disse que ele não tem relação com os depósitos e a defesa de Roberta afirmou desconhecer as conversas Por Aguirre Talento, Gustavo Côrtes e Vinícius Valfré | O Estado de S.Paulo 23/09/2026 Amiga de Lulinha, a empresária Roberta Luchsinger entrega livro autografado por Paulo Coelho ao ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias. Foto: Ministério do Desenvolvimento Social/Divulgação BRASÍLIA – A lobista Roberta Luchsinger, investigada por corrupção e tráfico de influência em conjunto com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ordenou a um operador financeiro a realização de pagamentos ao secretário-executivo adjunto do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), Ranniêr Costa Ciríaco, e a José Martinho Ferreira de Araújo, coordenador do cerimonial do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias. Procurado, o ministério não se manifestou. A defesa de Lulinha afirmou que ele não tem relação com os fatos investigados. “Não é possível confirmar a autenticidade das mensagens e não nos cabe comentar sobre depósitos que não foram feitos pelo Fábio”, afirmou o advogado Marco Aurélio de Carvalho. A defesa de Roberta Luchsinger disse desconhecer as informações. “A defesa desconhece tais conversas, insiste que os autos estão sob sigilo e lamenta esses vazamentos ilegais com puro interesse político eleitoreiro. Estamos seguros de que as autoridades não ficarão passivas diante de tais vazamentos”, disse o advogado Roberto Podval. Até agora, as investigações da PF haviam revelado pagamentos de Roberta Luchsinger, no valor de R$ 217 mil, ao ex-chefe de gabinete do presidente Lula Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Essas novas informações indicam que a lobista também fez pagamentos a outros funcionários do governo Lula. A Polícia Federal encontrou no celular de Roberta diálogos determinando a Ulisses Barbosa a realização dos pagamentos, acompanhados dos comprovantes de depósitos bancários, ocorridos no dia 2 de junho de 2023. Roberta orientou Barbosa a retirar R$ 60 mil em dinheiro vivo que ela tinha guardado em sua residência e a fazer depósitos para outras pessoas. O operador se mostrou preocupado com o volume que seria movimentado. “Esse montante de 60k tem que ser diluído para depositar.. pq o banco faz uma série de questionamentos”, disse a Roberta, que respondeu que o dinheiro seria enviado para três contas bancárias diferentes. Os pagamentos solicitados por Roberta foram feitos no mesmo dia por Ulisses. Ao chegar no banco, ele avisou à lobista que repasses acima de R$ 50 mil poderiam gerar alertas de movimentação financeira atípica. “Já estou no banco. Acima de 50 mil por dia por CPF a moça disse que o Banco Central já fica de olho… já aciona tipo um alerta lá. Só avisando”, disse. Uma conta era a de Ranniêr Costa Ciríaco, atual número 3 do MDS. Outra era de José Martinho Ferreira de Araújo, que atualmente está lotado como coordenador do cerimonial do MDS. Martinho tem relação antiga de proximidade com Wellington Dias e já trabalhou como motorista do gabinete dele no Senado. A terceira conta, segundo a PF, pertence à mãe da filha de José Martinho. O Estadão teve acesso às conversas e aos comprovantes dos pagamentos. A PF ainda analisa a quebra dos sigilos de Roberta Luchsinger e deve apurar se foram feitos mais pagamentos a outros funcionários da pasta. Em 2014, José Martinho chegou a ser detido pela Polícia Rodoviária Federal na Bahia por transportar R$ 180 mil em dinheiro vivo, de Brasília ao Piauí, sem ter a comprovação da origem. Na época, ele trabalhava para o gabinete de Wellington Dias no Senado. Em 2015, Martinho ganhou cargo comissionado na Secretaria de Governo do Piauí, quando Wellington Dias era governador. Além de assessor de longa data, o assessor é primo de terceiro grau do petista. Seis meses após esses pagamentos, o MDS firmou contrato com um empresário do setor de tecnologia, Cléber Ribas, que era representado por Roberta Luchsinger. Em dezembro de 2023, a pasta contratou a empresa 3Structure por R$ 31,2 milhões. Em novembro de 2025, houve um aditivo de R$ 2,7 milhões e, em abril deste ano, o ministério celebrou um novo contrato com a empresa, de R$ 19,2 milhões. Um dos diálogos obtidos pela PF entre Roberta e Cléber Ribas citava justamente Ranniêr. Na conversa, de 20 de junho de 2023, ela afirmou ao empresário que estava com o secretário-executivo adjunto do MDS. “To resolvendo seu problema”, escreveu. Roberta Luchsinger realizou ao menos 17 visitas ao MDS entre janeiro de 2023 e maio de 2024. De acordo com registros da pasta, Ranniêr foi o responsável por recebê-la nas entradas ao ministério em ao menos seis dessas visitas. Em nota, Ribas negou irregularidades. “A 3Structure não tem conhecimento sobre tais pagamentos. Todos os contratos firmados pela empresa com o governo federal foram assinados em estrito cumprimento das normas aplicáveis às contratações públicas e submetidos a inúmeras instâncias decisórias, análises técnicas dos órgãos contratantes e auditorias do TCU”, afirmou. A PF abriu três inquéritos para apurar suspeitas de corrupção e tráfico de influência de Roberta e Lulinha no governo federal. O primeiro deles envolve a tentativa de obter um contrato para venda de canabidiol ao Ministério da Saúde. O segundo apura suspeitas na intermediação dos negócios de Cléber Ribas com a Dataprev e outros órgãos do governo federal. Neste caso, sua empresa conseguiu contratos de ao menos R$ 81 milhões, como mostrou o Estadão. O terceiro inquérito também apura suspeitas da atuação do filho do presidente e da amiga no governo federal. Conversas indicam que Roberta guardava R$ 500 mil em malas Os R$ 60 mil pagos a pessoas próximas a Wellington Dias não eram os únicos valores em espécie guardados por Roberta Luchsinger. Segundo a Polícia Federal, os diálogos encontrados no celular dela indicam que a amiga de Lulinha mantinha mais de R$ 500 mil em espécie, guardados em malas. Em uma das mensagens que ela recebeu de Ulisses Barbosa,